Prefeitura de Barreiras implanta rede de gases medicinais no Pronto Atendimento Coronavírus

Referência na assistência aos pacientes atingidos pela Covid-19, o Pronto Atendimento Coronavírus de Barreiras está passando por intervenções de infraestrutura para instalação do sistema de gases medicinais, composta pela construção da base para o tanque de armazenamento de oxigênio, bem como toda a rede de oxigênio, ar comprimido e vácuo. No fim da tarde dessa terça-feira, 22, o prefeito Zito Barbosa, acompanhado do vice Emerson Cardoso, do secretário de saúde Melchisedec Neves, da subsecretária Jamile Rodrigues e do diretor médico Rodrigo Melo, fez questão de vistoriar de perto o andamento das obras que estão sendo executadas pela Prefeitura de Barreiras através da Secretaria de Saúde.

De acordo com o prefeito de Barreiras, o Município tem implantado diversos equipamentos para enfrentar o coronavírus.

“Desde o início da pandemia, a Prefeitura tem feito importantes investimentos para preservar e salvar a vida da nossa população, implantamos em parceria com o governo do estado o Pronto Atendimento Coronavírus, no Hospital Eurico Dutra, o Pós-covid no Centro de Referência Covid-19, o Centro de Triagem Covid-19, e transformamos o Parque Engenheiro Geraldo Rocha em uma grande estação de vacinação com Posto de Vacinação Covid-19.

Na última sexta-feira entregamos o Covida – Atendimento Imediato Covid-19 também no Parque e estamos implantando o sistema de gases medicinais aqui no Hospital Municipal Eurico Dutra, um grande esforço da nossa gestão para cuidar das famílias barreirenses, especialmente nesse momento de pandemia”, pontuou Zito Barbosa.

Ainda segundo o prefeito, o sistema de gases medicinais tem importância vital para o pleno funcionamento da unidade e melhor assistência aos pacientes internados, seja através do oxigênio e no ar comprimido, considerado um medicamento para tratar o desconforto respiratório e bastante utilizado em procedimentos de nebulizações, bem como do vácuo que é empregado nas aspirações de secreções.

Para o secretário de saúde, trata-se de um grande investimento na saúde da população de Barreiras e que será extremamente útil no pós-pandemia.

“Será uma estrutura para armazenar cerca de 10 mil m³ de oxigênio, o que hoje pela nossa demanda nos dá uma média de 20 dias de abastecimento por mês, evitando a possibilidade de desabastecimento e eliminando a necessidade do uso de cilindros”, explicou Melchisedec Neves.

Salles pede demissão: Presidente teima em dar linguiça para cachorro cuidar.

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Com o pedido de demissão do sinistro do Meio Ambiente, ocorrido na tarde de hoje, o Presidente da República já publicou ato de nomeação de um ruralista para o setor.

Joaquim Álvaro Pereira Leite, conselheiro por 23 anos da Sociedade Rural Brasileira, aquela que divulgou nota de apoio ao Salles depois da declaração de que o governo deveria aproveitar a pandemia para “passar a boiada”.

Apae de Formosa do Rio Preto constrói sede própria com recursos doados por produtores rurais.

 

A coordenação do Fundesis (Fundo para o Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Bahia) realizou, nesta terça-feira (22), a primeira visita à nova sede da Apae, do município de Formosa do Rio Preto, após a conclusão das obras. A estrutura vai proporcionar melhores condições ao atendimento das 86 famílias cadastradas na instituição, com espaço adequado para a oferta de consultas médicas, apoio psicológico e assistência social, além de disponibilizar área de lazer, que favorece a inclusão social na cidade.

O diretor-presidente da entidade, Cláudio Santos, ressaltou a importância dos doadores para realização da obra. “Agradecemos a Deus e aos produtores rurais da região oeste da Bahia, por nos proporcionar uma doação de tamanha importância para as famílias da Apae de Formosa do Rio Preto. Essa sede será fundamental para o fortalecimento da inclusão das pessoas especiais em nossa comunidade e a promoção de melhores condições de atendimento em educação, saúde e assistência social”, disse.

“Alegria, emoção e satisfação tomam conta de quem visita esse espaço, ao ver que Fundesis faz milhares de pessoas felizes, por mudar para melhor a vida delas. Convido os produtores doadores a conhecerem, de perto, esse trabalho, para terem a certeza do bem que eles fazem a essa comunidade”, afirmou Makena Thomé, coordenadora do Fundo. Ela atestou a qualidade da construção, que conta com três salas para atendimento, sanitários e recepção.

A constatação, ainda que tardia, de que Moro é um bandido.

Reinaldo Azevedo chama Moro de 'Mussolini de Maringá' - O CORRESPONDENTE

Ex-juiz que prendeu o ex-presidente Lula para que ele não disputasse as eleições presidenciais de 2018 foi declarado suspeito pelo STF por 7 votos a 4; com isso, condenações de Lula estão anuladas e ex-presidente se fortalece para a disputa presidencial

Com os votos dos ministros Marco Aurélio Mello e Luiz Fux, o Supremo Tribunal Federal concluiu nesta quarta-feira (23) por 7 a 4 o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no âmbito do processo do triplex do Guarujá, que levou à condenação e à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Marco Aurélio e Fux, os únicos que faltavam votar, se posicionaram contra o entendimento de que Moro foi um juiz suspeito ao julgar Lula, sendo derrotados, pois já havia sido declarada maioria a favor da suspeição em março deste ano.

Em seu voto, o decano da corte, Marco Aurélio, que está prestes a se aposentar, fez uma defesa enfática da Operação Lava Jato, sobre a qual destacou o “combate à corrupção”, e de Sergio Moro, quem chamou de “herói nacional” que “honrou o Judiciário”. Sobre os diálogos expostos na Operação Spoofing, que revelou irregularidades entre procuradores da força-tarefa de Curitiba e de Sergio Moro, o ministro considerou “normais”.

“Sim, o juiz Sergio Moro surgiu como verdadeiro herói nacional. Do dia para a noite, ou melhor, passado algum tempo, é tomado como suspeito”, afirmou o magistrado. Sem citar o nome de Gilmar Mendes diretamente, Marco Aurélio fez críticas ao colega pelo pedido de vista feito por ele inicialmente nesse caso.

Já Fux chamou Lula de “criminoso” logo no início de seu voto, declarou que o julgamento por Sergio Moro “não prejudicou o réu” e afirmou que a principal sustentação da defesa – em referência aos áudios da força-tarefa, que sequer estão nos autos – são “prova totalmente ilícita, roubada, mas que depois foi lavada. Como se faz lavagem de dinheiro. Houve uma lavagem dessa prova”.

O Plenário do STF retomou o julgamento em que se discute a decisão da 2ª Turma da corte que declarou a suspeição de Moro na ação penal contra Lula referente ao tríplex. A sessão foi realizada por meio de videoconferência.

Os sete votos pela manutenção da decisão da 2ª Turma, a favor da suspeição, foram dos ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski e das ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia. Com a conclusão do voto de Marco Aurélio, que havia pedido vista dos autos, e do presidente da Corte, Luiz Fux, o julgamento foi concluído em 7 x 4. Os dois acompanharam o relator, Edson Fachin, assim como Luís Roberto Barroso.

O ex-juiz Sérgio Moro não cometeu crimes apenas contra Lula da Silva. Em proveito de multinacionais, destruiu a Petrobras, a indústria naval, a indústria da construção civil pesada e  cerca de 4,4 milhões de postos de trabalho foram perdidos no país de 2014 a 2017.

Do total, 1,1 milhão são do setor da construção civil. Só na construção naval do Porto de Rio Grande foram demitidos 28 mil empregados, alguns de nível técnico elevado. Além dos empregos, o Brasil perdeu R$ 172 bilhões em investimentos com a Lava Jato. Esses dados constam de estudo elaborado pelo Dieese a pedido da CUT.

Segundo coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, o valor que deixou de ser investido “equivale a 40 vezes os R$ 4,3 bilhões que o Ministério Público Federal diz ter recuperado com a operação. Com isso, os cofres públicos deixaram de arrecadar R$ 47,4 bilhões em impostos, sendo R$ 20,3 bilhões em contribuições sobre a folha de salários”.

O lugar de Sérgio Moro na cadeia está reservado. Crimes de alta traição podem ter pena máxima, ainda mais quando cometidos de maneira sistemática e continuada.

Precisavam de provas para processo de corrupção? Aí estão.

Deputado federal Luís Miranda

O deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) afirmou que áudios e mensagens encaminhadas a interlocutores de Jair Bolsonaro comprovariam a pressão em cima de Luís Ricardo Miranda, irmão do parlamentar e chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde. A pressão tinha como objetivo a compra da vacina indiana Covaxin.

Em entrevista à CNN no início desta tarde, o parlamentar relatou ter informado Jair Bolsonaro pessoalmente, em um encontro no Palácio da Alvorada no dia 20 de março, um sábado, junto com seu irmão, Luis Ricardo Miranda. No início da semana, afirmou ter indagado o “adjunto” do presidente sobre o assunto.

Ao site Metrópoles, o deputado disponibilizou as mensagens encaminhadas ao secretário de Bolsonaro com os alertas de uma possível corrupção na pasta. O nome do militar foi preservado a pedido do congressista.

“Avise ao PR [presidente da República] que está rolando um esquema de corrupção pesado na aquisição das vacinas dentro do Ministério da Saúde. Tenho provas e as testemunhas. Sacanagem da porra… a pressão toda sobre o presidente e esses ‘FDPs’ roubando”, escreveu o parlamentar às 12h55 do dia 20 de março. O auxiliar de Bolsonaro respondeu com uma Bandeira Nacional.

Uma hora depois, Miranda insistiu: “Não esquece de avisar o presidente. Depois, não quero ninguém dizendo que eu implodi a República. Já tem PF e o caralho no caso. Ele precisa saber e se antecipar”. A outra resposta também foi um símbolo nacional.

A Covaxin foi a vacina mais cara adquirida pela gestão de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, ao custo de US$ 15 por dose. A compra superfaturada do imunizante foi a única para a qual houve um intermediário e sem vínculo com a indústria de vacina, a empresa Precisa. O preço da compra foi 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela fabricante.

A CPI da Covid aprovou um requerimento do relator Renan Calheiros (MDB-AL) para convocar os irmãos Miranda.

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Neste São João, escolha o Arraial da Prevenção.

O período das festas juninas é marcado pela diversão. Mas, não se engane, também precisa ser feito de cuidados. Precisamos lembrar que a pandemia da Covid-19 está aí, por isso evitar aglomerações e usar máscara é fundamental.

Se a tradição não fica de fora, recomendamos ter cuidado com fogueiras, fogos de artifício e outros tipos de fumaça. E se beber, já sabe, não dirija.

Nesse São João escolha o Arraiá da Prevenção.

Inverno é tempo de cuidado e prevenção

Sempre que o inverno chega, os problemas comuns da estação deixam as unidades de saúde mais cheias. Gripes, resfriados e problemas de pele são os fatores que aparecem com maior frequência, além da Covid-19.

Por isso, precisamos manter todos os cuidados. E caso precise de atendimento, conte com a São Camilo.

Aqui os pacientes suspeitos e confirmados de Covid-19 são atendidos numa ala exclusiva, com acesso diferente e não dividem espaço com os pacientes dos atendimentos de rotina.

Bolsonaro será traído e deposto por militares. E isso explica nervosismo, sugere jornalista.

Bolsonaro será traído e deposto por militares. E isso explica nervosismo, sugere jornalista

Luís Costa Pinto afirma que o presidente “desconfia cada dia mais dos militares que o cercam. E crê ter razões de sobra para manter acesas tais suspeições“. “Um dos catalisadores dos acessos de cólera do presidente é seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão“, diz o colunista


Por Luís Costa Pinto
Originalmente no
BRASIL 247

Augusto Heleno, general-de-Exército da reserva, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, está fora de combate. Tomado por uma crise aguda de depressão clinicamente diagnosticada, submete-se a tratamento rigoroso.

Com o comandante fora da trincheira do GSI, a coordenação da segurança presidencial foi entregue a militares com os quais Jair Bolsonaro não tem intimidade e que não gozam da confiança dos filhos do presidente.

O vereador Carlos Bolsonaro, integrante do clã presidencial que mais se imiscui nos porões palacianos, foi o responsável indireto pela espoleta que fez o pai explodir qual pistola com bala de festim na última segunda-feira em Guaratinguetá (SP).

Tão logo saltou do veículo que o conduzia, Bolsonaro foi saudado por gritos de “genocida!”, “impeachment, já!”, “vacina no braço, comida no prato!”. Sempre aziago, o mal humor presidencial desandou de vez. Ele lançou um olhar enfurecido pelo oficial do GSI responsável pela segurança do evento e passou-lhe uma descompostura de fazer corar até alguns dos sem-vergonha que o acompanhavam (foi o caso da deputada federal Carla Zambelli e do prefeito do município do interior paulista).

A covardia do presidente

Frouxo e covarde, com temor explícito às reações e reprimendas do general Heleno que, sabia, não viriam dado as condições clínicas do militar que comanda o GSI, o presidente então deu vezo às reclamações contra sua equipe: sabia que não haveria rebate pelo superior do militar a quem fora designada a missão de garantir sua segurança em Guaratinguetá.

Àquela altura, ele já fora informado que diversos veículos de imprensa tinham informações dando conta da compra de vacinas indianas Covaxin superfaturadas em 1.000% e o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR) e assessores do ex-ministro Eduardo Pazuello haviam se envolvido diretamente no negócio. Não sabia, ainda, que o site Uol receberia mais tarde o vazamento de um relatório da Agência Brasileira de Informações (Abin, controlada por militares) levantando suspeitas sobre a fortuna e o rápido enriquecimento do amigo Luciano Hang, o grotesco dono das Lojas Havan.

Exalando o mau humor que lhe é peculiar e o azedume dos maus bofes que marcam a sua personalidade, Jair Bolsonaro explodiu contra os repórteres que improvisaram uma entrevista coletiva no corredor que era caminho único para seu evento no interior paulista. Sem guardar resquícios da compostura exigida para um Chefe de Estado, soltou impropérios contra a imprensa em geral e a Rede Globo e a TV CNN em particular (também lançou perdigotos ao léu, contra as repórteres encarregadas de cobrir o ato, ao tirar ilegalmente a máscara em meio a um acesso de ira quase animal).

No regresso ao comboio presidencial, o oficial do GSI destacado para coordenar aquele deslocamento da comitiva presidencial foi mais uma vez desancado como égua arisca nas mãos de capataz bêbado em estrebarias de fazendas de gado nos rincões de Goiás.

Militares geram desconfiança

Bolsonaro desconfia cada dia mais dos militares que o cercam. E crê ter razões de sobra para manter acesas tais suspeições.

Um dos catalisadores dos acessos de cólera do presidente é seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão. Nos últimos cinco dias, em pelo menos três pronunciamentos públicos, Mourão deixou claro que não é ouvido pelo titular da chapa por meio da qual galgou à vice-presidência. A um interlocutor comum dele e do cabeça-de-chapa de 2018 disse que não há “nosso governo”.

Haveria, sim, um “governo dele (Bolsonaro)”. Os erros e descaminhos da gestão, portanto, seriam frutos exclusivos das escolhas e das companhias do presidente da República.

Jair Bolsonaro sabe que não era a primeira opção dos militares na última eleição. Organizados nos Clubes Militares, os oficiais da reserva até denotavam uma preferência por eles. Mas, além de não terem voz ativa, eram minoria. Liderados pelos generais Sérgio Etchegoyen, Eduardo Villas-Boas e Silva e Luna, os quarteis do Exército não escondiam desconforto pelo primarismo de Bolsonaro. Torciam pela decolagem, na campanha, de nomes como Geraldo Alckmin, João Amoedo e até Luciano Huck (que refugou no lançamento de sua candidatura).

A greve dos caminhoneiros de maio de 2018, episódio que terminou de derrubar quaisquer aspirações de Michel Temer a sair um pouco melhor do Palácio do Planalto depois de ter usurpado a cadeira presidencial entrando pela porta dos fundos na sede de governo, pôs os militares definitivamente na mediação da crise política nacional. Bolsonaro cresceu naquele momento, disseminou o próprio nome entre os grevistas, mas, não foi ali que se converteu na alternativa militar.

Disputando pelo obscuro PSL, Jair Bolsonaro só passou a ser o “Plano Único” dos estrategistas fardados depois do episódio do atentado a faca do qual foi vítima em Juiz de Fora (MG). Divisor de águas no curso da campanha e responsável por determinar uma guinada patética da cobertura da mídia no processo eleitoral, a conversão do atual presidente em “vítima” do sistema (algo que nunca foi, muito pelo contrário) concedeu ao seu nome um verniz de outsider. Era um falso brilhante. O verniz, contudo, foi decisivo para a vitória.

Generais manobraram a Justiça

Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional de Temer, e Eduardo Villas-Boas, chefe do Estado Maior do Exército sob Dilma e que seguiu no posto após o golpe jurídico/parlamentar/classista que apeou a ex-presidente porque serviu à construção do enredo golpista, foram personagens ativos na ascensão eleitoral de Bolsonaro em 2018 no curso de uma campanha assimétrica.

Etchegoyen entrincheirou-se no Tribunal Superior Eleitoral e, em reuniões nas quais inflava o clima de conspiração e de conflagração nos quarteis, açulou os ministros da Corte eleitoral a concederem benefícios de campanha a Bolsonaro – tais como dar uma entrevista individual à TV Record no mesmo dia e hora do derradeiro debate entre os candidatos no primeiro turno.

Alegando mal-estar, Bolsonaro recusara o convite para o debate. No segundo turno, o TSE, por meio de uma decisão do então ministro Admar Gonzaga, permitiu que todos os debates fossem cancelados, no lugar de terem sido convertidos em entrevistas. O candidato apoiado explicitamente pelos militares transformou sua campanha em notas oficiais lidas em off pelos telejornais, ausentando-se do debate de ideias e do cotejamento de propostas.

A urdidura de Etchegoyen teve o auxílio vergonhoso de Admar Gonzaga, então ministro do TSE que havia sido advogado de Carlos Bolsonaro e deixou o tribunal por lhe terem sido impostas contingências da Lei da Maria da Penha (foi acusado de agredir a esposa). Ao deixar o TSE, Gonzaga virou advogado e secretário-geral do grupo que tenta criar um partido para Bolsonaro.

Villas-Boas, como é público e notório, é réu confesso do crime de ameaça ao Supremo Tribunal Federal. Em dois tuítes, na véspera de a Corte Suprema decidir sobre a possibilidade, ou não, de o ex-presidente Lula disputar a Presidência (ele era o favorito naquele momento em todas as pesquisas pré-eleitorais do pleito de 2018), o então Comandante Geral do Exército soprou eflúvios de veneno golpista e de interrupção da construção democrática brasileira caso o STF não tirasse Lula da corrida eleitoral. Acovardados, os ministros do Supremo acolheram a chantagem militar.

Os comandantes foram ingênuos?

Ouriçados com a vitória do pupilo, os comandantes militares das três forças estavam crentes na capacidade que teriam para tutelar a criatura primária, de rala formação moral e escasso preparo intelectual, que se elegera.

Péssimos estrategistas, os integrantes da cúpula militar estavam enganados. Na melhor das hipóteses, foram ingênuos em demasia. Ninguém tutela um presidente da República eleito com 54 milhões de votos, tampouco uma personalidade deformada como a de Jair Bolsonaro. Ele é um ser acometido de possessões diárias da “Síndrome da Pequena Autoridade”, os mesmos desvios de caráter e de conduta que se verificam nos famosos “guardas da esquina” nos processos de ascensão de regime nazi-fascistas.

Quanto mais reivindica lealdade dos militares a seu projeto de poder personalista, dando pistas de que não se resignará a uma derrota nas urnas de 2022 que parece iminente e óbvia a dezesseis meses do pleito, mais distante Bolsonaro fica da meta almejada de reunir o consenso das Forças Armadas a si.

Tendo cruzado o rubicão da política e aberto os portões dos quarteis para um debate franco em torno de opções eleitorais – o que é descabido e impensável entre militares profissionalizados e ciosos do papel de garantidores da Constituição que detêm – os atuais comandantes das três forças desejam se manter influentes e afluentes no poder. Contudo, sabem que o caminho tomado por Bolsonaro inviabiliza da manutenção do Brasil no rol das nações consideradas democracias institucionais maduras.

Não passa pela cabeça nem pela prancheta dos comandos militares brasileiros quaisquer tipos de golpes tradicionais como o de 1964. Há uma janela aberta, com fresta exígua, para um golpe parlamentar como o de 2016 que depôs Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade – fazer o presidente da Câmara, Arthur Lira, mudar de lado nos próximos meses e aceitar um pedido de impeachment.

Um impeachment clássico (razões e crimes de responsabilidade não faltam no prontuário de Bolsonaro) é o melhor caminho para conservar o esmalte “democrático” do Brasil no exterior e dar margem e poder de manobra para o vice Hamilton Mourão convocar um breve governo de “conciliação e união” do centro à direita e tentar se viabilizar candidato ou inventar uma chapa “liberal-democrática” com seu apoio nos moldes do que foi construído pela dupla Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso em 1994.

Bolsonaro e “O Retrato de Dorian Gray

No momento, uma certeza dilacera os militares que colaram suas reputações e seus projetos pessoais em Jair Bolsonaro: ele perde a eleição para qualquer um em 2022 e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, é o favorito em todos os cenários pré-eleitorais.

Na caserna, não se crê em recuperação da economia, muito menos no programa de privatizações vendido pelo ministro Paulo Guedes como panaceia – espécie de cloroquina econômica. Só ao custo de uma divisão inédita dos comandos militares as Forças Armadas perfilariam a favor de uma aventura de não reconhecimento do resultado do pleito presidencial.

A imagem de Jair Messias Bolsonaro afixada nas fotos oficiais dos QGs brasileiros assemelha-se, a cada dia que passa, ao retrato de Dorian Gray, no romance homônimo do escritor e dramaturgo britânico Oscar Wilde.

Assim como o personagem de Wilde, Bolsonaro vendeu sua alma aos comandantes militares e firmou uma profissão de fé de que seriam felizes juntos e para sempre no comando do País. Contudo, ao se descobrir Presidente, acreditou ser onipotente e deixou vazar os matizes mais grotescos e bizarros de sua alma deformada. Assustados com as perversões que ajudaram a implantar no Palácio do Planalto e envergonhados com a péssima figura externa que o Brasil faz hoje no mundo, os chefes das Forças Armadas querem apagar a foto e exorcizar a culpa que têm por terem-na encomendado. Dar cabo dessa missão, entretanto, é tarefa para um Estadista – e não há biografias disponíveis no espectro de direita com tamanha envergadura para suportar a dimensão desse adjetivo superlativo.

Artistas são beneficiados com ‘Cesta Cidadã’, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social.

Trabalhadores do setor artístico foram beneficiados com o programa ‘Cesta Cidadã’, da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, nesta terça-feira (22). A entrega aconteceu no PROMATI, com a equipe da Secretaria de Cultura e Turismo.

O músico Wilson Antônio Santos, mais conhecido como Bentinho Oliver, que há 20 anos vive da música, precisou se virar com a pandemia. “A pandemia em sido difícil, estou sobrevivendo de bicos. Esse benefício da Prefeitura já ajuda bastante e a nossa expectativa é de que tudo isso passe, com a chegada da vacina”, pontuou.

O diretor de Cultura e Turismo do município, Carlos Gramacho falou da importância das cestas para o setor cultural.

“Nós temos no cadastro, cerca de 125 artistas para receber esse benefício. Estamos com a parceria com a Secretaria de Trabalho e Assistência Social e muito felizes por essa nova demanda., comemorou.

O coordenador Administrativo de Cultura e Turismo, Jan Felipe, também participou da entrega

Atletas de Luís Eduardo dominam 1º Etapa do Campeonato Brasiliense de Jiu-Jitsu

Realizado no último final de semana, no ginásio de Esportes de Sobradinho, a 1º Etapa do Campeonato Brasiliense de Jiu-Jitsu, garantiu muitas medalhas para Luís Eduardo Magalhães.

Dos quatro atletas que participaram da competição, com o apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Esporte, todos fizeram pódio. Dois conquistaram o primeiro lugar.

O jovem Werik Patrick, ficou em 1º lugar na categoria juvenil peso pesado (84,30kg), Guilherme Fonseca Lima conquistou a primeira colocação na categoria juvenil peso pesadíssimo (sem limite de peso). Cris Cedro alcançou o 2º lugar na categoria Master adulto meio pesado (72kg). E Otonoel Barreto ficou em 3º lugar, na categoria peso pena (64kg).

Os atletas foram acompanhados pelo Sensei Cláudio e pelo professor Fábio, mais conhecido como Pelé.

“Nós contamos com o apoio da Prefeitura por meio do transporte para a ida à competição. Acredito que nessa nova gestão, teremos mais apoio para o nosso esporte”, disse o Sensei.

“Acreditamos que o esporte transforma vidas, assim junto aos atletas agradecemos a gestão na pessoa do Prefeito Junior Marabá por este empenho e apoio ao esporte do nosso município”, concluiu a diretora de Esporte, Vânia Cenci.

Em Luís Eduardo, continua vacinação para pessoas maiores de 50 anos.

Segunda dose Oxford/Astrazeneca; gestantes e puérperas continuam sendo vacinadas.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa que a vacinação continua no município, para primeira e segunda dose. Estão disponíveis imunizantes da Pfizer para primeira dose e Oxford/ Astrazeneca para segunda dose.

A vacinação acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12.

Grávidas e puérperas 

Continua nesta quarta-feira (23), a vacinação contra o Covid-19 para gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) acima dos 18 anos, com a vacina da Pfizer.

A imunização acontece das 8h30 às 12h e das 14h às 16h, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais, localizado na Rua Sergipe, nº 985, Mimoso 1

Delegado que enquadrou o criminoso “Passa Boiada” tem promoção vetada pelo Governo.

Delegado que denunciou 'ação ilegal' de Salles estima em 129 milhões valor de madeira apreendida | O Antagonista

A cúpula da Polícia Federal barrou a nomeação do delegado Franco Perazzoni para o cargo de comando da área de Investigação e Combate ao Crime Organizado na superintendência em Brasília.

A promoção de Perazzoni estava acertada e o processo para nomeação foi enviado, mas paralisado após a operação Akuanduba, comandada por ele, fazer buscas em endereços do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) em maio.

Como ele estava ocupando o cargo na superintendência do Distrito Federal, dois processos foram iniciados pelo chefe da PF no DF ao mesmo tempo: o de desligamento da atual chefia e o de promoção. A direção-geral, no entanto, deu andamento ao primeiro e segurou o segundo.

A forma como a cúpula da PF barrou a promoção foi vista por integrantes do órgão como represália ao delegado por causa da ação contra Salles.

A direção da PF foi informada da operação, mas criticou o fato de a comunicação ter sido incompleta. Também houve queixa de que a investigação não deveria estar no DF, mas sim na unidade central.

Deflagrada em 19 de maio, a Akuanduba foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que ordenou sigilo absoluto no caso até o cumprimento das medidas. A operação apurou suposto esquema de facilitação à exportação ilegal de madeira do qual Salles faria parte.

A Procuradoria-Geral da República também não foi informada com antecedência sobre os preparativos das buscas e diligências feitas pela PF.

Salles também é alvo de um inquérito que investiga sua suposta atuação para atrapalhar a apuração da maior apreensão de madeira do Brasil, feita na Operação Handroanthus.

Perazzoni é considerado um dos melhores delegados da área de ambiente da PF e é respeitado internamente. Caso fosse nomeado, ele seria o número 3 na PF do Distrito Federal e chefiaria toda a área de investigação da superintendência.

Da Folha.

Deputado condena privatização da Eletrobras: “grave crime, que vai aumentar a conta de luz e risco de apagão”

O deputado estadual e engenheiro eletricista, Robinson Almeida (PT /BA), afirmou que a privatização da Eletrobras é um “grave crime” contra o Brasil e contra a soberania energética nacional.

O parlamentar também alertou que a proposta do governo federal irá encarecer a conta de luz dos lares brasileiros, trazer de volta o fantasma do apagão e que Bolsonaro não irá revitalizar o Rio São Francisco, como teria propagado através de fake news semana passada.

A Medida Provisória 1031/2021 que autoriza a privatização da maior empresa de energia elétrica da América Latina foi aprovada na noite desta segunda-feira (21) pela Câmara dos Deputados. Foram 258 votos favoráveis e 136 votos contrários a venda da estatal.

O texto, que teve relatoria do deputado Elmar Nascimento (DEM /BA), será encaminhado para a sanção presidencial. Na semana passada a proposta já tinha sido aprovado pelo Senado Federal e para não perder validade precisava ser validado pela Câmara dos Deputados até esta terça-feira (22).

“Esse desmonte, inaceitável, custará muito caro ao povo brasileiro. Como já está o gás e a gasolina. Nenhum país do mundo entrega seus ativos, estratégicos, como faz o Brasil sob Bolsonaro. Um crime contra nossa soberania energética, um grave crime de lesa-pátria contra o Brasil”, afirmou Robinson Almeida.

A bancada do PT na Câmara e no Senado votou contra o projeto que privatiza a Eletrobrás. Entre os senadores baianos, o senador Ângelo Coronel (PSD) foi o único a apoiar a iniciativa de Bolsonaro.

Quando a conta de energia aumentar, mande uma mensagem para o seu deputado.

Maioria dos deputados baianos votou pela aprovação da MP da Eletrobras

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (21) o texto-base da medida provisória que viabiliza a privatização da Eletrobras, maior empresa de energia elétrica da América Latina. Foram 258 votos favoráveis e 136 contrários à proposta. O texto agora segue para sanção presidencial.

A medida já havia sido aprovada pela Câmara, mas sofreu alterações no Senado e precisou ser votada novamente pelos deputados.

Dos 32 deputados baianos que votaram na sessão, 20 foram favoráveis à medida, sete se posicionaram de forma contrária e cinco votaram pela obstrução, uma outra forma de ficar contra a proposta.

Veja como votou cada deputado:

Abílio Santana (PL) – sim
Adolfo Viana (PSDB) – sim
Alex Santana (PDT) – sim
Alice Portugal (PCdoB) – não
Antonio Brito (PSD) – sim
Arthur Maia (DEM) – sim
Bacelar (Podemos) – não
Cacá Leão (PP) – sim
Charles Fernandes (PSD) – não
Claudio Cajado (PP) – sim
Daniel Almeida (PCdoB) – não
Elmar Nascimento (DEM) – sim
Félix Mendonça Júnior (PDT) – obstrução
Igor Kannário (DEM) – sim
Jorge Solla (PT) – não
José Nunes (PSD) – sim
João Carlos Bacelar (PL) sim
Lídice da Mata (PSB) – obstrução
Marcelo Nilo (PSB) – obstrução
Márcio Marinho (Republicanos) – sim
Mário Negromonte Jr. (PP) – não
Otto Alencar Filho (PSD) – não
Paulo Azi (DEM) – sim
Paulo Magalhães (PSD) – sim
Professora Dayane Pimentel (PSL) – sim
Raimundo Costa (PL) – sim
Ronaldo Carletto (PP) – sim
Tia Eron (Republicanos) – sim
Tito (Avante) – sim
Uldurico Junior (Pros) – sim
Valmir Assunção (PT) – obstrução
Waldenor Pereira (PT) – obstrução

A corrupção acabou! Só que não! Para onde foi o dinheiro do superfaturamento da Vacina Covaxin?

CPI da Covid: mesmo alertado, governo insistiu na compra da Covaxin

Mesmo alertado pelos integrantes da CPI sobre hiper-faturamento da vacina, Governo insistiu no negócio escabroso.

As provas estão em documentos do Itamaraty. O Imunizante Covaxin produzido pela Bharat Biotech, em Nova Déhli, Índia, tinha o preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose). Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época) – a mais cara das seis vacinas compradas até agora.


22/06/2021

Documentos do Ministério das Relações Exteriores mostram que o governo comprou a vacina indiana Covaxin por um preço 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela própria fabricante.

Telegrama sigiloso da embaixada brasileira em Nova Délhi de agosto do ano passado, ao qual o Estadão teve acesso, informava que o imunizante produzido pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose).

Em dezembro, outro comunicado diplomático dizia que o produto fabricado na Índia “custaria menos do que uma garrafa de água”. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época) – a mais cara das seis vacinas compradas até agora.

A ordem para a aquisição da vacina partiu pessoalmente do presidente Jair Bolsonaro. Opa! A negociação durou cerca de três meses, um prazo bem mais curto que o de outros acordos.

No caso da Pfizer, foram quase onze meses, período em qual o preço oferecido não se alterou (US$ 10 por dose). Mesmo mais barato que a vacina indiana, o custo do produto da farmacêutica americana foi usado como argumento pelo governo Bolsonaro para atrasar a contratação, só fechada em março deste ano.

Diferentemente dos demais imunizantes, negociados diretamente com seus fabricantes (no País ou no exterior), a compra da Covaxin pelo Brasil foi intermediada pela Precisa Medicamentos. A empresa virou alvo da CPI da Covid, que na semana passada autorizou a quebra dos sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário de um de seus sócios, Francisco Maximiano. O depoimento do empresário na comissão está marcado para amanhã.

Os senadores querem entender o motivo de o contrato para a compra da Covaxin ter sido intermediado pela Precisa, que em agosto foi alvo do Ministério Público do Distrito Federal sob acusação de fraude na venda de testes rápidos para covid-19. Na ocasião, a cúpula da Secretaria de Saúde do governo do DF foi denunciada sob acusação de ter favorecido a empresa em um contrato de R$ 21 milhões.

A Precisa tem como sócia uma outra empresa já conhecida por irregularidades envolvendo o Ministério da Saúde – a Global Gestão em Saúde S. A. Ela é alvo de ação na Justiça Federal do DF por ter recebido R$ 20 milhões da pasta para fornecer remédios que nunca foram entregues. O negócio foi feito em 2017, quando o ministério era chefiado pelo atual líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), do Centrão. Passados mais de três anos, o ministério diz que ainda negocia o ressarcimento.

Em depoimento ao Ministério Público, um servidor do Ministério da Saúde aponta “pressões anormais” para a aquisição da Covaxin. O funcionário relatou ter recebido “mensagens de texto, e-mails, telefonemas, pedidos de reuniões” fora de seu horário de expediente, em sábados e domingos. Esse depoimento está em poder da CPI.

O servidor assegurou que esse tipo de postura não ocorreu em relação a outras vacinas. O coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde do Ministério da Saúde, Alex Lial Marinho, foi apontado como o responsável pela pressão.

O interesse do Brasil na Covaxin foi registrado formalmente em carta de Bolsonaro ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, em 8 de janeiro. Na ocasião, o brasileiro informou ter incluído o imunizante no Plano Nacional de Imunização.

Acordo. Quatro dias depois, a Bharat Biotech anunciou em seu site que havia assinado um “acordo com a Precisa Medicamentos para fornecimento de Covaxin para o Brasil”. Segundo o anúncio da empresa, o embaixador do País na Índia, André Aranha Corrêa do Lago, havia expressado o interesse do governo brasileiro em adquirir o imunizante indiano.

Nos meses anteriores, a embaixada brasileira havia feito uma verdadeira “pesquisa de mercado” dos imunizantes indianos disponíveis para a venda. Um telegrama enviado por Lago em 31 de agosto do ano passado detalhava cinco iniciativas relativas a vacinas no país asiático. Uma delas era a Covaxin, que usa uma versão inativada do vírus Sars-CoV-2, tecnologia menos avançada do que a usada pela Pfizer.

Quatro meses depois, em dezembro, o ministro-conselheiro da embaixada Breno Hermann relatou uma conversa com Lisa Rufus, relações públicas da Bharat Biotech, na qual ela citou que “uma dose da Covaxin custará ‘menos que uma garrafa de água’”.

O valor da vacina foi tópico de outro telegrama, em 15 de janeiro. Dessa vez, o embaixador dizia ao Itamaraty que o governo indiano vinha sendo criticado pelo preço que havia pagado pela Covaxin (US$ 4,10).

O Ministério da Saúde fechou o contrato para a aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin por R$ 1,6 bilhão em 25 de fevereiro, antes mesmo de assinar com a Pfizer e com a Janssen, por US$ 10 a dose em ambos os casos. As duas fabricantes já concluíram os testes de seus imunizantes, enquanto os estudos de fase 3 da vacina indiana – a última etapa – ainda estão incompletos.

O acordo da Covaxin previa o fornecimento de 6 milhões de unidades já em março, mas condicionava a um aval da Agência Nacional Nacional de Saúde (Anvisa), que só foi dado no dia 4 deste mês. Ainda assim, a autoridade sanitária impôs uma série de condições para que o governo distribua a vacina, como um plano de monitoramento de quem receber as doses, o que, segundo a Anvisa, ainda não foi apresentado.

Detalhes do contrato foram contados pelo sócio da Precisa ao embaixador do Brasil na Índia em um encontro em março. Segundo Maximiano, além das 20 milhões de doses, o Ministério da Saúde tem a opção de compra de outras 12 milhões de unidades. “Maximiano frisou que, ainda que tenha sido a Precisa Medicamentos a assinar contrato com o governo brasileiro, o pagamento, que, segundo os termos do contrato, só poderia ocorrer após licenciamento da vacina no Brasil, será feito diretamente pelo Ministério da Saúde à companhia indiana”, aponta o relato do embaixador. Ao pedir as quebras de sigilo do empresário, porém, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirma que a Precisa receberá R$ 500 milhões pelo negócio.

Questionada, a Precisa informou que “o preço da vacina é estabelecido pelo fabricante”, mas não informou se recebeu comissão pelo negócio. “O mesmo preço praticado no Brasil foi estabelecido para outros mercados. Em agosto, quando a vacina estava na fase 2 de testes clínicos, não havia ainda como dimensionar o preço final. Em janeiro, a Bharat Biotech comercializou a vacina internamente, para o governo indiano, praticando um valor menor do que o comercializado para fora da Índia. Isso porque o país é codesenvolvedor da vacina e disponibilizou recursos para auxiliar no seu desenvolvimento”, diz, em nota.

Sobre a denúncia de irregularidades na venda de testes ao governo do DF, a empresa diz ter cumprido “todas as exigências legais” e que já prestou esclarecimentos às autoridades.

Também procurado, o Ministério da Saúde se limitou a dizer que o pagamento das vacinas será feito “somente após a entrega das doses”.

 

Triatleta de Luís Eduardo conquista 6ª lugar em sua categoria na 2 ª Etapa da Copa Brasília de Triathlon.

Tiago Perez contou com o apoio da Prefeitura

O atleta de Luís Eduardo Magalhães, Tiago Perez, conquistou a 6º colocação em sua categoria, na 2 ª Etapa da Copa Brasília de Triathlon, com tempo total de 2 horas e 23 minutos e 17 segundos. A competição, que ocorreu no dia 13 de junho, faz parte das seletivas para a disputa mundial da Collins Cup. Perez contou com o patrocínio da Prefeitura, através da Secretaria de Esporte, para participar do evento.

A Copa Brasília contou com a presença dos melhores triatletas do país e ainda reuniu quase 400 triatletas amadores, que com todo protocolo de segurança contra o Covid-19, saborearam a adrenalina e emoção do desafio da competição.

“Fico satisfeito pelo resultado, pela minha evolução em ambas modalidades, na mesma proporção que me sinto ainda mais motivado a voltar para casa e trabalhar ainda mais duro. Sei que estou no caminho certo, e tenho certeza que em breve estarei ocupando uma colocação no pódio de uma das provas de triathlon mais disputadas do país”, comemorou.

Em 01 de agosto o atleta volta a Brasília, para a próxima etapa da competição, e segue em busca de evolução para buscar o pódio.

Grupo Gorgen, de Formosa do R. Preto, é campeão de produtividade de soja no Nordeste.

Plantio cruzado, umas das tecnologias usadas na procura de alta produtividade

Conheça os sojicultores mais produtivos do Brasil. Na região Norte/Nordeste, o Grupo Gorgen, com 113,26 sacas por hectare, na Fazenda Cabreúva e Paz, em Formosa do Rio Preto (BA)

O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) anunciou os campeões do 13º Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. O concurso é realizado no Fórum Nacional de Máxima Produtividade, que este ano foi de forma virtual, e premiou os sojicultores mais produtivos do Brasil. A Sumitomo Chemical é um dos membros do Cesb.

O produtor rural Ernest Milla (in memorian), da propriedade Fundo Grande, de Pinhão (PR), registrou 129,16 sacas por hectare na safra 2020/2021, consagrando-se o grande campeão nacional. Milla também foi o campeão da região Sul.

A atual edição registrou o maior número de inscritos, com mais de 6 mil produtores de várias regiões do País. “A Sumitomo Chemical investe constantemente em tecnologias para ampliar a produtividade dos sojicultores. Como exemplo, temos os BioRacionais, voltados ao desenvolvimento de soluções sustentáveis e de origem biológica para melhoria de cultivos, saúde e conservação dos solos e proteção de plantas e sementes”, afirma o diretor de Marketing da Sumitomo Chemical, Marcelo Habe.

Case de sucesso na busca por altas produtividades na cultura da soja, o Programa de Reguladores de Crescimento Vegetal da Sumitomo Chemical entregou um aumento de quatro sacas por hectare, na média de 337 lavouras colhidas na safra 20/21, em todas as regiões produtoras do Brasil.

Mais vencedores

Na região Sudeste, o campeão nacional da categoria Irrigado foi Silvio Langreberto Maluta, da Fazenda Fratelli, de Itapeva (SP), com 121,29 sacas por hectare. Já na categoria Sequeiro, da região Sudeste, o vencedor foi Marcus Felippe Reis Veiga, da Fazenda São João das Vitórias, de Madre de Deus de Minas (MG), com 113,99 sacas por hectare.

Na região Centro-Oeste, a SLC Agrícola SA ficou em primeiro lugar, com 100,33 sacas por hectare, na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO).

O Cesb foi criado com o objetivo de oferecer um ambiente regional e nacional que estimule sojicultores e consultores técnicos a desafiar seus conhecimentos, incentivando o desenvolvimento de práticas de cultivo inovadoras.

Oeste baiano: Ceplac visita novo polo de produção de cacau do Brasil

O diretor da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Waldeck Pinto de Araújo Júnior, visitou o oeste baiano, entre os dias 16 e 18 de junho, para avaliar áreas implantadas com cultivo de cacau e estabelecer convênio de cooperação técnica que vai viabilizar o apoio institucional da Ceplac às ações de validação de tecnologias.

Diretores da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e o secretário da Agricultura de Riachão das Neves, Antelmo Pinto, acompanharam a comitiva composta, também, pelo pesquisador Paulo Marrocos (Cepec/Ceplac) e o diretor de Desenvolvimento das Cadeias produtivas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Barcellos.

O vice-presidente da Aiba, Moisés Schmidt, apresentou aos visitantes o panorama da cacauicultura na região, inclusive, com uma explanação sobre as tecnologias empregadas nos processos de gestão, rastreabilidade, mecanização e bioquímicos nas lavouras cacaueiras oestinas.

“A fruticultura, por aqui, começou há pouco tempo, com banana, maracujá e mamão. O cacau surgiu devido à verticalização dessa atividade e, hoje, está demonstrando grande potencial de produção, com altas produtividades, entre 150 e 200 arrobas por hectare”, afirma. “Por conta da não perecividade da amêndoa, como em outras frutas, o cacau leva vantagem, também, no processo produtivo de subprodutos”, explica.

“Encontramos no oeste da Bahia um exemplo de excelência no agro, com alto uso de irrigação, tecnologia e mecanização. Com características próprias do bioma cerrado, essa região certamente ocupará uma posição de destaque no cultivo do cacau e na produção de chocolate, destacando-se pela produtividade e qualidade”, disse Waldeck. Ele elogiou o profissionalismo dos produtores, associações e cooperativas, a exemplo da Aiba e da Fundação Bahia.  O diretor disse, ainda, que o foco na pesquisa, forma a base para o desenvolvimento e o sucesso de um polo de produção de cacau.

O cacau na região oeste

Com trabalho intenso e investimentos em tecnologia e manejo durante as últimas décadas, a região oeste da Bahia passou a ser reconhecida, nacionalmente, pela produção de grãos e fibra. A partir da consolidação das três principais culturas – soja, milho e algodão – os produtores começaram a abrir espaço para a diversificação da matriz produtiva, o que permitiu à fruticultura avançar pelos campos produtivos do oeste baiano.

Após alcançar o posto de maior produtor de bananas do Brasil, a Bahia, impulsionada, mais uma vez, pela produção da região oeste, incrementa o volume produzido de cacau. “A cacauicultura começou, na região, há aproximadamente sete anos, quando os técnicos da Ceplac, Milton Conceição, Basílio Leite e Edivar Oliveira vieram à região e constataram que as pequenas áreas plantadas, mesmo sem nenhum trato mostravam excelente desenvolvimento, concluindo assim que essa região estava apta para a produção de cacau”, conta Schmidt. No início, era o plantio de apenas três hectares, no perímetro irrigado da Codevasf, em Riacho Grande, a 20 quilômetros de Barreiras, no município de Riachão das Neves. “Em seguida, adquirimos a área e implantamos a mecanização e a irrigação que usávamos na soja e no milho e, assim, estamos com a cultura do cacau  em plena expansão no oeste da Bahia”,  acrescenta.

A insuficiência na oferta de mudas implicou em um lento processo de ampliação das áreas plantadas de cacau. No início, mudas foram trazidas do sul da Bahia, mas a logística se mostrou ineficiente, por isso, foi necessário desenvolver as primeiras mudas nativas da região, em parceria com a Tamafi Cacau do Cerrado. Cultivando, atualmente, 31 hectares da fruta,  Antelmo Pinto vem aumentando a área gradativamente. “Está sendo concluída a primeira estufa com várias parcerias. Essa é a primeira, das 20 projetadas, que vão resultar em mais de 100 mil mudas de cacau com alta tecnologia. Até 2022 serão 2 milhões de mudas produzidas por ano”, destaca.

Otimismo dos produtores está baseado no conjunto: alta produtividade, a partir do manejo tecnológico e sustentável. “O cacau é uma fruta muito bem aceita pelos fruticultores da região. Ainda estamos fazendo os ajustes finos, desde a questão do plantio, que mudou das tradicionais covas para sulcos, a questão da fertilidade da planta, os manejos de irrigação e dos tratos culturais, tendo em vista que não temos aqui algumas doenças comuns no sul da Bahia e no Pará. Esses pontos positivos estão sendo observados e mapeados, para tentar alcançar uma produtividade ainda maior”, finaliza Schmidt.

Analistas dizem que o milho vai baixar mais ainda.

Umidade do milho para colheita: Todas as dicas para não perder os grãos

De acordo com a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica, “há mais fatores de baixa e com mais peso do que de alta” presentes neste momento no mercado.

“Isto só vem confirmar nossa recomendação, feita na semana passada, de que os detentores de milho deveriam começar a vender aos poucos, aproveitando os preços que ainda não tinha caído”, dizem os especialistas ao portal Agrolink.

Na B3 as cotações para julho recuaram 7,87 por cento ou R$ 8,18/saca, de R$ 92,16/saca no final da semana anterior, para R$ 83,98/saca nesta semana. “No mercado físico as cotações acompanharam o recuo do mercado futuro. Se os preços voltarão a subir vai depender dos números finais da Safrinha brasileira, que está apenas começando a ser colhida”, analisa a Consultoria TF Agroeconômica.

Com relação às tendências da demanda, apontam os analistas de mercado, os preços das carnes tiveram novamente comportamento misto: “Isso ocorre depois de grande sequencia de altas, com o preço do frango recuando, enquanto o boi e o suíno voltando a subir”. Confira quais são os fatores de alta e baixa no radar dos especialistas da TF:

FATORES DE ALTA

*Menor disponibilidade a médio prazo, diante da seca deste ano, no Brasil
*Com queda nos preços, Tradings não devem fazer wash-out de milho, não aumentando a disponibilidade interna

FATORES DE BAIXA

*Menor uso de etanol nos EUA, determinado pelo novo governo, deve pressionar Chicago
*Previsão de chuvas nos EUA pode aumentar a oferta
*Queda do dólar no Brasil pode desestimular exportações e aumentar disponibilidade interna
*Início da colheita da Safrinha poderá pressionar os preços internos

A vacina da dose única, Janssen, chegou ao Brasil hoje cedo.

Avião com lote de vacinas da Janssen chega a SP — Foto: Reprodução/TV Globo

O primeiro lote com 1,5 milhão de doses da vacina da Janssen compradas pelo Ministério da Saúde chegou nesta terça-feira (22) ao Brasil pelo Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

De acordo com o Ministério da Saúde, este primeiro lote pode ser usado até agosto. A Janssen pode ser armazenada por pelo menos 3 meses, em temperaturas de 2°C a 8°C, equivalente a geladeiras normais.

Até a última semana, o Ministério da Saúde esperava receber um primeiro lote com 3 milhões de doses. Na quinta-feira (17), no entanto, o ministro Marcelo Queiroga informou que a carga não chegaria e apontou “questões regulatórias” dos Estados Unidos como motivo para o atraso.

Ala exclusiva Covid-19 São Camilo: acesso diferente, nenhum contato entre os pacientes e mais segurança para todos.

A São Camilo continua na linha de frente contra a Covid-19, atendendo casos suspeitos ou confirmados numa ALA EXCLUSIVA com ENTRADA SEPARADA e NENHUM CONTATO com outros pacientes. Conte com a nossa segurança.

Nota oficial da ABI. “Renuncie, Presidente!”

Galeria de Clássicos da Arquitetura: Sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) / Irmãos Roberto - 7

Nota Oficial da Associação Brasileira de Imprensa.

21/06/2021

Descontrolado, perturbado, louco, exaltado, irritadiço, irascível, amalucado, alucinado, desvairado, enlouquecido, tresloucado. Qualquer uma destas expressões poderia ser usada para classificar o comportamento do presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, insultando jornalistas da TV Globo e da CNN.

Com seu destempero, Bolsonaro mostrou ter sentido profundamente o golpe representado pelas manifestações do último sábado. Elas desnudaram o crescente isolamento de seu governo.

Que o presidente nunca apreciou uma imprensa livre e crítica, é mais do que sabido. Mas, a cada dia, ele vai subindo o tom perigosamente. Pouco falta para que agrida fisicamente algum jornalista.

Seu comportamento chega a enfraquecer o movimento antimanicomial – movimento progressista e com conteúdo profundamente humanitário. Já há quem se pergunte como um cidadão com tamanho desequilíbrio pode andar por aí pelas ruas.

Mas a situação é ainda mais grave: esse cidadão é presidente de um país com a importância do Brasil.

Diante da rejeição crescente a seu governo, Bolsonaro prepara uma saída autoritária e, mesmo a um ano e meio da eleição, tenta desacreditar o sistema eleitoral. Seu objetivo é acumular forças para a não aceitação de um revés em outubro de 2022.

É preciso que os democratas estejam alertas e mobilizados.

Diante desse quadro, com a autoridade de seus 113 anos de luta pela democracia, a ABI reitera sua posição a favor do impeachment do presidente. E reafirma que, decididamente, ele não tem condições de governar o Brasil.
Outra solução – até melhor, porque mais rápida – seria que ele se retirasse voluntariamente.

Então, renuncie, presidente!

Paulo Jeronimo
Presidente da ABI

Presidente do Consórcio do Oeste cumpre extensa agenda em Salvador

O prefeito de Santa Rita de Cássia, Zezo Aragão, presidente em exercício do Consórcio Multifinalitário do Oeste – CONSID – esteve na ultima semana em Salvador onde se encontrou com diversos secretários estaduais cumprindo agendas do Consórcio.

Acompanhado da secretária executiva do CONSID, Erika Seixas, estiveram com Zé Cocá, presidente da UPB – União dos Prefeitos da Bahia, na pauta reivindicações para o fortalecimento das ações de fortalecimento dos munícipios através dos consórcios intermunicipais.

Ainda na segunda cumpriu agenda com o secretário de desenvolvimento econômico, Nelson Leal, onde foi solicitada a cessão de um terreno no Centro Industrial de Barreiras para instalação da usina de asfalto e oficinas dos CONSID. O secretário garantiu prioridade ao pedido e prometeu que em breve haverá a cessão da área.

Na terça,15, foram recebidos pelo superintende regional do INCRA na Bahia, Paulo Emmanuel Macedo de Almeida Alves, tratou-se da implantação de convênio para emissão pelo CONSID de CCIR para os municípios consorciados. Uma demanda antiga e muito importante para os pequenos e médios produtores rurais.

Também na terça, 15, encontraram-se com o secretário de agricultura da Bahia, João Carlos Oliveira, discutiu-se a implantação do selo de inspeção sanitária consorciado, da cessão de novas maquinas e equipamentos para o CONSID e a questão dos abatedouros para os pequenos municípios.

O secretário João Carlos mostrou-se bastante receptivo com as demandas e se dispôs a uma agenda na sede do Consórcio para  uma discussão sobre a cultura cacaueira na região Oeste.

Finalizando a extensa agenda de reuniões da terça, 15, fechou-se o dia com uma reunião com o secretário de infraestrutura, Dr. Marcus Cavalcanti. Na pauta as demandas de infraestrutura que serão atendidas pelo CONSID.

Na quarta, 16, finalizaram a agenda em Salvador com a visita ao novo secretário de Turismo da Bahia, Mauricio Barcelar. Conversaram sobre o potencial turístico do Oeste e do cadastramento dos municípios consorciados no Cadastro Nacional de Munícios com Potencial Turístico. Só assim poderemos pleitear ações e investimentos para esse setor importante da economia.

O balanço foi de uma semana de agendas importantes em que ficou clara a importância dos consórcios intermunicipais para o desenvolvimento regional, para o presidente em exercício do CONSID, Zezo Aragão:

“Ficou muito clara a intenção do governo estadual em investir nos consórcios públicos como ferramenta de desenvolvimento regional e que para que os consórcios funcionem bem é necessário se  manterem acima da politica partidária e regional. Saio muito animado com essa rodada de conversas, tendo a certeza que estamos no caminho certo.”

A secretária executiva Erika Seixas reforça esse sentimento:

“É muito bom ouvir que o CONSID tem caminhado no rumo certo. Ter o reconhecimento desse trabalho nos incentiva a avançar ainda mais e avançaremos: GAC – Gestão Ambiental Compartilhada, Educação Ambiental, Selo de Inspeção Consorciado, Regularização Fundiária Rural e Urbana e as nossas obras de infraestrutura. Muita coisa boa vem por ai!”.

Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães transferiu feriado de São João para novembro.

Em decreto publicado nesta segunda-feira (21), a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães transferiu o feriado de São João, comemorado tradicionalmente no dia 24 de junho, para o dia 16 de novembro de 2021.

A medida tem como objetivo evitar aglomerações no período junino e o mês de novembro foi escolhido, porque a expectativa é de que as restrições por causa da pandemia estejam mais flexibilizadas. Levando em consideração, o ritmo da vacinação do município.

Além da ampliação de um feriado já prolongado, em mais um dia, 16 de novembro, momento em que as famílias poderão passar mais tempo juntas e de forma segura.

Bahia recebe quase meio milhão de doses de vacina nesta segunda.

Um novo lote com 491.250 doses da vacina contra a Covid-19 chegou à Bahia, na manhã desta segunda-feira (21). Todo lote é composto por doses da AstraZeneca.

Segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o voo que transportou a carga de imunizantes pousou no aeroporto de Salvador às 9h20. As doses serão destinadas para completar o esquema vacinal das pessoas que já tomaram a primeira dose.

Todo o carregamento será encaminhado para Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (CEADI) da Sesab, de onde será expedido para as regionais de saúde e, posteriormente, para os municípios, à medida em que os estoques de segundas doses forem sendo utilizados.

De acordo com a coordenadora de imunização do Estado, Vânia Rebouças, o quantitativo para cada município referente a esta remessa será definido de acordo com o que já foi distribuído anteriormente. “Como se trata de doses para complementar o esquema vacinal, vamos distribuir de acordo com o que já foi enviado anteriormente para a primeira aplicação”, explica.

Com esta nova carga, a Bahia ultrapassa a marca de 8 milhões de vacinas recebidas. São 8.005.140 doses de vacinas, sendo 3.179.200 da Coronavac, 4.285.400 da AstraZeneca/Oxford e 540.540 da Pfizer/BioNTech.

Do g1.globo.com

PASSE LIVRE pode ser solicitado em setor da Secretaria de Trabalho e Assistência Social

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, conta com um setor para disponibilização do PASSE LIVRE, que funciona na sede da pasta, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Pessoas com deficiência, que realizam tratamento contra o câncer fora do município e que possuam renda per capita abaixo de um salário mínimo, têm direito ao benefício, que pode ser intermunicipal ou interestadual.

Para solicitá-lo, são necessários os seguintes documentos:
Cópia do RG, CPF, do comprovante de renda e residencial, bem como do acompanhante, quando necessário. Além do atestado médico, para comprovação da deficiência.

O programa

O PASSE LIVRE é um programa do Ministério da Infraestrutura que garante a pessoas com deficiência e comprovadamente carentes o acesso gratuito ao transporte coletivo interestadual por rodovia, ferrovia e barco. O programa é para pessoas com deficiência física, mental, auditiva, visual, múltipla, com ostomia ou doença renal crônica, de baixa renda.

Luís Eduardo lança licitação para continuidade da pavimentação no bairro Mimoso; serão mais de 200 mil m² de asfalto.

Com o objetivo de dar prosseguimento às pavimentações do Programa Novo Mimoso 1, 2 e 3, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Infraestrutura, lançou nesta sexta-feira (18), licitação na modalidade concorrência, para contratação de empresa especializada na área de engenharia.

Além do asfalto em CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente), também serão realizadas sarjetas e o assentamento de meio fio, em diversas ruas do bairro. Um total de 220 mil metros quadrados de asfalto novinho.

A sessão de abertura acontecerá no dia 22 de julho, às 9h, na Sala de reuniões da Prefeitura, localizada na Rua José de Anchieta nº 187, bairro Jardim Primavera.

“Essa retomada vai ser muito importante, para levar qualidade de vida para os moradores do bairro”, destacou o secretário de Infraestrutura, Franklin Willer.

Luís Eduardo: 53,4% de cobertura vacinal da Influenza; mais de 11 mil pessoas foram imunizadas.

Dados da Secretaria de Saúde de Luís Eduardo Magalhães, apontam que até o dia 17 de junho, foram vacinadas contra a Influenza, 11.511 pessoas, entre crianças, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, entre outros. Uma cobertura vacinal de 53,4%.

É importante lembrar, que estamos na terceira fase da campanha, que segue até o dia 09 de julho. Confira o público-alvo dessa etapa:
-Pessoas com comorbidades;
-Deficiência permanente;
-Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano;
– Trabalhadores Portuários;
– Força de segurança e salvamento;
– Forças Armadas;
– Funcionários do sistema de privação de liberdade;
-População privada de liberdade;
– Adolescentes cumprindo medidas socioeducativas;

A vergonha não cessa. Protestos brasileiros repercutem no Exterior

1/3 das mortes por Covid em todo o mundo foram registradas no Brasil. A nossa dor e as nossas lágrimas não serão esquecidas nunca.

Luís Eduardo retoma nesta segunda (21) vacinação para pessoas acima de 50 anos; imunização passa a ser por critério de idade.

A vacinação para primeira dose será retomada nesta segunda-feira (21), ejm Luís Eduardo Magalhães, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru, no bairro Santa Cruz.

O público-alvo, são pessoas acima dos 50 anos. Após nova determinação da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), a vacinação volta a ser por critério de idade.

Entenda
A vacinação contra a Covid-19 na Bahia passará a ser feita apenas por critérios etários. A decisão foi tomada em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância deliberativa que reúne gestores de saúde municipais e do Estado.

Com esta deliberação, a distribuição das vacinas seguirá apenas de forma proporcional à população de cada município e não mais será levado em conta o percentual de vacinação da influenza de anos anteriores mais o quantitativo de pessoas em grupos prioritários.

“A decisão foi tomada em função de várias assimetrias identificadas na distribuição das vacinas, com alguns municípios já tendo imunizado, com a primeira dose, cerca de 80% da sua população alvo e outros com apenas 20%”, explica o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.

Sinuca de bico: superpedido de impeachment vai reunir mais de 20 crimes de Bolsonaro para pressionar Arthur Lira

Jair Bolsonaro e Arthur Lira

O mamulengo do Presidente na Câmara vai ter que decidir entre a continuidade da mamataria e o clamor das ruas.

“Em articulação conjunta, partidos de esquerda e ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) elaboram um superpedido de impeachment que deverá apontar mais de 20 tipos de crime contra a lei de responsabilidade”, aponta o jornalista Thiago Resende, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo.

A versão mais recente deverá ser apresentada a líderes partidários após as manifestações contra o presidente neste sábado (19), que reuniram 750 mil pessoas em mais de 400 atos no Brasil e no mundo. “Em abril, legendas de oposição a Bolsonaro deram início ao plano de unificar todos os pedidos de impeachment já protocolados na Câmara”, lembra o jornalista. “Hoje, são 121 já apresentados. O resultado é chamado de superpedido ou pedidão de impeachment —o termo varia a depender do integrante do grupo.”

“Omissões e falhas na condução do combate à pandemia da Covid-19 também devem fundamentar a defesa pelo impeachment do presidente. Responsáveis pela unificação de todos pedidos já protocolados dizem ser possível afirmar que Bolsonaro incorreu em mais de 20 tipos criminais previstos na lei de impeachment, e em alguns casos agindo de forma reiterada”, lembra o repórter.

“A expectativa é que a plenária [para analisar o relatório] seja marcada até uma semana após as manifestações de 19 de junho”, disse a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Da redação do Brasil247, editado.

Brasil chega à marca de 500 mil mortes por Covid.

Informação do Consórcio de Imprensa e do G1, às 14 horas.

País contabiliza 500.022 óbitos e 17.822.659 casos, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Meio milhão de vidas. Esse é o saldo de vítimas que a Covid-19 já deixou em 459 dias desde que chegou ao Brasil, em março de 2020.

A média geral é de mais de 1 mil mortos por dia, mas o ritmo variou e subiu bastante desde o começo de 2021. No pior momento, em abril, chegamos a registrar média móvel semanal acima de 3 mil mortos diários; nos últimos dias, voltamos a ver essa média bater a marca de 2 mil vidas por dia, o que preocupa diante da lenta evolução nos números de vacinados.

No início da tarde deste sábado (19), o total de mortos chegou a 500.022, e o de casos confirmados, a 17.822.659, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Os números levam em conta novos dados divulgados por Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Os demais estados não atualizaram as informações sobre casos e mortes até as 14h deste sábado (19).

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Já para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, período que caiu quase pela metade quando chegamos a 400 mil em mais 36 dias.

Agora, de 400 mil a 500 mil mortes o salto se deu em 51 dias, evidenciando que a queda no ritmo de mortes não foi tão significativa assim passado o pior momento.

A média móvel de novas mortes está em alta e, na sexta-feira (18), bateu a marca de 2 mil pelo terceiro dia seguido. A tendência de novos casos também está em alta e, na sexta, o país registrou o recorde de diagnósticos positivos registrados em um único dia desde o início da pandemia: 98.135. (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Em números totais, o Brasil segue como o segundo país com mais mortes por coronavírus registradas, atrás apenas dos Estados Unidos — que esta semana superou a marca de 600 mil vítimas. A Índia aparece em terceiro, com mais de 380 mil óbitos.

Situação de alerta

Alguns fatores geram alerta para a perspectiva da doença no país.

A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus no Brasil, medida pelo Imperial College de Londres, subiu esta semana e está em 1,07. Isso significa que cada 100 pessoas com o vírus no país infectam outras 107.

O ritmo de vacinação segue baixo; foram poucos os dias em que o país registrou mais de 1 milhão de vacinados em 24 horas, meta declarada pelo governo ainda em março. Agora, a Fiocruz já calculou que seria necessário vacinar em média cerca de 1,7 milhão de pessoas por dia para atingir toda a população até o fim do ano.

Apesar de termos apenas cerca de 11% da população vacinada com as duas doses das vacinas, o presidente Jair Bolsonaro declara intenção de desobrigar o uso de máscaras para quem já se vacinou ou pegou a doença no passado, o que é duramente criticado por especialistas diante da situação atual.

Também segue caótica a situação no sistema de saúde brasileiro. O último boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado na quinta-feira (17), mostra que a ocupação dos leitos de UTI está em situação “crítica” em 18 estados e no Distrito Federal. Apenas dois estados aparecem com alerta “baixo”. Seis estados estão com alerta “médio”.

Governador do Maranhão decreta luto oficial de 3 dias pelos 500 mil mortos.

Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) | Twitter

O governador do Maranhão, Flávio Dino, anunciou, agora há pouco, o luto oficial no Estado. As 500 mil mortes foram ultrapassadas na manhã de hoje, sábado, 19 de junho:

Estou decretando hoje LUTO OFICIAL de 3 dias, no âmbito do Maranhão, em face da enorme tragédia representada por 500.000 mortes por coronavírus no Brasil. Todas as vidas são sagradas e o mal não pode ser banalizado. Minha solidariedade às famílias brasileiras.

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