China compra milho americano para fazer estoque estratégico.

Caminhões velhos, estradas esburacadas, portos singelos. Quem quer exportar não pode depender disso.

A China, segundo maior consumidor mundial de milho, divulgou que está sendo feito o desembarque do primeiro carregamento de milho vindo dos Estados Unidos no porto de Longkou, na província de Shagdong.
O desembarque de 60 mil toneladas pode levar alguns dias para ser concluído devido aos atrasos causados pelas chuvas. Durante o desembarque, autoridades estão testando algumas amostras do produto.
A nação asiática, que tem a terceira maior economia, agendou as maiores importações de milho nos últimos 14 anos e está ampliando seus estoques domésticos com o objetivo de reduzir os preços no mercado interno.
Nas últimas duas semanas, a China comprou  seis carregamentos de milho dos Estados Unidos – cerca de 360 mil toneladas – totalizando a compra de 16 embarques do cereal, o equivalente a aproximadamente 1 milhão de toneladas.
Com informações da Bloomberg.Tradução: Carla Mendes. Fonte: Redação do Notícias Agrícolas.

Algum motivo deve existir para a China importar milho dos Estados Unidos, em detrimento do produto brasileiro. Menor custo de transporte até o porto e menor frete marítimo, além de compensações da balança comercial entre os dois países. Transportar milho por via rodoviária até um porto sem condições técnicas são características integrantes do chamado custo Brasil.

Problemas da comercialização do milho persistem.

Marcelino Kuhnen, vice-presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, afirmou, ontem, que os agricultores que colheram milho nesta safra continuam encontrando problemas para a comercialização da sua produção. “Estamos cobrando uma ação política firme do Governo da Bahia junto ao Governo Federal, já que nossas ações junto ao Ministério da Agricultura ainda não surtiram o efeito desejado”.

Marcelino explica que, apesar do Programa de Equalização da Produção-PEP, os leilões promovidos pelo Governo Federal, através da CONAB, não estão melhorando a remuneração do agricultor:

-“Os leilões permitem a comercialização dentro dos 30 dias após o leilão. Os compradores – grandes criadores de frangos e suínos – deixam o prazo se esgotar para pressionar os produtores, que acabam devolvendo o premio concedido pela CONAB.”

“Temos ainda o problema da safrinha no Mato Grosso, com baixo custo de produção e preços aviltados”, diz Marcelino. “No Norte do Mato Grosso é possível comprar milho por até 6 reais a saca. Como o premio é devolvido, os compradores preferem adquirir o produto lá, levando para as regiões consumidoras do Nordeste.”

Marcelino afirma ainda que a saída é a exportação: “Mas aí temos as deficiências de infra-estrutura. Só em maio de 2011 o porto de Aratu terá capacidade para exportar milho”.

Marcelino tem uma solução de longo prazo para o cultivo do milho, importante para a rotação das culturas da soja e do algodão:

“Temos que verticalizar a produção, agregar valor ao produto, com o frango e o suíno. Já que temos problemas para exportar o milho, vamos exportar carne”.

“O leilão é um bom instrumento, mas não resolve o problema do excesso de oferta de milho na região”, conta Sérgio Pitt, vice-presidente da Associação de Irrigantes e Agricultores da Bahia (Aiba) e secretário executivo da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Grãos da Bahia . Segundo ele, para equilibrar oferta e demanda é necessário tirar o milho do mercado interno para que a oferta excessiva deixe de pressionar os preços. “Se o produto sai de circulação, é possível sustentar o seu preço”, conta Pitt.

Soja sobe com liberação do câmbio chinês e chuvas nos EUA.

A liberação do Yuan em relação ao dólar, problemas climáticos nas regiões produtoras dos Estados Unidos e a compra de mais 120 mil toneladas de soja dos EUA (safra 2009/10) por parte da China montaram o cenário positivo que tem dado sustentação aos preços da soja no começo desta semana.
Diante disso, a curto e médio prazo, a preocupação com o clima é o que pesa mais, segundo o analista de mercado da XP Investimentos, Ricardo Lorenzet. Excesso de chuvas e temperaturas muito altas nas zonas produtoras de soja e no cinturão do milho podem prejudicar a produtividade e isso é o que tem dado sustentação aos preços.
No entanto, na visão macro da atual situação, as notícias sobre a moeda chinesa são muito positivas e trazem as expectativas de que as importações da nação asiática tendem a se manter aquecidas no médio prazo.
“Mesmo com toda a preocupação com a Europa, a China vinha mantendo esse fluxo de importações de soja e derivados, e agora o mercado trabalha com a percepção de que no médio prazo isso deve se manter”, diz Lorenzet.
Segundo o analista, o momento é interessante, com maior interesse de vendas por parte dos produtores norte-americanos e argentinos. Os produtores brasileiros, por sua vez, continuam segurando suas vendas uma vez que o dólar tem compensado um pouco a movimentação em Chicago.
“O produtor deve ficar de olho, aproveitar algumas oportunidades e ir comercializando (…) Essa época do ano, sazonalmente, é uma época boa para comercializar”, explica Lorenzet. Informações do site Notícias Agrícolas.

Hoje o preço da soja em Luís Eduardo oscilou entre R$30,30 e R$32,50.

Leilão do milho: problemas continuam.

O segundo leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor – PEPRO, nº 117/10, do ano, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab-Mapa) no Oeste da Bahia, comercializou 86,7% das 120 mil toneladas de milho ofertadas nesta quinta-feira, 17 de junho.
O leilão já começa a demonstrar suas deficiências e evidencia cada vez mais que as reivindicações dos produtores locais precisam ser atendidas. O lote 02, que ofertou 20 mil toneladas do grão, foi retirado de negociação, pois não houve interesse. Para o lote 01, o único negociado, o prêmio permaneceu integral, sem depreciações, com valores de prêmios de R$ 4,86 por saca para o Nordeste, exceto Bahia; R$ 3,36 para Bahia e Norte de Minas Gerais; R$ 5,64 para Espírito Santo; e R$ 6,66 para a região Norte.
“O leilão é um bom instrumento, mas não resolve o problema do excesso de oferta de milho na região”, conta Sérgio Pitt, vice-presidente da Associação de Irrigantes e Agricultores da Bahia (Aiba) e secretário executivo da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Grãos da Bahia . Segundo ele, para equilibrar oferta e demanda é necessário tirar o milho do mercado interno para que a oferta excessiva deixe de pressionar os preços. “Se o produto sai de circulação, é possível sustentar o seu preço”, conta Pitt.

Nesta segunda-feira, Vanir Köln, presidente do Sindicato dos Produtores, fala sobre “os enormes problemas que o milho estão causando ao produtor”.

Mantido IPI zero para caminhões e tratores.

O governo decidiu prorrogar a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na venda de caminhões, tratores e reboques até o final de 2010, atendendo a um pleito do setor, anunciou nesta quarta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Também foi mantido o IPI reduzido para veículos comerciais leves. Leia mais na Folha.

Produção agrícola brasileira será a mais importante nos próximos 10 anos.

Relatório da Agência para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que o Brasil terá o mais rápido crescimento da produção agrícola no mundo nos próximos dez anos. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a produção terá alta de 11 milhões de toneladas, ou 31% até 2019, em comparação ao últimos dois anos. As vendas externas também devem aumentar 41% em dez anos, representando 50% do comércio global.

Bombas para recalque d’água e micro centrais hidrelétricas.

A linha de micro centrais hidrelétricas Betta e as turbobombas Betta já tem representante em Luís Eduardo Magalhães, que atenderá grande parte da região Oeste: é a Rodo Máquinas, de Carlos R. Wisch, estabelecida à rua Xique Xique, no Bairro Santa Cruz. Os telefones da Rodo Máquinas são 3628-5404 –  9191-4268 – 9971-4268. As turbinas Betta são encontráveis na potência de 1 a 400 Kwa e as turbobombas têm capacidade de bombear até 200 mil litros/hora, com 300 metros de desnível de bombeamento e distâncias de até 30 km. Mas funcionam com queda d’água a partir de 1,80 de altura.

O Brasil visto pelos agricultores.

Vanir Köln, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, esta semana, em entrevista exclusiva  ao jornal O Expresso:

“Os políticos brasileiros não têm projeto de Governo, têm na verdade projeto de poder”

“O Governo é omisso na qualificação profissional dos brasileiros”

“Se formos atender todas as reivindicações das ONG’s – Organizações Não Governamentais, indígenas e quilombolas, vamos ter que anexar Argentina e Uruguai. A Europa tem 0,3% da sua área em reservas ambientais. Por que devemos ter mais de 50%?”

Hoje e amanhã, a mostra técnica do algodão.

O cenário de bons preços, alta produtividade e qualidade da fibra anima os organizadores do 12º Dia de Campo do Algodão, que a Fundação Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e empresas parceiras da iniciativa privada promovem, hoje e amanhã,  no  Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), em Luís Eduardo Magalhães-BA. Continue Lendo “Hoje e amanhã, a mostra técnica do algodão.”

Bahia Farm Show movimenta mais de R$ 300 milhões.

A safra recorde de grãos do oeste da Bahia e o bom momento da economia brasileira só confirmaram o sucesso esperado para a edição 2010 da Bahia Farm Show – Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, realizada entre 1º e 05 de junho, em Luís Eduardo Magalhães/BA. As negociações durante os cinco dias do evento somaram R$ 316 milhões, o que superou todas as expectativas, registrando um crescimento de 47,6% em relação ao movimentado em 2009. O público também foi maior: mais de 38,5 mil pessoas visitaram a feira, aumento de 20% em comparação com a edição passada. Continue Lendo “Bahia Farm Show movimenta mais de R$ 300 milhões.”

Medida provisória das retaliações aos EUA deve ser votada até amanhã(11).

O Brasil poderá aplicar sanções comerciais autorizadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os direitos de propriedade intelectual de outros países, no caso de descumprirem acordos comerciais. Isso permite retaliar os Estados Unidos pelo fato de concederem subsídios aos produtores de algodão. A Medida Provisória (MP) 482/10, transformada no Projeto de Lei de Conversão (PLV) 6/10, trata dessas retaliações e, embora ainda não tenha chegado ao Senado, deverá ser votada no Plenário do Senado até esta sexta-feira (11), pois, depois dessa data, ela perderá a eficácia.

O governo alega que a MP, editada em fevereiro, não se restringe à disputa entre Brasil e EUA quanto aos subsídios para o algodão, e que foi elaborada para atender quaisquer situações futuras de retaliação em propriedade intelectual. Serve, portanto, para qualquer caso de vitória do Brasil em contendas comerciais na OMC, embora a finalidade imediata seja a represália contra os Estados Unidos. Continue Lendo “Medida provisória das retaliações aos EUA deve ser votada até amanhã(11).”

Sindicato dos Produtores quer discutir com Ministro o PEP do milho.

Na foto, Adelino Hopke (consultor), Marcelino Kuhnen, Paulo Edgar Closs, Juarez de Souza e Vanir Köln, presidente.

O secretário executivo da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Grãos, Sérgio Pitt, entregou ao ministro Wagner Rossi, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento uma objetiva pauta de reivindicações em relação às aquisições dentro dos programas PEP e PEPRO do milho, quando de sua visita à Bahia Farm Show. Hoje, o Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães, participante da Câmara Setorial, reuniu-se, com o objetivo de cobrar do Ministério providências acerca dessa pauta. A fragilização dos produtores frente aos compradores, inclusive com devolução dos premios pagos, assunto relatado no quinto item da pauta, é o tema polêmico a ser debatido entre os produtores e o Ministro numa visita próxima.

A íntegra da Pauta:
Continue Lendo “Sindicato dos Produtores quer discutir com Ministro o PEP do milho.”

Sindicato conclui Centro de Treinamento até novembro.

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Vanir Köln, anunciou hoje pela manhã que o Centro de Treinamento Regional deverá estar pronto, em condições de formar 600 alunos por mês já no início do próximo ano. O CTR está sendo construído exclusivamente com recursos dos produtores. Segundo Köln já são 234 doações de produtores, a maioria delas feita em produtos da lavoura. O CTR terá 60 cursos, “de crochê à aviação agrícola”, diz o Presidente. “Qualificar, certificar e incluir cidadãos à sociedade, esta é a nossa meta”, afirma, entusiasmado, Vanir Köln.

Café tem altos ganhos aqui e no Exterior.

As bolsas de Nova Iorque, Londres e São Paulo apontaram hoje altos ganhos para o café, com altas próximas de um ponto percentual. O café arábica despolpado teve cotação de R$305,00, à vista, hoje, em Luís Eduardo Magalhães. O café arábica duro, tipo 6, foi cotado, ontem, segundo a AIBA, a R$270,00 a saca de 60 kgs.

A soja anda de lado nos últimos 30 dias na Região Oeste da Bahia, com preços entre 31 e 31,50 reais a saca de 60 quilos.

Rebelo lê seu relatório sobre o novo Código Florestal

O principal assunto do relatório do deputado Aldo Rebelo(PCdoB-SP) da Comissão Especial que estuda a edição do novo Código Ambiental é mais autonomia para os estados, incentivos financeiros à preservação e criação de lei específicas para cada bioma. Rebelo está lendo o seu relatório desde o início da tarde. O trabalho de estabelecimento de um novo marco regulatório, como ele mesmo classificou, é ciclópico.

Relatório do novo Código Florestal desagrada ambientalistas e produtores.

Debaixo de bate-boca, a reunião de apresentação do relatório sobre mudanças no Código Florestal foi suspensa no início da noite de hoje, após quase três horas de leitura do parecer do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). A reunião foi interrompida devido à ordem do dia. A previsão inicial era retomar a leitura após a sessão plenária. Mas, em acordo, deputados definiram que a leitura do parecer será retomada amanhã, quarta, às 14h.

Os membros da comissão especial que debate mudanças na legislação ambiental tiveram acesso ao relatório na tarde de hoje. Polêmico, o parecer construído pelo deputado Aldo Rebelo desagradou ambientalistas e parte dos parlamentares da bancada ruralista. Ecologistas afirmam que a proposta vai aumentar o desmatamento, enquanto ruralistas dizem que o projeto está aquém das necessidades do setor produtivo. (Congresso em Foco e Política Livre).

Correntina ganhará investimentos em citricultura.

O site Política Livre informa que os empresários Frederico Guilherme Ivers, Guilherme Corte Ivers e Mauro Fagote confirmaram hoje, na abertura da 32ª Semana da Citricultura, em Cordeirópolis, São Paulo, da qual participou o secretário estadual da Agricultura do Estado, Eduardo Salles, que vão investir no Oeste da Bahia. Segundo Guilherme Ivers, inicialmente, será investido R$ 1,5 milhão para a plantação de laranjas no município de Correntina, numa área de 300 hectares. As negociações estão sendo finalizadas com a Desenbahia, depois do que ele dará início às operações. A principal atração para o investimento no Oeste é o fato da Bahia ser considerado estado livre das doenças da citricultura pelo Ministério da Agricultura.

Governo não sai do “nunca dantes”, muito menos na agricultura.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, detalhou, na manhã desta segunda-feira (7), os principais pontos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2010/2011, que será anunciado hoje, às 15 horas, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rossi destacou o volume de R$ 100 bilhões em recursos destinados à agricultura empresarial: “É o maior de toda a história e extremamente significativo por conta do crescimento da agricultura brasileira”. Ele ressaltou que nenhum programa do Plano terá aumento de juros. Alguns, inclusive, terão as taxas reduzidas, em comparação com anos anteriores. Ainda segundo o ministro, esta edição do PAP tem enfoque nas questões ambientais e no enfrentamento de alguns gargalos da agricultura brasileira.

No último ano do Governo Sarney, o financiamento agrícola era de 30 bilhões de dólares. Considerada a inflação do dólar, algo como 105 bilhões de reais hoje. E a área de plantio era a metade do que é hoje. Lula definitivamente ainda não está fazendo milagres.

Presenças na Bahia Farm Show – III

Horita, Pedro Hersen, Humberto e Luiz Ziglioli Barcellos, da BAMAGRIL.

Com Jair Francisco, da Jaraguá Máquinas Agrícolas.

Com Afonso Alves Teixeira, da Hydroagro.

Com o pessoal da EMBRAER, que fechou a venda de 8 Ipanemas e tem outras opções firmes de compra.

Morena Sampaio, da Criare Móveis Planejados, este Editor e Humberto Santa Cruz. As fotos deste e dos próximos posts são de Aron Ledoux, da Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal.

Bahia Farm Show: visitas cresceram mais de 20%. Vendas devem ultrapassar este índice.

Alex Rasia, afirmou hoje pela manhã que o incremento de presenças na III Bahia Farm Show, 38.582 pessoas, ultrapassou 20%  em relação ao ano passado, quando 32 mil pessoas visitaram a feira. Afirmou ainda, Rasia: “Em relação a negócios, precisamos aguardar o fechamento de relatórios dos agentes financeiros (BNB, Banco do Brasil, Bradesco e Desenbahia), no decorrer desta semana.”

A IV Bahia Farm Show vai se realizar entre os dias 31 de maio e 4 de junho do próximo ano.

Os resultados positivos foram impulsionados, entre outros fatores, pelos recordes na produção da soja (28% a mais que no ciclo anterior), e do milho, que atingiu 1,5 milhão de toneladas, pela estabilidade na economia e pelo clima, que, de maneira geral, foi favorável às lavouras da região. O fechamento total só será tabulado na semana que vem.

“Não apenas houve investimento por parte da organização do evento, como o expositor também veio com mais força, com estandes mais bonitos e recursos para chamar a atenção do público”, observou o gerente de vendas da Toyota, Alexandre Gorki, que destaca ainda a entrada definitiva da Bahia Farm Show no calendário de eventos agropecuários da montadora Toyota. No estande de 796 metros quadrados montado em parceria entre a revenda Campo Verde e a montadora, as caminhonetes Hilux foram disparado as líderes de venda. “Só saberemos o número com precisão dentro de uma semana, pois muitos negócios só se concretizam depois da feira, mas com certeza, vendemos mais que o ano passado”, arrisca Gorki.

Ronaldo Galvani, da empresa de fertilizantes Galvani, que tem uma unidade fabril em Luís Eduardo Magalhães, considera a conjuntura econômica e o desempenho nas lavouras os responsáveis pelo sucesso da feira. “Foi um ano muito bom, superior ainda a 2008, antes da crise. Já reservamos área para a próxima edição.

Contrato fechado

Na sexta da semana passada, o primeiro contrato de compra de área para o próximo ano foi firmado, com a empresa Turfal, que atua no mercado há mais de 40 anos, desenvolvendo insumos agrícolas biotecnológicos, como inoculantes, inseticidas e fungicidas, produzidos à base de microorganismos encontrados na própria natureza. Este é o segundo ano da Turfal na feira baiana. De acordo com o coordenador da Bahia Farm Show, Alex Rasia, outros quatro contratos para o ano que vem já foram assinados no sábado, 5, e a procura está grande. “Muitos expositores querem dobrar suas áreas no evento, mas só podemos fazer isso após um planejamento para a ampliação”, afirmou.

Presenças na Bahia Farm Show – II

Funcionárias da Favotto, representante NOMA em Luís Eduardo.

Gerentes e funcionárias da Galvani Fertilizantes.

Com Celito Missio, da Oilema.

Com o diretor Alencar de Almeida Filho e funcionários da Missioneira, representante AGRALE. Edson Augusto Wisniewski, também diretor da Missioneira, afirmou, hoje pela manhã, que as vendas ficaram muito próximas da perspectiva mais otimista.



Presenças na Bahia Farm Show: Horita e Humberto visitam estandes para agradecer.

Com Rogério Faedo, do Banco Sicredi, prestes a se instalar na cidade.

Horita e Humberto, com Erni, da Iropel.

Horita e Humberto com o pessoal da Gasparetto, representantes da New Holland. Hoje pela manhã, Sélvio Gasparetto, confirmou um crescimento significativo em vendas nesta terceira edição da Bahia Farm Show e uma série de opções firmes de compra, que deverão ser confirmadas durante a semana.

Governo poderá alongar perfil dos débitos a vencer neste ano para agricultores.

Produtores com financiamento agrícola a vencer este ano poderão ganhar novo fôlego. Após reunião com representantes do setor, o Ministério da Agricultura deu sinais de que avalia a prorrogação dessas parcelas das operações.
A informação é do presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil, Glauber Silveira, que participou ontem de encontro com o ministro Wagner Rossi e o secretário executivo da pasta, Gerardo Fontelles. Segundo Silveira, Rossi e Fontelles disseram que os técnicos da Agricultura e da Fazenda irão avaliar, na próxima semana, o pleito. Em 2009, a União equalizou 40% dos encargos.Leia mais no site do Notícias Agrícolas.

Bahia Farm Show pode ter incremento de 20% em vendas.

Sérgio Pitt

Alex Rasia e Sérgio Pitt estavam começando hoje a tarde a fazer o levantamento das vendas da III Bahia Farm Show. Segundo eles e também na opinião de alguns empresários entrevistados, este ano as vendas podem superar as do ano passado em cerca de 20%. Alex Rasia já iniciou o trabalho de fechamento dos estandes e espaços para o próximo ano: “Nosso trabalho começa logo depois dos discursos de abertura.” A Feira já tem data marcada: de 31 de maio a 4 de junho de 2011.

Por outro lado, o prefeito Humberto Santa Cruz visitava expositores, agradecendo a presença e incentivando a presença no próximo ano. A verdade é que, ao par de ser um grande centro do agronegócio, a Bahia Farm Show colocou Luís Eduardo no mapa também como agrocapital. A Feira de Aviação, prevista para setembro, também vai aproveitar a boa infra-estrutura da cidade e deve tornar-se outro fator catalisador de bons negócios para o Oeste baiano.

Alex Rasia.

Depois de quedas, soja volta a subir em Chicago.

Com a oferta mais restrita,  os preços da soja voltaram a subir na bolsa de Chicago, depois de dois dias de queda consecutiva. Na quinta-feira (3), os contratos com vencimento em agosto foram negociados a US$ 9,3775 por bushel, valorização de 17,5 centavos de dólar em comparação ao dia anterior. Segundo a Bloomberg, a oferta de soja no mercado físico por parte dos produtores está muito baixa, o que está forçando indústrias e exportadores a elevarem os preços de compra para não terem o fornecimento prejudicado. Além disso, analistas disseram que as chuvas que atingem o Meio-Oeste americano podem atrasar o plantio das lavouras e reduzir a produtividade da safra dos Estados Unidos. No Paraná, a saca de soja foi negociada na quarta-feira a R$ 32,14, uma alta de 0,34%, segundo o Deral. Em Luís Eduardo Magalhães, a cotação da soja roça perigosamente a barreira emblemática dos 30 reais a saca de 60 quilos.

A alta de hoje pode ser importante para o fechamento dos negócios da Bahia Farm Show, porque as oscilações do mercado dão conforto psicológico aos produtores, quando voltam a subir. Andar de lado é melhor do que cair.

Industrializar nossa produção, a grande saída.

O governador Jaques Wagner e o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, assinaram, na abertura da Bahia Farm Show, acordo de cooperação técnica com a Fundação Bahia, Aiba, Abapa e Fundeagro para a elaboração do “Estudo de Agregação de Valores aos produtos da Agropecuária Baiana Através da Verticalização”. Este trabalho, com prazo de quatro meses para ser concluído, será realizado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV.

Quem vê o volume da produção agrícola da Região Oeste e a real possibilidade de incremento dessa produção, que pode chegar a 100% em 10 anos, só deve lamentar que ainda estejamos destinando a maior parte dessa produção aos portos, praticamente in natura, sem nenhum tipo de processamento e sem agregar valor a essa produção.

Nessa revoada de políticos, vamos tirar um tempo!

 Como se sabe, na Bahia Farm Show, aparecerão dezenas de políticos catando seus votinhos neste período de pré-campanha eleitoral. Vamos ver quem está prestigiado em Luís Eduardo e quem vai sair daqui com o pala em tiras, como diz o gaúcho. O presidente da Câmara, Eder Fior, está preparando uma manifestação pacífica contra o governador Jaques Wagner e suas atitudes em relação, principalmente, à segurança e saúde da cidade. “Chega de vagareza” é o refrão da manifestação. Outros políticos, que apenas são do contra, receberão uma sonora vaia. É hora de saber por que estão parados os projetos do novo aeroporto, da UTI – Unidade de Tratamento Intensivo de Luís Eduardo, da avenida paralela norte da BR-242 e do novo prédio administrativo da Delegacia de Polícia. Também era hora do governador Jaques Wagner se pronunciar sobre a criação da Secretaria Extraordinária dos Negócios do Oeste, proposição do deputado Sandro Régis. Seria hora de ele faturar um pouco com as boas idéias da Oposição. O pré-candidato Paulo Souto já incorporou a idéia e quer criar outra secretaria semelhante no Extremo Sul da Bahia. A idéia da Secretaria surgiu aqui mesmo em Luís Eduardo, na churrascaria Sertaneja, depois de uma longa conversa deste Editor, do articulador político Sauro Thielle e do deputado Sandro Régis. Wagner poderia se pronunciar também sobre a nova Companhia Independente de Luís Eduardo, sobre a unidade do Corpo de Bombeiros e da Ciretran, também indicações de Sandro Régis. Mais uma vez embarcando, com méritos e sem medo de ser feliz, na canoa da Oposição.

China tem planos de investir logo no Oeste.

O jornal Valor Econômico publicou ontem longa reportagem sobre próximos e vultuosos investimentos no Oeste baiano. “Um negócio da China. É o que esperam fazer o governo da Bahia e o primeiro grupo de investidores chineses que finalmente se prepara para desembarcar no oeste do Estado. Depois de muitas especulações sobre o interesse de estrangeiros na região – que se destacou nas últimas décadas como uma das últimas “novas” fronteiras agrícolas do país, junto com o cerrado de Maranhão, Piauí, Tocantins (“Mapito”) -, o Pallas International assinou com o governo um protocolo de intenções para se instalar no oeste baiano com o objetivo de produzir grãos para exportação e também atuar no segmento de bioenergia, em parceria com produtores locais.s Em princípio, o grupo chinês, formado por investidores privamos, mas sempre com a presença do governo da China como sócio, está interessado em adquirir entre 200 mil e 250 mil hectares de terras tanto no oeste do Estado quanto na região do Mapito. Discretos, mas decididos e, principalmente, capitalizados, os chineses passaram por Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, conheceram o potencial produtivo da região e já consideram a possibilidade de instalar uma indústria de processamento de grãos na Bahia para a produção de biodiesel a partir do processamento de soja, algodão, girassol e mamona. “Para os chineses, a área de agroenergia é um setor de grande interesse. Continue Lendo “China tem planos de investir logo no Oeste.”

“Balde Cheio” leva novas técnicas ao assentamento Rio de Ondas.

Um treinamento realizado, ontem pela manhã, na Vila III do Assentamento Rio de Ondas, informou os criadores de gado leiteiro sobre novas técnicas com o objetivo de melhorar a produção de leite. As atividades foram coordenadas pela secretaria de Desenvolvimento Econômico de Luís Eduardo Magalhães, em parceria com a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e fazem parte do Programa Balde Cheio, implantado pela Embrapa em todo o país.

A última capacitação foi realizada cerca de um ano atrás, quando os criadores de cidades da região oeste da Bahia foram ao estado do Tocantins. De acordo o gerente de pecuária da Secretaria, Marco Antônio Vargas, os resultados positivos já estão aparecendo: “Hoje o Assentamento Rio de Ondas já produz cerca de  mil litros por dia  e com esse tipo de treinamento  a meta é chegar aos mil e quinhentos litros” observa o gerente. Um projeto enviado pelo  secretário Jaime Capelesso para a Secretaria Estadual da Agricultura foi aprovado e vai permitir a instalação de uma mini-usina de leite no Assentamento: “Um técnico da SEAGRI já vistoriou o local e a compra dos equipamentos  já foi autorizada. Falta apenas a construção do local”.

Projeto das “máquinas empenhoráveis” perto de ser lei.

O projeto do senador Pedro Simon (PMDB) que transforma máquinas agrícolas em bens impenhoráveis, está cada vez mais próximo de se tornar realidade. Isso porque a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado vai votar a proposta amanhã e, se passar, vai direto para a Câmara. Segundo o relator do projeto, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), “a penhora de máquinas industriais não priva a empresa de dar continuidade às suas atividades. Excetua-se, por óbvio, a empresa individual produtora rural, porquanto seu titular vive do trabalho pessoal e próprio, ainda que tenha um ou outro empregado para ajudá-lo”.

Importações chinesas de soja podem aumentar ainda mais.

A China, o maior consumidor de soja do mundo, pode importar mais do que as 46 milhões de toneladas da oleaginosa previstas para este ano por conta do aumento da demanda por óleo vegetal, ração e amido no país.

O país asiático compra mais da metade das exportações mundiais de soja e pode, também, se tornar um grande importador de milho este ano. O desempenho da demanda chinesa, que foi melhor do que o esperado, impulsionado pelo crescimento do país, somado ao embargo chinês ao óleo de soja argentino, têm dado sustentação às cotações em Chicago e contribuído para o rally dos preços. Continue Lendo “Importações chinesas de soja podem aumentar ainda mais.”

Bahia colhe boa safra de mamona.

Pequenos agricultores do sertão da Bahia estão colhendo uma boa safra de mamona. Parte da produção já foi comercializada para a extração de biodiesel.
A Bahia deve colher este ano 130 mil toneladas. Mais do que o dobro do que o ano passado. Choveu bastante em março e abril no período de floração, justamente quando a mamona mais precisa de água. Depois, o clima ficou seco, o que também é importante para a cultura. Continue Lendo “Bahia colhe boa safra de mamona.”

Produção do Oeste da Bahia cresce 28% e bate novo recorde.

A newsletter da AIBA – Associação de Irrigantes e Produtores da Bahia, Agrinotícias, informa que as condições climáticas, de maneira geral, favoráveis levaram a produção de soja do Oeste da Bahia a superar, pela primeira vez, os 3 milhões de toneladas. Dados do 3º levantamento da safra do Oeste da Bahia – 2009/10, apontam que a produção alcançou o volume recorde de 3,213 milhões de toneladas, 28% a mais do que a safra passada. Continue Lendo “Produção do Oeste da Bahia cresce 28% e bate novo recorde.”

Humberto manda notícias da missão à China.

O prefeito Humberto Santa Cruz esteve no escritório da Agência Brasileira de Produção e Exportação APEX BRASIL, em Pequim, capital da República Popular da China, onde participou de discussão visando à abertura de um escritório para representar a agropecuária baiana no país oriental.

A reunião teve como objetivo a instalação de um escritório que venha a representar todos os segmentos da agropecuária baiana na China, e que possa desde formalizar novos negócios até realizar intercâmbio entre empresários dos dois países. O acordo vai passar, num primeiro momento, por um período experimental de 06 meses antes que seja formalizado oficialmente. “A idéia é que o escritório sirva como suporte para a promoção e o desenvolvimento das áreas comercial, tecnológica e científica”, relatou o Prefeito. Continue Lendo “Humberto manda notícias da missão à China.”

Finalmente aí vem a cana-de-açúcar

O vereador Valmor Mariussi anunciou, ontem, que já está em fase de finalização projeto de usina de álcool e açúcar a ser implantado em Luís Eduardo, com liderança do grupo Ito Grass. Na realidade, são três empresas integradas que vão implantar canaviais, produzir o álcool e fazer a comercialização.

O plantio de cana-de-açúcar talvez seja mais oneroso no Oeste baiano, em relação ao cultivo em São Paulo, em função de uma demanda maior de irrigação, mas ganha com a proximidade do mercado consumidor e com produtividades maiores.

Preço do feijão deve cair com nova safra.

O preço do feijão poderá diminuir nos próximos meses, segundo dois especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O pesquisador do Instituto de Economia Agrícola, José Sidnei Gonçalves e o corretor do produto na bolsa do Feijão de São Paulo, Valdemar Ortega, afirmaram que, com a entrada no mercado das safras de Minas Gerais e de Goiás, o preço do produto deverá cair.
“Do meio de julho para frente começa a entrar feijão novo. Se o plantio for consistente, os preços devem cair”, ressalta Sidnei Gonçalves.
Segundo o pesquisador, a alta do preço do feijão teve início em 2009 quando a produção foi acima da média. Com excesso de produto no mercado, os preços caíram e desestimularam os produtores a plantarem para a safra seguinte. Segundo o pesquisador, a saca de 60 quilos (kg) do produto, que hoje custa R$ 130, chegou a ser vendida por R$ 45. “Com esse preço, e o custo de produção de R$ 78 a R$ 80 reais a saca, não compensa plantar feijão”, disse Gonçalves.
Além do excesso de produto no mercado, as chuvas intensas que atingiram a Região Sul e Sudeste do país nos primeiros meses do ano, contribuíram para diminuir ainda mais a quantidade do produto no mercado e aumentar o seu preço.
“Essa situação já está se normalizando, já começou a ser colhida a safra dos estados centrais, principalmente Minas e Goiás. O problema deve desaparecer dentro de um mês e meio”, ressalta o corretor Valdemar Ortega.
De acordo com o Procon de São Paulo, em maio, o preço do feijão carioquinha (pacote de 1 kg) apresentou alta de 57,62%. Foi o segundo mês consecutivo de altas expressivas, depois de sete meses de queda. Foi a maior variação mensal desde maio de 1998, quando o produto registrou alta de 58,72% em relação ao mês anterior. A variação acumulada no ano é de 83,89%.

Associados da ASSOMIBA otimistas com Bahia Farm Show.

Os associados da Assomiba (Associação dos Revendedores de Máquinas e Implementos do Oeste da Bahia) estão otimistas com a realização da Bahia Farm Show 2010 – Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, que acontece entre 1º e 05 de junho, em Luis Eduardo Magalhães.  O bom momento da safra de grãos é o principal motivo da expectativa de concretização de negócios no evento. Continue Lendo “Associados da ASSOMIBA otimistas com Bahia Farm Show.”

Horita: agricultura terá que vir de áreas ambientalmente legais.

“Queremos que dentro de alguns anos toda a produção agrícola do Oeste da Bahia possa ser oriunda de áreas regularizadas do ponto de vista ambiental”. A frase do presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Walter Horita, marca o compromisso dos agricultores da região com o Plano Oeste Sustentável e foi proferida durante encontro dos secretários de Meio Ambiente, Eugenio Spengler, e da Agricultura, Eduardo Salles, com mais de 300 produtores rurais na tarde da terça-feira (11), no município de Luís Eduardo Magalhães. Continue Lendo “Horita: agricultura terá que vir de áreas ambientalmente legais.”