Redes sociais exageram primeiro eclipse solar do ano

Circula nas redes sociais a informação de que a Terra passará por um “apagão global” na próxima terça-feira (17/2). O fenômeno é, na realidade, o primeiro eclipse solar anular de 2026. Apesar do nome que o tornou popular, o evento astronômico natural não representa perigos para a população.

Também chamado de “anel de fogo”, ele ocorre quando a Lua passa em frente ao Sol, criando um dos efeitos visuais mais chamativos da astronomia. É justamente no momento da travessia que o satélite natural leva a um momento de escuridão.

O nome que circula na internet é mais alarmante do que o evento em si por três motivos:

  • O fenômeno não tem impacto algum no fornecimento de energia elétrica ou nos sistemas de comunicação;
  • É um evento natural que não representa perigo para nós;
  • Ele só poderá ser observado em regiões afastadas da Antártida, da África e da América do Sul.

Para os brasileiros que têm esperanças de ver o eclipse, as perspectivas não são boas. Segundo o Observatório Nacional, instituto vinculado ao Ministério da Ciência, o fenômeno não será visível do Brasil.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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