
O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot usou as redes sociais para reagir à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de encaminhar à Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito que investiga o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), deixando o tucano, por ora, fora da rota da Lava Jato.
“Tecnicamente difícil de engolir essa”, escreveu Janot, em sua conta no Twitter.
A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo havia pedido ao vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, que remetesse “o mais rápido possível” o inquérito sobre Alckmin. O argumento dos procuradores era que o investigação envolvendo o ex-governador tucano auxiliaria no “andamento avançado de outras apurações correlatas”.
Desde que deixou o cargo, o ex-procurador-geral tem usado constantemente a rede social para repercutir decisões que atingem o mundo político.



Depois de algumas tentativas, há quatro meses a técnica de enfermagem Claudeane Mota do Nascimento, 22 anos, conseguiu se separar e sair de casa. 










“As portas do Recicla, que estavam abertas há mais de 10 anos, estão fechadas e nossos filhos, que podem ingressar nos cursos a partir dos 12 anos, estão perdidos. Para nós pais de baixa renda, que só pagavam o uniforme, o Recicla era a única esperança na iniciação para o primeiro emprego e um bom preparo para o mercado de trabalho”, diz a mãe, lamentando a suspensão das aulas.
Segundo a Agência Brasil, o Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Paraná (SinDPF/PR) enviou hoje (11) um ofício à Superintendência do órgão no estado pedindo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que cumpre pena em sala especial no prédio da PF em Curitiba – seja transferido. 









A Oposição em Luís Eduardo Magalhães ainda não tem um nome definido para concorrer à Assembleia Legislativa. Entre marchas e contramarchas estão armando para que a pré-candidata situacionista, Jusmari Oliveira, saia eleita do LEM, abarcando boa parte dos quase 50 mil eleitores que votarão em 7 de outubro.


















