

Neste feito que passo a relatar, tenho certeza que Madame Almerinda, a mãe de todos os mistérios, usou de seus atributos do além.
Pois vejam bem as imagens e depois me contem o que acharam.
Na página do SIGA – Sistema Integrado de Gestão e Auditoria do Tribunal de Contas dos Municípios, onde ficam registrados os contratos efetuados por Prefeituras e Câmaras Municipais, esta dedicada à Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães, de repente, não mais que de repente, sumiu um contrato.
Onde antes estava um contrato de inexigibilidade de R$22 mil, de pouca importância, surgiu um buraco, no final de julho, logo depois que surgiram os boatos da denúncia dos vereadores sobre o malfadado “Contratão”.
Esse contrato, Oziel Oliveira assinou às escondidas com um escritório de Salvador, para pagar R$ 9.994.000,00 de honorários advocatícios sobre uma ação nos precatórios do FUNDEF.
Os contratos pulam de número 007 para número 009, deixando uma vaga para eventualmente colocar o “Contratão” no buraco, se fosse possível e necessário.
Como as denúncias dos vereadores foram precisas e contundentes, não ficou de bom tom inserir no buraco o contrato espúrio.
As suspeitas recaem sobre Madame Almerinda porque ninguém sabe como foi realizada essa alteração no Sistema Siga, já que poucas pessoas tem a senha para realizar tais incursões com data retroativa.
Madame deve ser processada e corre o risco de perder sua inscrição na CBBB – Confederação Brasileira das Bruxas Bandidas.
Pior que vai sobrar para Oziel também:
Primeiro pela tentativa de colocar naquele buraco do SIGA o “Contratão”, para demonstrar que publicou o documento que poderia tirar quase R$10 milhões das escolas e professores de LEM;
Segundo, pela tentativa de negar que fez o contrato, seguida da afirmação, em nota oficial, que rescindiu o contrato.
Para bom entendedor Oziel revogou um contrato que não existia e ainda tentou publicá-lo no SIGA, para tornar legal aquilo que foi assinado às escondidas.
Quem acabou abrindo mão do contrato foi o escritório de Rui Barata, “por não ficar provada a licitude do processo licitatório”.
Abaixo o documento em que é relatada a anulação do contrato nº 008 na relação de inexigibilidades, caracterizado como o “Contratão”. Está assinada pelo prefeito Oziel Oliveira


O Programa Farmácia Popular foi encerrado em todo o País. Atendia 9 milhões de pessoas e custava 100 milhões/ano. Temer gastou alguma parecido com R$15 bilhões das chamadas emendas parlamentares para comprar deputados e permanecer no poder. É isso que nós chamamos de justiça social.



A manchete principal do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, informa que 100 mil habitantes podem estar doentes pela proximidade com os lixões. Diz o jornal:




























A Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães vai gastar R$ 344.000,00 (trezentos e quarenta e quatro mil reais) com a compra de bebedouros para os próprios municipais. É muita água: o bebedouro mais caro no site de vendas Buscapé custa R$730,00. Isso significa que Oziel Oliveira vai comprar no mínimo 470 bebedouros
Hoje, pela manhã, em Salvador, no Seminário de Consórcios Públicos e Gestão Associada, o governador Rui Costa reafirmou o seu compromisso de fortalecimento dos consórcios regionais, mostrando-se bastante otimista com a possibilidade do uso dessas ferramentas tanto na gestão de infraestrutura como na saúde. 
















A situação se agrava ainda mais quando os pacientes precisam se deslocar 480 quilômetros até Gurupi – 326 km via BR 242, com trechos ainda em construção – para tentar uma vaga na fila de cirurgias ou até para um simples atendimento ambulatorial.