CTG se prepara para a realização do maior torneio de laço de sua história

Tio Queno e Roni Klein: um grande projeto para o futuro do “Sinuelo dos Gerais”

O patrão do CTG “Sinuelo dos Gerais”*, Roni Klein, anunciou ontem a expectativa dos associados e da população em geral para a realização do 15º Rodeio Interestadual de Laçadores, que será realizado entre os dias 16 e 19 de agosto em Luís Eduardo Magalhães. Segundo Klein e o capataz da Invernada Campeira, Queno Pereira, o “Tio Queno”,  o Rodeio deverá ter a participação de 300 laçadores, com projeção de mais de 5.000 visitas de aficionados.

O maior CTG do mundo em área (25 hectares, 250 mil m²) prepara-se para receber com todo conforto competidores e espectadores.

No último rodeio interestadual, realizado em Cristalina, Goiás, mais de 200 de integrantes do “Sinuelo”, entre as invernadas campeira, artística e esportiva,  trouxeram um número grande de troféus para casa. Mas agora a premiação, um carro Celta Zero Km para o primeiro colocado, deve atrair um número muito grande de competidores, segundo a opinião da patronagem.

No dia 15 de setembro, o CTG promove também um grande baile, para a escolha da “Prenda Jovem”

Durante este baile e durante o torneio serão homenageados os 11 fundadores do CTG e todos os ex-patrões, além daqueles que assinaram a primeira ata da agremiação: “Queremos resgatar a nossa história e trazer mais para perto aqueles que foram responsáveis pela criação deste monumento às tradições gaúchas”, diz Roni.

Os festejos de agosto servem também para preparar a festa da data magna do Rio Grande do Sul e do tradicionalismo, o 20 de setembro. Além de extensa programação a ser desenvolvida na sede do CTG, uma comitiva de vaqueanos vai participar do hasteamento da bandeira na Esplanada dos Três Poderes em Brasília, desfilando a cavalo com os demais participantes da Federação da Tradição Gaúcha do Planalto Central.

Cancha de futebol society, aberta também para não associados

Melhorias

O maior CTG do mundo: 250 mil metros de muito verde.

A patronagem anuncia também a implantação de um centro administrativo no “Sinuelo das Gerais”. Ele quer que, ao fim de seu mandato, toda a organização burocrática do CTG seja mantida, com um perfil completo de associados. Para isso, deve contratar dois funcionários e adquirir equipamentos.

Outro ponto que o Patrão quer desenvolver é a maior participação de não associados, como na quadra de futebol society, que permanece aberta para a inscrição de equipes esportivas que não pertençam aos quadros do CTG.

Entre outros projetos em desenvolvimento, está a ampliação do número de baias, de 24 para 36 e  a criação de uma cancha de bolão.

Com isso, Roni Klein e Queno Pereira querem fazer um chamamento à inclusão de novos sócios, dentro de um projeto de desenvolvimento para os próximos 10 anos, uma espécie de plano diretor do “Sinuelo dos Gerais”, que com a aprovação de todos os associados possa servir de norte para o desenvolvimento da entidade.

*Sinuelo: ponta de gado manso, acostumado aos currais e mangueiras, que se junta ao gado bravio, para melhor conduzi-lo. O gado manso serve de guia e tranquiliza o gado que não conhece o terreno.

Beyonce interpreta Etta James em Cadillac Records

Para quem gosta de boa música, uma deusa, Beyonce, interpreta outra deusa, Etta James, no filme Cadillac Records, o início e o fim da gravadora que colocou a música negra nas paradas de sucesso dos Estados Unidos nos anos 50, numa mistura de sexo, drogas e racismo.

Depois disso, o blues e a música negra fizeram uma breve passagem pela Inglaterra, pelas graças de Eric Clapton e Rolling Stones, e voltaram adultos para os Estados Unidos para ficarem conhecidos em todo o mundo. 

Abaixo, outra interpretação genial de Beyonce, no mesmo filme, do sucesso dos anos 50 “At last”.

Dalton Trevisan ganha o mais importante prêmio da Literatura Portuguesa.

O escritor paranaense Dalton Trevisan, 86 anos, é o vencedor da 24ª edição do Prêmio Camões, concedido pela Direção-Geral dos Livros e das Bibliotecas de Portugal. O nome de Trevisan foi anunciado hoje (21) pelo secretário (o equivalente a ministro) da Cultura de Portugal, Francisco José Viegas. O estilo de Trevisan é marcado por contos e pela linguagem concisa e direta.

Trevisan é autor de vários livros, como Vozes do Retrato – Quinze Histórias de Mentiras e Verdades (1998), O Maníaco do Olho Verde (2008), Violetas e Pavões (2009), Desgracida (2010) e O Anão e a Ninfeta (2011). O Vampiro de Curitiba (1965) é uma das suas obras mais conhecidas.

O Prêmio Camões, instituído em 1988 e concedido há 24 anos, foi criado para intensificar e complementar as relações culturais entre o Brasil e Portugal e conta com a adesão de outros Estados da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP).

O valor do prêmio é 100 mil euros, o equivalente a US$ 127,2 mil, pagos em partes iguais pelos governos do Brasil e de Portugal. O júri é formado por seis pessoas: dois representantes do Brasil, dois de Portugal e dois de países que adotam o português como língua oficial.

A Fundação Biblioteca Nacional, vinculada do Ministério da Cultura, é responsável pela parte brasileira do Prêmio Camões – trabalho que inclui a indicação de membros do júri e o pagamento da premiação.

Conheci Dalton numa tarde ensolarada em Curitiba – lá elas são poucas, de contar nos dedos – lá pelos idos de 75 ou 76, apresentado por Rafael de Lala. O “Vampiro” era um homem dócil, amistoso e deixava transparecer um bom humor que filtra-se em seus escritos. Econômico nas palavras, como nos textos, me deixou uma boa impressão que perdura até hoje, quando recebo  tão boa notícia do prêmio de Literatura. Salve, Dalton!

Na foto acima, Dalton como na época em que o conheci, com os cabelos pretos e um ar blasé, disfarçando uma enorme timidez e um talento sem medidas.

 

Salve Jorge, Amado poeta da Bahia.

“Choram as putas da Bahia. Bundas em desespero a soluçar…

Contigo, ó sultão dos mares da maresia, foi embora a noite levando
nossa alegria.
Ó Quincas, paizinho querido.
Sem você nós perdeu o abrigo”.
                                          (Curió, personagem de Quincas Berro D’água, de Jorge Amado)

Descobrimos o autor da charge da ponte!

Hoje descobrimos o autor da charge da ponte Salvador-Itaparica, um retrato fantástico da alma do povo soteropolitano. Ele é Flávio Luiz,  ilustrador, cartunista e chargista brasileiro que nasceu em Salvador e hoje mora e trabalha em São Paulo, mantém uma editora independente com sua esposa e coleciona quadrinhos desde 1974. Clique na imagem para ampliar.

EBATECA faz audição especial para bolsistas.

A Ebateca fará uma audição para bolsistas no dia 14 de abril, somente para alunos de escolas públicas. As inscrições devem ser realizadas na própria unidade EBATECA de Luís Eduardo até o dia 11 de abril. Clique na imagem para ampliar.

Veja em vídeo a Melô do racismo e da xenofobia.

“Nunca vi um produtor de soja baiano”

“Baiano é devagar”

“Ele não trabalha como nós trabalhamos”

Veja essas e outras palhaçadas ditas pela boca dos mais aplaudidos palhaços de Luís Eduardo Magalhães e  Região Oeste. ´É sucesso em todas as rádios do País, menos na rádio comunitária da Associação dos Moradores do Mimoso do Oeste (AMMO).

Chico finta a morte e cede lugar aos amigos.

Internado na UTI do hospital Samaritano há dois meses, o humorista Chico Anysio voltou a apresentar um quadro de infecção pulmonar, que está sendo controlado com o uso de antibióticos.
Segundo boletim médico, Chico está lúcido e respira sem a ajuda de aparelhos durante algumas horas ao longo do dia. Sua função renal está mantida e ele continua fazendo fisioterapia respiratória e motora. 

Marcos Plonka, Sócrates, Joãozinho Trinta, Adriano Reys, Wilza Carla, Rodolfo Bottino, Billy Blanco, Ítalo Rossi, John Hebert, Georgia Gomide, Moacir Sclyar e até seu parceiro Arnaud Rodrigues. Toda essa gente desembarcou desta astronave entre o final de 2010 e 2011 e Chico Anysio continue célere sua caminhada, entre uma UTI e outra, vencendo todo tipo de adversidades. Chico Anysio já provou seu talento. Agora prova sua garra. 

Um louvor à baianidade: “Homo bahianus”, artigo de Fernanda Torres.

 

 

É mesmo impossível negar a fé na Bahia. Ela não é imposta, pois é um hábito concreto e festivo.

 

“Passei o Ano-Novo em Salvador. Na despedida, assisti à extraordinária missa da irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

 

Há dois anos, fortes chuvas danificaram a estrutura da capela original, erguida por escravos e alforriados. Enquanto aguardam a restauração, os fiéis realizam as preces na quase vizinha igreja do Carmo.

 

O ritual é o retrato supremo do sincretismo religioso que tanto vingou no Brasil. Atabaques saúdam o Senhor enquanto pães de santo Antônio rodopiam nas mãos de beatos bailarinos. Ninguém recebe santo em solo sagrado, a liturgia católica permanece intacta, mas, como na mais primitiva das experiências, a catarse rítmica arremessa a alma às alturas.

 

“Eu sou ateu, posso sair?” Perguntou entediado meu filho de 12 anos. Eu o deixei ir. Jamais induzi minhas crias a essa ou aquela religião, mas também não cultivei o ateísmo. Caetano riu da certeza categórica em tão tenra idade. Confessou que também não acreditava em Deus na adolescência.

 

Mais velho, no entanto, percebeu uma censura repressora por trás da rejeição da esquerda ao sagrado e se reaproximou do divino.

 

É mesmo impossível negar a fé na Bahia. Ela não é imposta, é um hábito concreto, festivo, que domina o calendário anual. Cada igreja tem o seu dia; cada terreiro, uma agenda; cada imagem, uma adoração. E, mesmo no Carnaval, o mais pagão dos blocos só põe o pé na folia depois de ungido.

 

Os soteropolitanos sabem cultuar seus tesouros. Sempre que caminho no Pelourinho lamento a devastação do patrimônio colonial carioca.

 

O Rio de Janeiro decepou o morro do Castelo, lugar de sua fundação. Em 1921, a faraônica obra de remoção deu um drástico fim à favelização do local. Hoje, a ladeira da Misericórdia, antigo acesso até a igreja dos Jesuítas, termina em um abismo em linha reta tomado por mato. É tudo o que sobrou do berço dos cariocas.

 

No momento, Salvador enfrenta o milagre da multiplicação de prédios de 30 andares, estilo paulista, avançando pela orla como ocorreu na Barra da Tijuca. As cidades tendem a se perder quando assaltadas por corridas imobiliárias, mas a capital parece resistir ilesa.

 

Ao menos quando vista do mar no primeiro dia do ano, entre o farol da Barra e o do Humaitá, seguindo o trajeto da procissão do Bom Jesus dos Navegantes.

 

Acordei cedo para acompanhar a galeota que leva as imagens de Jesus e Maria entre a basílica da N.S. da Conceição da Praia e a igreja da Boa Viagem.

 

O hino do Bonfim, na voz juvenil de Gil e Caetano, abriu os trabalhos para, em seguida, ceder o trono para o arrocha.

 

A romaria é uma invenção grandiosa que envolve a população, a geografia e as águas cristalinas da baía de Todos os Santos.

 

Levei na mala o livro de Nelson Motta sobre a juventude de Glauber Rocha. Só agora entendo o grau da amizade entre o cineasta e João Ubaldo Ribeiro. Que turma. Fala-se muito da sensualidade e da expansividade dos baianos, mas um dos grandes traços daquela terra é o seu refinamento intelectual.

 

Paulo César de Souza, cuja recomendada tradução do alemão de “Assim Falou Zaratustra” acaba de ser lançada pela Cia. das Letras, mora lá. Paulo é discreto, lembra Antonio Cicero, e em nenhum momento se vangloria, ou mesmo deixa transparecer a dimensão do seu saber. A razão, na Bahia, é uma prática tão espontânea quanto a fé. E o sexo.

 

No documentário “Caverna dos Sonhos Esquecidos”, de Werner Herzog, sobre as pinturas paleolíticas da caverna Chauvet, na França, o antropólogo Jean Clottes diz que o termo Homo sapiens não define bem o que somos. Homo espiritualis, na sua opinião, seria mais adequado.

 

A caverna Chauvet era um templo destinado à realização de cultos. Seus desenhos datam de 30 mil anos atrás. É um dos mais antigos sítios arqueológicos dessa natureza de que se tem notícia.

 

Ali, foram lapidados o sentido da representação, a arte, a música, o espírito e a fluidez da alma, a grande revolução que catapultou o abrupto desenvolvimento do homem moderno. A Bahia é a caverna Chauvet do Brasil, ainda em atividade. Ai que recalque que eu tenho de não ser Homo bahianus.”


Fotografia de Dilma recebe prêmio internacional

A fotografia acima é de Wilton de Sousa Júnior, da Agência Estado, e acabou vencedora do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha. A imagem foi captada pelas lentes do brasileiro durante solenidade em Resende (RJ), em 20 de agosto. Era a cerimônia de entrega de espadins a cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras. À época, lembra o fotógrafo, a presidenta Dilma Rousseff estava aturdida pela sequência de ministros acusados por corrupção.

Ebateca realiza o maior espetáculo do ano.

A escola de ballet Ebateca, de Luís Eduardo Magalhães, apresentou neste dia 4 de dezembro o espetáculo “Tinker Bell e o Tesouro Perdido”, no salão do Quatro Estações, com coreografias de Ana Carolina Neto e Jefferson Florêncio e direção geral de Zandra Brandão. Afirma Zandra: “Foi um espetáculo único, que com certeza  foi privilégio daqueles que fizeram e, hoje, fazem a nossa história.” Mais de 600 pessoas estiveram presentes ao espetáculo, que com contou com apresentações de dezenas de alunos.

Ebateca de Luís Eduardo prepara seu maior espetáculo.

A escola de ballet Ebateca, de Luís Eduardo Magalhães, apresenta neste dia 4 de dezembro o espetáculo “Tinker Bell e o Tesouro Perdido”, no salão do Quatro Estações, com coreografias de Ana Carolina Neto e Jefferson Florêncio e direção geral de Zandra Brandão. Afirma Zandra: “Trata-se de um espetáculo único, que com certeza  será privilégio daqueles que fizeram e, hoje, fazem a nossa história.”

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Ebateca de Luís Eduardo prepara seu maior espetáculo.

A escola de ballet Ebateca, de Luís Eduardo Magalhães, apresenta neste dia 4 de dezembro o espetáculo “Tinker Bell e o Tesouro Perdido”, no salão do Quatro Estações, com coreografias de Ana Carolina Neto e Jefferson Florêncio e direção geral de Zandra Brandão. Afirma Zandra: “Trata-se de um espetáculo único, que com certeza  será privilégio daqueles que fizeram e, hoje, fazem a nossa história.”

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Ebateca de Luís Eduardo prepara seu maior espetáculo.

A escola de ballet Ebateca, de Luís Eduardo Magalhães, apresenta neste dia 4 de dezembro o espetáculo “Tinker Bell e o Tesouro Perdido”, no salão do Quatro Estações, com coreografias de Ana Carolina Neto e Jefferson Florêncio e direção geral de Zandra Brandão. Afirma Zandra: “Trata-se de um espetáculo único, que com certeza  será privilégio daqueles que fizeram e, hoje, fazem a nossa história.”

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O Hino Nacional a 12 mãos, um momento especial dos Jogos Militares.

Orgulha-se do seu Hino pátrio? Então vai gostar de ver este vídeo, com Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres, Amilton Godoy e Antonio Adolfo tocando juntos ao piano. Veja e ouça e depois comente. A TV Brasil enrola um pouco na apresentação, com um comentarista meio ou muito afetado, mas vale a pena baixar todo o vídeo e até mandar o link para os amigos. 

Grandes pintores, grandes museus.

RembrandtSe você quer sair da mesmice e não pode visitar, por ora, os grandes museus da Europa e Estados Unidos, largue um pouco essas bobagens de twitter, msn, facebook e faça um tour virtual, conhecendo as obras dos grandes pintores no portal da BBC, como esta do renascentista Rembrandt.

Houve um tempo em que um certo charme era fundamental.

Na foto, o dramaturgo Arthur Miller, talvez o mais importante do século XX, durante seu curto casamento com a bombshell Marilyn Monroe. Quer ver uma sequência de fotos sensacionais com celebridades da época áurea de Hollywood? Clique aqui. Lamentável que as legendas sejam em russo. Mesmo assim, vale a pena.

Léli Marques faz a festa durante Bahia Farm Show.

A cantora Léli Marques, especialista em MPB,  tem agenda cheia durante a Bahia Farm Show: no dia 1º de junho, às 16 horas, canta para as esposas dos clientes Agrosul, no recinto da feira, às 16 horas. Às 19h30m, abrilhanta o encontro de clientes no estande da Galvani. No dia seguinte, a a vez do estande da Lavrobrás, nas dependências da empresa. No dia 3, show “Léli Marques Acústico”, no Huba Stribe Beer, às 22 horas. Léli tem também uma agenda de shows para o dia dos namorados e outros eventos, que em breve será divulgada.

O poema do buraco, mais uma genialidade explícita de Durval Nunes.

O poeta, ficcionista e contador de causos Durval Nunes cometeu este poemeto que tão bem definiu o que vai no coração dos barreirenses. Durval é literato com letra maiúscula e um dos maiores entendedores da grande alma do sertão baiano.

Buraco, cova, cavada, no cemitério, é jazigo;
caçapa, se na sinuca; cacimba, se no sertão;
Se for bem fundo no chão vira um poço de petróleo,
que só sobe por pressão.

Mas, se for uma cisterna serve pra matar a sede;
Se muitos e amarrados já são chamados de rede.
Se na ponta do nariz nos ajudam a respirar,
mas dos lados da cabeça servem também pra escutar.

Os dos olhos estão cegos, não nos deixam enxergar
que os furos desta urbe não são apenas no chão:
Tem buraco na Saúde, buraco na Educação,
buraco no Carnaval, buraco na Exposição…
tem buraco nos salários dos que recebem tostões,
mas, pra patota da Casa, do erário jorram milhões.
Onde a Câmara e a Justiça, o MP e o povão?
Processos engavetados na capital da Bahia
ao custo de muita grana que sai da nossa mesada:
O buraco vai ficar maior que Serra Pelada.

A espetacular Jane Monheit em Cheek-to-cheek, especial para quem tem mais de 50.

A sensualíssima Jane Monheit cria em cima do clássico “Cheek-to-cheek”, de Irving Berlin. Jane, norte-americana de Long Island, que tem 34 anos, faz carreira há menos de 12, mas já é um hit do jazz americano. Em 2007, lançou um CD com ênfase no tempero brasileiro.

Quem ainda se habilita para dançar de rosto colado, como antigamente?

Ebateca classificada em festival mundial de dança

A escola de dança Ebateca, que tem uma de suas unidades em Luís Eduardo Magalhães, participou, no final de março, do festival YAGP, em Nova Iorque, classificando-se com uma das 12 melhores coreografias em conjunto, com o tema “Masquerade”. Natália Kerner, uma das componentes da Escola, ganhou uma bolsa de estudos para o principado de Mônaco.

Clique na imagem para ampliar. E quando abrir em outra guia, clique mais uma vez para ver detalhes.

Ícones do passado.

Antes da internet e dos satélites, a expressão artística do mundo se disseminava pelo cinema, pelo rádio e pelas revistas. Veja fotos espetaculares dos ídolos do século XX, clicando em The Impossible Cool. E compare-as com os ídolos de hoje, Justin Biba, Lady Gaga e Amy Whinehouse. Na foto, Federico Fellini e Giuletta Massina, ele o famoso diretor de Amacord e ela atriz em “A Estrada da Vida”.

Nova secretária de Cultura em Luís Eduardo Magalhães.

Ana Célia Alves foi nomeada ontem Secretária de Cultura do Município de Luís Eduardo Magalhães. A titularidade da Secretaria estava vaga desde a saída de Teresa Nemoto para a Secretaria de Governo. Desmembrada da pasta do Lazer, hoje fazendo parte da secretaria dos Esportes, a Secretaria de Cultura desenvolveu nos dois primeiros anos do Governo Santa Cruz uma intensa programação cultural.

Carnaporto tem atrações especiais este ano.

Uma megafesta animada pelos principais nomes da música baiana e de quebra a vertente sertaneja! É assim que vai ser o Carnaporto 2011, que acontece nos dias 09, 10 e 11 de março, na Arena Axé Moi, em Porto Seguro. A festa começa na quarta-feira de Cinzas e se prolonga até a sexta-feira, atraindo foliões de todo o Brasil.

A cada noite três atrações se revezarão no trio elétrico e no palco, num mix sensacional de bandas. A abertura, dia 09 de março, contará com shows de Alexandre Peixe, Jorge & Mateus (Elétrico no Trio) e Cheiro de Amor. No dia 10, é a vez de Timbalada, Jammil e Parangolé. Na última noite da folia, a Arena Axé Moi abre suas portas para o Araketu, Claudia Leitte e Tomate.

Realizado pela primeira vez em 1997, o Carnaporto – Carnaval Prolongado de Porto Seguro se consolidou no cenário nacional como um dos mais importantes eventos de Carnaval do Brasil, tendo como atrações grandes nomes da música baiana. E é considerado atualmente como uma das grandes micaretas do Brasil, contando com o patrocínio da PETROBRÁS, Governo Federal e Skol.

Desembarca um gênio.

Desembarcou desta nave mãe, ontem, em Brasília, o jornalista, diagramador, poeta e analista do improvável, Reynaldo Jardim. Ele reformou vários jornais brasileiros e me ensinou, em rápidas conversas de 15 minutos, mais do que em quatro anos de faculdade. Veja a instigante biografia de Jardim aqui e aqui.

Um momento excepcional de Davis e Coltrane.

Miles Davis e John Coltrane, ainda novinhos,  em solo de trumpete e sax.  A música negra norte-americana desaguou em blues, jazz e soul. A nossa, em samba, avenida e -credo!-  axé.

Sussuarana

Só para provar que a Bahia não é só axé & rebolations, as duas maiores cantoras dividem o palco: Maria Bethânia e Nana Caymmi. “Sussuarana”, música de Reckel Tavares e Luiz Peixoto. Não bastassem as duas grandes interpretações, o dueto, no final, é ímpar.