
Publicitária da região Oeste é reempossada no Sinapro




A intenção era ocultar saídas de mercadorias para outros estados e obter, de forma fraudulenta, os benefícios de isenção fiscal. Também queriam simular a passagem de mercadorias pelo Estado e ocultar a saída de produtos para o mercado interno visando burlar a incidência do ICMS. As empresas se valiam, ainda, da falsificação de autenticações bancárias de comprovantes de pagamentos de impostos.




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QUESTÃO DE ORDEM
Trata-se de procedimento que tem por objetivo dar cumprimento à decisão plenária proferida pelo CNJ, em cujo feito, chegou ao conhecimento deste órgão, por meio das informações prestadas pela Corregedoria das Comarcas do Interior do Estado da Bahia, juntamente com a documentação acostada, que evidenciam o que segue:
a) Até o presente momento, não houve determinação da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, no sentido de determinar o restabelecimento das matrículas dos imóveis de n . 726 e 727, em razão da anulação da os Portaria 105/2015 e seus respectivos desmembramentos, oriundos do Cartório Num. 3748759 – Pág. 2 de Registro de Imóveis da Comarca de Santa Rita de Cássia/BA, e determinou a regularização da matrícula 1037, assentada no Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Formosa do Rio Preto/BA.
b) Até o presente momento não consta informação nos autos de que os Cartórios de Formosa do Rio Preto/BA e de Santa Rita de Cássia/BA cumpriram as deliberações do Plenário do CNJ, no sentido de restabelecer as matrículas 726 e 727;
c) A decisão proferida pela juíza Eliene Simone Silva Oliveira, em 11 de abril de 2019 – um mês após a decisão do Plenário do CNJ – nos autos do processo nº 0000020-90.2017.8.05.0224, que respondia na ocasião pela Comarca de Santa Rita de Cássia/BA;
d) O delegatário do Cartório de Formosa do Rio Preto/BA apresenta questionamento ao Corregedor das Comarcas do Interior do Estado da Bahia sobre qual determinação deve cumprir, eis que proferidas em sentidos opostos;
e) A existência de informação de existirem cópias de várias matrículas, inclusive da matrícula 1037 e dela derivadas, cuja determinação de anulação da Portaria 105/2015 a tornou ineficaz;
Considerando todos esses elementos, entendo que a deliberação do Plenário do CNJ está sendo manifestamente descumprida. Diante disso, ad referendum do Plenário, determino:
1) A intimação do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, para que, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, informe sobre os procedimentos decorrentes da anulação da Portaria 105/2015, com o consequente restabelecimento das matrículas dos imóveis de n . 726 e 727;
2) A intimação dos delegatários dos Cartórios de Formosa do Rio Preto/BA e de Santa Rita de Cássia/BA, para que procedam a anotação nas matrículas 726 e 727 da decisão proferida pelo Plenário do CNJ, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, sob pena de desobediência à decisão proferida pelo Plenário do CNJ;
3) A intimação do Corregedor das Comarcas do Interior do Estado da Bahia para que instaure procedimento disciplinar em face dos delegatários dos Cartórios de Formosa do Rio Preto/BA e de Santa Rita de Cássia/BA para apurar eventual intenção deliberada de descumprir a determinação do CNJ; Num. 3748759 – Pág. 3
4) A intimação da magistrada Eliene Simone Silva Oliveira, para que apresente informações sobre as circunstâncias que a levaram a decidir em desacordo à decisão proferida pelo Plenário do CNJ, nos autos do processo nº 0000020-90.2017.8.05.0224, época em que respondia pela Comarca de Santa Rita de Cássia/BA;
5) A remessa de cópia integral dos autos dos procedimentos em apreço para o Departamento de Polícia Federal para apuração em relação às transações efetivadas em moeda estrangeira pela Holding constituída, cujo conhecimento veio aos autos nessa ocasião.
Intimem-se, com urgência.
Brasília, data registrada no sistema.
MARIA TEREZA UILLE GOMES
Conselheira













Com Bahia Notícias, Bnews, Jornal Grande Bahia, Jornal a Tarde.




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Segundo a Receita Federal, foram 847 kg apreendidos. A carga está avaliada em R$ 114,5 milhões.
Ainda de acordo com a Receita Federal, na tentativa de exportação da cocaína, há suspeita do emprego da técnica criminosa conhecida por rip-off loading, em que a droga é inserida em uma carga regular, sem o conhecimento do proprietário.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai realizar, entre os dias 13 e 16 de setembro, uma ação em suas redes sociais (Twitter @TSEjusbr, Facebook @TSEJus e Instagram @TSEJus) para comemorar o Dia Internacional da Democracia, que é celebrado no próximo domingo (15). Estão convidados a participar dessa mobilização os cidadãos, as instituições públicas e privadas, as organizações não governamentais e todos os atores que se identifiquem com o tema. Para entrar nessa conversa, basta publicar durante o período posts utilizando a hashtag #DemocraciaTodoDia.
Além de buscar o engajamento e a participação de todos, a ação do TSE pretende sensibilizar a população sobre a importância da democracia. O movimento trará associação a outros assuntos pertinentes, como os efeitos da desinformação no debate social e político, as formas de participação do cidadão e os mecanismos de transparência e controle social à disposição da sociedade.
A mobilização também marcará o início de uma ampla campanha da Justiça Eleitoral sobre democracia, utilizando personagens divertidos e parcialmente humanizados (veja ao lado), que vão conferir leveza e simplicidade a posts, vídeos, stickers, entre outros conteúdos.
A história da democracia no Brasil se confunde com a atuação da Justiça Eleitoral, que tem o papel de garantir o princípio constitucional da soberania popular, por meio do voto. Ao instituir o dia 15 de setembro como Dia Internacional da Democracia, a Organização das Nações Unidas (ONU) reafirmou que a democracia é “um valor universal baseado na vontade, expressa livremente pelo povo, de determinar o seu próprio sistema político, econômico, social e cultural, bem como na sua plena participação em todos os aspectos da vida”. Segundo a ONU, o objetivo da data é realçar a necessidade de promover a democratização, o desenvolvimento e o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais.
No Brasil, a Constituição Federal é considerada a guardiã maior da democracia. Ela confere à Justiça Eleitoral a competência para adoção de medidas administrativas e judiciais que visem a garantir a participação popular na escolha de seus representantes nos Poderes Executivo e Legislativo. Garante ainda a consulta aos eleitores, que pode ser feita por meio de plebiscito, referendo ou pela iniciativa popular, a qual prevê a possibilidade de os cidadãos apresentarem projetos de lei ao Congresso Nacional.
Em seu discurso de posse, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, destacou o papel do TSE no aperfeiçoamento da democracia. Ela lembrou que o cerne da República, o Estado Democrático de Direito, nunca é uma obra completa. “Os desvios, as deficiências na educação e na cultura, a desigual distribuição da riqueza, a corrupção de agentes públicos e privados não podem, em absoluto, obscurecer a ideia de que o poder emana do povo e para o povo e em seu nome será exercido”, disse, ressaltando o “relevantíssimo papel” da Corte Eleitoral “no fortalecimento e aperfeiçoamento da democracia” no Brasil.
Será preciso convidar o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, que afirmou hoje que a Democracia não proporciona desenvolvimento.
Por Orlando Merluzzi
Não me agrada a forma como está tramitando no Senado Federal, o Projeto de Lei 2.963/2019, que autoriza e regulamenta a venda de terras para estrangeiros. O propósito é louvável: mais investimentos, empregos e produtividade. É claro que os investimentos de grandes grupos internacionais no agronegócio brasileiro são necessários, pois, colocam o País nos trilhos da tecnologia, inteligência artificial e agroindústria 5.0 (o próximo nível). Contudo, o texto do projeto, disponível no site do Senado, possui erros estratégicos, deixa temas importantes sem definições claras e, se aprovado, comprometerá produtos da Cesta Básica e inflacionará, bastante, o preço das terras no Brasil. Isso causará impacto negativo nas estratégias de sucessão familiar patrimonial rural.
Chamo atenção para o fato que os impostos na sucessão patrimonial aos herdeiros, seja por doação em vida ou por inventário com a morte de um dos patriarcas, serão calculados sobre o valor de mercado das terras e a tendência é que o valor dos tributos aumente muito, em decorrência da supervalorização do preço das terras com a chegada dos estrangeiros. Haja “caixa” para bancar uma situação como essa. Minha recomendação é: corram para fazer suas holdings patrimoniais rurais.
O PL 2.963/19 revoga uma Lei de 48 anos (5709/71) e altera outras três leis, com a mesma simplicidade que seu proponente troca de camisa, sem levar o tema a um amplo debate público e estabelece um limite de aquisição de terras por estrangeiros, de 25% das áreas dos municípios, mas não contempla que, em muitos casos, 25% daquele território pode representar a metade da área cultivável no município. Em algumas regiões específicas no Brasil, esses 25% podem representar um território maior que alguns países da Europa.
Outro ponto não abordado é a questão das áreas contíguas em municípios vizinhos.
Quem serão os compradores? 50% chineses / 50% resto do mundo.
Esse projeto é estratégico demais para o Brasil, pois refere-se a um setor primário, responsável por mais de 40% das exportações do País. Ao longo dos últimos anos, desenvolvemos empresários muito competentes no setor da agroindústria nacional e a chegada de novos investidores estrangeiros, embora necessária, precisa ser tratada com conhecimento das estratégias desses “players” globais, pois há o risco de sufocarmos nossos campeões agrícolas que, até aqui, têm sido o “hedging” da nossa economia.
Por exemplo, é preciso entender o ambicioso plano estratégico de Beijing, lançado em 2015, denominado “Made in China 2025” (já publicado neste site em 2018) e conectá-lo com a grande oportunidade para os chineses de produzirem alimentos no Brasil, não para brasileiros, enquanto cuidam da tecnologia por lá, uma vez que a intenção deles não é juntar-se aos países de alta tecnologia, mas sim, substituí-los por completo.
O projeto de lei 2.963/2019 tem coisa boa também, mas, da forma como está, apresenta risco econômico para o País. Ao que tudo indica, deve ser aprovado até novembro, sem o necessário debate econômico com a sociedade e eu nem toquei no ponto da “soberania nacional”, pois concordo com a necessidade de trazer investimentos estrangeiros para o agronegócio brasileiro, mas não dessa forma.
A proposta está aberta no site do Senado para consulta pública, com baixíssima, ou quase nenhuma, adesão da população.

Em 2019, já foram implantados 37 empreendimentos no estado, com investimentos R$ 2,4 bilhões e a geração de 2,8 mil novos empregos. A Engie foi responsável pela metade dos investimentos com a implantação das Centrais Eólicas Umburanas, no município de Sento Sé. Já a implantação da Indústria e Comércio de Calçados Suzana Santos gerou 400 novos postos de trabalho, em Itapetinga.
“Somos a terra da energia renovável. Aqui, os bons ventos trazem boas notícias e também grandes investimentos para nosso estado. Trabalhamos duro para atrair novos negócios, empregos e renda para os baianos. No mês de agosto, atraímos um empreendimento que vai construir linhas de transmissão no estado, que são imprescindíveis para que a energia elétrica seja ligada à rede”, afirma João Leão, vice-governador e secretário da pasta.
Novos investimentos
De janeiro a agosto desse ano, 80 empresas assinaram protocolos de intenções com o Governo do Estado, por meio da SDE, com previsão de investimentos de R$ 5,9 bilhões e estimativa de gerar 5,3 mil empregos diretos. O destaque é para o segmento de Eletricidade e Gás que, sozinho, será responsável por R$ 5 bilhões em investimentos. Além da implantação de 28 parques eólicos no semiárido baiano, o empreendimento São Francisco Transmissão de Energia vai beneficiar 19 municípios baianos com novas linhas de transmissão de energia elétrica.
A empresa vai investir R$ 630 milhões na construção das redes e gerar cerca de 100 empregos diretos e 1,4 mil indiretos. As linhas vão passar pelos municípios de Água Fria, América Dourada, Anguera, Antônio Cardoso, Biritinga, Cabaceiras do Paraguaçu, Cafarnaum, Feira de Santana, Irecê, Itapicuru, João Dourado, Morro do Chapéu, Nova Soure, Olindina, Santa Bárbara, Santanópolis, Santo Estevão, Sapeaçu e Sátiro Dias.

Cooperativas e associações agroindustriais da agricultura familiar da Bahia agora contam com financiamento de capital de giro, disponibilizado pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia).
Denominada Coopergiro, a linha de crédito vai dar apoio ao cooperativismo no estado, proporcionando a ampliação das operações relacionadas à produção e comercialização de produtos sustentáveis, com prazo de pagamento e taxas competitivas. A linha de crédito é financiada com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social (Fundese).
De acordo com o coordenador de agroindústrias da CAR, Wanderley Gomes, a linha de crédito Coopergiro surge como uma grande conquista da agricultura familiar: “Com a criação da SDR, foi possível viabilizar o capital de giro para agroindústrias por meio da CAR e Desenbahia. Desta forma, temos um cenário bastante positivo quanto à operacionalização dos créditos que serão acompanhados por meio dos diversos programas de fomento e comercialização da CAR”.
A Coopergiro está disponível para as agroindústrias apoiadas por projetos e programas executados pela CAR, que receberam orientações de como acessar a linha de crédito durante a Oficina Alianças Produtivas, que reuniu dirigentes de organizações da agricultura familiar baiana, apoiadas pelo projeto Bahia Produtiva, da SDR/CAR, para debater estratégias conjuntas de acesso a mercado na Região Metropolitana e grandes centros.
Para o Analista de Desenvolvimento da Desenbahia, Moisés Marcos, a CAR vem dando um apoio mais que profissional aos cooperativados: “O nível de gerenciamento aplicado pelo Bahia Produtiva, tendo como alicerce “Alianças Produtivas e estratégia de comercialização de produtos da agriculta familiar”, onde o plano de negócios, que foi muito bem elaborado, trilha sempre pela organização administrativa-financeira e o comprometimento dessas cooperativas, nos mostram que esse crédito será bem empregado. É preponderante que as cooperativas façam a sua parte na administração de seus negócios, porém, com essas diretrizes, ficou visível o sucesso e o progresso delas”.
As orientações para o acesso e as condições de elegibilidade das organizações produtivas que poderão acessar a Coopergiro estão disponíveis no site www.car.ba.gov.br.
O Ministério da Economia deixou transparecer que o novo imposto do cheque poderá ter alíquota de 0,4%. No comércio eletrônico, feito por cartões de crédito e débito, a alíquota seria de 0,2%, tanto para o pagador como para o creditado.A única vantagem da CPMF é esse mesmo: cobrar alguma coisa do dinheiro sujo, do tráfico de drogas, da contravenção, das milícias, do dinheiro mal havido por políticos e de outros malfeitos.

No último dia 30 de agosto, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Correntina – SINDTEC completou 11 anos de luta e resistência. Atualmente, entre as reivindicações da entidade estão “Os Precatórios do Fundef”, assunto que tem sido palco de grandes embates.
Para conhecer um pouco mais sobre esse assunto, nós entrevistamos a professora Marlene Alecrim do Nascimento Lopes, uma das sócias fundadoras do SINDTEC, e que desde 2017 está à frente do sindicato como Presidenta.
A partir de agora, vocês conferem a entrevista:
O precatório do FUNDEF tem origem em erros de cálculos da União ao efetuar o repasse da complementação do FUNDEF – atualmente FUNDEB – a estados e municípios no período de 1998 a 2006, gerando assim uma dívida.
Estados e municípios, por se sentirem lesados, acionaram judicialmente a União para que fizesse a correção dos valores não repassados naquele período e ganharam a ação gerando assim o recurso do precatório do FUNDEF.
Aqui em Correntina, os Gestores entraram com dois processos: o primeiro abrange o período de 1998 a 2003 e o segundo abrange 2005 a 2007. O primeiro processo já foi transitado em julgado e o município recebeu no mês de abril de 2018 em uma conta específica da Caixa Econômica Federal, um montante de aproximadamente R$ 36.000.000,00.
Sim, entramos com uma ação. Pois, perante a Lei do FUNDEB, antigo FUNDEF, em seu artigo Art. 22. Pelo menos 60% (sessenta por cento) dos recursos anuais total dos Fundos serão destinados ao pagamento da remuneração dos profissionais do magistério da educação básica pública. E naquela ocasião os professores receberam salários defasados, que sequer chegavam a um salário mínimo. Enfim, para corrigir a perca salarial daquela época.
A partir do momento que tivemos conhecimento da entrada desse recurso numa conta especifica da Caixa Econômica, para esse fim, recorremos a uma ação judicial e também buscamos o prefeito para tentar fazer um acordo, mas não logramos êxito, porém, houve por parte do prefeito uma tentativa de suborno junto ao Conselho do Fundeb, no sentido de condicionar parte desse recurso aos profissionais da educação, se o conselho fizesse a revisão do Parecer do exercício de 2017 no qual as contas haviam sido reprovadas. Isso foi uma verdadeira chantagem e tentativa de suborno.
Como o prefeito não logrou êxito com essa proposta imoral, fez contato comigo por meio de uma ligação, dizendo estar disposto a participar de uma assembleia, para ele apresentar uma proposta de rateio as categorias.
Nessa assembleia, ele apresentou a proposta de fazer o repasse de trinta por cento (30%) dos precatórios do FUNDEF para os profissionais da educação. Mas, quando partimos para fazer um acordo via judicial, o mesmo não compareceu na Audiência de Conciliação e sua Assessoria Jurídica solicitou a suspensão do Processo pelo prazo de 30 dias úteis com o propósito de nos enganar e ganhar tempo, porque, assim que o prazo expirou, a Prefeitura apresentou, no lugar de uma proposta, uma contestação, alegando que os profissionais da educação não fazem jus a verba pleiteada. Com isso, o prefeito desfez todo o compromisso que ele havia assumido com as categorias em assembleia.
É preciso deixar bem claro, que as recomendações do TCU desde 2017, inclusive o último parecer do mês de julho deste, não impedem os prefeitos de fazerem o acordo com os sindicatos, pois O TCU é um órgão fiscalizador e não tem competência para deliberar sobre o tema. Portanto, essa decisão do TCU, pode ser ultrapassada a partir do momento que os sindicatos negociam diretamente com a prefeitura, através de acordo homologado judicialmente. Prova disso são outros sindicatos que vem conseguindo avançar nesse sentido. Aqui esse acordo só não aconteceu porque até o momento o prefeito não quis fazê-lo.
Sim. Inclusive do montante de aproximadamente trinta e seis milhões que a prefeitura recebeu numa conta específica da Caixa Econômica Federal, no mês de abril de 2018, aproximadamente, vinte e um milhões (R$ 21.000.000,00) já foram retirados dessa conta, o que não justifica tamanho gasto, porque até o momento, somente, aproximadamente quinze por cento (15%) das escolas estão sendo reformadas e/ou construídas.
Vem sendo utilizado na reforma de algumas escolas, como acabei de mencionar.
Segundo o próprio prefeito, na assembleia do SINDTEC realizada no dia 12 de janeiro deste, recebeu orientação por parte de um Procurador Federal para que fosse feito um plano de Aplicação com a participação dos Conselhos: CAE – Conselho de Alimentação Escolar; CME – Conselho Municipal de Educação; CACS–FUNDEB – Conselho de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB e o SINDTEC, no entanto, não houve a participação de nenhuma dessas representações, mas segundo a fala da secretária de educação em uma assembleia do SINDTEC, o plano foi elaborado e encaminhado pelo setor jurídico da prefeitura, inclusive sem a participação da secretaria de educação e quando questionada por uma sócia a não participação da secretaria de educação na elaboração desse plano, a mesma justificou que foi encaminhado ao Setor jurídico da prefeitura, os questionários feito nas escolas com a participação dos pais e responsáveis das possíveis necessidades das escolas, conforme orientação do Procurador Federal.
Não. E até o momento não houve a publicação desse Plano de Aplicação no Diário Oficial do Munícipio. Diante dessa omissão, uma vez que algumas escolas já estão sendo reformadas, o sindicato solicitou cópia desse plano e no entanto não houve resposta por parte dos órgãos competentes, ou seja, prefeitura e secretaria de educação. Mas, conforme visitas as escolas em reforma, foi possível observar o descaso com que vem sendo feita, pois portas estão sendo emendadas, portas semi-ocas, janelas de blindex de péssima qualidade, inclusive já quebradas, escolas sem depósito para a merenda escolar, e naquelas que estão sendo construídos estão totalmente fora do padrão exigido pelo PNAE, telhas velhas sendo reutilizadas, materiais de péssima qualidade, inclusive cerâmicas já estão soltando das paredes, ou seja, um verdadeiro descaso com a comunidade escolar e também com a aplicação desse recurso do precatório. Em fim, tudo isso está sendo feito as escuras, pois ninguém tem conhecimento do Plano de Aplicação, dificultando assim, o acompanhamento das licitações que estão sendo realizadas.
Ao prefeito, quero dizer que a nossa palavra tem peso, quando somos responsáveis. Cumpra a promessa feita em Assembleia.
E às categorias, reafirmo que precisamos manter-nos unidos, firmes na luta para que o nosso direito seja garantido e respeitado.

Na manhã desta terça-feira, 10, por volta das 8h, um acidente gravíssimo envolveu três veículos, deixando dois mortos e outros dois feridos. O acidente ocorreu na BR 135, próximo a ponte do Rio Branco, no município de Barreiras.
Segundo informações, o condutor de uma picape Fiat Strada colididiu na traseira de um veículo GM Prisma fazendo com que o condutor perdesse o controle da direção, invadisse a pista contrária e atingisse em seguida uma carreta.

Após atingir a carreta, o Prisma desceu uma ribanceira e só parou em um matagal. Duas pessoas a bordo (ainda não identificadas) vieram a óbito no local e um terceiro ocupante do veículo teve ferimentos, provavelmente, graves.
As duas vítimas fatais foram identificadas como sendo o dentista de Formosa do Rio Preto, Taciano Rodrigues Ascenso, de 36 anos, e a segunda pessoa que morreu no local é possivelmente sua irmã a professora Cassandra A – essa informação ainda não foi confirmada pela policia. A terceira ocupante do veículo é a esposa de Taciano que ficou gravemente ferida.
Na picape Strada o condutor nada sofreu. Já um carona ficou ferido. O condutor da carreta também nada sofreu.
Três equipes do SAMU estiveram no local socorrendo as vítimas para o Hospital do Oeste.
A Polícia Rodoviária Federal registrou o acidente.
Os dois corpos serão removidos após perícia técnica para o IML onde serão necropsiados.
Fonte:Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares




Do Estadão.
Bolsonaro reclamou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que o Orçamento está dificultando a estratégia de deixar a sua marca. Publicamente, o presidente admitiu que a restrição orçamentária poderá atrapalhar uma tentativa de reeleição em 2022. Os ministros mandaram ofícios a Guedes, mas vão ter de “passar a faca” até em programas e ações que são bandeiras de cada pasta.

A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2019 com um crescimento de 5,9% em relação ao ano anterior. De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado em agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país deve ter uma safra recorde de 239,8 milhões de toneladas neste ano, ou seja, 13,3 milhões a mais do que em 2018.
No levantamento anterior, realizado em julho, a estimativa era um pouco menor, de 239,7 milhões de toneladas, ou 5,8% a mais do que no ano anterior.
De acordo com o IBGE, a alta de 5,9% deve ser puxada pela produção de milho, que deve crescer 21,5% em relação ao ano anterior. As outras duas grandes lavouras de grãos devem ter queda: soja (-3,9%) e arroz (-12,7%).
Entre as outras lavouras de grãos em que se estima produção acima de 1 milhão de toneladas, deverão fechar o ano com alta o algodão (32,4%), o sorgo (13,9%) e o trigo (9,5%). O feijão, por outro lado, deve ter queda de 1,1% no ano.
O LSPA também estima a produção de outros produtos agrícolas importantes. A maior lavoura do país, a de cana-de-açúcar, deve ter queda de 1,4%. Também são esperados recuos nas produções de café (-13%), laranja (-1%), tomate (-4,3%) e uva (-10,5%). Por outro lado, são esperados avanços nas produções de banana (3,8%), batata-inglesa (0,8%) e mandioca (4,1%).

E pensar que tal sumidade vai passar 8 anos no Senado, se não for cassado antes pelas suas ligações escabrosas com as milícias, pelo enriquecimento ilícito e pelo crime continuado de “rachadinha”.


Se a democracia traz dores de cabeças aos governantes, uma ditadura é muito pior. É só refletir porque os militares tiveram que colocar um fantoche à frente para retomar o poder.


O Ministério Público Federal (MPF) acionou pelo crime de falsidade ideológica, com uso de documento falso, Ricardo de Sá Dourado, ex-secretário de Assistência Social do município de Bom Jesus da Lapa (BA) – oeste baiano, a 792km de Salvador. A denúncia, oferecida pelo MPF em 23 de abril, foi recebida pela Justiça Federal no último 22 de agosto.
De acordo com a denúncia, o ex-secretário municipal utilizou, em setembro de 2017, carimbos falsos para fazer parecer que havia sido registrada em cartório a Ata da Assembleia Geral Ordinária para Reativação dos Trabalhos, Eleição dos Membros da Diretoria e do Conselho Fiscal da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Barra de São João (Aperbas). A investigação teve início quando, em 28 de novembro de 2018, Arnaldo Germano Duarte, eleito presidente da associação, apresentou o documento falsificado para registrar a Aperbas na Receita Federal e a agente do órgão desconfiou da autenticidade do documento. Na denúncia, não foi apontada relação direta do cargo de secretário municipal com o crime imputado.
Segundo o procurador da República Adnilson Gonçalves da Silva, ao ser questionado sobre o documento falso, Duarte afirmou que realmente tinha sido escolhido como representante da associação, mas declarou-se analfabeto funcional e disse que não sabia preparar a documentação necessária para o registro da Aperbas. Duarte afirmou, ainda, que não tinha conhecimento da falsidade e que “todo o trabalho de confecção dos documentos indicados como falsos foi realizado pelo sr. Ricardo de Sá Dourado”, integrante de escritório de contabilidade em Bom Jesus da Lapa.
Ao MPF e à Polícia Federal, Dourado admitiu ter sido ele próprio quem redigiu e imprimiu a Ata com informações inverídicas sobre o registro em cartório, embora tenha negado o uso indevido de carimbos. Conforme a denúncia, não há dúvidas de que o ex-secretário municipal redigiu e imprimiu o documento com informações falsas sobre o protocolo, o número do documento, emolumentos e demais informações de registro cartorário, para dar aparência de eficácia e regularidade ao documento, que ele sabia que seria apresentado por Duarte em entidades públicas, como a Receita Federal e a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).
O MPF requer a condenação de Ricardo de Sá Dourado nas penas previstas para o crime de falsidade ideológica com uso de documento falso (artigos 299 e 304 do Código Penal): reclusão de um a três anos e multa.
E agora? Após o recebimento pela Justiça Federal, a denúncia oferecida pelo MPF é autuada como ação penal e é dado andamento ao processo, que inclui a manifestação do acusado e demais procedimentos e prazos previstos no Código de Processo Penal.
Confira a íntegra da denúncia.
Número para consulta processual na Justiça Federal: 0000281-70.2019.4.01.3315 – Bom Jesus da Lapa
A Caixa Econômica Federal começa, na próxima sexta-feira (13), a efetuar o pagamento de até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS. Inicialmente, o valor vai ser depositado automaticamente para pessoas nascidas em janeiro, fevereiro, março e abril, que têm conta poupança na Caixa.
Já para aquelas pessoas que nasceram em maio, junho, julho e agosto, o pagamento só vai ser feito a partir do dia 27 de setembro de 2019. No caso, para aqueles trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será realizado a partir do dia 9 de outubro de 2019.
Segundo o professor de Gestão Financeira do Centro Universitário Internacional Uninter, Daniel Cavagnari, existem várias formas de usar este dinheiro.
“A primeira delas é, justamente, poder pagar algumas dívidas, preferencialmente a que está na família. Pode até ir lá e quitar alguma dívida, alguma coisa que tenha com o banco, mas antes de pagar qualquer dívida, é importante que sente com o gerente do banco ou com o administrador do cartão e verifique outros meios de pagar menos juros. É sempre bom negociar antes de quitar qualquer dívida. Por outro lado, este dinheiro vai ser muito bem-vindo também para se programar, agora, para o fim do ano e quem sabe guardar ele já para o começo do ano, para todas aquelas contas que se tem”, comenta.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, aproximadamente 33 milhões de trabalhadores vão receber esse crédito automático na conta poupança. Já aquelas pessoas que são clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril do ano que vem para informar esta decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: que é o site do banco, o Internet Banking ou o aplicativo para celular.
Para quem tem o cartão Cidadão e a senha, o saque poderá ser feito nos terminais de autoatendimento, em unidades lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui. E para aqueles que não possuem o cartão Cidadão, é orientado que eles procurem uma agência da Caixa.
Lembrando que esse crédito automático só vai ser feito para quem abriu conta poupança na Caixa até o dia 24 de julho deste ano. Para quem não é correntista do banco, é importante ficar atento ao cronograma, acessando o site http://www.caixa.gov.br.


-Se for a vontade de Deus e contar com o apoio de todos que me procuram devo estar na lista de pré-candidatos em 2020.
Mas, adiantei-lhes que para se efetivar candidato ou pré-candidato, vários fatores devem concorrer favoravelmente, dentre eles e que julgo principal é a vontade da população e pelo que vejo, ouço e sinto a população correntinense está motivada e deseja um processo de renovação. Os quadros políticos reinantes nas últimas décadas deixaram a desejar e foram insuficientes ou mesmo incompetentes no quesito administração e emprego dos recursos públicos. Outro fator preponderante é a coragem para realizar as mudanças que o povo anseia. Não basta ter vontade. É preciso também possuir uma construção partidária que possa garantir e suportar os efeitos da mudança pretendida, essa construção partidária temos com suporte suficiente para a demanda.
-Ninguém pode ser candidato de si mesmo, precisa de motivação e apoio do popular e respaldo político. Este último temos a contento, pois sempre contei e conto com os grandes amigos que a vida pública me deu, parceiros de várias trajetórias políticas como o nosso Vice-Governador João Leão, os Deputados Federais Ronaldo Carletto e Cacá Leão, do Presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Nelson Leal, e dos Deputados Estaduais Antonio Henrique Júnior, Robinho, Eduardo Salles e Aderbal Caldas, além de outros.
Agora resta-nos exercitar a capacidade de ouvir as pessoas, entendimentos claros, transparentes e responsáveis sobre as mudanças pretendidas pele população e incrementar uma política moderna, afastando a nefasta corrupção, compra de votos ou loteamento dos cargos, independentemente da visão partidária, política, ideológica e de bandeira.

Em ação transitada em julgado, TJDFT entendeu que houve lesão patrimonial em decorrência da má-gestão dos valores depositados
A 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal reconheceu o direito de um cidadão que ingressou com ação alegando que o Banco do Brasil não geriu de maneira adequada os recursos depositados pelo governo federal durante a vigência do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, o agora PIS/PASEP. Com a correção, ele, que havia recebido cerca de R$ 2mil, passou a ter direito a pouco mais de R$ 105mil.
Os advogados que representaram o beneficiário afirmam que o resultado da ação é o reconhecimento de um direito e vale tanto para os inscritos no PIS, que era direito dos empregados da iniciativa privada, quanto para os beneficiários do Pasep, voltado para os servidores públicos civis e militares. “Há uma série de fatores que precisam ser observados, inclusive, a prescrição. O atual entendimento é que apenas tem direito quem sacou o benefício ou se aposentou nos últimos cinco anos, por exemplo”, afirma o advogado Lucas Azoubel, que junto com o seu sócio, Fábio Bragança, ingressou com a ação.
O PIS e o PASEP foram criados em 1970 com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego, abono e participação na receita dos órgãos e entidades para os trabalhadores públicos e privados. Até 1988, quando o programa foi extinto, os empregadores da iniciativa privada depositavam os recursos em uma conta vinculada ao trabalhador (PIS) na Caixa Econômica Federal e a União depositava o benefício (PASEP) no Banco do Brasil, também em conta vinculada ao trabalhador.
“Ocorre que esses depósitos receberam quase nenhuma atualização monetária ao longo dos anos em que ficou retido nas contas de cada beneficiário e a Justiça reconheceu que é obrigação do banco fazer a adequada gestão do dinheiro administrado por ele. Com isso, concedeu a diferença nas atualizações monetárias devidas, que foram calculadas por uma perícia contábil”, explica Bragança.
O processo já transitou em julgado, não cabe mais recurso e está em fase de execução, já com os valores depositados judicialmente.
“Aqui em Brasília ela tramitou rapidamente. Ingressamos com a ação em outubro de 2018 e em dezembro do mesmo ano obtivemos a primeira sentença favorável, na 18ª Vara Cível.
Em abril deste ano (2019) a decisão foi confirmada pela 2ª Turma Cível do TJDFT e em julho transitou em julgado, não cabendo mais recurso. Isso não significa que os demais casos serão tão rápidos. Não é possível prever um tempo pré-definido para uma ação judicial. Por outro lado, sabemos que o Poder Judiciário de Brasília é uma ilha de excelência”, completa Azoubel.
Várias ações já haviam pleiteado o reajuste, mas foi a primeira vez que houve ganho de causa. “Após o êxito no primeiro processo, alguns outros precedentes do TJDFT já estão confirmando o direito à atualização monetária dos valores do PIS/PASEP, mas é preciso ficar atento ao prazo prescricional, que é de cinco anos, especialmente agora, que o governo novamente liberou o saque dos recursos do PIS/PASEP”, defende Azoubel.