ZPE Bahia, importante ferramenta na extinção dos gargalos de exportação

O mapa dos projetos de exportação: a ZPE, o porto e outros empreendimentos. Clique na imagem para ampliar.
O mapa dos projetos de exportação: a ZPE, o porto e outros empreendimentos. Clique na imagem para ampliar.

Está em fase final de implantação a ZPE – Zona de Processamento de Exportação de Ilhéus. Localizada na rodovia Ilhéus – Uruçuca, KM 12 (BA 262), com um terreno de 2.250 mil m², tem  projeto de 9.500m² de área construída, na qual já foi aprovado o projeto arquitetônico, alvará de  construção e licença ambiental. A ZPE Ilhéus também contará com o fácil acesso ao Complexo Industrial de Ilhéus e ao novo Porto Sul, onde 8 grandes empresas estão prontas para se instalar.

O projeto da ZPE está licenciado, o processo de aduana se acha em análise final na Receita Federal e está em andamento o início do processo de infraestrutura, que vai instalar energia, fibra ótica, gás e água.

No Brasil as ZPEs foram instituídas em 1988, atualmente existem 23 unidades, uma em cada estado da Federação, mas nenhuma delas entrou em operação.

ZPEs no mundo

As ZPEs tornaram-se essenciais para políticas comerciais e de investimento em regiões da Ásia e América Latina, que passaram do modelo de importação para o de crescimento econômico baseado na exportação com uma economia mais aberta. Assim com na China, Coréia do Sul e Taiwan, por exemplo, houve a exploração da grande quantidade de mão de obra barata, permitindo aos investidores importar e exportar sem os controles cambiais e alfandegários existentes no resto do país.

As ZPEs são isentas de impostos internos e podem importar, também sem impostos, bens de capital para sua instalação como, por exemplo, fornos rotativos para a indústria cimenteira.

O agronegócio do Oeste e a indústria de mineração estarão francamente apoiadas pela Ferrovia de Integração Oeste Leste, o Porto Sul e a ZPE, extinguindo o grande gargalo de exportação na Bahia.

O mais importante, segundo afirma Otávio de Carvalho Pimentel, diretor da ZPE Bahia, está por vir. A Price Waterhouse, que cuida do perfil de investimentos da ZPE, distribuiu um teaser do projeto a investidores internacionais e já recebeu 43 consultas sobre o desenvolvimento do empreendimento. Esse número pode pular para 213 empresas se passar no Senado projeto que aumenta de 20 para 40% para venda da produção da ZPE no mercado interno.

Detalhes do projeto e situação atual da área da ZPE
Detalhes do projeto e situação atual da área da ZPE

Atividade econômica baiana cresce 1,5% no primeiro trimestre de 2013

No primeiro trimestre de 2013 o conjunto da economia baiana registrou expansão de 1,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2012. Já em relação ao 4º trimestre de 2012, quando são descontadas as influências sazonais, a atividade econômica registrou crescimento de 1,48%. Já o PIB brasileiro registrou, no primeiro trimestre, expansão de 1,9% em relação ao primeiro de 2012 e 0,6% na comparação com o quarto do ano anterior. As informações são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Geraldo Reis, diretor-geral da SEI, avaliou o índice: “O resultado do primeiro trimestre (1,5%) ficou ligeiramente abaixo de nossas expectativas, quando comparado ao mesmo período do ano passado, e abaixo também da taxa de crescimento para o Brasil (1,9%)”, afirma Reis.

Entretanto, pontua o secretário do planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, “quando comparado ao trimestre imediatamente anterior, o PIB baiano apresentou taxa de crescimento de 1,48%, enquanto o nacional cresceu 0,6%. Isso evidencia um ritmo de retomada do crescimento da indústria de transformação do estado, que registrou expansão de 6,4%”, destaca Gabrielli.

Indústria: Dinamismo determinado pela transformação

No primeiro trimestre de 2013 a indústria baiana (transformação + extrativa + construção civil + Produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana), teve crescimento de 3,2% na comparação com o mesmo trimestre de 2012.

Dentre os segmentos da indústria, o crescimento que mais contribuiu e foi decisivo para a formação da taxa foi da indústria de transformação. No primeiro trimestre de 2013 a transformação baiana registrou expansão de 6,4% no valor adicionado. Esse crescimento foi determinado, em grande parte, pelo aumento na produção de refino de petróleo e álcool (20,2%), veículos automotores (25,7%) e borracha e plástico (16,0%).

A indústria extrativa também apresentou crescimento no primeiro trimestre (2,0%), determinado especificamente pelo aumento na produção de gás natural, a qual teve expansão de 11,0% no primeiro trimestre. Já a extração de petróleo contribuiu negativamente com queda de 10,2%.

Já produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana acumulou crescimento de 2,1% no primeiro trimestre, enquanto que a construção civil apontou queda de 3,8%, revertendo o longo período de expansão pelo qual passou o setor nos últimos anos.

Setor de Serviços registra crescimento de 0,9%

No primeiro trimestre de 2013 o setor de serviços registrou expansão de 0,9% na comparação com o primeiro trimestres de 2012, influenciados pelo setor administração pública, principal segmento dos serviços, que cresceu 1,3%, e pelo setor de transportes, que acumulou um crescimento de 6,2%. Já o segmento do comércio varejista sofreu queda de 1,5%, devido às reduções nas vendas dos setores de atacado e varejo de combustível (-14,9%) e material de escritório e informática (-12,8%). Outro fator que influenciou na queda do segmento foi a diminuição de 4.200 postos de trabalho no setor, no período.

Agropecuária: Seca ainda causa prejuízos à lavoura baiana

O PIB do setor agrícola do 1º trimestre apontou retração de 4,2% na atividade. Mais uma vez a queda na produção agrícola teve como principal fator motivado a seca que há dois anos atinge a Bahia. De acordo com os dados do LSPA do IBGE, no primeiro trimestre de 2013 os grãos registram retração de 6,3%, sendo que o algodão teve queda de 17,3%, a soja (-17,7%), cacau (-8,3%) e a cana-de-açúcar (-1,3%). Por outro lado, foi verificada expansão da produção de feijão (65,4%), milho (16,3%) mandioca (7,6%) e café (2,8%).

Sobre os setores de Agropecuária e Serviços, Reis pontua: “De uma forma geral, a retração da agropecuária está ainda relacionada aos efeitos da seca, mas o arrefecimento do setor de serviços, e particularmente o comércio, está dentro do que acreditamos ser uma tendência de diminuição do ritmo de crescimento do consumo, que, conjunturalmente, está associado aos efeitos da inflação e uma certa exaustão da demanda pelo crédito. Em uma perspectiva mais estrutural, mantém-se a tendência de diminuição do ritmo de crescimento do consumo e de um retorno de crescimento dos investimentos, dando, portanto, maior equilíbrio entre os pilares da estratégia de crescimento econômico. Nesse contexto, a nossa projeção de uma taxa de crescimento para a Bahia de 2,5% em 2013 está bastante alicerçada, pois, tradicionalmente, o segundo e o terceiro trimestre apresentam maiores taxas de crescimento da atividade econômica, o que sinaliza que a Bahia deverá obter, para 2013, um resultado semelhante aos resultados nacionais”.

Começa perfuração de poço exploratório de gás em Luís Eduardo

Imagem de referência: postos de petróleo de baixa vazão.
Imagem de referência: poços de petróleo de baixa vazão em terra firme.

Uma informação importante, fornecida pelo presidente do CREA, Marco Amigo, no dia de ontem, ao prefeito Humberto Santa Cruz:

-Já está iniciada a obra de perfuração de um poço de exploratório de gás em Luís Eduardo Magalhães.

Há um pouco mais de 2 anos, empresa especializada e contratada pela Agência Nacional do Petróleo, realizou sondagens exploratórias sobre gás e petróleo em toda a região. Na época, engenheiros afirmaram, extra oficialmente, que os resultados eram promissores. Isto é: os terrenos detectados através da leitura de sondas eram propícios a formações de petróleo e gás.

Nesta segunda, o Prefeito esteve em evento do CREA, realizado na Câmara, assinou convênios e prometeu um plano diretor para a cidade “que dure no mínimo 20 anos”.

Artigo publicado no site perfuradores.com, no final de 2012, afirma: “A ANP também identificou áreas promissoras no Oeste da Bahia, na divisa com Goiás e Tocantins.

Em agosto de 2012, o jornal O Expresso noticiou:

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) está investigando na bacia sedimentar do rio São Francisco dados geológicos, geoquímicos e geofísicos, a procura de rastros de gases provenientes de eventuais depósitos de petróleo. Gustavo Barbosa, geólogo da Superintendência de Definição de Blocos da ANP, explica que serão feitas mais de 2.000 amostras de solo, em prospecções de um metro de profundidade, para realização de análise geoquímica que indicarão potencial para geração de petróleo e gás.

Gustavo Barbosa e Bárbara Ann Lima, das empresas responsáveis pelas sondagens realizadas no Oeste
Gustavo Barbosa e Bárbara Ann Lima, das empresas responsáveis pelas sondagens realizadas no Oeste

Barbara Ann Lima, do setor de Responsabilidade Social da IPEX, empresa que terceiriza o serviço, falou ontem sobre a importância da colaboração de produtores rurais em permitir o livre acesso dos pesquisadores. Doze pessoas, entre eles quatro geólogos, participam do trabalho, a ser desenvolvido em pontos pré-determinados nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Cocos, Buritis (MG), Posse (GO) e  Campos Belos (GO).

Um dos projetos contratados em 2011 foi a aquisição de dados geoquímicos de superfície nas bacias do São Francisco (2.000 amostras) e do Tacutu (1.000 amostras).  Este contrato foi celebrado entre a ANP e a empresa IPEXco e é caracterizado pela coleta, transporte, análises laboratoriais e interpretação dos dados geoquímicos de amostras de solo visando identificar possíveis regiões com concentrações anômalas de hidrocarbonetos de origem termogênica. Esse projeto totaliza um investimento federal de cerca R$ 5.300.000,00. 

Informe de Gabrielli

Estimativas da Agência Nacional de Petróleo (ANP) indicam que apenas a Bacia do Recôncavo, na Bahia, possui 20 trilhões de pés cúbicos (TCF) de gás natural em reservatórios não convencionais, que são aqueles retirados das rochas sedimentares de folhelho.

Para a maioria dos brasileiros este número não faz muito sentido, mas é impressionante, segundo o secretário do Planejamento da Bahia, José Sergio Gabrielli.

“A reserva de gás natural armazenada em reservatórios convencionais de todo Brasil é da ordem de 16 TCF, ou seja, apenas a Bacia do Recôncavo pode conter 25% mais gás natural do que todo gás descoberto até hoje no país, o que daria para suprir a necessidade nacional durante quase 20 anos, desde que mantido o consumo atual”, afirma Gabrielli.

Quarta do Pão 14-05-2013

Rentismo x produção se digladiam no Governo Dilma

Vale a pena ler toda a entrevista realizada pela jornalista Eleonora de Lucena, da Folha de São Paulo, com Alysson Leandro Mascaro, onde são apontadas as correntes antagônicas na economia do Governo Dilma.

As políticas são capturadas pelos interesses financeiros e especulativos. Eventuais abalos contra o paraíso das finanças são superficiais. No Brasil, defensores do rentismo – prática de viver de rendimentos – e de uma política em favor da produção se digladiam no governo.

As avaliações são do filósofo do direito Alysson Leandro Mascaro, 37, professor da USP e do Mackenzie que está lançando o livro “Estado e Forma Política”.

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Boi magro da Bahia renova passaporte para pastagens de outros estados

seca 2

Em virtude da escassez de pastagens nas áreas afetadas pela pior seca dos últimos anos no Nordeste, o governo da Bahia, renovou esta semana, com o Conselho Nacional da Política Fazendária (Confaz), protocolo que vai beneficiar os pecuaristas da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Tocantins. O convênio havia vencido no fim do ano passado e desde então, o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, solicitava que o acordo fosse mantido, permitindo a suspensão da cobrança de ICMS nas saídas de gado efetuadas entre os estados citados, bem como nos respectivos retornos, enquanto durar os efeitos da estiagem.

 Segundo o secretário, mesmo em áreas mais úmidas da Bahia, como é o caso do Extremo Sul, a disponibilidade de pastos para os animais oriundos do Semiárido diminuiu bastante e, em conseqüência disso, a procura de pastos em outros estados tornou-se necessária. “Esta alternativa é chamada de “recurso de pasto”, quando os animais podem se alimentar nos pastos de outros estados, sem que seja desembolsado o ICMS de entrada e saída, como normalmente é cobrado. A medida, solicitada pelos pecuaristas baianos é fundamental para minimização dos prejuízos ocasionados pela seca”, explicou Eduardo Salles.

Veja como ficam as reduções do IPI dos veículos

O governo decidiu prorrogar até o final do ano a redução das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e caminhões. A medida foi anunciada na noite de ontem (30), dois dias antes do prazo previsto para o fim da redução, 1º de abril.

Em nota, o Ministério da Fazenda justificou que, com a medida, o governo, “não só estimula o setor automotivo, um dos principais motores da economia, como toda a cadeia automobilística, como as indústrias de autopeças, de estofado e de acessórios”.

A prorrogação da desoneração do IPI até 31 de dezembro, de acordo com a Fazenda, representará renúncia fiscal adicional de R$ 2,2 bilhões de abril a dezembro.

Para os veículos flex e a gasolina de até 1.000 cilindradas, a alíquota do IPI permanecerá em 2%. Antes, a previsão era que o imposto fosse elevado para 3,5% a partir de 1º de abril. Segundo o Ministério da Fazenda, a alíquota original para essa classe de veículos é 7%.

Já para os veículos flex de 1.000 a 2.000 cilindradas, que teriam a alíquota do IPI elevada para 9% a partir da próxima segunda-feira, serão mantidos os atuais 7%. Os carros a gasolina, que teriam o imposto elevado para 10%, permanecerão com o IPI em 8%. As alíquotas originais das duas categorias são, respectivamente, 11% e 13%.

Segundo o Ministério da Fazenda, a alíquota para os veículos acima de 2.000 cilindradas permanecerá alterada em 25% para aqueles movidos a gasolina e em 18% para os flex. Para os caminhões, o IPI permanece em zero.

O governo também decidiu prorrogar até 31 de dezembro a alíquota de 2% do IPI para os veículos comerciais leves. Originalmente, o IPI para essa categoria é 8%.

Buriti valeu esperar

Quem entende as ações econômicas do Governo?

Tenho que confessar que entendo tanto de macro economia quanto de engenharia espacial. Isto é, nada. Mas a renúncia fiscal do Governo Federal, principalmente em relação a automóveis, eletrodomésticos e cesta básica é assunto que merece olho clínico dos principais especialistas do País. É para estimular a economia ou para conter a inflação? Quando o Governo desonera a produção de setores pontuais, acaba buscando recursos em outras áreas? Veja a notícia completa na Agência Brasil.

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Emprego cai na Bahia no mês de fevereiro, apesar da recuperação do setor de serviços

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referentes ao mês de fevereiro de 2013, a Bahia contabilizou um saldo negativo de 1.076 postos de trabalho com carteira assinada, apesar da significativa recuperação do setor Serviços.

Tal resultado expressa a diferença entre o total de admissões (59.530 vagas) e desligamentos (60.606 vagas). O saldo registrado em fevereiro situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual período do ano anterior (-1.619 vagas), porém inferior ao mês de janeiro de 2013 (-628 vagas).

Mesmo com o resultado positivo do setor Serviços no mês em análise, com a geração de 1.165 novos postos de trabalho, o fraco desempenho, principalmente nos setores da Agropecuária (-1.175 postos), do Comércio (-1.088 postos) e da Indústria da Transformação (-373 postos), contribuíram negativamente para o resultado de fevereiro.

Com este saldo, a Bahia ocupou a quinta posição entre os estados da Região Nordeste, apenas o Ceará contou com saldo positivo no período, 3.060 novos postos de trabalho. Os outros estados apresentaram saldos negativos:

Sergipe (-123 postos), Piauí (-345 postos), Rio Grande do Norte (-844 postos), Bahia (-1.076 postos), Maranhão (-1.217 postos), Paraíba (-3.193 postos), Pernambuco (-4.370 postos) e Alagoas (-7.773 postos).

Alto dos cerrados dezembro

Pré-sal: Petrobras diz que produzirá 1 milhão de barris em 2017.

A produção de petróleo extraído da camada pré-sal pela Petrobras no Brasil deve superar 1 milhão de barris em 2017. A previsão está no Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, apresentado hoje (19) pela empresa a investidores.

Segundo a presidenta da Petrobras, Graça Foster, a produção do pré-sal chegou a 300 mil barris por dia em fevereiro deste ano. Ela ressaltou que a empresa levou apenas sete anos para atingir essa marca. Na Bacia de Campos, por exemplo, foram necessários 11 anos, na porção americana do Golfo do México, 17 anos, e no Mar do Norte, nove anos.

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Vanádio da Chapada Diamantina recebe investimento de vulto

Jaques-Wagner-37-350x233O investimento da ordem de US$ 260 milhões, aproximadamente R$ 500 milhões, na exploração de Vanádio em Maracás, na Chapada Diamantina é um dos destaques do programa de rádio Conversa com o Governador desta terça-feira (19). A usina vai gerar 1.200 empregos e outros 400 quando estiver em operação.

“Essa jazida em Maracás é considerada a melhor do mundo, podendo se tornar produtora estratégica em nível global. Então, imagine o que isso representa para toda a região e para a Bahia em termos de riqueza, de geração de emprego e de impostos para o município e para o Estado”, afirma o governador.

O Vanádio é essencial na indústria siderúrgica, usado em beneficiamento de aço, na indústria aeroespacial, de petróleo e gás, produção de ferramentas manuais e materiais cirúrgicos.

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Comida fica mais cara na Bahia.

Preço da farinha de mandioca subiu mais de 65% na Bahia em função da seca. Feijão acompanhou as altas, bem como arroz, carne, açúcar e, o vilão de sempre, o tomate, com altas médias passando dos 25%. A ronda por preços mais em conta nas feiras e mercados tem ocupado as donas de casa.

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China avança para o maior comércio externo do Mundo.

Apesar de ter PIB que não chega a 50% daquele dos Estados Unidos, a China ultrapassou, segundo o Globo, o comércio externo norte-americano. As exportações e importações americanas no ano passado somaram US$ 3,82 trilhões, de acordo com relatório do Departamento de Comércio dos EUA divulgado na semana passada.

Já a agência de administração de bens da China anunciou mês passado que o total de vendas e compras externas alcançaram US$ 3,87 trilhões. A China está se tornando o principal parceiro comercial de países de todo o mundo, em especial os parceiros do BRIC, tornando menos importante os negócios bi-laterais dentro dos chamados blocos econômicos. Com saldo comercial avantajado, a China deve se tornar um dos maiores investidores externos no mundo, como já acontece com a Bahia. Jaques Wagner não bate pregos sem estopa.

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Inflação pressiona economistas de Dona Dilma

A alta da inflação, que em janeiro atingiu o maior nível em quase oito anos, pode mudar os rumos da política econômica do governo Dilma Rousseff, marcada pela queda dos juros. Segundo especialistas, caso os preços continuem aumentando acima do esperado, o Banco Central voltará a reajustar os juros, atualmente no menor nível da história pós-ditadura.

No mês passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,86%, a maior variação mensal desde abril de 2005, quando a alta tinha somado 0,87%. Dezembro, no entanto, também tinha registrado inflação expressiva, de 0,79%. Com o resultado de janeiro, o IPCA acumulado em 12 meses passou para 6,15%, contra inflação de 5,84% registrada em todo o ano passado. Da Agência Brasil.

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Nesta quarta preços da gasolina serão alterados

A Petrobras informou na noite desta terça-feira (29) que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir de amanhã nas refinarias.

Na média do país, o reajuste será de 6,6% para a gasolina A –sem adição de etanol– e de 5,4% para o diesel, segundo comunicado da empresa.

Esses percentuais vão incidir sobre os preços de venda dos produtos às distribuidoras e não representam o exato aumento ao consumidor. Da Folha.

Luxo sem imposto

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (25) que a desoneração fiscal dos smartphones com tecnologia 3G deverá ser concedida para aparelhos até R$ 1 mil. Para tecnologia 4G, o teto deverá ficar em R$ 1,5 mil.

Bem que madame Almerinda comentou: pobre não quer só comida e água; pobre quer carro zero e iphone.

SUPRATUR ANUNCIO

2012: exportações baianas crescem e respondem por 60% de todo Nordeste

porto de aratuCom o recorde histórico alcançado pelas vendas externas baianas em 2012, de US$ 11,27 bilhões, a Bahia cresceu sua participação nas exportações do Nordeste e já responde por 60% do total da região, consolidando sua liderança. Mesmo com os efeitos da crise internacional, como queda de preços, retração de mercados e o aumento das medidas protecionistas, as exportações baianas cresceram 2,3% no ano passado em relação a 2011, graças ao desempenho das commodities agrícolas e minerais e do aumento das vendas para a Ásia, lideradas pela China. Continue Lendo “2012: exportações baianas crescem e respondem por 60% de todo Nordeste”

Gasolina terá aumento e menos eficiência.

Nesta quinta-feira, 17, a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard, informou que o percentual de etanol na gasolina passará de 20% para 25%, no final da safra da cana-de-açúcar, possivelmente no mês de abril. “Temos que confirmar a safra, mas estamos achando que sim”, disse.

Vamos ver se entendi: o Governo anuncia o aumento de 7% da gasolina e logo a seguir anuncia que vai “batizar” mais um pouco mais a dita cuja carburante? Quer dizer, como o álcool tem custo menor, vamos ter dois aumentos com menos eficiência energética da gasolina. O cobertor de dona Dilma está ficando curto, muito curto.

Um “salve” para os empresários

Após o pífio resultado do PIB no ano passado, o governo decidiu estender a todos os setores, ainda este ano, a desoneração da folha de pagamento das empresas. A medida abrangerá indústria, comércio e serviços. Hoje só 42 segmentos são contemplados.

Segundo interlocutores de Dilma, ela considera que as companhias que já receberam esse incentivo têm bons resultados, e que está na hora de usar todas as armas para evitar que o PIB de 2013 repita o de 2012. 

A desoneração prevê substituir a cobrança de 20% sobre a folha por alíquota de 1% a 2% sobre o faturamento.

Acelem raspadinha

Pesquisa do Banco Central reduz crescimento do PIB para 2013

O mercado voltou a elevar suas estimativas para inflação do Brasil em 2012 e 2013 e reviu para baixo sua previsão para o crescimento da economia no próximo ano, segundo pesquisa Focus, do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira.

O levantamento elevou a projeção para a inflação medida pelo IPCA neste ano para 5,69 por cento ante estimativa anterior de 5,6 por cento apurada na pesquisa da semana passada. Já a expectativa para o índice em 2013 passou de 5,42 para 5,47 por cento.

A expectativa dos analistas consultados para o Produto Interno Bruto do Brasil em 2012 se manteve em crescimento de 1 por cento, mas o prognóstico para 2013 foi revisto de expansão de 3,4 por cento para crescimento de 3,3 por cento. Por Alberto Alerigi Jr. para Reuters e Estadão.

searasinagro

Marolinha 2, a revanche!

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 2012 caiu de 1,54% para 1,52%. Para 2013, também houve redução, de 4% para 3,96%. Para a produção industrial, a projeção de queda neste ano passou de 2,32% para 2,39%.

Dilma reconhece que Brasil fez a lição de casa com FHC

A presidenta Dilma Rousseff, neste sábado (17), em Cádiz, na Espanha, na primeira sessão plenária da XXII Cúpula Ibero-americana, que as políticas de austeridade implementadas por alguns países europeus não são a melhor resposta para enfrentar a crise:

“Levamos assim duas décadas de ajuste fiscal rigoroso tentando digerir a crise da dívida soberana e bancária e, por isso, neste período, o Brasil estagnou, deixou de crescer e tornou-se um exemplo de desigualdade social. Nossos esforços só resultaram em solução quando voltamos a crescer (…) Hoje, não só o Brasil, mas toda a América Latina, dá demonstrações de dinamismo econômico, de vigor democrático, de maior equanimidade social, graças às políticas que privilegiaram o crescimento econômico com inclusão social”.

Quer dizer que enfim, pela boca de Dona Dilma, entende-se, agora, que Fernando Henrique, tirou o pé do acelerador, por no mínimo 4 anos, para proceder o ajuste fiscal. E que por isso perdeu o poder.

Balança comercial de Barreiras cai em setembro.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulgou o resultado da balança comercial de Barreiras em setembro. Depois der ter apresentado o maior saldo positivo em agosto, cerca de US$ 61,1 milhões, houve uma queda significativa em setembro.
As exportações caíram 27,5% e as importações despencaram assustadores 93,47%. O saldo final de setembro foi de US$ 45,5 milhões, resultado pior do que em abril, quando o município atingiu US$ 49 milhões.
Soja (42,58%) e algodão (33,59%) continuam sendo os principais produtos de exportação. Já os aviões a turbohélice (67,95%), máquinas têxteis (10,33%) e aparelhos para impressão offset (5,84%) são os principais produtos importados. 
Parceiros comerciais – China (28,05%), França (22,03%) e Romênia (10,3%) são os principais destinos dos produtos barreirenses. Juntos, esses três países respondem por 60,38% de tudo que é exportado pela cidade. O Estados Unidos é o país que mais vende para Barreiras. 81,46% de todos os produtos importados pelo município são estadunidenses. Acesse aqui a íntegra dos dados.
Da redação de O Expresso em Brasília.

Otto Alencar: “Municípios baianos estão quebrados”

O jornal Tribuna da Bahia reproduz entrevista com o vice-governador e secretário da Infraestrutura, Otto Alencar, em que ele afirma que 340 municípios da Bahia estão com problemas em suas finanças pela queda da arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios, entre eles Barreiras, Luís Eduardo e São Desidério.

As ações de incentivo a setores industriais com a redução do IPI para veículos automotivos e para a chamada linha branca deixaram 340 municípios baianos em estado de calamidade financeira, de acordo com diagnóstico feito pelo vice-governador baiano, Otto Alencar (PSD). 

Em entrevista à Tribuna, Otto disse que “os municípios que vivem de repasses do governo federal, de repasses do Fundo de Participação, estão todos quebrados, salvo aqueles que têm ICMSalto”, alertou Alencar. 

Segundo ele, apenas cidades que possuem as próprias fontes de arrecadação não estão passando por problemas econômicos após o arrocho do governo federal no Fundo de Participação dos Municípios e dos Estados. 

“São aqueles que estão na região metropolitana de Salvador, nesse entorno de 100 km, que têm petróleo, derivados de petróleo, indústria química, pneus, indústria automotiva, aqui por perto, e os que têm industrialização de Feira de Santana para cá. E os que vivem lá no extremo sul, que vivem de celulose, e lá no oeste, São Desidério, Luís Eduardo e Barreiras”, exemplifica o vice. 

Evitando criticar ostensivamente a atuação do Palácio do Planalto, Alencar sugere que o problema está no Congresso Nacional, que prefere não discutir um novo pacto federativo entre as instâncias federal, estadual e municipal – além dos pontos visualizados como negativos na atuação dos congressistas, conforme indicação prévia do próprio vice-governador em entrevista à Tribuna. 

“O Congresso Nacional não atenta pra isso. Eu não vejo uma voz eleita pelos prefeitos defender os interesses dos municípios”, aponta.

A situação é extremamente delicada e, de acordo com a análise do vice-governador, teve repercussão decisiva nos resultados das urnas nas cidades de pequeno e médio porte que dependem dos recursos do fundo para sobreviver. “A reeleição foi dificílima, devendo fornecedor, devendo comércio, devendo folha de pagamento e sem recursos para pagar. Em quatro meses perde quase 100% da arrecadação do Fundo de Participação. 

Estão todos quebrados”, avalia Alencar, lembrando a situação do prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho (PCdoB), que suspendeu o pagamento do próprio salário para adequar-se à Lei de Responsabilidade Fiscal. “O que tem que ser feito é uma união das prefeituras dos estados brasileiros para fazer uma marcha em Brasília e dizer: ‘tudo acontece nos municípios, o governo não pode mais retirar recursos e fazer sacrifícios dos municípios e dos munícipes’. Isso é insuportável”, completou o vice-governador. 

Segundo ele, as medidas de austeridade, resultado de intervenções como a redução do IPI, provocam impacto reduzido no plano federal, mas tornam-se um verdadeiro problema para cidades que dependem dos recursos oriundos do Fundo de Participação dos Municípios.

Renda média do baiano cresce mais na zona urbana

O rendimento médio da população da Bahia aumentou 21% em termos reais entre 2006 e 2011, passando de R$ 729 para R$ 881 no período. As informações são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), a partir de estudos realizados com os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na zona urbana cresceu de R$ 872 para R$ 1.006, e na zona rural passou de R$ 405 para R$ 407 entre 2006 e 2011. O rendimento médio das pessoas no meio urbano apresentou um aumento real de 15,5% entre 2006 e 2011. Já o rendimento médio real no meio rural apresentou variação de 20,2%.

O estudo aponta que todas as classes da população tiveram ganhos reais de rendimento entre 2006 e 2011, tanto na zona rural quanto na zona urbana, com a renda dos mais pobres crescendo a taxas mais elevadas. Os 10% mais pobres apresentaram um crescimento real na renda média de 31,1%, ao passo que os 10% mais ricos apresentaram um crescimento de 18,9%, o efeito disso é a redução da desigualdade no estado da Bahia.

Diminuição da extrema pobreza 

Além de observar as variações de renda e desigualdade, verificou-se também a variação da extrema pobreza no estado, a partir do critério do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), definido para o plano do Governo Federal Brasil sem Miséria. A extrema pobreza diminui entre 2006 e 2011, com o indicador passando de 11,6% para 9,3% da população total. O número equivale a cerca de 200 mil pessoas fora da extrema pobreza no estado da Bahia no período analisado.

Na zona urbana, o quantitativo de pessoas em extrema pobreza diminui em quase 80 mil pessoas, passando de 695 mil para 616 mil de acordo com o critério do MDS/IBGE. Com isso, a taxa de extrema pobreza na zona urbana da Bahia declina de 7,5% para 5,9% de 2006 para 2011. Na zona rural, o número de pessoas abaixo da linha diminui em 116 mil, porém, como a redução da população rural ocorreu a uma taxa mais elevada, a proporção de extrema pobreza aumentou de 19,1 para 19,9% no meio rural.

Armando Castro, diretor de pesquisas da SEI, avalia o resultado do estudo: “a análise dos resultados da PNAD evidencia que as políticas públicas de transferência de renda e combate à pobreza estão se traduzindo em resultados significativos no estado da Bahia. Elevação substancial da renda média, redução da pobreza e da desigualdade, são fenômenos decorrentes diretamente de programas como o Bolsa Família, Brasil Carinhoso, ou pelo Benefício de Prestação Continuada, além das políticas de incentivo ao emprego e ampliação real do salário mínimo”.

O estudo está disponibilizado na integra no site www.sei.ba.gov.br.

Vem aí aumento da gasolina e do diesel

Pode escrever na sua agenda e planejar na sua empresa que depende de transporte rodoviário: depois do segundo turno das eleições, vem aí um aumento substancial nos combustíveis. Com projetos previstos que chegam a US$ 236,5 bilhões até 2016, a Petrobras já avisou ao governo que começará a cortar investimentos bilionários se não houver reajuste de combustíveis até o final do ano.  A justificativa é de que não é mais possível suportar os prejuízos de comprar combustível no Exterior e revender internamente a preços mais baixos.

Eu e aquela velhinha do Angical, que acreditamos no Lula, tínhamos certeza de que o Brasil era auto-suficiente em combustíveis. Que maçada!

 

Andando de lado

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção de crescimento da economia de 1,57% para 1,54%, este ano. Para 2013, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 4%. Para a produção industrial, a projeção de retração neste ano passou de 2% para 2,03%. Em 2013, a expectativa é que haverá recuperação, com a previsão de crescimento revisada de 4,15% para 4,25%.

A expectativa para a cotação do dólar permanece em R$ 2, tanto para o final de 2012, quanto para o fim do próximo ano. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi mantida em US$ 18 bilhões, neste ano, e ajustada de US$ 14,57 bilhões para US$ 14,48 bilhões, em 2013.

Salvador é campeã de desemprego. E ainda aumenta.

A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada em conjunto pelo Dieese e Seade, mostrou que a taxa de desemprego no conjunto de sete regiões metropolitanas do país subiu para 11,1% em agosto, ante 10,7% em julho. O contingente de desempregados no conjunto das sete regiões em agosto foi estimado em 2,519 milhões de pessoas, 100 mil a mais que em julho.

Na passagem de julho para agosto, o desemprego aumentou em Belo Horizonte (de 5% para 5,2%); em Recife (de 11,6% para 12,3%), Salvador (de 17,8% para 18,8%) e São Paulo (de 11,1% para 11,6%). O desemprego diminuiu no Distrito Federal (de 12,7% para 12,6%), em Fortaleza (de 9,7% para 9,4%) e em Porto Alegre (de 7% para 6,9%).

O “Custo Brasil” diminui por força de lei

Congresso em Foco reproduz, em seu site, a íntegra da Lei 12.715/12, sancionada na última segunda-feira (17) pela presidenta Dilma Rousseff. Originário da Medida Provisória (MP) 563/12, o texto desonera a folha de pagamento de 25 setores. Com as novas regras, esses segmentos deixarão de pagar 20% da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento para passar a recolher entre 1% e 2% sobre o faturamento. A medida faz parte do Plano Brasil Maior, um pacote de ações anunciados em abril pelo governo para aumentar a competitividade das empresas nacionais em meio à crise financeira internacional.

São contemplados pela nova lei 20 segmentos da indústria, dois de serviços e três de transportes. A mudança tem validade a partir de 2013. Na indústria, são beneficiados os seguintes segmentos: aves, suínos e derivados; pescado; pães e massas; fármacos e medicamentos; equipamentos médicos e odontológicos; bicicletas; pneus e câmaras de ar; papel e celulose; vidros; fogões, refrigeradores e lavadoras; cerâmicas; pedras e rochas ornamentais; tintas e vernizes; construção metálica; equipamento ferroviário; fabricação de ferramentas; fabricação de forjados de aço; parafuso, porcas e trefilados; brinquedos; instrumentos óticos. Esses setores pagarão alíquota de 1% sobre o faturamento.

A alíquota será de 2% para os setores de transporte aéreo, marítimo, fluvial e de navegação. O percentual será de 1% para manutenção e reparação de aviões. Para transporte rodoviário coletivo, o índice será de 2%, mesma alíquota da atividade de suporte técnico de informática.

O Brasil como ele é: indolente e malandro

Como o setor têxtil é de vital importância para a economia do Ceará, a demanda por mão de obra na indústria têxtil é imensa e precisa ser constantemente formada e preparada. Diante disso, o Sinditêxtil fechou um acordo com o Governo para coordenar um curso de formação de costureiras. O governo exigiu que o curso devesse atender a um grupo de 500 mulheres que recebem o Bolsa Família.
O importante acordo foi fechado dentro das seguintes atribuições: o Governo entrou com o recurso; o SENAI com a formação das costureiras, através de um curso de 120 horas/aula; e o Sinditêxtil, com o compromisso de enviar o
cadastro das formadas às inúmeras indústrias do setor, que dariam emprego às novas costureiras.
Pela carência de mão obra, a idéia não poderia ser melhor.
Pois bem. O curso foi concluído recentemente e, com isso, os cadastros das costureiras formadas foram enviados para as empresas, que se prontificaram em fazer as contratações.
Pois foi nessa hora que a porca torceu o rabo, gente. Anotem aí: o número de contratações foi zero.
O motivo é simples,  embora triste e muito lamentável, como afirma constrangido o diretor do Sinditêxtil: todas as costureiras, por estarem incluídas no programaBolsa Família, se negaram a trabalhar com carteira assinada. Para todas as 500 costureiras que fizeram o curso, o Bolsa Família é um benefício que não pode ser perdido.
É para sempre. Nenhuma admite perder o subsídio.

É evidente que para cada 100 brasileiros indolentes, existem outros 10.000 trabalhadores, empreendedores, que se fazem do nada, com pouco estudo. Mas as exceções confirmam a regra e permitem que esses mais preguiçosos vivam da pesada carga tributária que recai sobre os trabalhadores, onde nem a cesta básica é isenta de impostos de monta.

A renúncia a um salário maior, à inclusão social, à política de emprego e renda é condenável. É a face obscura da política assistencialista dos governos. Em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, mais de 20 mil mães recebem o bolsa família. Se multiplicado pelo número médio de habitantes por domicílio (3,5), significam que no mínimo 70 mil pessoas vivam das graças do Governo em uma população ao redor de 200 mil.

Rio Grande do Sul mergulha na recessão econômica.

As piores expectativas sobre o desempenho do PIB gaúcho no primeiro semestre deste ano,  acabaram confirmando-se nesta segunda-feira, quando a FEE (Fundação de Economia e Estatística) revelou que o índice foi de vigorosíssima recessão, com queda de fortes 4,1%.

 Os economistas da FEE confirmaram o que já vinha adiantando o jornalista Políbio Braga* desde o final de março, quando os resultados da safra de verão indicaram grave quebra em função da seca. O peso do chamado complexo do agronegócio sobre a composição do PIB é avassalador, chegando a 45%. As quatro culturas que respondem por 85% do setor agrícola – soja, arroz, milho  e fumo – registraram quebras espetaculares. Somente a safra de soja, a principal do segmento de grãos, apurou queda de 48,4%. 
Eis como se comportaram os outros dois setores da economia:
Indústria: (-) 1,4%
Serviços: ( – ) 3,3%
A FEE acha que o pior já passou, porque os principais efeitos da quebra da safra de verão ocorreram no primeiro semestre.
Mesmo assim, o PIB deste ano será bem inferior a zero, caracterizando quadro de recessão econômica dura no RS. O número ficará aquém do crescimento do PIB do Brasil, estimado em 2%.

*O jornalista Políbio Braga mantém o blog de política e economia mais acessado do Rio Grande do Sul.

Alimentos incrementam a inflação

O resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ficou igeiramente abaixo do registrado no mês anterior  (0,43%), mas acima do 0,37% de agosto do ano passado. O principal impacto na inflação veio dos alimentos e bebidas, que apresentaram taxa de 0,88%.

Enquanto a inflação sobe, o Pibinho, coitado, só diminui.

Agronegócio coloca Centro-Oeste na proa do desenvolvimento.

O agronegócio e os preços dos produtos agrícolas, que praticamente dobraram nos últimos 12 meses, estabeleceram um crescimento excepcional para o Centro Oeste no ano de junho 2011 a maio de 2012: 5,9%. Enquanto isso, o Sul crescia 4,4% e o Nordeste 4,2%. Por trimestre, o crescimento do Centro-Oeste já é o maior do País há um ano, segundo o Banco Central. No fim do ano passado, em novembro, o maior crescimento acumulado em 12 meses era da Região Norte (4,8%), seguida de perto pelo Nordeste (4,7%) e Centro-Oeste (4,7%).

Bahia vai exportar charutos para a China e recuperar milhares de empregos

A Bahia está autorizada a exportar charuto para o mercado chinês.  O Governo da Bahia diz que com isso vai reabilitar a cultura do fumo no Recôncavo e recuperar milhares de empregos diretos e indiretos perdidos na região com o fechamento de diversas fábricas, entre elas a Suerdieck.

COPOM reduz juros e Governo mantém redução do IPI. Para agitar economia.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) determinou hoje (29) a nona redução seguida da taxa básica de juros, também conhecida como taxa Selic porque remunera os títulos públicos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

O colegiado de diretores do BC baixou a taxa dos atuais 8% para 7,5% ao ano, em linha com as expectativas da maioria dos analistas financeiros, como mostrou o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (27) pela autoridade monetária.

De acordo com nota divulgada logo depois do fim da sexta reunião do Copom no ano, os diretores do BC optaram por manter a política de afrouxamento do processo monetário. A decisão foi por unanimidade, sem viés – não pode mudar nos próximos 45 dias. O Copom diz que: “considerando os efeitos cumulativos e defasados das ações de política implementadas até o momento, que em parte se refletem na recuperação em curso da atividade econômica, o Copom entende que, se o cenário prospectivo vier a comportar a um ajuste adicional nas condições monetárias, esse movimento deverá ser conduzido com máxima parcimônia”. Continue Lendo “COPOM reduz juros e Governo mantém redução do IPI. Para agitar economia.”

IBOPE traça perfil de consumo dos baianos.

O Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência, estima que, em 2012, as famílias baianas deverão gastar R$ 62,4 bilhões com a compra de produtos e serviços, 21% a mais do que o consumido em 2011. Esse valor equivale a 4,7% do consumo nacional e representa aproximadamente 59,6% da renda monetária familiar do estado. Aquisição de veículos, gastos com alimentação e materiais de construção representam os produtos mais consumidos pela população baiana.

A classe A representa apenas 1,5% dos domicílios urbanos do estado, o que equivale a aproximadamente 55 mil unidades habitacionais. Essas famílias são responsáveis por gerar 20,5% da massa monetária salarial da Bahia, destinando 34% de sua renda ao consumo com os produtos e serviços abordados pelo Pyxis Consumo. O restante pode ser gasto com viagens, habitação, serviços domésticos entre outros. Além dos produtos básicos (higiene e alimentação), os artigos relacionados ao conforto e lazer são prioridade. Do potencial de consumo existente no estado, a classe A representa 11,6%.

Classe B

Apesar da classe B representar cerca de 444 mil residências, isto é, 14,4% dos domicílios baianos, sua massa monetária familiar é a maior do estado, já que é responsável por 39,5% do total da renda produzida.

A participação de sua receita na aquisição dos produtos abordados neste levantamento é de 49,4%. O consumo realizado pela classe B corresponde a 32,7% do total dos gastos efetivados pela população residente no estado.

Esse grupo valoriza a cultura e a educação, pois os gastos relacionados a eventos, cinema, livros e mensalidades escolares aparecem entre os principais serviços e produtos consumidos.

Classe C

Este grupo representa metade dos domicílios do estado, com aproximadamente 1,547 milhão de unidades habitacionais. Embora represente três vezes mais domicílios do que a classe B, as famílias deste perfil geram somente 35% da massa salarial da Bahia e representam 43,3% do consumo.

Os domicílios de classe C destinam 73,6% de sua renda monetária para a compra de produtos e serviços necessários para o uso familiar. Apesar de consumir artigos mais básicos do que as duas classes anteriores e seu consumo estar concentrado em produtos como alimentação, medicamentos, higiene e vestuário, é possível identificar que o gasto com aparelhos celulares aparece com o maior percentual de compra. Isso ocorre devido ao tamanho de sua massa populacional e à extensão e facilidade de acesso ao crédito. Continue Lendo “IBOPE traça perfil de consumo dos baianos.”

Impostômetro atinge 1 Trilhão, 15 dias antes do ano passado

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançará R$ 1 TRILHÃO em impostos federais, estaduais e municipais pagos por todos os brasileiros desde 1º de janeiro deste ano, quarta-feira (29), às 16h30. A marca será atingida 15 dias antes na comparação com 2011.

Para marcar a chegada precoce de mais um R$ 1 TRILHÃO, um caminhão com o Impostômetro – que percorreu 10 cidades do Estado desde o dia 9 de agosto – rodará na véspera da virada pelas principais ruas e avenidas da Capital, para que a população veja o quanto todos os brasileiros juntos e também exclusivamente os paulistanos pagaram de impostos este ano.

Em 2009, o Impostometro atingiu 1 trilhão somente no dia 14 de dezembro

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, aposta na ação como uma alavanca para a conscientização das pessoas em relação ao excesso de impostos pagos no Brasil. “O momento é de conscientizar e mobilizar a população. O Impostômetro alcançará R$ 1 trilhão com 15 dias de antecedência em relação ao ano passado, o que mostra que a arrecadação não para de crescer. Somos pagadores de impostos e temos que saber para onde vai o nosso dinheiro. É preciso exigir o bom uso do dinheiro público.”

O Caminhão do Impostômetro, que possui um Feirão do Imposto em seu interior, rodou por Sorocaba, Bauru, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São Carlos, Campinas, São José dos Campos, Mogi das Cruzes e Santos. Em São Paulo, no dia da virada, ele ficará estacionado no Pátio do Colégio, local em que as pessoas poderão visitá-lo. Um grande Feirão do Imposto também será montado para que a população possa saber o percentual de impostos embutidos no preço de cada produto.

Na véspera da virada, o caminhão passará pelas seguintes vias: Praça da Sé; rua Boa Vista; Viaduto do Chá; av. São João; av. Duque de Caxias; Estação da Luz; av. Prestes Maia; av. Nove de Julho; av. Paulista; rua Vergueiro; rua Domingos de Morais; av. Sena Madureira; av. Ibirapuera; av. Bandeirantes; av. Santo Amaro; av. Brigadeiro Luís Antônio; av. Brasil; rua Cardeal Arcoverde; rua Teodoro Sampaio; rua Dr. Arnaldo, rua da Consolação e av. Paulista.

Desde 1º de janeiro deste ano, todos os moradores da cidade de São Paulo, juntos, já pagaram mais de R$ 21 bilhões de impostos municipais, estaduais e federais. Este cálculo, que também pode ser feito para a população de outros municípios, está disponível no Portal do Impostômetro, no endereço www.impostometro.com.br.

Pelo hotsite www.horadeagir.com.br, as pessoas podem manifestar suas opiniões por meio de comentários e vídeos. Podem também pressionar os deputados federais – com o envio de mensagens – para colocarem em votação e aprovarem o projeto de lei 1472/2007, que determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais.

A luz no fim do túnel

Seul, capital da Coréia do Sul: desenvolvimento via Educação. Enquanto nossos universidades formam analfabetos funcionais, a Coréia forma técnicos em alta tecnologia.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou ontem (22) que o governo defende a aplicação de todos os recursos provenientes dos royalties do petróleo e do pré-sal na educação. O objetivo é ter uma receita que permita ao governo investir 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação.

“O governo está disposto a colocar todos os royalties do petróleo e do pré-sal e pelo menos metade do fundo social do petróleo para educação, exclusivamente para educação, isso para os municípios, os estados e a União (…) Essa é a posição do governo, é isso que nós vamos defender no Congresso Nacional, é uma posição da presidenta”, disse o ministro, após reunir-se nesta quarta-feira com a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu.

Veja artigo no portal Último Instante em que se relata a experiência da Coréia do Sul, que de país subdesenvolvido na década de 60, arrasado e dividido pela guerra, de parcos recursos naturais, entendeu que a força de trabalho de seu povo era seu grande capital. Investindo em educação parte significativa do seu PIB, potencializou o trabalho e hoje experimenta notável desenvolvimento econômico. 

 

Empresário baiano menos confiante na economia

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, revelou redução do nível de confiança dos setores da economia baiana, registrando queda de 46,5 pontos. O índice atingiu 71,7 pontos no mês de junho, permanecendo na zona de Otimismo Moderado.

No que diz respeito à atividade econômica, o indicador aponta uma tendência de arrefecimento, iniciada no mês de dezembro do ano passado, no setor da Agropecuária. O índice desse setor declinou em 145,5 pontos em relação ao mês anterior e registrou -107,6 pontos, encontrando-se na zona de Pessimismo Moderado. No que se refere ao setor da Indústria, a queda foi de 25,6 pontos e o indicador chegou a -89,8 pontos, mantendo-se na zona de Pessimismo Moderado. O setor de Serviços e Comércio apresentou declínio em relação ao mês anterior de 42,3 pontos e permanece na zona de Otimismo Moderado, com 167,2 pontos.

Arrecadação federal cai 6,55%

Desaquecimento da economia e desonerações de impostos fizeram com que a arrecadação interrompesse no mês passado sequência de crescimento real em relação a junho de 2011. A União arrecadou R$ 81,107 bilhões em junho. No primeiro semestre, foram arrecadados R$ 508,555 bilhões.

Isso significa, caro leitor, que cada brasileiro, de mamando a caducando, contribuiu com R$2.666,32 ao Governo Federal no primeiro semestre. Ou R$444,00 mensais. Acrescente-se a esse valor os impostos estaduais e municipais. Como os impostos não são distribuídos assim, de maneira equânime, imagine a carga tributária que recai sobre aqueles que efetivamente contribuem para o fisco.

Brasileiros esquecem R$ 1,5 bilhão aplicado no fundo 157

Criados para estimular o mercado de capitais, fundos 157 tinham, até ontem, R$ 1.493.589.778,86 à espera de resgate. Para buscar sua parte, o contribuinte que aplicou nesses fundos parte do Imposto de Renda devido entre os anos de 1967 e 1983 deve consultar o site da CVM. Na página da Comissão de Valores Mobiliários basta digitar seu CPF e terá informação de titularidade de fundo 157.

Andando com os caranguejos: política econômica e custo Brasil afundam o PIB do País.

A expectativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu pela décima semana seguida. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez, passou de 2,01% para 1,9%. Há quatro semanas, a estimativa estava em 2,3%.

Para 2013, houve redução de 4,2% para 4,1%. As informações constam do boletim “Focus”, pesquisa semanal do Banco Central (BC), divulgada toda segunda-feira. Publicado normalmente por volta das 8h30, hoje o boletim foi divulgado pelo BC com cerca de uma hora de atraso, devido a problemas técnicos.

A redução na estimativa de crescimento econômico ocorre em momento em que o país enfrenta efeitos da crise econômica externa. Na última quinta-feira (12), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostrou que a economia ficou estagnada em maio. Nos cinco meses do ano, ante igual período de 2011, houve expansão de apenas 0,85%. Neste ano, o BC espera que a economia cresça 2,5%, ante a estimativa anterior de 3,5%. Em 2011, a expansão do PIB foi de 2,7%.

A expectativa dos analistas para o crescimento da produção industrial também caiu, pela sétima semana seguida, ao passar de 0,1% para 0,09%, em 2012. Para 2013, a expectativa é de recuperação, com crescimento de 4,3%, ante 4,25% previstos anteriormente.

A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano segue em R$ 1,95, em 2012, e foi ajustada de R$ 1,94 para R$ 1,95, no fim de 2013. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 18,09 bilhões para US$ 18,04 bilhões, neste ano, e de US$ 14,78 bilhões para US$ 13,75 bilhões, em 2013.

Entre o empresariado, a cautela sobre o futuro próximo da economia é a marca principal. Segundo o International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton International, 61% dos empresários brasileiros estão otimistas com relação à economia local nos próximos 12 meses, uma queda de 25 p.p em relação ao primeiro trimestre. Com a redução, o Brasil caiu da 2ª para a 8ª posição no ranking mundial de otimismo. O otimismo global foi de 23%, 4 p.p acima do trimestre anterior. O estudo é feito com 11.500 empresas em 40 economias.

Com informações da Agência Brasil e do IBR.