Agora a alta do preço da gasolina vai ser pra valer.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, admitiu na sexta-feira que o preço da gasolina pode subir ainda este ano. Desta vez, o reajuste será sentido pelo consumidor. ‘Nós podemos, creio eu, imaginar que ainda este ano possa haver uma revisão desses preços de combustíveis já na bomba’, disse o ministro em entrevista à Globo News.

No mês passado, a Petrobras conseguiu reajustar o preço da gasolina em 7,8%, mas o aumento não teve impacto no preço cobrado nas bombas, porque o governo resolveu zerar a alíquota da Cide, um imposto que incide sobre os combustíveis.

Sem a possibilidade de amenizar reajustes dos preços dos combustíveis nas refinarias, qualquer aumento concedido pelo governo será, agora, sentido pelo consumidor. Lobão não disse de quanto será o reajuste.

Nesta sexta, as ações da Petrobras fecharam em alta de mais de 5,0%, puxando o Ibovespa para uma valorização de 1,7%, numa reação ao reajuste de 6,0% no preço do diesel anunciado na noite de quinta-feira.

Surpresos, investidores festejaram não apenas o segundo aumento em três semanas no combustível mais vendido pela empresa, mas também o fato de a presidente da companhia, Graça Foster, ter conseguido barganhar a alta, apesar do impacto para o consumidor.

‘Sem dúvida, garante uma maior credibilidade para Graça Foster que, depois de sofrer bastante pressão nas últimas conversas com investidores, conseguiu negociar o aumento com o governo’, diz o relatório dos analistas Emerson Leite e Andre Sobreira, do Credit Suisse.

Inflação

Já os economistas fizeram as contas sobre o impacto na inflação e chegaram à conclusão de que o diesel tem peso pequeno no cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a implicação indireta que o aumento acarretará para a cadeia dos preços dos produtos nos próximos meses tende a ser pouco perceptível.

O impacto do reajuste no preço do diesel nas refinarias será praticamente nulo na inflação ao consumidor, mas atingirá o atacado, avaliou Luis Otávio de Souza Leal, do banco ABC Brasil. Pelos cálculos do banco, o efeito nos índices gerais de preços será de 0,10 ponto porcentual.

Caixa

O impacto anualizado dos dois reajustes de diesel e gasolina concedidos na gestão Graça poderiam somar R$ 8 bilhões para o caixa da empresa. Os cálculos variam, pois a Petrobras não divulga a distribuição da receita por produto.

Para o Credit, apenas o reajuste de quinta-feira à noite pode ter impacto de R$ 3,9 bilhões. Para o Deutsche Bank, o impacto na geração de caixa até o fim deste ano seria de cerca de US$ 485 milhões, ou pouco menos de R$ 1 bilhão.

A Concórdia prevê que o efeito anualizado será de R$ 3 bilhões. O mercado considera que novos esforços para avaliar o caixa da empresa são fundamentais, diante do crescimento do consumo e da necessidade cada vez maior da Petrobras de importar combustíveis a preços mais caros no mercado internacional para abastecer o mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Andando de lado, como os caranguejos.

Matéria da Folha, publicada hoje:

“O mercado reduziu a estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) para 2,01% neste ano, de acordo com divulgação do Banco Central do boletim Focus desta segunda-feira (9). A projeção para a inflação também foi reduzida.

A previsão para o PIB (a soma de todas as riquezas produzidas por um país) de 2012 foi reduzida pela nona semana seguida e passou de 2,05%, na semana passada, para 2,01% hoje. Para 2013, a estimativa ficou inalterada em 4,20% hoje.”

Um bilionário à beira de um ataque de nervos.

Manchete da revista Exame:

Eike Batista cai de 7º para 46º homem mais rico do mundo.

Pena que este blog não seja ao vivo, senão os nossos leitores poderiam ver este editor roxo de preocupação. Para nos acalmar estamos providenciando tomar um bombril dissolvido em ácido sulfúrico. De três em três horas.

Agência internacional rebaixa nota de bancos brasileiros

A agência de classificação de risco Moody’s fez um ajuste técnico nas notas de crédito de oito bancos brasileiros. Tiveram as notas reduzidas o Banco do Brasil, Safra, Santander, HSBC, Bradesco, Itaú, Itaú BBA e Votorantim.

A mudança foi anunciada após uma revisão da classificação dessas instituições iniciada em fevereiro passado. A agência fez uma nova classificação por entender que os bancos brasileiros estavam com notas melhores do que as do governo. Como as instituições financeiras brasileiras têm em suas carteiras títulos da Dívida Pública Federal, a avaliação da Moody’s é que a exposição ao risco foi alterada.

“Nossa análise indica que há pouca ou nenhuma razão para crer que esses bancos estariam isolados a partir de uma crise da dívida do governo [brasileiro]”, diz o documento em inglês divulgado ontem pela Moody’s.

A revisão foi adotada também em outros países onde os bancos estavam em melhor situação que os governos locais. Da Agência Brasil.

Gasolina e diesel tem aumento na segunda. Mas preços não chegam às bombas.

A gasolina e o diesel vão ficar mais caros nas refinarias. A Petrobras anunciou no início da noite de ontem um reajuste de 7,83% para a gasolina e 3,94% para o diesel. O aumento, no entanto, não terá impacto sobre o preço nas bombas porque a equipe econômica zerou a alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os dois combustíveis.

Em nota oficial, o Ministério da Fazenda anunciou a diminuição do imposto para evitar que o aumento chegue aos consumidores e afete a inflação. A pasta não informou o impacto da desoneração sobre os cofres públicos.

“Para neutralizar os impactos dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela Petrobras, o governo federal decidiu reduzir a zero as alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente na comercialização destes combustíveis. Dessa forma, os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento”, informou o comunicado.

Desde novembro do ano passado, o litro da gasolina pagava R$ 0,091 de Cide. Para o óleo diesel, a alíquota era R$ 0,047 por litro.

Prepare-se: motos importadas ficam bem mais caras.

Sabe aquela motinho importada pela qual você anda babando? Pois é:  ficou bem mais cara hoje. 

A Receita Federal elevou para 35% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente na venda de motocicletas e de aparelhos de ar-condicionado e micro-ondas nacionais e importados. Ficam de fora apenas os produtos fabricados na Zona Franca de Manaus.

A determinação foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (31) e unifica as alíquotas que, até agora, eram 20% para aparelhos de ar-condicionado, 30% para micro-ondas e 15% para motos de até 50 cilindradas. Acima dessa motorização, recolhiam 25%. As motos fabricadas em Manaus continuam com alíquota de 20%.

ANP e MP-BA realizarão audiência sobre comércio de gás.

Uma audiência pública, promovida pelo Ministério Público da Bahia e Agência Nacional do Petróleo, vai debater a legalização da venda de gás liquefeito em Luís Eduardo Magalhães. A audiência “Programa Gás Legal” será realizada neste dia 1º de junho, na sexta-feira da próxima semana, no Hotel Paranoá, às 14 horas, e contará com a presença de autoridades e todos os integrantes da cadeia de comercialização do produto.

Após esta fase de esclarecimentos, a ANP iniciará processo de fiscalização e autuação da revenda ilegal do gás doméstico.

País mudou muito nos últimos 10 anos. É o que mostram detalhes do Censo 2010.

O IBGE divulgou agora, às 10 horas,  os Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010, que apresentam uma série de mudanças ocorridas no país de 2000 para 2010, com detalhamento, inclusive, por município, além de trazerem informações pesquisadas pela primeira vez. A pesquisa inclui informações sobre características de migração, nupcialidade, fecundidade, educação, trabalho e rendimento, pessoas com deficiência, domicílios e deslocamento para trabalho e estudo, e tempo de deslocamento para trabalho.

MORTALIDADE INFANTIL

No período de dez anos, o número de óbitos de crianças menores de um ano caiu de 29,7 para 15,6 para cada mil nascidas vivas, um decréscimo de 47,6% na taxa brasileira de mortalidade infantil. Entre as regiões, a maior queda foi no Nordeste, de 44,7 para 18,5 óbitos, apesar de ainda ser a região com o maior indicador.

FECUNDIDADE

Por outro lado, a taxa de fecundidade no Brasil também caiu, de 2,38 filhos por mulher em 2000 para 1,90 em 2010, número abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher) que garante a substituição das gerações.

Em 2010, havia 45,6 milhões de pessoas com pelo menos uma das deficiências investigadas (visual, auditiva, motora e mental), representando 23,9% da população.

NÍVEL DE INSTRUÇÃO

O nível de instrução da população aumentou: na população de 10 anos ou mais de idade por nível de instrução, de 2000 para 2010, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%; já o de pessoas com pelo menos o curso superior completo aumentou de 4,4% para 7,9%.

De 2000 para 2010, o percentual de jovens que não frequentavam escola na faixa de 7 a 14 anos de idade caiu de 5,5% para 3,1%. As maiores quedas ocorreram nas Regiões Norte (de 11,2% para 5,6%, que ainda é o maior percentual entre as regiões) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%).

RENDIMENTO MÉDIO

Em 2010, o rendimento médio mensal de todos os trabalhos das pessoas ocupadas com rendimento de trabalho foi de R$ 1.345, contra R$ 1.275 em 2000, um ganho real de 5,5%. Enquanto o rendimento médio real dos homens passou de R$ 1.450 para R$ 1.510, de 2000 para 2010, o das mulheres foi de R$ 982 para R$ 1.115. O ganho real foi de 13,5% para as mulheres e 4,1% para os homens. A mulher passou a ganhar 73,8% do rendimento médio de trabalho do homem; em 2000, esse percentual era 67,7%.

As pessoas que ganhavam mais de 20 salários mínimos de rendimento mensal de todos os trabalhos representaram 0,9% da população ocupada do país, em 2010, enquanto a parcela das sem rendimento foi de 6,6% e a das com remuneração até um salário mínimo, 32,7%.

MOBILIDADE URBANA

No Brasil, 32,2 milhões de pessoas (52,2% do total de trabalhadores que trabalhavam fora do domicílio) levavam de seis a 30 minutos para chegar ao trabalho em 2010 e 7,0 milhões (11,4%) levavam mais de uma hora. Já no Rio de Janeiro, 2,0 milhões (38,6%) levavam entre seis minutos e meia hora, 1,6 milhão (30,7%) levava entre meia e uma hora e 1,2 milhão (23,1%) levava mais de uma hora.

No Sudeste, o deslocamento para estudar em outro município foi de 2,0 milhões (8,5%) de estudantes, a maioria em São Paulo: 1,1 milhão de pessoas (57,0% do total do Sudeste). Santa Catarina tinha o percentual mais elevado do país: de seus 1,8 milhão de estudantes, 184 mil (10,1%) se deslocavam para outro município.

MIGRAÇÃO DE RETORNO

Em 2010, o país recebeu 286,5 mil imigrantes internacionais, 86,7% a mais do que em 2000 (143,6 mil). Os principais países de origem dos imigrantes foram os Estados Unidos (51,9 mil) e Japão (41,4 mil). Do total de imigrantes internacionais, 174,6 mil (65,0%) eram brasileiros e estavam retornando; já em 2000, foram 87,9 mil imigrantes internacionais de retorno, 61,2% do total dos imigrantes.

A migração de retorno dentro do país, referente às pessoas que nasceram no estado em que residiam na data de referência do Censo e que moravam em outra unidade da Federação cinco anos antes, passou de 22,0% do total de migrantes (1,1 milhão de pessoas) para 24,5% dos migrantes (1,2 milhão de pessoas).

UNIÃO CONSENSUAL

A proporção de uniões consensuais passou de 28,6% em 2000 para 36,4% em 2010 e diminuíram os casamentos do tipo civil e religioso, de 49,2% para 42,9%. No Amapá, as uniões consensuais chegaram a 63,5%.

A publicação completa dos Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010 pode ser acessada em IBGE.

Os bodes sedentos e a excitação na City of London

Crescimento moderado e o valor do dólar, que cresceu mais 12% este ano, estão tirando o 6º lugar do Brasil no ranking econômico mundial e devolvendo-o à Inglaterra. 

A pergunta é a seguinte: faz diferença ao sertanejo que mora lá no sertão da Bahia e foi dormir pensando como vai arrumar, amanhã cedo, água para beber e dar aos seus bodes, o Brasil ser o 7º na economia do mundo? Claro que não faz. 

Brasil esqueceu seu programa bio-energético e a auto-suficiência

O País importou no primeiro trimestre 1,7 bilhão de reais de gasolina. E sabe por que? Porque não tem capacidade de refino. São quase 80 mil barris/dia, com prejuízo acumulado de R$267 milhões para a Petrobras. A par disso, o Governo mandou para as cucuias o programa do álcool. O País auto-suficiente de Lula não tem capacidade nem para concluir duas refinarias, quanto mais de administrar o longo caminho do pré-sal.

Wen Jiabao: 10 mandamentos para o Brasil mudar.

O Primeiro Ministro da China, Wen Jiabao, visitou o Brasil recentemente pela primeira vez e supreendeu pelo conhecimento que tem sobre nosso país, segundo ele, devido o aumento da amizade e dos negócios entre Brasil e China.

Ele vem estudando nossa cultura, nosso povo, desenvolvimento e nosso governo nos últimos 5 anos e, por isso aproveitou a visita de acordos comerciais para lançar algumas sugestões que, segundo ele, foram responsáveis pelas mudanças e pelo crescimento estrondoso da China nos últimos anos.
Durante uma de suas conversas com a Presidente Dilma e seus ministros, Wen foi enfático no que ele chama de “Solução para os paises emergentes”, que é o caso do Brasil, China, Índia e outros países que entraram em grande fase de crescimento nos últimos anos, sendo a China a líder absoluta nessa fila.
O que o ministro aponta como principal ponto para um país como o Brasil desponte a crescer fortemente?
Mudanças imediatas na administração do país, sendo a principal delas, a eliminação de fatores hipócritas, onde as leis insistem em ver o lado teórico e não o prático e real de suas consequèncias, sendo que, para isso o país terá que sofrer mudanças drásticas em seus pontos de vista atuais, como fez a China nos últimos 20 anos, sendo os 10 principais os que se seguem: Continue Lendo “Wen Jiabao: 10 mandamentos para o Brasil mudar.”

Governo socorre indústria brasileira depois do caos.

Um total de 15 setores serão beneficiados com as desonerações da folha de pagamento anunciadas hoje (3) pelo governo. As medidas fazem parte do Plano Brasil Maior cujo intuito é aumentar a competitividade da indústria. A estimativa é que a desoneração total anual seja de R$ 7,2 bilhões. Para 2012 o montante será de R$ 4,9 bilhões, já que as medidas passam a vigorar a partir de julho.

O setores beneficiados são: têxtil, confecções, calçados e couro, móveis, plástico, material elétrico, auto-peças, ônibus, naval, aéreo, de bens de capital mecânica, hotelaria e, tecnologia de informação e comunicação, equipamentos para call center e design house (chips).

Desses, confecções, couro e calçados e a área da tecnologia de informação e comunicação já eram beneficiadas pelo Brasil Maior e tiveram as alíquotas novamente reduzidas.

“Em período de crise a competitividade dos outros países aumenta, há países que vendem abaixo do preço de custo, dão subsídios e, neste momento, temos que dar impulso à nossa competitividade brasileira”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao apresentar as medidas em cerimônia no Palácio do Planalto.

O Governo corre atrás do prejuízo, depois de soterrar a indústria brasileira no chamado custo Brasil. Mais difícil, porém, do que perder competitividade no mercado interno e, principalmente no mercado externo, é ouvir a voz anasalada e desanimada de Guido Mantega na TV durante mais de uma hora.

Brasileiros voltam aos ônibus interestaduais?

Os tempos de volatilidade dos preços das passagens aéreas parecem ter passado. O prejuízo contábil de R$1 bilhão de reais, entre as duas maiores empresas do País, Gol e TAM, oportuniza agora até a redução de aeronaves, depois de aumentarem suas frotas em mais de 40 unidades entre 2010 e 2011. A Azul cresceu tanto que já está com 52 aviões. As empresas querem agora é rentabilidade, com taxas de ocupação maiores e passagens acima do custo operacional. Brasileiro pobre volta então a viajar longos trechos interestaduais de ônibus. 

BRICs: como explicar a maior carga tributária do Brasil?

Governo retira do setor privado 181 milhões por hora para sustentar a máquina governamental.

A presidenta Dilma Rousseff reuniu-se hoje (22) com 28 empresários para ouvir as demandas do setor para aumentar o investimento privado e estimular o crescimento da economia. A presidenta deve pedir um esforço maior de investimentos dos empresários para alavancar o Produto Interno Bruto (PIB).

Recentemente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que o objetivo do governo é fazer a economia crescer 4,5% em 2012. Se isso for alcançado, será um resultado bem melhor que o de 2011, quando o Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 2,7%.(Agência BR)

O difícil é a Presidenta explicar fatos como o da participação da indústria no PIB estar caindo nos últimos 10 anos e porque a carga tributária para o setor é de 12% na China e 20% na Índia, enquanto a do Brasil vai a 35%. Benefícios fiscais pontuais às indústrias como a automobilística e a da chamada linha branca (fogões, geladeiras) já mostraram que não resolvem. O chamado Custo Brasil sustenta o instinto famélico do Governo.

Saldo da balança comercial de LEM cai US$ 10 milhões

O saldo da balança comercial de Luís Eduardo Magalhães caiu, entre janeiro e fevereiro de 2012, de US$ 43,4 milhões para US$ 33,4 milhões, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
Este é o pior resultado desde março de 2011, quando o saldo foi de US$ 10,9 milhões. O Mdic aponta que, no mês passado, as exportações caíram 27% e as importações 78%, em relação a janeiro.
Os quatro produtos mais exportados por LEM foram soja (52%), algodão (41%), café (3%) e mamões (0,6%). Os quatro principais destinos destes produtos foram Alemanha (41,9%), Coréia do Sul (13%), Romênia (12%) e China (9,9%).
Já os produtos mais importados por LEM foram insumos para o agronegócio, como enxofre (53%), inseticidas (20%) e fungicidas (12%). Além deles, houve uma importação de hélices, rotores e partes para veículos aéreos de US$ 12,9 mil. Ilhas Virgens (53%), Uruguai (30%) e Índia (9%) são os principais países de origem das importações de LEM.

Aumentam cheques devolvidos, diz SERASA.

Indicador Serasa Experian de Cheques sem Fundos revela que no primeiro bimestre de 2012, foi devolvido 1,97% de cheques em todo o país. Foi o maior percentual verificado para os primeiros dois meses do ano desde 2009, quando houve 2,31% de devoluções de cheques. Em 2011, no acumulado de janeiro e fevereiro, o levantamento havia registrado 1,76% de cheques, e em igual período de 2010, 1,85%.   

COPOM derruba taxa de juros em inéditos 0,75%

A taxa baixou de 10,5% para 9,75% ao ano, diferentemente do que esperava a maioria dos analistas financeiros, de acordo com a pesquisa Focus, divulgada na última segunda-feira (5) pelo BC, que apontava para uma redução de 0,5 ponto percentual. De acordo com nota divulgada, o Copom ressaltou que “dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 9,75% ao ano, sem viés, por cinco votos a favor e dois votos pela redução da taxa Selic em 0,5 ponto percentual”

A moçada ficou alerta com a economia do País descendo a ladeira. A queda de 30,7% na indústria automobilística é emblemática.

IBGE mostra que Brasil cresceu, em 2011, pouco mais que 1/3 daquilo que cresceu em 2010.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, agora, às 9h, o desempenho da economia do país em 2011. A expectativa do mercado financeiro é que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha uma expansão de 2,82% – bem abaixo do desempenho de 2010, quando o crescimento foi de 7,5%.

Enquanto Dona Dilma estiver com medo da inflação, garantindo juros altos para os banqueiros, deixando de investir em inovação e produção, o País vai crescer assim, como rabo de vaca, para baixo.

E este ano de 2012? A China anunciou crescimento de 7,5% para este ano, 2,5 pontos percentuais abaixo do ano passado. Como soubemos, quando venta sul na China nós contraímos um resfriado.

Indústria do RS está estagnada.

Um levantamento feito entre 1º e 18 de janeiro pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) com 154 empresas de pequeno, médio e grande portes no estado, indica que o setor deve enfrentar as mesmas dificuldades de 2011 no primeiro semestre de 2012. A queda na produção, o aumento da capacidade ociosa e a elevação dos estoques são os principais indicativos de que a produtividade poderá cair.

Cotações do dólar, liberalidade nas importações e um governo leniente estão transformando o Rio Grande do Sul num estado extrativista. A florescente indústria calçadista, a maior indústria de auto-peças no País e o conjunto de plantas dedicadas ao fabrico de máquinas e implementos agrícolas está fazendo água em todos os porões.

LEM abre o ano com saldo de US$ 43 milhões de exportações, depois do recorde de 2011.

Agricultura com alto aporte tecnológico proporciona saldos positivos na balança comercial. Foto de Cristiano Mariz para a Revista Veja.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulgou os dados da balança comercial de Luís Eduardo Magalhães em janeiro. Foram exportados US$ 46,9 milhões e importados US$ 3,4 milhões, o que assegurou saldo positivo de mais de US$ 43,4 milhões.
Grande parte das exportações de LEM, cerca de 74%, teve como destino, no mês passado, Alemanha (37,3%), Romênia (21,6%) e Coréia do Sul (15,1%). Os principais produtos exportados foram soja (56%), algodão (36%) e café (4,6%).

Recorde histórico em 2011 

 O balanço do Mdic mostra que, em 2011, o melhor mês para LEM foi agosto, com saldo positivo de US$ 152 milhões na balança comercial e o pior foi março com US$ 10 milhões. Contudo, não houve um só mês no ano passado que a cidade tenha ficado no negativo, o que gerou um recorde histórico (US$ 843 milhões). Na última década, o saldo positivo de LEM mais que sextuplicou, pulando de US$ 129 milhões para US$ 843 milhões. Confira abaixo.
2001 – US$ 129.590.371
2002 – US$ 104.623.707
2003 – US$ 129.347.847
2004 – US$ 209.960.810
2005 – US$ 228.712.532
2006 – US$ 181.721.484
2007 – US$ 303.386.656
2008 – US$ 521.323.046
2009 – US$ 526.660.539
2010 – US$ 456.155.445
2011 – US$ 843.553.394
Acesse o relatório completo: http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sistema/balanca/arquivo/2012-01/BA/201201_BA_2919553.zip Do Editor de O Expresso, em Brasília.

E se a China quebrar? O Oeste baiano fecha?

O senador Demóstenes Torres publica um pequeno comentário, hoje, no blog de Ricardo Noblat, em que faz referência a um eventual período de estagnação da economia chinesa, que cresce hoje a razão de dois dígitos ao ano. E mostra como o País está despreparado para um cataclismo dessa proporção:

“A infraestrutura é caótica, a mão-de-obra não se modernizou e há 4 milhões de jovens fora da escola”, diz o Senador.

Veja a íntegra da nota:

A entrada da China na Organização Mundial do Comércio completou dez anos e ainda se comemora o continente de 1 bilhão e 300 milhões de habitantes à disposição dos negócios. Claro que os meios de sobrevivência ali deixam grande parte sem poder de consumo, mas é uma potência.

Suas relações bilaterais com o Brasil estão se transformando em dependência, a ponto de um resfriado chinês chegar aqui como a nova versão da peste bubônica.

Por enquanto, os números de Pequim são saudáveis, mas com fortes indícios de serem inflados. O PIB, que tomou do Japão o segundo lugar no mundo, cresceu 10,3% em 2010 e 9,2% em 2011, o dobro da ascensão tupiniquim.

O gigantismo explica por que grande parte do planeta, inclusive o Brasil, resiste à quebradeira na Europa com a mesma placidez que tornou marola o tsunami norte-americano. E se os pontos na escala Richter fossem nos balancetes da China?

É preciso se preparar para o baque, pois a explosão de uma eventual bolha chinesa atingiria os sete mares e outros nunca dantes navegados. Nossas reservas cambiais, 300 bilhões de dólares (as chinesas são 11 vezes maiores), virariam pó de traque, porque o país não fez o necessário. A infraestrutura é caótica, a mão-de-obra não se modernizou e há 4 milhões de jovens fora da escola. Publicado no blog de Ricardo Noblat.

Pois se a China quebrar, o Oeste da Bahia fecha em uma semana. E o último que sair deve apagar a luz. O País não pode e não deve continuar sustentando sua economia apenas em commodities. Precisa de educação, pesquisa e inovação tecnológica. Sempre cito aqui o exemplo: por que devemos pagar por um pendrive o mesmo preço que a China paga por uma saca de soja? Não temos tecnologia para fabricar um pendrive?

Publicidade na internet cresce 71% em 2011

Dados da pesquisa Monitor Evolution, do Ibope, apontam que os gastos com publicidade cresceram 16% em 2011, alcançando R$ 88,3 bilhões. Foram monitorados investimentos em compra de mídia realizados em 38 cidades nos principais meios de comunicação. Os valores levam em conta a chamada tabela cheia e não consideram a inflação do período, de 6,5%.
Seguindo a tendência de crescimento acima da média nos últimos 3 anos, a Internet segue conquistando o mercado. O meio, que tinha 4% do bolo publicitário em 2010, cresceu para 6% em 2011. Mas o forte crescimento, de 71% da receita bruta (de R$ 3,1 bilhões para R$ 5,4 bilhões), corresponde principalmente a uma mudança na tabela praticada pelos portais, além da inclusão de novas modalidades publicitárias.


“Cada vez mais, o tempo e a atenção dos consumidores está se voltando para mídias na internet”, explica Leandro Kenski, CEO da Media Factory, agência especializada em marketing digital. “O que está acontecendo é um reequilíbrio do mercado e as verbas estão migrando para onde está o consumidor. Por causa desse investimento ainda pequeno, existem grandes oportunidades para empresas que querem explorar as mídias digitais”, acrescenta Leandro.
A TV aberta ficou com 53% do bolo publicitário, aumentando seu faturamento de R$ 40 bilhões para R$ 46,3 bilhões (alta de 15,3%). Os jornais foram responsáveis por 20% das receitas, saltando de R$ 16,1 bilhões para R$ 17,2 bilhões (incremento de 7%).

Pela primeira vez, as TVs por assinatura ficaram a frente do meio Revista, chegando a terceira colocação no ranking das receitas com publicidade. As TVs por assinatura alcançaram R$ 7,4 bilhões (alta de 18%), enquanto o meio Revista recebeu R$ 7,2 bilhões (alta de 13,3%). No ano anterior, as revistas faturaram R$ 6,4 bilhões, ante R$ 6,3 bilhões da TV paga.

Seca no Cone Sul poderá dar sustentação aos preços internacionais.

A seca no Rio Grande do Sul fez 42 municípios decretarem estado de emergência e o número de vítimas da estiagem chega a 248.423. Em Santa Catarina, 42 cidades estão em estado de emergência e 357.887 pessoas foram afetadas pela falta de chuvas. Os dados são da Defesa Civil dos dois estados do Sul.

De acordo com a Defesa Civil gaúcha, o município mais prejudicado é Frederico Westphalen, que tem 29.003 pessoas afetadas pela seca. Parte do estado está sem chuva desde novembro de 2011 e estão sendo distribuídas cestas básicas e água para os moradores de várias cidades. Os agricultores prejudicados podem solicitar indenização para o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram) informou que a seca no estado deve permanecer até fevereiro. O município de Chapecó tem 183.530 pessoas sem água. A região próxima à divisa com o Rio Grande do Sul é a mais afetada do estado. Cerca de 40% da produção agrícola foi prejudicada, segundo dados oficiais.

A Defesa Civil de Santa Catarina em parceria com entidades que integram o Grupo de Ações Coordenadas determinou o atendimento imediato aos municípios, como o repasse de recursos e apoio para diminuir os danos. Da Agência Brasil.

A seca no Cone Sul pode ajudar na sustentabilidade dos preços dos grãos, que ontem experimentaram fortes oscilações positivas e negativas em Chicago. Num ano em que o crescimento chinês é uma incógnita, uma super produção poderia comprometer seriamente os preços internacionais. Argentina, Paraguai, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ultrapassam facilmente a barreira dos 100 milhões de toneladas.

O etanol brasileiro ganha os EUA mas perde o Brasil.

Pela primeira vez em mais de três décadas de forte apoio governamental à produção doméstica e elevadas tarifas contra importações, o mercado dos Estados Unidos finalmente vai se abrir para o etanol brasileiro de cana-de-açúcar. A legislação americana vigente, que inclui altos subsídios para a indústria do etanol e uma pesada tarifa contra o produto importado, expira no dia 31 de dezembro. Mas, com o fim das atividades no Congresso americano para 2011 nesta sexta-feira (23/12), não haverá mais oportunidade para qualquer medida que impeça a abertura para o etanol brasileiro, a partir do primeiro dia de 2012, do maior mercado consumidor de combustíveis do mundo. 

Liberdade para exportar ao maior mercado consumidor de energia do mundo é importante. Mas onde está o álcool brasileiro? Há poucos dias viajamos 2.300 kms e não encontramos um único posto onde a relação do preço do etanol fosse igual ou menor que 70% do preço da gasolina. O projeto brasileiro de produção do combustível verde deverá levar mais uma década  para se recuperar, fornecendo apenas o percentual de etanol que obrigatoriamente deve ser misturado à gasolina.

Novas vagas de emprego são poucas em Barreiras.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou dados de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) em Barreiras. Foram 1.017 contratações e 993 demissões. Saldo de 24 vagas de trabalho. Esses 24 cidadãos que mantiveram seus empregos deviam comemorar com um jogo de futebol. São 11 pra lá, 11 pra cá, o juiz e a torcida barreirense clamando por prosperidade. 

Na região da Grande Salvador, foram geradas +0,73% de vagas em novembro. O acumulado do ano é de 41.690 empregos, crescendo a taxa de 5%. Luís Eduardo Magalhães não é contemplada com os estudos do CAGED.

O Brasil gerou 42.735 vagas de empregos formais em novembro deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho. Esse número é 69% menor do que o volume de empregos gerados em novembro de 2010, quando foram preenchidas 138.247 vagas.

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, o Caged mostrou a criação de 2,3 milhões de postos de trabalho. O desempenho é menor que o mesmo período de 2010, quando foram abertos 2,9 milhões de postos.

Em relação a outubro, os dados do Caged demonstram, em novembro, uma redução no ritmo de crescimento do emprego. No mês anterior, foram geradas 126 mil vagas.

Trata-se do pior resultado para novembro, desde 2008, quando foram ocupadas 41 mil vagas formais. Em 2008, o Brasil sentia os primeiros efeitos da crise financeira internacional, com a concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, ocorrida em setembro daquele ano.

A indústria no Brasil cresce como rabo de vaca.

A indústria no Brasil tem 15% de participação no PIB, depois de ter mais de 25%. A China tem 35%, a Coréia 29%, a Alemanha, 25%. As taxas de câmbio flutuantes, a carga tributária feroz e a péssima gestão pública transformaram a indústria no setor que cresce como rabo de vaca no País.

É por essas e outras que já usamos guarda-chuvas importados da China. A 7ª economia do mundo vai se transformar num país de agricultores, exportador de produtos de baixo valor agregado. A posição de celeiro do mundo só nos interessará se a indústria e o mercado interno crescerem às mesmas taxas do agronegócio.

De que adianta retirar 10% do PIB da linha branca de eletrodomésticos, se a sanha dos impostos se reproduz como gatas no cio no ICMS e nos impostos indiretos?

“Cidade do Carro” está pronta para ser implementada.

O secretário de Indústria e Comércio de Luís Eduardo, Rodrigo Ferreira, anunciou hoje que está pronto o processo de admissibilidade da Cidade do Carro.

O projeto do novo centro comercial dedicado exclusivamente à comercialização, manutenção e serviços correlatos para veículos tem a participação da ACELEM – Associação Comercial e Industrial de Luís Eduardo Magalhães e da ASSOCIAUTO – Associação dos Revendedores de Automóveis. Participam também do projeto a Secretaria de Planejamento, a Procuradoria do Município e a Secretaria do Meio Ambiente.

Três locais poderão ser escolhidos para sediar a Cidade do Carro: uma área próxima ao posto Ursa, uma área próxima ao Motel Je t’aime ou ainda uma área próxima ao Centro Industrial.

Entre as vantagens apontadas pelo Secretário, estão a desmobilização de revendas na cidade que, na falta de outra alternativa, expõe carros nos passeios, além da diminuição de tráfego de caminhões-cegonha no centro. Ressaltou também Rodrigo a comodidade para o consumidor, que ao dirigir-se ao local encontrará todos os serviços que precisa para troca ou manutenção de veículos.

Farão parte da Cidade do Carro, revendedores de carros novos e usados, serviços correlatos, oficinas especializadas, despachantes, guinchos e reboques, retíficas, Detran e outros estabelecimentos que proporcionarão infraestrutura ao local. 

Bolas de cristal e o País na berlinda do crescimento.

A política equivocada do Governo, aumentando juros e impostos na medida do possível e do impossível, está dando seu resultado: o País teve crescimento O% no último trimestre e o titubeante ministro Mantega está prometendo crescimento para o segundo semestre de 2012.

Madame Almerinda acha que a bola de cristal do Mantega está com chuviscos e chiados. E disso, ela entende, convenhamos!

Descoberta reserva gigante de gás natural em Minas Gerais.

Apenas em um poço, a Orteng, uma empresa privada que vem procurando gás na região central de Minas Gerais, 280 km ao norte de Belo Horizonte, há mais de dois anos em parceria com o governo mineiro, diz ter encontrado algo entre 175 bilhões e 195 bilhões de metros cúbicos de gás natural, o que permitiria uma extração diária de cerca de 6 milhões de metros cúbicos pelos próximos 25 anos. Na prática isso significa que, se as previsões da companhia estiverem certas, apenas de um poço será possível extrair 20% do que o Brasil importa da Bolívia todos os dias para abastecer indústrias, usinas térmicas de energia, lares e carros país afora. Veja grande reportagem no IG Economia.

Governo reduz impostos em eletrodomésticos e alimentos.

O governo vai reduzir o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os produtos da linha branca, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar. Para o fogão, o tributo passou de 4% para zero. No caso de geladeiras, o tributo foi reduzido de 15% para 5% e, para as máquinas de lavar, passou de 20% para 10%. Para tanquinhos, o IPI recuou de 10% para zero. A redução passa a valer a partir desta quinta-feira. O imposto reduzido vale até março de 2012. Os produtos beneficiados são aqueles com selo “A” de qualidade energética, disse Mantega.

Entre as medidas do governo esta a manutenção do tributo sobre o pão em zero até o final do próximo ano. Sem a prorrogação desta medida, a isenção terminaria no fim deste ano. O PIS e Cofins sobre massas (macarrão, por exemplo), está caindo de 9,25% para zero até junho de 2012. Da Revista Época.

Quer lavar roupa no tanquinho, minha senhora? Quer ficar mais gordinha, comendo macarrão? Vote nos candidatos do PT em 2012.

Papéis da controladora da American Airlines caem 84% num dia.

Os papéis da AMR Corp, listados na bolsa de valores de Nova York, caíram 83,95% nesta sessão na Bolsa de Nova York. No ano, as ações acumulam queda superior a 96%. 

A American Airlines, uma das maiores companhias de aviação dos Estados Unidos, entrou com pedido de concordata, decretando suspensão do pagamento a seus credores.

No entanto, a empresa garantiu que suas operações continuarão normalmente, e a mesma administração será mantida. Para manter sua programação de voos, a companhia afirmou dispor de US$ 4,1 bilhões em caixa.

A Bahia é o sexto PIB do Brasil.

Para aqueles senadores que debatiam, hoje à noite, em sessão ordinária do Senadinho, o tamanho do PIB da Bahia, fica aqui a notícia do dia 21, quando o IBGE divulgou o ranking da produção dos estados:  o estado de São Paulo concentra um terço do PIB brasileiro, com 33,5% de participação na economia nacional. Outras unidades da Federação que lideram a participação no PIB são o Rio de Janeiro (10,9%), Minas Gerais (8,9%), o Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,9%), a Bahia (4,2%), o Distrito Federal (4,1%) e Santa Catarina (4%). 

A Bahia ultrapassou nos últimos anos Santa Catarina e o Distrito Federal, mas ainda é o sexto estado em produto interno bruto. Para ultrapassar o Paraná e o Rio Grande do Sul, a Bahia terá que experimentar taxas de crescimento excepcionais nos próximos anos. Num estado que tem uma área maior que a França e tantos recursos naturais, isso não deve ser difícil.

A Bahia tem 14 milhões de habitantes e a sua renda per capita é a décima nona do País, superando na ordem Pernambuco, Rio Grande do Norte, Pará, Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piauí.

Nordeste aumenta participação no PIB

As regiões Nordeste e Centro-Oeste aumentaram a participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2008 para 2009, enquanto as demais tiveram redução. A participação do Nordeste passou de 13,1% para 13,5% no período, enquanto a do Centro-Oeste aumentou de 9,2% para 9,6%.

Já a Região Sudeste, que concentra mais da metade do PIB nacional, reduziu a participação na economia brasileira de 56% em 2008 para 55,3% em 2009. As reduções nas regiões Norte e Sul foram mais sutis. A participação do Sul caiu de 16,6% para 16,5% e a do Norte, de 5,1% para 5%.

Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em termos de crescimento econômico, as regiões Centro-Oeste e Nordeste registraram expansão de 2,5% e 1%, respectivamente, no período. As outras regiões tiveram queda no PIB: Sudeste (-1%), Sul (-0,6%) e Norte (-0,3%).

Entre os estados, Rondônia apresentou o maior crescimento econômico no período: 7,3%. Já o pior desempenho ficou com o Espírito Santo, com queda de 6,7% no PIB.

Analistas garantem expansão do PIB em 2012.

De acordo com a publicação semanal do Banco Central (BC), o boletim “Focus”, analistas do mercado financeiro mantiveram a previsão do crescimento da economia em 2011 e 2012.

A estimativa para a expansão do PIB continua em 3,16%, neste ano, e em 3,5%, para 2012. Já a expectativa para o crescimento da produção industrial, em 2011, diminuiu novamente ao passar de 1,55% para 1,37%. Em relação à 2012, os percentuais baixaram de 3,74% para 3,68%.

Como diz Millor Fernandes, “analista é um sujeito que, partindo de premissas falsas, consegue chegar a conclusões perfeitamente equivocadas.”

Metade da população vive com renda média de R$375,00

O IBGE divulgou hoje que o Censo Demográfico 2010 indica que, apesar de uma média de R$ 668, 25% das pessoas tinham rendimento médio nominal mensal domiciliar per capita de até R$ 188 e metade da população recebia até R$ 375, valor inferior ao salário mínimo em 2010 (R$ 510).

Enquanto cerca da metade da população urbana recebia, em média, até R$ 415, nas áreas rurais esse valor era de aproximadamente R$ 170. Como os dados sobre rendimento ainda são preliminares, consideram-se apenas pessoas e domicílios com declaração de rendimento positivo, excluindo aqueles com renda zero ou sem declaração.

Nos municípios com até 50 mil habitantes, predominou o valor de até um salário mínimo para 75% da população. Já nos com mais de 500 mil habitantes, metade da população recebia até R$ 503. O rendimento médio domiciliar per capita nestes municípios mais populosos era R$ 991, mais de duas vezes superior ao observado nos municípios de até 50 mil habitantes.

Entre os municípios das capitais, mantém-se a tendência histórica de melhores níveis de rendimento domiciliar per capita nos estados das regiões Sul e Sudeste. Florianópolis (SC) registrou o maior valor (R$ 1.573), com metade da população recebendo até R$ 900, seguida de Vitória (ES), cujas cifras eram de R$ 1.499 e R$ 755, respectivamente.

Em 17 das 26 capitais, 50% da população não recebia até o montante do salário mínimo. Os valores dos rendimentos domiciliares per capita médios de Macapá (AP), Teresina (PI), Manaus (AM), Rio Branco (AC), São Luiz (MA), Maceió (AL), Boa Vista (RR) e Belém (PA) representavam 40% do rendimento observado em Florianópolis. Em Macapá, pior situação entre as capitais, o rendimento médio domiciliar per capita era de R$ 631, com 50% da população recebendo até R$ 316.

No Brasil, em termos de rendimento total (trabalho, aposentadorias, pensões, transferências etc.), os homens recebiam em média 42% mais que as mulheres (R$ 1.395 contra R$ 984) e metade deles ganhava até R$ 765, cerca de 50% a mais que metade das mulheres (até R$ 510). Nos municípios com até 50 mil habitantes, os homens recebiam, em média, 47% a mais que as mulheres: R$ 903 contra R$ 615. Nos municípios com mais de 500 mil habitantes, os homens recebiam, em média, R$ 1.985 e as mulheres, R$ 1.417, uma diferença de cerca de 40%.

Mantega nega empréstimo para ajudar europeus.

Os boatos de que o Brasil teria oferecido um reforço de US$ 10 bilhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar os países europeus foram negados hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, não foi feita qualquer oferta real ao fundo, nem por nós, nem pelos demais países emergentes. O assunto até foi discutido entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), mas, para sair do papel, dependia dos europeus cumprirem suas políticas contra a crise. Como a Europa não conseguiu resolver o problema da Grécia, não houve proposta concreta para reforçar o FMI. “Não quer dizer que isso não possa acontecer no futuro”, disse Mantega.

Era só o que faltava: o Brasil desesperado por dinheiro para investimentos em saúde e infraestrutura emprestar dinheiro a juros de 1% ao ano para os europeus.

Pobres dos Estados Unidos seriam classe média no Brasil.

O número de pessoas vivendo na pobreza nos Estados Unidos chegou a um recorde de 49,1 milhões em 2010, segundo dados de um novo método publicado na segunda-feira pelo Escritório de Censo do país. A cifra contrasta com uma medida oficial de pobreza divulgada em setembro, dizendo que havia 46,2 milhões de pessoas pobres nos EUA.

Os dados relatados na segunda-feira mostraram que a taxa nacional de pobreza é de 16% da população total, comparada à taxa oficial de 15,1% divulgada em setembro. Os últimos números também elevam a linha de pobreza a uma renda anual de US$ 24.343 para uma família de dois adultos e duas crianças, em comparação com US$ 22.113 anuais sob o padrão oficial.

Pobre com 24 mil dólares por ano? 41 mil reais por ano, 3.416 reais de renda mensal? Dentro deste padrão de renda, teríamos algo como 98% de pobres por aqui.

Inflação já atinge dois dígitos em setores pontuais.

O dragão da inflação lança chamas pelo nariz mais decididamente em Porto Alegre, o maior preço de cesta básica em todas as 17 capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas. No grupo alimentação, a inflação é de 8,18% nos últimos 12 meses. Mas a cesta básica já bate em 12,19% no período de um ano. Só nos 10 primeiros meses deste ano, atingiu 9,99%.

Cesta básica sobe em 10 capitais. Porto Alegre tem a cesta mais cara.

Os itens essenciais da mesa do brasileiro subiram de preço, em outubro, em dez das 17 capitais onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A maior elevação ocorreu em Porto Alegre com alta de 1,93%. O valor da cesta na capital gaúcha é o mais caro, R$ 277,34.

A segunda maior variação foi constatada em Curitiba (1,61%) com valor de R$ 245,97, seguida por Vitória com 0,95% e valor de R$ 251,98. Em sentido oposto houve queda no custo em todas as capitais nordestinas. Fora desta região a única que apresentou recuo foi São Paulo com valor de R$ 266,97 ou 0,08% menos do que em setembro.

A redução mais expressiva foi apurada em Natal (-2,63%) com o valor passando para R$ 200,55. Mas é a capital sergipana, Aracaju, que apresentou o valor mais baixo com R$ 182,68 e queda de 0,51% em comparação ao mês anterior. As demais localidades onde os produtos ficaram mais baratos são: João Pessoa (-0,79%) e valor de R$ 195,14; Recife (-1,12%) com a cesta a R$ 206,17; Salvador (-1,42%), R$ 205,12 e Fortaleza (-2,22%), R$ 198,68. Leia mais a matéria da Agência Brasil clicando em Continue Lendo “Cesta básica sobe em 10 capitais. Porto Alegre tem a cesta mais cara.”