Norte-americanos aumentarão área plantada de soja

Os agricultores norte-americanos estão otimistas com os preços e perspectivas do mercado da soja: preparam-se para transferir 2 milhões de hectares do milho para a leguminosa e colher uma safra recorde de 99 milhões de toneladas, com produtividade média acima de 50 sacas. O total da área plantada deverá ser de 33 milhões de hectares.

Apesar disso, os preços de curto prazo se mantêm acima de US$14 o bushel (27,21 kg), com mercado futuro acima de US$12. O mercado reflete, por enquanto, os prejuízos na safra de Brasil e Argentina, que depois de um período seco, ainda enfrentou dificuldades por excesso de chuvas na colheita.

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Agricultura: Ministro diz que proibição de herbicidas pode “banir” agricultura

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, disse nessa sexta-feira (28) em Mato Grosso que a suspensão de alguns tipos de agrotóxico, entre os quais o glifosato, pode “banir a agricultura brasileira”. A fala é uma referência às duas ações do Ministério Público Federal (MPF) que pedem a imediata suspensão de nove princípios ativos que compõem produtos usados no combate a pragas e plantas invasoras das lavouras.
“Se banirmos o glifosato vamos simplesmente banir a agricultura. Não tem como fazer a agricultura sem [o herbicida]”, declarou Geller, em Lucas do Rio Verde, durante participação no Show Safra, evento voltado ao agronegócio. Leia mais no G1.

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Produtores de algodão se preparam para safra cheia

algodao_flocoProdutores rurais do Oeste estão afirmando que as lavouras de algodão apontam para uma produtividade de 300 arrobas por hectare, 4.500 k da fibra. As chuvas não tem prejudicado os capulhos baixeiros. Os preços internacionais estavam em alta hoje pela manhã. O preço do algodão em pluma gira em torno de R$70,00 no mercado interno.

Por outro lado, produtores que se queixam de perdas de até 50% em determinados talhões de soja. No entanto, as variedades tardias estão muito bem com as últimas chuvas. Outras culturas de ciclo rápido, como o feijão-de-corda e o feijão convencional, plantadas na resteva do soja precoce também tem bom desenvolvimento.

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Comissão de Agricultura da Câmara recebe produtores do Oeste.

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Diversas entidades ligadas aos produtores rurais de todo o País estiveram reunidas em audiência pública, na manhã desta quinta-feira (27), na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. A reunião aconteceu para debater o combate a Lagarta Helicoverpa Armigera, que tem gerado grandes prejuízos nas lavouras do país. A Comissão recebeu representantes da Embrapa, Anvisa e Ibama, a intenção dos parlamentares foi cobrar uma posição desses órgãos quanto à liberação de defensivos agrícolas para combater a praga. Só no oeste da Bahia, os danos já ultrapassam mais de 2 bilhões de reais no ano passado.

O deputado federal Oziel Oliveira (PDT-BA), que é integrante da Comissão e que presidiu parte dos trabalhos durante a audiência pública, fez vários questionamentos sobre a política de defensivos agrícolas.

– Não se pode tratar a agricultura tropical com a agricultura de clima temperado, são situações completamente diferentes. Nós precisamos pensar como nação, a agricultura brasileira é questão de segurança nacional. O governo precisa tratar os agricultores com a devida atenção que eles merecem. Precisamos de uma solução urgente para por parte de todos os órgãos envolvidos na liberação desses defensivos agrícolas.

Para o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), Júlio Busato, entidade que representa mais de 1300 associados, e que participou da audiência a convite do deputado Oziel Oliveira, disse que existe um jogo de poder na liberação desses defensivos.

– Se o grande produtor tem imensas dificuldades em combater a praga, imaginem o pequeno agricultor? Imaginem o agricultor familiar? Esses dependem exclusivamente de políticas públicas para salvar suas pequenas produções.

Vale lembrar que em 2013 o deputado Oziel Oliveira liderou uma grande frente composta por parlamentares e agricultores para pressionar o Ministério da Agricultura e a Casa Civil a autorizar a importação de defensivos agrícolas que pudessem combater a lagarta Helicoverpa. O que de fato ocorreu com a inclusão de uma  emenda na Medida Provisória 619/2013, que  posteriormente, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

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Luís Eduardo ganha usina de beneficiamento de sementes

Humberto fala durante a cerimônia.
Humberto fala durante a cerimônia.

O prefeito Humberto Santa Cruz, participou na manha de hoje, terça-feira, 25 no salão de Atos da governadoria da efetivação do início de operações da Usina de Beneficiamento de Sementes de milho da empresa Dow AgroSciences, no município de Luís Eduardo Magalhães.Para a construção desta Usina será investido R$ 70 milhões com capacidade para beneficiar até 700 mil sacas de sementes por ano e mais de um centena de empregos diretos.

“Sabemos que a Dow AgroSciences é um empresa dedicada exclusivamente à pesquisas e produção sementes agrícolas, sendo uma das mais importantes corporações mundiais de ciência e tecnologia para o agronegócio”, destacou Humberto ao abordar a importância da instalação da Dow AgroSciences no município, em especial, após a confirmação que o campi da Universidade Federal do Oeste (UFOB) de Luís Eduardo Magalhães  acolherá o curso de Engenharia Biotecnológica.

Humberto Santa Cruz aproveitou e conversou com o governador sobre a importância da Usina para o município.
Humberto Santa Cruz aproveitou e conversou com o governador sobre a importância da Usina para o município.

Estiveram presentes no evento o governador Jaques Wagner , o presidente da Dow AgroSciences América Latina, Pedro Suarez, o ex-secretário de Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, o atual secretário estadual de Agricultura, Jairo Carneiro, o secretário estadual de Indústria e Comércio James Correia, o presidente da Superintendência  de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), Emerson Leal e os deputados Cacá Leão, Kelly Magalhães e Oziel Oliveira.

Conab começa pesquisa de estoques de café

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já começou a distribuir os boletins para a realização do levantamento de estoques privados de café deste ano. A pesquisa, realizada anualmente, vai apontar os estoques do café arábica e do conilon no fechamento da safra 2012/2013. O armazenador poderá optar por devolver o formulário por e-mail ou pelos Correios e terá prazo até o dia 17 de abril.

O levantamento irá possibilitar o conhecimento do balanço de oferta e demanda do produto do país e fornecer subsídios para a formulação de propostas de políticas para o setor cafeeiro. O público-alvo inclui armazenadores, produtores, cooperativas, associações e indústrias de torrefação, moagem e de solúveis. A posição do estoque a ser informado, por unidade armazenadora, corresponde a do dia 31 de março de 2014, quando entra a nova safra do produto.
Os números levantados somente serão divulgados pela Conab de forma consolidada, preservando o sigilo da informação individualizada. Mais informações estão disponíveis no site da Conab, em Produtos e Serviços / Estoques / Estoques privados. Ou então, acesse a página diretamente no seguinte endereço: www.conab.gov.br/conteudos.php?a=1105&t=2 (Assessoria de Imprensa / Conab)

Produtores do Rio do Ouro reivindicam maior disponibilidade de energia

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O empresário Antonio Franciosi, o prefeito Humberto Santa Cruz e os deputado Cacá Leão e João Leão estiveram hoje com o presidente da COELBA, Moisés Afonso Salles. Ele foram solicitar a ampliação da subestação de rebaixamento de energia do Rio do Ouro, que deve estar operacional em agosto deste ano, com capacidade de 2,5 megawatts.

A potência necessária para tocar um pivô é de  1,10 a 2,94 kW por hectare. Como a maioria dos pivôs da região tem porte entre 110 e 120 hectares, a energia necessária seria de no mínimo 121 kw, podendo alcançar até 352 Kw, conforme altura manométrica dos levantes de água ou profundidade de poços. De onde se conclui que 10 equipamentos de irrigação já estariam consumindo toda a energia disponível na nova subestação.

O vereador Jarbas Rocha, líder do Governo na Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães, acompanhou a comitiva.

15° Agrocafé alerta para a falta de políticas para a gestão da safra brasileira

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A necessidade urgente de revisão das estratégias governamentais para a administração da safra de café no mercado foi um dos temas mais recorrentes nos discursos de abertura do Agrocafé 2014, que começou na manhã de hoje (24), no Bahia Othon Palace, em Salvador, e prossegue até a quarta-feira, 26 de março. A 15a edição do evento ocorre em um momento de repentina recuperação de preços, após três anos de queda.

O público teve presença maciça de produtores da agricultura familiar. Participaram da solenidade de abertura o governador da Bahia, Jaques Wagner, o deputado federal e presidente do Conselho Nacional de Café (CNC), Silas Brasileiro, o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), João Martins, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), Américo Sato, o presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes Araújo, e o presidente de honra da entidade, Eduardo Salles, além do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Humberto Santa Cruz, também ele um produtor de porte da rubiácea.

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Ração cara para avicultura do Nordeste.

Nas fazendas de Luís Eduardo Magalhães, ninguém quer vender milho por menos de R$25,00 a saca de 60 k. E a tendência é de alta. Segundo o portal Notícias Agrícolas, a tendência é a mesma no Mato Grosso, com perdas por excesso de chuvas e ataques de percevejos. Hoje o preço do milho mato-grossense está na faixa de R$17,00. Com os fretes e impostos, o milho está chegando a mais de R$40,00 para os produtores de frango nos sertões da Paraíba, Pernambuco e Ceará.

Passarela da Soja

Neste próximo sábado, 28, a Fundação Bahia e a Embrapa realizam a Passarela da Soja, no distrito de Roda Velha, em São Desidério. A partir das 7 h, extensa programação técnica, com palestras aos produtores nas diversas estações. Como já é tradição, o evento deve ser realizado no meio do barro, para alegria dos produtores.

Hoje, voltando de Brasília, encontramos um caminhoneiro que carregou seu bitrem com arroz beneficiado, em fardos de 30 kg, em Bagé, no Rio Grande do Sul, já na fronteira com o Uruguai. A carga se destina a Teresina. Segundo ele, enfrentou chuva desde a saída até a hora que parou num posto próximo ao distrito do Rosário, para abastecer e fazer um lanche.

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Produtores querem mais apoio à suinocultura da Bahia

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Um grupo de suinocultores esteve esta semana com o secretário da Agricultura, Jairo Carneiro, debatendo a estruturação da cadeia produtiva de suínos.

O grupo pediu o apoio do Secretário para solicitar ao Banco do Nordeste (BNB) linhas de financiamento para o setor produtivo e industrial da suinocultura. Eles também discorreram sobre a possibilidade de adquirir para os produtores, através da Conab, milho para nutrição animal e apoio para estruturar a comercialização e industrialização da carne.

Marcelo Plácido, o presidente da Associação de Suinocultores da Bahia, que participa da Câmara Setorial de Carnes, debateu com o secretário Jairo Carneiro a respeito do programa de comercialização da carne suína, que deverá ser lançado este ano. O objetivo do programa é estruturar a comercialização de carnes em boutiques modelo, e incentivar o consumo. “É uma ação pioneira que queremos lançar em três pólos, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus e Salvador. Esse é um modelo que vai levar qualidade à carne comercializada e mais saúde para os consumidores”, destacou Plácido.

A Bahia é grande produtora de milho, principalmente nos municípios de Paripiranga e Adustina (região Nordeste) e no Oeste. Após ouvir o pleito do grupo, o secretário fez os encaminhamentos necessários e destacou que “o Estado é grande produtor de grãos, matéria-prima para ração animal, e uma das metas da Seagri é criar condições para que essa produção seja transformada em proteína animal”.

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Erradicação de plantas voluntárias na beira das estradas é assunto de debate.

A Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab), vinculada à Secretaria de Agricultura (Seagri), soma esforços aos produtores de algodão do Oeste para sanar o problema causado por plantas de algodão que crescem nas margens das rodovias. Os caroços, sementes e capulhos do algodão caem dos caminhões, germinam e viram foco de pragas, como o Bicudo e a Helicoverpa armígera. A questão foi debatida em reunião realizada na última segunda-feira (17) com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), que pleiteou a autorização do uso do herbicida 2.4D, já registrado pelo Ministério da Agricultura (Mapa) na eliminação de  tigüeras em propriedades, para ser aplicado nas áreas de servidão das estradas.

O diretor da Abapa, Celito Missio, afirmou que os herbicidas liberados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não fazem o controle eficiente por serem utilizados em variedades de algodão transgênico. “A situação se agravou. As plantas se desenvolveram com força total, o que causou preocupação por parte da Abapa”, explicou Missio, ao mostrar fotografias.

“O uso do herbicida 2.4D dentro das propriedades tem a autorização e fiscalização da Adab, mas para a utilização nas margens das rodovias federais é preciso ter a liberação do Ibama e das suas leis específicas”, esclareceu o diretor de Defesa Sanitária Vegetal, Armando Sá, lembrando que a Adab segue o que está preconizado em lei, fiscalizando as formas de cultivo e manejo, o transporte e também o uso irregular de agrotóxicos. “Não podemos colocar a produção do Oeste em risco”, acrescentou.

Como os caroços, sementes e capulhos do algodão caem dos caminhões e se tornam a fonte do problema, o diretor geral da Adab, Paulo Emílio Torres, disse que vai realizar um trabalho mais incisivo de fiscalização e de educação sanitária na busca pela conscientização dos transportadores e das algodoeiras, usinas beneficiadoras, a fim de tentar amenizar o agente causador.

Os produtores se comprometeram a realizar um teste, aplicando nas tigüeras das rodovias o herbicida Arsenal, que já está na lista de Agrotóxicos e Afins Registrados no Ibama e reunião com os envolvidos, Mapa, Ibama, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do Departamento de Infra Estrutura de Transportes (Derba), está sendo agendada para resolver a questão.

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Fitossanidade: Bahia determina áreas de refúgio

Os grupos operacional e técnico do Programa Fitossanitário do Oeste da Bahia definiram que o percentual da área de refúgio estruturado ideal para preservação das tecnologias BTs , deverá ser de 50% para a soja e de 20% para algodão e milho. Estas definições deverão ser seguidas por todos os produtores do Oeste da Bahia.

A medida será oficializada e fiscalizada pelo órgão de Defesa Agropecuária do Estado, cujo objetivo é o prolongamento máximo da eficiência desta tecnologia, sobretudo na soja.

Comissões – Em reunião, realizada no dia 15 de março, o Grupo Técnico do Programa Fitossanitário da Bahia foi dividido nas seguintes comissões de trabalho: Agentes Biológicos, coordenada por Marco Tamai; Calendário de Plantio, vazio sanitário e irrigantes, coordenado por Luis H. Kasuya e Orestes Mandelli; Inseticidas e OGM´s, sob a responsabilidade de Pedro Brugnera; Outras Pragas, orientada por Paulo Gouveia; Pesquisa e Difusão, sob o comando de Nilson Vicente e a deComunicação, dirigida por Ivanir Maia.

O objetivo desta divisão é otimizar esforços e dar maior agilidade a troca de informações através da reunião de conhecimentos específicos.

Os agrônomos da região e os produtores associados da Aiba e da Abapa que quiserem participar das comissões deverão confirmar suas áreas de interesse com Ivanir Maia, através do e-mail maia@aiba.org.br.

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Soja reage e a esperança é US$14,50 para maio.

As cotações da soja voltaram a subir, hoje em Chicago, para US$14,18 o bushel no vencimento maio, com variação de 1,94%. Os estoques baixos da commoditie governam as reações positivas. Especialistas calculam que logo a barreira dos US$14,50 seja batida. Paranaguá tem preço de US$30,10 para a saca de 60 k da soja.

O milho também encontrou preços positivos, com 1,72% de alta. Paranaguá tem preço de US$30,10 para a saca de 60 k da soja.

Neste final de semana, uma feira do agronegócio será realizada na Vila Santa Rosa, em Uruçuí, Piauí. A safra da região não é cheia, mas não compromete.

Safra 2013/14: Bahia espera colher mais 3,4 milhões de toneladas de soja

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A colheita da soja na Bahia, safra 2013/14, já está em andamento. Com 1.310 milhão de hectares plantados, a estimativa é que sejam colhidas 3.45 milhões de toneladas, com uma produtividade média de 44 sacas por hectare. Esses dados foram reunidos pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), durante a elaboração da terceira estimativa da safra 2013/14.

Inicialmente, esperava-se colher 50 sacas por hectare, mas houve uma redução devido ao impacto da estiagem ocorrida no mês de janeiro. Em algumas regiões, a falta de chuva se estendeu até meados de fevereiro. Além das variações climáticas, o ataque das lagartas Helicoverpa armigera e o complexo de Falsas Medideiras também contribuíram para a redução da produtividade. Mas o bom nível do manejo e a alta tecnologia empregada no cultivo da Soja amenizaram as perdas climáticas e mantiveram, sob controle, a ferrugem asiática.

De acordo com a estimativa da Aiba, os resultados da colheita do milho também serão afetados pela estiagem. Ocupando 265 mil hectares, a cultura do milho deverá ter uma redução de 12% em sua produtividade, passando de 165 para 145 sacas/hectare. No total, serão colhidas 2.30 milhões de toneladas. Ainda assim, a perda de produtividade do milho, na região, foi relativamente pequena diante da grande estiagem ocorrida.  Mais uma vez, o alto nível de fertilidade das áreas plantadas e os investimentos em tecnologia atenuaram os efeitos climáticos.

Para o algodão, que começará a ser colhido a partir de última semana de maio, foi mantida a estimativa inicial de 270 arrobas por hectare. Com 305 mil hectares plantados, o algodão terá um total de produção de 1.23 milhão de toneladas. Esta cultura suportou mais a estiagem por estar no início do seu ciclo vegetativo e pela grande tolerância que apresenta a déficits hídricos. A expectativa é de ótima safra, chegando aos patamares dos melhores anos da cultura no Oeste da Bahia.

Luís Eduardo ganha centro regional do SENAR

O Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural na Bahia inaugura, no próximo dia 28 de março, o Centro de Coordenação Regional, no município de Luís Eduardo Magalhães. O Centro terá abrangência regional, atuando em todo o Oeste, uma das áreas mais produtivas e promissoras do Estado. O Centro funcionará como uma coordenação regional do Senar no Oeste da Bahia, para viabilizar com mais agilidade as suas principais demandas.  A solenidade contará com as presenças da Senadora Kátia Abreu, Presidente da CNA e homenageada; do Presidente do Sistema FAEB/SENAR, João Martins e toda a diretoria, Daniel Carrara, Secretário Executivo do Senar Central, diversos presidentes de federações de outros estados, presidentes de sindicatos de outras regiões da Bahia, do Superintendente do SENAR Bahia, Geraldo Machado, além de autoridades estaduais e municipais.

“O Centro é uma nova forma de o Senar identificar e agilizar as demandas dos produtores, além de acompanhar, supervisionar e monitorar as ações da instituição naquela região, sempre em estreita parceria com os Sindicatos dos Produtores Rurais e com as instituições locais do setor”, explica João Martins, Presidente do Sistema FAEB/SENAR. Ele acrescenta ainda que “inicialmente, o Centro contará com uma equipe técnica de agrônomo e veterinário que estará disponível para atender os produtores e apoiar os Sindicatos, atuando como facilitadora de acesso aos serviços do Senar.”

A ideia principal do Centro é organizar as estratégias de intervenção regional do Senar em parceria com os sindicatos e entidades regionais, trabalhando de forma focada e integrada, reunindo a melhor inteligência local para elaborar projetos de expansão e modernização da base produtiva do Oeste, uma região que possui um potencial significativo, seja na agricultura, seja na pecuária, seja na agroindústria. O Centro contará também com um moderno auditório, totalmente equipado,  contando com 250 lugares.

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Galvani quer triplicar produção de adubos fosfatados

Por Carine Ferreira, do Valor Econômico

A fabricante brasileira de fertilizantes Galvani busca viabilizar o financiamento ou encontrar um parceiro para levar adiante projetos que devem quase triplicar sua produção de adubos fosfatados. Num cenário de grande descompasso entre a produção brasileira desses produtos e a vigorosa demanda doméstica, tais projetos permitirão à companhia adicionar 1,8 milhão de toneladas de fertilizantes à sua produção atual de 1,1 milhão de toneladas.

Rodolfo Galvani Júnior, presidente do conselho de administração da empresa, afirma que já foram investidos cerca de US$ 50 milhões em recursos próprios nesses projetos, cuja produção deve começar entre 2016 e 2018. Mas ainda faltam cerca de US$ 800 milhões para levar adiante esses empreendimentos, alguns greenfield e outros para ampliação da produção, como os de Angico dos Dias, Luís Eduardo Magalhães e Irecê, na Bahia.

A empresa, uma das poucas que atuam em toda a cadeia de fertilizantes fosfatados no Brasil, tem dois complexos industriais – em Paulínia (SP) e Luís Eduardo Magalhães (BA) -, três minas de fosfato – Lagamar (MG), Angico dos Dias (BA) e Irecê (BA), além de uma unidade portuária em Fortaleza (CE) para receber as importações de matérias-primas e duas unidades de distribuição, uma em Alto Araguaia (MT) e outra em Maruim (SE).

Aiba no Conselho de Desenvolvimento Econômico da Bahia

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O governador Jaques Wagner empossou, no dia 10 de março, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Júlio Cézar Busato, como membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia (Codes). Na ocasião, outros 44 novos membros também tomaram posse, em evento realizado em Salvador.

Segundo o presidente da Aiba esta é a primeira vez que o agronegócio do Oeste da Bahia participa da formulação das diretrizes econômicas e sociais do Estado. “ Queremos contribuir com ideias e projetos que possam impulsionar o agronegócio de toda a Bahia, trazendo desenvolvimento, gerando renda e melhorando a vida de todos que vivem aqui”, afirmou Júlio Cézar Busato.

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O Conselho promove a articulação entre o governo e representantes da sociedade civil, com a proposição de políticas públicas e ações para promoção do desenvolvimento sustentável da Bahia. De caráter consultivo, o Codes é formado por representantes dos segmentos empresarial, acadêmico, do movimento social, do terceiro setor e da juventude.

“Na medida em que abrimos espaços sociais, a democracia se fortalece e essa convivência gera uma democracia participativa. O Conselho colabora com o Executivo”, comentou o governador, que aproveitou para parabenizar os conselheiros e conselheiras que são voluntários nesse processo.

Aiba solicita modernização do judiciário baiano

O presidente da Aiba, Júlio Cézar Busato, este em audiência com o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Eserval Rocha, no dia 24 de fevereiro, em Salvador, para solicitar ações de reformulação e modernização do judiciário baiano. A audiência foi articulada pelo deputado estadual Mário Negromonte Jr (PL), presidente da comissão extraordinária para acompanhar a privatização dos cartórios da Bahia.

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Na ocasião, o presidente do Tribunal de Justiça informou que algumas ações já estão sendo planejadas como a reforma e a criação de novos Fóruns no interior, ampliação e reformulação do parque tecnológico, além da descentralização do Tribunal com a criação de Câmaras no interior do Estado.

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CONAB divulga previsão de safra apenas 0,7% maior que em 2013.

Dados atualizados relativos à produção de grãos no Brasil indicam que o país deverá colher 188,7 milhões de toneladas. Esta quantidade representa um aumento de 0,7% em relação à safra passada, que foi de 187,4 milhões de t. A previsão do 6º Levantamento de Grãos da Safra 2013/2014, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O estudo mostra que a cultura da soja continua sendo o maior destaque. O crescimento é de 4,8% ou 3,9 milhões de t. a mais que a safra anterior. O arroz teve também bom desempenho, com um aumento de 8%, alcançando 12,8 milhões de t. O feijão primeira safra, que está em fase final de colheita em todo o país, chegou a uma elevação de 35,7% na produção, passando de 964,6 mil para 1,3 milhão de t.

Houve redução no milho primeira e segunda safras de 9,1% (3,2 milhões de t) e de 6,8% (3,1 milhões de t), respectivamente, perdendo terreno para a soja, que tem preços mais favoráveis. A produção da primeira safra (31,4 milhões de t) somada à segunda (43,7 milhões de t) deve chegar a 75,1 milhões de t.

Em comparação com o 5º levantamento, houve uma queda na produção de 4,9 milhões de t (2,5%), em razão da baixa produtividade da soja, influenciada pelas intempéries climáticas ocorridas em toda a região produtora.

O total destinado ao plantio de grãos deve chegar a 55 milhões de hectares, o que representa uma alta de 4% em relação à área de 53,28 milhões de hectares da safra 2012/2013. A soja teve maior crescimento, com acréscimo de 7,4% na área plantada, passando de 27,7 para 29,8 milhões de hectares. Outras culturas, como arroz, feijão, algodão, mamona, girassol e amendoim primeira e segunda safra também apresentaram elevação para plantio.  Por outro lado, o milho primeira safra teve redução de 5,1%, passando de 6,8 para 6,4 milhões de hectares. Os estudos para este levantamento foram realizados nas principais regiões produtoras de grãos do país, no período de 16 a 22 de fevereiro. (Antônio Marcos da Costa / Conab)

Correntina: Sistema “Campo Limpo” realiza ação na Vila do Rosário

Para fortalecer as ações desenvolvidas pelo Sistema Campo Limpo (logística
reversa de embalagens vazias de agrotóxicos) e promover a conscientização
dos agricultores por um meio ambiente mais limpo, o inpEV – Instituto
Nacional de Processamentos de Embalagens Vazias de Agrotóxicos – que atua há
mais de dez anos na destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas,
promove, com a parceria da Associação do Comércio de Insumos Agrícolas
(Aciagri), gerenciadora da central de recebimento de Rosário, uma série de
iniciativas educativas para mobilizar o público da AgroRosário. O evento
acontece nos dias 07 e 08 de março em Correntina (BA). Continue Lendo “Correntina: Sistema “Campo Limpo” realiza ação na Vila do Rosário”

Pancadão de chuva rende 39 mm

A pancada de chuva violenta agora à noite em Luís Eduardo Magalhães rendeu 39 mm no pluviômetro da redação de O Expresso, certamente causando danos à cidade. É mais do que choveu nos últimos 10 dias. As chuvas pesadas causam danos também às plantas, jogando terra nas folhas e propiciando o aparecimento de fungos. Em compensação, causa danos também aos insetos e, principalmente, às lagartas do cartucho do milho. A acumulação de água no solo poderá ser muito útil para os cultivos de algodão, que frutificarão em abril.

Em Barreiras, a chuva expressiva não aconteceu. Foi mesmo localizada. Ou está indo no ônibus da Rainha.

Quebra de safra de soja do Brasil trava negociações

A colheita do país já foi estimada acima de 90 milhões de toneladas, mas agora é vista na casa de 87-88 milhões de toneladas. Na quarta-feira, a empresa de previsão de safras Thomson Reuters Lanworth, com sede em Chicago, reduziu sua estimativa de safra para 87,7 milhões de toneladas, ante 90,2 milhões da estimativa de quinze dias atrás.

Fundamentos de alta
As incertezas sobre a safra brasileira são um dos fatores que ajudam a sustentar os preços no mercado interno. Os preços ao produtor em Sorriso (MT), por exemplo, acumularam alta de quase 9 por cento ao longo de fevereiro, segundo dados do Cepea.
“Teoricamente, o mercado interno mais firme estimularia negócios, mas não está acontecendo”, disse Cachia.
Para os analistas, os produtores estão de olho nos fundamentos de mercado, que apontam para preços ainda melhores nas próximas semanas, devido a forte demanda chinesa por soja no mercado internacional –o que ajuda a sustentar os preços na bolsa de Chicago– e a um câmbio amplamente favorável à conversão dos dólares das exportações em reais.
“Todo mundo se ‘antenou’ agora, porque o mercado tem mais para subir do que para cair. O produtor vai ganhar vendendo tarde”, disse Birkhan.
Estados como Mato Grosso, maior produtor nacional e onde a colheita está bem avançada, normalmente registram uma comercialização acima da média nacional. Com Reuters e Agrolink.

 

Chuva acaba mesmo no final do mês.

previsãoSe a Dona Dilma e o ministro Lobão ( eles estão tendo uma conversa séria neste momento no Planalto) esperavam chuva para melhorar a posição dos reservatórios do Nordeste, a previsão tem más notícias. Só vão acontecer garoas até o final de março e, daí para diante, necas de pitibiribas. Ruim para o algodão tardio e para as eventuais safrinhas de feijão ou milho. Tomara que não falte energia para os pivôs centrais, única saída para as lavouras tardias.

Comece apagando a luz do banheiro, que você esqueceu acesa, e desligue essa televisão infernal.

Agrocafé começa no dia 24 em Salvador

Abrindo o calendário nacional de eventos da cafeicultura, o 15° Simpósio Nacional do Agronegócio Café-Agrocafé será realizado entre os dias 24 e 26 de março, no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador. Desta vez, o tema central do evento – “A força de uma nação”- evoca a importância histórica e econômica do grão, do qual o Brasil é o maior produtor mundial há 150 anos. Técnicas de produção, mercado, marketing, tendências para a cafeicultura, e ainda uma abordagem específica da agricultura familiar, são tópicos que serão distribuídos em painéis, seminários e minicursos, realizados simultaneamente e comandados por alguns dos mais importantes nomes do agronegócio do café brasileiro.

Entre os convidados deste ano está o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura entre os anos de 2003 e 2006, que abordará os rumos do agronegócio brasileiro em um painel coordenado pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (FAEB) e 1° vice-presidente da CNA, João Martins da Silva Junior.

 

Crise da Ucrânia agita mercados agrícolas

Lavouras de trigo da Ucrânia, plantadas no inverno.
Lavouras de trigo da Ucrânia, plantadas no inverno.

Os preços dos grãos na Bolsa de Chicago registraram grandes altas nesta segunda-feira (3), principalmente para o trigo e o milho, produtos que têm na Ucrânia um grande exportador. Para o analista de mercado Stefan Tomkiw, o mercado já reflete a crise no país. “Esta é uma sessão bastante nervosa aqui em Chicago, principalmente para o mercado de grãos, trigo e milho, com um movimento bem agressivo de alta, com receios em relação à questão ucraniana e russa”. 

Segundo Tomkiw, o mercado observa uma ameaça de paralisação dos embarques na região. “A gente sabe que a Ucrânia é um grande fornecedor mundial de trigo e milho e toda essa questão da possível invasão russa tem colocado um receio entre os traders de que a gente possa ter uma paralisação das atividades comerciais na região”. Do Noticias Agrícolas.

Em 2011, a Ucrânia colheu uma safra recorde de 57 milhões de toneladas, das quais mais de 15 milhões de toneladas de trigo, o triplo do Brasil. 

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ABAPA recupera Estrada do Café

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A Associação Baiana dos Produtores de Algodão iniciou no último dia 24, a recuperação de mais uma vicinal, a Estrada do Café, trecho localizado no Anel da Soja, no município de Barreiras. A ação faz parte do Projeto de Conservação dos Recursos Naturais da Lavoura de Algodão e Escoamento da Produção, conhecido também, como Patrulha Mecanizada, desenvolvido pela Abapa, e viabilizado através de uma parceria público-privada entre Abapa, produtores da localidade e a Prefeitura de Barreiras.

Para a presidente da Abapa, Isabel da Cunha, a logística precária para a entrada de insumos e escoamento da produção, sempre foi um dos principais problemas enfrentados pelos produtores. “Com a recuperação das estradas vicinais, através do Projeto Patrulha Mecanizada, estamos minimizando esse gargalo na produção e promovendo a preservação do meio ambiente, através da conservação das águas pluviais no lençol freático”..

Nessa obra, será recuperado um trecho de 56 km. Para o produtor Celestino Zanela, o resultado dessa obra é de grande importância para toda a cadeia produtiva. “Em condições normais teríamos que utilizar as nossas próprias máquinas e equipamentos, como lâminas puxadas com trator, e fazer somente o alisamento da terra, não teríamos a capacidade de realizar o trabalho que está sendo realizado pela Abapa, que possui maquinários de grande porte. Nós, produtores da linha Estrada do Café, apoiamos esta iniciativa e estamos firmes nessa parceria”.

O motorista, José Vital Lobo Júnior, que passa pela estrada de duas a três vezes por semana, já percebeu a melhoria e ressaltou os prejuízos financeiros que as más condições da estrada vinham gerando. “Essa é uma estrada difícil, com buracos e ‘costela de vaca’, em poucos dias já deu pra perceber os benefícios que essa obra trará, facilitando muito o trabalho da gente. Já tivemos muitos prejuízos com molas e caminhões quebrados. O serviço atrasava e isso era ruim pra todo mundo”, disse o motorista.

O Projeto que tem como meta a recuperação de mais de 350 km das estradas vicinais dos núcleos produtores de algodão em 2014, além das parcerias firmadas com produtores e prefeituras municipais, conta com os recursos provenientes do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). O Projeto contempla os municípios de Barreiras, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães,  Formosa do Rio Preto, Baianópolis, Jaborandi, Riachão das Neves, Cocos e Correntina.

Feijão cubano, com tecnologia, pivôs e assistência brasileira

Fotos de Ricardo Stuckert.
Fotos de Ricardo Stuckert.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Blairo Maggi visitaram nesta quarta-feira (26) a fazenda da empresa agrícola militar Cubasoy, em Ciégo de Ávila, para conhecer a produção de soja e feijão de Cuba.

Maggi foi convidado por Lula para conhecer as plantações da ilhae ajudar no intercâmbio de conhecimentos técnicos para aumentar a produtividade da produção agrícola cubana. O senador convidou os cubanos a conhecerem toda a cadeia da soja, milho e algodão de suas fazendas no Mato Grosso, cuja produtividade, graças ao alto uso de tecnologia, é entre duas e quatro vezes a obtida em Cuba. Ele explicou como o cerrado, que na década de 1970 era considerado uma terra imprestável, se tornou a principal região produtora de grãos no Brasil. “A soja no Centro-Oeste do Brasil é tecnologia pura, desenvolvida pela Embrapa e outras instituições privadas. E hoje ultrapassamos a produção dos Estados Unidos com 92 milhões de toneladas”.

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A Cubasoy foi criada em 2006 e tem contado com o intercâmbio de técnicos da Embrapa para tentar melhorar a produção de soja na ilha. Mas ainda necessitam de maior conhecimento sobre o solo, acesso a sementes mais modernas e melhor maquinário para ampliar a produção, atualmente em caráter experimental, com variedades de sementes a partir do conhecimento transferido pela Embrapa e equipamentos adquiridos no Brasil.

Abapa quer recuperar 350 km de estradas vicinais em 2014

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A Associação dos Produtores de Algodão da Bahia (Abapa) planeja recuperar mais de 350  km de estradas vicinais em 2014, através do projeto Patrulha Mecanizada
O projeto é desenvolvido através de uma parceria público-privada entre Abapa, produtores da localidade e as prefeituras municipais, e conta com os recursos provenientes do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), beneficiando os municípios de Barreiras, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães,  Formosa do Rio Preto, Baianópolis, Jaborandi, Riachão das Neves, Cocos e Correntina.
Em 2013, ainda em fase inicial, o Patrulha Mecanizada recuperou mais de 75 km de estradas. “A recuperação dessas estradas, além do ganho econômico, também representa benefícios sociais e ambientais, facilitando o socorro médico em casos de emergência, diminuindo o risco de erosão, conservando a água da chuva em seus locais de origem, contribuindo assim, para a preservação ambiental e manutenção do lençol freático”, destacou o diretor da Abapa, João Carlos Jacobsen.
A obra mais recente foi entregue em fevereiro, na Rodovia da Soja, Distrito de Roda Velha, em São Desidério, quando foi recuperado um trecho de 33 km. Para o prefeito Demir Barbosa, o investimento é um retorno aos produtores rurais. “Temos um compromisso com os produtores. Estamos só investindo em seu próprio benefício os impostos que eles pagam”, afirmou o prefeito.
Em Barreiras, o projeto recuperou 43 km na estrada Rio de Pedras, e se prepara para iniciar, ainda em fevereiro, a recuperação de 56 km da Estrada do Café – trecho localizado no Anel da Soja.

Assaltos a fazendas tornam-se rotina e são tema de reportagem nacional

GLOBO RURAL

A segurança nas fazendas do Oeste da Bahia foi destaque no programa Globo Rural deste domingo. Os assaltos milionários às sedes agrícolas, onde estão depositados os defensivos de alto valor agregado, virou atração para assaltantes profissionais de outros estados.

Diz o texto do programa:

“As longas distâncias até as propriedades e a grande extensão do oeste da Bahia são apontadas como as principais dificuldades para a ação policial. Em Barreiras, o comandante regional da Polícia Militar, Coronel Lira, ressalta o atrativo que têm chamado a atenção dos ladrões. “O cara assaltar um banco hoje e levar R$ 500 mil, o cara assalta uma fazenda e leva R$ 1 milhão”.

O comandante da PM minimiza o problema “O oeste da Bahia tem registrado de um a dois assaltos por mês, no período da safra, mas ele reconhece que esse número pode ser maior, já que muitos agricultores não fazem boletim de ocorrência.”

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, que engloba oito municípios da região, Vanir Kill diz que a situação dos assaltos se agravou de três anos para cá. “Os meses em   que o problema e que nós não dormimos direito é o de outubro até o fim de março, abril. É o período da safra. Assaltos de grande volume nós sabemos de oito, nove assaltos já”. A soma de todos os assaltos bate na casa dos R$ 6 milhões.”

Vêm aí as águas de março.

Algodão: esperança de safra cheia.
Algodão: esperança de safra cheia.

Nesta próxima semana chove apenas 35 mm no Oeste baiano, com precipitações esparsas. Se um por um lado a chuva é pouca e incerta, permite operações de pulverização e outros tratos culturais na lavoura. Na próxima semana, estão estimadas chuvas entre 60 e 250 mm, bastante, o que serve para ampliar as reservas dos lençóis freáticos, ainda tão combalidas. São as famosas águas de março, fechando o verão.

Safra 2014: começa trabalho de campo para próximo levantamento de grãos

Os técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já estão em campo para a coleta dos dados relativos ao 6º levantamento da safra de grãos 2013/2014, que será divulgado no dia 12 de março. De acordo com a Gerência de Avaliação de Safras da Conab (Geasa/Dipai) a sexta estimativa irá indicar as áreas cultivadas com feijão e milho (2ª safra), algodão e intenção de plantio das culturas de inverno.

           De acordo com os dados do levantamento mais recente da safra de grãos 2013/2014, Conab no dia 12 deste mês, a estimativa é que haja uma leve redução no total de área cultivada do feijão segunda safra, em cerca de 1,5%. Ainda assim, com a recuperação, ou mesmo a expectativa de manutenção da produtividade, a produção do feijão segunda safra é estimada em 1,34 milhão de toneladas – 21,4% maior que a safra passada. Os principais estados produtores de feijão segunda safra são Paraná, com 38,6%, Minas Gerais, com 14,6%, Mato Grosso, com 15,3% e Ceará, com 10,3% das estimativas de produção da atual safra
Em relação ao milho segunda safra, o quinto levantamento apontou uma redução de 7,2%, na sua produção, passando de 46.129,6 milhões de t da safra 2012/2013 para os atuais 42.829,4 milhões de toneladas da safra 2013/2014. Além do indicativo de retração na área plantada também está prevista uma redução na utilização do pacote tecnológico de produção, o que explicaria a queda. (Antônio Marcos da Costa / Conab)

Agora vai aparecer a realidade, depois da grande seca enfrentada nos estados produtores durante os meses de janeiro e parte de fevereiro. Estará mais fácil calcular o volume de danos àquela que seria a safra recorde. 

Desorganização e o sr. Mercado estão matando a cultura do feijão no País

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Alguns fatos estão matando a cultura do feijão no País há mais de 3 décadas, entre eles a oscilação de preços e a insegurança dos produtores na atividade. Hoje o feijão carioca de boa qualidade está cotado em R$87,00 a saca de 60 k em Luís Eduardo Magalhães. Há pouco menos de um ano tinha ultrapassado a barreira de R$200,00.

O mercado de feijão não tem contratos antecipados ou de opção, o chamado hedge de bolsa de produtos e mercadorias;  tem classificação incerta da qualidade dos grãos; e os produtores teimam em não se organizar em instituições corporativas, que ditem, como na Europa acontece com as frutas, a área máxima a ser plantada e os preços mínimos de comercialização. Por isso, a produção brasileira está estacionada também há mais de 3 décadas, abaixo dos 4 milhões de toneladas.

Na safra 2012/2013, o Brasil plantou 3,11 milhões de hectares de feijão e colheu, em 2013, 2,8 milhões de toneladas, o que representa cerca de 500 mil toneladas a menos do que a produção normal, que é de 3,3 milhões de toneladas, com o preço chegando a quase 300 reais a saca e a R$6,00 ao nível do consumidor. A competição com as cotações elevadas da soja foi forte demais para o “pretinho básico”, além dos problemas da virose transmitida pela mosca branca.

Com o consumo nacional estimado em 3,45 milhões de toneladas, para suprir a demanda, o país teve de importar mais de 500 mil toneladas, de janeiro a novembro, veja só que história triste, de países como China, Argentina, Bolívia e Paraguai.

No início dos anos 80, o feijão ganhou novela e música própria, “Feijão Maravilha”, chegando a cotações de US$150, o equivalente hoje a mais de R$600,00 a saca. Chegou a ser a panaceia dos produtores, que investiram em equipamentos de irrigação caríssimos e multiplicaram a produtividade em até 4 vezes. Uma década depois estava a menos de US$20, quebrando quem investiu pesado no cultivo.

Quem sofre com tudo isso é o brasileiro pobre, que tem no feijão com farinha ou arroz sua principal fonte de alimentação.

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Quatro municípios do Oeste terão concurso de produtividade na soja

Os municípios de São Desidério, Formosa do Rio Preto, Correntina e Jaborandi possuem respectivamente 15, 6, 11 e 7 participantes inscritos no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja – Safra 2013/2014, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) e, portanto cada uma das cidades do Oeste Baiano terá um Campeão Municipal. Este ano, mais de 50 municípios brasileiros se classificaram para essa categoria da premiação, pois tiveram pelo menos cinco áreas inscritas na competição.

“O campeonato municipal amplia o reconhecimento aos produtores e consultores técnicos, pois os campeões tornam-se referências nas regiões em que atuam”, afirma Orlando Martins, Presidente do CESB. “Com esta iniciativa, o Comitê pretende incentivar os sojicultores a inovarem nas técnicas de cultivo e a compartilharem com os produtores vizinhos as práticas que contribuam para o aumento sustentável da produtividade.

Os campeões municipais serão conhecidos após a colheita, em junho. Eles serão prestigiados com um diploma individual de reconhecimento e a divulgação do resultado em jornais locais, revistas, veículos de cooperativas e sindicatos, informativos de entidades renomadas e no site do CESB.

Correntina terá um campeão de produtividade de soja nesta safra

Com 11 inscritos no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, Safra 2013/2014, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil, a cidade de Correntina, terá um Campeão Municipal. Este ano, mais de 50 municípios brasileiros se classificaram para essa categoria da premiação, pois tiveram pelo menos cinco áreas inscritas na competição.

“O campeonato municipal amplia o reconhecimento aos produtores e consultores técnicos, pois os campeões tornam-se referências nas regiões em que atuam”, afirma Orlando Martins, Presidente do CESB. “Com esta iniciativa, o Comitê pretende incentivar os sojicultores a inovarem nas técnicas de cultivo e a compartilharem com os produtores vizinhos as práticas que contribuam para o aumento sustentável da produtividade.

Os campeões municipais serão conhecidos após a colheita, em junho. Eles serão prestigiados com um diploma individual de reconhecimento e a divulgação do resultado em jornais locais, revistas, veículos de cooperativas e sindicatos, informativos de entidades renomadas e no site do CESB.

O Desafio Nacional de Máxima Produtividade tem como objetivo estimular produtores e técnicos a utilizarem as melhores práticas de cultivo, as recomendações de pesquisas e as cultivares mais adequadas para cada região, sempre estimulando a criatividade para contribuir com o crescimento da produtividade, sustentabilidade e economia da sojicultora no Brasil. Além do reconhecimento dos Campeões Municipais, o Desafio também contemplará as categorias: Estaduais, Regionais de soja de sequeiro (Norte/Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) e Nacionais de soja de sequeiro e soja irrigada.

Atualmente, o CESB é composto por 17 Membros e oito entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Arysta, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem e Instituto Phytus.

Sobre o CESB

O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira. O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.

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Mandioca, comida de pobre, segue tendência de baixa.

A seca na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea limitou a colheita da mandioca na última semana, apesar do interesse de produtores em manter os trabalhos de campo. As fecularias, por sua vez, estão com estoques altos e com o mercado sem movimento, o que motivou o menor interesse pela matéria-prima. Na indústria de farinha, o cenário foi semelhante, inclusive com interrupção do processamento em algumas unidades. Além disso, os baixos preços dos derivados, especialmente da fécula, também têm pressionado as cotações da raiz. Neste cenário de menor demanda, a mandioca se manteve desvalorizada.

Entre 10 e 14 de fevereiro, o preço médio a prazo da tonelada posta fecularia foi de R$ 379,71 recuou de 5,2% frente à semana anterior. Em quatro semanas, a queda acumulada foi de 25%. Mesmo com as significativas baixas recentes, a média desta semana ainda supera em 5,3% à de igual período do ano passado e em 57,2% à da mesma semana de 2012 em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de janeiro/14). Assim, de acordo com pesquisadores do Cepea, é possível que os preços registrem novas quedas.

No supermercado, esta semana, observei clientes comprando farinha de mandioca a R$3,50 por quilo, enquanto o arroz de boa qualidade não passa de R$2,00 o quilo. A farinha de mandioca sempre foi alimento da classe menos favorecida e não deveria custar mais que o arroz. No País, faltam órgãos reguladores da produção e corporações de produtores.

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Nova diretoria da Fundação Bahia toma posse.

Nova diretoria - Fundação Bahia

A nova diretoria foi empossada pelo ex-presidente, Clóvis Ceolin, que fez um balanço de sua gestão. “Estar à frente da Fundação Bahia, nesses dois últimos anos foi uma experiência muito intensa e de muita responsabilidade. Enfrentamos problemas estruturais que foram sanados graças à confiança que o setor produtivo depositou no grupo. Conseguimos avançar no campo da pesquisa e melhoramento genético”.

O novo presidente, Ademar Marçal, reconheceu o trabalho realizado pela gestão anterior, e destacou os novos desafios que tem pela frente. “Agora precisamos buscar recursos para realizarmos pesquisas que supram as demandas da região. Investimos pouco em pesquisas, porém, temos aqui grandes instituições e sabemos da necessidade que existe. Estaremos nos empenhando ao máximo para não decepcionar. Contamos com o apoio de toda a classe, uma vez que não se faz nada sozinho”, disse.

Diretoria da Fundação Bahia – Biênio 2014/15:

Diretoria Executiva

Diretor Presidente: Ademar Marçal

Vice Presidente: Zirlene Dias Pinheiro

Vice Presidente: Walter Horita

Secretário: Paulo Mizote

Secretário: Isabel da Cunha

Tesoureiro: Clovis Ceolin

Tesoureiro: Celito Breda

Conselho Curador:

Efetivos

Luiz Carlos Bergamaschi

Julio Busato

João Carlos Jacobsen

Suplentes

Ricardo Teixeira

Marcelino Flores

Celestino Zanella

Algodão terá preço mínimo de R$54/arroba, diz Dilma

Depois de dez anos sem reajuste, o preço mínimo do algodão subirá para 54 reais por arroba, disse nesta terça-feira a presidente Dilma Rousseff. O valor pago hoje pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) do governo federal é de 44,60 reais por arroba, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

A política de preços mínimos é utilizada pelo governo federal para orientar políticas de apoio a determinadas culturas. Quando os preços caem abaixo do mínimo estabelecido, as autoridades podem implementar medidas, que incluem até a compra direta do produto. O custo de produção atual, citado pela Abrapa, é de cerca de 57,50 reais por arroba. O anúncio da presidente Dilma foi feito em discurso durante evento em Lucas do Rio Verde, importante polo produtor de Mato Grosso.

Por Gustavo Bonato, da Agência Reuters

Mesmo para aqueles que acreditam em chuvas tardias este ano, ontem foi o último dia para plantio de algodão no Oeste Baiano, em atendimento às normas do vazio sanitário.

Produtores relatam resultados do Programa Fitossanitário

foto abapaOs encontros promovidos pela Abapa, reúnem produtores de algodão, gerentes de fazendas, consultores e técnicos do programa. Por Cristiani Barilli, da ABAPA.

Com o objetivo de trocar experiências e ouvir relatos sobre o combate e controle de pragas, a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), tem promovido uma série de encontros entre produtores de algodão, gerentes de fazendas, consultores e técnicos. A ação faz parte do Projeto de Monitoramento e Controle de Pragas do Algodoeiro, através do Programa Fitossanitário do Oeste da Bahia.

Além do momento de reunião, os grupos percorrem fazendas e visitam as lavouras. Recentemente, os núcleos Estrada do Café e Anel da Soja visitaram as fazendas Decisão, Santo Antônio, Campo Aberto e Palmares II. No último dia 10 de fevereiro, o núcleo Roda Velha de Baixo, também se reuniu na Fazenda Charrua, município de Riachão das Neves.

O coordenador operacional do Programa Fitossanitário da Abapa, Antonio Carlos Araújo, ressaltou sobre a importância dos encontros. “Vimos nesses momentos a importância dos trabalhos de monitoramento, auxílio, incentivo e das recomendações preconizadas pelo Programa Fitossanitário. Os relatos feitos pelos participantes só intensifica a importância desse procedimento”, disse o coordenador.

Dados e números

Durante as visitas, foram apresentados dados de safra, destruição de soqueiras de algodoeiros, índices de bicudos, dentre outras informações. Para a safra 2013/14 haverá um acréscimo em torno de 14% em relação à safra 2012/ 2013. Com uma área cultivada de algodão de aproximadamente 316 mil hectares em todo o estado, sendo 304 mil ha na região Oeste e 12 mil ha na região Sudoeste.

Em relação aos tipos de destruição de soqueira adotados pelos cotonicultores, na safra de 2011/12, utilizou-se 39,04% pelo método químico e 60,96% pelo método mecânico, enquanto que na safra 2012/13, foram 10,2% químico e 89,8% mecânico. Notando-se que, as novas tecnologias de cultivares de algodoeiros resistentes a alguns herbicidas, dificulta a destruição química.

Situação atual

Atualmente, 17 núcleos do Programa Fitossanitário do Oeste Bahia são assistidos pela equipe técnica do Projeto de Monitoramento e Controle de Pragas de Algodoeiro. Os dados chamam a atenção para a situação atual  dos núcleos, com semeadura em  áreas livres de rebrotas e tigueras, com manejo em pós-emergência alcançando boa eficiência na maioria das  propriedades.

Antonio Carlos destaca o alto índice de capturas de bicudos nos armadilhamentos de pré-safra em toda região Oeste, bem como, as pressões de outras pragas como a Helicoverpa, plusias e spodopteras. “Acreditamos que para esse momento as armadilhas e o monitoramento são importantes ferramentas para o manejo de pragas e doenças servindo de alerta para as medidas de controles”, destacou o coordenador.

Norte-americanos divulgam estimativa de safra mundial da soja

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou um novo levantamento da safra de soja no mundo, com alterações positivas em relação aquele divulgado em janeiro.

Produção: O USDA, em seu 10º levantamento, elevou em 0,9 milhão de t a previsão para safra mundial de soja 2013/14 em relação ao relatório de janeiro de 2014. Confirmado esse resultado, a produção global totalizaria 287,7 milhões de t, volume 7,2% superior ao recorde de 2012/13.

Consumo/Estoque: O consumo mundial da oleaginosa deve encerrar o ciclo 2013/14 com 269,3 milhões de t, crescimento de 4,2% sobre o período anterior, porém significa uma revisão de 1,6 milhão de t para baixo em comparação ao relatório de janeiro. Os estoques globais do grão devem chegar a 73 milhões de t.

Exportações mundiais: O Departamento de Agricultura dos EUA manteve estável a previsão para as exportações mundiais da soja, em 109,3 milhões de t, o que representa um recorde nos embarques do grão.

A expectativa para a produção brasileira de soja 2013/14 foi ampliada em 1 milhão de t ante janeiro,refletindo a colheita precoce do grão no Centro-Oeste do país. Com isso, a safra poderá chegar a um recorde de 90 milhões de t, volume 9,8% acima do registrado em 2012/13.

Contrapondo esse aumento, a Argentina sofreu redução em suas estimativas, saindo de 54,5 milhões de t em janeiro para os atuais 54 milhões de t.

O USDA reduziu em 1,4 milhão de t a expectativa de consumo de soja da Argentina, totalizando 38,6 milhões de t para o final do ciclo 2013/14. Em relação à 2012/13, esse volume é 8,6% superior.

Sementes “salvas”: produtores de algodão têm vitória na Justiça Federal

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O juiz federal da subseção judiciária de Barreiras, Igor Matos Araújo, decidiu liminarmente reivindicação do Sindicato dos Produtores Rurais, sobre a utilização das chamadas sementes de algodão salvas ou crioulas, aquelas que os produtores utilizam de um ano para outro. Diz a sentença do Magistrado, que deverá ser publicada no Diário Oficial da Justiça nos próximos dois dias.

“Que a União, por meio do Ministério da Agricultura, não proceda a interdição do estabelecimento (fazenda ou área territorial plantada), bem como não aplique a sanção de apreensão e condenação das sementes já plantadas, dos produtores de algodão, filiados à autora (Sindicato), dentro do âmbito territorial de sua atuação, que tenham se utilizado sementes salvas sem declaração de campo e as cultivares melhoradas e ainda não certificadas de origem DB no plantio da safra de algodão de 2013/2014, enquanto se discute o processo.

Na mesma decisão, o Juiz determina que no prazo de 20 dias depois de ter tomado ciência da sentença, os produtores deverão comunicar ao MAPA a origem das sementes plantadas, o local e a área cultivada, juntando a listagem em juízo.

Nesta quinta-feira, os produtores filiados ao Sindicato vão se reunir na sede, às 18 horas, como forma de tomar amplo conhecimento sobre a decisão e tomar as providências para o cadastramento das áreas. Foi o que decidiram hoje pela manhã, em reunião, o presidente do Sindicato, Vanir Kölln; a presidente da ABAPA, Isabel da Cunha; o presidente da Cooperfarms e vice-presidente da AIBA, Odacyl Ranzi; o diretor de negócios da Cooperfarms, Carlos Meurer; e os advogados Carlos César Cabrini e Márcio Rogério de Souza, este último autor da ação junto com José Armando Mascarenhas.

Ao longo da semana estaremos cobrindo a ação do Sindicato Rural e da ABAPA no sentido de informar nossos leitores.

Veja aqui neste link a íntegra da decisão.

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Soja de ciclo longo enfrenta seca em quase todo o País

A colheita da soja de ciclo curto segue com boa produtividade
A colheita da soja de ciclo curto segue com boa produtividade

As notícias da seca no Centro-Sul do País e em fronteiras agrícolas como o Mapitoba preocupam os produtores.

O CEO da BrasilAgro uma das mais importantes companhias agrícolas do país, disse hoje, ao Valor Econômico, que tem preocupado o tempo quente e seco na região do Mapitoba — que inclui as fronteiras dos Estados de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, onde se concentram os negócios da empresa. Entretanto, ainda é cedo para quantificar perdas. “No Piauí, o temor é menor, mas na Bahia a situação é mais complicada”, disse Julio Toledo Piza

De acordo com informações do Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada,  produtores brasileiros de soja estão com as atenções voltadas à produtividade, especialmente das lavouras em desenvolvimento e em fase final de ciclo. No início do cultivo, as preocupações de produtores estavam relacionadas ao ataque de pragas, depois, aos fungos, especialmente a ferrugem asiática, e, agora, à baixa umidade do solo no Centro-Sul do Brasil.

Na Argentina, o clima também está seco em algumas áreas produtoras. Mesmo com o clima seco, as lavouras em colheita no Brasil apresentam produtividade acima da média. Assim, tudo indica que a baixa umidade tende a ter impacto sobre as lavouras que serão colhidas a partir do final de fevereiro.

Quanto à comercialização no Brasil, segundo pesquisadores do Cepea, o pouco volume do grão desta nova safra já tem sido disputado. Apesar das preocupações com o clima e da boa demanda, a estimativa de safra recorde mantém a pressão sobre os valores.

Com a conclusão do terminal graneleiro no porto de Itaqui, a procura pela soja, no Maranhão, Tocantins e Piauí, tem aumentado em 30% pelas tradings que operam no mercado relacionado.