




Do UOL, Bnews e Metrópoles, editado.



Do Portal Uai, com edição e introdução de O Expresso


Linha de veículos da Tesla | Foto: Mariordo/Wikimedia

Piscina em pleno deserto do Salar: aí o lítio é separado da água e do sal.


Por Nando Motta, músico, ator e ilustrador

Editado pelo Brasil247.
A luta contra a Covid-19 na região oeste ganhou um importante reforço com a entrega, pelo Instituto Aiba (Iaiba), do segundo lote de insumos que serão usados no diagnóstico da doença no Laboratório de Agentes Infecciosos e Vetores (LAIVE), da Ufob. A universidade foi representada, no ato de entrega, pelo diretor do Centro das Ciências Biológicas e da Saúde da instituição, Rafael Simões, e o instituto designou os produtores e diretores da Aiba, Odacil Ranzi e Hélio Hopp, para a assinatura do termo de doação.
“Essa parceria entre vários entes públicos, privados, sociedade civil e produtores rurais é extremamente importante. O diagnóstico molecular precoce ajuda as autoridades sanitárias a tomar decisões. Essa mobilização, nesse momento difícil, serve para provar, mais uma vez que a união faz a força”, afirma Rafael Simões.
Os recursos investidos na compra dos insumos são oriundos da campanha apoiada pelo Iaiba, que geriu as doações de agricultores, pecuarista, empresários e sociedade civil. No primeiro momento, o valor arrecadado foi aplicado na compra de 20 monitores multiparamétricos para unidades públicas de saúde no município de Barreiras. O saldo, então, foi direcionado para a compra de insumos.
“Apesar de estarmos no momento de finalizar a colheita do algodão e de comercializar parte da soja da safra 19/20, estamos acompanhando, de perto, a situação do coronavírus na região. Até o momento, o setor agrícola já deu uma grande contribuição para essa causa, mas nós não paramos por aí. A disponibilização dos insumos é mais um cuidado que temos com a gente do oeste”, declarou Odacil Ranzi.
Após servir toda a região oeste, com a realização de quase 1,6 mil testes, o LAIVE, que realiza 250 testes semanalmente, teria capacidade para operar durante pouco mais de um mês, com o estoque anterior de reagentes. A Ufob aumentou, recentemente, a capacidade diária de testes, de 30 para 46, e passou a realizar mutirões de testagem aos fins de semana, em um esforço para atender à demanda regional que apresentou significativo crescimento. Com o material doado pelo Instituto serão realizados mais de 5 mil novos testes.

A Sede da República de Curitiba. Melhor dizendo: “Califado de Curitiba”.
Mais 22 cidades baianas terão toque de recolher a partir do próximo domingo (26). A medida passa a vigorar em América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Bonito, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Morro do Chapéu, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, Presidente Jânio Quadros, São Gabriel, Tapiramutá e Uibaí, de acordo com publicação que será feita no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (25).
Do g1.globo.com
Mas esse não foi o único caso. A Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar), em Barbacena, também registrou um surto de Covid-19 em maio e mais 9 casos em julho.
Questionado pelo G1 via Lei de Acesso à Informação (LAI) em junho, o Exército apresentou uma tabela com dados de diretorias ligadas ao ensino militar detalhando os casos de Covid na Aman e em outras instituições da força.
Na academia e em outras 40 unidades de ensino do Exército, a relação demonstra que não houve nenhuma morte ligada à pandemia. Sobre a Aman, o documento registra que todos os 242 militares se recuperaram da doença e também que todos foram testados para Covid.




A ex-ministra, ex-senadora e candidata à Presidência da República, comenta a publicação do jornal O Estado de São Paulo no dia de hoje:

Do Brasil 247











Hoje lemos na internet: “Onde estão as outras mortes, por outras causas? Todo mundo que morre agora é pelo Coronavírus? Esses caras estão é roubando o dinheiro público, pois recebem por cada morte.

De acordo com Liu, os testes clínicos começaram na semana passada em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, e devem ser concluídos em aproximadamente três meses, abrindo espaço para entrega ao mercado no fim de 2020.
Corrida
Outro imunizante experimental que está em testes no Brasil é o AZD1222, desenvolvido pela Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca. Já as farmacêuticas Pfizer e BioNTech devem entregar ao menos 100 milhões de doses de uma vacina contra o coronavírus até o final do ano, mas a quantidade já foi inteiramente contratada pelos Estados Unidos.





