
O Bahia sofreu um impacto financeiro e esportivo significativo ao ser eliminado precocemente da Copa Libertadores 2026 na última quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026. O Tricolor de Aço foi derrotado nos pênaltis pelo O’Higgins (Chile) na Arena Fonte Nova, após vencer por 1 a 0 no tempo regulamentar.
Principais Impactos da Eliminação
A queda na segunda fase preliminar (“Pré-Libertadores”) gera prejuízos em múltiplas frentes:
- Ausência de Calendário Internacional: Diferente de quem cai na terceira fase preliminar, o Bahia não garante vaga na fase de grupos da Copa Sul-Americana, ficando sem competições continentais pelo restante de 2026.
- Perda de Premiações Milionárias: O clube deixa de arrecadar os valores pagos pela CONMEBOL por avançar de fase. Em 2025, o Bahia havia faturado cerca de R$ 15 milhões fixos (US$ 3 milhões), além de bônus por vitória.
- Queda na Arrecadação de Bilheteria: Com menos jogos decisivos e a perda do apelo internacional, o clube perde o potencial de repetir ou superar os recordes de 2025, quando arrecadou mais de R$ 20 milhões apenas com bilheteria na Fonte Nova.
- Engajamento de Sócios: A meta de atingir 100.000 sócios-torcedores (estava em 78.000 no fim de 2025) dependia diretamente de campanhas longas em torneios como a Libertadores.
Contexto Financeiro da SAF
O técnico Rogério Ceni classificou o prejuízo como “gigantesco”, destacando a dificuldade de reverter a situação esportiva a curto prazo. O revés ocorre em um momento de alto investimento do Grupo City, que registrou um déficit planejado de R$ 450 milhões em 2025.
