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O agravamento do conflito no Oriente Médio começou a provocar reflexos diretos no mercado pecuário brasileiro. Após um período de valorização contínua durante fevereiro, o mercado físico do boi gordo interrompeu a escalada de preços e passou a operar em ritmo mais cauteloso, com negociações travadas em diversas regiões do país.

Analistas apontam que o principal fator por trás dessa desaceleração é o aumento das incertezas logísticas no comércio internacional, especialmente envolvendo rotas estratégicas de transporte marítimo.
A situação tem levado frigoríficos e exportadores a adotarem postura mais conservadora nas compras de gado, aguardando maior clareza sobre os impactos da crise geopolítica no fluxo global de mercadorias.
