







O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) lamenta a escolha de Arthur Weintraub como novo ministro da Educação, mudança divulgada nesta segunda-feira (8) pelo presidente Jair Bolsonaro. Para Solla, Weintraub terá uma “gestão de continuidade à de Ricardo Vélez Rodriguez”
“É mais um alucinado da escola de Olavo de Carvalho, fundamentalista religioso, fala a mesma baboseira de “marxismo cultural” e “combate ao comunismo”, como se estivéssemos na Guerra Fria. Será uma gestão de continuidade à de Ricardo Vélez Rodriguez, a troca não representa mudança de rota, foi uma adequação porque o guru astrólogo pediu para trocar seu indicado”, disse Solla.
O parlamentar destaca que o perfil do novo ministro tende a facilitar a estratégia do atual governo de enfraquecer a educação pública. “Querem que o nível superior seja apenas para a elite novamente. Esse senhor teve sua carreira acadêmica e profissional dentro da direção de grandes bancos, estudou sobre rentismo, sabe tratar de dinheiro, não de educação”, afirmou, destacando, ao contrário do que afirmara Bolsonaro no Twitter, que Weintraub não tem doutorado informado em seu Currículo Lattes.

O Secretário Municipal de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Isael Rocha, recebeu na manhã desta segunda-feira (08/04) na secretaria, na Prefeitura Municipal, o presidente da Câmara de Vereadores, José de Zuza, para uma conversa sobre o fortalecimento das ações de fomento à industrialização do município.
Isael informou ao parlamentar que os procedimentos para o processo dos trabalhos de abertura do Distrito Industrial estão avançados, conforme determinação do prefeito Dr. Termosires Neto, e que, em breve, haverá novidades sobre o assunto.
O presidente da Casa Legislativa parabenizou a gestão por ter estruturado a sede da pasta e por estar planejando a criação e desenvolvimento do setor industrial do município.

Por Giovanna Romano para a Veja, com imagem de Pedro Ladeira.
O colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi exonerado nesta segunda-feira, 8, do cargo de ministro da Educação. A decisão foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) pela sua conta oficial no Twitter. O presidente também anunciou seu substituto: o economista Abraham Weintraub, professor e economista.
Na última sexta-feira, 5, Bolsonaro já havia sinalizado que poderia demiti-lo. A saída de Vélez é a segunda baixa no ministério em pouco mais de três meses de governo. Em fevereiro, Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) foi demitido após entrar em rota de colisão com o vereador carioca Carlos Bolsonaro, filho do presidente.
Neste mesmo período, o MEC já registrou nada menos que dezessete baixas em cargos de alto escalão. Reportagem publicada por VEJA mostrou que, sob o comando de Vélez, o ministério tornou-se o epicentro de um pandemônio no governo federal, com brigas ideológicas e projetos emperrados. Enfraquecido, Vélez passou a ser bombardeado por evangélicos, militares e partidos.
No segundo dia de governo, o primeiro “mal-entendido” acontecia no ministério: um edital que alterava as regras para compras de livros didáticos foi publicado. O documento previa que as obras não precisassem mais de referências bibliográficas e que erros eram permitidos. Também foram revogados itens que falava sobre a diversidade cultural brasileira e a violência contra mulheres.O edital foi anulado no mesmo dia que foi divulgado pela imprensa (9 de janeiro) e o ex-ministro culpou o governo anterior de Michel Temer (MDB).
Após a polêmica, Vélez exonerou o chefe de gabinete do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, e outras nove pessoas que ocupavam cargos comissionados no órgão.Após a polêmica, a série de exonerações começaram a acontecer. O economista Murilo Resende Ferreira foi indicado para o cargo de coordenador do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no dia 16 de janeiro e foi demitido um dia depois.
Em cem dias do novo governo, o MEC já havia registrado dezessete baixas em cargos de alto escalão. Funcionários do ministério de médio e baixo escalões identificados como “petistas” também foram afastados.
E, então, Vélez deu uma entrevista para a VEJA comentando sobre a faxina ideológica no ministério. Em uma das respostas, quando perguntado sobre a educação moral e cívica voltar ao currículo, o ex-ministro afirmou que “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola”. Ele recebeu uma notificação do STF e precisou dar explicações sobre a declaração.
O ex-ministro que se posicionava contra às ideologias marxistas nas escolas, assim como Bolsonaro, anunciou que iria criar uma comissão para analisar as questões do Enem. Esse grupo foi instaurado em março pelo Inep com o objetivo de “verificar a sua pertinência [do Enem] com a realidade social, de modo a assegurar um perfil consensual do Exame”.
Também para combater tais ideologias, Vélez enviou cartas a diretores de escolas pedindo para que eles filmassem alunos cantando o Hino Nacional e determinando a leitura de mensagem com o slogan de campanha de Bolsonaro “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.




Aeroporto de Barreiras, Bahia.
Da Folha
A saída da Infraero das concessões de aeroportos no Brasil deverá ampliar os investimentos no setor. No entanto, também poderá levar a um corte de voos nas regiões menos movimentadas, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.
“É importante lembrar que a estrutura logística do país vai mudar muito com seu desenvolvimento nos próximos anos”, diz.
Continue Lendo “Saída da Infraero coloca em risco aeroportos regionais de pouco movimento”


“O benefício de R$400 será antecipado para os idosos em condição de miserabilidade que completarem 60 anos, que subirá para um salário mínimo a partir dos 70 anos. Para as pessoas com deficiência, nada muda.”
O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou neste domingo (7) que, se estivesse no lugar de Jair Bolsonaro, teria escolhido outras pessoas para trabalhar com ele no comando do governo.
Em um primeiro momento, Mourão disse que agradecia a pergunta, mas que sua parceria com Bolsonaro era total. “Quando ele toma uma decisão, eu acato.”
Questionado mais uma vez sobre possíveis mudanças na condução do país até aqui, o vice então respondeu: “Talvez pela minha personalidade, eu escolhesse outras pessoas para trabalhar comigo”.

Para Mourão, a grande participação de militares no governo Bolsonaro cria um risco de associação caso o governo falhe.
Se nosso governo falhar, errar demais, não entregar o que está prometendo, essa conta irá para as Forças Armadas, daí a nossa extrema preocupação.”
O vice respondia à pergunta da plateia –formada por estudantes, professores e pesquisadores– sobre o papel dos militares no Planalto e a percepção do presidente Ernesto Geisel (1974-1979) de que governar não era tarefa das Forças –Geisel iniciou a transição do regime militar para o civil.
Continue Lendo “Mourão em relação ao Governo Bolsonaro: “Eu trabalharia com pessoas diferentes.””

Do portal 247





A prisão de Lula é violência histórica e jurídica. Foram feitos processos a jato e adotadas decisões sob medida contra ele, encarcerado há um ano.
Existe controvérsia respeitável sobre provas. Agora, o STF volta a manipular pauta da corte para evitar decisão que pudesse beneficiá-lo.





Na manhã deste domingo, por volta das 08h30, uma Guarnição do PPM de Roda-Velha (85 CIPM) recebeu uma informação via Disk Denúncia que havia ocorrido um acidente na BA 463, sentido São Desidério, estando um veículo capotado, e que tinha duas pessoas escondendo algum material dentro de uma plantação de soja, situada aproximadamente a 10 km do Trevo que dá acesso a Roda-Velha.
Diante da informação a guarnição deslocou até o local e encontrou um veiculo GM/ Montana, placa policial EBN 1637, São Paulo-SP, de cor prata que havia capotado, porém nenhuma pessoa foi encontrada no local, e ao fazer a busca no veículo e vistoria nas proximidades do local foram encontrados 282 tabletes de maconha prensados, prontos para a comercialização e distribuição.
Ainda na diligencia, após chegada de reforço da CIPE CERRADO e RONDESP, foram realizadas buscas no sentido de localizar os proprietários da droga apreendida, contudo não foram localizados.
Por fim, todo o material e o veículo foram apresentados na DP de LEM para adoção das medidas julgadas cabíveis. Com edição de Sigi Vilares.

Compilado com as respostas do Ciro Gomes no evento Brazil Conference at Harvard & MIT.


Novos tempos, novos costumes, certo?


O presidente Jânio Quadros ocupou o Palácio do Planalto por rápidos sete meses, em 1961. Ele ficou célebre por ter inexplicavelmente renunciado ao cargo. Apesar do governo curto, ele baixou uma série de decretos polêmicos. Jânio vetou as corridas de cavalo no meio da semana e colocou as brigas de galo na ilegalidade. As misses foram proibidas de desfilar nos concursos usando maiôs cavados. Nem mesmo as repartições públicas escaparam das canetadas indiscriminadas do presidente.
Em março, Jânio baixou um decreto criando um modelo de uniforme que os funcionários públicos federais passariam a usar, de humildes motoristas de repartição a graduados professores universitários. O uniforme era um blusão com quatro bolsos e cinto. O modelo dos homens incluía calça; o das mulheres, saia. Esse tipo de blusão era conhecido como slack e se assemelhava a uma roupa de safári. Era um corte que o próprio presidente gostava de trajar. O decreto estabeleceu, no entanto, que o uso seria facultativo.
Moralistas de fechada duram pouco no poder. Fronteiriços – no sentido psiquiátrico da palavra – menos ainda.


Na tarde desta sexta-feira, 5, por volta das 16h30, uma equipe da RONDESP OESTE que realizava patrulhamento tático nas proximidades da localidade conhecida como “Cerradão”, município de Barreiras, prendeu em flagrante MARCOS RICARDO DE CASTRO, 52 anos, pela prática do crime popularmente conhecido como “Boa Noite, Cinderela”.
No momento da prisão o autor estava com uma de suas vítimas próxima ao veículo que utilizava para a prática do crime, um Renault Duster de cor branca, e se identificou utilizando-se de uma Carteira Nacional de Habilitação falsa.
Marcos já fez várias vítimas dessa modalidade de crime nos últimos vinte dias na rodovia que interliga os municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães. Restou comprovado também, após consultas na Delegacia, que pesa contra Marcos um Mandado de Prisão pela prática de furtos e assaltos à mão armada no estado do Goiás e no Distrito Federal.
O autor do crime foi conduzido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Luís Eduardo Magalhães para adoção das medidas cabíveis, juntamente com os seguintes materiais: 03 aparelhos celulares; R$ 567,00 em espécie; cartões bancários em nome de terceiros; 01 veículo Renault Duster; 01 porção de substância branca que utilizava para drogar as vítimas e 10 sacolas contendo roupas novas, conforme ROP n°. 048.




Nos parece claro. Quando algo ataca pessoas de raça diferentes, de opção sexual diversa ou ainda, de regiões diferentes do seu País, carece de esconder algo que não quer que todos saibam. Racistas, homofóbicos, xenófobos são a escória da humanidade. Dezenas de milhões já morreram, imolados, como os judeus, por exemplo, por um maluco chamado Hitler.
Um estudo genético feito a partir de amostras de saliva de 39 familiares de Adolf Hitler confirmou o paradoxo já suspeito: o líder nazista tinha raízes judaicas e africanas, duas raças que ele detestava a ponto de construir um holocausto com as suas mortes.

Do Estadão.
O presidente Jair Bolsonaro fez uma espécie de desabafo e um ‘mea culpa’ diante das dificuldades que o cargo impõe. “Desculpem as caneladas. Não nasci para ser presidente, nasci para ser militar”, disse em discurso no Palácio do Planalto para inauguração do Espaço de Atendimento de Ouvidoria da Presidência da República. Na quinta, o presidente também se desculpou pelas “caneladas” em reunião com presidentes de alguns partidos, segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Nesta sexta, em tom de brincadeira, ele também afirmou que às vezes se pergunta o que fez para “merecer isso”. “Às vezes me pergunto, meu Deus, o que fiz para merecer isso? É só problema”, afirmou sobre a função de presidente da República, rindo, ao finalizar sua fala no evento de inauguração. Ele deu a declaração ao falar que não possui qualquer ambição e que não lhe “sobe à cabeça” o fato de ser presidente.
Depois do evento, ao ser questionado se o cargo é mais difícil do que pensava, o presidente negou e falou que “sabia das dificuldades por ser um País grande”. Ele justificou que existem “muitos vícios no Brasil”. Citou como fatores de preocupação a violência, a empregabilidade e a educação. Sobre a fala de que “não nasceu para presidente”, disse, aos risos, que “tem que se virar para não ser engolido”.
Questionado se os problemas mencionados no discurso estariam relacionados também às dificuldades no diálogo com parlamentares e partidos políticos, respondeu que “cada um vai defender seus interesses” e que “isso é natural”. “Temos que convencer o pessoal para mostrar a questão da (reforma) da Previdência. Se não aprovar agora, pelo menos grande parte, daqui dois a três anos vai faltar dinheiro para pagar quem está na ativa, vamos virar uma Grécia”, declarou na coletiva de imprensa.
O presidente voltou a admitir que a proposta de capitalização na reforma da Previdência poderá não ser aprovada pelo Congresso e deixar a proposta para outra oportunidade. Ele já havia falado sobre a possibilidade em café da manhã com jornalistas, pela manhã.
“Nós queremos aprovar o que está aí, mas se os parlamentares entenderem que está complicado, difícil de explicar agora, podem decidir deixar para outra oportunidade”, disse na tarde desta sexta a jornalistas. “A gente gostaria que a proposta enviada fosse aprovada na íntegra, mas com toda certeza vai ser aperfeiçoada por parte do parlamento”, minimizou Bolsonaro.
O reconhecimento da inaptidão ao cargo é o primeiro passo. Que venham os seguintes.
O leitor também não deve perder a matéria da revista “Isto É”, com base na afirmação do jurista Miguel Reale, “Bolsonaro insiste em abrir caminho para o impeachment”.
Nessa sexta-feira dia 05/04, os trabalhadores em Educação em Assembleia Geral decidiram pela PERMANÊNCIA DA GREVE até que o governo municipal negocie os pontos pautados, alguns destes solicitados desde novembro de 2018.
Na quarta-feira tivemos uma reunião com o Secretário Municipal de Administração e Finanças, onde não houve nenhuma proposta para negociação ou solução das reivindicações. Hoje, a Secretaria Municipal de Educação nos entregou um ofício, também sem qualquer novidade nas negociações, trazendo insatisfação a todos.
Nesta tarde, já enviamos um ofício ao Prefeito Municipal solicitando uma audiência para que o Sindicato e a Gestão Municipal possam negociar, e encontrar soluções para o fim da greve.
Com o intuito de sensibilizar a gestão municipal e de abrir um espaço para que toda a população também possa se manifestar a favor da educação de Luís Eduardo Magalhães, é que realizaremos nesse sábado, dia 06/04/2019 um grande Ato Público em defesa da Educação.
O evento terá início às 16h30min na Praça Central Sérgio Alvim Motta e em seguida sairemos em carreata pelas ruas da cidade.
Você pai, mãe, avó, avô, tio, tia e cidadão de bem, participe conosco desse movimento, pois nosso compromisso é com uma Educação verdadeiramente de Qualidade.
Desde já agradecemos todas as manifestações de apoio recebidas.
Atenciosamente,
DIRETORIA DO SINPROLEM.

Da FolhaPress
A crise econômica dos últimos anos empurrou 7,4 milhões de brasileiros para a pobreza entre 2014 e 2017, segundo cálculo feito pela Folha a partir de um documento divulgado nesta quinta-feira pelo Banco Mundial e da base de dados da instituição.
O Banco Mundial trabalha ainda com a definição dos que são considerados extremamente pobres, precisando sobreviver com menos de US$ 1,90 (em PPC) por dia, o equivalente a R$ 220 a preços de hoje.
A conta feita pela reportagem a partir da base de dados da instituição com foco nesse outro recorte revela um lado ainda mais perverso da crise brasileira. O total de brasileiros vivendo abaixo da linha da extrema pobreza saltou de 5,6 milhões para 10,1 milhões entre 2014 e 2017. Ou seja, houve um acréscimo de 4,4 milhões de brasileiros considerados miseráveis no período.
O relatório divulgado pela instituição apresenta uma análise dos principais fatores que provocaram mudanças nos indicadores sociais da América Latina nas últimas décadas e alerta os governantes para a grande vulnerabilidade da chamada pobreza aos sabores do ciclo econômico que, na região, é muito sujeito a variações nos preços de commodities.
No caso brasileiro, o Banco Mundial mostra que 54% da queda na pobreza entre 2003 e 2013 se deveu ao impacto favorável da conjuntura – marcada por forte demanda externa por produtos básicos – sobre a renda per capita.
Embora os cálculos da instituição indiquem que o ciclo econômico teve grande peso na América do Sul como um todo, o efeito desse movimento sobre a redução da pobreza no Brasil foi maior do que em nações vizinhas como Chile (31%) e Peru (28%).
Já as políticas para a redistribuição de renda, como o Bolsa Família, explicaram 33% da diminuição na parcela de pobres na população brasileira na chamada “década de ouro”. Apenas 13% do movimento de redução da pobreza no Brasil se deveu a mudanças estruturais – e, portanto, mais sustentáveis – na composição da renda per capita.
Essa análise ajuda a explicar a reversão na tendência de queda da pobreza no Brasil após a eclosão da recessão de 2014.
O Banco Mundial afirma que, como o Brasil abriga um terço da população da América Latina, os movimentos do indicador no país têm forte peso sobre o da região como um todo. A instituição ressalta que, excluindo o Brasil da amostra, em média, a pobreza caiu na América Latina após 2014.
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