







Apoie o trabalho do #JotaCamelo via PIX: jotacamelocharges@gmail.com ou pelo site: jotacamelo.com.br
BBC
Navios de grãos do Mar Negro.
Produção de soja na Rússia.
https://twitter.com/i/status/1714634512028582060
Da revista Fórum, editado.







/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/3/tSAU9eSkW4sAKy2o8BAA/2023-10-17t183411z-533729678-mt1anadl000dtfk4h-rtrmadp-3-anadolu.jpg)
O Hamas disse que partiu de Israel o ataque contra o hospital Ahli Arab. Localizado na cidade de Gaza, o edifício atendia pacientes e abrigava muitos civis que não tinham onde dormir.
As Forças de Defesa israelenses, no entanto, alegaram que a explosão foi causada por um foguete lançado pela Jihad Islâmica, grupo terrorista ligado ao Hamas. Segundo essa versão, o alvo original do disparo seria o território de Israel, mas o artefato acabou atingindo o hospital.
A Jihad Islâmica, por sua vez, negou ser responsável pela ação.
Ao longo do dia, o Ministério da Saúde de Gaza chegou a falar em 500 mortos, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia um consenso sobre o número de vítimas.
Inicialmente, o órgão publicou um comunicado afirmando que 200 pessoas morreram no bombardeio.
Em um segundo momento, o porta-voz do ministério, Ashraf al-Qidra, deu entrevista a uma TV e disse que o total de vítimas chegava a 500.
Já um porta-voz da Defesa Civil de Gaza afirmou que havia 300 mortos. O chefe do órgão disse que as equipes ficaram sobrecarregadas e não conseguiram atender adequadamente aos chamados de emergência.
Posteriormente, o Ministério da Saúde de Gaza informou, no Telegram, que havia centenas de pessoas mortas, e não 500.
Tanto o Ministério de Saúde quanto a Defesa Civil de Gaza são controlados pelo Hamas. Em um comunicado, o grupo terrorista citou centenas de vítimas sob os escombros. O hospital Ahli Arab é administrado pela Igreja Anglicana e, no sábado (14), já tinha sido atingido por foguetes.
Países e autoridades árabes condenaram o bombardeio desta terça: o Irã, por exemplo, falou em “crime de guerra selvagem”; a Autoridade Nacional Palestina citou “genocídio” e “catástrofe humanitária”; e o Egito definiu o ataque como “uma violação perigosa do Direito Internacional Humanitário”. Atacar hospitais é crime de guerra, segundo o direito internacional.
Para negar com autoridade o bombardeio, o Exército de Israel precisava ter evitado, durante 10 dias desde o início do conflito, o ataque cruel à população civil da Faixa de Gaza. Agora, um crime a mais ou a menos não faz diferença.
Lula Marques / Agência Brasil


Da Agência Brasil.







Continue Lendo “Olimpíadas Intercolegiais: confira os resultados do Jiu-Jitsu.”






Agora, Uruguai, Argentina e Paraguai querem contar com o Brasil e a ingerência direta de Lula para também resgatar seus cidadãos isolados em Israel. O Itamaraty já recebeu a solicitação formal para essa colaboração.
Ricardo Stuckert – Presidência da República


Da Agência Brasil







Foto: David Castro / Especial Correio do Povo.
Davi Castro
Com Estadão, Correio do Povo, G1 e outros veículos da rede.
Porto de Manaus em dias normais.




O Globo






Estadão
BBC
Da Folhapress
Rio Negro-PR


Da Agência Brasil



Do Sigi Vilares.

Do Poder 360, eidtado.