Em abril, Cesta Básica de Salvador apresenta alta de 1,59%

O tomate e a cebola, cultivos que sofrem com chuvas excessivas ou com altas temperaturas, foram os vilões do aumento.

A Cesta Básica de Salvador, calculada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base em 2.822 cotações de preços realizadas em 98 estabelecimentos comerciais (supermercados, açougues, padarias e feiras livres) da cidade, passou a custar R$ 594,89 no mês de abril de 2024.

Deste modo, quando comparado com o custo estimado no mês imediatamente anterior, houve uma elevação de 1,59% – aumento de R$ 9,30 centavos em relação a março, em termos nominais.

Dos 25 produtos da Cesta Básica de Salvador, 11 registraram alta nos preços: tomate (30,95%), cebola (28,20%), açúcar cristal (6,98%), óleo de soja (5,89%), café moído (4,07%), maçã (3,76%), manteiga (2,28%), leite (2,02%), queijo mussarela (1,89%), farinha de mandioca (1,02%) e a carne de primeira (0,41%).

Por outro lado, 13 produtos apresentaram redução: carne de sertão (-16,37%), flocão de milho (-14,66%), carne de segunda (-13,96%), ovos de galinha (-9,09%), feijão (-4,79%), queijo prato (-4,37%), batata inglesa (-3,49%), linguiça calabresa (-3,27%), arroz (-1,39%), cenoura (-1,05%), pão francês (-0,60%), frango (-0,39%) e a banana-prata (-0,12%). Apenas o macarrão (0,00%) manteve-se estável.

Em abril de 2024, dos 25 produtos que compõem a Cesta Básica de Salvador, o subconjunto dos ingredientes relativos ao almoço soteropolitano – composto por feijão, arroz, carnes, farinha de mandioca, tomate e cebola – apresentou alta de 3,84% e foi responsável por 37,86% do valor da cesta.

Por sua vez, o subgrupo de gêneros alimentícios próprios da refeição matinal – formado por café, leite, açúcar, pão, manteiga (e/ou queijos) – aumentou 0,47% e foi responsável por 31,86% do valor da cesta no mês de abril de 2024.

O tempo de trabalho despendido por um trabalhador soteropolitano para obter uma cesta básica foi de 100 horas e 12 minutos, o que equivale ao comprometimento de 45,55% do valor líquido de um salário mínimo de R$ 1.306,10, depois de descontado o valor de 7,50% da contribuição para a Previdenciária Social.

Luís Eduardo Magalhães ganha reforço na segurança escolar com duas novas viaturas

O prefeito Junior Marabá, o secretário de Segurança, João Paulo Nascimento, o comandante da Guarda Civil Municipal, João Batista e guardas civis municipais do Grupamento Escolar.

Luís Eduardo Magalhães ganhou um importante reforço no fortalecimento da segurança e patrulhamento escolar a partir desta segunda-feira (06), através da aquisição de duas novas viaturas.

Os equipamentos, no valor total de R$428.841,99 (quatrocentos e vinte e oito mil, oitocentos e quarenta e um reais e noventa e nove centavos), são resultado de financiamento do Fundo Nacional de Segurança Pública, por meio de adesão ao Programa Nacional de Segurança nas Escolas.

Para o prefeito Junior Marabá, essa é mais uma iniciativa para se somar às outras ações de fortalecimento da Educação no município.

“A Educação é um dos pilares da nossa gestão, para promover a igualdade em sala de aula e mudar a realidade de vida dos nossos alunos. Com o fortalecimento da segurança de toda a nossa comunidade escolar, nós promovemos um ambiente propício para o aprendizado, sem distrações, fazendo com que o nosso propósito seja alcançado”, disse.

Chuvas no RS: atualização das estatísticas na manhã desta terça-feira

Inundações em Porto Alegre afetaram operação das estações na CapitalCamila Cunha – Correio do Povo.

Mortes e desaparecimentos

De acordo com o boletim da Defesa Civil estadual, divulgado às 9h de terça-feira (7), a chuva causou 90 mortes. Outros quatro óbitos estão em investigação, para confirmar se foram causados pelo desastre meteorológico.

Outras 361 pessoas se feriram. Há 132 desaparecidos.

O RS tem 155.741 desalojados e 48.147 pessoas em abrigos.

Nível do Guaíba

As medições do nível do Guaíba são realizadas de hora em hora, conforme divulgação da Defesa Civil estadual. O dado mais recente, das 7h, mostra que o nível se manteve no mesmo valor em relação ao medido uma horas antes, chegando aos 5m27cm. O registro mais alto foi de 5m33cm, às 8h de domingo (5).

Água

As regiões Metropolitana, Nordeste, Central e dos Sinos estão com o abastecimento de água tratada afetado e o consumo deve ser feito de maneira responsável nestes locais. Conforme boletim da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), divulgado às 9h de terça-feira (7), 649,1 mil imóveis estão desabastecidos em sua área de atendimento.

Em Porto Alegre, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) informa que cinco estações de tratamento de água (Etas) seguem com operações suspensas. São elas ETA Moinhos de Vento, ETA São João, ETA Tristeza, ETA das Ilhas e, desde segunda, a ETA Menino Deus também está inoperante. Além disso, a outra ETA da cidade está operando com capacidade reduzida.

A suspensão das atividades nas estações se deve à inundação das estações de bombeamento de água bruta (Ebabs), que são as responsáveis pela captação da água para tratamento. Com isso, diversos bairros de Porto Alegre estão sem água ou com baixa pressão. Não há previsão para retomada das operações.

Energia elétrica

O Estado tem, no começo da noite desta segunda-feira, ao menos 470,1 mil imóveis sem energia elétrica.

RGE informa que em sua área de concessão 245 mil clientes estão desabastecidos. A maioria desses clientes está em áreas alagadas ou em locais inacessíveis para as equipes. As regiões mais afetadas são Metropolitana (79,7 mil), Vale do Taquari (61,2 mil), Vale do Sinos (54,6 mil), Vale do Rio Pardo, (33,9 mil) Serra (5,1 mil) e Planalto (4,3 mil).

Na área da Certel (em municípios dos Vales do Taquari, Caí, Rio Pardo, Paranhana e Encosta Superior do Nordeste), são 19 mil clientes sem fornecimento de energia elétrica.

Já a CEEE Equatorial divulgou que 206,1 mil clientes estão sem fornecimento de energia elétrica, sendo que 144 mil estão desligados por segurança, devido a áreas alagadas. Os municípios mais atingidos são Alvorada, Guaíba, Pelotas e Porto Alegre.

Resplendor, em Minas Gerais, lança moeda própria para movimentar economia

Nenhuma descrição de foto disponível.Resplendor, entre as montanhas e o rio. Abaixo a moeda local

Ubérrima: em circulação há 20 dias, moeda municipal de Resplendor (MG) já é aceita em quase 70 estabelecimentos comerciais

Em circulação há apenas 20 dias, a ubérrima — primeira moeda pública municipal do país — já é aceita como forma de pagamento em quase 70 estabelecimentos comerciais de Resplendor (MG). A moeda local também é usada pela prefeitura para o repasse de benefícios sociais.

Em entrevista ao Brasil 61, o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Conselho Monetário de Resplendor, Wender Barbosa, diz que o uso da ubérrima não só tem ajudado o município a reter a riqueza local — principal objetivo da iniciativa — como a atrair dinheiro de cidades vizinhas.

“O nosso principal objetivo é reter o dinheiro dentro do município, evitar a evasão para outras cidades, que acontece muito aqui. A gente tem também moradores de municípios vizinhos que estão vindo trocar real por ubérrima por causa do desconto no comércio”, afirma.

Nas duas primeiras semanas após o lançamento da moeda municipal, cerca de 30 mil ubérrimas entraram em circulação. A expectativa da gestão local é de que esse número seja dez vezes maior até o fim do ano.

Pioneirismo

Localizado no Vale do Rio Doce, o município de Resplendor é o primeiro do país a adotar uma moeda pública local. Com o apoio do Sebrae Minas, a cidade elaborou um plano para movimentar a própria economia e impulsionar a geração de emprego e renda.

A ubérrima faz parte dessa estratégia. Com a adoção de uma moeda local — aceita apenas na cidade — e a oferta de benefícios a quem usa as cédulas como forma de pagamento, a prefeitura espera impulsionar a atividade econômica interna.

“A gente está se reunindo com os comerciantes e dando a sugestão: ‘ofereça um benefício’. Nós temos taxistas oferecendo 10%, comerciantes oferecendo 15%, 20% de desconto para valorizar a Ubérrima, porque, por lei, é um [real] por uma [ubérrima]. Eu não posso ter câmbio diferente. Então, o que vai valorizar a moeda é o comerciante dar um atrativo, seja em desconto, cashback, premiações”, explica Barbosa.

Criada pela Lei Municipal 1206 de 2022, a ubérrima tem o mesmo valor do real. Ou seja, cada R$ 1 equivale a Ub$ 1. Segundo o secretário, a iniciativa tem o aval do Banco Central e do Tribunal de Contas da União (TCU). Para trazer segurança à iniciativa, a cada unidade de ubérrima emitida, a prefeitura guarda valor correspondente em real no Fundo Monetário Municipal.

Além do estímulo ao uso da ubérrima pela população no comércio local, a prefeitura já faz o pagamento de benefícios sociais municipais, como auxílio funerário, auxílio gestante, e de cestas básicas, com a nova moeda. “A nossa licitação para a oferta de cesta básica era com uma empresa de Governador Valadares, mas nós mudamos uma resolução do Conselho de Assistência Social e, agora, a cesta poderá ser paga com a moeda local. Cerca de R$ 200 mil a R$ 250 mil por ano vão ficar dentro do município”, explica.

Segundo o secretário, o uso da ubérrima pela população e pelos comerciantes é facultativo. “É mais uma opção de pagamento que a prefeitura está dando para o comércio local. Se a pessoa não quiser, está ótimo.”

Ampliação

A prefeitura de Resplendor estuda ampliar ainda mais o uso da moeda municipal. A gestão consultou o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais para saber se os moradores do município poderão, por exemplo, pagar o IPTU com ubérrima, já a partir do ano que vem.

Segundo o secretário, também se avalia permitir aos cidadãos pagarem suas dívidas com o município, hoje em torno de R$ 4 milhões, com direito a cashback. Seria mais uma forma de injetar dinheiro na economia local. “Se eu falar aí de 4 R$ milhões, com 20% de cashback, eu estou jogando mais R$ 800 mil no comércio local. Só que as coisas têm que ser programadas, porque eu tenho impresso um valor de 299 mil Ub$. Eu não posso fazer um programa tão audacioso agora”, pondera.

A moeda recebeu o nome após concurso realizado junto à população. “Ubérrima” significa “muito abundante”, ‘”fértil” e está presente no hino do município, que diz: “Resplendor, terra ubérrima e querida, onde a vida se passa docemente. Trazes no peito ainda bem gravadas as pegadas do indígena valente!”

Abapa fortalece agricultura familiar no oeste da Bahia com projeto de irrigação

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) está empenhada em fortalecer a agricultura familiar no Oeste da Bahia através do projeto “Apoio aos Pequenos Agricultores Familiares”. A iniciativa inclui a doação de kits de irrigação e visitas técnicas, o que reduz o risco climático, permite a rotação de culturas, possibilita mais de uma safra ao ano, aumenta a geração de renda e melhora a qualidade dos produtos.

Em Riachão das Neves, 13 famílias de comunidades como Joaquim Alves, Barreiro do Cedro, Povoado do Geraizinho e Povoado Rio Branco já foram beneficiadas. O secretário Municipal de Agricultura, Geo Borges Vital, destaca que a parceria com a Abapa fortalece a agricultura familiar local e melhora a qualidade de vida dos agricultores.

“Iniciamos a parceria com a Abapa há dois anos com três kits de irrigação, atualmente temos oito. Com essa doação selecionamos as unidades familiares que têm aptidão e disponibilidade de água para fazer pequenos projetos de irrigação. O agricultor tem o acompanhamento desde a implantação e o resultado foi o aumento da produtividade e das áreas cultivadas, proporcionando também o crescimento da comercialização dos produtos”, disse Borges.

O agricultor Osvaldino Alves de Souza, da localidade de Joaquim Alves, é um dos beneficiados e relata que o sistema de irrigação melhorou significativamente sua produção de milho e tomate. Na comunidade Barreiro do Cedro, Iolando Brito dos Santos ressalta que o sistema de irrigação foi decisivo para salvar sua plantação de melancia e mandioca, cultivada em uma área de meio hectare.

“O kit de irrigação foi minha salvação, a chuva esperada não veio e sem o sistema de irrigação iria perder todo o meu plantio. Essa parceria incentiva os agricultores e facilita o trabalho, agora vou plantar duas vezes ao ano, continuar com a melancia e crescer a área”, frisou.

O Projeto de Apoio aos Pequenos Produtores da Abapa já doou 117 kits de irrigação para agricultores dos municípios de Baianópolis, Barreiras, Correntina, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Muquém de são Francisco, Riachão das Neves, Santana, São Desidério e Wanderley, impulsionando o cultivo de hortaliças e frutas destinadas às feiras e comércios locais.

Nacional: as últimas notícias desta noite. Rio Grande preocupa autoridades

Canoas-RS, 06.05.2024 - Ação do Corpo de Bombeiros no bairro Mathias Velho em Canoas. Foto: Gustavo Mansur/ Palácio PiratiniCanoas está quase toda encoberta pelas águas.

Base aérea de Canoas está com capacidade limitada, alerta general

Com inundação do aeroporto de Porto Alegre, base tem sido principal ponto de chegada de aeronaves com donativos. Uma das alternativas é distribuir entregas para outros aeroportos do estado.

Segundo o militar, o trabalho integrado de militares e civis no auxílio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul resultou, até o momento, no resgate de 46 mil pessoas. Ao todo, foram centenas de salvamentos aéreos. Há mais de 10,3 mil militares envolvidos na operação, cerca de 42 aeronaves, mais de 1,1 mil viaturas e cerca de 250 embarcações.

Base Aérea de Canoas recebe doações para cidades atingidas pelas enchentes. Foto: Guilherme Pereira/ PMC

MPF pede cassação de governador do RJ, vice e presidente da Alerj

Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-RJ) pediu ainda a inelegibilidade de Cláudio Castro e do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, por oito anos. Defesas dos políticos negam irregularidades.Imagem

Câmara aprova decreto que reconhece calamidade no Rio Grande do Sul

Com a medida, os limites e prazos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal poderão ser suspensos, facilitando e acelerando o repasse de recursos federais para o estado afetado por enchentes.

Em Canoas, moradores ilhados pedem comida e água a militares

Na madrugada de domingo (5) para segunda-feira (6), militares do Exército percorreram as ruas alagadas da cidade para ajudar as famílias. Moradores resistem em deixar casas. Equipe da TV Brasil acompanhou a operação.

Motorista de Porsche se entrega à polícia e é preso em São Paulo

Fernando Sastre, motorista do Porsche, está preso provisoriamente e passará por audiência de custódia. Caso foi registrado como captura de procurado pela 5ª Delegacia Seccional.

Repasse federal ao RS com emendas parlamentares supera R$ 1 bilhão

Além dos R$ 580 milhões anunciados na manhã desta segunda-feira, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, anunciou mais R$ 480 milhões em emendas de transferência especial.

Porto Alegre tem mais de 9 mil pessoas em abrigos

Pela previsão da prefeitura, nível de alagamento na região da Cidade Baixa, um dos locais mais afetados da capital, pode subir 1,5 metro nas próximas horas.

Lula envia projeto para flexibilizar liberação de recursos para o RS

Medida autoriza a União a não computar despesas extraordinárias e renúncias tributárias para fins de meta fiscal. Também permite ao Rio Grande do Sul ampliar operações de crédito e o recebimento de transferências voluntárias.

Água invade centro tecnológico e data center do RS é desligado

Foram mantidos os sistemas de serviços essenciais, como da Defesa Civil, Saúde e Segurança Pública.

Dmae prevê de 7 a 10 dias para nível do Guaíba chegar a 4 metros

O diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae – Porto Alegre), Maurício Loss, afirmou que o Guaíba deve demorar de 7 a 10 dias para retornar a 4 metros, ainda um metro acima da cota de inundação. Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) indicam uma regressão lenta do nível das águas, e afirmam que o nível do Guaíba deve permanecer entre 5 e 5,5 metros nos próximos dias.

As notícias não linkadas são da Agência Brasil e Correio do Povo.

Junior Marabá participa da 2ª Etapa do Campeonato Baiano de VNT

Franklin Willer, Junior Marabá e Hugo Brasil

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, grande incentivador do esporte, participou de mais uma etapa do Campeonato Baiano de Velocidade na Terra (VNT), realizada neste final de semana (04 e 05 de maio), no Autódromo Municipal Júnior Poletto.

Além do prefeito, seu filho mais velho, Davi, de 08 anos, também participou da competição, na categoria Cadete Cross, voltada para os pequenos.

O evento realizado pelo Clube de Pilotos do Oeste (CPO), que contou com o apoio da Prefeitura, Confederação Baiana de Automobilismo (CBA) e da Federação de Automobilismo da Bahia (FAB), foi disputado nas categorias Autocross, Kartcross, Marcas e Cadete Cross.

A próxima etapa disputada no município acontecerá nos dias 13 e 14 de julho. Para Junior Marabá, Luís Eduardo Magalhães tem vocação para esportes de aventura, o que tem feito do município, circuito de grandes eventos.

“Ficamos muito felizes em fazer parte desse circuito de grandes competições de automobilismo, e estamos preparados para sediar as próximas etapas do Campeonato de VNT, oferecendo a excelente estrutura do nosso autódromo, além de mostrar a nossa vocação para esportes de aventura”, declarou o prefeito.

Meteorologia prevê novo período de chuvas e continuidade das cheias na Região Metropolitana.

A MetSul Meteorologia alertou nesta segunda-feira para a continuidade do cenário crítico provocado pelas enchentes no RS por um longo período. O aviso vale para Porto Alegre, região Metropolitana e outras cidades atingidas pelas cheias dos rios.

Conforme a MetSul, alguns pontos da Capital, da região Metropolitana e vales mais castigados pelas chuvas serão inabitáveis por semanas a meses pela destruição das moradias, da infraestrutura e o colapso dos serviços públicos essenciais, que terão que ser reconstruídos.

O nível do Guaíba, que hoje caiu para 5,26m, segue perto do pico de 5,30m. Apesar da diminuição, a cota alta da Lagoa dos Patos e o grande volume de água que irá descer complica o escoamento, mesmo com condições favoráveis de vento.

O cenário nos próximos dias se complica porque as condições meteorológicas, hoje excelentes, não vão seguir assim. Na quarta, as áreas atingidas pelas enchentes na Grande Porto Alegre e nos vales podem voltar a ter chuva, mas não será precipitação com volumes altos que venha a interferir no nível dos rios.

Na quinta, o ingresso de ar frio sem forte intensidade, além de trazer um refresco, vai ser responsável por causar vento do quadrante Sul no Norte da Lagoa dos Patos. O efeito será represamento do Guaíba que pode apresentar alta ou mesmo ter sua queda estancada ou reduzida por cerca de um dia.

“A maior preocupação está nos indicativos dos modelos numéricos de que entre os dias 10 e 15 de maio haveria um novo episódio de instabilidade com risco de chuva excessiva no Rio Grande do Sul. Sem os volumes do final de abril e do começo de maio, mas que podem atingir acumulados elevados. A chuva afetaria Porto Alegre e as cabeceiras dos rios que desembocam no Guaíba”, relata a MetSul.

Casal de jovens baianos está desaparecido no interior do RGS

O casal de baianos, Juliene Ferreiras Lopes, 19 anos, e Lucas Ferreira Borges, 22 anos, está desaparecido, desde o último dia 30, no município de Estrela, Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. A região é uma das afetadas pelos temporais que atingem o estado e já deixaram 39 mortos, 68 desaparecidos e 74 feridos.

Juliene e Lucas mudaram para o Rio Grande do Sul, há cerca de seis meses, para trabalhar. A família estava mantendo contato com os dois desde que os temporais começaram.

Na terça-feira (30), eles perderam contato com o casal. A última informação que tiveram foi a de que Juliene e Lucas estavam num abrigo por conta das chuvas.

A irmã de Juliene, Carol Lopes, disse que falava com ela ao telefone quando Juliene avisou que precisaria desligar a chamada porque o abrigo estava sendo alagado. Desde então, a família não teve mais notícias do casal.

A família disse ainda que já tentou contato com o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, mas não obteve retorno.

O g1 Bahia entrou em contato com a Polícia Civil de Porto Alegre, que disse não ter ainda o nome das pessoas desaparecidas pela dificuldade de acesso e de contato com as áreas isoladas pela chuva.

Madame Almerinda envia questões via zap de O Expresso.

Perguntas de Madame Almerinda, a maior consultora espiritual abaixo da linha do Equador, cafetina dos seres do além, enviadas à redação, via zap de O Expresso:

Meus caros: sabem qual é a diferença entre sarna galega e erisipela bolhosa? 

Sabem porque Juju Balagandã está batendo perna por um minion, agora petista de última hora, para elegê-lo prefeito de Barreiras? 

O tal do Mico ganha mais de 120 mil reais por mês, das três aposentadorias e do PL; arrecadou 17 milhões de reais em campanha entre os minions; e vendeu presentes que deveriam estar no acervo do Governo Federal. Quantas cestas básicas ele já enviou ao RGS?

Eita Madame complicada! Só faz pergunta difícil. Vamos ter que consultar nossos arquivos implacáveis para responder. Acalme-se, minha cara profetisa!

Sempre um cientista é ignorado antes das grandes tragédias.

O professor Marcelo Dutra da Silva, ecólogo e mestre de ecologia da IO/FURG (Instituto de Oceanologia, da Universidade Federal de Rio Grande) alertou, na Câmara de Pelotas, no Rio Grande do Sul, sobre o abandono de medidas preventivas, frente às alterações climáticas profundas. Não foi ouvido. E o resultado foram as inundações de 2023 e deste ano, com o resultado da perda de centenas de vidas e prejuízos incalculáveis.

A inundação de Porto Alegre, só para citar o exemplo mais prosaico, foi resultado de ignorar a troca de borrachas e parafusos da fixação das comportas.  

Mercado reduz projeção de inflação e prevê crescimento da economia.

Economia brasileira deve registrar crescimento acelerado ao longo do 1º  semestre de 2013

IPCA deve ficar em 3,72%, segundo analistas

O mercado financeiro reduziu a previsão de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 3,72%, um pouco menos do que a projeção da semana passada, de inflação de 3,73%.

O Focus traz as previsões de economistas e analistas de mercado consultados pelo BC. Para 2024, os analistas também projetaram crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao anunciado na semana passada, quando a estimativa era de que a alta ficasse em 2,02%. Agora o mercado projeta um crescimento maior, de 2,05%.

Para 2025, a projeção é de que o PIB cresça 2%. Índice que se repete em 2026 e 2027.

A estimativa da inflação para 2024 está dentro do intervalo de meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Para 2025, a previsão é de que a inflação fique em 3,64% e, em 2026, feche em 3,5%, a mesma para 2027.

Em relação aos juros básicos da economia, o mercado projetou uma taxa Selic de 9,63%. Os analistas acreditam que a referência para os juros no país deve diminuir o ritmo de queda, já que há quatro semanas a previsão era de que a taxa fechasse o ano em 9%.

Nas duas últimas reuniões, o corte na Selic foi 0.5 ponto percentual. Mas o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC indicou que poderá não repetir o mesmo ritmo de corte na próxima reunião agendada para os dias 7 e 8 de maio.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2025, em 9%. A estimativa para 2026 é de que a taxa básica caia fique em 8,75% ao ano. Para 2027, a previsão é de 8,5%.

Câmbio

Segundo o Focus, em 2024, o dólar deve fechar o ano em R$ 5,00. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 4,95. Para 2025, a projeção é de aumento do dólar, que deve ficar em R$ 5,05. Para 2026, a previsão é que o câmbio feche em R$ 5,10, a mesma para 2027.

Edição: Maria Claudia, da Agência Brasil

Mutirão regula cerca de 600 pacientes para atendimento na Capital e Interior

Cerca de 600 pacientes foram transferidos neste sábado (4) para unidades da capital e interior pela Central Estadual de Regulação (CER). Ao todo, até às 18h, 578 pessoas deixaram a lista de espera. A ação contou com a presença da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana.

“Nesse mutirão, realizamos um trabalho conjunto focado na resolução de problemas relacionados à regulação. Um dos nossos focos foi em pacientes que estão na regulação por necessitarem somente de avaliação por médico especialista ou de algum exame que a unidade em que ele está não possui. Com esse nosso esforço, vamos fazer com que o paciente possa ir a um hospital em que essa demanda possa ser atendida e retorne para a unidade em que estava”, afirmou Roberta Santana.

Durante todo o sábado, os profissionais da CER, além de gestores da Sesab, estiveram em contato permanente com diretores de unidades médicas, buscando solucionar a maior quantidade possível de demandas da lista da regulação. Entre as principais unidades de destino para os pacientes estão Hospital Ortopédico do Estado (HOE), Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) e Hospital Ana Nery (HAN).

Somente neste ano, a CER já avaliou mais de 98 mil pacientes, fruto de solicitações feitas por unidades de saúde nos 417 municípios baianos. O mutirão é parte de uma série de iniciativas para acelerar as transferências e melhorar o acesso à assistência de alta complexidade em nosso Estado.

A secretária também destacou a importância da inauguração de um equipamento de grande porte, como o novo Hospital Estadual Costa das Baleias (HECB), em Teixeira de Freitas, na expansão da oferta de serviços de saúde na Bahia. O Governo do Estado investiu mais de R$ 200 milhões para construir a unidade que será inaugurada ainda neste mês e que conta com 216 leitos, sendo 30 de UTI adulto e pediátrica. Mais de 800 mil baianos da região serão beneficiados com a abertura do HECB.

Polícia entra em confronto com traficantes que roubavam barcos no RS

Amanda Perobelli/Reuters

Criminosos, para salvar as drogas, levavam as embarcações que eram usadas para auxiliar a população, que sofre com as chuvas em Canoas.

A Brigada Militar em Canoas, no Rio Grande do Sul, entrou em confronto nesta segunda-feira (6) com traficantes que roubavam barcos na região. Segundo informações do apresentador Felipe Vieira, os criminosos levavam as embarcações usadas para auxiliar a população para salvar os entorpecentes.

Segundo Felipe Vieira, esta não é a primeira vez que chegam notícias de saques. O prefeito de Canoas, Jairo Jorge, já pediu reforço da Força Nacional na cidade, para que auxiliem nesta situação de saques e confrontos entre a Brigada Militar e criminosos.

RS: Cepea faz pré levantamento das perdas no agro e avalia impactos de desabastecimento.

Soja, milho, arroz, hortifruti, frango, suínos e pecuária; todos os setores têm prejuízos severos.

As chuvas deram alguma trégua no Rio Grande do Sul e as águas começaram a baixar em pontos específicos dos mais de 300 municípios afetados pela força da água. E é quando esse movimento acontece que é possível se iniciar, mesmo que de forma bem prematura, a mensuração dos inúmeros danos causados. Afinal, esta é a pior tragédia climática do estado e uma das piores do Brasil.

O agronegócio é um dos setores mais afetados da economia gaúcha e praticamente todas as cadeias registram prejuízos também sem precedentes. Sindicatos rurais, associações de classe, a Farsul (Federação de Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul), a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) e mais inúmeras instituições – inclusive de outros estados – estão alinhadas à sociedade civil para, em primeiro lugar, fazer os socorros e resgates que são possíveis – de pessoas e animais – para então começar a entender como ficará o estado gaúcho após esta tragédia ainda em curso.

Embora ainda seja bastante difícil medir, o Cepea já fez um primeiro balanço das principais cadeias afetadas. As chuvas não só afetaram as lavouras e criações, como também a logística.

“O CEPEA, que acompanha e analisa de perto as atividades do agronegócio no Rio Grande do Sul, captando as condições socioeconômicas de seus produtores rurais, neste lamentável momento de catástrofe climática, se solidariza com eles – e com a sociedade gaúcha como um todo – diante das substanciais perdas de renda e patrimonial, mas, acima de tudo, das vidas humanas sacrificadas”, trouxe uma nota da instituição neste final de semana.

O Cepea trouxe suas projeções divididas entre os principais setores do agronegócio gaúcho.

ARROZ – Para a produção de arroz, a chuvarada pode provocar uma perda considerável nos índices de produtividade, uma vez que a colheita do estado já estava bastante atrasada em relação a anos anteriores. As tempestades deixaram as lavouras debaixo d’água e retomar os trabalhos de campo ainda deve demorar. O abastecimento nacional também pode sentir, uma vez que o estado é o maior produtor de arroz do país.

“Há preocupação com o abastecimento no Brasil e seus impactos no custo de vida das famílias, em especial as mais pobres. Algumas estradas estão interditadas, o que também dificulta o carregamento do cereal”, afirmam os pesquisadores do Cepea.

Os últimos dados reportados pelo IRGA (Instituto Rio-Grandense do Arroz) apontavam para um rendimento médio do estado esperado em 8.612 quilos por hectare, número que deve cair bastante devido ao ocorrido.

SOJA – De acordo com os números mais recentes da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), 60% da área de soja havia sido colhida, contra 70% do mesmo período do ano passado. Assim, os 40% restantes estão também, quase todo, debaixo d’água, perdendo qualidade e produtividade a cada novo dia em que, inclusive a luz solar, seria fundamental para a conclusão dos ciclos.

Embora ainda seja bastante difícil medir, o Cepea já fez um primeiro balanço das principais cadeias afetadas. As chuvas não só afetaram as lavouras e criações, como também a logística.

“O CEPEA, que acompanha e analisa de perto as atividades do agronegócio no Rio Grande do Sul, captando as condições socioeconômicas de seus produtores rurais, neste lamentável momento de catástrofe climática, se solidariza com eles – e com a sociedade gaúcha como um todo – diante das substanciais perdas de renda e patrimonial, mas, acima de tudo, das vidas humanas sacrificadas”, trouxe uma nota da instituição neste final de semana.

O excesso de umidade tende a elevar a acidez do óleo de soja, o que pode reduzir a oferta de boa qualidade deste subproduto, especialmente para a indústria alimentícia”, afirma o Cepea.

O Rio Grande é o segundo maior produtor de soja do Brasil.

MILHO – Para o milho, não é diferente. A colheita também está paralisada em função das cheias, embora esteja na reta final. Os números da Emater/RS apontam que 83% da área da área do cereal já foram colhidos.

Porcos tentam se salvar no telhado de um galpão.

FRANGO, SUÍNOS E OVOS – “Relatos de agentes consultados pelo Cepea indicam que algumas propriedades de produção suinícola e avícola foram danificadas e agentes aindas estão à espera que a situação seja normalizada para que os prejuízos sejam calculados”, afirma a instituição. Todo este cenário se agrava na medida em que os produtores não conseguem atender às demandas ou ao menos cuidar de seus animais, uma vez que a chegada dos insumos – como ração, caixa e embalagens – está bastante comprometida.

Ainda segundo o Cepea, o atual quadro também deixa interrompidas as negociações do setor, o que poderia ser mais um fator a comprometer o abastecimento no estado e no Brasil.

PECUÁRIA DE CORTE – Na pecuária de corte, a cena é semelhante. Muitos animais perdidos, muitos ilhados e muitos lotes de animais para abates que nao conseguem ser transportados para os frigoríficos. “Com isso, muitos compradores e vendedores estão fora do mercado nestes últimos dias, à espera de que a situação seja controlada”, diz o órgão, em nota.

HORTIFRUTI – O Cepea afirma ainda que entre os produtos hortifrutícolas acompanhados no Rio Grande do Sul durante as cheias, o mais afetado – ao mesmo na avaliação feita até este momento – foi a cenoura. “O Cepea ainda não conseguiu levantar a extensão das perdas na praça produtora de Caxias do Sul, mas o cenário é crítico. Em Vacaria, localizada em uma altitude mais elevada, os impactos do temporal foram menos severos”, afirmam os pesquisadores.

Assim, nos últimos dias, a amostragem de preços da cenoura foi consideravelmente menor.

“Estima-se de que as inundações resultem em uma janela de oferta e, em muitos casos, dificultem, inclusive, a retomada das áreas afetadas”, diz o Cepea.

A instituição complementa ainda afirmando que “as safras de batata em Bom Jesus e de tomate em Caxias do Sul estão próximas do final, mas os danos neste encerramento de safra devem ser grande, devido aos volumes e à duração das chuvas”.

Por Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

 

Rio Grande do Sul tem seis barragens com risco iminente de ruptura

05.05.2024 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Sobrevoo em Canoas, Canoas - RS.  Foto: Ricardo Stuckert / PRRicardo Stuckert

Em todo o estado, 18 estruturas apresentam alguma fragilidade.

O governo do Rio Grande do Sul informou neste domingo (5) que o total de barragens em situação de emergência com risco iminente de ruptura por causa das fortes chuvas subiu para seis no estado. Nesse sábado (4), apenas duas barragens estavam em situação de emergência com “risco de ruptura iminente, exigindo providências para preservar vidas”.

As chuvas que atingem o estado desde a semana passada afetaram mais de 780,7 mil pessoas e já causaram 83 mortes, quase duas centenas de feridos e 111 desaparecimentos.

Ao todo, 18 barragens do estado apresentam algum nível de fragilidade. Além das seis barragens em situação mais crítica, outras cinco estão em “nível de alerta”, que é quando “anomalias representam risco à segurança da barragem, exigindo providências para manutenção das condições de segurança”.

Há ainda sete barragens em “nível de atenção”, que é quando “as anomalias não comprometem a segurança da barragem no curto prazo, mas exigem monitoramento, controle ou reparo no decurso do tempo”.

Além da barragem 14 de julho, que rompeu parcialmente na última quinta-feira (2) entre as cidades gaúchas de Cotiporã e Bento Gonçalves, está com risco iminente de ruptura a barragem PCH Salto Forqueta, em São José do Herval e Putinga. Na Salto Forqueta foram identificados “danos na margem direita da barragem e sinistro na Casa de Força, causado por inúmeros deslizamentos”.

Também estão em nível de emergência com risco de ruptura a barragem de São Miguel, em Bento Gonçalves; a barragem SDR, em Eldorado do Sul; a barragem Saturnino de Brito, em São Martinho da Serra; e a barragem do Arroio Barracão, em Bento Gonçalves

Nível de alerta e atenção

Já entre as barragens em nível de alerta em cidades gaúchas, estão a UHE Dona Francisca, em Nova Palma; a UHE Bugres-Barragem Divisa, em Canela; a barragem Capané, em Cachoeira do Sul; a barragem B2, em São Jerônimo; e a barragem Tupi, em Taquari.

As outras sete barragens em “nível de atenção” são: a UHE Bugres-Barragem do Blang e a UHE Canastra, ambas em Canela; a UHE Monte Claro, em Bento Gonçalves e Veranópolis; a UHE Castro Alves, em Nova Roma do Sul  e Nova Pádua; a barragem PCH Furnas do Segredo, em Jaguari; além das barragens Samuara e Dal Bó, ambas em Caxias do Sul.

O governo do estado informou ainda que segue monitorando as barragens de Santa Lúcia, em Putinga; Nova de Espólio de Aldo Malta Dihl, em Glorinha; Belo Monte, em Eldorado do Sul; e Filhos de Sepé, em Viamão.

O monitoramento dessas barragens é feito pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).

Edição: Aline Leal, da Agência Brasil.

Unidades de Saúde vão funcionar até às 22h em Luís Eduardo Magalhães

São ao todo quatro unidades: Moacir Marchesan, Luís Yoshio Shirabe, Nair Idite Poganski e Oswaldo Cruz

A partir desta segunda-feira, dia 06 de maio, quatro unidades básicas de saúde de Luís Eduardo Magalhães passam a funcionar até às 22h, com uma equipe composta por médico, enfermeiro e técnico em enfermagem.

A iniciativa é parte dos esforços da Prefeitura do município, através da Secretaria Municipal de Saúde, para oferecer melhor atendimento e cuidado aos munícipes, fortalecendo a atenção básica da cidade.

“Estamos trabalhando para levar a Saúde do município para mais perto da população nos bairros. A abertura destes quatro postos de atendimento até as 22 horas deverá facilitar o acesso da população e equilibrar o volume de atendimento da UPA”, disse o secretário Dr. Pedro Henrique Ribeiro.

Os postos de saúde Moacir Marchesan Luís Yoshio Shirabe, Nair Idite Poganski e Oswaldo Cruz, foram escolhidos estrategicamente, sendo dois mais ao centro e outras duas unidades do outro lado da BR, visando atender a população do Santa Cruz, Florais Léa e bairros vizinhos.

Confira as unidades que vão funcionar até às 22h
– Moacir Marchesan – Mimoso;
– Luís Yoshio Shirabe – Cidade Universitária;
– Nair Idite Poganski – Florais Léa;
– Oswaldo Cruz – Santa Cruz.

Mortes por chuvas no RS chegam a 66 e ultrapassam tragédia de 2023. Mais de 100 desaparecidos.

Voluntários estão mobilizados desde a madrugada e se alimentam dentro da água, enquanto auxiliam no resgate

Até o momento, 332 municípios foram afetados. Comitiva de Lula ao RS tem Lira, Pacheco, Fachin e mais 16

Chegou a 66 o número de pessoas mortas pelas fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul (RS), de acordo com o último boletim da Defesa Civil divulgado às 9h deste domingo (5). Outros seis óbitos ainda estão em investigação e 155 pessoas ficaram feridas. Há ainda 101 pessoas desaparecidas.

O número de óbitos superou a última catástrofe ambiental do estado em setembro de 2023, quando 54 pessoas perderam a vida devido a passagem de um ciclone extratropical. As autoridades afirmam que este é o pior desastre climático da história gaúcha.

As chuvas também obrigaram 95,7 mil pessoas a abandonarem suas casas, entre 80,5 mil desalojados e 15,1 mil desabrigados. Ao todo, as chuvas já afetaram 707,1 mil pessoas no estado. Dos 497 municípios gaúchos, 332 foram afetados pelas fortes chuvas, o que representa 66% das cidades do RS.

Ainda de acordo com o governo, mais de 420 mil pontos no estado seguem sem energia elétrica e 839 mil residências (27%) sem abastecimento de água.

As chuvas também provocam danos e alterações no tráfego nas rodovias estaduais gaúchas. Neste domingo (5), são registrados 113 trechos em 61 rodovias com bloqueios totais e parciais, entre estradas e pontes.

Devido à cheia do lago Guaíba, em Porto Alegre, a prefeitura da capital pediu para os moradores racionarem água diante da interrupção do funcionamento de quatro das seis estações de tratamento.

Diversas áreas de Porto Alegre foram inundadas após o lago Guaíba, que atravessa a cidade, ter ultrapassado a cota de inundação e superado, neste sábado, os cinco metros, maior nível já registrado.

Na noite de sábado (4), o governador Eduardo Leite, e os ministros Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) afirmaram que esforços conjuntos dos governos se concentram em resgatar o maior número de pessoas. Até ontem, mais de 10 mil resgates tinham sido realizados.

Comitiva de Lula

Lula decolou da Base Aérea de Brasília acompanhado da primeira-dama, Janja, de 13 ministros de seu governo, além de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e outras autoridades. Ministros do STF e do TCU também fazem parte do grupo. De acordo com o Palácio do Planalto, o ministro Edson Fachin, o presidente do TCU, Bruno Dantas, e o comandante do Exército, general Tomás Paiva, foram com o presidente.

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Atualização às 15h30m

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Rio Grande do Sul registrou 75 mortes em decorrência às fortes chuvas que atingem o estado desde o fim da semana. A informação foi confirmada pelo governo estadual neste domingo (5). Há um total de 103 desaparecidos.

O boletim do governo gaúcho diz ainda que há 780.725 pessoas afetadas pela tragédia e 155 feridos. Entre as 75 mortes informadas pelo governo, há seis em investigação para determinar se, de fato, foram causadas pelas chuvas.

Ainda conforme a Defesa Civil, neste domingo havia mais de 839 mil imóveis sem abastecimento de água, fornecido pela empresa Corsan, e 421 mil domicílios sem energia elétrica.

Os temporais também afetaram o serviço de telefonia em várias cidades. A TIM informou que 46 municípios estavam sem serviços de telefonia e internet na manhã de domingo. O problema atinge a Vivo em 45 cidades, e a Claro em 24 municípios.

As aulas foram suspensas nas 2.338 escolas da rede estadual e quase 200 mil alunos foram impactados. Um total de 250 escolas tiveram sua estrutura danificada pelas consequências da chuva. O governo estadual informou que, na tarde deste domingo, divulgaria a orientação para o retorno às aulas para a rede estadual.

Ainda conforme a Defesa Civil, neste domingo havia mais de 839 mil imóveis sem abastecimento de água, fornecido pela empresa Corsan, e 421 mil domicílios sem energia elétrica.

Os temporais também afetaram o serviço de telefonia em várias cidades. A TIM informou que 46 municípios estavam sem serviços de telefonia e internet na manhã de domingo. O problema atinge a Vivo em 45 cidades, e a Claro em 24 municípios.

As aulas foram suspensas nas 2.338 escolas da rede estadual e quase 200 mil alunos foram impactados. Um total de 250 escolas tiveram sua estrutura danificada pelas consequências da chuva. O governo estadual informou que, na tarde deste domingo, divulgaria a orientação para o retorno às aulas para a rede estadual.

Com Agência Brasil, UOL, Correio do Povo e Folha

Frente causará chuva forte nas áreas de enchente da Grande Porto Alegre

 O MetSul, instituto de meteorologia que primeiro alertou sobre o desastre que destruiu o Estado, alertou, agora à noite, que uma frente quente traz chuva neste domingo para parte do Rio Grande do Sul e que deve ser forte em áreas castigadas por enchentes.

Uma frente quente que avança de Norte para Sul traz chuva para as áreas em que neste momento são as mais atingidas pelas enchentes, como a Grande Porto Alegre. Alerta-se para o alto risco de chuva forte com pancadas torrenciais, que podem vir com raios e trovoadas, não se descartando temporais isolados.

A instabilidade mais forte ocorre nesta noite de sábado no Norte do estado, sobretudo na região da Serra Gaúcha, onde chove forte em vários pontos.

O tempo já apresenta chuva na área metropolitana. Entre a madrugada e de manhã, a instabilidade mais forte migra para Sul com elevado risco de chuva forte a localmente intensa com raios e trovoadas em pontos entre o Centro e o Leste do estado, sobretudo entre os vales, a Grande Porto Alegre e o Litoral Norte.

Ao longo do domingo, a chuva avança mais para Sul. Com isso, em muitas cidades vai abrir o tempo com sol e nuvens. A temperatura fica mais elevada na Metade Norte do estado com sensação de tempo quente e abafado. No Sul gaúcho, chance de chuva mais da tarde para a noite.

Cerca de 60% dos municípios do RS já foram afetados pelos temporais

Porto Alegre - 03/05/2024, Trabalho do corpo de bombeiros na contenção das águas elevadas do Rio Guaiba. Foto: Lauro Alves/SECOMLauro Alves/Secom

Da Agência Brasil.

Cerca de 350 mil localidades estão sem luz. Sem energia, a água potável falta também na maioria desses domicílios.

Dos 497 municípios do Rio Grande do Sul, 300 foram afetados pelas fortes chuvas que atingem o estado, o que corresponde a 60,36% dos municípios. A informação consta no Boletim da Defesa Civil estadual, atualizado às 12h deste sábado (4).

A Defesa Civil aponta 57 mortes em decorrência dos temporais, sendo dez em investigação para determinação da causa. O novo número superaria as 54 mortes registradas em setembro do ano passado, durante a passagem de um ciclone extratropical.

Desde segunda-feira (29), pelo menos, 67 pessoas continuam desaparecidas e outras 74 estão feridas. A Defesa Civil gaúcha contabiliza que 32.640 desalojados e 9.581 estão temporariamente em abrigos.

Sobre os serviços de infraestrutura no estado, o governo do Rio Grande do Sul divulgou, neste sábado (4) que as chuvas deixaram 350 mil localidades sem energia elétrica, sendo 54 mil da distribuidora CEEE Equatorial somados a 296 mil pontos abastecidos pela empresa RGE Sul.

Em relação ao fornecimento de água tratada, a Corsan informa que 860,9 mil pessoas, 28% do total de clientes da companhia, estão sem abastecimento de água. As cheias também afetaram os serviços de telecomunicações (telefonia e internet) em 128 municípios.

Neste sábado (4), são 128 trechos em 61 rodovias com bloqueios totais e parciais, entre estradas e pontes, conforme atualização das 9h. O próximo boletim será divulgado às 18h deste sábado.

As aulas estão suspensas em toda rede de ensino estadual, que conta com 2.338 escolas. Quase 200 mil (199.724) estudantes foram impactados pelo fechamento das salas de aula. Até o momento, 603 escolas afetadas, sendo 224 danificadas, 30 servindo de abrigo e as demais com problemas de acesso e outros.

Previsão do tempo

Os temporais continuarão fortes neste fim de semana e podem agravar as enchentes. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), até este domingo (5), a previsão é de chuva volumosa, podendo superar os 100 milímetros (mm) por dia, entre o norte do Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina; as rajadas de ventos podem superar os 60 km/h. O instituto prevê também a ocorrência de descargas elétricas (raios) e possível queda de pedras de granizo, no momento das tempestades mais severas.

Ajuda

Em caso de emergência, as pessoas devem ligar para a Defesa Civil no município (telefone 199) e para o Corpo de Bombeiros Militar (telefone 193).

Também é possível se cadastrar para receber os alertas meteorológicos da Defesa Civil estadual. Basta enviar por SMS, no celular, o CEP da localidade onde o interessado está para o número 40199. Em seguida, uma mensagem de confirmação será enviada, tornando o número disponível para receber as informações sempre que forem divulgadas pela Defesa Civil estadual.

O cadastro pode ser feito via aplicativo WhatsApp. Antes, é necessário enviar uma mensagem de texto pelo telefone (61) 2034-4611.

Lula volta ao Rio Grande do Sul neste domingo.

Porto Alegre, 03/05/2024, Rio Guaíba, usina do gasômetro, em Porto Alegre após chuva intensa. Foto: Gilvan Rocha/Agência BrasilGilvan Rocha/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornará ao Rio Grande do Sul neste domingo (5) para acompanhar os trabalhos do governo federal para prestação de assistência humanitária aos atingidos pelas fortes chuvas no estado, desde a última segunda-feira (29). A informação foi confirmada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Paulo Pimenta, em seu perfil na rede social X (antigo Twitter).

Na tarde deste sábado, Lula também preside uma reunião virtual da sala de situação criada por ele na quinta-feira (2). No Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, o presidente é acompanhado de ministros e, por videoconferência, debatem soluções emergenciais com ministros que viajaram ao estado na manhã deste sábado (4) para instalação de um escritório permanente, em Porto Alegre, nesta segunda-feira (6) que funcionará como base para agilizar a comunicação entre governo federal e municípios atingidos.

Retorno de Lula

Neste domingo, a previsão é que o presidente viaje acompanhado de nove ministros, entre eles, o da Fazenda, Fernando Haddad; a ministra da Saúde, Nísia Trindade; da Educação, Camilo Santana. O desembarque está previsto para 10h30 no estado. E na agenda de compromissos, o presidente Lula irá se reunir com o governador gaúcho, Eduardo Leite, prefeitos dos municípios afetados e autoridades locais, com o objetivo de reforçar o trabalho conjunto que está sendo feito.

“Não vai faltar disposição, orçamento e capacidade de trabalho, para que a gente possa reconstruir tudo aquilo que está sendo destruído do Rio Grande do Sul. Mas, principalmente, para que a gente possa salvar vidas e fazer com que todo o suporte necessário, nesse momento dramático que o Rio Grande precisa, possa ser oferecido pelo Governo Federal”, anunciou o ministro da Secom/PR.

A equipe se somará às autoridades federais que já visitou as cidades de Canoas e de Porto Alegre, neste sábado: os ministros Paulo Pimenta; da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana; o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/Mapa), Edegar Pretto; e o secretário nacional de Assistência Nacional, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, André Quintão,

Segunda visita

Em menos de uma semana, será a segunda visita do presidente Lula ao estado. Na quinta-feira (2), o presidente Lula e ministros estiveram no estado, desembarcaram na cidade de Santa Maria, para avaliar a situação. Na ocasião, garantiu que não faltarão recursos do governo federal no socorro à população do Rio Grande do Sul e na reconstrução de municípios gaúchos atingidos por tempestades e enchentes desde o início da semana.

Após a visita, o presidente Lula determinou a criação desta sala de situação para centralizar e coordenar as ações federais de socorro à população do estado e monitorar os temporais no RS.

Edição: Valéria Aguiar/Agência Brasil

Desembargador manda prender motorista do Porsche.

Após três negativas, Justiça de São Paulo mandou prender o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho.Após três negativas, Justiça de São Paulo mandou prender o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho. Foto: Reprodução/Brasil Urgente/TV B

Após três pedidos de custódia do empresário Fernando Sastre, de 24 anos, desembargador João Augusto Garcia aponta que medida é necessária para garantir a ordem pública e ‘evitar a reiteração delitiva’; defesa diz que considera decreto de prisão ‘desproporcional’ e que vai recorrer.

O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, que causou a morte de um motorista de aplicativo no mês passado. A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público.

Em nota, a defesa informou que considera a prisão ”desproporcional” e que vai recorrer.

O desembargador João Augusto Garcia justificou que a medida é necessária para garantir a ordem pública, preservar a investigação e evitar a “reiteração delitiva”. Ele mandou expedir o mandado de prisão com urgência. A fiança que o empresário já pagou não será devolvida.

A decisão alerta para o risco de “manipulação de provas”. O desembargador afirma que uma das testemunhas mudou a versão após ter contato com o empresário. Também destaca que ele não foi encontrado no hospital onde disse à Polícia que estaria ao deixar o local do acidente.

Porsche atingiu e destruiu o Sandero e matou motorista de aplicativo na Avenida Salim Farah Maluf.

O histórico do empresário pesou na decisão. O desembargador destaca que ele havia recuperado a permissão para dirigir dias antes do acidente, após a suspensão do registro por multas de excesso de velocidade.

“Em havendo indicativos de que, mesmo instado por pessoas a não dirigir, por seu estado (indicado ainda pelo frentista Reinaldo, que viu o réu sair cambaleando), fazem crer na possibilidade de reiteração em descumprimento de normas, devendo o poder judiciário estar atento quanto ao resguardo da ordem pública, prevalecendo, nesse momento, o interesse coletivo, em detrimento do individual”, diz um trecho da decisão.

O acidente aconteceu na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Fernando saiu de uma festa “open bar” (com bebida liberada) quando se envolveu na batida. Ele dirigia o Porsche que bateu a cerca de 156 km/h na traseira do Sandero do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana. O limite para a via é de 50 km/h. Outros três pedidos de prisão (uma temporária e duas preventivas) haviam sido negados pela Justiça.

Do Estadão

Mortes no Rio Grande do Sul por causa das chuvas já chegam a 41.

SINIMBU, RS, BRASIL, 03.05.2024 - Trabalho de limpeza na região de Sinumbu, devido aos estragos causados pela forte chuva no estado do Rio Grande do Sul. Foto: Gustavo Mansur/Palácio PiratiniFoto de Gustavo Mansur, do Palácio Piratini

Mais de 8 mil pessoas já foram resgatadas. Sessenta e oito estão desaparecidas. Quase 300 mil imóveis sem energia e 441 mil sem água. Em todo o Estado, inclusive em Porto Alegre, os alimentos sumiram dos supermercados. Ainda chove forte no Estado devastado. Mas o epicentro do fenômeno tende a se deslocar até segunda-feira para Santa Catarina.

Veículos cobertos pela lama após enchente em Encantado. Foto: Diego Vara/ReutersEstadão

Vista aérea da enchente que atinge a cidade de Porto Alegre. Foto: Carlos Macedo/AP PhotoEstadão – Pontes de acesso do Sul e Oeste do RGS interrompidas.

Rio Grande do Sul enfrenta o pior desastre climático da sua história. Foto: Jeff Botega/Agencia RBS via REUTERS Pontes sobre o Rio Taquari, nas cidades gêmeas de Estrela e Lajeado, na Estrada da Produção. Foto do Estadão.

O Rio Grande do Sul já registra 41 mortes em decorrência das chuvas que atingem o estado desde o início da semana. Segundo a Defesa Civil, 68 pessoas estão desaparecidas.

Mais de 8 mil pessoas já foram resgatadas pelas forças integradas de segurança e 24 mil estão desalojadas. Até agora, o governo contabiliza 265 municípios afetados, do total de 497 em todo o estado.

Ao atualizar os números na tarde desta sexta-feira (3), o governador Eduardo Leite disse que a situação ainda é crítica especialmente nas regiões central, vales e serra. Ele também fez um alerta para os moradores de Porto Alegre e região metropolitana, que podem ser atingidos nas próximas horas por causa da cheia do Lago Guaíba.

“Todos os sistemas de proteção estão sendo postos à prova por conta de um volume muito grande e persistente de água. Uma eventual ruptura pode causar uma onda, arrastando pessoas, ferindo, machucando e até colocando em risco a vida das pessoas”, alerta Leite.

Bacias

O governador Eduardo Leite disse que as informações técnicas mostram que o Rio Taquari deve continuar baixando o nível nas próximas horas. “Pelo volume de chuvas na região nordeste do estado, nos rios que contribuem para o Taquari, há expectativa que possamos ter a manutenção da redução do nível do rio e que ele não volte a subir. Mas ainda com muita atenção”, disse.

O governo do estado também monitora a situação dos rios Gravataí, Jacuí e dos Sinos, além do Guaíba e da barragem de 14 de Julho, que rompeu parcialmente na quinta-feira (2). Outra bacia monitorada a partir desta sexta-feira é a do Rio Uruguai, em razão das chuvas previstas para os próximos dias nas regiões norte e nordeste do estado.

Eduardo Leite garantiu que, apesar da dificuldade financeira do estado, não faltarão recursos estaduais para os municípios restabelecerem a normalidade. “Vamos tirar dinheiro de qualquer lugar que seja possível para poder estabelecer o atendimento a todas as pessoas”, garantiu, acrescentando que os recursos serão repassados diretamente às prefeituras, sem burocracias.

O comandante do Comando Conjunto Sul da Operação Taquari 2, general Hertz Pires do Nascimento, informou que ainda não foi possível instalar o hospital de campanha em Estrela, por causa da dificuldade de acesso à região. Segundo ele, está vindo do Rio de Janeiro a estrutura para a montagem de outro hospital de campanha, equipado com centro cirúrgico, que poderá ser instalado em qualquer localidade do estado.

Novo vazamento

Durante entrevista coletiva, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, precisou se retirar para atender a um chamado de emergência, sobre um possível rompimento do dique que absorve a água do Arroio Feijó, na zona norte da capital gaúcha. Segundo ele, a região envolve cerca de 12 vilas populares.

No início da tarde desta sexta-feira, uma comporta de segurança, localizada na zona norte de Porto Alegre, se rompeu pela força das águas que se acumulam.

Mais de 100 pessoas morreram em desastres climáticos no estado desde o ano passado.

Da Agência Brasil, editado

MST gaúcho fornece 30 mil marmitas para bombeiros, socorristas e desabrigados

Tarado? Pedófilo? Violento? Pregador do ódio? A gente já sabe quem é.

Imagem

Na foto, Lula e o pastor da Igreja da Lagoinha, que beija a filha na boca e exclama: “Mulherão!”. Não é o Lula? É o Supremo Ogro Bola Murcha? Humm! Não falha nunca!

Se aparecer um tarado, pedófilo, violentando vulneráveis é só perguntar em quem ele votou nas últimas eleições e está tudo explicado.

Centro Histórico de Porto Alegre já está sob as águas

Relato do MetSul

A enchente do Guaíba atinge o Centro Histórico de Porto Alegre. O muro da Mauá resiste, mas águas estão refluindo pela rede pluvial e vazando pelas laterais das comportas do muro.

A Prefeitura orienta que a população deixe as áreas baixas do Centro, onde barricadas e sacos de areia sendo colocados nas portas de lojas e prédios. Não há medições disponíveis de réguas de medição de nível dos governos estadual e federal. A estimativa é que o Guaíba já tenha superado 4,50 metros e se aproxime da cota recorde de 4,76 metros.

Porto Alegre só teve enchente neste nível em maio de 1941, mas foi antes do sistema de contenção de cheias erguido na década de 70. O sistema com os diques da Diário de Notícias, Beira-Rio, Muro da Mauá, Castelo Branco e Freeway do DC até a FIERGS até o momento tem impedido o avanço do Guaíba sobre a cidade. Problemas vão aparecer, especialmente no bombeamento, como se vê agora no Centro, mas o fundamental é que as estruturas físicas de Engenharia até agora impedem uma inundação catastrófica da cidade.

A inundação das ilhas é catastrófica com água com altura de até dois metros em diversos pontos. Espera-se ainda inundação severa no bairro Ipanema e outras áreas que não têm proteção de diques nas margens. Mais ao Sul da cidade, muitas áreas devem ter muito graves inundações, como no Lami e Guarujá.
A grande área suscetível a inundações caso os diques não contenham a força das águas.

Em 1941, os temporais começaram em 10 de abril e castigaram o Estado por 35 dias. A precipitação foi de 905,3 mm em Santa Maria, 623,6 mm em Taquari e 545 mm em Caxias do Sul. Pessoalmente ouvi relatos de velhos moradores de Porto Alegre de que, às margens das regiões mais baixas da Capital e até mesmo no centro, eram encontrados cadáveres boiando. Na época não existiam os diques, os muros e as bombas de esgotamento das inundações. Nem mesmo a orla tinha sido aterrada.

 

Projeto Sustentabilidade nos bairros inicia na próxima segunda (06) em Luís Eduardo

Equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade de Luís Eduardo Magalhães

Levar a educação ambiental para dentro das casas dos moradores de Luís Eduardo Magalhães. Esse é um dos objetivos do Projeto ‘Sustentabilidade nos Bairros’, que inicia na próxima segunda-feira (06). A iniciativa é da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, e vai funcionar por meio de visitas às residências em diferentes bairros da cidade.

Os técnicos e educadores ambientais da Secretaria vão atuar junto à comunidade, levando informação aos moradores sobre a adoção de medidas simples e eficazes para a preservação do meio ambiente, como a separação correta dos resíduos sólidos, e sobre o funcionamento da coleta seletiva. A equipe também vai realizar uma pesquisa para avaliar a atual situação da separação de resíduos sólidos no município e saber a opinião da população sobre esse tema.

No projeto, serão escolhidas 30 residências por zoneamento (bairros) que serão acompanhadas pelos técnicos da Secretaria. A expectativa é que as famílias incluídas no projeto, desenvolvam hábitos sustentáveis em sua rotina e sejam multiplicadoras dessas informações em sua comunidade.

Lula garante, no RGS, a recuperação de todas as cidades atingidas pelo desastre.

Subiu para 32 o número de vítimas em decorrência dos temporais que atingem o Rio Grande do Sul desde a segunda-feira (29). 

A Defesa Civil registra 29 mortes até esta quinta-feira (2). 

As outras três mortes foram confirmadas por prefeituras, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e órgãos locais A previsão é que os temporais só sejam interrompidos entre sábado e domingo.

A Defesa Civil afirma que há 60 desaparecidos 36 feridos. O órgão soma cerca de 14,8 mil pessoas fora de casa, sendo 4.645 pessoas em abrigos e 10.242 desalojados. Ao todo, 154 dos 496 municípios do RS registraram algum tipo de problema, afetando 71,3 mil pessoas.

Agora, os piores danos estão reservados para a Região Metropolitana de Porto Alegre, para onde convergem os rios Jacuí, Gravataí, Caí, Taquari e rio dos Sinos.

Com calamidade pública decretada, o Rio Grande do Sul vive a “maior tragédia natural da sua história”. Com 32 mortos, o Estado convive com cidades submersas, a ameaça de cheias ainda maiores e a dificuldade das autoridades para executar os resgates.

Os danos para as lavouras gaúchas, muitas delas em fase final de colheita, outras em fase de plantio de inverno, são incalculáveis.

Prefeitura classifica momento atual como O muro da avenida Mauá, ao longo do cais do porto, segura, momentaneamente, a subida das águas no Estuário do Guaíba. Um conjunto de polders e bombas de esgotamento ajuda na contenção da enchente.

A Prefeitura de Porto Alegre decretou na noite desta quinta-feira estado de calamidade pública na Capital. A decisão classifica o desastre como de grande intensidade (nível III), levando em consideração os parâmetros estabelecidos pela portaria nº 260/2022 do Ministério de Desenvolvimento Regional. A cidade vive a tensão de uma elevação histórica do nível do lago Guaíba.

A Defesa Civil de Porto Alegre divulgou um novo alerta nesta quinta-feira, indicando a possibilidade de continuidade das chuvas extremas até o meio-dia de segunda-feira.

Acolhimento

A Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) registra 304 pessoas acolhidas nos abrigos temporários. Destas, 238 estão no Pepsi On Stage – local que concentra, especialmente, a população da região das Ilhas. O Centro Social Padre Pedro Leonardi, na Restinga, recebe 46 pessoas, enquanto o Clube dos Correios, na Ponta Grossa, atende 20.

Mobilidade

Os agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) trabalham no atendimento de 17 ocorrências – sendo seis bloqueios totais e seis parciais de ruas e avenidas. A orientação é que a população evite deslocamentos desnecessários. O órgão publica atualizações em tempo real no X, o antigo Twitter.

Educação

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) informa que as aulas nas escolas da rede municipal permanecerão suspensas nesta sexta-feira, 3. Será mantido o regime de plantão para acolhimento de alunos que necessitarem.

Saúde

Ao todo, 31 serviços de saúde foram impactados pela chuva e elevação do Guaíba nesta quinta. Destes, dez interromperam as atividades e 21 operaram com restrições. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) presta apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos resgates aeromédicos às vítimas das enchentes.

Doações

A prefeitura recebe doações de itens de cama (colchões e lençóis de solteiro, fronhas), roupas e calçados infantis, produtos de higiene e limpeza (sabonetes, escova e pasta de dente, papel higiênico, shampoo, toalhas de banho), água, copos plásticos e pacotes de ração para cães e gatos.

ONU quer mais Feijões e Pulses* no prato.

O que são Pulses?

Proposta faz parte da nova era na luta contra as mudanças climáticas e contra a fome

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) deu um passo decisivo na luta contra as mudanças climáticas ao lançar um roteiro ambicioso para transformar o setor agroalimentar em um sumidouro de carbono até 2050. O plano, divulgado em 10 áreas prioritárias, não só visa erradicar a fome, mas também direcionar o setor para um futuro sustentável e resiliente.

A urgência da iniciativa é enfatizada pela crescente evidência científica dos impactos das mudanças climáticas nos sistemas alimentares globais. Os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) destacam o papel crucial que o setor agroalimentar deve desempenhar na mitigação e adaptação às mudanças climáticas para manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C, conforme estabelecido pelo Acordo de Paris.

A COP28, recentemente realizada, marcou um marco importante ao dedicar um dia inteiro à discussão sobre Alimentação, Água e Agricultura. A assinatura da Declaração dos Emirados por 130 nações ressalta o compromisso global em integrar a agricultura nos esforços de mitigação das mudanças climáticas.

Roteiro

O roteiro divulgado pela FAO, intitulado “Alcançar o ODS2 sem ultrapassar o limite de 1,5°C: um roteiro global”, identifica áreas críticas para a ação, como a pecuária, o solo e a água. O objetivo é alcançar a “Fome Zero” sem ultrapassar os limites climáticos estabelecidos pelo Acordo de Paris.

Um aspecto fundamental do roteiro é a ideia de “transição justa”, que visa garantir que a transformação do setor seja equitativa e inclusiva. Isso envolve desde a redução do consumo de carne em países mais ricos até o apoio aos pequenos agricultores em países em desenvolvimento para adotar práticas agrícolas sustentáveis.

No entanto, para alcançar essas metas ambiciosas, é essencial garantir o financiamento adequado. Atualmente, apenas uma pequena parcela do financiamento climático global é direcionada para os sistemas alimentares, destacando a necessidade urgente de investimento adicional.

A FAO estima que atingir as metas estabelecidas no roteiro poderia não só reduzir significativamente o número de pessoas enfrentando a fome, mas também criar sistemas alimentares neutros em carbono até 2035.Com este roteiro em vigor e mais detalhes a serem apresentados nas próximas cúpulas da COP, o setor agroalimentar está agora firmemente no caminho para uma transformação verde.

(*)Pulses é o nome dado às sementes secas de leguminosas utilizadas na alimentação. No Brasil, os pulses são representadas principalmente pelos feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, feijão guandu e favas.

Do Rural News, editado.

Barragem rompe na Serra gaúcha e nível da enchente pode subir até 4 metros rapidamente.

Prefeitos da região confirmaram rompimento da estrutura da barragem 14 de julho, da Ceran

Orientação imediata é que moradores dos municípios a partir de Santa Bárbara busquem regiões mais altas, pelo menos seis metros acima dos rios. Abaixo, a Havan de Lajeado, a 100 km de Porto Alegre, já sob as águas. Relatos do Correio do Povo.

O total de mortes registradas pelos temporais subiu para 13 mortos na manhã desta quinta-feira, 2, além de 21 desaparecidos. A previsão é de que a precipitação forte siga para Santa Catarina nos próximos dias.

Nesta quinta-feira, 2, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou para o Rio Grande do Sul, onde se reuniu com Leite. No encontro, como uma medida emergencial, ficou decidida a criação de uma Sala de Situação Integrada, sob coordenação do comandante militar do Sul, general Hertz Pires do Nascimento, para organizar as operações de resgate em todas as regiões atingidas.

Cheia do rio Taquari alagou grande área ribeirinha em Lajeado, atingindo também a loja da rede catarinense

O rompimento de uma barragem no Rio das Antas deve ampliar ainda mais os efeitos da enchente na Serra e no Vale do Taquari. O prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Segabinazzi Siqueira confirmou a informação por volta das 14h25min desta quinta-feira em suas redes sociais. De acordo com o prefeito, a informação é oficial e foi emitida pela Companhia Energética Rio das Antas (Ceran). A prefeita de Santa Tereza, Gisele Caumo, também confirmou a informação.

Transbordamento do Rio Taquari atinge casas no município de Encantado, no Rio Grande do Sul Foto: Diego Vara/Reuters - 1/5/2024

Visão de rua destruída após enchente em Sinimbu, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. Foto: Anselmo Cunha/AFP - 1/5/2024

A orientação aos moradores que vivem em locais próximos aos rios das Antas e Taquari é de que deixem suas casas imediatamente. A projeção, segundo Segabinazzi, é de que o nível da água suba até 4 metros rapidamente.

“A barragem 14 de julho acabou de colapsar. A informação que precisamos passar a todos moradores que vivem as margens do Rio das Antas e Taquari é sair o mais rápido possível desses locais. A tendência é que suba de 2 a 4 metros nas próximas horas, nos próximos minutos. Isso é uma informação oficial”, afirmou o prefeito.

A situação da barragem era monitorada em função do risco. O rompimento deve afetar localidades de Cotiporã, São Valentim, Santa Bárbara, Santa Tereza e Muçum, antes de seguir pelo rio Taquari até atingir outros municípios.

A orientação imediata é que moradores de todos os municípios a partir de Santa Bárbara busquem regiões mais altas, pelo menos seis metros acima dos rios, informou o vice-governador Gabriel Souza. “Não esperem, sigam as indicações. A situação é gravíssima”, afirmou Souza.

O rompimento é investigado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela barragem, que informou que a estrutura já estava submersa e identificou uma movimentação mais turbulenta da água, possivelmente pelo comprometimento da chamada ombreira direita, uma das laterais onde a barragem está apoiada.

Alerta de Emergência na Barragem de São Miguel, em Bento Gonçalves

A Corsan emitiu Declaração de Emergência para a barragem São Miguel, situada junto à localidade de São Miguel, em Bento Gonçalves. O estado de alerta deve-se a uma movimentação da encosta ao lado da barragem, o que pode ocasionar o extravasamento das águas do reservatório.

Equipes da empresa em alinhamento com Defesa Civil, Prefeitura e Secretaria Estadual do Meio Ambiente, estão no local orientando e auxiliando na evacuação completa e isolamento dos arredores, com a retirada de 170 famílias do Vilarejo de Integração Anjos Unidos, Club São Bento e Comunidade Espírito Santo (Pinto Bandeira), que estão sendo levadas para hotéis e abrigos da região.

O alerta foi emitido às 11h05 desta quinta-feira (2), dando início à mobilização imediata para remover pessoas da região e alocá-las em áreas seguras.

Com informações do Correio do Povo, Estadão e outras agências de notícia

Prefeito comemora Dia dos Trabalhadores com servidores públicos

O prefeito Junior Marabá, a primeira-dama, Cinthya Borges, o secretário de Saúde, Pedro Henrique Ribeiro, o presidente do Sinserplem, Joame Florimar e servidores públicos.

O prefeito Junior Marabá comemorou o Dia dos Trabalhadores, nesta quarta-feira, 1º de maio, em almoço com servidores públicos de Luís Eduardo Magalhães. O encontro, organizado pelas fiscais sanitaristas do município, Marília, Solange e Andiária, celebrou a lei sancionada em abril pelo prefeito, que garantiu maior segurança jurídica aos fiscais que recebem a gratificação de produção (GPROD).

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sinserplem), Joame Florimar, falou da importância da aprovação da lei e do momento de confraternização. “Finalmente vemos reconhecimento após tanto tempo de espera, em contraste com os cortes da gestão passada”, destacou.

Para o prefeito Junior Marabá, a valorização dos servidores é um dos principais passos para uma administração eficiente. “O serviço público é formado por pessoas, e além do investimento em infraestrutura, precisamos sempre pensar nas pessoas que estão no dia a dia das atividades do nosso município, contribuindo para o crescimento da nossa cidade, nos diversos setores, e o de fiscalização é um deles”, disse.

Além dos servidores e seus familiares, também participaram do almoço, o secretário Municipal de Saúde, Pedro Henrique Ribeiro, e outros representantes da pasta.

Estratégias para os supermercadistas aumentarem as vendas no Dia das Mães 

Economista especializado em gestão de supermercados, Leandro Rosadas, prevê crescimento de 2,5% para esse período e oferece cinco dicas para impulsionar as vendas 

O Dia das Mães, que esse ano será comemorado no dia 12 de maio, é considerada a 2ª data mais importante do comércio. Isso porque já é tradição na maioria das famílias brasileiras aquele farto almoço de domingo com as matriarcas.

Para o economista especializado em gestão de supermercados, Leandro Rosadas, a projeção é que a celebração movimente um crescimento de 2,5% nas vendas dos supermercadistas durante esse período. “Com um planejamento estratégico, é possível, não apenas atender a alta demanda dessa época do ano, como também superar as expectativas de vendas”, esclarece o expert do varejo brasileiro.

Em 2023, o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) indicou que as vendas no Dia das Mães, apuradas entre os dias 8 e 14 de maio, caíram 4,2% em relação ao ano de 2022. Já no ano passado, esse número fechou com um aumento de 18% em relação a 2021. Para evitar prejuízos e aumentar o potencial de vendas neste ano de 2024, Rosadas oferece cinco dicas para obter lucro neste período. Veja abaixo:

 Como os supermercados podem melhorar as vendas no Dia das Mães?

  1. Utilize a técnica de cross-merchandising: “Posicionar produtos complementares e muito utilizados nessa data próximos um dos outros pode aumentar o desejo de compra do cliente e, respectivamente, o ticket médio de compra do seu supermercado, garantindo o crescimento das vendas. É uma estratégia simples de organização da loja, mas que pode ocasionar no aumento de até 50% das vendas”, ensina o economista especializado em gestão de supermercados.

  2. Promova a extensão do horário de funcionamento: “Como já é cultural que a maioria dos brasileiros deixe os preparativos para a última hora, promover a extensão do horário de funcionamento dos supermercados pode ser um grande diferencial para levar um maior fluxo de clientes para a sua loja e, consequentemente, aumentar as vendas”, destaca Rosadas.

  3. Prepare kits específicos e cestas de café da manhã para a data: “Montar cestas de café da manhã pode ser uma excelente opção de presente. É uma forma de oferecer conveniência, uma experiência em família e ainda aumentar o seu ticket médio no supermercado. Outra aposta para esse período e que foge do tradicional é elaborar kits de vinhos, de produtos fitness e até de itens de beleza para presentear”, orienta o expert em varejo.

  1. Exposição e ilha de presentes: “Colocar buquês de flores e outros pequenos presentes na entrada do supermercado ajuda a captar a atenção do cliente e seduzi-lo para a sua loja. Criar seções dedicadas a presentes dentro do supermercado também induz a escolha dos clientes e facilita a decisão de compra”, ensina Leandro.

  1.  Promova eventos de degustação: “Promover degustações de pratos que podem ser preparados para o almoço de domingo é uma forma atraente de demonstrar produtos e inspirar os clientes. Essas ações também ajudam a aumentar o volume de vendas de ingredientes específicos”, “, afirma Rosadas.

Sobre Leandro Rosadas (@leandrorosadas):

Economista formado pela UFRRJ, Leandro Rosadas tem uma carreira dedicada à consultoria e ao ensino no setor de varejo. Com sua experiência, ele se estabeleceu como uma referência em gestão de supermercados e outros formatos de varejo, tendo formado mais de oito mil proprietários de estabelecimentos no Brasil.

Dia das Mães terá edição Especial da Feira da Praça em Luís Eduardo Magalhães; confira a programação

Evento será realizado no sábado, dia 04 de maio

Em uma data tão especial como o Dia das Mães, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Secretaria de Cultura e Esportes, vai promover a Feira da Praça – Edição Dia das Mães, no próximo sábado, dia 04 de maio, das 17h às 22h, na Praça Matriz. O evento vai contar com praça de alimentação e muita música.

Cultura nos bairros Também no dia 04 será lançado pela Prefeitura, o programa Cultura nos Bairros, que tem como objetivo levar para os diversos pontos da cidade, feira de artesanato, exposição cultural e apresentações de oficinas do Espaço das Artes, como balé, dança, violão e orquestra.

A realização destes eventos visa oferecer mais lazer e entretenimento para a população e valorizar os artistas e artesãos locais, movimentando a economia da cidade.

Enchente do Vale do Rio Taquari já é a maior da história

Nível do Rio Taquari nesta noite passou pela primeira vez na história da marca de 30 metros. Supera as enchentes de 1941 e 2023.

O nível do Rio Taquari em Lajeado e Estrela, no Vale do Taquari, superou a marca de 30 metros nesta noite pela primeira vez desde o começo das medições há um século e meio.  O nível supera os das grandes e até então recordes enchentes de 1941 e 2023, quando o Taquari atingiu cotas na casa de 29 metros.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um comunicado urgente nesta noite em que orienta a evacuação da população de áreas de risco em diversas cidades do Vale do Taquari diante da enchente que atinge níveis catastróficos.

“A Defesa Civil do Estado alerta a população para a condição do rio Taquari, que vem recebendo expressivos volumes em razão das fortes chuvas dos últimos dias no Estado e está ultrapassando extraordinariamente sua cota de inundação.

É orientação expressa que os moradores dos municípios de: Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado e Lajeado deixem áreas de risco e procurem abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do Rio Taquari”.

“As pessoas que não tiverem locais alternativos devem buscar informações junto à Defesa Civil da sua cidade sobre os abrigos públicos disponibilizados pelas Prefeituras, rotas de fuga e pontos de segurança”, informa o comunicado.

De Luiz Muller no X-Twitter, com informações do MetSul

Governador do RS alerta para “maior desastre da história” do Estado

A man stands in front of flooded road near the Taquari River during heavy rains in the city of Encantado in Rio Grande do Sul, Brazil, May 1, 2024. REUTERS/Diego VaraReuters/Diego Vara

Eduardo Leite pede ajuda e que população deixe áreas de risco

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a destruição das chuvas que atingem o estado já prenunciam o “maior desastre da história” gaúcha em termos de prejuízo material. Segundo Leite, a situação é “pior” do que a registrada no ano passado, quando as inundações causaram mais de 50 mortes e grandes danos materiais.

Imagens de drone mostram dimensão da enchente em Venâncio Aires, no Rio Grande do SulVenâncio Aires, onde o rio Taquari já subiu muito e invadiu a cidade.

“Infelizmente, este será o maior desastre que nosso estado já enfrentou. Infelizmente, será maior do que o que assistimos no ano passado, em setembro”, declarou o governador durante a coletiva de imprensa concedida no início da noite, em Porto Alegre.

Segundo balanço da Defesa Civil estadual, os temporais já causaram dez óbitos e deixaram ao menos 11 pessoas feridas. Ao menos 21 pessoas estão desaparecidas. Cerca de 19,1 mil pessoas foram afetadas em todo o estado. Destas, 3.416 tiveram que deixar suas casas e buscar abrigo na casa de parentes, amigos ou em hospedagens. Outras 1.072 que não tinham para onde ir estão alojadas em abrigos públicos. Até o momento, 114 prefeituras já reportaram ao governo estadual que foram de alguma forma afetadas por alagamentos, transbordamento de rios, deslizamentos ou outras consequências da situação.

“Estamos vivendo um momento muito crítico no estado”, disse Leite antes de empregar termos como “guerra” e “caos” para classificar a situação. De acordo com o governador, deslizamentos de terras estão ocorrendo em boa parte do estado e barragens estão sendo monitoradas, embora, até o momento, não haja nenhuma evidência de risco de rompimento destas estruturas.

Áreas de risco

“Estamos tendo muita dificuldade de atuação nos resgates. Por isso, precisamos que a população se coloque o máximo possível em condições de segurança. As pessoas às vezes acham que a água não vai chegar nas suas casas, mas estamos alertando que [principalmente] onde ela já chegou no passado, deve voltar a chegar desta vez”, enfatizou o governador ao pedir que as pessoas deixem as áreas de risco e estejam atentas à possibilidade de deslizamentos e de transbordamento de rios.

Durante a coletiva, o governador apresentou uma relação preliminar das cidades que, até esta tarde, corriam risco de serem afetadas por enchentes: Agudo, Alegrete, Arroio do Meio, Bom Princípio, Bom Retiro do Sul, Cachoeira do Sul, Campo Bom, Candelária, Canudos do Vale, Cerro Branco, Colinas, Cruzeiro do Sul, Encantado, Estrela, Faxinal do Soturno, Feliz, Forquetinha, General Câmara, Harmonia, Igrejinha, Ivorá, Jaguari, Lajeado, Marques de Souza, Montenegro, Muçum, Nova Palma, Novo Cabrais, Novo Hamburgo, Paraíso do Sul.

“Pedimos às pessoas [que vivem em áreas de risco ou que identifiquem algum risco] se protejam deixando suas residências e indo para locais seguros, não expostos ao risco [de cheia] dos rios, e tomando cuidado com encostas que, por conta do encharcamento [do solo], tendem a sofrer deslizamentos”, alertou o governador.

Leite relatou a conversa de hoje com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que deve visitar o estado nesta quinta-feira (2). “Mais do que o apoio do governo federal e das Forças Armadas, pedi a efetiva participação e a liderança daqueles que têm treinamento para uma situação de caos e de guerra como a que estamos enfrentando no estado. [Estes] são problemas que exigem especial capacitação, treinamento e equipamentos para fazer os salvamentos. Por isso, tenho apelado ao governo federal para termos não só o apoio – que está sim sendo oferecido – mas também a liderança e coordenação efetiva deste processo, pois eu não tenho ascendência sobre as Forças Armadas para dar a articulação e organização necessárias”, mencionou Leite.

Segundo o Ministério da Defesa, desde ontem (30), 335 militares da Aeronáutica, Exército e Marinha estão mobilizados para apoiar a população gaúcha. Doze embarcações, cinco helicópteros e 43 viaturas, além de equipamentos para transporte de material e pessoal estão sendo empregados. Unidades da federação, como São Paulo e Santa Catarina, também ofereceram ajuda ao governo do Rio Grande do Sul.

Nas redes sociais, Lula divulgou a conversa com o governador, quando citou a ida ao estado e que oito helicópteros das Forças Armadas estão prontos para apoiar ações de resgate de famílias ilhadas, porém não conseguem decolar em razão do tempo no estado.

A tragédia do RGS: cidades isoladas, pessoas ilhadas e destruição de casas e prédios

Com a vazão muitas vezes multiplicada, os rios do interior, que correm para o estuário do Guaíba, agora se espera uma grande cheia em Porto Alegre, maior que aquela que afetou a Capital no ano passado. O Presidente Lula vai visitar o Estado amanhã e pessoalmente decidir sobre recursos para minorar as consequências do grande desastre.

O Correio do Povo relata:

O transbordamento dos principais cursos d’água, em função da constante chuva que cai sobre o Estado, resulta em alagamentos em diversos municípios na região central. Centena de famílias estão ilhadas e necessitando de resgate. Bloqueios em rodovias estaduais e federais deixam cidades isoladas.

O Corpo de Bombeiros Militar presta auxílio aos moradores das comunidades afetadas. Além disso, a solidariedade da população local tem se mostrado crucial, com voluntários se unindo aos grupos de resgate para fornecer suporte adicional às famílias desabrigadas.

Na manhã desta quarta-feira foram atendidas ocorrências em áreas afetadas pela cheia em São Sepé. Dezenas de famílias foram retiradas de suas casas no bairro São Cristóvão. Os bombeiros utilizaram um barco emprestado por voluntários no resgate. Parte das pessoas foram para casas de parentes e outras acolhidas por abrigos do município.

A assistente administrativo Adriane Luiz da Silva, 42 anos foi socorrida junto do marido, o soldador Leonardo Silva, 32, do filho Martin, três anos, e das cachorras Pantera e Preta.

“Faz um ano e meio que a gente mora aqui, e a primeira vez que fica assim. Da outra vez chegou perto, mas bem baixo a água; agora não, chegou a entrar na casa, mas estávamos ilhados”, relata Adriane.

No fim da manhã, Itaara decretou situação de emergência. Em Santa Maria, onde choveu 341 milímetros em 48 horas, moradores da comunidade conhecida como Várzea do Rio Vacacaí, às margens da BR 392, também precisaram abandonar suas residências. A média prevista para o período era 151 milímetros.

Pensando em evitar acidentes, a energia elétrica foi desligada em áreas alagadas. O sinal de internet e telefonia móvel é intermitente em diversos municípios da região.

Os acessos a Santa Maria Pela BR 392 e BR 158 estão bloqueados. Dois pontos da 292 possuem água acumulada, nos quilômetros 292, em São Sepé, e 340, próximo da localidade de Arenal, em Santa Maria. O trecho da 158 entre Santa Maria e Itaara está bloqueado e sem previsão de liberação.

Já às rodovias estaduais estão completamente bloqueadas e não há desvios possíveis. A rota principal para Porto Alegre, a RSC 287, está interditada devido à queda de uma ponte sobre o Arroio Grande, distrito de Palma, no final da tarde da terça-feira.

O município está recebendo apoio do Exercito Brasileiro, com o deslocamento de caminhões e soldados para auxílio às comunidades.

“Nós atuamos por três meios no resgate e busca das vítimas. Primeiro é o modal aéreo, que infelizmente é muito necessário nesse momento, contudo devido às condições meteorológicas, as aeronaves, por exemplo, do Exército, se encontram pousadas em Florianópolis. Temos atualmente as da Força Aérea atuando na região neste momento. O outro modal que a gente utiliza para os resgates, que já estamos fazendo em diversos municípios, é o meio rodoviário com os nossos caminhões, que estão ajudando as pessoas a saírem de suas residências que foram inundadas. E o outro modal são os botes da nossa engenharia, que naquelas áreas onde as pessoas estão isoladas e não chegam viaturas”, conta o chefe do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar do Sul, general de Brigada, Marcelo Zucco.

“As Forças Armadas não buscam protagonismo, elas atendem solicitações do governo do Estado. Dentro daquilo que nós podemos fazer agora e o que foi solicitado, nós já estamos com 320 militares, temos condições de apoiar com mais militares. Por exemplo, naquele desastre que ocorreu no Vale da Taquaria o ano passado, alguns dias nós chegamos a atuar com 1,6 mil militares. A nossa capacidade de emprego é muito maior, é claro que dependemos também de acessos aos lugares e que melhorem um pouco as condições meteorológicas e saber o que fazer para não também trazer um transtorno para as pessoas da cidade”, destacou o general.

No momento, o trabalho das Forças Armadas está centrado em quatro regiões do Estado mais afetadas.

Desde a madrugada desta quarta-feira, aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) estão em operação no Estado, dentro das condições meteorológicas viáveis, para buscar famílias ilhadas, com foco nas cidades de Candelária, Santa Cruz do Sul e Sinimbu, onde a situação é mais crítica. Até a manhã desta quarta-feira, a Defesa Civil registrou mais de 130 pedidos de resgate.

Programa “Comida no Prato” é lançado na Bahia para distribuir 2,2 milhões de refeições

Governador também autorizou outras ações de combate à fome, como hortas rurais, urbanas e investimentos nos municípios para fortalecer a segurança alimentar

Programa "Comida no Prato" é lançado na Bahia para distribuir 2,2 milhões de refeições
Foto: Ascom

O governador Jerônimo Rodrigues lançou, na manhã desta terça-feira (30), o programa “Comida no Prato”, em evento realizado na Paróquia Divino Espírito Santo, no Vale dos Lagos, em Salvador. A iniciativa, fruto de uma parceria com 50 organizações sociais, irá distribuir 2,2 milhões de refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar.

O chefe do executivo baiano celebrou a oportunidade de disponibilizar orçamento para o combate à fome e afirmou que outras etapas serão elaboradas nesse intuito. “O programa não se encerra apenas com distribuição de comida. O combate à fome é permanente, na geração de emprego e no fortalecimento das atividades econômicas, geração de renda, seja na agricultura, seja na economia solidária ou nos empreendedores e nós teremos outras etapas”, ressaltou Jerônimo Rodrigues.

No evento estiveram presentes o vice-governador Geraldo Júnior, o coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, as secretárias de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), Fabya Reis, do Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, além do secretário Osni Cardoso, do Desenvolvimento Rural (SDR) e o procurador Geral do Estado, Pedro Maia.

Tiago Pereira explicou que a primeira parcela dos investimentos já será liberada. “Vamos repassar essa semana para essas 50 organizações sociais. Elas já trabalham com produção de comida, o Estado está fazendo um aporte financeiro para que elas ampliem o número de atendimentos porque, de fato, a gente precisa alcançar quem está em situação de fome”.

O padre Jaciel Bezerra da Paróquia Divino Espírito Santo, uma das organizações beneficiadas, expressou a alegria em poder aumentar o público assistido pela instituição. “O programa conta com a bênção da igreja para ser um sucesso. Atualmente, acolhemos 300 famílias na Paróquia, e com o projeto, serão mais 200, totalizando 500 famílias.”

Outras ações

Na ocasião, o governador autorizou outras ações dentro da agenda de combate à fome, como hortas rurais e urbanas, investimentos nos municípios para fortalecer o sistema de segurança alimentar e nutricional. Foi publicado o Edital de Chamada Pública Comida no Prato, visando ampliar a rede de equipamentos integrados no combate à fome no estado. Além disso, recursos foram repassados para 70 municípios que integram a Rede de Segurança Alimentar e Nutricional, por meio do Alimenta Suas, após adesão ao Sistema de Segurança Alimentar e ao Programa Bahia Sem Fome.

Também foi autorizada a assinatura de quatro Termos de Colaboração do Projeto Viva Horta, com um investimento total de mais R$ 4,1 milhões, beneficiando agricultores familiares, comunidades quilombolas, povos tradicionais e associações vinculadas a projetos residenciais. Além disso, a implantação de hortas comunitárias em 70 municípios, com uma área de 2,0 hectares, foi autorizada, envolvendo um investimento de R$ 6,7 milhões.

Programa

O edital “Comida no Prato” faz parte da estratégia do Programa Estadual Bahia Sem Fome e será executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Com um investimento de mais de R$ 24 milhões, o governo irá alimentar famílias em vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, trabalhadores/as de baixa renda, desempregados/as, pessoas idosas, crianças e mães solo.