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Como lamentou um saudosista, “bons tempos aqueles em que o avião oficial só levava cachaça”.



André Lima, especial para o Congresso em Foco






“Não se pode negar que este juízo ficou surpreso com a não convocação imediata da eleição para a nova Mesa Diretora, já na primeira sessão da Câmara, ocorrida logo após a intimação da sentença que anulou parcialmente o processo de cassação dos impetrantes e, como já dito alhures, anulou igualmente a eleição do atual Presidente.”
“Como se vê, a norma é clara e dita o rito a ser seguido pelo Presidente em exercício. Vale repetir, já devidamente empossados todos os Vereadores, o mais idoso deles deve assumir a Presidência da casa e, havendo quórum legal, realizar imediatamente a eleição da Mesa. Qualquer procedimento que refuja dessas diretrizes, afetado estará pela ilegalidade.
Por essas razões, DECLARO inválidos os atos praticados pelo atual Presidente da Câmara Municipal, por ausência superveniente de legitimidade para o exercício da Presidência, a partir da intimação da sentença que anulou sua eleição, e determino, com amparo no art.39º,§ 3º da Lei Orgânica de Correntina – Ba, que assuma a Presidência o Vereador mais idoso, o qual deverá realizar a eleição da Mesa Diretora, imediatamente, ou seja, na mesma sessão que assumir interinamente a Presidência da Câmara.”



Por Delis Ortiz e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília
Além disso, estava previsto para esta quarta (26) a análise, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), de um pedido para anular os decretos.
A informação sobre a revogação e sobre os novos decretos foi dada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em reunião com senadores na tarde desta terça-feira (25), segundo apurou a TV Globo.
Na manhã desta terça o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, havia afirmado que o presidente não revogaria os decretos.
Mais tarde nesta terça, porém, foi publicada uma edição extra do “Diário Oficial da União” que oficializou o recuo do governo.
A publicação trouxe a revogação dos decretos sobre armas e munições editados por Bolsonaro em maio e que tiveram parecer do Senado pela suspensão. Além das revogações, o governo editou três novos decretos sobre o tema.
As intenções do Presidente são claras. Formar milícias de fanáticos, armados, à moda Chavez e Maduro na Venezuela, para defender seu cargo e atacar desafetos.
As Forças Armadas e as instituições, como o Parlamento e a Justiça, parecem não concordar com os devaneios de Bolsonaro.

“Se fosse deputado ou senador, estava no Conselho de Ética, cassado ou preso”, afirmou.

“Por outro lado, desempregados da indústria e do comércio recorreram ao transporte e à alimentação para sobreviver, vendendo comida na rua ou se tornando motoristas de aplicativos, por exemplo. A informalidade puxou o rendimento para baixo.”
“Até 2014, a gente conseguia tirar facilmente até R$ 12 mil por mês. Foi quando realizei o sonho de comprar uma casa para a minha mãe, na Paraíba. Hoje, com sorte, ganho R$ 6 mil. Com o desemprego, as pessoas trocaram o táxi pelo ônibus e a concorrência aumentou, muito engenheiro virou Uber. Aquele tempo não volta.”
“O garçom de um restaurante com menos dinheiro no bolso gasta menos no mercadinho. O dono do mercadinho deixa de ir no restaurante. A queda no rendimento habitual gera um efeito negativo, em cascata, na economia.”









“O Domingo Espetacular, a partir deste domingo, 30/06, será apresentado por Patrícia Costa e Eduardo Ribeiro.”
“Paulo Henrique Amorim deixa o programa e permanece na emissora à disposição para novos projetos.”
A imprensa é sempre a culpada pelos malfeitos dos governantes. É o que se está vendo agora no caso do rumoroso Morogate, da Vaza Jato.


As próximas MPs do insigne, por que não dizer distinto, Presidente da República determinarão que os cachorros serão os cuidadores oficiais das linguiças e que as raposas serão responsáveis pela segurança dos galinheiros.




A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) adiará julgamento previsto para terça-feira do recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pede a anulação do processo do tríplex do Guarujá (SP), pelo qual o petista foi condenado e está preso, alegando que houve atuação parcial do então juiz do caso e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.
