Terras planas da Coaceral, onde estão 366 mil hectares, com valores médios de R$88 mil, conforme o grau de correção, cultivo e benfeitorias (um total de R$32.208.000.000,00) aguçaram a cobiça de agricultores, grileiros, magistrados e policiais.
Com base em reportagem de Robson Bonin, publicada na coluna Radar da Revista Veja e dados dos arquivos de O Expresso.
A explosiva delação do empresário Walter Horita junto à Procuradoria Geral da República(PGR) sobre o desenrolar da Operação Faroeste, no Oeste baiano, levou o Conselho Nacional de Justiça a analisar a possibilidade de intervenção no Judiciário baiano, tanto são os envolvidos na trama de compra de sentenças e grilagem de terras.
Os primeiros envolvidos antes da delação premiada de Horita.
Investigação cita “cooptação dos agentes do sistema de justiça” pelo crime; fazendeiro fechou acordo com a PGR e admitiu ter comprado decisões dos magistrados baianos. Horita, um dos quatro mentores e financiadores da conspiração, apontou, na delação ainda em segredo de justiça, todo o esquema de corrupção.
O Conselho Nacional de Justiça vai focar, nas próximas semanas, num grande escândalo da magistratura. Investigações da Polícia Federal e do próprio órgão revelam um quadro institucionalizado de corrupção ainda vigente no Judiciário da Bahia. Há possibilidade de intervenção no tribunal, algo extremamente grave para os padrões decisórios do CNJ.
Em 2019, a PF desmontou um esquema de venda de sentenças no TJ-BA. Desembargadores, juízes, advogados e empresários foram presos. O fazendeiro Walter Horita fechou acordo com a PGR, até hoje sigiloso, em que confessa ter comprado decisões de magistrados baianos. O Radar teve acesso ao caso. Horita pagou 30 milhões de reais para se livrar das acusações de corrupção.
“O investigado confessou formal e circunstanciadamente a prática delitiva no curso da investigação. O compromissário atuou comprando decisões numa ambiência profissional de mercancia judicial pelo Tribunal.”
Além de corromper magistrados, o esquema envolvia o Ministério Público e a Secretaria de Segurança da Bahia. Quem não era comprado, era ameaçado de morte.







Foto de Leah Millis/ Reuters: em primeiro plano, o republicano Jim Jordan, trumpista de primeira água, que acabou revelando para o mundo os crimes do golpistas da fake news nas redes sociais.
Documento revela como políticos espalharam a fake news mais conhecida do 8 de janeiro, sobre suposta morte de uma idosa













Claudecy



Vinicius (filho de Carlane), o prefeito Junior Marabá, Carlane e a secretária da Cidadania, Scheilla Bernardes.
Secretária da Cidadania, Scheilla Bernardes, o prefeito Junior Marabá, a primeira-dama, Cinthya Borges, Elizabeth (a criança), Jiselia e a vereadora Sandra da Ong.




















Exploração do Lítio na Bolívia reacendeu o nacionalismo boliviano. O País está rompendo contratos com exploradores neo-colonialistas e alinhando suas metas com países da banda mais progressista, como a China.



Elon Musk cumpre decisões de tribunais ao redor do mundo. Foto: Reprodução



Jair Bolsonaro.



Gabriela Hardt, ex-titular da 13ª vara de Curitiba — Foto: Eduardo Matysiak/Futura Press/Estadão Conteúdo