O normal é ver o detrito de maré baixa reunido com lixo não reciclável.
Ainda vamos ver coligações muito estranhas para as próximas eleições
As alianças para as eleições de 2026 ainda estão em fase de negociação, mas o cenário político brasileiro já apresenta movimentações que podem resultar em coligações ou apoios considerados “estranhos” ou inusitados devido ao histórico de rivalidade dos partidos envolvidos.
Um dos pontos centrais de discussão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é a definição sobre as “coligações cruzadas”, que podem permitir arranjos diferentes entre as disputas para o Governo do Estado e o Senado em um mesmo território.
Abaixo, os principais movimentos e negociações que chamam a atenção:
Aproximação PT e PSD:
O Partido Social Democrático (PSD), liderado por Gilberto Kassab, tem sido alvo de investidas tanto do governo Lula quanto da oposição. Embora o partido tente manter a neutralidade e não discuta alianças formais no momento, o histórico de apoio do PSD a diferentes espectros políticos gera especulações sobre coligações pragmáticas em diversos estados.
PL e União Brasil:
Existem articulações do Partido Liberal (PL) para atrair quadros do União Brasil na Câmara, o que poderia forçar alianças locais entre grupos que foram rivais em pleitos passados.
Apoios Cruzados em Mato Grosso do Sul:
Recentemente, houve tentativas de acordo para que o PL apoiasse candidatos do Partido Progressistas (PP), como a prefeita Adriane Lopes, o que embaralha a polarização nacional em níveis locais.
Federação PSOL e Rede:
Embora já testada em 2022, essa união é considerada complexa por unir um partido de militância mais radical (PSOL) com um de viés ambientalista e moderado (Rede), exigindo uma coordenação política constante que nem sempre é harmônica.
Proibições de “Alianças com a Esquerda”: Partidos como o Novo e o PL anunciaram diretrizes proibindo coligações formais com o PT e siglas de esquerda. Isso cria situações curiosas onde partidos que são aliados em prefeituras ou governos estaduais podem ser proibidos de subir no mesmo palanque em 2026.
