Será que o povão entende isto?

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Será que o povo entende que a sonegação é três vezes maior que o déficit público? Leia mais sobre a Operação Zelotes, que anda a passos lentos e sem vontade.

Será que ao menos 10% da população entende que se paga quase 5 vezes de juros aos rentistas nacionais e internacionais, sem que ao menos se saiba quem são e quantos são, do que o déficit público? E que os juros que o Governo paga são mantidos na maior taxa do mundo, 13,75%, artificialmente?

Melhor nem comentar isso, não é? Os rentistas são os caras que trocam os governos, que mandam e desmandam a partir de seus escritórios em Wall Street, da City of London e de Amsterdam.

Os 400 picaretas são apenas os cachorrinhos da Madame, que se contentam com as migalhas que caem das suas mesas ricamente fartas.

Com esse dinheiro sempre muito caro, falta dinheiro para investimentos na lavoura, na indústria, na pesquisa, na infraestrutura – a ferrovia Norte Sul levou 25 anos para ser inaugurada – na Saúde e na Educação.

Ainda vamos ter, talvez em um tempo futuro, a visão do que é crime hediondo e o que é crime de lesa-pátria. 

E aí, maluco? Já achou a camiseta da seleção? Está na hora de ir pra rua, viu!

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O Copom (Comitê de Política Econômica), ligado ao Banco Central, divulgou, nesta quarta-feira, a nova taxa básica de juros. O governo, mais uma vez, perdeu uma ótima oportunidade de sinalizar para o setor produtivo, que gera emprego e renda, que o País não bajula mais os especuladores e o rentismo.

Explica que ainda não entendi: a dívida pública brasileira é de quase 3 trilhões de realetes, pagamos quase 600 bilhões de juros ao ano e aí vem aquela patota do Banco Central e baixa a taxa de juros anuais em 0,25%?

A quadrilha dos rentistas continua reunida e o governo continua a cabresto da banca insana. Vão acabar de quebrar e moer a economia do País.

Atenção, carpinteiros: contratamos os melhores para a construção de patíbulos

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As votações da madrugada de hoje na Câmara e a tentativa de votação em regime de urgência da mesma matéria, as “10 medidas contra a corrupção” e as respectivas emendas calhordas, serviram apenas para uma coisa: identificar os 300 picaretas, que, agora, como em todo processo canceroso, crescem a olhos vistos.

Agora já são mais de 400. Identificados e com o aprofundamento da crise já sabemos quem são os verdadeiros golpistas, aqueles que têm o rabo preso com qualquer investigação sobre corrupção.

Agora que já sabemos quem são, em caso de cólica institucional, fica fácil dependurá-los por cordas na Esplanada dos Ministérios.

Que se convoquem os carpinteiros. E que se construam os patíbulos, com madeira de boa qualidade. E, depois, se afiem as guilhotinas com o máximo esmero.

Em tempo: hoje os paneleiros, pós golpe do Pato, voltaram às janelas. Agora começam a entender todo o processo.

Equipe de transição do Município de LEM inicia trabalho amanhã, 1º

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O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Humberto Santa Cruz, assinou hoje, durante entrevista coletiva à imprensa, o decreto de transição do Executivo, nomeando representantes do Governo e relatando as indicações do Prefeito eleito, Oziel Oliveira.

O Prefeito relatou durante a entrevista que o orçamento do Executivo deve cair este ano em cerca de 23%, de R$305 milhões estimados para algo em torno de R$244 milhões em 2016. O que reflete algumas dificuldades para cumprir os ditames da Lei de Responsabilidade Fiscal, obrigando o executivo a reduzir despesas em áreas importantes, como a de recursos humanos.

“Tínhamos a Policlínica operando com 24 especialidades médicas e não médicas, servindo não só o Município como outras comunidades vizinhas. Hoje estão reduzidas a 13 ou 14 para poder atender a redução das despesas”, afirmou o Prefeito.

Mesmo assim, afirma Humberto, a Saúde de LEM ainda é referência no Estado, pelo desenvolvimento de iniciativas como a UTI e residência Pediátrica do Gileno de Sá, o CAPS – Centro de Atenção Psicossocial, 16 postos de saúde da família em funcionamento (serão entregues 23 ao final do Governo) e o pleno funcionamento da UPA, do Serviço SAMU 192,  acrescidos do LACEN – Laboratório Central e Lavanderia Municipal.

Atualmente o Município aplica por lei 15% do Orçamento em Saúde, mas esse percentual chega a 22% com recursos próprios.

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Entre as obras que não conseguiu realizar em seu Governo, Humberto lamentou não ter realizado as obras de macrodrenagem na bacia do Rio dos Cachorros, que teve, por duas vezes promessa de verbas federais, frustradas em ambas.

“Queríamos ter podido fazer um parque longitudinal ao Rio dos Cachorros, na região urbanizada de LEM, com no mínimo 60 metros de largura, mas não podemos alcançar tal objetivo”.

Outra frustação deixada clara por parte de Humberto foi não ter conseguido que o DNIT realizasse a iluminação e as passarelas sobre a travessia da BR 242:

-Realizamos incontáveis gestões junto ao Órgão, sem que não fossemos rechaçados com a falta de verba.

Marli Cenci, secretária de Educação, presente à coletiva, refutou de plano questões levantadas sobre a boa operação do transporte escolar:

-Não existe redução do transporte escolar. Apenas remanejamos veículos. Onde um ônibus fazia uma viagem, agora está fazendo duas ou três em horários anteriores ao início das aulas. Gastamos quase R$450 mil por mês em transporte escolar, incluindo aí os 7 ônibus próprios, que trabalham em três turnos. Enquanto isso recebemos pouco mais de R$86 mil ao ano do Governo Federal e R$27 mil do Governo do Estado para fazer o transporte do estudantes do ciclo médio.

Estiveram presentes à reunião outros secretários do Município, entre eles Carlos Augusto Prazeres (Planejamento), Waldemar Lobo (Infraestrutura), Marçal Tetsukamoto ( Ciência e Tecnologia) e Cândido Henrique Trilha (Governo).

Humberto pontuou ao final de sua entrevista que retira-se da vida pública e que uma eventual candidatura à Câmara Federal, em 2018, ainda não está em seus planos.

E o dinheiro da Câmara de LEM? Tomou chá de sumiço?

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Apesar dos polpudos repasses do Executivo, o dinheiro da Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães parece que acabou antes do tempo. Um funcionário escreveu à redação, informando que não tem mais água nem papel à disposição dos servidores e vereadores.

No ano passado, o duodécimo percebido pela Câmara  seria de R$11.247.823,07, com um repasse mensal R$937.318.58. Cada vereador custava então, ao contribuinte, a bagatela de quase R$750 mil por ano.

Impressiona ainda mais o fato de que em 2015 a Câmara licitou e comprou 55 mil garrafas d’água. E deve ter repetido essa licitação em 2016. Os vereadores não tem ido às sessões da Câmara. Por isso é de se estranhar que falte material de consumo no final da sessão legislativa do corrente ano. Veja abaixo matérias completas sobre gestão financeira da Câmara no ano passado

Sítio do Mato: PRE manifesta-se contrária ao recurso de Alfredinho

A situação eleitoral do prefeito reeleito de Sítio do Mato, Alfredo de Oliveira Magalhães Júnior, está cada vez mais complicada. Agora a Procuradoria Regional Eleitoral manifestou-se pelo desprovimento do recurso de Alfredinho, o que certamente deve influenciar os magistrados do Tribunal Regional Eleitoral no seu julgamento.

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cursinoSe tudo correr dentro dos padrões habituais da Justiça Eleitoral, quem deve assumir a Prefeitura de Sítio do Mato será o terceiro colocado na consulta popular de 2 de outubro, Cássio Guimarães Cursino, pela coligação “JUNTOS PELA RENOVAÇÃO” (PP / PSL / REDE / PSC / PMB / PSB / PC do B) 

Nunca é tarde para lembrar!

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No momento em que o mar de lama extravasa nos alicerces do Congresso e do Palácio do Planalto, é bom lembrar que se estabelecia um grande acordão parlamentar para derrubar Dilma Rousseff e estancar a lava fervente da Lava-Jato. Tudo acertado nos seus mínimos e escabrosos detalhes.

Ou o Brasil manda para a cadeia os 300 delatados pela Odebrecht ou os 300 delatados tomam conta do Brasil definitivamente. O brasileiro da planície não vai permitir que a impunidade se torne lei.

Caldo entornou: executivo da Odebrecht entrega cabeça de Geddel em uma bandeja

Geddel ganhou relógio de 25 mil dólares da Odebrecht por aniversário de 50 anos

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O ministro da Secretaria do Governo Geddel Vieira Lima ganhou da Odebrecht um relógio no valor de US$ 25 mil (R$ 85 mil na atual cotação do dólar), como presente por seu aniversário de 50 anos, em março de 2009.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, com informações do site Buzzfeed Brasil, o relógio era o suícço Patek Philippe, modelo Calatrava, e foi entregue acompanhado de um cartão de felicitações assinado por Emílio Odebrecht, por seu filho, Marcelo, e pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empreiteira Cláudio Melo Filho.

Marcelo está preso desde junho de 2015 em Curitiba e já foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. No mesmo ano, Geddel ainda estava no comando do Ministério da Integração do governo Lula, na cota do PMDB.

A pasta liberou R$ 35,2 milhões para a Construtora Norberto Odebrecht em 2009, para uma das etapas de implantação do projeto de irrigação Tabuleiros Litorâneos de Parnaíba, executado pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), órgão vinculado ao ministério.


Foto: Divulgação

Segundo o Estadão, a informação consta nos anexos do acordo de delação premiada de Melo Filho, um dos ex-executivos da Odebrecht que participam da colaboração com o Ministério Público Federal.

De acordo com a reportagem, Melo Filho era identificado nas comunicações de Marcelo Odebrecht pelas iniciais CMF.
Em depoimento aos investigadores, ele afirmou também que Geddel mantinha boa relação com a Odebrecht e recebia recursos regularmente. 
Os pagamentos seriam feitos em períodos eleitorais, na forma de doações de campanha, mas também em períodos em que não estavam sendo realizadas eleições.
O executivo afirma que Geddel recebeu contrapartida para liberar recursos da obra Tabuleiros Litorâneos e que o ministro faz jus ao apelido “boca de jacaré”: segundo ele, apesar da empreiteira sempre ter repassado um volume considerável de recursos, ele sempre achava pouco e pedia mais. Conteúdo editado pelo Bahia Notícias.

O caos organizado: delação da Odebrecht deve degolar mais de 200 políticos

Executivos da empreiteira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, começaram a assinar hoje (23) acordos de delação premiada com a força-tarefa de procuradores que investiga desvios na Petrobras. Os termos dos acordos estão sob sigilo e os detalhes não serão divulgados.

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O  depoimento  de  Marcelo  Odebrecht  é  um dos  mais  esperados.

Um dos depoimentos mais esperados pelos procuradores é o do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 19 anos e quatro meses de prisão por crimes de corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

A expectativa é que os depoimentos, nos quais os funcionários devem relatar repasses de propina para políticos, sejam enviados no começo do ano que vem para o Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual caberá a homologação das oitivas.

Em março, a Operação Xepa, uma das fases da Lava jato, teve a Odebrecht como principal alvo e prendeu diretores e executivos da companhia.

Com a deleção, espera-se que no mínimo uns 200 suplentes de deputados e senadores assumam os cargos dos seus titulares. No Executivo, a operação corta-cabeças também deverá atingir duramente.

Agora Oziel já pode experimentar a cadeira de prefeito de Luís Eduardo

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A ação de autoria das coligações “Hora da Mudança” e “O trabalho Continua” relativas ao registro da candidatura de Oziel Alves de Oliveira, nas eleições de 2 de outubro, sofreu uma reviravolta na semana passada, quando o procurador regional eleitoral,  Ruy Nestor Bastos Mello, modificou o manifesto do MPE de LEM, na pessoa da procuradora Alice Koerich Inácio, e a sua própria primeira manifestação, refazendo os cálculos do período de inelegibilidade do Candidato.

As decisões intrincadas para os leigos referem-se ao período de validade da liminar que Oziel Oliveira obteve junto ao Tribunal de Justiça da Bahia, em 2012, para concorrer. Ruy Mello acredita que Oziel era elegível desde março deste ano.

Em sendo assim, o pleno do Tribunal Regional Eleitoral, que julgará a ação até o dia da diplomação, dificilmente irá discordar da manifestação da PRE.

O que Oziel não deveria permitir são os boatos criados por seus correligionários, afirmando que ACM Neto interferiu em seu favor junto ao PRE. Isso desacredita o próprio Ministério Público, a figura do prefeito de Salvador e o candidato eleito. Até porque apoiado de plano pelo governador Rui Costa na recente campanha, se Oziel admitisse favores de Neto estaria preparado para trair um dos dois candidatos em 2018.

Por quem choram os corruptos, os algozes do seu povo?

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O ministro Geddel Vieira Lima chora ao negar tráfico de influência;

o ex-deputado Eduardo Cunha chora na prisão ao receber a mulher;

o Garotinho, frenético, esperneia na maca;

a filha Clarisse Garotinho chora na tribuna da Câmara;

o governador da gangue dos guardanapos, Sérgio Cabral, chora na prisão em Bangu, mastigando seu pão com margarina;

Lula chora com a ameaça de cair nas garras pessedebistas de Sérgio Fernando;

os crocodilos choram aos quebrar os ossos de suas vítimas com as mandíbulas.

Que diabos de gente mais chorona!

Ops! Temer firma o pé na macega e garante Geddel no Governo!

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O presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, Mauro Menezes, afirmou que o colegiado analisa nesta segunda-feira (21) se abre ou não processo para investigar a conduta do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, no episódio que culminou na demissão de Marcelo Calero do comando do Ministério da Cultura.

Fontes extra-oficiais dizem que quando 5 dos 7 membros da Comissão condenaram a atitude de Geddel, veio uma ordem do Planalto para cancelar a sessão.

Temer diz que o “Anão do Orçamento” fica no Governo sem ou com Comissão de Ética.

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Kátia Abreu: receber salário indevido também é corrupção

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Da ex-ministra Kátia Abreu, relatora da comissão que fará um pente-fino nos supersalários nos Três Poderes, ao Estadão:

“Tenho certeza que no Senado vamos aprovar as propostas. Acho que a sociedade não aceita mais. A democracia corporativa não interessa mais a ninguém.

Presidentes de entidades dizem que isso é uma perseguição ao Judiciário, que tem atuado no combate à corrupção. Receber o salário indevido também é corrupção.

Corrupção não é só fazer superfaturamento, pegar propina de empresa, não é só mensalão ou petrolão, tem várias formas, inclusive receber salário indevido.”

Uma cobertura com vista para o mar da Bahia?

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Advogado de Geddel Vieira Lima advoga também para a empreiteira que teve a construção do imóvel barrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Sócios de Geddel em um restaurante de Salvador têm ou tiveram relações com a construtora Cosbat. Geddel teria ganho o apartamento ou cobertura “em andar alto” para advogar a causa da liberação da obra do edifício La Vue, na Ladeira da Barra.

Segundo o jornal Correio*, a vista para o mar da Barra é o diferencial do recém-lançado empreendimento de alto padrão La Vue Ladeira da Barra. O residencial  terá apenas uma torre com 23 apartamentos de 259 metros quadrados  e uma  cobertura Top House de 450 metros quadrados. 

Os apartamentos do residencial, um por andar, estão sendo erguidos  com 4 suítes e preço do metro quadrado em torno de R$ 10 mil. Ou seja, há unidades com preços a partir de  R$ 2,5 milhões e a cobertura custa a partir de R$ 4,5 milhões.

Ninguém sabe toda a verdade, mas comenta-se  que até Michel Temer, homem acostumado com essas querelas,  se arrepiou com o episódio.

Comparado ao apartamento atribuído a Geddel,  o apartamento triplex de Lula no Guarujá não passa de um puxadinho vertical, do tipo “minha casa, minha vida”.

Mário Hirs perde eleição no TRE. Jathay Junior presidirá a corte.

mario-alberto-hirs-e-edmilson-jatahy-fonseca-juniorO presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, desembargador Mário Alberto Hirs, não conseguiu ser reconduzido ao cargo. Em votação realizada nesta sexta-feira (18), foi eleito o desembargador Edmilson Jatahy Fonseca Júnior.

Jatahy Júnior obteve 31 votos, contra 25 de Mário Hirs para a vaga de juiz efetivo do TRE, na classe de desembargador. Seguindo a tradição, Jatahy deve ser escolhido presidente da Corte Eleitoral assim que tomar posse como membro do colegiado.

Mário Hirs foi presidente do Tribunal de Justiça da Bahia. O resultado da eleição –conduzida pela presidente Maria do Socorro Barreto Santiago– foi interpretado como um enfraquecimento claro do grupo de Hirs, que exerceu forte controle sobre o Tribunal estadual até o ano passado.

Mário Alberto Hirs e Telma Laura Silva Britto –ex-presidentes do TJ-BA– são alvo de processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça. (*)

Eles foram afastados pelo colegiado em 2013 e retornaram ao cargo graças a liminares concedidas pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, no recesso de julho de 2014.

Repousam sobre os ombros do pleno do TRE centenas de recursos eleitorais relativos às consultas populares de 2 de outubro, com o agravante que as sentenças deverão estar prolatadas até o dia 19 de dezembro, data marcada para a diplomação dos candidatos eleitos. Sem prejuízo, é lógico, de eventuais recursos ao Tribunal Superior Eleitoral.

Mordomias de um ministro pra lá de cara de pau.

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O ministro da Educação, Mendonça Filho, mandou fazer uma licitação de R$200 mil para a compra de lanches a serem fornecidos nos aviões da FAB para o executivo e aqueles que o acompanharem, os puxa-sacos de sempre. Entre os lanchinhos, cestas de frutas de R$119,00 e refeições a R$54,00.

Enquanto isso, o Governo cancela verbas para o Exército contratar caminhões para distribuir águas aos flagelados da seca no Nordeste.

Se Deus está dormindo ou morto, que não ouve os clamores do pobre, pelo menos o Diabo podia levar uma peça dessas com urgência para o mármore do inferno. E mandar um selfie de lá prá cá pra gente ver a situação dos canalhas.

Comissão da Câmara Federal adia votação de relatório com medidas anticorrupção

Adiamento foi motivado por mudanças feitas de última hora pelo relator em um dos pontos considerados polêmicos da proposta. Nova reunião foi agendada para a terça-feira, dia 22

Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Joaquim Passarinho (PSD-PA)

Joaquim Passarinho: está em negociação texto que mantenha a possibilidade de punição para magistrados e procuradores

Foi adiada para a próxima terça-feira (22) a votação do relatório apresentado pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) à proposta que estabelece medidas contra a corrupção (PL 4850/16). A expectativa era que o texto pudesse ser votado hoje, mas a reunião foi cancelada por falta de quórum.

Na avaliação do presidente do colegiado deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), o texto não foi votado em função de mudanças de última hora em um dos pontos considerados polêmicos da proposta: a possibilidade de magistrados e membros do Ministério Público serem processados por crime de responsabilidade.

Atualmente, só podem ser julgados por crime de responsabilidade o presidente da República e seus ministros, os ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República e os governadores.

“Está visível que a maioria não quer discutir hoje e nem votar”, disse Passarinho. Para ele, os deputados não aceitaram a retirada do dispositivo, anunciada pelo relator na última segunda-feira, depois de conversar com o coordenador da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal, procurador Deltan Dallagnol

O presidente do colegiado disse que está em negociação um novo texto, que mantenha a possibilidade de punição, mas que impeça retaliações a investigadores. “Não tem porque um magistrado ou um procurador que cometa um crime não poder pagar como qualquer cidadão. Eles não podem estar acima da lei”, disse.

Mudança

O relator da proposta, deputado Onyx Lorenzoni havia elaborado substitutivo, apresentado na semana passada, em que previa a possibilidade de processos contra juízes e promotores responderem por crime de responsabilidade.

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E aí, Presidento? Prender Lula pode dar “poblema”?

poblema

Como justificar a prisão de Lulalá, sem obedecer a ordem alfabética das inúmeras delações de empreiteiros com o pessoal do PMDB, do PSDB e dos poderosos que estão dando plantão no Poder hoje em dia?

Ou esse Lava Jato lava a honra de todos ou deixa todo mundo sujinho como está.

443 deputados implicados na farra das passagens. Vão devolver o dinheiro?

O número de denunciados – 443 ex-deputados – mostra que eram uma prática comum os fatos descritos pelo Ministério Público Federal na investigação sobre a “farra das passagens” ocorrida na Câmara entre 2007 e 2009.

A preços que, na época, chegaram a R$ 70 milhões, foram pagos pela Casa cerca de 160 mil bilhetes aéreos, usados indevidamente em viagens internacionais, muitos deles negociados num esquema criminoso envolvendo assessores e parlamentares.

Um dos implicados é o próprio presidente Michel Temer, que se defendeu com a afirmação de que “não havia regras claras” sobre o o uso de passagens. Fernando Gabeira, que embarcou parentes para o exterior, achava que “a definição era cada um gerir sua cota”.

Estão ainda na lista do MPF três políticos que hoje são governadores: Rodrigo Rollemberg (PSB), do Distrito Federal, Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, e Suely Campos (PP), de Roraima.

Vinte baianos entre os denunciados

Jusmari: entre o plantio de cenouras e a farra das passagens aéreas.
Jusmari: entre o plantio de cenouras e a farra das passagens aéreas.

Por ordem alfabética, são estes os 20 parlamentares da Bahia, muitos deles hoje sem mandato, apontados como participantes da “farra das passagens”:

ACM Neto, Colbert Martins Filho, Fábio Souto, Félix Mendonça (pai), Fernando de Fabinho, Geraldo Simões, João Almeida, Joseph Bandeira, Jusmari Oliveira, Luiz Bassuma, Luiz Carreira, Marcelo Guimarães Filho, Marcos Medrado, Pedro Irujo, Robério Nunes, Roland Lavigne, Sérgio Carneiro, Tonha Magalhães, Uldurico Pinto e Zelinda Novaes.

Corrupção: Janot diz que ponto de tensão está no máximo

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, avaliou na última sexta-feira que a Operação Lava Jato conseguiu “envergar a vara” da corrupção sistêmica no país, que se encontra agora em um ponto de inflexão, próxima de ser superada.

“Ou essa vara quebra, ou voltará chicotando todo mundo”, afirmou.

Ele usou a metáfora após ser por diversas vezes ser questionado, durante café da manhã com jornalistas, se algumas propostas de lei que tramitam no Congresso Nacional teriam o potencial de prejudicar o alcance das investigações do Ministério Público Federal (MPF).

“A corrupção episódica não vai acabar. O que a gente tem é que controlar essa corrupção endêmica”, afirmou Janot. “No que diz respeito à endêmica, esta vara está envergada, e eu espero que seja sim a Lava Jato que vá quebrar essa vara, no sentido de vencer essa corrupção endêmica, essa corrupção sistemática”, disse ele.

Trump vende o topete mas não adota medidas restritivas contra o México

Trump, em foto do The Guardian, fazendo beicinho.
Trump, em foto do The Guardian, fazendo beicinho.

Não está nada fácil do presidente eleito Donald Trump fazer o muro na divisa com o México. Mais de 51% das importações do México vêm dos Estados Unidos. Por muito menos disso meteram uma bala no John Kennedy, depois no seu irmão, Bob Kennedy, pré-candidato à Presidência da República.

A política econômica da direita caipira dos Estados Unidos conserva a faca nos dentes.

Jogo e dobro a aposta que Trump não faz o muro e não deporta os ilegais, que sustentam a mão de obra barata do comércio e serviços.

Está mais fácil Trump vender o aplique do penteado exótico do que adotar 10% das medidas que anunciou durante a campanha.

Da mesma maneira, não fará maiores restrições ao Brasil, que tem nos Estados Unidos seu segundo maior parceiro comercial.

Convidar-me-ão para a festa?

Hoje à noite, 22h, o presidente Michel Temer será o convidado do Roda Viva, TV Cultura. A entrevista foi gravada no Palácio do Planalto.
Na bancada, com Augusto Nunes estarão presentes Willian Corrêa, coordenador geral do Jornalismo TV Cultura; João Caminoto, diretor de jornalismo do Grupo Estado; Sérgio Dávila, editor executivo do Jornal Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde, colunista do jornal Estadão e Ricardo Noblat do Blog do Noblat – O Globo, a fina flor do jornalismo comprometido.

Preparem-se para as mesóclises e para manifestações laudatórias de primeira grandeza. Audiência prevista entre traço e um otimista 1%.

 

Chutando de primeira, sem deixar bater no gramado

Em um grupo de whatsapp comentava-se que uma das primeiras obras do prefeito eleito, Oziel Oliveira, seria trazer uma linha aérea comercial para Luís Eduardo Magalhães.

O internauta, autor da boa notícia, foi confrontado, de plano, quando lembramos que a cidade não tem nem um destacamento de corpo de bombeiros convencional, quanto mais um grupo especializado de combate a incêndio e equipamentos específicos para o aeroporto.

Foi o que bastou: no outro dia, Oziel anunciava, em um blog aliado, a vinda dos bombeiros para Luís Eduardo Magalhães.

A direita sertaneja não é mole não!

Prefeito de Sítio do Mato sofre ação de investigação judicial eleitoral

Alfredo de Oliveira Magalhães Junior, o Alfredinho, atual prefeito de Sítio do Mato, além de enfrentar o problema de rejeição de contas pelo TCM e pela Câmara Municipal, agora enfrenta também, na Justiça Eleitoral, uma AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral, a qual pede o cancelamento de sua diplomação como prefeito reeleito.

Alfredinho é denunciado por distribuição de cestas básicas durante o período pré-eleitoral e eleitoral. Veja aqui o inteiro teor da petição inicial. Nas fotos abaixo, cenas da distribuição das cestas básicas.

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“Farinha pouca, meu pirão primeiro!”

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O prefeito eleito da capital paulista, João Dória, já articula com a Câmara aumento de salário para ele, seu vice e secretários em 2018. Dória é multimilionário, mas isso não elide o fato de que quer faturar mais um pouco. Na foto, Dória com o homem que está processando todo mundo que tocar no assunto “merenda escolar”.

Lava Jato bota, novamente, seu bloco na rua.

Polícia Federal

Enquanto o Campeonato Brasileiro de Futebol se prepara para realizar a sua 35ª rodada, a 36ª fase da Operação Lava Jato já está nas ruas. Batizada de Operação Dragão, policiais federais cumprem hoje (10) 18 mandados judiciais em cidades de São Paulo, do Paraná e Ceará. Entre os mandados, dois são de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Federal, nesta fase da Lava Jato o alvo são dois operadores financeiros que movimentavam recursos originários de operações fraudulentas entre empreiteiras e empresas com sedes no Brasil, envolvendo funcionários da Petrobras e executivos.

Segundo fontes de Brasília, em março a Lava Jato vai dar sua tacada final. Segundo prévia das últimas delações, mais de 200 reputações serão jogadas na lata de lixo da história política do País. Em sendo assim, pode-se inferir que a jogada de trocar o comando do Brasil não deu certo e a relativa calmaria que estamos experimentando é prenúncio de forte tempestade.

Senado aprova cláusula de barreira para partidos e põe fim às coligações

Foto de Jonas Pereira, da Agência Senado
Foto de Jonas Pereira, da Agência Senado

O princípio do fim dos partidos nanicos e legendas de aluguel.

O Plenário do Senado aprovou ontem à noite, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC 36/2016) que cria uma cláusula de barreira para atuação de partidos políticos e acaba com a coligação nas eleições proporcionais, em que disputam vereadores e deputados. Foram 58 votos a favor e 13 contrários à matéria, cujo objetivo central é diminuir o número de partidos no país.

A matéria será votada em segundo turno no próximo dia 23 de novembro em plenário, segundo acordo de líderes anunciado da Mesa pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Apresentada pelos senadores tucanos Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG), a PEC 36/2016 foi aprovada como substitutivo elaborado pelo relator da matéria e líder do governo Temer no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

A proposta extingue, a partir das eleições de 2020, as chamadas coligações partidárias para candidaturas de vereador e deputado. Segundo a legislação em vigor, partidos podem promover tais tipos de agrupamento eleitoral, em que os votos recebidos pelas respectivas legendas coligadas são somados e, em seguida, redistribuídos em uma lista pré-determinada para o preenchimento das vagas no Legislativo, segundo critérios da própria coligação.

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A fogueira das vaidades poderá enfraquecer os novos poderosos em 2018?

fogueira

Da mesma maneira que Geddel e ACM Neto podem rachar a Oposição da Bahia em 2018, talvez a situação fique indecisa entre Rui Costa + Jaques Wagner e o possível candidato senador Otto Alencar.

O mesmo vai acontecer entre Temer, Serra, Aécio e Alckmin a nível federal em um processo autofágico sem precedentes em eleições anteriores.

Essas fissuras entre aliados podem ser determinantes para a campanha que já começou.

O PT ainda não terá todas as feridas cicatrizadas daqui a dois anos. Será apenas o “incrível partido que encolheu” e vai compor forças com outros nanicos progressistas. Mas pode incomodar justamente por essa fogueira das vaidades que ameaçará os atuais empoleirados no poder.

Fôro privilegiado é sinônimo de prescrição e impunidade

impunidade

O jornal Folha de São Paulo, publicou neste domingo, um levantamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tempo de duração de processos contra políticos. Em 84 casos analisados, políticos estão em média há sete anos e oito meses sem julgamento. O recordista é o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), investigado desde 1998 por suspeita de saque indevido no INSS. A longa tramitação, alerta o jornal, abre o risco de prescrição.

Regionalmente, temos um exemplo: um deputado federal que chegou à Câmara com 5 inquéritos e 5 processos. Um dos processos foi arquivado e voltaram com ele, à primeira instância, por motivo de perda do fôro privilegiado, 5 inquéritos e 4 processos. Em quatro anos de mandato nada se concluiu, nem mesmo uma solitária decisão monocrática, à exceção do arquivamento já citado, foi proferida.

Agora, o juiz federal Sérgio Moro apregoa, em entrevista ao Estadão, que o fôro privilegiado deve ser reservado aos chefes dos três poderes. Está certo. Até o dr. Cuca Beludo, que foi notícia na Globo News na semana que passou, apoia essa propositura.

 

romulo

Não mesmo! Cinco anos depois, os vereadores encontram sua ilha de ostracismo!

Este post foi publicado em 5 de novembro de 2011, quando este Editor e O Expresso enfrentavam grande assédio de vereadores da Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães, inclusive processos na Justiça. Hoje, Domingos Carlos Alves, o Cabo Carlos, e Sidney Giachini, amargam o ostracismo depois da derrota nas urnas de 2 de outubro. E Alaídio Castilhos nem se candidatou.

Frase do grande constitucionalista, soberbo legislador e grande defensor da democracia, Sidney Giachini, proferida cara a cara com este jornalista, ontem, nos corredores do Centro Administrativo, temperada por um sorriso nos lábios:

– Você tem que ser contido. Você não pode dizer sempre o que pensa. A moção dos vereadores contra você será feita e eu vou assinar.

Como uma bobagem explícita dessas não tem medidas plausíveis, só nos resta deixar alguns trechos escolhidos para leitura do inflamado vereador, que apesar do seu vasto telhado de vidro, teima em jogar pedras a esmo, mesmo que queira apenas atingir seus desafetos.

Lembraremos que a liberdade de imprensa é um dos princípios pelos quais o Estado Democrático garante a liberdade de expressão dos seus cidadãos.

Lembraremos também que a liberdade de expressão é um direito humano inalienável e que independe da vontade de políticos e cidadãos de destaque na sociedade.

Lembraremos ainda ao insigne vereador Giachini que o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos expressa que “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

Diz ainda um diretor-geral da Unesco:

“Sem uma mídia livre, independente e pluralista, como pode o público fazer escolhas eleitorais informadas, analisar o processo político de tomada de decisão ou dar opiniões efetivas para assuntos públicos?”

O ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, também tem uma palavra que pode servir de referência ao democrático vereador Giachini:

“Os jornalistas trabalham na linha da frente da história, tentando destrinchar o emaranhado dos acontecimentos, dando-lhes forma e conferindo sentido à nossa vida, ao narrá-los. Os seus instrumentos são as palavras e as imagens, o seu credo, a livre expressão, e as suas palavras reforçam a capacidade de agir de todos nós, tanto dos indivíduos como da sociedade.”

Voltando às afirmações equilibradas do ativo vereador:

 “Você chamou os vereadores Domingos Carlos Alves dos Santos e Alaídio Castilho de semi-analfabetos”.

Respondo: “E você viu o vereador Domingos nos classificar de blogueiro analfabeto e ignorante na Rádio Mundial?”

Além do mais, no próprio programa em que este jornalista foi ofendido, o vereador Alaídio Castilhos se confessou analfabeto. E dias mais tarde, o vereador Domingos Carlos declarou ao jornal Classe A  que todos esperavam que ele fizesse uma má administração na Câmara, “por ser preto e analfabeto”.

Na última sessão da Câmara, Giachini foi ainda mais longe: acompanhou o Vereador Domingos Carlos numa acusação  em que classificou este jornalista como “quadrilheiro” por ter “tomado dinheiro” daquela Casa Legislativa.

Não levaram em conta que a importância dos serviços pagos pela Câmara fosse  irrisória e que os serviços de publicidade tivessem sido prestados ao longo de um ano.

Não levaram em conta que os serviços prestados foram amparados pelo devido documento fiscal, depois de licitação pública,  e a efetiva contrapartida na prestação de serviços de publicidade legal.

Serviços que, aliás, foram prestados também por outros jornais da cidade e na mesma proporção das verbas destinadas.

Por que o grande dramaturgo e ficcionista Domingos Carlos, assessorado pelo seu ingente Sancho Pança, não fez ver às três ou quatro dezenas de assistentes da sessão ordinária da Câmara de Vereadores, que o serviço prestado vinha acompanhado do referido comprovante de publicação?

Por que silenciaram os referidos vereadores na legislatura anterior ao tomarem conhecimento da publicação dos balancetes e anúncios institucionais da Câmara?

Por que não se referiram ao fato de que toda a publicidade que foi gasta no ano de 2010 não passou de uma importância pouco significativa, quando a Câmara divulgava suas ações legislativas para toda a população?

Pois afirmo a ambos, doutos vereadores, duas ou três verdades inquestionáveis:

a) A sua moção de repúdio a este jornalista significa absolutamente nada. Como também nada significam  as notícias veiculadas pela imprensa caudatária e servil, a soldo de sua gestão.

b) Não vão calar ninguém que queira expressar a vontade de uma parcela significativa da população, tais como a dispendiosa compra de carros e a sua manutenção. O dinheiro público é sagrado e deve ser administrado com parcimônia e responsabilidade. Faço votos que primem sempre pela transparência de suas ações públicas, em proveito da população eduardense.

c) Que as suas diferenças políticas com o ex-presidente da Câmara, Eder Fior, não recaiam sobre este jornalista que acreditam ser o elo  mais fraco da corrente da sociedade. Enganam-se mais uma vez.

Deixo-lhes ainda, uma lembrança que pode servir de norte à sua destacada atuação legislativa: iniciamos nossa vida profissional no longínquo ano de 1967, durante os anos obscuros da ditadura militar. Portanto, nossa têmpera foi forjada em anos difíceis para trabalhar como jornalista. Agora, que já passamos dos 43 anos de carreira, não são ameaças proferidas em corredores públicos que interromperão nossa trajetória.

Não mesmo!

Seguidores já apostam em Crivella para presidente em 2018

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O 2º turno das eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro ainda nem acabou direito e, segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo, seguidores das igrejas Universal e Assembleia de Deus, já estão apostando no eleito, Marcelo Crivella, para a presidência da República em 2018.

“Chegará o momento em que o Brasil terá um presidente evangélico. É natural”, afirma o bispo Robson Rodovalho, presidente da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil.

Isso quer dizer, em outras palavras: estamos iniciando o caminho para uma Teocracia de direita na qual todos sabem como começa, mas não sabem como termina, com os perigos inerentes do fundamentalismo.

É o adeus temerário ao Estado Laico, em que qualquer cidadão professa a sua fé independente de ingerências estatais ou paraestatais.

Conhecidos os 18 prefeitos de capitais eleitos em segundo turno

Os resultados do segundo turno já são conhecidos nas 18 capitais do país onde houve votação.  Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao todo as eleições deste domingo (30) ocorreram em 57 municípios e envolveram cerca de 32,9 milhões de eleitores.

Aqueles que não puderam comparecer às urnas e não justificaram o voto hoje (30), podem preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo, por via postal, ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito até 60 dias após cada turno da votação, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

O prazo para que isso seja feito é até 1º de dezembro, com relação ao primeiro turno; e, até 29 de dezembro de 2016, com relação ao segundo turno.

Depois de acompanhar o começo da apuração de votos do segundo turno na sede do TSE, o presidente da corte, Gilmar Mendes, disse que a eleição “transcorreu em clima de paz e normalidade” mesmo nos municípios que precisaram de reforço de segurança, como São Luís, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

O TSE registrou mais de 300 ocorrências e mais de 80 prisões durante o período de votação. Na maioria dos casos, a Justiça Eleitoral flagrou cabos eleitorais fazendo propaganda para candidatos, a tradicional boca de urna. De acordo com os dados, nenhum candidato foi preso.

Confira os prefeitos eleitos nas capitais no segundo turno: 

Aracaju: Edvaldo Nogueira (PCdoB)

Belém: Zenaldo Coutinho (PSDB)

Belo Horizonte: Kalil (PHS)

Campo Grande: Marquinhos Trad (PSD)

Cuiabá: Emanuel Pinheiro (PMDB)

Curitiba: Rafael Greca (PMN)

Florianópolis: Gean Loureiro (PMDB)

Fortaleza: Roberto Cláudio (PDT)

Goiânia: Iris Rezende (PMDB)

Macapá: Clécio (Rede)

Maceió: Rui Palmeira (PSDB)

Manaus: Artur Virgilho Neto (PSDB)

Porto Alegre: Nelson Marchezan Junior (PSDB)

Porto Velho: Dr. Hildon (PSDB)

Recife: Geraldo Julio (PSB)

Rio de Janeiro: Marcelo Crivella (PRB)

São Luís: Edivaldo Holanda Júnior (PDT)

Vitória: Luciano (PPS)

Vitória da Conquista, única cidade com 2º turno

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Herzem Gusmão (PMDB) superou Zé Raimundo (PT) e foi eleito novo prefeito de Vitória da Conquista neste domingo (30). O pleito foi decidido com cerca de 90,96% das urnas apuradas, indicando 57,86% dos votos válidos para Herzem e 42,14% para Zé Raimundo.

No primeiro turno, Herzem já havia liderado a eleição, com 47,82% dos votos válidos, contra 31,60 de Zé Raimundo.

Ao longo de toda apuração, o radialista de 68 anos  manteve vantagem de aproximadamente 15% sobre o adversário. Eleito deputado estadual suplente em 2014, ele é pós-graduado em Comunicação e Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e também se formou em Direito em Minas Gerais.

Vitória da Conquista foi a única cidade baiana em que o prefeito foi definido no segundo turno. Herzem vai substituir Guilherme Menezes (PT) na administração do município a partir do próximo ano.

Quanto falta para chegarmos à qualificação “República de Bananas”?

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Os últimos episódios deixam um travo amargo de que o padrão institucional do País está mesmo sendo rebaixado no dia a dia. Primeiro a Polícia Federal invade o Senado com um mandado de primeira instância e prende funcionários da segurança. Depois, o presidente do Senado apelida o Ministro da Justiça como “chefete de polícia”. E um juiz de primeira instância como “juizeco”.

E, ato contínuo, o ministro Gilmar Mendes – aquele mesmo que enterrou a regulamentação da profissão de jornalista e praticamente anulou a Lei da Ficha Limpa – afirma que as prisões preventivas da Operação Lava-Jato precisam terminar. E lamentou a banalização da presença da Polícia no Congresso.

Enquanto isso, estudantes ocupam escolas de ensino médio e superior e, pasmem, sofrem repressão das polícias no sagrado âmbito da universidade.

Todos estão certos, por seu turno, mas todos estão ao mesmo tempo errados.

A banalização é dos costumes, da ação política espúria, da corrupção desenfreada. Como aquelas pequenas republiquetas da América Central, onde no século passado tínhamos um golpe por semestre e um novo ditador, o País chegou de repente à beira da convulsão social.

Somos mais discretos, não pegamos em armas, mas estamos a um passo de cometer um suicídio social de proporções, ao par de uma recessão econômica de proporções inéditas e um desemprego que pode atingir mais de ¼ da população economicamente ativa.

Brasil, não mostre a sua cara, ela está prestes a se tornar uma carantonha de faces horrendas e o sangue dos justos e dos incautos está prestes a correr pelas ruas.

Dinheiro público e Senado foram usados para atrapalhar a Lava Jato, diz Ministério Público

 A Polícia Federal prendeu policiais legislativos suspeitos atrapalhar a Operação Lava Jato (José Cruz/ Agência Brasil)
A Polícia Federal prendeu policiais legislativos suspeitos atrapalhar a Operação Lava Jato (Fotos de José Cruz/ Agência Brasil)

Do Congresso em Foco.

Segundo investigadores, policiais legislativos presos usaram a estrutura e a verba do Senado para desfazer grampos telefônicos em seis endereços de três senadores e um ex-parlamentar investigados na Lava Jato. Um dos presos é o chefe da Polícia da Casa.

Em nota à imprensa, o Ministério Público do Distrito Federal informou que dinheiro público e a estrutura do Senado foram utilizados para tentar embaraçar as investigações da Operação Lava Jato e “satisfazer interesses particulares”. Esse é o principal argumento que levou a Justiça a determinar a prisão de quatro policiais do Senado na manhã desta sexta-feira (21). Entre eles, o chefe da Polícia do Senado, Pedro Carvalho Oliveira. Além da prisão temporária, também foi decretada a suspensão do exercício da função pública dos quatro investigados: Pedro, Geraldo César de Deus, Everton Taborda e Antônio Tavares.

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Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa. As penas somadas podem chegar a 14 anos e 6 meses de prisão, além de multa.

Segundo o Ministério Público, as investigações partiram de uma delação premiada de um policial legislativo. “O agente afirmou aos investigadores que, em quatro ocasiões, servidores públicos – utilizando equipamentos do Senado – fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava Jato. Os nomes dos políticos não foram confirmados ainda.

Leia mais no Congresso em Foco.

Senadores contestam ação

A Agência Brasil divulgou nota, com base em manifestação do Senado, em que a Presidência da Casa contesta as notícias divulgadas e a tentativa de obstrução da Justiça:

Após a Polícia Federal prender hoje (21) quatro policiais legislativos, acusados de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, senadores que teriam se beneficiado das ações negaram ilegalidades nas diligências da Polícia Legislativa, que fez varreduras em busca de grampos em endereços particulares dos parlamentares.

Os parlamentares cujos endereços teriam sido vasculhados são a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA). O ex-presidente e ex-senador José Sarney também teria tido sua casa varrida em busca de grampos.

Para os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), que pediram as prisões temporárias dos quatro policiais legislativos, embora as varreduras estejam previstas no regulamento interno do Senado, tais ações configuraram uma obstrução da Justiça por terem utilizado recursos públicos para ações de contrainteligência fora do Congresso Nacional, em endereços de parlamentares atualmente investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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O argumento foi acatado pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, que autorizou as prisões.

Em resposta, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nota na qual afirma que a “Polícia Legislativa exerce suas atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento administrativo do Senado Federal”. O texto acrescenta que “as atividades de varredura de escutas ambientais restringem-se a detecção de grampos ilegais, conforme previsto no regulamento interno”.

Defesas

A senadora Gleisi Hoffmann admitiu ter solicitado à Polícia Legislativa uma varredura eletrônica em busca de escutas ambientais em suas residências em Brasília e Curitiba. O pedido foi feito depois de seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, ter sido preso em uma operação da PF.

“Esse serviço da Polícia Legislativa existe regularmente há muito tempo. Temos todo processo de pedido formalizado. Tudo dentro das normas do Senado. Fazer isso não configura obstrução alguma. Apenas queria ter informação de segurança sobre minha residência”, disse Gleisi, por meio de nota. Segundo ela, nada foi encontrado.

A defesa do senador Edison Lobão também reconheceu que o senador solicitou as varreduras em seus endereços particulares, mas em busca de grampos ilegais, não autorizados pela Justiça, acrescentando que nada foi encontrado.

“Não há irregularidade nesse pedido, essa é uma atribuição da Polícia Legislativa”, disse o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro à Agência Brasil. Ele negou que o ex-presidente e ex-senador José Sarney, também seu cliente, tenha solicitado varreduras do tipo.

O senador Fernando Collor divulgou nota em que também nega ter se beneficiado “de qualquer ação da Polícia Legislativa do Senado Federal que seja estranha às suas funções institucionais”.

Operação Métis

A Polícia Federal esteve por cerca de três horas nas dependências da Polícia Legislativa, no subsolo do Senado, na manhã desta sexta-feira. Foram retiradas 10 malas de documentos e equipamentos eletrônicos para busca de escutas ambientais.

Ao todo, foram cumpridos nove mandados judiciais na operação, denominada Métis, sendo cinco de busca e apreensão e quatro de prisão temporária. Um dos presos foi o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Carvalho, homem de confiança de Renan Calheiros.

Os outros policiais legislativos presos foram Everton Taborda, Geraldo Cesar de Deus e Antonio Tavares. Todos foram encaminhados para a superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Eles vão responder pelo crimes de associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal. Somadas, as penas podem chegar a 14 anos de prisão, além de multa.

Janot acusa Collor por 30 crimes de corrupção

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Segundo investigações, o ex-presidente teria recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas entre 2010 e 2014 referentes a dois contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.

O ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTB-AL) é acusado pela Procuradoria-Geral da República de ter recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas entre 2010 e 2014 referentes a dois contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras que, segundo revelaram as investigações da Lava-Jato, também teria sido palco de um esquema de corrupção e loteamento de cargos políticos de maneira similar ao que ocorreu na estatal petrolífera. Do Estadão.

pastor1Como propaga um ditado popular no Rio Grande do Sul, “cachorro comedor de ovelha só matando”. Os cachorros ovelheiros são da raça collie e border collie. De vez em quando, um enlouquece e na brincadeira com as ovelhas, acaba matando-as a dentadas. Quando isso acontece, melhor matar o cachorro, pois o costume ensina que ele volta a cometer o mesmo “crime”.

Palhaços são palhaços, nada mais que tristes palhaços!

palhacoUm imbecil qualquer, anônimo como qualquer covarde, está fazendo comentários desairosos a este editor há um par de anos. O nome do indivíduo é falso, o email é falso. Como devem ser falsas as protuberâncias que adicionou aos glúteos.  

O bobalhão só não sabe que ao fazer seus comentários recebo também o seu IP, que é 200.187.14.207. Com esse número vamos registrar boletim de ocorrência para instruir competente inquérito policial.

Além do pseudônimo que aparece na imagem, a bibinha também se intitula Aparecido dos Santos, com o email aparecidolem@hotmail.com.

Fique esperto prezado bobalhão!

Pesquisa Vox Populi indica Lula com dobro dos votos do adversário em 2018

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O Instituto Vox Populi divulgou nesta terça-feira (18) o seu mais novo levantamento sobre a corrida eleitoral par a Presidência da República em 2018. Em todos os cenários avaliados, Lula lidera a disputa. A pesquisa foi realizada entre os últimos dias 9 e 13 de outubro.

Na pesquisa estimulada, Lula aparece com 34% das preferências quando os principais adversários são Marina Silva (Rede, 11%) e Aécio Neves, (PSDB, 15%).

Com Geraldo Alckmin (PSDB, 12%) no lugar de Aécio, Lula vai a 35% e Marina, a 13%.

Na pesquisa em que o entrevistado responde espontaneamente qual seria seu candidato preferido, sem que seja indicado nenhum, o nome de Lula é citado por 28% das pessoas. Aécio é o segundo nome mais mencionado.

A dois anos do pleito presidencial, 35% dos consultados não souberam responder.

A imprensa adversária ao ex-presidente Lula reagiu, denunciando uma forte tendência petista do Vox Populi. No entanto a pressão pelo aniquilamento de Lula da Silva não tem outro motivo senão as cotações eleitorais prévias do petista. Para outras conjecturas sempre contamos, é lógico, com o DataFolha e IBOPE.

Ameaça de bomba interdita salão verde da Câmara

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No início da tarde desta segunda-feira (17), o Salão Verde da Câmara ficou interditado por cerca de 15 minutos para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local, mas nada foi encontrado.

De acordo com o chefe da Polícia Legislativa, Paul Deeter, uma ameaça anônima feita de um telefone público de São Paulo falava sobre a existência de uma bomba no Salão Verde, mas era um “alarme falso”, conforme disse Deeter.

Os policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara. Paul Deeter disse ainda não ser incomum a Câmara receber este tipo de ligação.

Que me perdoem os deuses da democracia, aqueles mesmos que corroem lentamente as vísceras dos ditadores, mas o nosso parlamento não precisa só de uma ameaça de bomba. Precisa de um castigo divino para tanta hipocrisia, incúria, corrupção e devassidão. Como Sodoma e Gomorra, o Congresso já fez por merecer uma densa chuva de fogo e enxofre.