





Do site Notícias do Oeste.






Mike Segar, da Reuters, para Agência Brasil




Por Julinho Bittencourt, da Revista Fórum.

De Lázaro Rosa @lazarorosa25 no Twitter

Do bahia.ba

Da Agência Brasil.
Como Bolsonaro já foi condenado a inelegibilidade em outro processo e a pena não pode ser cumulativa, uma eventual condenação agora será transformada em multa.


Da Agência Brasil.




/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/8/A/TFxt5DRf6UbzU5NymDVQ/ap23299054064304.jpg)
Por Giuliana Viggiano, Wesley Bischoff, g1, editado.


Fernando Frazão/ Agência Brasil

O site destacou que o atual prefeito Zito Barbosa (UB) já está no segundo mandato e que a população barreirense vai escolher um novo gestor para conduzir a cidade a partir de janeiro de 2025.
“Assim como em Luís Eduardo Magalhães, com Marabá, que tem feito uma gestão considerada moderna e participativa, Danilo, coordenando agora o projeto Barreiras Daqui Pra Frente – uma espécie de escuta das demandas da população de cada bairro da cidade – tem defendido um modelo gerencial que, segundo ele, busca integrar o povo na construção das soluções para as demandas da sociedade”, continua.
O Política Livre falou ainda da pesquisa que teve acesso em julho deste ano, da Gaspareto Pesquisas e Estatísticas, mostrando que, na sondagem espontânea, quando o eleitor responde livremente à pergunta sobre em quem irá votar, Danilo já aparece em terceiro com 5,42% das intenções de voto, empatado com Emérson Cardoso, atual vice-prefeito de Barreiras, com 5,32%.


Foto: Fernando Adegas/Embrapa
Do Canal Rural

O picão preto é uma erva daninha de terras férteis, facilmente encontrável nas antigas roças de toco. Sempre foi controlada por meios mecânicos, a enxada e, mais tarde, com a mecanização, com as capinadeiras de entrelinhas. Hoje, com as grandes áreas de cultivo isso não é mais possível. Não existe mão-de-obra nem para catar as pragas em reboleiras no início das infestações. (OExpresso).

Marcelo Camargo/Agência Brasil.





(@vinicios_betiol, no Twitter)


A medida foi aplicada entre junho e dezembro do ano passado pela gestão anterior.
O texto sancionado é resultado de um acordo entre Governo Federal, Congresso Nacional, estados e municípios. “Faremos também a antecipação da parcela da compensação que somente ocorreria em 2024. E vamos aumentar as transferências do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios para recuperar as perdas de arrecadação em 2023”, afirmou o presidente, ao assinar a sanção ao lado dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).
Segundo avaliação do presidente, a medida assegura que nenhum município perderá nada de arrecadação em relação ao ano de 2022. “Isso significa que vamos garantir aos municípios a mesma quantidade de dinheiro. Aos estados, vamos garantir a recomposição das perdas de arrecadação dos meses de julho e agosto de 2023”, detalhou Lula.
Para o presidente, o esforço de articulação realizado demonstra o compromisso do Governo Federal em promover o crescimento da economia, em equilibrar a distribuição de recursos e aliviar as dificuldades fiscais dos municípios e estados.
“E o principal: mais recursos para a continuidade da prestação de serviços públicos essenciais à população brasileira. Isso significa democracia. Municípios, estados e União trabalhando junto para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, resumiu o presidente.

https://twitter.com/i/status/1716920654065504460



A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) manteve o relatório inicial do PL334, de autoria do Senador Ângelo Coronel, aprovando o requerimento de urgência para a matéria ir ao Plenário do Senado nas próximas 48 horas. O projeto que prorroga, até 2027, a desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores da economia também reduz a alíquota da contribuição previdenciária paga pelos municípios. O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeito Quinho de Belo Campo, está em Brasília acompanhado de uma comitiva de prefeitos baianos atuando de maneira incisiva pela aprovação.
“Temos uma missão aqui. Estamos imbuídos, totalmente focados e vamos conseguir essa aprovação para sobrevivência financeira dos municípios, que vêm enfrentando uma crise sem precedentes e têm como peso maior o custo com a folha e por consequência com a previdência”, disse o presidente Quinho.
Por acordo, os senadores aprovaram requerimento de urgência para discutir a proposta no plenário principal da Casa, com a previsão de votação em separado de uma das mudanças feitas pela Câmara dos Deputados. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse para a imprensa que pretende colocar a proposta em votação no plenário na sessão desta quarta-feira (25). Pacheco já confirmou ser favorável à prorrogação da desoneração.
O Senador Ângelo Coronel defende que a desoneração dá fôlego aos municípios em meio à crise financeira. “O grande credor das prefeituras está sendo a própria previdência social. Isso é um absurdo porque se falava tanto em pacto federativo, em mais Brasil e menos Brasília e eu não estou vendo nada disso. Vejo a situação das prefeituras se agravando mais a cada dia”, sentenciou.

Nesses locais moram mais de 2 milhões de pessoas, que vivem uma manhã complicada para ir ao trabalho e levar os filhos para a escola.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou pelas redes sociais que as linhas do BRT estão “praticamente normalizadas”, que Diretões começam a circular e que o sistema de ônibus (SPPO) ainda está em 50% da sua frota na Zona Oeste, com impactos também na frota de Barra/Jacarepaguá.
Segundo estimativa inicial das empresas, o prejuízo financeiro, só com os ônibus queimados, ultrapassa os R$ 35 milhões.