Andamos de braços dados com a escória?

“A política externa brasileira pode ser um primor de independência, mas seu resultado prático mais visível foi tornar o Brasil, ao longo do governo Lula, o grande amigo do que existe de pior no mundo”.

Esta é a frase de abertura de um artigo de J.R. Guzzo, na Veja, em março deste ano. Cada dia esta verdade se torna mais aguda.

O Haiti é aqui.

Dois meses após cheia em Alagoas, moradores continuam isolados. A ajuda médica e alimentos só chegam por meio de helicóptero. E não é um distrito só apenas: são 33 localidades. A água é pouca, as estradas foram destruídas, não há sinal de celulares.

Enquanto isso, nossos candidatos desmancham alguns bilhões de reais em cascatas multicores de propaganda eleitoral. E aparecem em cenários fantásticos na televisão, afirmando que vão mudar o País. É o reino do descaso e da incúria. Ontem mesmo, nosso Grande Timoneiro dizia que vai visitar o Haiti. O Haiti é aqui, Presidente.

A censura bate à nossa porta outra vez.

Agora não pode, pela lei eleitoral, apresentar charges, caricaturas, vídeos editados, nem programas de televisão com imitações dos candidatos. A lei foi encomendada, é claro, porque neste país tropical se legisla em favor dos poderosos. É censura e da brava, daquelas dos idos de 70, protegendo o imenso telhado de vidro de quem está no poder. Eu proponho a regulamentação da lei: mostrar gadgets de Dilma não pode; só do Serra. Mostrar fotos do Lula em situações características, não pode; quem sabe do Índio do Brasil de cocar e tanga? Mostrar o Meirelles de baby-doll rosinha, nem pensar; sugerimos o Gabeira de tanga de crochê. Durma-se com um barulho destes.

Erros estratégicos dos desembarcantes.

Aqueles que estão desembarcando da campanha do Serra estão definitivamente errados. Mesmo que Serra perca as eleições, precisa ir para o segundo turno e mostrar a força da oposição no País. É só isso que pode segurar o pacote de maldades que a dupla maquiavélica Lula/Dilma tem preparado para o Brasil nos próximos quatro anos.

Pesquisa não é boca de urna, Presidente!

Lula está arrasado. Deram-lhe a notícia hoje pela manhã, ainda em jejum, quando ele ainda não tinha tomado o seu engov, que pesquisa não vale nada, que muita gente já perdeu eleições nas últimas 24 horas… Claro que não deram assim de chofre, começou de maneira gradual: “A Dilma subiu no telhado…”

O PMDB já faz a partilha maligna do governo do PT.

O PMDB faz exigências antes das eleições: governo dividido “meio a meio”; assento no Planalto, entre os “ministros da casa”, e no Conselho Político que assessora o presidente da República; Henrique Meirelles na equipe econômica; ministérios de “porteira fechada”; os cargos de sempre nas estatais e postos de comando nas vedetes do petróleo, a Petrobrás e a PetroSal; Senado e Câmara sob seu comando.

Estão vendo: estão contando com o ovo naquele lugar. E não atende para ver o que acontece: inviabilizam politicamente o eventual Governo Dilma/Lula. Destemperada como é a candidata, isto é um cenário quase certo. A canalha do PMDB não tem um projeto de governar junto, tem projeto de tomar o poder. Como fez na Bahia, paralisando e engessando o governo Wagner durante três anos. Mais um motivo pra não votar nessa gente.

A possibilidade de um segundo turno na Bahia, põe de novo o gelatinoso PMDB na frente do palco e isso pode ter consequências danosas para a Bahia.

O futuro do PT ou o triunfo da pelegada.

A jornalista Lúcia Hipólito escreveu este artigo sob o título “O Triunfo do PT”. Mas acredito que a última frase serviria melhor de título.

O PT nasceu de cesariana, há 29 anos.

O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.

Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposicão brasileira.

Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT,o PTB e o PT..

Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.

Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento de um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.

O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo.

Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.

O PT lançava e elegia candidatos, mas não “dançava conforme a música”. Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.

O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto. Mas nos Estados, o partido começava a ganhar Prefeituras e Governos, fruto de alianças, conversas e conchavos.

E assim os petistas passarama se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros. Tudo muito chique, conforme o figurino. E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a Presidencia da República.

Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas.

Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.

A primeira desilusão se deu entre intelectuais.

Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plinio de Arruda Sampaio Junior.

Em seguida, foi a vez da esquerda.

A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.

Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar,primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida Frei Betto. E agora, bem mais recentemente, o senador Flavio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.

Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.

Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.

Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.

Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das Estatais, sempre nas proximidades do Presidente da República.

Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado.

Cavando benefícios para os seus.

Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municipios.

Além do governo federal, naturalmente.

É o triunfo da pelegada.


Compromissos públicos necessários ao candidato Oziel Oliveira e outros.

Ultrapassada a barreira legal de uma impugnação solicitada pelo Ministério Público Eleitoral, inicia-se de fato a campanha eleitoral do candidato Oziel Oliveira(PDT), que, junto com Artur Maia (PMDB),  João Almeida (PSDB), João Leão (PP),  Karlúcia Macedo (PMDB), Miro da Santa Luzia (PTdoB), Renato Santos (PSOL), Saulo Pedrosa (PSDB), Ticar (PSDB), Tsylla Balbino (PV),  Zé Rocha (PR) e Zézeu Ribeiro (PT), são postulantes do Oeste baiano à Câmara Federal. Pois cabe aos eleitores cobrar destes candidatos posições firmes, principalmente em relação a dois assuntos principais:

1)    Defender o Oeste baiano e suas mais lídimas aspirações à independência territorial e à criação do Estado do São Francisco.

2)    Comprometer-se com o cumprimento do seu mandato, por 4 anos, sem desviar-se para novas aventuras políticas nos municípios.

Acredito até que todos, principalmente Oziel Oliveira, que não esconde seu desejo de voltar à Chefia do Executivo de Luís Eduardo Magalhães, devem comparecer a um Cartório de Títulos e Documentos e registrar a sua vontade de cumprir integralmente seu mandato e de defender efetivamente os interesses do grande território do Além São Francisco. Devem também distribuir à larga, entre seus potenciais eleitores, este seu compromisso. Até porque este mandato pertence aos seus eleitores e a eles consta o direito inalienável de exigir garantias de cumprimento.

E os trotskistas daqui?

No dia de hoje, há 70 anos, Leon Trotski, líder da revolução russa, ao lado de Vladimir Lenin e Josef Stalin, foi assassinado na Cidade do México. Disfarçado de intelectual marxista, Ramón Mercader, um agente da polícia secreta de Stalin, ganhou a confiança de Trotski e, em 20 de agosto de 1940, entrou em seu escritório e o feriu com uma picareta de alpinista que escondia sob o casaco. Trotski morreu no dia seguinte, no hospital. Espera-se (ou não!) a presença dos trotskistas brasileiros, alguns muitos ocupados com a campanha eleitoral, outros deles muito preocupados em ratificar o factóide de que já ganharam a eleição no primeiro turno. Querem levar no grito!

Democracia, quantos crimes em teu nome?

Um encanto a democracia. Só no programa eleitoral de ontem, identifiquei dois ou três estelionatários conhecidos do Sul da Bahia, entre os candidatos a deputado estadual. Entre os deputados federais, proliferam os anões do orçamento e outros quetais, bem conhecidos, como ex-prefeitos corruptos. Haja cloro pra limpar a ficha dessa gente.

Com esses bons ladrões, adorados pelo povo, deixo a palavra do padre Antonio Vieira, em sermão proferido em 1655:

“Dom Fulano — diz a piedade bem-intencionada — é um fidalgo pobre: dê-se-lhe um governo.
— E quantas impiedades, ou advertidas ou não, se contém nesta piedade? Se é pobre, dêem-lhe uma esmola honestada com o nome de tença, e tenha com que viver. Mas por que é pobre, um governo, para que vá desempobrecer à custa dos que governar? E para que vá fazer muitos pobres à conta de tornar muito rico? Isto quer quem o elege por este motivo.”

Campanha de 2010 passa batida por Fábio Lauck.

Fábio Lauck, ex-candidato a Prefeito de Luís Eduardo Magalhães, questionado, hoje, sobre a campanha, respondeu, taxativo: “Vou pedir votos para a chapa de Geddel. Mas não vou transformar meu escritório em comitê eleitoral.” Fábio perdeu uma grande oportunidade de “marcar território”, candidatando-se a deputado estadual, com vistas à campanha majoritária de 2012. Sem concorrência em seu município, poderia ter saído daqui com uma votação significativa. Mesmo que não fosse eleito, permaneceria na crista da onda. Políticos não tem vida própria, precisam dizer presente em todas as oportunidades.

A bela da tarde.

Foto de Mateus Pereira, da Bahia Fotos.

Impressionante: bastou a vice-prefeita, Katerine, fazer uma visita ao Governador e a sua assessoria de imprensa mandou um release (notícia para a imprensa) falando de sua pauta de reivindicações a Jaques Wagner. O prefeito Humberto Santa Cruz visita o Governador quase toda semana e tanto a sua assessoria, como a AGECOM – Agência de Comunicação do Governo, nada disponibilizam à imprensa. Essa relação de Humberto com Wagner parece namoro de mulher infiel, que sai à tarde com a desculpa de ir ao dentista.

Diga com quem andas, te direi quem és.

Manifestação de Kelly Magalhães (PCdoB), durante debate em Luís Eduardo Magalhães, a respeito da legislação da “Ficha Limpa”: “Sou favorável e não respondo a nenhum processo, sou ficha limpa. Acredito que só o povo é quem pode limpar a política, na hora de votar”.

É evidente que a candidata não pode responder por seus aliados políticos, mas já que é tão taxativa, deveria ser mais seletiva na composição da sua “dobradinha”.

Vereadores à beira de um ataque de nervos.

A sessão ia calma, morna, quase fria, hoje à tarde, na Câmara de Vereadores, com uma ordem do dia pequena, quando, de repente, não mais que de repente, os ânimos se exaltaram: era a hora de apreciar requerimento feito pelo vereador Ariston Gomes de Aragão sobre a instalação de uma CEI – Comissão Especial de Inquérito, para investigar se o mesmo havia se beneficiado com doação de uma casa popular no bairro Conquista. A acusação foi insinuada pelo vereador Alaídio Castilhos, durante programa na rádio Mundial. Na sessão da Câmara, na terça-feira passada, Alaídio quis desmentir o caso, mas ainda mais atrapalhado, citou o nome de Ariston, que acabou saindo nas manchetes dos jornais e blogs da cidade. Ariston, agravado, pediu a CEI, “para provar a sua inocência”.

Então aconteceu o embate na tribuna. Ondumar Marabá, o primeiro a falar, concordou: “Que se apurem os fatos”. Sidnei Giachini, aproveitou a oportunidade para apagar o fogo e saiu-se com esta pérola, ao lamentar o erro de Alaídio: “Quem nunca errou, que atire a primeira pedra”.

Alaídio: uma experiência amarga no episódio.

Alaídio, defendeu-se: “Não disse o nome de ninguém, não tive maldade no comentário”. O presidente da Câmara, Eder Fior, contemporizou com a situação fragilizada de Alaídio e afirmou: “Alaídio não deve desculpas a ninguém”. Mas Valmor Mariussi chegou para apagar o fogo com gasolina: “Um comunicador não pode errar, tem que checar suas fontes. O Ariston tem o direito de ver provada sua inocência”.

Ariston foi à tribuna e num discurso candente incendiou de vez o cortinado do teatro:

“Eu mereço o respeito desta Casa. Eu quero desculpas e o direito de ter a minha inocência provada. E irei até os tribunais de Brasília, se for necessário, para provar minha inocência. O meu nome está nas ruas. Sou calado, mas não sou bobo”.

Éder Fior voltou ao tom conciliador, ocupando a tribuna:

“Não vi Alaídio denegrir a imagem de ninguém, porque o vereador acusado não foi nomeado. O vereador Alaídio tem garantida a sua inviolabilidade ainda que esteja ao microfone de uma rádio. A melhor maneira de resolver isso seria encaminhar um ofício ao Executivo, perguntando se o vereador Ariston ou qualquer um dos seus parentes foi beneficiado com uma casa. Que rejeitemos o requerimento para a CEI!”

Oziel ladrão!

Vereador Cabo Carlos e a redefinição da palavra "vergonha".

Alguém, num curto aparte, falou em vergonha. Pronto! Foi a vez do vereador Cabo Carlos, aquele mesmo que nunca sofreu de aftas na língua, remeter-se a sessões passadas, antes do recesso, quando os dois vereadores, Alaídio e Ariston, votaram a favor das contas de Oziel:

“Vergonha mesmo é votar a favor das contas do ex-Prefeito, que nos roubou durante oito anos. Votar a favor desse Prefeito ladrão sim, é um fato vergonhoso”.

Janete Alves, também uma das seguidoras de Oziel de Oliveira na Câmara Municipal, queimou-se com a acusação e carregou:

“Cada um é livre para votar a favor ou contra. Não tenho que dar satisfação do que faço, a não ser aos meus amigos, que sabem quem eu sou.”

Mariussi vendo que a carruagem beirava o precipício, interviu: “Diante do que ouvi nesta casa, hoje, me calo”. Alaídio novamente falou em desculpar-se, mas Ariston não deixou por menos: “Sou evangélico. Quero ir para o céu. Alaídio pediu desculpas, está perdoado”. Mas insistiu: “No entanto, quero a apuração dos fatos”. Alguém ainda pediu que a transcrição dos pronunciamentos fosse feita na íntegra e todos louvaram o embate democrático. No final, o pedido de instalação da CEI foi rejeitado por 5 votos a 4 e todos foram tomar café e dessedentar as gargantas ressecadas.

Números da política, aqui, acolá e lá longe.

Pesquisa não registrada e não comprovada oficialmente, realizada nos primeiros dias do mês, dava conta, ontem que Oziel de Oliveira está virtualmente empatado com ACM Neto, (32% para 34% do democrata) em Barreiras, sua maior base eleitoral, sendo João Leão o terceiro mais indicado. Hoje deverá estar ocorrendo nova consulta. Aviso aos eleitores: não endosso nenhum número da pesquisa por não estar registrada, nem conhecer o método científico da mesma. Segundo fontes bem informadas, Oziel quer sair do eixo Barreiras-Luís Eduardo com mais de 30 mil votos e fazer uma média, pessimista,  de mil votos em cada um dos 35 municípios onde tem concentrado sua campanha. Não foi informada a situação de outros candidatos. Assim, acredita que se elege com números entre 65 e 70 mil votos, idéia que não é seguida pela maioria dos observadores políticos.

O Instituto Vox Populi indicou nesta segunda-feira uma margem maior para Jaques Wagner (45%) frente aos seus concorrentes, Paulo Souto(25%) e Geddel(9%). A máquina vermelha na Bahia está andando mais rápido que a máquina vermelha da Fórmula Um.

Por outro lado, o IBOPE garantiu 13 pontos de vantagem, aumentando ainda mais a diferença de Dilma sobre Serra. A esperança vermelha é ganhar no primeiro turno. Se polarizar no segundo, a história poderá ser bem diferente.

Hoje, ao meio-dia, novidades na política eduardense.

Éder Fior, presidente da Câmara de Vereadores de Luís Eduardo, esteve reunido, ontem, por mais de quatro horas com Humberto Santa Cruz e ainda recebeu um convite para jantar com o Prefeito. O vereador afirma que hoje, ao meio-dia, terá boas notícias para anunciar.

Jarbas Rocha pensa em voar para outra legenda.

Jarbas Rocha, líder do PHS em Luís Eduardo, esteve, no final de semana, em São Paulo, a convite da Good Year, visitando a LABACE – Latin  American Business Aviation Conference and Exhibition, segundo maior evento do mundo em aviação executiva. A ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), organizadora da Labace, lançou a campanha “Aviação Geral: vetor de desenvolvimento e inclusão social”, com o objetivo de discutir com a sociedade a importância da aviação executiva para o desenvolvimento das mais de 3.500 cidades que não são servidas pela aviação comercial atualmente. No Brasil, as companhias aéreas comerciais atendem apenas 130 cidades com serviço aéreo regular.

Jarbas Rocha afirmou que se o instigante Uldurico Pinto insistir em apropriar-se do PHS na Bahia, de Luís Eduardo leva apenas a sigla, sem os integrantes do diretório, que não hesitarão em abrigar-se em outra legenda. Jarbinhas é o primeiro suplente de vereador em sua legenda.

Fior, tribuno sem ressalvas, recebe Saulo Pedrosa.

Não estávamos presentes na comemoração do Dia do Advogado, mas as informações dos colegas dão conta que Éder Fior realizou brilhante alocução, que se estendeu bem mais que um quarto de hora. No sábado, Éder recebeu o candidato a deputado federal Saulo Pedrosa, com o objetivo de estabelecer as bases da campanha do ex-prefeito de Barreiras em Luís Eduardo Magalhães.

Reunião prolongada.

Apesar do  prefeito Humberto Santa Cruz ter uma audiência marcada de 30 minutos, na semana passada, com o governador Jaques Wagner, a conversa se prolongou por quase duas horas. As últimas pesquisas, com Wagner e Dilma apontando largas vitórias, mostraram ao Prefeito que fez a escolha certa na hora de optar pelos governos do PT, com vistas à enorme carência de obras de infraestrutura que Luís Eduardo. O candidato à reeleição, deputado federal João Leão, principal articulador da adesão de Humberto, ganha pontos e, certamente, votos. Apesar disso, alguns membros do segundo escalão de Humberto, ainda circulavam, ontem, com adesivos de apoio a deputados da Oposição. Humberto foi taxativo: “Vamos ter uma conversa séria”.

Os debates entre candidatos a Governador na Band.

Não tivemos acesso ao debate da Band entre os candidatos ao Governo da Bahia. Acompanhamos apenas alguns detalhes pelo twitter e por outros sites que estavam online. No entanto, nos parece que a avaliação do site Política Livre, na palavra do seu editor Raul Monteiro, foi a mais abalizada, pelo que transcrevemos:

“Se não chegou a ser estimulante, o debate na Band entre os candidatos ao governo baiano foi muito superior ao promovido pela Rede com os presidenciáveis, na semana passada, que se tornou campeão em chatice. Talvez a diversidade de perfil dos candidatos tenha contribuído, por si só, para a melhoria da dinâmica do confronto, onde nenhum dos contendores se destacou, nem houve um assunto predominante, à exceção do aumento da violência, que prosseguirá como calcanhar de aquiles do governador Jaques Wagner (PT) na campanha. Sem compromisso de ganhar, Marcos Mendes sobressaiu-se a si mesmo, Paulo Souto foi melhor do que já foi, Jaques Wagner manteve o estilo “low profile” que já virou sua marca na TV e Geddel Vieira Lima apareceu menos aguerrido do que se esperava. Se não ofereceu muito ao eleitor, o confronto da Band foi um bom aperitivo sobre o leque de que disporá para fazer sua escolha de outubro. É difícil que, pelo modelo engessado que adquiriram, influenciados pelas assessorias de comunicação e jurídica dos candidatos, e pelo baixo nível de audiência que registram, em decorrência, inclusive, do horário pouco nobre em que vão ao ar, os debates possam exercer maior influência sobre o eleitorado. Cumprem, no entanto, algum papel.”

O debate entre os candidatos ao Governo de São Paulo, na mesma Band, transmitido pela parabólica, mostrou um Mercadante (PT) pálido perante a afirmação positiva de Alckmin. As pesquisas não desmentem a grande diferença de atitude dos dois candidatos. Por estar 16 anos à frente do Governo de São Paulo, os representantes da coligação DEM/PSDB falam com mais propriedade.

Comando da Oposição de LEM se afasta da campanha de 2010.

César Borges, Fábio Lauck, ministro Wagner Rossi, Geddel, Juarez de Souza.

Juarez de Souza, um dos líderes da Oposição em Luís Eduardo Magalhães, confirmou hoje que existem claras divergências com o comando da coligação estadual liderada pelo PMDB e pelo candidato Geddel Vieira Lima:

“-Em reunião com Fábio Lauck decidimos nos afastar da campanha para permitir que o “modus operandi” da coordenação estadual da campanha seja implantado como eles, os chefes, acham que deve ser. Isso não nos afasta dos partidos, mas preferimos que a coordenação da campanha no Município seja feita pelo coordenação estadual da campanha.”

O que Juarez de Souza não deixa claro, mas é verdade, é que o investimento proposto pelos líderes do PMDB está muito aquém das perspectivas do partido a nível municipal, não permitindo a campanha impactante que ele e Lauck desejavam.Outro ponto importante a analisar é que se o apoio de Juarez e Lauck venha a tornar-se mais rarefeito nesta campanha, o mesmo poderia acontecer em 2012, onde as ambições dos dois são reais e plausíveis.

“Vamos cumprir nossa missão de empresários. Em 2012, voltamos à campanha,” diz Juarez de Souza, que prometeu uma entrevista para o fim da tarde de hoje para explicar detalhes da sua posição.

A frase do dia

“Não há presidente que possa governar na garupa, ouvindo terceiros ou sendo monitorado por terceiros”.

O candidato José Serra, ontem, na Globo, falando sobre o poste e o criador. Na verdade essa afirmação pode ser uma “faca de dois legumes”, como dizia o finado Vicente Matheus: o povão quer Lula e, por via de consequência, a sua gerente. Nas grandes periferias das capitais, nos sertões áridos do nordeste, os descamisados de Luiz Inácio, o messias que percorreu seu calvário num pau-de-arara, rezam pela continuidade do seu status quo de exclusão social. Percorre suas veias e artérias um frêmito de adoração pelo campeador que lhes trouxe as migalhas do Bolsa Família, do Salário Desemprego e do empréstimo consignado das aposentadorias e os mantém no doce e ingênuo apartheid da ignorância, do analfabetismo funcional ou absoluto.

Campanha contra Collor quase vira batalha campal.

foto de beto macário, Cada Minuto, publicada no portal Terra

Simpatizantes dos movimentos “Fora Collor” e “Collor Já” causaram momentos de tensão na praça Sinimbú, no Centro de Maceió, durante manifestação pelas ruas da capital alagoana. O Centro de Gerenciamento de Crises da Polícia Militar teve de ser chamado para evitar um confronto entre os dois lados, que trocavam acusações.

A PM deteve duas pessoas por desordem, mas elas foram liberadas em seguida. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que fica diante da praça, reforçou a segurança, temendo depredação do prédio. Apesar da tensão, não houve confronto. Os movimentos contra e a favor trocaram acusações de que os manifestantes teriam sido subsidiados pelos candidatos.

Uldurico quebra o pau no Twitter.

Pois o deputado Uldurico Pinto, veterano dos “Anões do Orçamento”, apesar dos longos anos a serviço da Pátria, ainda não aprendeu a língua portuguesa, última flor do Lácio, inculta e bela. E mandou ver no twitter o verbo “acirrar” com dois esses mesmo, porque afinal isso não faz diferença para os eleitores analfabetos, aqueles que ainda não resistem às armadilhas dos “Pinto” no Extremo Sul da Bahia. O pau quebrou mesmo, Excelência.

Oziel inaugura comitê em Luís Eduardo.

O candidato a deputado federal, Oziel Oliveira, inaugurou, hoje, seu comitê de campanha no bairro Santa Cruz. Em torno de 21h30m, quando começou a discursar, Oziel contava com a presença de cerca de 150 pessoas, apesar de um dos seus coordenadores de campanha, bispo Ricardo, ter anunciado, por telefone, mais de 1.500 presentes.

Éder Fior: “Minha esposa não é e não será funcionária da Prefeitura de Barreiras.

Esta entrevista com o presidente da Câmara Municipal de Luís Eduardo, Éder Fior, foi realizada pelo jornalista Anton Roos, para o jornal Classe A, tendo o mesmo gentilmente liberado o conteúdo em sua integralidade ao Jornal O Expresso.

Sua esposa é de fato funcionária da prefeitura de Barreiras?

“Não. Recebemos o convite, minha esposa é uma grande profissional, tem duas formações superiores, mas não aceitamos, não chegou a assumir, não recebeu salários nem qualquer tipo de indenização. Minha esposa não é e não será funcionária de Prefeitura de Barreiras. Inclusive foi protocolado um documento oficial rejeitando o cargo.

Por que se pressupõe que ela seria uma funcionária fantasma?

Malandragem política, de pessoas invejosas, que vivem de se encontrar em botecos da cidade, para tentar me desmoralizar em função da minha postura austera e da minha política de transparência. Existe nessa cidade um sujeito obeso e recalcado que foi abandonado com dois cachorros. Inclusive, no ano passado, eu tive que participar de vaquinha para pagar contas pessoais dele e que não se presta a outra atividade senão  a de tentar me atacar de algum modo junto com outros chicanistas da política de curral luiseduardense. Dor de cotovelo. Azar o deles, meu trabalho continua e minha história de seriedade e moralidade está aí para todos verem, em um ano e meio mudamos a visão da Câmara Municipal e muito da política local.

O que o senhor como presidente do legislativo de Luís Eduardo tem a dizer sobre essa suposta “denúncia”?

Difamação, injúria e manobras politiqueiras com o fito de me atacar. Participei do grupo político de Jusmari, minha esposa recebeu o convite, ela é uma grande profissional, se aceitasse com certeza trabalharia e muito, mas não aceitamos e pronto.

A nomeação de sua esposa para um cargo na prefeitura de Barreiras é sinal do “bom relacionamento” que o senhor mantém com a prefeita daquela cidade?

Não tenho relacionamento com a Prefeita de Barreiras, temos sim respeito um pelo outro eu creio, mas minhas posições políticas são decisões exclusivas minha. Nesse momento especialmente busco lideranças e partidos para o pleito 2012 já que tenho projeto para Luís Eduardo Magalhães que vai muito além da visão da Prefeita de Barreiras e de outros políticos locais.

Em alguns momentos ao longo do ano, o senhor demonstrou que estaria em vias de romper relações com o grupo político da prefeita Jusmari, essa nova situação, prova que esta intenção é coisa do passado, tendo em vista, principalmente as eleições de outubro próximo?

Eu não rompo com ninguém, se alguém quiser romper que rompa, quero construir pontes e não destruir, como disse anteriormente, tenho projetos, nesse momento, algumas lideranças locais ligadas a mim, assumiram a presidência do PSDB em Luís Eduardo Magalhães, partido que será fortalecido para as próximas eleições. Essa  liderança recebeu o partido das mãos do meu amigo Dr. Saulo Pedrosa (ex-prefeito de Barreiras) que firmou o compromisso de não alterar politiqueiramente esse comando para que possamos chegar a 2012 em condições de uma disputa até mesmo na majoritária. Esse é o ponto e vamos trabalhar para isso. Meu atual partido, que eu respeito, o PR não conversou comigo, não me notificou, alterou o comando e os objetivos do partido, por isso vou conversar com a nova diretoria e se for o caso solicitarei, inclusive judicialmente o meu desligamento do partido, mas só depois de uma conversa com o novo presidente.


Começam os julgamentos, pelos TREs, das impugnações de candidaturas.

O registro da candidatura de Joaquim Roriz, ao Governo do Distrito Federal, foi indeferido, ontem, pelo TER-DF, por quatro votos a dois, com base na Lei da Ficha Limpa, que veta a candidatura de políticos condenados em decisão colegiada da Justiça ou que renunciaram o mandato para não responderem a processo de cassação.

Em 2007, Roriz renunciou ao mandato de senador para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado. Após a publicação do resultado do julgamento pelo TRE-DF, os advogados terão três dias para apresentar recurso ao TSE. Enquanto não for condenado em última instância, o candidato poderá continuar em campanha.

Cássio Cunha Lima também teve o registro de sua candidatura a Senador, cassado pelo TRE da Paraíba. Placar 5×1.

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) liberou na tarde de ontem o ex-governador Jackson Lago (PDT), cassado por abuso de poder político nas eleições de 2006, a concorrer ao Palácio dos Leões. O candidato foi impugnado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por causa da Lei da Ficha Limpa, que torna inelegível quem tem condenação colegiada (por mais de um magistrado). Mas a Corte, por unanimidade, entendeu que as regras não podem retroagir para prejudicar o réu.

Lago foi cassado em abril do ano passado e a lei entrou em vigor em junho último. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na mesma sessão, o TRE deferiu o registro da governadora Roseana Sarney (PMDB), sua principal adversária na disputa. Ela havia sido impugnada por aliados do pedetista, por suposto uso irregular da máquina pública.

Também Jader Barbalho foi isentado pelo TRE do Pará no dia de ontem.

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve votar na sessão de hoje (5) outros pedidos de registro de candidatura à Presidência da República. Na noite de terça-feira (3), os ministros aprovaram os registros de candidatura de Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando
(PRB/PDT/PT/PMDB/PTN/PSC/PR/PTC/PSB/PCdoB); e do candidato a vice-presidente na chapa, Michel Temer.

Em seguida os ministros aprovaram o registro de candidatura da coligação O Brasil Pode Mais (PTB/PPS/DEM/PMN/PSDB/ PTdoB) do candidato José Serra e do candidato a vice-presidente na chapa, Indio da Costa.

Éder Fior tem novo alinhamento político.

O presidente da Câmara Municipal de Luís Eduardo, Éder Fior, anunciou, em entrevista exclusiva a este jornal, que deve pedir o cancelamento de sua ficha de inscrição no Partido da República – PR, dadas as últimas manobras políticas realizadas pela direção estadual da agremiação. Fior espera que o seu afastamento do Partido seja consensual. Assim, o Vereador deve afastar-se definitivamente da aliança política que mantinha com Jusmari e Oziel de Oliveira e ingressar no PSDB, partido que atualmente é presidido, em Luís Eduardo por Iara Trento Fior, sua esposa, junto com Grace Kelly Fontana, secretária geral; Evaristo Gallois, vice-presidente; João Kuffel e Erni Trentini, do Conselho Fiscal.

Éder Fior, Paulo Souto, Cabo Carlos

Com a decisão, Eder Fior apoiará Saulo Pedrosa para a Câmara Federal e Sandro Régis para a Assembléia Legislativa, bem como a chapa de Paulo Souto ao Palácio de Ondina. “Vamos ser vitoriosos com Serra e Paulo Souto, dentro de um partido grande, sem as atribulações características das pequenas agremiações”, disse Fior.

Encontro com Serra.

Nesta sexta-feira, Fior e toda a cúpula do PSDB do Oeste baiano se encontram com o candidato José Serra em Barreiras. O Presidente da Câmara promete entregar a Serra um documento em que estarão inscritas as principais reivindicações do Oeste, entre elas a criação do Estado do São Francisco e a verticalização das cadeias produtivas do agronegócio, com a implantação de novas agroindústrias na Região.

Alianças municipais.

Questionado sobre seu posicionamento em relação ao cenário municipal, Fior afirmou que sem dúvida estreita seu vínculo com o prefeito Humberto Santa Cruz sem deixar de exercer sua condição de legislador: “Estaremos no mesmo grupo em 2012”, ressaltou Eder Fior. Segundo Fior, no mínimo dois vereadores devem seguir sua nova colocação no xadrez político de Luís Eduardo.

Humberto se declara concorrente para 2012.

Pelo que foi visto e ouvido no evento de entrega das casas populares, nesta sexta-feira, e na reunião de exposição do projeto rodoviário aos produtores rurais de Alto Horizonte e Bela Vista, Humberto Santa Cruz resolveu assumir a condição de candidato à reeleição em 2012. Suas últimas aparições não deixam de revelar esse fato e ele parece disposto a pavimentar, não só as ruas e estradas, como a sua recondução ao Paço Municipal. A maioria de seus assessores, que qualificavam como muito tímida essa posição de “homo politicus”, vêem agora com certo alívio suas novas atitudes. O novo alinhamento político de Humberto lhe proporciona vantagens na obtenção de capacidade de investimento do Município. E também lhe traz novas responsabilidades entre seus aliados. A sorte está lançada.

Obstáculos que Oziel e Jusmari necessitam transpor em 2010.

Oziel e Jusmari de Oliveira, pai e mãe dos pobres, numa versão cabocla de Perón e Evita.

Quando Jusmari  Oliveira assumiu a Prefeitura de Barreiras, tinha cerca de 80% de aprovação da população do município e em torno de 20% de desaprovação tácita e frontal. Era a esperança do eleitorado, inspirado em seu discurso messiânico, inflamado, depois de um governo discreto de Saulo Pedrosa, principalmente naquelas obras que mais aparecem aos olhos do eleitor, como obras viárias e organização do espaço urbano. Saulo se preocupou com educação, saúde e saneamento das contas da Prefeitura. E isso normalmente não dá votos.

Hoje, esses números, fornecidos por organização do terceiro setor, a pedido de políticos que acompanham de perto o desempenho da Prefeita, são quase o inverso. A aprovação do Governo Jusmari não passa de 35%, com rejeição desesperadora de 65%. A própria chefe do Executivo sabe disso, pois acompanha par e passo o seu desempenho, através de pesquisa própria, que não deve ser muito diferente desta que apresentamos.

Esse nível alto de rejeição compromete principalmente a campanha de seu esposo, Oziel  Oliveira, por uma vaga na Câmara Federal, já que parece ser óbvio que é mais difícil transmitir resultados positivos, do que resultados negativos. A ver, o caso do Presidente Luiz Inácio e sua candidata forjada em corredores palacianos. Oziel, se ultrapassar ao pedido de impugnação de sua candidatura pelo Ministério Público Eleitoral, terá de passar pela rejeição de Jusmari,  em pronunciado viés de alta.

Como fazer campanha dentro e fora de Barreiras mostrando um rol em branco de realizações? Assim justificam-se os sucessivos desembarques da campanha de Oziel e Jusmari  Oliveira, por parte de seus apoiadores, na maioria dos municípios do Oeste baiano. O jeitão pouco urbano de Oziel, acompanhado de uma posição arrogante do tipo “sou o messias do desenvolvimento no Oeste”, uma auto-suficiência, que nem sempre encontra respaldo na realidade, no trato com eleitores e com a imprensa, sempre geraram um cenário de amor e ódio. Com ganhos crescentes para aqueles que rejeitam frontalmente a atuação do casal.

Oziel e Jusmari não perderam só simpatizantes. Perderam principalmente parte do seu grupo político, seus apoiadores, a maioria cansados de suas atitudes de pouco polimento. A campanha de 2010 pode não ser a última de Jusmari e Oziel. Mas certamente será a mais difícil.

Dilma dispara em Minas. Aécio tem culpa disso?

Serra no cartaz, só na convenção.

A Agência Estado divulgou hoje à tarde que Dilma Rousseff está 12 pontos à frente de Serra em Minas Gerais, segundo o IBOPE, ponteando com 44% contra 32% do tucano. Minas é o segundo colégio eleitoral do País e decisivo para a candidatura da coligação DEM/PSDB. A notícia desta semana, em que Aécio Neves, Antonio Anastasia e o ex-presidente Itamar Franco,  aparecem em todos os cartazes da campanha, sem a presença de Serra, é a demonstração mais clara que o ex-governador de Minas está cozinhando seu aliado em banho-maria, com vistas a 2014. Se Serra não se eleger, não há perigo de segundo mandato e Aécio Neves seria o candidato natural à presidência da república. Tudo como o vovô Tancredo Neves ensinou. Como diz o jornalista Josias de Souza, em sua coluna de hoje, “o tucanato, como se sabe, é um grupo de amigos 100% feito de inimigos.”

Depois do recesso, uma bomba!

Depois do recesso parlamentar, a Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães volta a ter sessão ordinária nesta terça-feira. Uma bomba de considerável potência deve explodir no cenário político durante a reunião dos vereadores. Como não estamos autorizados a divulgar, vamos todos ter que comparecer ao plenário, às 14 horas, para ficar sabendo de tudo.

Petezadas de amargar.

O comício de Dilma em Curitiba tem duas estatísticas: mais de 20 mil pessoas presentes no cálculo da coordenação de campanha; em torno de 3 mil pessoas segundo os blogueiros pró-Serra e a maioria gente do MST, profissionais de claque e outros, transportados em ônibus alugados.

Agora, durma-se com uma verdade tão rarefeita como esta.

Ontem Lula disse que Lula diz que resultados de sua gestão “justificam um governo de continuidade”.

Muito bem Presidente, agora conta aquela de papagaio.

Prefeitura entrega as 200 casas populares em grande festa.

O Hino do Brasil abre a cerimônia.

A Prefeitura Municipal entregou, hoje, 30, no final da tarde as 200 novas casas populares aos seus proprietários. Foi uma grande festa, com presença de populares, dos novos moradores e seus amigos e o pessoal da Prefeitura, em parte aliviados pelo cumprimento da tarefa, que se prolongou por quase 4 anos. O prefeito anterior, Oziel de Oliveira, iniciou o projeto, mas mesmo depois de seu sucessor, Humberto Santa Cruz, assumir a prefeitura ainda se passaram exatos 19 meses. Humberto, entusiasmado com a inauguração, já tem novo projeto em elaboração, para a construção de 500 casas e quer deixar pronto, antes do término de sua gestão, mais um projeto de 500 casas.

As novas casas
Humberto fez questão de cumprimentar todos os presentes.

O primeiro escalão do Governo Municipal mostrou-se satisfeito com a realização e principalmente com a atitude do Prefeito, cumprimentando a todos os populares e, principalmente, os novos proprietários. O momento de emoção ficou por conta de um número significativo de crianças, que, voluntáriamente, sem ensaios, ao pé do palanque, cantou com segurança os hinos do Brasil e de Luís Eduardo MagalhãesO secretariado de Humberto e os vereadores Sidney Giachini, Ondumar Marabá e Alaídio Castilhos estiveram presentes ao evento, bem como o presidente da ACELEM, Jair Francisco, dentre outros. Hoje à noite, depois das comemorações, os primeiros moradores faziam as suas mudanças.

ANJ repudia ameaças de Collor a jornalista.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou nota na tarde desta sexta-feira para repudiar a ameaça de agressão e os insultos contra o jornalista da revista IstoÉ Hugo Marques pelo senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL). “É inadmissível que qualquer candidato a cargo público manifeste tamanho desconhecimento do papel da imprensa nas sociedades democráticas a ponto de reagir a notícias”, escreve o vice-presidente da entidade, Júlio César Mesquita. Leia mais no Estadão.

Que o Collor é maluco todo mundo sabe. Resta ao jornalista Hugo Marques iniciar processo por ameaça de agressão. E, se possível, meter um cruzado de direita ou um gancho no fígado deste velho seguidor de carreiras brancas.

Maia desiste de reunião da UPB.

Roberto Maia, prefeito de Bom Jesus da Lapa e presidente da União dos Municípios da Bahia – UPB não aguentou  a pressão do candidato Jaques Wagner contra a realização de evento, neste dia 11, reunindo prefeitos de todo o Estado. Segundo Maia, Wagner pressionou prefeitos e veículos de comunicação a não comparecerem na reunião. Outros candidatos, além do peemedebista Geddel estavam convidados e confirmaram a sua presença: Paulo Souto(DEM), Bassuma(PV) e Marcos Mendes(PSOL). O anúncio de Maia, desistindo da realização da reunião, foi feito agora à tarde.

TRE-BA manda retirar conteúdo de sites oficiais.

O site Política Livre informou há pouco que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) exigiu a retirada de duas matérias veiculadas pelo Governo do Estado, uma no site do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) e a outra no portal da Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado (AGECOM) por, segundo o TRE, terem “cunho eleitoreiro” em período proibido pela Lei Eleitoral.

As decisões foram determinadas pelo juiz Wanderley Gomes que estipulou ainda multa diária de R$ 2 mil caso a publicação não seja suspensa no prazo de cinco dias a contar da data da decisão (27/07). As representações contra o governador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, foram movidas pela coligação “A Bahia Tem Pressa” do candidato Geddel Vieira Lima (PMDB) que se baseou na resolução do TSE de nº 23.191/2010.