Brasil se coloca entre os grandes com a descoberta de novas jazidas de petróleo.

No que diz respeito a petróleo, o Brasil não tem muito do que se queixar. Recentemente, o país fez duas grandes descobertas que podem valer bilhões de reais. Ambas aconteceram no final do ano passado, mais precisamente nos meses de outubro e novembro.

A primeira trata da possibilidade de extração de 10 bilhões de barris de petróleo na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Esse número representa algo próximo às reservas exploráveis do pré-sal que são da ordem de 12 bilhões de barris.

De acordo com o documento do Ministério de Minas e Energia, a exploração pode resultar em “10 bilhões de barris de petróleo recuperáveis, em similaridade com as descobertas da Guiana e Suriname”. O texto também fala em uma estimativa de investimentos futuros de US$ 56 bilhões e arrecadação estatal de US$ 200 bilhões.

Já a outra descoberta diz respeito a um reservatório de petróleo na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro. As avaliações iniciais classificaram o petróleo como sendo de qualidade excelente. É mais uma iniciativa, conduzida pela Petrobras, que pode render bilhões de reais aos cofres brasileiros.

Brasil tem boas reservas de petróleo

Embora não seja um dos países que mais possuem reservas de petróleo no mundo, o Brasil ocupa uma boa posição no ranking: 16ª. São 11,9 bilhões de barris em reservas comprovadas. Quem lidera a lista é a Venezuela, seguida por Arábia Saudita e Irã, como pode ser visto logo abaixo.

  1. Venezuela – 303 bilhões
  2. Arábia Saudita – 267 bilhões
  3. Irã – 209 bilhões
  4. Canadá – 163 bilhões
  5. Iraque – 145 bilhões
  6. Emirados Árabes Unidos – 113 bilhões
  7. Kuwait – 102 bilhões
  8. Rússia – 80 bilhões
  9. Estados Unidos – 74 bilhões
  10. Líbia – 48 bilhões
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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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