
De Luís Nassif, no jornal GGN e jornal El País, com edição de O Expresso.
O primeiro-ministro rejeita acusação de fraude e suborno por supostamente favorecer a principal empresa de telecomunicações do país
A Polícia de Israel recomendou neste domingo o indiciamento do primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, por fraude e suborno. A decisão deverá ser tomada pela Procuradoria-Geral. Netanyahu é suspeito de beneficiar o conglomerado de telecomunicações Bezeq, o que poderia ter gerado milhões de dólares ao grupo, em troca de uma cobertura favorável no site de notícias Walla. Para a esposa do primeiro-ministro, Sara Netanyahu, os investigadores recomendam a acusação de “obstrução” da Justiça.
Entre 2012 e 2017, o primeiro-ministro e seu entorno “interferiram no conteúdo publicado pelo site de notícias ‘Walla’ e tentaram influir na nomeação de pessoas”, explicou a Polícia. O objetivo era a publicação de “fotos e artigos positivos e suprimir o conteúdo crítico contra o primeiro-ministro e sua família”, indica a nota, que resume as conclusões da investigação.
Netanyahu rejeitou as conclusões. “Tenho certeza de que neste caso as autoridades competentes, após terem examinado a questão, chegarão à mesma conclusão: não houve nada porque não há nada”, escreveu o primeiro-ministro numa declaração.
Durante a reunião semanal do Governo neste domingo, os ministros do Likud (direita), o partido de Netanyahu, expressaram seu apoio ao chefe de Governo. “Muito obrigado, mas vocês têm que levar esse assunto mais a sério do que eu”, respondeu ele. Na oposição, o líder dos trabalhistas, Avi Gabbay, pediu a renúncia de Netanyahu.
Em fevereiro, a Polícia recomendou o indiciamento do primeiro-ministro em outros dois casos. No primeiro, suspeita-se de que Netanyahu e alguns membros de sua família tenham recebido até um milhão de shekels (cerca de um milhão de reais), além de charutos, champanhe e joias por parte de pessoas muito ricas em troca de favores financeiros ou pessoais. No segundo caso, os investigadores acreditam que o primeiro-ministro tentou fechar um acordo com o dono do jornal Yediot Aharonot, um dos mais importantes de Israel, para conseguir uma cobertura mais favorável sobre sua gestão.

Os gaúchos contam, há muito tempo, um “causo” engraçado, que ilustra bem que a virtude e os bons sentimentos podem ser sempre relativizados.

O caro leitor por acaso pensa que a adesão dos vereadores de Luís Eduardo Magalhães (são 12 de um total de 15 legisladores) ao Prefeito é feita pelos belos olhos morenos de Oziel Oliveira?














A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) recomenda atenção por parte de empresários réus em ações judiciais cíveis, em relação à possibilidade de ter suspensa a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) – e até mesmo o passaporte. 



















Segundo informações da ONG SOS Animais de Rua, responsável por denunciar o caso de maus-tratos às autoridades locais, há pelo menos duas semanas não ocorre mais o confinamento dos animais no local, no entanto, as carretas com jumentos continuam a chegar. “Elas chegam sempre às 5h, estão trazendo jumentos ainda para abater aqui. Queremos que isso pare, os animais têm o direito de viver livres e têm de ser mantidos em local seguro. Do jeito que vai esses abates, logo eles estarão em risco de extinção”, declarou a ambientalista da ONG, Solange Oliveira.
Artigo de revista britânica é intitulado ‘Jair Bolsonaro, a mais recente ameaça da América Latina’: pavimento do caminho para uma coisa pior. (Reprodução)



