












Bolsonaro vai ter que pagar IPVA anual do seu jet ski.







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Nilo Coelho em campanha ao Governo da Bahia
A parte com o menor QI dentro da família queria continuar faturando grosso com as mordomias do poder. Colocaram em perigo a pela flácida do Inelegível.
Por Aguirre Talento, colunista do UOL, editado
O plano de golpe só não foi adiante, de acordo com o tenente-coronel, porque não houve concordância dos comandantes militares. O UOL revelou em setembro que Bolsonaro chegou a discutir uma minuta golpista apresentada pelo seu assessor Filipe Martins com os chefes das três Forças Armadas, mas apenas o comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, manifestou apoio. Os chefes do Exército e da Aeronáutica se posicionaram contra a iniciativa golpista.
Grupo radical
O tenente-coronel Mauro Cid traçou aos investigadores um panorama sobre as articulações realizadas por Jair Bolsonaro após a derrota nas eleições.
Cid relatou que um grupo moderado composto pela ala política do governo tentava convencer Bolsonaro a se pronunciar publicamente sobre o resultado da eleição para pedir que os manifestantes golpistas deixassem as ruas e voltassem para suas casas. Um dos integrantes desse grupo era o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do presidente.
Bolsonaro resistiu a adotar esse posicionamento porque esperava obter provas de supostas fraudes nas urnas eletrônicas ou convencer os comandantes militares a embarcar em uma tentativa golpista.


Relato do Estadão, editado.
Secretário de Governo, Danilo Henrique, e Franklin Willer da pasta da infraestrutura.

CNN Brasil
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Edição: Juliana Andrade, da Agência Brasil.
CNA/Wenderson Araújo. Conteúdo Agência Brasil.





Da CNN




Moradores interrompem via em protesto pelo apagão.





