“Era isso que nós esperávamos. Saiba que esta casa está aberta ao prefeito e apoiamos as ações de segurança em Luís Eduardo Magalhães”. Com essas palavras o presidente do Conseg – Conselho Comunitário de Apoio à Segurança Pública, Júlio Matos, parabenizou na noite desta quinta-feira, 24, durante a 2ª reunião ordinária do Conselho, a Operação Choque de Ordem empreendida pelas polícias Civil e Militar, Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, Cipe Cerrado – Companhia Independente de Policiamento Especializado, nas últimas semanas. E praticamente fez um “mea culpa” frente ao ultimato protocolado na Prefeitura Municipal, há 15 dias, exigindo uma série de atitudes do prefeito Humberto Santa Cruz.
A reunião, realizada no salão de eventos da Bamagril, contou com a participação do Prefeito do secretário de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, Eder Fior, dos delegados Rivaldo Almeida Luz e José Resende de Moraes Neto, do capitão Uzeda, Comandante da Cipe- Cerrado, e do capitão Gama, comandante da 5ª Companhia da Polícia Militar, entre outras autoridades. Na ocasião, foi apresentado o balanço da Operação realizada na cidade.
Vanir Koln, presidente do Sindicato Rural, avaliou que não houve nenhum tipo de discriminação durante o chamado Choque de Ordem. “Não importou quem era quem. Fico feliz como cidadão, porque há 15 anos que resido aqui e vejo um amadurecimento muito grande”, parabenizou.
Em discurso, o prefeito Humberto Santa Cruz reforçou a abertura para o diálogo que há no município. “Volto a insistir, nunca se viu nessa cidade tanto diálogo como existe hoje e vai continuar existindo”, mas ponderou que ultimatos não serão aceitos. “Principalmente de um Conselho para o qual o prefeito sempre se coloca à disposição”.
Para o delegado Resende o apoio do secretário de Segurança do município veio em boa hora. “Estávamos precisando agregar, senti nos policiais essa motivação e isso foi muito importante. Se esse trabalho continuar daremos a resposta que a sociedade precisa”, afirmou.

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