As chuvas nos estados do Sul, centro-oeste e nas fronteiras agrícolas do MATOPIBA estão deixando os produtores mais otimistas com o volume da safra de soja. Em Luís Eduardo é marcante a recuperação, com o incremento da arquitetura das plantas e a vigorosa floração. Veja o que diz o Estadão e a consultoria Safras & Mercado:
A safra de soja no Brasil em 2012/13 deve alcançar um recorde de 84,68 milhões de toneladas, estimou nesta sexta-feira a consultoria Safras & Mercado, apontando um crescimento ante a projeção feita ao final de dezembro. A estimativa anterior da Safras era de uma colheita de 84,31 milhões de toneladas da oleaginosa no país.
A nova projeção representa um crescimento de 25 por cento ante a colheita 2011/12, de 67,76 milhões de toneladas, disse a consultoria em nota. A estimativa de área plantada é de 27,543 milhões na atual temporada, um aumento de 9 por cento ante a safra anterior.
“O mais importante nesta altura é a constatação de que o clima vem contribuindo de forma predominante e os prejuízos parciais em algumas regiões estão sendo mais do que compensados pelo bom desempenho no restante da área plantada”, disse o analista Flávio França Júnior, em nota.
Mato Grosso deverá seguir líder no ranking de produção nacional, com safra de 25,12 milhões de toneladas de soja, seguido do Paraná, que deverá ter um crescimento de 39 por cento ante a colheita 2011/12, prejudicada pelo clima, totalizando 14,4 milhões de toneladas. Editado pelo Política Livre. Leia mais no Estadão.
A Tropical Melhoramento & Genética (TMG) passa a contar com uma estação automatizada para realizar processos de Melhoramento Genético de Soja. O robô será capaz de avaliar e selecionar todas as plantas do programa de melhoramento da instituição diretamente do DNA. O “robô” é mais uma ferramenta tecnológica para auxiliar no processo de avaliação e seleção das plantas do programa de melhoramento da instituição diretamente pelo DNA.
O minilaboratório automatizado está montado na sede da TMG localizada em Cambé distante 10 km de Londrina. Pesquisadores da TMG, treinados pela Agilent (empresa fabricante), operam a estação, que realiza sozinha todas as etapas do processo.
Agricultores familiares do Projeto de Assentamento (PA) Rio de Ondas, localizado no município de Luiz Eduardo Magalhães, irão participar do Projeto Piloto de Implantação da Cadeia Produtiva do Peixe e Culturas Agrícolas irrigadas. A ação faz parte do Plano Safra da Pesca e Aquicultura do Governo Federal, que visa beneficiar 252 famílias da região.
As atividades serão executadas pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura (SEAGRI), em parceria com a Prefeitura Municipal e a Associação dos Produtores Rurais do Assentamento Rio de Ondas Agrovila 2. O objetivo do Projeto é garantir o desenvolvimento sócio-econômico das comunidades rurais do município. Continue Lendo “Em fevereiro começam os trabalhos do projeto de aquicultura do Rio de Ondas”
A colheita da soja irrigada, cujo plantio foi antecipado em 15 dias do período do Vazio Sanitário, deverá iniciar na segunda quinzena do mês de janeiro sem a identificação da ferrugem da soja nas áreas cadastradas e fiscalizadas pela Adab.
A proposta de antecipação foi firmada durante a Bahia Farm Show 2012, em reunião ordinária do Comitê de Combate a Ferrugem da Soja na Bahia. Em oportunidade, os produtores apresentaram uma solicitação de antecipação do plantio da soja irrigada e após uma ampla discursão técnica ficou acordado que os produtores seriam autorizados a semear a cultura antecipadamente mediante a assinatura do termo de compromisso conforme portaria 71/2012.
A parceria da Aiba e Adab garantiu uma fiscalização rigorosa nas áreas, com realização de coletas de amostras de folhas para análise laboratorial. Durante esse período, foram colhidas e analisadas mais de 450 amostras e até o momento não foi identificada a presença da ferrugem da soja nas áreas de produção.
Para a realização da colheita os produtores deverão fazer a dessecação da cultura o que vai assegurar a ausência da ferrugem nas áreas antecipadas. Os produtores serão também orientados a fazer o controle de plantas voluntárias que venham germinar após a colheita da soja irrigada.
Conforme anunciamos neste domingo, o prefeito Humberto Santa Cruz confirmou a liberação de R$25 milhões para o asfaltamento da Rodoagro, rodovia que liga a Vila Coaceral ao Anel da Soja (220 km). O início das obras está previsto para o 2º semestre deste ano.
O prefeito Humberto Santa Cruz relatou também, hoje, através da sua assessoria de comunicação, que também foi pauta da reunião de gestores em Salvador o andamento das obras da Linha Timbaúba, da BR-020 até a divisa com o Goiás.
“A Prefeitura de Luís Eduardo irá apresentar a relação de máquinas e equipe necessária para a obra para que o Derba faça as contratações”, explica o prefeito.
Ele também comunicou ao vice-governador, Otto Alencar, que as obras de iluminação pública de parte das avenidas e ruas de Luís Eduardo Magalhães ficarão prontas até o dia 30 de janeiro.
Participaram também da reunião o deputado federal João Leão; o deputado estadual Cacá Leão; o diretor do Derba (Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia), Saulo Pontes; o prefeito de Barreiras, Antônio Henrique; e o prefeito de São Desidério, Demir Barbosa, além do vice-prefeito de Barreiras, Paê, e da secretária de Saúde de Barreiras, Regina Figueiredo.
Os gestores do Oeste também estiveram com o secretário de Estado da Saúde, Jorge Solla, ao qual levaram varias reivindicações. Humberto falou sobre recrutamento de novos médicos, mudança da política de regulação do Hospital do Oeste, além da construção do hospital e do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) em Luís Eduardo Magalhães.
A expectativa de área plantada divulgada pela Abapa – Associação Baiana dos Produtores de Algodão para a safra 2012/13 é de aproximadamente 270 mil hectares para todo o Estado. No Oeste, a estimativa é que sejam plantados em torno de 252 mil hectares, enquanto que no sudoeste espera-se uma área de aproximadamente 18 mil hectares. Esses números são, respectivamente, 35% e 44% menor do que a área plantada da safra anterior. Essa redução é motivada principalmente pelo baixo preço do algodão, o que estimulou o produtor a aproveitar o momento para fazer a rotação e plantar outras culturas como a soja e o milho, que no momento apresentam boa condição de mercado para esta safra.
O plantio do algodão segue acelerado: já são mais de 90% de área plantada em todo o Estado. A data limite para o plantio nesta safra é até o dia 10 de fevereiro. Apesar do veranico ocorrido em dezembro, os produtores esperam que as previsões de chuvas para os meses de janeiro, fevereiro e março se confirmem, garantindo uma boa safra de algodão neste ano.
O MATOPIBA recebe a expedição safra no final da colheita
A Expedição Safra retoma suas atividades a partir do dia 16 de janeiro. O projeto que realiza um levantamento técnico-jornalístico da safra de grãos há sete anos, pega a estrada novamente para confirmar as estimativas levantadas até agora de que o Brasil irá produzir mais 82 milhões de toneladas de soja e quase 36 milhões de toneladas de milho verão no ciclo 2012/13.
A primeira parada das equipes será em Palmeira-PR, nos Campos Gerais, na quarta-feira com a realização de um evento para produtores da região na fazenda Agripastos, do produtor Nonô Pereira, conhecido como um dos pioneiros do plantio direto no Brasil.
Em seguida, técnicos e jornalistas irão percorrer as principais regiões produtoras do estado do Mato Grosso do Sul. O roteiro continua pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde a Expedição participará do Show Rural Coopavel, em Cascavel.
Uma segunda equipe irá ainda mais longe. Depois de um giro pelos principais polos de produção de soja de Mato Grosso, seguirá para Porto Velho, Rondônia, para conhecer in loco como funciona o porto instalado na capital do estado. A unidade é de extrema importância para o escoamento da soja produzida pelos mato-grossenses, por lá são transportadas cerca de 3 milhões de toneladas da oleaginosa para o mercado internacional. A carga chega pela rodovia e segue por hidrovias, em barcaças pelo rio Madeira.
A mesma equipe ainda visitará produtores e lideranças do setor em municípios do Mato Grosso e em fazendas na divisa do estado com o Pará. O roteiro termina no Vale do Araguaia, no município de Canarana, com a realização da primeira etapa do Rally Ceagro/Expedição Safra.
Até o final da colheita as equipes do projeto ainda irão percorrer os estados do Sudeste, a região do MaToPiBa, formada por Maranhão, Tocantins, Piuaí e Bahia, que é considerada a nova fronteira agrícola brasileira e deve produzir 8,5 milhões de toneladas de soja.
O roteiro inclui ainda visita a produtores de grãos do Paraguai e Argentina, onde será realizado um dos eventos técnicos, além da viagem para a Índia, última parada da Expedição Safra no ciclo 2012/13.
Rally
No dia 31/01 será realizada em Canarana (MT), a primeira etapa do Rally Ceagro/Expedição Safra. O evento possui um formato diferenciado, sendo um dia de campo itinerante. Durante o dia todo, produtores, técnicos, cooperados e representantes do setor irão percorrer lavouras da região onde irão conhecer as novidades da cadeia produtiva. A programação começa com uma palestra técnica.
Até o final do ciclo 2012/13 serão realizadas outras três etapas do rally, em Goiatuba – GO, Guaraí – TO. Ultima que será promovida em dois dias, nos municípios de Bom Jesus – PI e Balsas – MA.
Sobre a Expedição Safra
Na estrada desde o ciclo 2006/07, a Expedição Safra realiza um levantamento técnico-jornalístico da produção de grãos da América do Sul à América do Norte. A sondagem periódica ocorre em 14 estados brasileiros, mais as regiões produtoras dos Estados Unidos, Paraguai e Argentina. Para ampliar a discussão de mercado, nas últimas duas safras os técnicos e jornalistas estenderam o trabalho de campo com incursões à Europa (Alemanha, Holanda, Bélgica e França) e China. E, nesta temporada, desembarcam na Índia. Desenvolvida pela Gazeta do Povo, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), na edição 2012/13 a Expedição conta com apoio técnico da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Toyota e apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com patrocínio do grupo Ceagro/LosGrobo, Governo do Paraná, New Holland, Caixa, UPL/DVA, Intacta RR2 PRO e Seara. Mais informações: www.expedicaosafra.com.br.
Vila Coaceral, grande região produtora de grãos, isolada entre Formosa do Rio Preto e Luís Eduardo Magalhães, espera com ansiedade pela chegada do asfalto.
O prefeito Humberto Santa Cruz informou, ontem, com exclusividade a este Editor, que recebeu garantias do governador Jaques Wagner da continuidade das obras da Rodoagro e do início do asfaltamento. A rodovia de 220 km liga o anel da Soja à Coaceral e é de extrema importância à zona de intensa produção daquela localidade.
A Rodoagro é uma parceria de entre Governo do Estado, Banco do Nordeste e AIBA – Associação dos Produtores e Irrigantes da Bahia e tem um valor orçado de R$80 milhões. Leia mais aqui.
A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve chegar a 178 milhões de toneladas em 2013, 9,9% maior que a de 2012, segundo projeção divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, foram colhidos 162,1 milhões de toneladas, um resultado recorde. Enquanto isso, a CONAB indica uma safra acima de 180 milhões de toneladas.
Os cultivos de verão estão praticamente a salvo nos estados do Mato Grosso. Mas resta saber como se comportarão os plantios de safrinha, importante componente na estatística geral da safra, principalmente em relação ao milho. Já nos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia as chuvas são inconstantes e já causam prejuízos no crescimento vegetativo.
A aplicação aérea de agrotóxicos que contenham imidacloprido, tiametoxam, clotianidina e fipronil em culturas como soja e algodão será flexibilizada de acordo com o ciclo de cada região do país. O uso dos produtos, entretanto, só será permitido em casos onde a aviação agrícola é considerada essencial.
Em outubro do ano passado, o Ministério da Agricultura e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizaram a aplicação dos quatro produtos de forma excepcional e temporária para culturas de arroz, cana-de-açúcar, soja e trigo até 30 de junho de 2013. A cultura do algodão foi incluída entre as exceções aprovadas pelo governo, de acordo com regulamentação publicada hoje (4) noDiário Oficial da União.
As empresas ficam responsáveis por comunicar o ministério, mensalmente, sobre a aplicação dos produtos. A fiscalização dessa modalidade de uso, segundo a pasta, será intensificada no período de validade da restrição do Ibama.
De acordo com a nova norma, a aplicação aérea para controle de pragas agrícolas desse tipo de agrotóxico deve seguir uma série de condições. Antes da aplicação, por exemplo, os produtores rurais deverão notificar os apicultores localizados em um raio de 6 quilômetros com antecedência mínima de 48 horas.
De acordo com o governo federal, as normas têm como objetivo preservar o máximo possível o período de visitação de abelhas nas lavouras, mas permitindo o controle de percevejos, no caso da soja. Antes, existia um prazo fixo para a aplicação dos agrotóxicos em todos os estados brasileiros. Da Agência Brasil.
Luís Eduardo em foto de Vespa: a força do agronegócio gerando divisas
O saldo da balança comercial de Luís Eduardo Magalhães, estimado até novembro em US$ 1,1 bilhão, pode ser o maior desde 2000, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Ainda não foram contabilizados os dados de dezembro, mas em 2011, ano com o melhor resultado já registrado, foram US$ 846 milhões.
Entre 2006 e 2009, o saldo do município apresentou crescimento de US$ 181 milhões para US$ 526 milhões. Contudo, em 2010, caiu para US$ 457 milhões, retomando a trajetória de aumento apenas no ano passado.
Recuperação em abril
Até o mês passado, LEM havia exportado US$ 1,18 bilhão e importado somente US$ 73,2 milhões. O primeiro trimestre inteiro de 2012 foi marcado por um desempenho muito fraco, que somado não passaria dos US$ 108,4 milhões. Contudo, entre abril e outubro, Luís Eduardo Magalhães exportou sempre mais de US$ 100 milhões ao mês. Em julho, as exportações chegaram ao seu auge, com US$ 228 milhões, melhor desempenho do biênio.
Principais produtos
A soja continua sendo o principal produto de exportação de LEM. Em novembro, foi responsável por 74,9% de tudo que é exportado. No ranking dos mais exportados, estão ainda algodão (20,42%), milho (2%) e café (1%). Já entre os mais importados, destacam-se: cloretos de potássio (51,3%), enxofre (13,7%), diidrogeno-ortofosfato de amônio (13,6%), inseticidas (8,4%) e fungicidas (4,2%).
Parceiros comerciais
Em novembro, China (26,7%) e Alemanha (24,7%) foram os destinos de mais da metade dos bens exportados pelo município. Os produtos importados se originam, principalmente, na Rússia (27,6%), Marrocos (13,6%) e Israel (12,2%).
Dep. Oziel Oliveria, sen. Acir Gurgacz, ministra Gleisi Hoffman e o dep. Luis Carlos Heinze
O deputado Oziel Oliveira (PDT-BA) deu, ontem, mais um passo importante em defesa dos agricultores do Oeste da Bahia. Acompanhado de dezoito parlamentares da Frente Parlamentar em Defesa da Agropecuária, representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – ABRAPA e da Associação dos Produtores de Soja – ABRASOJA, esteve reunido no Palácio do Planalto com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman.
A audiência foi para tratar da proibição, pelo Ibama, de alguns defensivos agrícolas por pulverização aérea, principalmente, nas plantações de soja e algodão, alegando proteger colônias de abelhas. A ministra se manifestou sensível aos agricultores e trouxe a responsabilidade para sua pasta. A ministra solicitou um estudo técnico à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), para que ela possa resolver o problema o quanto antes, para que não prejudique ainda mais os agricultores em todo o País.
O deputado Oziel Oliveira se mostrou muito entusiasmado na saída da reunião. “A ministra foi extremamente receptiva em resolver a questão. O Oeste Baiano é o maior polo agrícola do Nordeste e não podemos penalizá-los. Precisamos que a decisão do Ibama seja revista o quanto antes para que os prejuízos não sejam ainda maiores.” Na ocasião, foi formado um Grupo de Trabalho pelos Ministérios de Agricultura e Meio Ambiente, além da Abrasoja, Abrapa e pelo Congresso Nacional. Na próxima semana, uma reunião marcada entre os integrantes do grupo pretende agilizar a liberação da pulverização aérea.
No facebook, o leitor Emerson Alliança dá notícia de uma intensa chuva de pedras nas regiões de Bela Vista, Timbaúba e Placas, em Luís Eduardo Magalhães. Segundo Emerson, os prejuízos são de monta.
Representantes dos estados da Bahia, Goiás, Tocantins e Piauí negociam uma disputa de terras que atualmente pertencem à Bahia, mas que podem ser redistribuídas a partir de quinta-feira (13), quando termina o prazo do Supremo Tribunal Federal (STF) para que o acordo entre os estados seja firmado. Na Bahia, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto, no oeste, são as três cidades que podem perder parte de suas terras.
A divisa do oeste da Bahia com os outros estados é feita com base nos limites da Serra Geral, cálculos que são questionados pelos outros estados.
Por encomenda da justiça, o Exército realizou um novo traçado, onde a Serra não é mais utilizada como demarcador, e sim os limites dos divisores naturais das águas, o que faria com que os três municípios baianos perdessem 108 mil hectares de terra, uma área maior que a capital, por exemplo, que tem 69 mil hectares A disputa pelas terras está na justiça desde 1986. Economia
Fábio Lauck
A região onde acontece a disputa de terra tem um dos hectares mais valorizados do estado, que chega a valer R$ 15 mil reais o hectare Na região, que é plana e tem bons índices pluviométricos para a agricultura é cultivado soja, milho e pecuária de corte. O agricultor Fábio Lauck, que tem terras onde podem estar a nova divisa entre os estados, corre o risco de ter seu terreno repartido entre Bahia e Tocantins. “A gente tá aqui há 30 anos e agora eu não sei se sou baiano ou tocantinense. Porque daqui a pouco podem vir pessoas dizendo que são donas dessas áreas, e realmente não são”, teme.
Os integrantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia – AIBA acreditam que uma alteração nos limites das terras poderá causar prejuízos aos moradores das áreas afetadas “Como outro estado vai fazer gestão de área que nem acesso tem? Essas áreas vão ficar em ilhas isoladas. Nós entendemos que os problemas que podem ser gerados são muito maiores do que possíveis benefícios que um estado ou outro pode ter em função dessa área”, diz Alex Rasia, diretor executivo da associação.
Toda a cadeia do algodão brasileiro reuniu-se na noite de quarta-feira, 5 de dezembro, para prestigiar a posse do novo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gilson Pinesso, e sua diretoria, liderada por Sérgio De Marco, que deixa o comando da entidade. O jantar reuniu cerca de 500 pessoas, em Brasília para celebrar, simbolicamente, o começo da nova gestão. O Oeste da Bahia esta muito bem representado na nova diretoria com João Carlos Jacobsen Rodrigues como primeiro vice presidente. A nova diretoria, que assume, efetivamente, a partir de 1 de janeiro de 2013, tem, além de Pinesso como presidente, os vice-presidentes João Carlos Jacobsen Rodrigues (BA), Paulo Shimohira (GO) e Milton Garbúgio (MT). Arlindo Moura (MA) e Eraí Maggi Schefer (MT) são, respectivamente, o 1º e 2º secretários. Almir Montecelli (PR) e Amilton Bortozzo (PI), são o 1º e 2º tesoureiros.
Na foto o prefeito de Luis Eduardo Magalhães, Humberto Santa Cruz, a presidenta da ABAPA, Isabel da Cunha, o nono presidente da ABRAPA , Gilson Pinesso, o deputado federal João Leão, o ex-presidente da ABRAPA Sérgio De Marco e João Carlos Jacobsen, vice-presidente da ABRAPA.
A Passarela da Soja e do Milho de 2013 já está sendo preparada, com os demonstradores plantando as parcelas para a mostra de seus cultivares. O evento ocorrerá em 16 de março, em Roda Velha, distrito de São Desidério. A Associação dos Produtores de Sementes da Bahia –APROSEM participa com 22 cultivares das 8 empresas que detém tecnologia na sojicultura.
Entre os dias 11 e 14 de dezembro a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura (Seagri), realiza o 27º Curso de Certificação Fitossanitária de Origem (CFO). Os interessados podem ser inscrever pelo e-mail adab.corfi@gmail.com e, no dia do curso, levar duas fotos 3×4 e a Carteira do Crea com cópia.
Nesta edição o evento acontecerá no auditório da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), localizada na Av. Ahylon Macedo, nº 11, município de Barreiras.
A NASA diz que uma descoberta do robô Curiosity, em Marte, pode entrar para os livros de história. O robô tem capacidade para analisar quantidades de carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio. Se forem confirmadas quantidades significativas, só falta descobrir potássio e fósforo. E logo começam a chegar os gaúchos para plantar soja.
A Abacafé (Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia) apresentou aos cafeicultores da região, ontem à noite, os detalhes do processo para a indicação geográfica da região oeste baiana. O prefeito Humberto Santa Cruz esteve presente e declarou seu apoio à indicação.
A Abacafé trabalha há mais de dois anos nesse processo inédito no agronegócio do Estado. De acordo com o presidente da associação, Dhone Dognani, os documentos do processo serão encaminhados para análise ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). “A previsão é de que a cessão de uso do nome da região à Abacafé seja feita pelo governo federal até julho de 2013. Esperamos que até a próxima safra tenhamos conquistado a indicação geográfica”, afirma Dognani.
Com a indicação geográfica para o café, a região oeste terá inúmeros benefícios. Dognani explica que a indicação promoverá a diferenciação para o café produzido na região, agregando mais valor ao produto. “A nossa região ficará ainda mais em evidência, e economicamente vai beneficiar turismo, comércio, vai beneficiar tudo”, destaca.
O prefeito Humberto Santa Cruz ressalta que a indicação geográfica significa grandes avanços para o oeste da Bahia. “Este será um reconhecimento nacional para a qualidade do café produzido na nossa região”, afirma o prefeito.
“Não conheço nenhum outro lugar no mundo que tenha recursos tão abundantes na agricultura como a Bahia”, disse o embaixador da China, Li Jinzhang, durante a Fenagro, afirmando ainda que há grande possibilidade de atrair empresas chinesas para investir no Estado na área têxtil, pesca e produção de uvas e vinhos.
Jinzhang foi a primeira autoridade internacional recebida pelo secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, no primeiro dia da Feira Agropecuária do Norte-Nordeste (Fenagro), que acontece até o próximo domingo (2) no Parque de Exposições de Salvador. Ele estava acompanhado pela cônsul geral da China no Rio de Janeiro, Chou Xiaoling, e por assessores especialistas em economia e indústrias.
O secretário Eduardo Salles apresentou, à comitiva chinesa, as vantagens e oportunidades de investir no Estado, e afirmou que a Bahia pode ser um grande fornecedor de alimentos para a China. Afirma Salles:
“O potencial do mercado consumidor chinês, que tem 1,3 bilhão de habitantes, é o que mais nos fascina. Estamos ampliando nossa produção, e a forma mais importante de parceria que desejamos é a agroindustrialização”.
Ele citou como exemplo o Grupo Chongqing, que está implantando uma indústria esmagadora de soja em Barreiras, no Oeste do Estado, com capacidade para processar 1,5 milhão de toneladas do grão, matéria-prima que será fornecida pelos produtores locais.
Li Jinzhang agradeceu as informações prestadas pelo secretário da Agricultura e elogiou a visão estratégica que a Bahia tem em relação à China. “Nós temos grande demanda por alimentos, e são muitas as possibilidades de parceiras com a Bahia”, disse o embaixador. Depois de participar da solenidade de abertura da Fenagro e de visitar os estandes e a área das 27 cadeias produtivas, ele declarou-se encantando com a organização e com a variedade de produtos da agropecuária baiana.
Novamente, neste ano, as chuvas são poucas em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Os gaúchos tiveram que interromper o plantio este mês por absoluta falta de umidade na terra. A sequencia foi interrompida por chuvas fracas.
Se continuar deste jeito, o Estado é sério candidato a obras contra a seca, cisternas e plantio de palma forrageira.
O sistema de geração de energia no rio Uruguai já tem várias usinas com a produção parada. Entre novembro de 2011 e maio deste ano o Rio Grande enfrentou a maior seca dos últimos 60 anos, precedida em 2003/2004 e 2004/2005 por outros grandes períodos de estio. Veja no quadro do IBGE as fortes oscilações da produção de soja no Estado e a comparação com o País.
Entre janeiro e outubro de 2012, o Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos), formado por agricultores, fabricantes – estes representados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV)-, canais de distribuição e com apoio do poder público, encaminhou para o destino ambientalmente correto 2.545 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas na Bahia. Houve um crescimento de 5%, se comparado ao mesmo período de 2011. De acordo com o inpEV, do início do ano até outubro, foram retiradas do meio ambiente mais de 31 miltoneladas do material em todo o país. Resultado 6% maior do que o índice obtido no ano anterior.
Sobre o inpEV
O inpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, é uma entidade sem fins lucrativos criada pela indústria fabricante de agrotóxicos para realizar a gestão pós-consumo das embalagens vazias de seus produtos de acordo com a Lei Federal nº 9.974/2000 e o Decreto Federal nº 4.074/2002. A legislação atribui a cada elo da cadeia (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) responsabilidades compartilhadas que possibilitam o funcionamento do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).
O instituto foi fundado em 14 de dezembro de 2001 e entrou em funcionamento em março de 2002. Atualmente, possui 94 empresas e dez entidades em seu quadro associativo.
A Abacafé está convidando para o evento de apresentação da Indicação Geográfica do Café da Região Oeste da Bahia e os impactos desta conquista no agronegócio regional. Na ocasião, diversas personalidades do setor e da comunidade local estarão presentes. Será no próximo dia 29 de novembro, às 19 horas, no hotel Saint Louis, em Luís Eduardo Magalhães/BA.
A jornalista Catarina Guedes lançará, durante a realização da 25ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), de 24 de novembro e 2 de dezembro, no Parque de Exposições de Salvador, a cartilha “Alaor, o Agricultor”. O objetivo é apresentar às crianças, estudantes e adultos como se desenrola a vida do agricultor e o caminho dos produtos agrícolas até a mesa do consumidor. O livro tem ilustrações de Cristian Jungwirth e apresentação do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.
Mais de 55% da safra de soja de Luís Eduardo Magalhães e região já está com preços fixados (ou travados, como dizem os produtores), com negócios entre R$53,00 e R$60,00. Isto quer dizer que as oscilações negativas da Bolsa de Chicago, em função das previsões de aumento de produção pelo USDA e o recente cancelamento de 600 mil toneladas pela China só influenciam os preços atuais. Mas o custo da produção está garantido pela ferramenta do hedge.
O período do plantio de soja no Maranhão, que se estende até o mês de fevereiro, será intensificado a partir do dia 20 de novembro. Até o momento, os produtores da região sul do Estado já plantaram cerca de 10% da área que será cultivada com o grão.
No Maranhão, cerca de dez municípios respondem por 90% da produção de soja maranhense, que é cultivada, também, nos municípios do Baixo Parnaíba e no centro do Estado.
Este ano, o Maranhão colheu 1.6 milhão de toneladas de soja cultivadas em 556.178 hectares, alcançando uma produtividade de 2.949 quilos por hectare. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) também mostram que o aumento da produção em relação ao ano passado foi de apenas 4,38%, consequência da estiagem que castigou o Estado. Na época, a região do Baixo Parnaíba chegou a perder 60% da produção, com uma produtividade reduzida em até 50%, atingindo, em alguns plantios, apenas 1.300 quilos por hectare.
Os três estados produtores da região Nordeste , Maranhão, Piauí e Bahia, alcançaram uma produção de 6.096.836 toneladas de soja, representando uma queda na produção de 2,11%, comparado ao ano passado. O Brasil produziu 65.384.254 toneladas de soja entre 21011 e 2012, diminuindo em 12,75% a produção em relação à safra anterior. Em meados do mês de maio, no Maranhão, os dados do IBGE apontavam que o aumento da próxima produção da safra da soja seria de cerca de 18%.
O governador Jaques Wagner garantiu, ontem, a sua participação na audiência de conciliação, convocada pelo ministro do Superior Tribunal Federal (STF) para o dia 13, em Brasília, quando deve ser debatida a fixação das fronteiras entre os estados da Bahia e limítrofes. O governador, que desmarcou uma agenda internacional para defender o estado no STF, convidou o vice-presidente da Aiba, Sérgio Pitt, para participar da reunião em Brasília, assim como um representante do corpo jurídico da Associação. Os estados de Tocantins, Goiás, Piauí e Minas Gerais também estarão representados. Afirmou Wagner:
“É preciso respeitar a dinâmica territorial, a cultura estabelecida no lugar, a relação das pessoas com o estado de origem. Entender o que é o limite real e o limite formal”.
A voz dos produtores da Aiba foi reforçada pela presença da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), e Fundeagro. “Essa audiência de conciliação pode ser positiva. A ação foi movida no passado, pela própria Bahia. Não estou aqui para julgar o passado, mas eu faria diferente. Teria buscado uma conciliação lá atrás”, refletiu o governador.
Os representantes da Aiba mostraram em um mapa, junto com os técnicos da Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia (SEI), as alterações territoriais que ocorrerão caso o parâmetro de “divisor de águas” for estabelecido como limite formal do estado. O consenso é de que historicamente o acidente geográfico é o que determina os limites. No caso da Bahia, este marco é a Serra Geral. “A Bahia está em cima da escarpa. Em alguns pontos o divisor de águas fica antes do limite da serra, criando ilhas isoladas nas quais os estados que passarão a administra-las não conseguem chegar”, disse Sérgio Pitt.
Segundo o técnico da SEI, Antonio Cunha, que estará presente na reunião do dia 13, o divisor de águas deveria ser adotado nos casos em que não há acidente geográfico:
“É preciso atualizar as divisas de acordo com a dinâmica atual. As lei são antigas e não correspondem à dinâmica atual”, disse Cunha.
A Aiba argumenta que a mudança no marco divisório não contemplará a evolução da ocupação e não atenderá às necessidades da vida atual da população atingida. Além disso, será um retrocesso no licenciamento ambiental, pois, com a promulgação da Lei Complementar n°140/2012, que definiu as competências dos entes federativos, em áreas comuns a dois estados, caberá ao IBAMA o licenciamento ambiental. Pelo modelo atual, a competência é municipal. Mudando para o âmbito federal, o processo é mais burocrático, propiciando a geração de passivos ambientais.
Durante a reunião, Jaques Wagner elogiou a atuação do secretário da Agricultura, Eduardo Salles na questão:
“O secretário é um ferrenho defensor dos produtores baianos, e quando se trata do Oeste da Bahia, essa defesa é apaixonada”, disse Wagner.
Incentivo à produção de algodão
Na reunião, os produtores apresentaram para o Governador o pedido de renovação do Programa de Incentivo à Cotonicultura do Estado da Bahia (Proalba) pelo prazo de dez anos:
“A renovação por esse prazo vai estimular os produtores a entrar na cotonicultura ou ampliar suas áreas, pois os investimentos necessários a isso são altos, e demandam um longo prazo para viabilizar a amortização. Com a renovação, acreditamos que poderemos dobrar a área plantada hoje no Oeste da Bahia, gerando muito mais empregos, renda e arrecadação para o estado”, disse Ademar Marçal, presidente do Fundeagro.
A safra de soja do Brasil na temporada 2012/13 foi estimada em um recorde nesta quinta-feira pelo Ministério da Agricultura, com produtores plantando a oleaginosa como nunca se viu no país, no embalo dos preços recordes registrados no mercado internacional após a quebra de produção nos Estados Unidos.
A colheita foi prevista entre 80,08 milhões e 82,99 milhões de toneladas, praticamente estável na comparação com a previsão divulgada em outubro, de acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Na projeção do mês passado, a estatal havia estimado a safra em um intervalo de 80,06 milhões a 82,8 milhões de toneladas.
O Brasil está em processo de plantio da safra de soja. Se for confirmada a previsão, o país terá uma safra que superará o recorde anterior, de 75,32 milhões de toneladas de 2010/11. Além disso, poderá superar os EUA na produção na temporada 2012/13, assumindo a liderança global.
Na temporada passada (2011/12), quando a seca afetou a produção no Sul do país, o Brasil produziu 66,3 milhões de toneladas de soja.
O segundo levantamento de intenção de plantio confirmou a tendência de aumento de área registrada no levantamento anterior, disse a Conab. O cultivo foi previsto entre 26,43 milhões e 27,38 milhões de hectares, crescimento entre 5,5% e 9,3% ante a safra passada.
“Esse crescimento (da área plantada) se deve aos excelentes preços de comercialização observados na safra 2011/12, que bateram recordes históricos decorrentes da quebra de produção nos principais países produtores”, afirmou a Conab.
Segundo a estatal, o incremento de área é observado em todas as unidades da Federação que produzem a oleaginosa, destacando-se o Estado de Mato Grosso, onde se prevê um crescimento de 7% a 12%.(Com informações da Reuters)
Estado corre o risco de perder mais de 100 mil hectares para Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Piauí.
O agricultores do Oeste da Bahia, representados pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), reúnem-se hoje à tarde, às 14h, com o governador do Estado, Jaques Wagner, para tratar do risco iminente da Bahia perder mais de 100 mil hectares no cerrado baiano, principal polo agrícola do estado, e uma das regiões mais produtivas do mundo. A reunião foi demandada pelos produtores rurais, que esperam municiar o governador para a audiência de conciliação que será realizada no próximo dia 13 de novembro, no Superior Tribunal Federal (STF), em Brasília, com subsídios para a defesa da manutenção dos limites de divisa da Bahia com os estados de Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Piauí, conforme o modelo secular, que tem como marco a escarpa da Serra Geral.
Na audiência da próxima semana, o ministro do STF, Luiz Fux, vai ouvir as manifestações dos estados, consolidando o entendimento para julgar a Ação Civil Originária n° 347, que tramita no STF desde 1986. Segundo acreditam os produtores, se a decisão for estabelecer a divisa do estado da Bahia pelo divisor das águas, que nem sempre coincide com a escarpa da serra, a mudança ocasionará sérios problemas, além da perda de território e arrecadação, de ordem social, ambiental, fiscal e fundiária, gerando também insegurança jurídica.
De acordo com o vice-presidente da Aiba, Sérgio Pitt, a mudança no marco divisório não contemplará a evolução da ocupação e não atenderá às necessidades da vida atual da população atingida. Além disso, será um retrocesso no licenciamento ambiental, pois, com a promulgação da Lei Complementar n°140/2012, que definiu as competências dos entes federativos, em áreas comuns a dois estados, caberá ao IBAMA o licenciamento ambiental. Pelo modelo atual, a competência é municipal. Mudando para o âmbito federal, o processo é mais burocrático, propiciando a geração de passivos ambientais. Continue Lendo “Divisa de estados: AIBA esclarece posição para Governador”
O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, reuniu-se na manhã desta quarta-feira (7) com diretores de 15 empresas do grupo Chongqing Grain Group Corporation Limited Liability Company, da cidade irmã da Bahia, Chongqing.
O líder da comitiva, que veio conhecer os projetos agrícolas e industriais, em especial a planta de esmagamento de soja na Bahia, Li Guanjin, diretor da Chongqing Grain Group, disse que todos os projetos pensados para a Bahia serão realizados, e confirmou o interesse em investir nas áreas de portos e de armazenagem.
Uma iniciativa acertada para incrementar a economia e incentivar a produção, tornando os produtos brasileiros mais competitivos na economia globalizada. É assim que os produtores rurais do Oeste da Bahia classificam a medida aprovada pela Resolução 4.149 de 25 de outubro, do Banco Central, que estabelece que os encargos financeiros para operações realizadas com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento, a exemplo do FNE, nas operações rurais de investimento, passarão a ser de 2,94% ao ano,independentemente do porte do produtor.O benefício gera uma significativa economia para o agricultor, mas, no entanto, é limitado: começou no dia 1° de outubro e vale até 31 de dezembro de 2012. Continue Lendo “AIBA comemora queda de juros nos fundos constitucionais”
Matéria distribuída, hoje, pelo Ministério da Agricultura. Leia com atenção:
“As novas tecnologias de irrigação são ferramentas importantes para impulsionar a produtividade agrícola de pequenas, médias e grandes propriedades rurais. Atento a isso, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, determinou a implementação de uma política de irrigação para o campo. O objetivo é o aumento da produtividade e da produção de grãos e carne sem desmatamento.
Hoje, o Brasil tem uma área plantada de 68 milhões de hectares de grãos, frutas e fibras. Na pecuária, o espaço no campo é de 180 milhões de hectares. A execução da política de irrigação é para, justamente, tornar mais intensivo o uso dessas áreas, reduzindo a pressão por novos espaços.
Para atender essas demandas, o governo, por meio do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, já disponibiliza uma linha de financiamento para o incentivo à irrigação, com juro subsidiado e carência de três até 12 anos para pagamento. Além do crédito mais barato e das taxas que variam entre 5% e 5,5%, o Ministério garantiu no Plano Plurianual/2012-2015 recursos de R$ 4 bilhões.
Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o aumento da produtividade da agricultura brasileira. Segundo ele, a utilização dessa tecnologia permite o uso intensivo dos solos, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas, além de qualificar a lavoura.
O crescimento das áreas irrigadas é apontado como um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em décadas de explosão demográfica. Dados mostram que o setor agropecuário é o maior consumidor de água em todo planeta, correspondendo a 70% da água doce existente, enquanto o uso doméstico responde por aproximadamente 10%, sendo o restante consumido pela indústria.”
O que gostaríamos de saber é se o Ministro da Agricultura, em seus pesadelos mais conturbados, imagina como é complicado a outorga de água, na Bahia por exemplo.
Equipamentos caros e com alta carga tributária, energia cara e instável, licenciamento ambiental kafkiano. O Governo definitivamente não incentiva a irrigação.
A Seara Comercial Agrícola (Grupo Sinagro) levou, no final de setembro, um grande grupo de produtores do Oeste baiano a Buenos Aires, em visita turística, visando estreitar relações com seus clientes dentro das perspectivas do programa “Focalização”. Durante 5 dias, os produtores visitaram as principais atrações da cidade, como shows de tango, visita a “La Bombonera” – tradicional estádio do Boca Juniors -, visita à Feira de Artes de La Boca, jantar em Porto Madero e visita ao teatro Colón. Até a participação em aulas de tango foi proporcionada aos visitantes.
Os clientes que aproveitaram o passeio são: – Almir Ficagna e esposa; – Macário Martinez e esposa; – Arnaldo Curioni e esposa; – Sebastião Souza e esposa; – Cristiano Pauls e esposa; – Volnei Martinazzo e esposa; – Ricardo Rampazzo e esposa; – Anesio Ferreira e esposa; – Gustavo Calderon e esposa; – Cesar Miranda e esposa.
O agricultor Roberto Castro e esposa estiveram nos Estados Unidos a convite da Seara (Grupo Sinagro), juntamente com um grupo de aproximadamente quarenta brasileiros para participar do Programa Mundo Agro Elatus Syngenta 2012.
Na ocasião,entre outras atividades, assistiram aula na CME- Bolsa de Mercadorias de Chicago e na Universidade de Purdue ( em Raleigh) , participaram de visitas técnicas a fazendas americanas ( em Champaign ,Lafayette e Raleigh), à usina de Etanol – Big River Resources ( no Estado americano de Iowa) e, ao SBI- Instituto de Biotecnologia da Syngenta .
As visitas técnicas foram alternadas com agradáveis passeios culturais a exemplo do Circuito automobilístico de Indianápolis e do especial encerramento com um fim de semana em Las Vegas.
Em mensagem à Seara Comercial Agrícola, Roberto Castro assim se expressou:
Agradecemos à empresa que mediou com maestria esta rica experiência cultural que entre tantos outros saberes, nos permitiu conhecer mais profundamente a gestão avançada e inovadora do centro de Biotecnologia da Syngenta, numa oportunidade impar de conhecer, vivenciar e difundir o comprometimento desta empresa com pesquisa, inovação e o desenvolvimento da Agricultura aliado ao bem estar social.
Visitas às lavouras em fim de ciclo foram proveitosas
Informações qualificadas para a tomada de decisão no campo podem ser encontradas no mais novo canal de informações voltado ao mundo do agronegócio. Trata-se do Clube Phytus, uma novidade trazida ao mercado através do trabalho de pesquisa e ensino de pesquisadores e colaboradores do Instituto Phytus, com sede no Rio Grande do Sul.
No endereço www.clubephytus.com , que está disponível para acesso gratuito todo o público envolvido com o agronegócio poderá ter ao seu alcance dados de pesquisas sobre diversas culturas como soja, arroz, milho, trigo e algodão.
A região Oeste da Bahia deverá plantar, na safra 2012/13, em torno de 2,25 milhões de hectares, com crescimento de 8% em relação a 2011/12. Conforme dados do Primeiro Levantamento da nova safra, do Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), serão cultivados 1,28 milhões de hectares com soja, 235 mil hectares com milho e 266 mil hectares de algodão, este com redução de área de 31% em relação à safra 2011/12. O saldo remanescente da área plantada inclui outras culturas, como café, feijão e frutas, além de dois cultivos nas áreas irrigadas.
A explicação para a redução da área plantada com algodão, saindo de 387 mil hectares, em 2011/12, para 266 mil hectares na safra 2012/13, se deve basicamente à queda nos preços da commodity no momento, e ao aumento nos preços da soja.
Se a expectativa do Conselho Técnico da Aiba se confirmar, o cerrado baiano produzirá, aproximadamente, 4 milhões de toneladas de soja, 1 milhão de toneladas de algodão em capulho (427,5 mil toneladas de pluma), e 2,2 milhões de toneladas de milho. O café terá uma produção de 35 mil toneladas, e sua área se manteve estável em 13 mil hectares. Ao todo, a região deverá colher 7,24 milhões de toneladas de grãos e fibras. O cerrado da Bahia também planta feijão, arroz, capim, sorgo e frutas, dentre outros.
Uma assembléia da ABACAFÉ – Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia concluiu, neste dia 27, a elaboração do projeto de solicitação ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial da Indicação Geográfica do café do Oeste baiano.
Dentre as principais aprovações do dia, esteve o novo selo que representará o café da região Oeste da Bahia. A identidade visual será utilizada para apresentar o produto em suas diferentes formas promocionais. Também foram chanceladas na última reunião o histórico do café da região e o regulamento de uso que relata os procedimentos de enquadramento da produção pelos cafeicultores.
A nova cara do café e os detalhes de como será na prática a implantação da Indicação Geográfica, serão apresentadas num grande evento a ser realizado no próximo dia 22 de novembro, no Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães. Na ocasião, serão detalhadas à comunidade as ações desenvolvidas neste projeto e os impactos nos negócios, turismo e economia do Oeste da Bahia com a nova conquista.
A área dos conflitos, assinalada pelo círculo vermelho
“No dia 13 representantes dos governos da Bahia, Goiás, Tocantins, Piauí e Minas Gerais estarão no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar colocar um ponto final em uma briga judicial que se arrasta há 26 anos e tem como epicentro o Oeste baiano – a nova fronteira agrícola do país, produtora de milho, algodão e soja. Estão em jogo terras que somam cerca de 10 mil quilômetros quadrados (equivalente a quase metade do território de Sergipe) e estão avaliadas em pelo menos R$ 1 bilhão, com capacidade para gerar uma renda anual de pelo menos R$ 100 milhões em impostos. No meio da discussão, conflitos agrários e políticos e uma guerra de liminares.”
O grupo de empresas liderado pelos advogados Fábio Caino e Abel Oliveira inaugurou ontem a Chapadão Agrícola, na rua Jatobá, Jardim das Acácias, com o objetivo de atender seus clientes na área de insumos e implementos agrícolas. O Grupo Chapadão já é composto pelo escritório de advocacia, pela contabilidade especializada em clientes da área agrícola (Contagri) e pela Chapadão Imobiliária, uma das mais ativas da cidade.
O dr. Abel Oliveira fez uma breve alocução, falando sobre o crescimento firme e racional do grupo: “Estamos no caminho certo”. Ele contou como chegou a Luís Eduardo, relatando as dificuldades dos primeiros anos e a determinação em aproveitar todo o potencial de negócios da Região.
Além de um grande grupo de amigos, estiveram presentes ao encontro, Guilherme Padilha, agrônomo e responsável técnico pela nova empresa, Renan Caino, Marcos Oliveira, André Oliveira e Adriano Van Riel, técnico agrícola.
Abel, Fábio e MarcosAbel Oliveira contou a história do grupo de empresas em Luís Eduardo
No post “Quem ganhou, quem perdeu no Oeste baiano”, publicado no último dia 11/10, consta a informação de que a Aiba é o principal braço financeiro das campanhas eleitorais na região.
Sobre tal afirmação, esclarecemos que todos os recursos financeiros auferidos pela Aiba são aplicados em projetos e ações relacionadas aos seus objetivos institucionais, sendo vedado estatutariamente o apoio financeiro – ou institucional – a partidos e candidatos políticos. Este procedimento tem sido rigorosamente respeitado no decorrer de mais de 20 anos de história da Aiba, o que não significa que seus associados ou dirigentes não possam pessoalmente exercer o direito de apoiar os candidatos de sua preferência nos pleitos políticos.
Solicitamos a gentileza de dar ciência desta informação ao jornalista Fernando Machado, a quem é atribuída a autoria do referido post.