Tanto Congonhas, como aeroportos de Rio, Brasília e cidades do Sul do País estão congestionados pelo fechamento do aeroporto central de São Paulo.
Concessionária orienta que os passageiros entrem em contato com aéreas.
Na quarta-feira foram 88 chegadas e 93 partidas canceladas pelo mesmo motivo. Os ventos chegaram a 90km/h na região, mas perderam força, e o pico registrado na manhã desta quinta ficou em 64,8 km/h, segundo a Defesa Civil de São Paulo.
A Aena orienta que os passageiros com viagens programadas verifiquem a situação de seus voos diretamente com as companhias aéreas antes de se deslocarem ao aeroporto.

O Procon-SP informou por meio de nota que enviou equipes para verificar as reclamações de consumidores afetados, como cancelamento e superlotação.
“Para o consumidor que teve seu voo cancelado e não recebeu a assistência material obrigatória – como hospedagem, alimentação ou uma reacomodação satisfatória – o procedimento recomendado envolve a imediata documentação e formalização da reclamação”, explicou o órgão de defesa do consumidor.
Aviões que tentaram pousar arremeteram pelo risco.
Atendimento
À recomendação é de se guardar todo e qualquer comprovante: o bilhete aéreo, o cartão de embarque, e-mails de comunicação da empresa e, se possível, a declaração de contingência emitida no guichê.
Caso a empresa não ofereça alimentação ou hospedagem, o consumidor deve custear o necessário e guardar as notas fiscais e recibos. Com estes comprovantes deve registrar uma reclamação formal, nos canais de atendimento da própria companhia aérea (anotando o protocolo) e, caso a solução seja insatisfatória, registrar a ocorrência no Procon-SP e também na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
“A reclamação nos órgãos de defesa é importante para tentar mediar a situação e, se necessário, embasar uma futura ação judicial por danos morais e materiais”, complementa o Procon paulista.
Entre os direitos daqueles que embarcariam em voos afetados pelo mau tempo e estão fora do município onde moram estão a Informação prévia do cancelamento do voo nos canais de atendimento disponíveis das companhias aéreas; viajar, tendo prioridade no próximo embarque da companhia aérea com o mesmo destino; ser direcionado para outra companhia, sem custo; receber de volta a quantia paga ou, ainda, hospedar-se em hotel por conta da empresa.
Se o consumidor estiver na cidade em que mora a empresa poderá oferecer apenas o transporte para a sua residência e desta para o aeroporto.
Perdas no Comércio de São Paulo
O setor do comércio na região da Grande São Paulo deixou de faturar R$ 51,7 milhões com a falta de energia elétrica registrada nessa quarta-feira (10). A estimativa, baseada no volume movimentado diariamente na capital paulista e no entorno, é do Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo (IEGV/ACSP).

Segundo a Enel, concessionária de energia responsável pelo fornecimento de energia na região metropolitana da capital, mais de dois milhões de clientes ficaram sem energia, ontem, quando fortes ventos atingiram o estado em razão de um ciclone formado no litoral.
