Com a temperatura se mantendo estável, numa pré-temporada de chuvas senegalesca, o instituto Climatempo está prevendo precipitação de 42 mm, para o dia 4 de novembro, um sábado, e 20 mm para rebater no domingo.
A temperatura nesses dois dias iniciais de novembro cai bastante, para perto de 30º C, com mínimas de até 15º C. No entanto, o calor volta e a umidade do ar cai rapidamente, até o início efetivo das chuvas no final de dezembro.
No próximo ano, melhor será tirar férias em outubro e procurar locais mais amenos, como a Patagônia argentina, por exemplo, onde as temperaturas máximas são de 20ºC e mínimas de 7ºC.
Depois da vitória suada contra o Criciúma na tarde de hoje, os matemáticos mais fanáticos entre os torcedores colorados dizem que um novo triunfo, frente o Ceará, no dia 28, encaminha a classificação do time gaúcho à Série A.
O importante é ser campeão. Com folga de 5 pontos, 3 vitórias e 10 gols de saldo, o Internacional precisa consolidar o único título que ainda não tem, o de campeão da Série B.
Na verdade já existe uma movimentação, no Beira Rio, para montar uma grande equipe para 2018. E retomar o caminho de glórias, classificando-se para a Libertadores.
De acordo com uma denúncia apresentada no Corpo de Bombeiros, um aluno invadiu o Colégio Goyases em Goiânia, capital de Goiás e teria atirado contra estudantes, deixando pelo menos duas crianças mortas e cinco feridas. As vítimas e o atirador, todos do 8º ano do fundamental, tinham 13 anos.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro vítimas foram levados para hospitais próximos e uma foi resgatada pelo Grupo de Radiopatrulha Aérea.
O suspeito, filho de militares, seria um aluno do próprio colégio que sofria bullying dos colegas e estudava no 8º ano. Ele foi detido pela Polícia após a ação. Com ele foi encontrada uma pistola .40, privativas das policiais, provavelmente do Pai, um major da Força Pública de Goiás.
As polícias civis de 17 estados prenderam 82 pessoas na manhã de hoje (20) durante a megaoperação Luz na Infância, de combate à pedofilia, feita em parceria com a Polícia Federal. As prisões foram em flagrante, resultantes do cumprimento de 92 mandados de busca e apreensão em 24 estados e no Distrito Federal.
Segundo o Ministério da Justiça e Cidadania, os presos em flagrante são suspeitos de disseminar pornografia infantil e pedofilia na internet e, em alguns casos, eles eram também os responsáveis pela produção do material.
A operação é considerada uma das maiores do mundo no combate à pedofilia e envolve 1,1 mil policiais. O trabalho de investigação durou seis meses. A Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública contou a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos.
Até o momento, foram presas quatro pessoas no Distrito Federal, uma no Espírito Santo, oito em Goiás, duas no Maranhão, oito em Minas Gerais, duas no Pará, duas na Paraíba, duas em Pernambuco, seis no Pará, duas no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Norte, duas em Rondônia, oito no Rio Grande do Sul, três em Santa Catarina, três em Sergipe, 25 em São Paulo e duas em Tocantins.
Ao contrário do que se anunciou anteriormente, também na Bahia foi realizada uma ampla operação.
A Polícia Civil de Salvador já conseguiu prender oito pessoas em flagrante durante a operação integrada denominada Luz na Infância, maior ação da história de combate à pedofilia, deflagrada, na manhã desta sexta-feira (20).
Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros do Stiep, Chame-Chame, Pituba, Barbalho, Barroquinha, Itapuã, Coutos e Caminho de Areia. Setenta e seis policiais civis, em 21 viaturas, estão envolvidos nesta operação.
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito contra o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).
Ele atendeu a pedido feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no dia 5 de outubro.
O procedimento vai investigar a participação do parlamentar na ocultação de R$ 51 milhões encontrados no “bunker” atribuído a seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, localizado em Salvador.
No pedido, Dodge afirmou que, “mais do que indícios, há prova”. A autorização foi dada por Fachin em 11 de outubro. “A instauração de inquérito criminal pressupõe indícios mínimos de materialidade e autoria de fato definido como crime”, diz a Procuradora.
Se o Gordinho pegar uns dois anos de cadeia, comendo só aquela marmitinha de 500 gramas e arroz azedo, vai emagrecer na marra. Sai da Papuda fininho, barriga de tanquinho e vai agradar muito mais gregas e troianas.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na noite de hoje (18) por 39 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.
Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência também são citados na denúncia pelo crime de organização criminosa.
O placar inferior ao registrado na apreciação da denúncia anterior já era esperado pelo governo. Após uma manobra do PSB, a líder do partido e aliada do Planalto, deputada Tereza Cristina (MS) foi substituída pelo oposicionista deputado Júlio Delgado (MG).
Com isso, a base governista teve dois votos a menos do que o registrado na votação do parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). Naquela ocasião, 42 deputados foram favoráveis ao parecer que também recomendava a rejeição da denúncia.
Neste domingo (15), as temperaturas em Brasília registraram recorde de 37,3ºC e os reservatórios o pior nível do ano: 12,1% no Descoberto e 26,3% no de Santa Maria. A Capital e municípios do entorno já estão sofrendo racionamento.
Em outubro de 2015, a barragem do Descoberto tinha acumulado mais de 53% do seu volume e Santa Maria mais de 80%. Este ano até a água do Lago Paranoá, que recebe os esgotos do Plano Piloto e de outros bairros foi usada para distribuição, depois de tratamento, à população.
Sobradinho, no volume morto.
A leitura do dia de ontem, 17, segunda-feira, informava que o reservatório da hidrelétrica de Sobradinho estava em apenas 3,8% de sua capacidade. Ainda esta semana, respeitada a vazão de 550 m³/segundo, a barragem deve entrar no volume morto e então a barragem verterá apenas o volume d’água que o rio São Francisco depositar diariamente, entre 290 e 250 m³/segundo, menos a grande quantidade evaporada no espelho d’água.
Como estão previstas chuvas significativas somente no final do ano na bacia do São Francisco, o rio poderá diminuir ainda mais o fluxo e até interromper a vazão para montante – para a foz – onde milhares de pessoas, em quase uma centena de municípios, usam suas águas para dessedentação animal, humana e pequenas lavouras irrigadas.
A barragem da hidrelétrica de Três Marias, em Minas Gerais, usada para regular a vazão do rio São Francisco está apenas com 10% de sua capacidade.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de prévia para o Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,38% em agosto na comparação com julho, informou o Banco Centra nesta quarta-feira (18/10).
Por outro lado, análise do nível de emprego diz que as grandes empresas fecharam 29% das vagas nos últimos 12 meses.
Vamos ter que procurar de lupa as melhorias dos índices econômicos propagandeados por Michel Temer. Os únicos indicadores que crescem no País são os preços dos derivados de petróleo e a Bolsa de Valores, reduto tradicional da especulação.
O Ministério Público Federal (MPF) em Angra dos Reis (RJ) solicitou a execução de sentença que condenou o apresentador de TV Luciano Huck a retirar as boias que impedem o acesso à sua casa na Ilha das Palmeiras, bem como ao pagamento de indenização no valor de R$ 40 mil por danos morais coletivos em decorrência da degradação ao meio ambiente.
O apresentador, que alegava que o cerco se destinava à maricultura, foi condenado em 2011 à retirada do dispositivo a partir de ação movida pelo MPF. Para a instituição, o apresentador usava de um pretexto para legitimar a apropriação de bem de uso comum do povo. Após uma série de recursos negados pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região, a sentença transitou em julgado em 1º de agosto de 2017, data a partir da qual não cabe mais recurso. Por isso, o MPF pede a intimação de Huck para comprovar o cumprimento da determinação judicial.
No requerimento de execução, o MPF pede, além da comprovação da retirada da estrutura de boias e da aplicação da indenização de R$ 40 mil, que também seja calculado o valor da multa devida em função do descumprimento da decisão liminar concedida pela Justiça Federal em 2010.
Não são só molas que se quebram nos redutores de velocidade. Nesta foto do blogbraga, o registro de mais um acidente ocasionado em quebra-molas sem sinalização
A grande maioria das ondulações transversais colocadas nas ruas de Luís Eduardo Magalhães estão irregulares, conforme a norma do CONTRAN na resolução Nº 600 de 24 de maio de 2016. A resolução estabelece os padrões e critérios para a instalação de ondulação transversal (lombada física) em vias públicas, disciplinada pelo parágrafo único do art. 94 do Código de Trânsito Brasileiro e proíbe a utilização de tachas, tachões e dispositivos similares implantados transversalmente à via pública.
Acontece que a norma prevê placas anteriores aos quebra-molas, avisando da velocidade máxima, a sinalização horizontal e a sinalização vertical no local escolhido para o redutor. Na rua São Francisco, só para citar o exemplo mais gritante, nenhuma das mais de uma dezena de ondulações está sinalizada, tanto na vertical como na horizontal. E pior: cada quebra-mola tem um tamanho e uma altura diferente, surpreendendo os motoristas.
Duas irregularidades: redutor sem sinalização em frente a uma guia rebaixada.
Até os redutores colocados na avenida JK, quase na esquina com Salvador, carecem de sinalização horizontal.
Na avenida Salvador, no sentido norte, existe um grande quebra-molas. Ali foram colocados três sinais anteriores à ondulação, mas não avisam a quantos metros estará o obstáculo.
Duas irregularidades: redutor sem sinalização em frente à guia rebaixada do posto
Se existe uma Secretaria de Segurança e Trânsito, que é tão rigorosa com os motoristas da cidade, deveria existir também rigor na sinalização do trânsito.
Veja o artigo da resolução do CONTRAN que trata da sinalização:
Art. 6º A colocação de ondulação transversal na via só será admitida se acompanhada da devida sinalização viária, constituída no mínimo de:
I – Placa com o sinal R-19 – “Velocidade Máxima Permitida”, regulamentando a velocidade em 30 km/h, quando se utilizar a ondulação TIPO A, e em 20 km/h, quando se utilizar a ondulação transversal TIPO B, sempre antecedendo o dispositivo;
II – Placa com o sinal de advertência A-18 – “Saliência ou Lombada”, antes da ondulação transversal, colocada de acordo com os critérios estabelecidos pelo Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Volume II – Sinalização Vertical de Advertência, do CONTRAN, conforme exemplo constante do ANEXO IV da presente Resolução;
III – Placa com o sinal de advertência A-18 – “Saliência ou Lombada” com seta de posição, colocada junto à ondulação, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Volume II – Sinalização Vertical de Advertência, do CONTRAN, conforme exemplo constante do ANEXO IV da presente Resolução;
IV – Marcas oblíquas, inclinadas, no sentido horário, a 45º em relação à seção transversal da via, com largura mínima de 0,25m, pintadas na cor amarela e espaçadas de no máximo de 0,50 m, alternadamente, sobre o dispositivo, admitindo-se, também a pintura de toda a ondulação transversal na cor amarela, assim como a intercalada nas cores preta e amarela, no caso de pavimento que necessite de contraste mais definido, conforme desenho constante do ANEXO IV, da presente Resolução.
Neste local um prosaico pé de mamona assinala a existência de um quebra-nolas. A sujeira no que seria o passeio e no leito da rua Paraíba é só mais um detalhe.Os riscos no quebra-molas denotam a irregularidade na altura.Em frente à escola: tanto o redutor quanto a faixa perderam a pintura em face da negligência do poder público.
O senador demista Ronaldo Caiado, líder da bancada ruralista do Congresso, caiu de uma mula e vai ficar 15 dias no estaleiro. A mula passa bem e nem sequer foi internada.
Enquanto isso, as previsões de que Aécio Neves, o líder da bancada do golpe, vai cair do seu cavalinho são cada vez mais comentadas nos corredores parlamentares.
Também corre risco de plantar um belo pé de goiabeira, estatelando-se no chão, o atual residente do Palácio Jaburu, doutor Michel Temer.
Parece que ele perdeu muitos companheiros não pagando os deputados da primeira denúncia e agora está complicado, nesta segunda denúncia, comprar novamente.
Só estão aceitando dinheiro ao vivo para gastar na campanha eleitoral de 2018. Esse negócio de emendas e promessas de vantagens não estão com nada entre os congressistas.
Segundo estudo da Embrapa Soja, em temporadas como a atual, com déficit hídrico em boa parte das regiões produtoras, o método não é recomendado
Por Daniel Popov, de São Paulo, para o Soja Brasil
Um estudo aprofundado realizado pela Embrapa Soja testou alguns métodos de semeadura da oleaginosa, entre elas, o plantio em fileiras duplas. Este modo, muito usado nos Estados Unidos, consiste em duas fileiras com espaçamento mais curto que o normal entre elas, e uma distância maior para o outro conjunto de fileiras, como na imagem que ilustra esta notícia. Entretanto o método perde produtividade quando em anos com muitos déficits hídricos, aponta a entidade.
No Brasil, a técnica de fileiras duplas tem sido usada em algumas culturas, como a cana-de-açúcar, o amendoim e a mandioca, visando, principalmente, maior rendimento da operação de colheita. Nos EUA, há produtores de milho e soja que utilizam esse espaçamento, com o objetivo de aumentar a produtividade e garantir maior facilidade nos tratos culturais.
Na cultura da soja, teoricamente, as fileiras duplas proporcionam maior penetração de luz e produtos aplicados por meio de pulverização entre os pares de fileira, o que poderia melhorar o controle de doenças e insetos-praga, e também gerar ambiente menos favorável às doenças. Além disso, poderia estimular a ramificação no sentido do maior espaçamento, aumentando a produção por planta via aumento do número de vagens nos ramos.
A Embrapa, juntamente com instituições parceiras, testou essa técnica nas últimas cinco safras, em várias regiões, cultivares (com diferentes arquiteturas de plantas), épocas de semeadura, população de plantas e níveis de fertilidade.
Foram avaliadas fileiras duplas com espaçamentos de 20 centímetros entre fileiras dentro da fileira dupla e 45 centímetros entre as fileiras duplas. Há ainda quem prefira uma distância maior entre as fileiras duplas, de 80 centímetros.
Resultado dos testes
Em geral, a produtividade de grãos com o uso de fileiras duplas foi similar ao espaçamento tradicional (45 a 50 cm). “Este espaçamento maior propicia, em tese, maior incidência de luz e facilidade de entrada dos agrotóxicos nas plantas. Mas isso não inibiu o surgimento de doenças, por exemplo, o que foi uma decepção”, explica Alvadi Balbinot, pesquisador da Embrapa. “Todos achávamos que os resultados seriam ainda melhores. Por isso vamos seguir estudando esta técnica, para ver os resultados em longo prazo.”
Em situações de déficit hídrico, observou-se menor produtividade com uso de fileiras duplas, possivelmente em função da maior perda de água via evaporação. Constatou-se aumento da penetração de produtos aplicados via pulverização entre os pares de fileiras, porém a penetração entre as fileiras que formam o par reduz expressivamente, em função da maior proximidade.
Os efeitos dessa técnica sobre a incidência de doenças, como mofo-branco e ferrugem asiática, e insetos-praga precisam ser mais bem investigados. Adicionalmente, uma desvantagem relevante da prática é a infestação de plantas daninhas entre os pares de fileiras.
Paulo Roberto da Silva Neiva Júnior, Osvaldo Conceição da Silva e mais um companheiro, o rapaz conhecido como Devair, de camisa turquesa na foto, foram presos pela Polícia Militar e apresentados, agora à tarde, na Delegacia de Polícia Judiciária de Luís Eduardo Magalhães. Devair também é acusado de emprestar a arma para o assalto da dupla Paulo e Osvaldo.
Os dois primeiros foram identificados como os assaltantes da Power Celulares no início desta semana que passou. Na fuga, levaram uma moto Honde Pop 100 cc NTT-0690.
Também estava na posse dos rapazes 1 dos 30 aparelhos roubados na loja. Os bandidos não quiseram dizer onde estava escondida a arma usada no assalto.
Abaixo, a identificação positiva dos assaltantes através das câmeras da loja.
Certamente o período de 2017/2018 não será de grandes cheias como no Alto São Francisco
No dia 26, quinta-feira da semana posterior a esta que se inicia, tem uma previsão de chuva com 60% de possibilidade. Mas olha a quantidade de chuva: 5 mm. Passados mais três dias, outra oportunidade de chuva, com 80% de possibilidade, mas com apenas 1 mm, isto é, nada. Enquanto isso, o rio São Francisco está transformado em um pequeno ribeirão. No reservatório da hidrelétrica de Sobradinho a água residual é de apenas 4%.
Ainda lembro: nos anos 80, a chuva das flores anunciava a primavera em setembro e nos primeiros dias de outubro caia água que Deus mandava, parando apenas para um veranico em fevereiro e chovendo com gosto em março até meados de abril.
Veja os grandes períodos de seca no Nordeste, relacionados pela revista Super Interessante:
1723/1727 Essa foi uma das primeiras grandes secas registradas que atingiu a região Nordeste – principalmente a área em que, na época, ficava a Capitania de Pernambuco. Grupos de índios fugiram das serras e invadiram fazendas. Além da seca, uma peste assolou a região no mesmo período, causando uma enorme mortalidade nas populações mais frágeis, especialmente os escravos.
1776/1778 Essa foi mais uma seca combinada com um surto de doença, no caso, a varíola. A taxa de mortalidade foi altíssima, não só de pessoas, mas também de animais, principalmente o gado. A solução encontrada pela Corte Portuguesa foi repartir as terras adjacentes aos rios entre os povos flagelados.
1877 / 1879 Essa seca, que atingiu todo o Nordeste, mas especialmente o Ceará, causou a morte de 500 mil pessoas. O fenômeno também gerou uma grande migração: 120 mil nordestinos fugiram para a Amazônia e 68 mil partiram para outros estados brasileiros. O governante na época, o Imperador Pedro II, visitou o Nordeste e prometeu vender até a última joia da Coroa para amenizar o problema. Não preciso nem dizer que o pessoal está até hoje esperando essa grana…
1919/1921 Essa seca muito grave, que atingiu principalmente o sertão de Pernambuco, fez aumentar muito o êxodo rural do Nordeste. A imprensa e a opinião pública pressionaram e exigiram uma atuação eficaz do governo para resolver o drama das famílias afetadas. Com isso, em 1920 foi criada a Caixa Especial de Obras de Irrigação de Terras Cultiváveis do Nordeste Brasileiro, mantida com 2% da receita tributária anual da União. Apesar disso, nada foi feito para efetivamente resolver o problema.
1934/1936 Essa foi uma das maiores secas enfrentadas pelo Brasil (que se tem registro). O longo período de estiagem não ficou restrito ao Nordeste: além de afetar nove estados na região, Minas Gerais e São Paulo também sofreram com a falta de chuvas. Depois disso, o problema no sertão nordestino passou a ser encarado como um problema nacional.
1963/1964 A seca que começou em 1963 foi gravíssima. A estiagem bateu recordes em várias estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. Até a Amazônia sofreu com falta de chuva. Além disso, uma onda de calor muito forte assolou o país.
1979/1985 Essa foi uma das secas mais prolongadas da história do Nordeste: durou 7 anos. O auge do problema foi em 1981. Na época, o ditador-presidente João Figueiredo chegou a fazer uma declaração dizendo que só restava rezar para chover. A estiagem deixou um rastro de miséria e fome: lavouras perdidas, animais mortos, saques à feiras e armazéns por uma população faminta e desesperada. No período, 3.5 milhões de pessoas morreram, a maioria crianças sofrendo de desnutrição.
1997/1999 A década de 90 sofreu com os efeitos do fenômeno El Niño, que causa o aumento das temperaturas das águas e traz várias consequências para o clima – entre eles, o agravamento de secas no Nordeste. A seca do final dessa década foi terrível. Foram 5 milhões de pessoas afetadas, saques a depósitos de comida devido às mortes de animais e lavouras perdidas. A seca foi tão grave que Recife passou a receber água encanada apenas uma vez por semana.
2001 A seca de 2001 foi um prolongamento do período de seca do final da década de 90, que teve uma trégua em 2000. O Rio São Francisco sofreu com a pior falta de chuvas de sua história, causando uma diminuição drástica do volume de suas águas. Para piorar a situação, a falta de chuvas em todo o Brasil contribuiu para a pior crise energética que o país já viveu, somando a estiagem prolongada à falta de investimentos no setor.
2007/2008 Em 2007, ocorreu a pior seca da história no norte de Minas Gerais, região do estado de clima semiárido. Não choveu nada entre março e novembro de 2007 e as precipitações abaixo da média continuaram durante o ano seguinte. No total, foram 15 meses de estiagem. Durante o período, foram registrados quase 54 mil focos de incêndio e mais de 190 mil mortes de cabeças de gado. Centenas de municípios decretaram estado de emergência.
Ao que tudo indica estamos em meio a uma das grandes crises hídricas do Nordeste. Praticamente não choveu em 2014, 2015 e 2017 se avizinha como um dos piores anos de precipitação pluviométrica do Nordeste, com exceção de uma franja, maior do que o normal, ao longo do litoral.
Lasier foi contra a decisão do STF de punir Aécio, avançando sobre prerrogativas constitucionalmente atribuídas ao Congresso, mas não tem dúvida alguma quanto à necessidade de afastá-lo da vida pública. O senador já tinha votado contra o tucano na CCJ. Ele foi um dos 4 votos derrotados (11 x 4). Foi o que a assessoria de Lasier disse ontem ao jornalista gaúcho Políbio Braga.
O senador Lasier Martins, PSD do RS, fazendo jogo de palavras sobre a votação da semana que vem que salvará o mandato de Aécio Neves:
– Vai prevalecer o espírito de porco.
Lasier Martins referia-se ao espírito de corpo, que é como as pessoas costumam comportar-se quando se trata de defender interesses de categorias.
O Brasil é o País da piada pronta. Michel Temer, que conspirou com uma grande maioria de parlamentares do Congresso, com magistrados e burocratas dos mais diversos calibres para depor Dilma Rousseff, eleita por mais de 52 milhões de votos, agora acusa, aqui e acolá, delatores e até o ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot.
Em depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República (PGR), o doleiro Lúcio Funaro explicou como as propinas pagas por Joesley Batista, sócio da JBS, chegavam a lideranças do PMDB, como o ex-deputado federal Eduardo Cunha e o presidente Michel Temer.
De acordo com Funaro, o objetivo com a propina era obter créditos do FI-FGTS para Eldorado Celulose, empresa do grupo J&F. “Eu tinha uma conta interna com ele [Joesley], ele me creditou na conta corrente o valor da propina”, explicou o delator.
Registrado no dia 23 de agosto deste ano, o depoimento foi divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, nesta sexta-feira (13). Nas gravações, Funaro afirma que 95% do que recebeu de Joesley foi por meio da emissão de notas fiscais.
Outro método era pagar boletos de supermercado ou de contas “que um doleiro que se chama Tony” o mandava.
“Ele cobrava um percentual e me entregava em dinheiro vivo. O dinheiro chegando na minha mão, eu distribuía para quem eu tinha que pagar – que, nesse caso, era o Eduardo Cunha”, delatou.
Identificado como operador de propinas do PMDB, Funaro era próximo do ex-presidente da Câmara. De acordo com o doleiro, era Cunha o responsável por fazer o repasse “para quem era de direito dentro do PMDB, as pessoas que apoiavam ele”, explicou, citando como destinatários o presidente Temer e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (RN).
Bolsonaro em continência à bandeira norte-americana. Além da sabujice explícita, militares brasileiros não prestam continência sem uniforme completo e cobertura. Errou duas vezes.
Jair Bolsonaro, o capitão do Exército que foi julgado por planejar atos terroristas e assinar artigos contra o governo, tinha programado 20 palestras para fazer nos Estados Unidos. Foi machista na primeira, racista na segunda.
Aí as outras 18 faculdades cancelaram alegando “goteira no auditório”.
Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM).
Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal.
Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.
Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o site DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez (veja abaixo):
“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.
O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só.
Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro.
Mas não foi.
O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não serem satisfatórias.
Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado.
No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.
Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger.
“Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação.
As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.
“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.
Os deputados federais baianos gastaram, entre janeiro e setembro deste ano, R$ 11,9 milhões com cota parlamentar, utilizada para custear os gastos relacionados ao mandato deles.
Benito Gama, campeão
Em levantamento feito pelo Correio, o deputado Benito Gama (PTB) encabeça a lista dos que mais usaram a verba no período, com R$ 374,1 mil consumidos. O petista Valmir Assunção (R$ 366 mil) e o demista José Carlos Aleluia (R$ 365,1 mil) vêm em seguida.
Completam a lista dos ‘cinco mais’ Arthur Maia (PPS) e Mário Negromonte Jr. (PP), que desembolsaram, respectivamente, R$ 359,7 mil e R$ 352,4 mil.
Assunção, vice-campeão
Levando em conta a média dos nove meses, todos os cinco ultrapassaram o limite mensal de gastos na Bahia, que é de R$ 39,01 mil. As despesas com divulgação do mandato (R$ 3 milhões) e com passagens aéreas (R$ 2,5 milhões) foram as mais usadas.
No primeiro item, Uldurico Júnior (PV) usou R$ 204,6 mil e lidera a lista, seguido por Mário Negromonte Jr. (R$ 200 mil).
Nos bilhetes aéreos, a comunista Alice Portugal foi a que mais desembolsou recursos da cota parlamentar no período, com R$ 111,5 mil, seguida de Valmir Assunção (R$ 106,8 mil).
Três homens foram mortos em um confronto com policiais militares após tentarem escapar de uma barreira policial montada na BR-116, próximo da cidade de Jequié, no sudoeste da Bahia.
De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), os suspeitos, Sidnei Leal de Araújo, de 32 anos, conhecido como ‘Piá, o Barão do Pó’, Edvan Alves da Silva, 34, o ‘Didiu’, e Fabrício Félix Silva Ferreira, 30, estavam em um carro e, quando visualizaram os policiais, abandonaram um veículo e se esconderam em um matagal.
A SSP informou que os policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Central e do 19° Batalhão da Polícia Militar (Jequié) fizeram uma varredura pela área e os suspeitos dispararam contra a guarnição, que revidaram. No confronto, o trio foi atingido. Os suspeitos foram socorridos para o Hospital Geral Prado Valadares, mas não resistiram.
A obra de quatro quebra-molas, construídos fora das especificações, estão reduzindo a velocidade dos motoristas, mas também a vida útil dos carros, que mesmo dentro dos padrões de fábrica e sem peso adicional raspam o piso dos carros com estrondo.
Se o secretário de Segurança e Trânsito, Daniel Álvares, não foi fiscalizar os quatro quebra-molas na rua central do bairro Verde Vida, seria hora do legislador proponente da obra, Nei Vilares, dar uma passada por lá e olhar o que foi feito. Os quebra-molas estão completamente fora da especificação do CONTRAN.
Segundo resolução número 39/98 do CONTRAN os quebra-molas precisam ter as seguintes dimensões:
I – TIPO I (urbanos):
largura: igual à da pista, mantendo-se as condições de drenagem superficial;
comprimento: 1,50
altura: até 0,08m.
II – TIPO II( estradas):
largura: igual à da pista, mantendo-se as condições de drenagem superficial;
comprimento: 3,70m;
altura: até 0,10m.
Diz mais a resolução em seu quinto artigo:
Art. 5º As ondulações transversais são:
I – TIPO I: Somente poderão ser instaladas quando houver necessidade de serem desenvolvidas velocidades até um máximo de 20 km/h, em vias locais, onde não circulem linhas regulares de transporte coletivo;
II – TIPO II: Só poderão ser instaladas nas vias:
a) rurais (rodovias) em segmentos que atravessam aglomerados urbanos com edificações lindeiras;
b) coletoras;
c) locais, quando houver necessidade de serem desenvolvidas velocidades até um máximo de 30km/h.
A resolução é de 21 de maio de 1988, portanto nem o Secretário, nem o Vereador podem alegar desconhecimento de causa.
Pior: os quebra-molas já estão causando prejuízos, arrastando canos de descarga e danificando o piso de carros, o que não é uma exceção na cidade, onde quase nenhum redutor físico de velocidade está dentro da lei.
Outro exemplo gritante é de um quebra-molas que está situado na rua Paraíba, quase esquina com Edaleio Barbosa de Souza, também um arremedo completamente fora das especificações previstas em lei.
Vamos comprar uma régua escolar e uma trena de costureira para o Secretário e outras para o Vereador para quem eles possam medir com precisão os quebra-molas e colocar dentro da lei.
Não seria o caso do MP-BA manifestar-se também sobre os quebra-molas de Luís Eduardo Magalhães?
Em novembro de 2009, o então prefeito Humberto Santa Cruz iniciou a sua escalada de instalação de quebra-molas. E os dois primeiros, construídos na rua José Cardoso de Lima, eram verdadeiros colossos. Depois de reclamação de O Expresso, no outro dia Humberto mandou rebaixar o quebra-molas, também fora da especificação legal.
A bancada do Partido dos Trabalhadores no Senado retirou nove votos à apreciação da denuncia contra o senador Aécio Neves. A posição do PT, muito criticada pelos próprios companheiros de legenda, referia-se apenas à tese de que parlamentares precisam licença da casa legislativa para ser processados.
A origem da tese petista está no corpo dos últimos suspiros do parlamento durante a ditadura. A negativa da Câmara dos Deputados em dar licença para o processo do jornalista e deputado Márcio Moreira Alves, criou o golpe dentro do golpe e o fechamento do regime e do parlamento através do famigerado Ato Institucional número 5, o AI-5.
Vieram então os longos anos do arbítrio à descoberto, com suspensão das garantias individuais.
Com a saída da bancada petista, os prováveis votos de Aécio caem para 41, um a mais do que ele precisa para salvar a pele. Qualquer abstenção entre esses 41, pode fazer com que o Senador mineiro passe direto para as páginas da história do ostracismo político brasileiro.
O primeiro voo beneficiado com a mudança foi de uma aeronave da FAB e realizou um transporte de órgãos para transplante. Valter Campanato/Agência Brasil
As novas rotas no espaço aéreo brasileiro entraram em vigor hoje (12) com a implementação da chamada Navegação Baseada em Performance (PBN – Performance Based Navigation) realizada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). A medida permitirá a redução do tempo de voo no país e impactará em cerca de 300 mil voos por ano.
Com a redução dos tempos de viagem, as aeronaves diminuem o consumo de combustível e, consequentemente, os custos de voo. De acordo com os cálculos do Subdepartamento de Operações do Decea, a redistribuição dessas estradas do céu reduzirá o consumo de combustível das aeronaves em 2 mil toneladas por ano. Com isso, o correspondente a cerca de 6.500 toneladas de gás carbônico deixarão de ser despachados no céu.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), o primeiro voo beneficiado com a mudança realizou um transporte de órgãos para transplante e decolou de Dourados (MS) para Guarulhos (SP). Com as novas rotas, foi possível diminuir em 15 minutos o tempo de voo.
Cartas aeronáuticas
Ao todo, a redistribuição das rotas vai alcançar cerca de 1,8 milhão de Km2 de espaço aéreo brasileiro. Segundo a FAB, com a redução dos tempos de viagem, as aeronaves diminuem o consumo de combustível e, consequentemente, os custos de voo.
Para permitir as novas rotas foram confeccionadas mais de 300 novas Cartas Aeronáuticas (mapas aéreos), que revelam os traçados dos novos caminhos. Segundo a FAB, com as novas rotas foi possível diminui 1430 Milhas, o equivalente a 2.650 Km, em trajetórias de voo na região. A distância corresponde a um voo entre o Rio de Janeiro e Macapá.
Gerente do projeto, o chefe da Divisão de Operações do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), major Eduardo Sardella da Silva, afirma que a fluidez entre os terminais aéreos também será aprimorada ao viabilizar, “além dos encurtamentos de trajetórias, acessibilidade a localidades anteriormente não contempladas e a possibilidade de expansão de operações sem exigência de grandes alterações”.
Seis vereadores já confirmaram a assinatura de um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães. O objetivo da instalação da CPI é avaliar as relações da EMBASA com seus consumidores.
Nesta terça, o vereador Marcio Rogério apresentou proposição de municipalizar o sistema de abastecimento de água e esgoto em Luís Eduardo Magalhães.
O Vereador afirmou na tribuna da Câmara Municipal que é necessário a criação de uma comissão interna, para verificar a possibilidade de cancelamento do contrato de prestação serviços da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).
“A Embasa tem a responsabilidade de prestar um serviço de qualidade para a população de Luís Eduardo Magalhães, o não cumprimento dos serviços implica em penalidades e cancelamento de contrato”.
Abrapa organiza agenda de reuniões e palestras em Singapura, onde participa do ICA Annual Trade Event.
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) desembarcou em Singapura com uma comitiva de 16 produtores para participar do Annual Trade Event, promovido pela International Cotton Association (ICA). O evento é considerado o mais importante do setor algodoeiro e reúne, nesta edição, em torno de 600 participantes.
A Abrapa, que participa todos os anos, aproveita a ocasião para promover uma agenda adicional de encontros exclusivos com líderes globais do setor, além de palestras e almoço, nos quais divulga o algodão brasileiro e enfatiza os programas mais importantes que a associação, junto com suas estaduais, desenvolve nas áreas de rastreabilidade, qualidade e sustentabilidade.
É o caso do Standard Brasil HVI (SBRHVI), programa lançado neste mesmo evento, em 2016, em Liverpool, na Inglaterra. As atividades acontecem na Ásia, entre os dias 11 e 13 de outubro.
Policiais militares da 85ª CIPM estão, nesta manhã, realizando ação social no bairro Sol do Cerrado. Os brinquedos adquiridos são fruto de doação de cidadãos. A ação é semelhante à realizada pela grande maioria das unidades da PM no Estado.
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira que o afastamento de parlamentares do mandato pela Corte deve ser submetido ao Congresso Nacional. O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5526 teve seis votos favoráveis ao aval da Câmara ou do Senado à sanção e cinco votos contrários.
Se o crime do senador Aécio Neves, do qual se tratava de fato no STF, não foi flagrante, minha posição humilde de leigo não permite vislumbrar o que, é então, um crime.
A gravação comprova que o Senador pediu a propina ao empresário Joesley Batista, mandou o primo buscar a mala com 2 milhões de reais e até jactou-se do fato de poder mandar matar se fosse delatado.
Aécio voltará ao Senado protegido pelo corporativismo rasteiro, apoiado inclusive pelo Partido dos Trabalhadores e encarnará, por mais três anos, rumo ao ostracismo, a figura do fantasma da ópera. Ou do lupanar em que foram transformadas nossas instituições.
Assim como a foto de Guevara passou para a história, embalando os sonhos libertários dos adolescentes dos anos 60, a imagem da advogada Janaína Paschoal passará para história como imagem emblemática da direita raivosa, vingativa, cruel e desconhecedora das agruras do povo mais simples deste País.
Esta semana ela resolveu entrar com ação contra a Universidade de São Paulo, cuja banca de ingresso na cátedra a reprovou. Ela alega perseguição política, como se algum significado tivesse a sua participação no cenário político do País.
A produção nacional de feijão deve alcançar 3,4 milhões de toneladas em 2017, segundo os dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de setembro, divulgado nesta terça-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A produção aumentou 1,4% em relação à estimativa de agosto, com avanço de 2,3% na área plantada, mas recuo de 0,2% no rendimento médio.
A 1ª safra de feijão está estimada em 1,6 milhão de toneladas, redução de 1,0% na produção ante a estimativa de agosto. O Estado de São Paulo diminuiu em 18.250 toneladas a safra, 9,9% menos do que o previsto em agosto.
Feijão em fase de maturação sob irrigação
Já a 2ª safra de feijão teve um aumento de 3,8% no mês, acompanhando elevações no rendimento médio (0,5%) e na área colhida (3,4%). Houve redução na expectativa de produção de Pernambuco (-27,5%) e de Alagoas (-43,3%) causada por problemas climáticos. Mas a produção cresceu em setembro em Minas Gerais (4,2%), São Paulo (11,5%), Mato Grosso (9,9%), Bahia (18,7%) e Goiás (47,9%).
Feijão Maravilha nos anos 80
No ano de 1979/80 o feijão chegou a custar 450 dólares na lavoura, levando-se em conta inclusive a inflação do dólar. Cerca de R$2.700,00 a saca na moeda de hoje. Era uma fortuna. Dois sacos pagavam o custeio por mais oneroso que fosse, inclusive com irrigação tocada a óleo diesel. O Brasil tinha produzido metade da sua demanda, que na época também beirava os 4 milhões de toneladas, e as autoridades procuravam no México e nos Estados Unidos feijão para importar. O clamor público foi tão grande que um grupo musical popular na época, as Frenéticas, gravaram uma música, “Feijão Maravilha”, que foi grande sucesso. A Rede Globo, embalada no sucesso da música, colocou no ar uma novela com o mesmo título.
A produtividade brasileira mal alcançava 20 sacos por hectare. A partir daí, entraram no mercado os modernos sistemas de irrigação, como os aspersores auto propelidos e os pivôs centrais, que multiplicaram a produtividade do feijão irrigado nas épocas de estio.
Foi um grande salto: até esse momento o feijão era produzido em consórcio com o milho, como lavoura secundária, em roças pequenas e alheias a qualquer tecnologia.
Na época, começaram a difundir-se o plantio de sementes básicas, para a produção de sementes certificadas; criaram-se cepas comerciais do rhizobium phaseoli; desenvolveram-se fungicidas, nematicidas e até antibióticos para ataques de bactérias; a irrigação sofisticou-se e foi intensificada a adubação com macro e micronutrientes.
Hoje o feijão está numa faixa de US$40 a saca de 60 quilos, depois de experimentar, há dois anos, preços de até R$550,00 para os grãos de melhor qualidade.
Lavoura de feijão carioca com grande carga e alta produtividade.
Nos lares do brasileiro de classe média, o feijão ainda é a mais saudável fonte proteica. Mas nos restaurantes mais sofisticados o feijão não consta do cardápio. Outro fato relevante é que a agitação das grandes cidades já não permite tempo para o cozimento do feijão, sendo substituído por lanches e alimentos processados. Daí, o estacionamento de mais de 37 anos da produção absoluta e do consumo.
As demandas envolvendo perfuração de poços artesianos e construção de sistemas simplificados de abastecimento de água nos municípios do oeste baiano foram tema de reunião na Cerb nesta terça-feira (10).
O encontro contou com as presenças do diretor de Saneamento, Antonio Matos, do ex-prefeito de Barra, Artur Silva, do assessor do deputado Antonio Henrique Júnior, Paulo Roberto Pinto, e a assessora técnica da Secretaria de Infraestrutura Hídrica, Nelly Malheiros.
A perfuração de poços foi tratada como prioridade. O deputado Antonio Henrique Júnior já esteve na companhia cobrando agilidade em obras nos municípios de Canápolis, Baianópolis, Barreiras, Buritirama, Barra, Cotegipe, Riachão das Neves, Santana e São Félix do Coribe.
A Cerb realizou licitação para contratação dos serviços no último dia 5. Segundo a companhia, estão incluídas nesta etapa as obras da construção do sistema simplificado de abastecimento de água do Tapera, em Cotegipe; a perfuração dos poços de Barreiro do Guara, em Canápolis; Mocambo de Cima e Mata Cachoeira, em Barreiras; entre outas.
No poço da Lagoa dos Cavalos, em Santana, a Cerb vai fazer o teste de bombeamento para seguir com as providências que envolvem colocar o poço em funcionamento.
Os poços de Cariparé e Entroncamento Santa Rita, em Riachão das Neves, aguardam análise da qualidade da água para que seja dado prosseguimento à instalação dos mesmos.
Em Barra foram autorizados os poços de Baixa das Éguas, Brejo da Mutuca e Assentamento Vale do Boqueirão. Também já foram autorizadas as execuções dos poços de Saquinho, Zé Vaqueiro, Baixão da Galinha e Fazenda Saco.
A estimativa de intenção de plantio para a safra 2017/18 de grãos aponta para uma produção entre 224,1 a 228,2 milhões de toneladas, o que representa um recuo entre 6 e 4,3% em relação à safra passada, de 238,5 milhões de toneladas. Os números estão no 1º Levantamento da safra 2017/18, divulgado nesta terça-feira, 10, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Condições climáticas altamente favoráveis contribuíram para a safra passada alcançar recorde histórico. Tais condições dificilmente se repetirão, por isso a expectativa de redução produtiva.
Com relação à área plantada, espera-se a manutenção ou um aumento de até 1,8% sobre a safra 2016/2017, podendo atingir números aproximados de 61 a 62 milhões de hectares, graças ao aumento do plantio de algodão e, sobretudo, da soja.
A produtividade deve sofrer redução para praticamente todas as culturas. A previsão se baseia nas análises estatísticas das séries históricas e dos pacotes tecnológicos utilizados nos últimos anos, uma vez que recém começou o plantio das culturas de primeira safra.
Soja e milho continuam como as principais culturas e devem responder por cerca de 89% do total produzido no país. A expectativa é de que a produção de soja alcance entre 106 e 108 milhões de toneladas e a do milho total, 93,5 milhões, distribuídas entre primeira e segunda safra.
A área para milho primeira safra, que sofre a concorrência do cultivo de soja, deve ser reduzida entre 10,1% a 6,1% em relação a 2016/2017, o que vai refletir na diminuição da área absoluta entre 552,5 e 336,3 mil hectares.
Já a soja, que vem oferecendo maior liquidez e possibilidade de melhor rentabilidade frente a outras culturas, deve alcançar maior área para produção, com um incremento médio de cerca de 2,7% comparado à safra passada, algo entre 34,5 e 35,2 milhões de hectares.
Produtos como algodão, feijão preto, girassol e mamona deverão aumentar sua produção. O algodão deve ter também aumento de área em relação à safra anterior. A pesquisa foi feita nos principais centros produtores de grãos do país, entre os dias 24 a 29 de setembro.
O presidente Michel Temer, 77 anos completados no dia 23 de setembro, pode estar com uma artéria coronária parcialmente obstruída e pode passar por um processo de cateterismo.
A informação é da TV Globo e, segundo o noticiário, o político até considerou em realizar a cirurgia na sexta-feira (6), contudo preferiu adiar até que a votação da denúncia contra ele fosse realizada na Câmara dos Deputados.
O Planalto, no entanto, negou a informação e garantiu que a saúde de Temer está bem e “não foi constatado nem reportado ao presidente nenhum problema” durante exames.
Angioplastia e stents
Mesmo que o caso de Temer seja um pouco mais grave, no caso da necessidade de uma angioplastia através de um stent, o procedimento prevê menos de 24 horas de hospital e o paciente não sofre nem sedação. O Presidente chegaria cedo ao hospital e à noite já poderia dormir no Jaburu.
Os stents têm sido usados para tratar a Doença Arterial Coronariana (DAC) por mais de uma década. Agora é uma prática comum inserir-se um stent para manter uma artéria coronariana aberta e sustentar o fluxo sanguíneo após uma angioplastia.
A aplicação de stent é um procedimento minimamente invasivo durante o qual um stent e um balão são usados juntos para empurrar depósitos de placa dentro de uma artéria coronariana para se tratar a doença cardíaca.
Um stent coronário é um tubo minúsculo, expansível e em forma de malha, feito de um metal como o aço inoxidável ou uma liga de cobalto. Os stents podem ajudar a reduzir o bloqueio ou estreitamento recorrente após um procedimento de angioplastia. Uma vez que o stent seja implantado, ele ficará em sua artéria permanentemente.
O Procedimento Com Stent
Como em qualquer procedimento de angioplastia, um stent é montado em um balão minúsculo que é aberto dentro de uma artéria coronariana para empurrar a placa e restaurar o fluxo sanguíneo. Após a placa ter sido comprimida contra a parede arterial, o stent é completamente expandido para sua posição, agindo como um “andaime” em miniatura para a artéria. Então, o balão é desinflado e removido, e o stent é deixado para trás na artéria coronariana para ajudar o vaso sanguíneo a se abrir. Para alguns pacientes, poderá ser necessário colocar mais de um stent na artéria coronariana, dependendo do comprimento do bloqueio.
Os procedimentos com stent podem ter uma vantagem sobre a angioplastia sozinha, porque os stents fornecem um suporte estrutural permanente para impedir que a artéria coronariana se feche novamente (o que é também conhecido como reestenose), embora a reestenose ainda possa ocorrer.
Sérgio Pitt, um dos signatários da carta aberta à Presidência, como presidente da ANDATERRA.
Uma audiência realizada hoje, no Palácio do Planalto, entre os ministros da Agricultura, Planejamento e da Fazenda pode significar um passo importante para o sepultamento do alegado passivo do Funrural. O imposto já teve decisão unânime do Supremo Tribunal Federal em seu desfavor (fevereiro de 2010), alterado mais tarde por outra decisão de complicados 6×5 em favor da manutenção do tributo.
Em manifesto enviado à Presidência, chancelado por mais de 10 entidades representativas do agronegócio e da pequena agricultura, os agricultores pediram atenção sobre a decisão do Senado Federal, de 13 de setembro do corrente, que retirou do ordenamento jurídico a norma incompatível.
Assim, encaminha-se o fim da insegurança jurídica pelo pagamento do passivo, mesmo que parcelado, e dos pagamentos futuros, que chegam a alcançar 25% da rentabilidade líquida da lavoura e da pecuária.
De acordo com dados analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em agosto de 2017, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, aumentou 4,9% frente ao mês imediatamente anterior, após crescer 7,9% em julho último.
Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou acréscimo de 4,6%. A variação acumulada no período de janeiro a agosto de 2017 registrou taxa de -3,9% em relação ao mesmo período de 2016.
O indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, recuou 5,1% frente ao mesmo período anterior, queda menos intensa do que a observada em julho último (-6,4%).
No confronto com igual mês do ano anterior, a indústria apresentou crescimento de 4,6%, com sete das doze atividades pesquisadas assinalando aumento da produção.
O setor de Veículos (18,3%) foi a principal influência positiva no período, explicada pela maior produção de automóveis.
Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos Produtos químicos (5,0%), Coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (2,6%), Extrativa (13,9%) e Produtos de borracha e material plástico (11,8%), explicados, sobretudo, pela maior produção de misturas de alquilbenzenos ou de alquilnaftalenos, polietileno linear e soda cáustica, no primeiro ramo; de gasolina automotiva e óleo diesel, no segundo; de minérios de cobre em bruto ou beneficiados e magnésia, no terceiro; e de pneus novos usados em automóveis, ônibus e caminhões e filmes de material plástico para embalagem, no último.
Do Vale do São Francisco para diversos lugares do Brasil e do mundo. Esse tem sido o destino de frutas produzidas em projetos públicos de irrigação implantados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Estudo feito recentemente pela Área de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação da Codevasf constata o impacto desses empreendimentos na região, traduzido em números que retratam aumento da produção e da produtividade agrícola, maior oferta de alimentos à população, ampliação da oferta de empregos diretos e indiretos e geração de renda estável, seja na zona rural ou na urbana.
Ao longo de 25 anos, de 1975 a 2000, foi verificado que a desenvolvimento econômico daqueles municípios, com agricultura irrigada, apresentou incremento 2,5 vezes superior em relação aos que não apresentaram essa atividade. Considerando somente o segmento rural como elemento comparativo, a taxa de incremento foi 5,3 vezes superior entre os referidos grupos de municípios.
Diante das discussões cada vez mais presentes sobre o uso racional da água, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), em parceria com a israelense Netafim, realizarão seminário técnico sobre a importância e os desafios da irrigação por gotejamento no país. O evento acontece 26 de outubro, na sede da CNA em Brasília e irá apresentar aos produtores rurais os avanços e benefícios da técnica no Brasil.
Novas tecnologias e aplicações vêm aprimorando a utilização da tecnologia pelos agricultores brasileiros. Embora o país seja privilegiado por um clima benéfico ao desenvolvimento das culturas, os recentes casos de crises hídricas em diversas regiões, acendeu os debates a respeito da sustentabilidade dos recursos naturais pela agricultura.
Apesar do planeta ter 75% de sua superfície composta por água, apenas 2% dela é doce. Desses, 70% é utilizado pela agricultura ou pecuária, por isso, pensar em tecnologias que melhoram o aproveitamento do recurso natural é fundamental para o futuro da população mundial e sua necessidade alimentar.
“Para satisfazer a crescente demanda alimentar no mundo, precisamos encontrar soluções inteligentes que otimizem a utilização dos recursos naturais, garantindo alta produtividade nos campos”, ressalta Carlos Sanches, diretor de Marketing Mercosur da Netafim.
A irrigação inteligente, gota a gota, reduz o consumo do recurso natural em 60%, ao mesmo tempo que garante ganhos significativos de produtividade em diversas culturas. Para se ter uma ideia de cada 100 litros de água aplicados por inundação, apenas 45 litros chegam na planta, sendo que na irrigação inteligente a eficiência é de 95%. Assim, é possível afirmar que a tecnologia torna a água mais produtiva.
E embora seus benefícios sejam indiscutíveis, muitas dúvidas sobre manejo e aplicação ainda ocorrem no campo. Nesse sentido o seminário busca apresentar as novas opções e fomentar a discussão sobre o tema por meio de palestras.
O seminário contará com a presença de técnicos especializados e também apresentará relato de produtores que apostaram na irrigação localizada e estão colhendo resultados surpreendentes.
Na palestra Utilização Racional de Água na Agricultura Irrigada serão apresentados exemplos da utilização racional da água em Israel e a eficiência do uso da água na irrigação.
Os Princípios de Irrigação Localizada e suas Principais Aplicações fará um histórico da irrigação por gotejamento, as principais operações e o funcionamento dos sistemas. Também serão apresentadas importantes aplicações de grandes projetos e na agricultura familiar.
O painel Avanços Tecnológicos da Irrigação Localizada irá apontar algumas aplicações especiais, casos de sucesso – como nas culturas do café e do arroz -, e abordará o Digital Farming, uma nova tendência no campo.
Para finalizar o evento contará com uma mesa redonda onde os participantes poderão esclarecer suas dúvidas e expressarem suas opiniões sobre irrigação localizada e os benefícios que obtiveram ao adotar estas tecnologias.
Em um país onde energéticos (arroz, farinha, macarrão, fubá) e proteicos como o feijão e a proteína texturizada de soja custam em torno de 2,00 reais o quilo, a ideia de João Doria não é apenas estranha. É macabra, pernóstica, arrogante, como a própria figura.
Em pleno celeiro do mundo, o prefeito de São Paulo pretende distribuir alimentos liofilizados e portanto de sabor incerto aqueles que estariam contentes com um bom feijão com arroz, adicionados de uma porção de frango de 4 reais o quilo ou uma linguiça calabresa de igual valor.
Rações processadas e liofilizadas nós brasileiros da classe mais humilde costumamos dar aos nossos cachorros e gatos. E ela na maioria das vezes, quando é de boa qualidade, custa mais de R$4,00 por quilo.
Não é hora de se perguntar de onde surgiu essa raça de lobos vorazes no seio do nosso povo brasileiro, tão alegre e tão cândido e tão crédulo a ponto de eleger um neo-fascista desse calibre?
Um homem de 31 anos morreu durante uma batida entre uma carreta e caminhão em um trecho da BR-242, no município de Muquém de São Francisco, no oeste da Bahia. O acidente ocorreu na manhã de domingo (8), por volta das 6h30.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima, identificada como Alexandre Braz Gonçalves Araújo, estava conduzindo a carreta que bateu na traseira do caminhão. Ele morreu na hora. O condutor do caminhão não ficou ferido.
Alexandre Braz, que saiu Barreiras e seguia para Salvador, estava fazendo transporte de adubo. A vítima foi resgatada por agentes do 17º Grupamento de Bombeiros Militares. As causas da batida ainda estão sendo apuradas.
A oito quilômetros do lugar do acidente, duas pessoas morreram após uma colisão entre uma carreta e um caminhão no município de Cristópolis, também na manhã de domingo. Conteúdo do g1.globo.com/bahia e fotos do blogbraga.
Um incêndio ocorrido nesta madrugada, no Centro de Abastecimento de Barreiras – CAB, destruiu o pavilhão destinado ao comercio de frutas e verduras. Ainda sem causa definida, o incêndio que começou por volta de 01h20min, se alastrou rapidamente. Os bombeiros foram acionados e enfrentaram dificuldades para conter as chamas, recebendo apoio de carros pipas da prefeitura e do 4º BEC.
O Prefeito Zito Barbosa acompanhou o combate às chamas. Ele conversou com os feirantes que chegaram ao CAB ainda na madrugada:
“Vamos solicitar a perícia para identificar as causas do incêndio e o mais importante, vamos dar toda a atenção que esteja ao alcance da prefeitura. Tão logo seja possível, vamos promover a desobstrução da área, removendo todos os destroços para que a feira esteja em condições de receber a população.
O próximo passo será a requalificação do Centro de Abastecimento por completo. Já estamos com o projeto da Feira da Vila Rica pronto e vamos acelerar o projeto da feira do centro. Juntos, poder público e a população, vamos superar mais esse desafio”.
O suicídio do Reitor alerta a sociedade para os abusos que uma parcela arbitrária da Justiça está cometendo.
Para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, o suicídio do ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Luiz Carlos Cancellier, “serve de alerta sobre as consequências de eventual abuso de poder por parte das autoridades”.
“Não estou antecipando responsabilização, mas o caso demonstra que, algumas vezes, sanções vexatórias são impostas sem investigações concluídas”, disse o ministro no Twitter. Ainda segundo ele, “o sistema de justiça precisa de extremo cuidado para que excessos não sejam cometidos. Estamos lidando com a vida e a dignidade das pessoas”, postou.
Cancellier se matou na última segunda-feira (2) após ter sido preso preventivamente no âmbito da Operação Ouvidos Moucos, que apura desvios e irregularidades em contratos de cursos de Educação a Distância (EaD) da UFSC. Em seu depoimento à Polícia Federal, Cancellier negou as suspeitas de que integrava o esquema investigado. Do 247.
É evidente que as palavras do Ministro do STF têm foco na ação policial e na decisão da Justiça em prender o reitor sem ao menos ouvi-lo, jogá-lo de cuecas numa cela e depois proibi-lo de entrar na Universidade Federal de Santa Catarina.