
Os patinhos revisionistas comemoram, junto com a Receita Federal, na avenida Paulista, a meta de mais de 415 bilhões de sonegação fiscal. E louvam ao seu Santo de Cabeça, Sérgio Fernando.

Os patinhos revisionistas comemoram, junto com a Receita Federal, na avenida Paulista, a meta de mais de 415 bilhões de sonegação fiscal. E louvam ao seu Santo de Cabeça, Sérgio Fernando.

Será que o povo entende que a sonegação é três vezes maior que o déficit público? Leia mais sobre a Operação Zelotes, que anda a passos lentos e sem vontade.
Será que ao menos 10% da população entende que se paga quase 5 vezes de juros aos rentistas nacionais e internacionais, sem que ao menos se saiba quem são e quantos são, do que o déficit público? E que os juros que o Governo paga são mantidos na maior taxa do mundo, 13,75%, artificialmente?
Melhor nem comentar isso, não é? Os rentistas são os caras que trocam os governos, que mandam e desmandam a partir de seus escritórios em Wall Street, da City of London e de Amsterdam.
Os 400 picaretas são apenas os cachorrinhos da Madame, que se contentam com as migalhas que caem das suas mesas ricamente fartas.
Com esse dinheiro sempre muito caro, falta dinheiro para investimentos na lavoura, na indústria, na pesquisa, na infraestrutura – a ferrovia Norte Sul levou 25 anos para ser inaugurada – na Saúde e na Educação.
Ainda vamos ter, talvez em um tempo futuro, a visão do que é crime hediondo e o que é crime de lesa-pátria.

A quadrilha dos rentistas continua reunida e o governo continua a cabresto da banca insana. Vão acabar de quebrar e moer a economia do País.

Em tempo: hoje os paneleiros, pós golpe do Pato, voltaram às janelas. Agora começam a entender todo o processo.




Se tudo correr dentro dos padrões habituais da Justiça Eleitoral, quem deve assumir a Prefeitura de Sítio do Mato será o terceiro colocado na consulta popular de 2 de outubro, Cássio Guimarães Cursino, pela coligação “JUNTOS PELA RENOVAÇÃO” (PP / PSL / REDE / PSC / PMB / PSB / PC do B)

Ou o Brasil manda para a cadeia os 300 delatados pela Odebrecht ou os 300 delatados tomam conta do Brasil definitivamente. O brasileiro da planície não vai permitir que a impunidade se torne lei.
O ministro da Secretaria do Governo Geddel Vieira Lima ganhou da Odebrecht um relógio no valor de US$ 25 mil (R$ 85 mil na atual cotação do dólar), como presente por seu aniversário de 50 anos, em março de 2009.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, com informações do site Buzzfeed Brasil, o relógio era o suícço Patek Philippe, modelo Calatrava, e foi entregue acompanhado de um cartão de felicitações assinado por Emílio Odebrecht, por seu filho, Marcelo, e pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empreiteira Cláudio Melo Filho.
Marcelo está preso desde junho de 2015 em Curitiba e já foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. No mesmo ano, Geddel ainda estava no comando do Ministério da Integração do governo Lula, na cota do PMDB.
A pasta liberou R$ 35,2 milhões para a Construtora Norberto Odebrecht em 2009, para uma das etapas de implantação do projeto de irrigação Tabuleiros Litorâneos de Parnaíba, executado pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), órgão vinculado ao ministério.

Foto: Divulgação
Segundo o Estadão, a informação consta nos anexos do acordo de delação premiada de Melo Filho, um dos ex-executivos da Odebrecht que participam da colaboração com o Ministério Público Federal.

Com a deleção, espera-se que no mínimo uns 200 suplentes de deputados e senadores assumam os cargos dos seus titulares. No Executivo, a operação corta-cabeças também deverá atingir duramente.





“Tenho certeza que no Senado vamos aprovar as propostas. Acho que a sociedade não aceita mais. A democracia corporativa não interessa mais a ninguém.
Presidentes de entidades dizem que isso é uma perseguição ao Judiciário, que tem atuado no combate à corrupção. Receber o salário indevido também é corrupção.
Corrupção não é só fazer superfaturamento, pegar propina de empresa, não é só mensalão ou petrolão, tem várias formas, inclusive receber salário indevido.”

Advogado de Geddel Vieira Lima advoga também para a empreiteira que teve a construção do imóvel barrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Sócios de Geddel em um restaurante de Salvador têm ou tiveram relações com a construtora Cosbat. Geddel teria ganho o apartamento ou cobertura “em andar alto” para advogar a causa da liberação da obra do edifício La Vue, na Ladeira da Barra.
Segundo o jornal Correio*, a vista para o mar da Barra é o diferencial do recém-lançado empreendimento de alto padrão La Vue Ladeira da Barra. O residencial terá apenas uma torre com 23 apartamentos de 259 metros quadrados e uma cobertura Top House de 450 metros quadrados.
Os apartamentos do residencial, um por andar, estão sendo erguidos com 4 suítes e preço do metro quadrado em torno de R$ 10 mil. Ou seja, há unidades com preços a partir de R$ 2,5 milhões e a cobertura custa a partir de R$ 4,5 milhões.
Ninguém sabe toda a verdade, mas comenta-se que até Michel Temer, homem acostumado com essas querelas, se arrepiou com o episódio.
Comparado ao apartamento atribuído a Geddel, o apartamento triplex de Lula no Guarujá não passa de um puxadinho vertical, do tipo “minha casa, minha vida”.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, desembargador Mário Alberto Hirs, não conseguiu ser reconduzido ao cargo. Em votação realizada nesta sexta-feira (18), foi eleito o desembargador Edmilson Jatahy Fonseca Júnior.
Se Deus está dormindo ou morto, que não ouve os clamores do pobre, pelo menos o Diabo podia levar uma peça dessas com urgência para o mármore do inferno. E mandar um selfie de lá prá cá pra gente ver a situação dos canalhas.
Adiamento foi motivado por mudanças feitas de última hora pelo relator em um dos pontos considerados polêmicos da proposta. Nova reunião foi agendada para a terça-feira, dia 22

Continue Lendo “Comissão da Câmara Federal adia votação de relatório com medidas anticorrupção”

Ou esse Lava Jato lava a honra de todos ou deixa todo mundo sujinho como está.
O número de denunciados – 443 ex-deputados – mostra que eram uma prática comum os fatos descritos pelo Ministério Público Federal na investigação sobre a “farra das passagens” ocorrida na Câmara entre 2007 e 2009.
A preços que, na época, chegaram a R$ 70 milhões, foram pagos pela Casa cerca de 160 mil bilhetes aéreos, usados indevidamente em viagens internacionais, muitos deles negociados num esquema criminoso envolvendo assessores e parlamentares.
Um dos implicados é o próprio presidente Michel Temer, que se defendeu com a afirmação de que “não havia regras claras” sobre o o uso de passagens. Fernando Gabeira, que embarcou parentes para o exterior, achava que “a definição era cada um gerir sua cota”.
Estão ainda na lista do MPF três políticos que hoje são governadores: Rodrigo Rollemberg (PSB), do Distrito Federal, Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, e Suely Campos (PP), de Roraima.

Por ordem alfabética, são estes os 20 parlamentares da Bahia, muitos deles hoje sem mandato, apontados como participantes da “farra das passagens”:
ACM Neto, Colbert Martins Filho, Fábio Souto, Félix Mendonça (pai), Fernando de Fabinho, Geraldo Simões, João Almeida, Joseph Bandeira, Jusmari Oliveira, Luiz Bassuma, Luiz Carreira, Marcelo Guimarães Filho, Marcos Medrado, Pedro Irujo, Robério Nunes, Roland Lavigne, Sérgio Carneiro, Tonha Magalhães, Uldurico Pinto e Zelinda Novaes.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, avaliou na última sexta-feira que a Operação Lava Jato conseguiu “envergar a vara” da corrupção sistêmica no país, que se encontra agora em um ponto de inflexão, próxima de ser superada.
“Ou essa vara quebra, ou voltará chicotando todo mundo”, afirmou.
Ele usou a metáfora após ser por diversas vezes ser questionado, durante café da manhã com jornalistas, se algumas propostas de lei que tramitam no Congresso Nacional teriam o potencial de prejudicar o alcance das investigações do Ministério Público Federal (MPF).
“A corrupção episódica não vai acabar. O que a gente tem é que controlar essa corrupção endêmica”, afirmou Janot. “No que diz respeito à endêmica, esta vara está envergada, e eu espero que seja sim a Lava Jato que vá quebrar essa vara, no sentido de vencer essa corrupção endêmica, essa corrupção sistemática”, disse ele.

Não está nada fácil do presidente eleito Donald Trump fazer o muro na divisa com o México. Mais de 51% das importações do México vêm dos Estados Unidos. Por muito menos disso meteram uma bala no John Kennedy, depois no seu irmão, Bob Kennedy, pré-candidato à Presidência da República.
A política econômica da direita caipira dos Estados Unidos conserva a faca nos dentes.
Jogo e dobro a aposta que Trump não faz o muro e não deporta os ilegais, que sustentam a mão de obra barata do comércio e serviços.
Está mais fácil Trump vender o aplique do penteado exótico do que adotar 10% das medidas que anunciou durante a campanha.
Da mesma maneira, não fará maiores restrições ao Brasil, que tem nos Estados Unidos seu segundo maior parceiro comercial.
Hoje à noite, 22h, o presidente Michel Temer será o convidado do Roda Viva, TV Cultura. A entrevista foi gravada no Palácio do Planalto.
Na bancada, com Augusto Nunes estarão presentes Willian Corrêa, coordenador geral do Jornalismo TV Cultura; João Caminoto, diretor de jornalismo do Grupo Estado; Sérgio Dávila, editor executivo do Jornal Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde, colunista do jornal Estadão e Ricardo Noblat do Blog do Noblat – O Globo, a fina flor do jornalismo comprometido.
Preparem-se para as mesóclises e para manifestações laudatórias de primeira grandeza. Audiência prevista entre traço e um otimista 1%.
A direita sertaneja não é mole não!







O prefeito eleito da capital paulista, João Dória, já articula com a Câmara aumento de salário para ele, seu vice e secretários em 2018. Dória é multimilionário, mas isso não elide o fato de que quer faturar mais um pouco. Na foto, Dória com o homem que está processando todo mundo que tocar no assunto “merenda escolar”.


O Plenário do Senado aprovou ontem à noite, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC 36/2016) que cria uma cláusula de barreira para atuação de partidos políticos e acaba com a coligação nas eleições proporcionais, em que disputam vereadores e deputados. Foram 58 votos a favor e 13 contrários à matéria, cujo objetivo central é diminuir o número de partidos no país.
A matéria será votada em segundo turno no próximo dia 23 de novembro em plenário, segundo acordo de líderes anunciado da Mesa pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Apresentada pelos senadores tucanos Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG), a PEC 36/2016 foi aprovada como substitutivo elaborado pelo relator da matéria e líder do governo Temer no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
A proposta extingue, a partir das eleições de 2020, as chamadas coligações partidárias para candidaturas de vereador e deputado. Segundo a legislação em vigor, partidos podem promover tais tipos de agrupamento eleitoral, em que os votos recebidos pelas respectivas legendas coligadas são somados e, em seguida, redistribuídos em uma lista pré-determinada para o preenchimento das vagas no Legislativo, segundo critérios da própria coligação.
Continue Lendo “Senado aprova cláusula de barreira para partidos e põe fim às coligações”


O jornal Folha de São Paulo, publicou neste domingo, um levantamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tempo de duração de processos contra políticos. Em 84 casos analisados, políticos estão em média há sete anos e oito meses sem julgamento. O recordista é o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), investigado desde 1998 por suspeita de saque indevido no INSS. A longa tramitação, alerta o jornal, abre o risco de prescrição.
Regionalmente, temos um exemplo: um deputado federal que chegou à Câmara com 5 inquéritos e 5 processos. Um dos processos foi arquivado e voltaram com ele, à primeira instância, por motivo de perda do fôro privilegiado, 5 inquéritos e 4 processos. Em quatro anos de mandato nada se concluiu, nem mesmo uma solitária decisão monocrática, à exceção do arquivamento já citado, foi proferida.
Agora, o juiz federal Sérgio Moro apregoa, em entrevista ao Estadão, que o fôro privilegiado deve ser reservado aos chefes dos três poderes. Está certo. Até o dr. Cuca Beludo, que foi notícia na Globo News na semana que passou, apoia essa propositura.

Frase do grande constitucionalista, soberbo legislador e grande defensor da democracia, Sidney Giachini, proferida cara a cara com este jornalista, ontem, nos corredores do Centro Administrativo, temperada por um sorriso nos lábios:
– Você tem que ser contido. Você não pode dizer sempre o que pensa. A moção dos vereadores contra você será feita e eu vou assinar.
Como uma bobagem explícita dessas não tem medidas plausíveis, só nos resta deixar alguns trechos escolhidos para leitura do inflamado vereador, que apesar do seu vasto telhado de vidro, teima em jogar pedras a esmo, mesmo que queira apenas atingir seus desafetos.
Lembraremos que a liberdade de imprensa é um dos princípios pelos quais o Estado Democrático garante a liberdade de expressão dos seus cidadãos.
Lembraremos também que a liberdade de expressão é um direito humano inalienável e que independe da vontade de políticos e cidadãos de destaque na sociedade.
Lembraremos ainda ao insigne vereador Giachini que o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos expressa que “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.
Diz ainda um diretor-geral da Unesco:
“Sem uma mídia livre, independente e pluralista, como pode o público fazer escolhas eleitorais informadas, analisar o processo político de tomada de decisão ou dar opiniões efetivas para assuntos públicos?”
O ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, também tem uma palavra que pode servir de referência ao democrático vereador Giachini:
“Os jornalistas trabalham na linha da frente da história, tentando destrinchar o emaranhado dos acontecimentos, dando-lhes forma e conferindo sentido à nossa vida, ao narrá-los. Os seus instrumentos são as palavras e as imagens, o seu credo, a livre expressão, e as suas palavras reforçam a capacidade de agir de todos nós, tanto dos indivíduos como da sociedade.”
Voltando às afirmações equilibradas do ativo vereador:
“Você chamou os vereadores Domingos Carlos Alves dos Santos e Alaídio Castilho de semi-analfabetos”.
Respondo: “E você viu o vereador Domingos nos classificar de blogueiro analfabeto e ignorante na Rádio Mundial?”
Além do mais, no próprio programa em que este jornalista foi ofendido, o vereador Alaídio Castilhos se confessou analfabeto. E dias mais tarde, o vereador Domingos Carlos declarou ao jornal Classe A que todos esperavam que ele fizesse uma má administração na Câmara, “por ser preto e analfabeto”.
Na última sessão da Câmara, Giachini foi ainda mais longe: acompanhou o Vereador Domingos Carlos numa acusação em que classificou este jornalista como “quadrilheiro” por ter “tomado dinheiro” daquela Casa Legislativa.
Não levaram em conta que a importância dos serviços pagos pela Câmara fosse irrisória e que os serviços de publicidade tivessem sido prestados ao longo de um ano.
Não levaram em conta que os serviços prestados foram amparados pelo devido documento fiscal, depois de licitação pública, e a efetiva contrapartida na prestação de serviços de publicidade legal.
Serviços que, aliás, foram prestados também por outros jornais da cidade e na mesma proporção das verbas destinadas.
Por que o grande dramaturgo e ficcionista Domingos Carlos, assessorado pelo seu ingente Sancho Pança, não fez ver às três ou quatro dezenas de assistentes da sessão ordinária da Câmara de Vereadores, que o serviço prestado vinha acompanhado do referido comprovante de publicação?
Por que silenciaram os referidos vereadores na legislatura anterior ao tomarem conhecimento da publicação dos balancetes e anúncios institucionais da Câmara?
Por que não se referiram ao fato de que toda a publicidade que foi gasta no ano de 2010 não passou de uma importância pouco significativa, quando a Câmara divulgava suas ações legislativas para toda a população?
Pois afirmo a ambos, doutos vereadores, duas ou três verdades inquestionáveis:
a) A sua moção de repúdio a este jornalista significa absolutamente nada. Como também nada significam as notícias veiculadas pela imprensa caudatária e servil, a soldo de sua gestão.
b) Não vão calar ninguém que queira expressar a vontade de uma parcela significativa da população, tais como a dispendiosa compra de carros e a sua manutenção. O dinheiro público é sagrado e deve ser administrado com parcimônia e responsabilidade. Faço votos que primem sempre pela transparência de suas ações públicas, em proveito da população eduardense.
c) Que as suas diferenças políticas com o ex-presidente da Câmara, Eder Fior, não recaiam sobre este jornalista que acreditam ser o elo mais fraco da corrente da sociedade. Enganam-se mais uma vez.
Deixo-lhes ainda, uma lembrança que pode servir de norte à sua destacada atuação legislativa: iniciamos nossa vida profissional no longínquo ano de 1967, durante os anos obscuros da ditadura militar. Portanto, nossa têmpera foi forjada em anos difíceis para trabalhar como jornalista. Agora, que já passamos dos 43 anos de carreira, não são ameaças proferidas em corredores públicos que interromperão nossa trajetória.
Não mesmo!

Os resultados do segundo turno já são conhecidos nas 18 capitais do país onde houve votação. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao todo as eleições deste domingo (30) ocorreram em 57 municípios e envolveram cerca de 32,9 milhões de eleitores.
Aqueles que não puderam comparecer às urnas e não justificaram o voto hoje (30), podem preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo, por via postal, ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito até 60 dias após cada turno da votação, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.
O prazo para que isso seja feito é até 1º de dezembro, com relação ao primeiro turno; e, até 29 de dezembro de 2016, com relação ao segundo turno.
Depois de acompanhar o começo da apuração de votos do segundo turno na sede do TSE, o presidente da corte, Gilmar Mendes, disse que a eleição “transcorreu em clima de paz e normalidade” mesmo nos municípios que precisaram de reforço de segurança, como São Luís, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
O TSE registrou mais de 300 ocorrências e mais de 80 prisões durante o período de votação. Na maioria dos casos, a Justiça Eleitoral flagrou cabos eleitorais fazendo propaganda para candidatos, a tradicional boca de urna. De acordo com os dados, nenhum candidato foi preso.
Confira os prefeitos eleitos nas capitais no segundo turno:
Aracaju: Edvaldo Nogueira (PCdoB)
Belém: Zenaldo Coutinho (PSDB)
Belo Horizonte: Kalil (PHS)
Campo Grande: Marquinhos Trad (PSD)
Cuiabá: Emanuel Pinheiro (PMDB)
Curitiba: Rafael Greca (PMN)
Florianópolis: Gean Loureiro (PMDB)
Fortaleza: Roberto Cláudio (PDT)
Goiânia: Iris Rezende (PMDB)
Macapá: Clécio (Rede)
Maceió: Rui Palmeira (PSDB)
Manaus: Artur Virgilho Neto (PSDB)
Porto Alegre: Nelson Marchezan Junior (PSDB)
Porto Velho: Dr. Hildon (PSDB)
Recife: Geraldo Julio (PSB)
Rio de Janeiro: Marcelo Crivella (PRB)
São Luís: Edivaldo Holanda Júnior (PDT)
Vitória: Luciano (PPS)
Vitória da Conquista, única cidade com 2º turno

Herzem Gusmão (PMDB) superou Zé Raimundo (PT) e foi eleito novo prefeito de Vitória da Conquista neste domingo (30). O pleito foi decidido com cerca de 90,96% das urnas apuradas, indicando 57,86% dos votos válidos para Herzem e 42,14% para Zé Raimundo.
No primeiro turno, Herzem já havia liderado a eleição, com 47,82% dos votos válidos, contra 31,60 de Zé Raimundo.
Ao longo de toda apuração, o radialista de 68 anos manteve vantagem de aproximadamente 15% sobre o adversário. Eleito deputado estadual suplente em 2014, ele é pós-graduado em Comunicação e Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e também se formou em Direito em Minas Gerais.
Vitória da Conquista foi a única cidade baiana em que o prefeito foi definido no segundo turno. Herzem vai substituir Guilherme Menezes (PT) na administração do município a partir do próximo ano.

Brasil, não mostre a sua cara, ela está prestes a se tornar uma carantonha de faces horrendas e o sangue dos justos e dos incautos está prestes a correr pelas ruas.

Do Congresso em Foco.
Segundo investigadores, policiais legislativos presos usaram a estrutura e a verba do Senado para desfazer grampos telefônicos em seis endereços de três senadores e um ex-parlamentar investigados na Lava Jato. Um dos presos é o chefe da Polícia da Casa.
Em nota à imprensa, o Ministério Público do Distrito Federal informou que dinheiro público e a estrutura do Senado foram utilizados para tentar embaraçar as investigações da Operação Lava Jato e “satisfazer interesses particulares”. Esse é o principal argumento que levou a Justiça a determinar a prisão de quatro policiais do Senado na manhã desta sexta-feira (21). Entre eles, o chefe da Polícia do Senado, Pedro Carvalho Oliveira. Além da prisão temporária, também foi decretada a suspensão do exercício da função pública dos quatro investigados: Pedro, Geraldo César de Deus, Everton Taborda e Antônio Tavares.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa. As penas somadas podem chegar a 14 anos e 6 meses de prisão, além de multa.
Segundo o Ministério Público, as investigações partiram de uma delação premiada de um policial legislativo. “O agente afirmou aos investigadores que, em quatro ocasiões, servidores públicos – utilizando equipamentos do Senado – fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava Jato. Os nomes dos políticos não foram confirmados ainda.
Leia mais no Congresso em Foco.
A Agência Brasil divulgou nota, com base em manifestação do Senado, em que a Presidência da Casa contesta as notícias divulgadas e a tentativa de obstrução da Justiça:
Após a Polícia Federal prender hoje (21) quatro policiais legislativos, acusados de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, senadores que teriam se beneficiado das ações negaram ilegalidades nas diligências da Polícia Legislativa, que fez varreduras em busca de grampos em endereços particulares dos parlamentares.
Os parlamentares cujos endereços teriam sido vasculhados são a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA). O ex-presidente e ex-senador José Sarney também teria tido sua casa varrida em busca de grampos.
Para os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), que pediram as prisões temporárias dos quatro policiais legislativos, embora as varreduras estejam previstas no regulamento interno do Senado, tais ações configuraram uma obstrução da Justiça por terem utilizado recursos públicos para ações de contrainteligência fora do Congresso Nacional, em endereços de parlamentares atualmente investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O argumento foi acatado pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, que autorizou as prisões.
Em resposta, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nota na qual afirma que a “Polícia Legislativa exerce suas atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento administrativo do Senado Federal”. O texto acrescenta que “as atividades de varredura de escutas ambientais restringem-se a detecção de grampos ilegais, conforme previsto no regulamento interno”.
A senadora Gleisi Hoffmann admitiu ter solicitado à Polícia Legislativa uma varredura eletrônica em busca de escutas ambientais em suas residências em Brasília e Curitiba. O pedido foi feito depois de seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, ter sido preso em uma operação da PF.
“Esse serviço da Polícia Legislativa existe regularmente há muito tempo. Temos todo processo de pedido formalizado. Tudo dentro das normas do Senado. Fazer isso não configura obstrução alguma. Apenas queria ter informação de segurança sobre minha residência”, disse Gleisi, por meio de nota. Segundo ela, nada foi encontrado.
A defesa do senador Edison Lobão também reconheceu que o senador solicitou as varreduras em seus endereços particulares, mas em busca de grampos ilegais, não autorizados pela Justiça, acrescentando que nada foi encontrado.
“Não há irregularidade nesse pedido, essa é uma atribuição da Polícia Legislativa”, disse o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro à Agência Brasil. Ele negou que o ex-presidente e ex-senador José Sarney, também seu cliente, tenha solicitado varreduras do tipo.
O senador Fernando Collor divulgou nota em que também nega ter se beneficiado “de qualquer ação da Polícia Legislativa do Senado Federal que seja estranha às suas funções institucionais”.
A Polícia Federal esteve por cerca de três horas nas dependências da Polícia Legislativa, no subsolo do Senado, na manhã desta sexta-feira. Foram retiradas 10 malas de documentos e equipamentos eletrônicos para busca de escutas ambientais.
Ao todo, foram cumpridos nove mandados judiciais na operação, denominada Métis, sendo cinco de busca e apreensão e quatro de prisão temporária. Um dos presos foi o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Carvalho, homem de confiança de Renan Calheiros.
Os outros policiais legislativos presos foram Everton Taborda, Geraldo Cesar de Deus e Antonio Tavares. Todos foram encaminhados para a superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Eles vão responder pelo crimes de associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal. Somadas, as penas podem chegar a 14 anos de prisão, além de multa.

Segundo investigações, o ex-presidente teria recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas entre 2010 e 2014 referentes a dois contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.
O ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTB-AL) é acusado pela Procuradoria-Geral da República de ter recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas entre 2010 e 2014 referentes a dois contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras que, segundo revelaram as investigações da Lava-Jato, também teria sido palco de um esquema de corrupção e loteamento de cargos políticos de maneira similar ao que ocorreu na estatal petrolífera. Do Estadão.
Como propaga um ditado popular no Rio Grande do Sul, “cachorro comedor de ovelha só matando”. Os cachorros ovelheiros são da raça collie e border collie. De vez em quando, um enlouquece e na brincadeira com as ovelhas, acaba matando-as a dentadas. Quando isso acontece, melhor matar o cachorro, pois o costume ensina que ele volta a cometer o mesmo “crime”.
Um imbecil qualquer, anônimo como qualquer covarde, está fazendo comentários desairosos a este editor há um par de anos. O nome do indivíduo é falso, o email é falso. Como devem ser falsas as protuberâncias que adicionou aos glúteos.
O bobalhão só não sabe que ao fazer seus comentários recebo também o seu IP, que é 200.187.14.207. Com esse número vamos registrar boletim de ocorrência para instruir competente inquérito policial.
Além do pseudônimo que aparece na imagem, a bibinha também se intitula Aparecido dos Santos, com o email aparecidolem@hotmail.com.
Fique esperto prezado bobalhão!

A imprensa adversária ao ex-presidente Lula reagiu, denunciando uma forte tendência petista do Vox Populi. No entanto a pressão pelo aniquilamento de Lula da Silva não tem outro motivo senão as cotações eleitorais prévias do petista. Para outras conjecturas sempre contamos, é lógico, com o DataFolha e IBOPE.

No início da tarde desta segunda-feira (17), o Salão Verde da Câmara ficou interditado por cerca de 15 minutos para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local, mas nada foi encontrado.
De acordo com o chefe da Polícia Legislativa, Paul Deeter, uma ameaça anônima feita de um telefone público de São Paulo falava sobre a existência de uma bomba no Salão Verde, mas era um “alarme falso”, conforme disse Deeter.
Os policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara. Paul Deeter disse ainda não ser incomum a Câmara receber este tipo de ligação.
Que me perdoem os deuses da democracia, aqueles mesmos que corroem lentamente as vísceras dos ditadores, mas o nosso parlamento não precisa só de uma ameaça de bomba. Precisa de um castigo divino para tanta hipocrisia, incúria, corrupção e devassidão. Como Sodoma e Gomorra, o Congresso já fez por merecer uma densa chuva de fogo e enxofre.