
“Bandeirante” cai no Amazonas e 14 pessoas morrem.
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Do g1.globo.com/amazonas
Um avião de pequeno porte caiu em Barcelos, no interior do Amazonas, na tarde deste sábado (16). Segundo o Governo do Amazonas, 14 pessoas morreram.
O g1 teve acesso à lista de passageiros. Das 14 pessoas, 12 eram passageiros e dois eram tripulantes. Todos eram homens. Os corpos foram levados para um ginásio da cidade.
O avião é um Embraer EMB-110 “Bandeirante” , com capacidade de até 18 passageiros, da empresa ManausAerotáxi. Ele decolou de Manaus com destino a Barcelos.
O mau tempo da região pode ter contribuído para o acidente, que, segundo moradores do local, ocorreu no momento da aterrissagem.
O secretário da Defesa Civil do Amazonas, Coronel Máximo, confirmou o acidente e informou que a corporação foi acionada e já está preparando uma equipe para se deslocar.
Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) disse que foi acionada para investigar as causas do acidente.
A cidade de Barcelos é conhecida pelo ecoturismo e é um dos principais destinos para pesca esportiva no Brasil. Atualmente, a cidade está em alta temporada da atividade, que acontece entre os meses de setembro e fevereiro.
Força-tarefa apreende quantidade expressiva de agrotóxicos na região de Ribeira do Pombal (BA)
A operação integrada foi desencadeada após mortandade de 90 milhões de abelhas em uma das regiões com maior produção de mel da Bahia.
Uma força-tarefa formada por equipes da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério Público do Estado da Bahia, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, da Polícia Civil da Bahia, do Departamento de Polícia Técnica e da Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental, resultou na apreensão de mais de 300 quilos de agrotóxicos.
A ação aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro durante fiscalização a vários estabelecimentos comerciais, localizados nas cidades de Banzaê e Ribeira do Pombal.
A investigação começou após as ocorrências de mortandade de cerca de 90 milhões de abelhas nos municípios de Ribeira do Pombal, Nova Soure, Cipó, Banzaê, Cícero Dantas e Heliópolis.
Uma verdadeira força-tarefa foi formada para investigar a suspeita de que os insetos morreram envenenados com um tipo de agrotóxico/inseticida utilizado nas lavouras e pastagens de forma irregular.
Os defensivos agrícolas ilegais, por não seguirem as diretrizes e exigências do Ministério da Agricultura, do Ibama, da Anvisa e dos órgãos estaduais de defesa agropecuária, representam prejuízos ao agricultor pela baixa eficácia, além de causar danos ao meio ambiente, à saúde do aplicador e do consumidor.
Morre menina de 3 anos baleada em ação da PRF no RJ
Por Camila Zarur
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Heloisa dos Santos Silva, 3 anos, morreu às 9h22 deste sábado (16), após ter ficado nove dias internada em estado grave. A informação foi confirmada pela prefeitura de Duque de Caxias (RJ).
A menina foi baleada na nuca e no ombro durante uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.
A criança estava na unidade de tratamento intensivo do Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, para onde foi levada depois de ter sido ferida. Quando foi atingida pelos disparos, ela estava com a família indo para casa, em Petrópolis, na região serrana.
De acordo com relatos dos parentes e de testemunhas, uma viatura da PRF passou a seguir o carro em que a menina estava, na altura de Seropédica, na Baixada. Os agentes abriram fogo após o pai da criança, William Silva, dar sinal de parada.
No carro, além de Heloisa, estavam seus pais, uma irmã de oito anos e uma tia. O caso é investigado pelo Ministério Público Federal, pela Polícia Federal e pela Corregedoria-Geral da PRF.
Segundo a equipe médica que atendia a menina, Heloisa tinha vários orifícios de entrada por perfuração de arma de fogo. Ao menos dois tiros a atingiram: um deles no ombro e outro na nuca, que se fragmentou. O número exato de disparos só vai ser informado após perícia.
Os três policiais envolvidos na morte de Heloisa foram afastados de suas funções. A arma de onde teria partido o disparo foi apreendida. O procurador à frente das investigações, Eduardo Benones, também pediu o recolhimento do restante do arsenal para ser enviado à perícia da PF.
Em depoimento à Polícia Civil, o agente Fabiano Menacho Ferreira admitiu ter atirado contra o carro em que estava a menina. Ele alegou que ouviu barulhos de tiro e, por isso, fez os disparos.
A versão, no entanto, não bate com o que disse o pai de Heloisa e uma testemunha que presenciou a movimentação dos agentes. Segundo eles, não houve nenhum barulho de tiro antes de o policial atirar.
À Folha de S.Paulo, a responsável pela área temática dos direitos humanos da PRF, Liamara Cararo Pires, afirmou que a morte de Heloisa vai contra as diretrizes da corporação.
“No mínimo, a gente pode dizer que os resultados não foram aqueles que são esperados nem desejados”, afirmou.
Além da conduta dos policiais, o Ministério Público Federal e a Corregedoria também investigam por que um agente da PRF entrou à paisana na UTI onde Heloisa está internada.
O policial esteve na UTI sem se identificar nem pedir autorização da segurança do hospital e da equipe médica. Ele apenas disse que o motivo para estar lá era “assunto policial”. O agente chegou a conversar com o pai de Heloisa. Ao MPF, Silva disse que foi uma conversa normal e não estranhou.
Segundo a PRF, até o momento o que pôde ser apurado é que o policial, identificado como Milton, foi ao local por conta própria.
“Não houve pedido, orientação nem comunicação a nenhuma Instância de gestão para a presença daquele policial lá. Ele tomou essa atitude de forma autônoma”, disse Pires.
Heloisa é a segunda pessoa morta em ação da PRF do Rio em dois meses. Em julho, a PRF também afastou um de seus agentes após Anne Caroline Nascimento Silva, 23, morrer ao ser baleada em uma ação.
O caso é investigado pela corporação. Na ocasião, o namorado de Caroline, Alexandre Mello, contou que os policiais atiraram contra o carro em que estavam, na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias.
Bahia tem novo período reduzido para o plantio de soja
O calendário de semeadura é adotado como medida fitossanitária complementar ao período de vazio sanitário, com objetivo de reduzir ao máximo possível o inóculo da ferrugem asiática da soja, considerada uma das mais severas doenças que incidem na cultura.
Foi publicada nesta sexta-feira (15) a Portaria nº 886 com a alteração no calendário de semeadura da soja para a safra 2023/2024 nos estados da Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina.
Para o estado da Bahia o novo período vai de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2023. Neste caso, o calendário foi reduzido de 100 para 92 dias em atendimento à solicitação do Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal.
Em Rondônia também foi atendida a solicitação do Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal no sentido de estabelecer um período único de 100 dias para o estado como um todo, ao invés de períodos diferenciados para duas diferentes regiões como estabelecido anteriormente. O novo período vai de 11 de setembro a 20 de dezembro de 2023.
Já para os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram consideradas as solicitações dos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal e demais razões técnicas relativas à necessidade do aumento dos períodos anteriormente estabelecidos. A medida se vale em função de características geoclimáticas e arranjos produtivos em algumas regiões específicas, principalmente para os casos em que a soja é cultivada como segunda safra (após as culturas do milho, feijão, entre outras). Desta forma, ao invés de um período único para cada unidade Federativa, foram estabelecidos calendários diferenciados para regiões diferentes no âmbito de cada um destes estados.
O Paraná ficou dividido em três regiões. A primeira vai de 20 de setembro a 18 de janeiro de 2024, a segunda de 11 de setembro a 20 de dezembro de 2023 e a terceira de 17 de setembro a 15 de janeiro de 2024.
No Rio Grande do Sul também são três regiões: a primeira de 1º de outubro a 18 de janeiro de 2024, a segunda de 1º de outubro a 28 de janeiro de 2024 e a terceira de 1º de outubro a 08 de janeiro de 2024.
O estado de Santa Catarina foi dividido em quatro regiões. A primeira vai de 13 de outubro a 10 de fevereiro de 2024, a segunda e a terceira vão de 02 de outubro a 30 de janeiro de 2024, e a quarta de 02 de outubro a 10 de janeiro de 2024.
O calendário de semeadura é adotado como medida fitossanitária complementar ao período de vazio sanitário, com objetivo de reduzir ao máximo possível o inóculo da ferrugem asiática da soja. A medida implementada no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) visa à racionalização do número de aplicações de fungicidas e a redução dos riscos de desenvolvimento de resistência do fungo Phakopsora pachyrhizi às moléculas químicas utilizadas no seu controle.
A Ferrugem Asiática é considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a praga foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.
PF envia ‘batalhão de elite’ para Salvador após morte de policial federal em Valéria

A Polícia Federal (PF) vai enviar 15 policiais do Comando de Operações Táticas (COT) de Brasília, além de um helicóptero para Salvador. A ação acontece após a morte de um agente da PF durante operação no bairro de Valéria, na manhã desta sexta-feira (15).
Segundo a GloboNews, os reforços vão atuar nas áreas onde ocorreram os confrontos. Em meio a operação, denominada Fauda, os policiais federais agiram em conjunto com policiais civis e militares quando se depararam com 40 criminosos armados de fuzis em uma mata.
O grupo estaria indo para um território rival com o objetivo de tomar o controle do tráfico de drogas. Além do policial federal Lucas Caribé, outros dois agentes também ficaram feridos. Quatro criminosos morreram durante o confronto.
Relato do Bnews.
21 policiais e o Delegado Geral da PF chegaram à tardinha a Salvador
De acordo com a assessoria da Polícia Federal, os agentes desembarcaram no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães. Quatorze policiais do Comando de Operações Táticas (COT) e sete do Comando de Aviação Operacional (COAP) lotados em Brasília vão integrar a operação na capital baiana.
Especialistas defendem obrigatoriedade de diploma para jornalistas.
Foto de Fábio Rodrigues-Pozzebon
Medida ajudaria a melhorar qualidade da informação na internet.
A formação adequada para o exercício do jornalismo profissional é requisito básico para que a veiculação de informações de qualidade ajude no combate à desinformação promovida pelas fake news. Nesse sentido, especialistas defendem que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja a decisão, tomada em 2009, de retirar a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão.

Essa é uma das conclusões do painel Jornalismo e agências de checagem na defesa da democracia, do seminário Combate à Desinformação e Defesa da Democracia, promovido pelo STF em parceria com universidades públicas.
Coordenador de Relações Institucionais da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), Marcos Urupá defende que o diploma é um elemento-chave para a adequada formação do profissional jornalista. “A meu ver, a questão do diploma é uma das virtudes da comunicação”, disse.
“Quando você coloca essa questão de valorização, o diploma é uma dessas valorizações. Estamos falando de profissionais, de uma categoria profissional histórica que tem uma relação direta com a condição da democracia desse país; que estiveram na vanguarda da luta pela democracia. Os jornalistas foram perseguidos, assim como professores universitários e servidores públicos na época da ditadura”, disse Urupá.
Combate à desinformação
Para a professora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Juliana Marques, o diploma, para exercício jornalístico, é de extrema relevância, embora não haja mais a obrigatoriedade, após a decisão tomada pelo STF em 2009.
“Se a gente quer trabalhar o combate à desinformação, e se a gente acha que, para isso, precisamos aprimorar o currículo dos cursos de jornalismo, estaremos discutindo no vazio caso não seja exigido o diploma. Precisamos nos unir nesse sentido. As universidades precisam do apoio do STF nesse enfrentamento. Até porque [a desobrigatoriedade de diploma para o exercício do jornalismo] foi uma decisão que veio desta Corte”, argumentou a professora.
Na abertura do painel, o ministro do STF Cristiano Zanin disse que o jornalismo e as agências de checagem de notícias têm papel fundamental para a defesa da democracia e das liberdades individuais.
Ele lembrou que, para publicar matérias, os jornalistas têm de seguir uma série de regras e verificar se as informações são verdadeiras, além de ouvir pessoas e instituições mencionadas. “São profissionais cientes desses critérios”, afirmou.
“Há uma avalanche de postagem em redes sociais sem a menor preocupação com a verdade. E, em muito casos, com intenção de apresentar fatos distorcidos para prejudicar pessoas ou empresas”, disse o ministro.
Para a professora Juliana Marques, a formação em comunicação é muito enriquecedora. “É importante que a gente trabalhe pontos como o de construir uma boa pauta, o lide, as técnicas de entrevista e toda a formação, inclusive cidadã, para que o jornalista se enxergue no mundo, bem como enxergue seu papel na sociedade e no combate à desinformação. E para que ele se aproprie desse papel, precisa ter uma formação”, disse.
Representante da agência de checagem Lupa, Natália Leal alertou que “se abrirmos mão do jornalismo como uma ferramenta nessa frente, ou se a gente não valorizar esse trabalho, tenho muita dificuldade de acreditar que vamos chegar a algum lugar muito melhor do que o que a gente está hoje”, ao se referir à quantidade de fake news que diariamente é depositada nas redes sociais e na internet.
Segundo ela, a produção de conteúdo das plataformas que se dedicam ao combate à desinformação por meio do jornalismo cresceu exponencialmente, desde que a Lupa começou a fazer a checagem de informações, em 2015
“A gente publicava no máximo um conteúdo por dia. Geralmente, a checagem de um discurso político com duas ou três frases de um político. Hoje, o nosso time, que conta com mais de uma dezena de jornalistas, publica diariamente uma média de três verificações de conteúdos, além de reportagens, entrevistas, análise sobre desinformação e de impactos desse fenômeno na sociedade, no cotidiano e na democracia”, acrescentou.
Diretora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon explicou que as análises de conteúdo partem de um contexto macro, que é o de combater tanto a desinformação, que é considerada a informação errada, “ou seja, a informação sem a intenção de causar dano”, como a desinformação coordenada, que é aquela com intenção e planejamento de causar algum tipo de dano.
Há, segundo ela, “profissionais da mentira, que atuam com o propósito de manipular conteúdos” para promover determinadas visões do mundo, inclusive fazendo uso de perfis automatizados para inflar o número de apoiadores.
“A gente atua nessas duas frentes, e essa diferenciação é muito importante porque a gente precisa entender e diferenciar quem é quem, entre o chamado ‘tio do zap’, que está recebendo passivamente e compartilhando ativamente, daqueles que são os engenheiros que produzem mentiras”.
Edição: Fernando Fraga, da Agência Brasil.
Youssef entra com ação contra Moro no STF que pode implodir Lava Jato
Advogados do doleiro pedem ao STF que investigação sobre grampos na cela seja relatada por Dias Toffoli. Ação pode anular delação de Youssef, que serviu de base para o lawfare conduzido pela Lava Jato.
Por Plínio Teodoro, na Revista Forum
Investigado e prestes a perder o mandato, Sergio Moro (União-PR) terá uma preocupação extra a partir desta sexta-feira (15) quando advogados do doleiro Alberto Youssef entrarão com uma ação-bomba no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-juiz e atual senador que pode implodir toda a investigação da Lava Jato.
Segundo informações divulgadas por Robson Bonin, na revista Veja, Youssef teria reunido provas contra Moro que podem anular o acordo de delação premiada feita por ele nos primórdios da força-tarefa e que serviu de base para todo processo de lawfare conduzido por procuradores e pelo ex-juiz.
O doleiro – que já havia sido investigado na operação do Banestado – foi detido em 2014 e teve condenação de 121 anos reduzida para três por conta de uma delação premiada homologada por Moro.
Por causa do acordo, Youssef deixou a prisão em 2016, enquanto a Lava Jato colocava nas ruas seu “projeto de poder”, como definiu o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sentença que apontou “erro histórico” na prisão de Lula decretada por Moro.
No entanto, o doleiro foi preso novamente em março deste ano por determinação do juiz Eduardo Appio, que substituiu Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.
Para decretar a prisão preventiva, o juiz considerou que o investigado mudou de domicílio sem comunicar à Justiça e que ele tem elevada periculosidade social, sendo reincidente em crimes de colarinho branco e lavagem de dinheiro. Ele lembrou ainda que Youssef foi condenado a mais de 32 anos de prisão e não há notícia de que tenha regularizado seus débitos com a Receita.
Na ação que será protocolada no STF, Youssef pede que Toffoli assuma a investigação contra Moro sobre os grampos encontrados em sua cela em 2014.
Ele afirma que houve “ingerência” do ex-juiz no inquérito conduzido pela Polícia Federal para abafar o caso e, assim, evitar a anulação do acordo de delação, fazendo com que as investigações da Lava Jato fossem anuladas já em sua fase inicial – antes de atingir os alvos principais, entre eles Lula.
A investigação da PF foi aberta em 2014 após advogados do doleiro encontrarem aparelhos para um grampo ilegal na cela onde Youssef estava preso.
A escuta teria sido implantada irregularmente para monitorar as conversas entre o doleiro e a defesa para serem usadas em achaques.
Apos a defesa de Youssef denunciar a ação ilegal, a PF abriu um procedimento interno. A apuração conduzida nos meses seguintes pela Corregedoria-Geral de Polícia Federal, especificamente pela Coordenação de Assuntos Internos, concluiu que “restou comprovada a existência de indícios” da instalação do equipamento de interceptação ambiental.
Youssef já havia tentado acessar o laudo da investigação, mas não teve êxito no período em que Sergio Moro esteve à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Apenas em 2023, sete anos depois de concluída a investigação, o doleiro conseguiu analisar o material, a partir de uma nova petição apresentada a Eduardo Appio.
Que não se criem generalizações sobre as forças armadas
Um tenente-Coronel do Exército (deve ser colega de turma de Mauro Cid), explica aos acampados, quais as consequências de um golpe de Estado depois das eleições.
Para que não se generalizem leituras negativas sobre os militares, nove meses depois da tentativa histérica de golpe da extrema-direita.
A grande maioria dos oficiais e até mesmo da tropa são lúcidos. E sabem a verdadeira missão das forças armadas.
Golpistas e aproveitadores são apenas uma barulhenta minoria.
Itapetinga: disparo de arma mata PM lotado na 8ª CIPM.

O soldado PM Matheus Borges morreu na manhã desta sexta-feira, 15, vítima de disparo de arma de fogo em sua residência, em Itapetinga, segundo as primeiras informações recebidas pelo site Sudoeste Digital. Relatos informaram que o PM foi encontrado em circunstâncias que indicam um possível autoextermínio.
Borges, ainda chegou a ser socorrido, mas teria morrido antes de dar entrada no pronto-socorro do Hospital Cristo Redentor, naquela cidade.
Do portal Sudoeste Digital
MP-BA promove audiência pública para debater prestação de serviços do Planserv
Sessão está prevista para acontecer no dia 5 de outubro, às 14h.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promove uma audiência pública para debater a prestação de serviços dos Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais (Planserv). A sessão está prevista para acontecer no dia 5 de outubro, às 14h, no bairro de Nazaré, em Salvador, por meio da promotora de Justiça, Rita Tourinho.
O objetivo é realizar apresentação de críticas, sugestões e questionamentos pelos interessados quanto à prestação de serviço do Planserv. Serão admitidas inscrições dos vinte primeiros interessados que encaminharem o pedido de participação.
Megaoperação da PF e SSP localiza segundo fuzil no bairro de Valéria.
Policia federal foi morto outros três agentes acabaram feridos na ação; quatro suspeitos acabaram alvejados e não resistiram.
Um segundo fuzil foi apreendido na manhã desta sexta-feira (15), no bairro de Valéria, em uma megaoperação contra o tráfico de drogas. Mais cedo, um policial federal foi morto e outros três agentes ficaram feridos durante a ação, realizada de forma integrada com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Quatro suspeitos acabaram alvejados em confronto e não resistiram aos ferimentos.
O agente federal morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribé. Durante as diligências, investigadores localizaram um fuzil, carregador e munições. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) lamentou a morte do policial e afirmou que a investida é uma reação do crime organizado à atuação das forças de segurança.
De acordo com a SSP, a ação ocorreu em uma região de mata fechada, onde forças federais e estaduais faziam cerco a integrantes de uma facção envolvida com tráfico de drogas, homicídios, roubos, entre outros delitos. As buscas por foragidos continuam.
Os três agentes feridos, entre eles um inspetor da Polícia Civil, foram socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE). Não há informações sobre o estado de saúde deles.
A Operação Fauda foi deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), parceria entre a PF e a SSP, e visa cumprir ordens judiciais na capital baiana.
Cerca de 100 policiais de unidades ordinárias e especializadas participam da ação.
Edição do Bahia.ba
Colisão na TO 040 interrompe estrada e causa vítimas.
Batida aconteceu no trecho entre Dianópolis e a divisa com a Bahia; trecho está interditado. Bombeiros informaram que há vítimas presas às ferragens.
Duas carretas pegaram fogo após uma batida na TO-040 no trecho entre Dianópolis e a divisa com a Bahia. Os bombeiros foram chamados ao local para combater um grande incêndio nos veículos. Pelo menos uma pessoa morreu no acidente.
Vídeo publicado nas redes sociais mostra uma grande quantidade de fogo e o barulho de explosões.
O acidente aconteceu próximo da ponte do Ribeirão do Salto, por volta das 7h40 desta quinta-feira (14). Ainda não há informação de como a batida aconteceu. Uma carreta transportava óleo vegetal e seguia em direção à Bahia. A outra levava soja e estava no sentido Dianópolis.
Até o fim da manhã apenas um dos condutores foi localizado. O corpo ainda não foi identificado.
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Vídeos feitos no local mostram um caminhão tombado e atravessado na rodovia, enquanto outro ficou meio da pista. Ambos pegaram fogo e equipes da 6ª Companhia Independente dos Bombeiros, em Dianópolis, foram chamadas para combater as chamas.
Durante todo o dia, o trânsito entre Luís Eduardo e Dianópolis foi desviado por Taguatinga, caminho alternativo para desviar o acidente.
Não há previsão de quando o trecho será liberado.
O óleo se espalhou após a batida e o fogo acabou atingindo a vegetação nos arredores do acidente. Uma equipe de combate a incêndio florestal também foi chamada e conseguiu controlar as chamas. A perícia foi chamada e está no local.
Fonte:G1/TO
10ª Operação Safra foi lançada hoje em Barreiras


Lançada oficialmente em Barreiras nesta quinta-feira (14), a Operação Safra 2023/2024 comemora dez anos consecutivos de atuação com resultados positivos na segurança da colheita agrícola nos municípios do Oeste, além da inibição de roubos e furtos de defensivos agrícolas, assegurando assim, mais tranquilidade aos produtores, caminhoneiros e fornecedores de insumos e implementos.
A operação é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado por meio da Secretaria de Segurança Pública, Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

A cerimônia realizada na Base Avançada do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (BAVAN) contou com a presença de autoridades políticas, militares, civis e agricultores. O vice-prefeito e secretário de Planejamento, Emerson Cardoso, o secretário de Segurança Cidadã e Trânsito, Júnior Sampaio, o secretário de Agricultura e Tecnologia José Marques, a subsecretária Manuela Maia, o secretário de Meio Ambiente, Demósthenes Júnior, assessor Marcos Penalber, o comandante da GCM, João Oliveira e os vereadores Tetéia Chaves e Adriano Stein, foram recepcionados pelo presidente da Aiba, Odacil Ranzi e diretoria.
O lançamento contou também com a presença do subsecretário de Segurança Pública da Bahia-SSP, Marcel Oliveira, que destacou a atuação da Polícia Militar e a amplitude da sensação de segurança que a Operação promove durante os seis meses de intensa atuação.
“Celebramos dez anos de serviços prestados à segurança e logística no campo em onze municípios do Oeste, e continuaremos focados no monitoramento das áreas de produção e transporte, com a presença do policiamento do Graer, Companhias Independentes de todos os municípios, Cipe Cerrado, Policiamento Rodoviário Estadual e Rondesp, levando a força e proteção a essa região tão pujante”, destacou o subsecretário da SSP, Marcel Oliveira.
A Operação Safra abrange os municípios de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Baianópolis, Cocos, Correntina, Formosa do Rio Preto, Jaborandi, Riachão das Neves, Santa Maria da Vitória e Santa Rita de Cássia. O presidente da Aiba, Odacil Ranzi elencou os resultados da parceria e o suporte operacional para que a segurança da safra seja garantida.
“Hoje só temos que celebrar a mudança da realidade que assistimos nesses dez anos, e como os índices caíram após essa atuação conjunta das forças de segurança pública. Nossa meta é prevalecer e fortalecer essa parceria entre Aiba, o Governo do Estado, a Adab e Polícia Militar da Bahia, que tem dado resultados positivos e reflexos significativos para a manutenção da paz no campo e nas cidades do Oeste baiano”, ressaltou Odacil.
Números da Operação Safra 2022/2023: A Operação Safra 2022/2023 terminou com 12 mil pessoas abordadas e mais de 3,5 mil veículos inspecionados pela Polícia Militar, um aumento efetivo de 20%, de acordo com balanço divulgado pela Secretaria da Agricultura do estado (Seagri).
Os dados também informam que foram realizadas 9 mil visitas a fazendas durante os 6 meses da operação, aumento de 20% em relação ao período anterior.
Foram registradas, ainda, a prisão de quatro pessoas em flagrante e a apreensão de 18 armas de fogo, números inferiores aos computados em anos anteriores.
Advogada de MS vira chacota ao “revelar” que índios não foram os primeiros a habitar o Brasil.
Correio do Estado
A secretária adjunta de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, no ano de 2019, Luana Ruiz Silva Figueiredo, virou motivo de deboche nacional ao contrariar a história oficial e garantir que “os índios não foram os primeiros habitantes do Brasil”. Ela é advogada de Mato Grosso do Sul e se apresenta como amiga da titular da pasta, Tereza Cristina Dias.
Por Edivaldo Bitencourt, em O Jacaré.
A polêmica começou no domingo (3) com a publicação de nota na coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Sites e blogs de esquerda e internautas repercutiram e ridicularizaram a tese de Luana.
A advogada é contra a demarcação de terras indígenas. Além de contestar a secular versão oficial da história, de que eles foram os primeiros a chegar ao Brasil, a secretária adjunta disse que os índios sul-mato-grossenses estão obesos, com pressão alta e diabetes.
Na versão da secretária adjunta, os índios expulsaram os primeiros habitantes no Brasil e, por isso, mereceram ser expulsos pelos europeus, que chegaram depois. A Constituição garante o direito à terra aos indígenas porque os considera os primeiros brasileiros.
A versão de que os índios foram os primeiros habitantes do País nunca foi contestada e é tão popular entre os estudantes das séries iniciais como a de que a pátria amada foi descoberta por Pedro Álvares Cabral. Esta última não é unanimidade, porque alguns historiadores atribuem o pioneirismo a Cristovam Colombo.
Presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira, pesquisador e professor universitário, Jorge Eremitas de Oliveira, contestou a versão da advogada em artigo publicado no blog O Cafezinho.
“No caso de Mato Grosso do Sul, onde há três décadas realizo estudos a respeito dos povos indígenas pretéritos e contemporâneos, sabe-se que toda sua atual extensão territorial estava ocupada pelos ameríndios desde muito antes dos primeiros europeus cruzarem o Atlântico em suas caravelas. Hoje em dia, as terras ali reivindicadas por comunidades Guarani, Kaiowá, Terena e de outras etnias têm a ver com áreas de onde muitas delas foram expulsas décadas atrás”, afirmou.
“Não estou a falar, que se faça bem entendido, de terras dos tempos de Colombo e Cabral, tampouco da Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, ou do bairro Morumbi, em São Paulo. Em livro de minha coautoria, intitulado Ñande Ru Marangatuiv, escrito em parceria com o antropólogo Levi Marques Pereira, consta um laudo pericial produzido para a Justiça Federal sobre a terra indígena homônima, tradicionalmente ocupada por comunidade Kaiowá no município de Antônio João, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Trata-se de área disputada por indígenas e fazendeiros, dentre os últimos alguns parentes da referida secretária-adjunta de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura”, conta, revelando o principal motivo da mobilização permanente de Luana Figueiredo contra os índios.
Apesar da ministra garantir que não haverá retrocesso na política de demarcação de áreas indígenas, toda a equipe do Ministério da Agricultura, que assumiu a função da Funai, é contra as reivindicações indígenas.
Com aproximadamente 80 mil índios, Mato Grosso do Sul possui várias áreas em conflito e a situação pode piorar. O Ministério Público Federal firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com a Fundação Nacional do Índio em 2007, que previa a realização de estudos para identificar 39 novas áreas indígenas.
Nota da Redação:
A matéria foi publicada em 2019, mas continua atual, com as hipóteses disparatadas sobre a invasão violenta das terras indígenas.
Bolsa dispara e dólar fica abaixo de R$ 4,90, com boas novas da China.
Informações do exterior puxaram a alta das ações da Vale, que tem forte peso no Ibovespa. Moeda americana caiu 0,91%.
Por Carlos Rydlewski, no Metrópoles.
O Ibovespa fechou em alta de 1,03%, aos 119.392 pontos, nesta quinta-feira (14/09). Essa foi a quarta elevação seguida do principal índice da Bolsa brasileira (B3), mais uma vez impulsionado por notícias vindas do exterior, consideradas positivas pelos investidores.
Em uma delas, o Banco Central da China reduziu a taxa de depósitos compulsórios em 0,25 ponto percentual. Essa foi mais uma medida anunciada pelo governo chinês para alavancar a economia local. Com isso, os preços das commodities metálicas subiram no mercado internacional, o que valorizou as ações de empresas de mineração e siderurgia. O minério de ferro, por exemplo, quebrou a barreira dos US$ 120 por tonelada.
Nesse contexto, os papéis da Vale, com grande peso no Ibovespa, avançaram 4,10%. A maior alta do dia, de 5,17%, foi registrada pela Bradespar, que investe na mineradora.
Os contratos futuros do petróleo também encerraram o dia em alta, com o WTI, que orienta o mercado americano, atingindo o maior nível do ano, acima dos US$ 90. Para novembro, o barril do tipo Brent, uma referência global, subiu 1,98%, a US$ 93,70. A Petrobras também avançou 2,78% nesta quinta.
O mercado de capitais animou-se ainda com a divulgação de dados semanais sobre o auxílio-desemprego nos Estados Unidos. O número de pedidos aumentou, atingindo 220 mil na semana encerrada em 9 de agosto, frente aos 217 mil na semana anterior. Mas os analistas esperavam 225 mil.
2º Réu dos atos golpistas é condenado a 14 anos de prisão
Petrobras anuncia autossuficiência em gasolina e diesel em 2027.
A Petrobrás anuncia retomada das obras da Refinaria Abreu e Lima, com previsão de gerar 40 mil empregos em Pernambuco e Brasil alcançar autossuficiência em combustíveis.
Unidade 1 da refinaria, que opera desde 2014, deve ser ampliada em +15 mil barris de petróleo refinados por dia.
Unidade 2, com obras paralisadas, será retomada em 2024, com conclusão prevista para o fim de 2026! Cerca de 260 mil barris serão refinados por dia, incremento de 13 milhões de litros de diesel S10 na oferta nacional.
Junto com a ampliação de outras refinarias, como a de Paulínia, SP, Brasil deve se tornar autossuficiente em gasolina e diesel a partir de 2027.
Os brasileiros sempre tiveram duas opções: entrar na fila do osso ou entrar no Exército.
Atirador é atingido por bala ricocheteada e morre no clube de tiro.
Uma câmera de segurança registrou o momento em que Diego dos Santos Ribeiro, 36 anos, é atingido no peito por um projétil disparado por ele mesmo em um clube de tiro em Planaltina, no Distrito Federal. A munição ricocheteou e matou o atirador na tarde de quarta-feira (13/9).
O vídeo mostra Diego atirando em alvos fixos perto de uma colina. Ele é observado por outro homem, que o auxilia, e uma mulher. Após fazer o disparo, o atirador se vira, cambaleia e cai.
A mulher sai correndo, enquanto o outro homem vai na direção do baleado. Ele se desespera, pega o celular e sai do estande.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados para a ocorrência no Clube de Tiro Sniper, localizado na Rajadinha II. Os socorristas chegaram a atender Diego com vida, mas ele não resistiu ao ferimento e morreu no local.
Roberto Jefferson vai a júri popular por tentativa de homicídio
Ex-deputado recebeu com tiros e granadas agentes da PF
Da Agência Brasil
A juíza federal Abby Ilharco Magalhães, da 1ª Vara Federal de Três Rios, decidiu que o ex-deputado Roberto Jefferson irá a júri popular. Ele é acusado de tentativa de homicídio contra quatro policiais federais que foram cumprir mandado de prisão em Comendador Levy Gasparian, interior do Rio de Janeiro, residência do ex-parlamentar, no dia 23 de outubro do ano passado.
Jefferson reagiu à ordem de prisão e, do segundo andar da casa onde mora, com visão privilegiada, atirou contra os policiais. Ele usou uma carabina e atirou granadas contra o carro dos agentes, destruindo parte do carro oficial da PF.
No confronto, o delegado Marcelo André Côrtes Villela e a agente Karina Lino Miranda de Oliveira ficaram feridos por estilhaços de uma granada. Os dois foram levados para o hospital.
A magistrada manteve a prisão preventiva de Jefferson. Atualmente, ele está internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul do Rio, em decisão autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, devido ao seu estado de saúde.
Na decisão, a juíza Abby Magalhães manteve a prisão preventiva do acusado. A defesa pedia a conversão em prisão domiciliar. “Como já restou consignado, tanto a materialidade delitiva quanto a autoria atribuída ao réu encontram-se suficientemente delineadas e não há novos elementos de convicção ou alteração fática, capazes de modificar a conclusão pela concreta necessidade de manutenção da prisão preventiva do réu com vistas à manutenção da garantia da ordem pública”, escreveu a magistrada.
Na denúncia do Ministério Público Federal (MPF), “a utilização de três granadas adulteradas, conjugada com a realização de aproximadamente 60 disparos de carabina na direção dos policiais, que se encontravam em plena via pública resultou óbvio perigo comum”.
O ministro Alexandre de Moraes tinha determinado a nova detenção de Jefferson, que já se encontrava em prisão domiciliar, após atacar verbalmente, com palavras de baixo calão, a ministra do STF, Cármen Lúcia.
PRF autua caminhoneiro com drogas para retardar o sono na Chapada Diamantina.
Um total de 37 comprimidos de anfetamina, conhecida como “rebite” foram apreendidos, na quarta-feira (13), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 242, em Seabra, na Chapada Diamantina. Um motorista de caminhão foi autuado pelo porte da substância, que é clandestina e não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Policiais realizavam uma fiscalização do transporte de cargas, quando abordaram uma carreta Volvo, de cor prata. Durante a vistoria, o motorista entregou aos policiais três cartelas com comprimidos de rebites, que são utilizados por alguns motoristas para inibir o sono e dirigir por longas distâncias.
Em seguida, foi emitido um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por porte de droga e autuações pelas irregularidades.
O uso desse tipo de droga está muitas vezes associado à condução em excesso de velocidade, perda do controle do veículo, colisões, direção agressiva e desatenta, além de execução de manobras de alto risco.
Barreiras: Polícia Federal faz operação vinculada à Faroeste e promove diligências na residência de advogados.
Rui Barata Filho, implicado na Faroeste.
Na manhã desta quinta-feira (14), a Polícia Federal deflagrou uma nova operação vinculada à Faroeste. Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na residência de advogados em Salvador. Um deles é o filho da desembargadora Lígia Cunha, o ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), Rui Barata Filho.
A Operação Faroeste investiga um esquema de venda de sentenças no Oeste da Bahia, envolvendo desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça do estado (TJ-BA), advogados e proprietários de terra.
Mãe do alvo da operação desta quinta, Lígia Cunha está afastada do TJ-BA desde dezembro de 2020, quando as fases iniciais da Operação Faroeste foram deflagradas. Em agosto, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um habeas corpus para que a desembargadora retornasse ao cargo.
Ex-juiz eleitoral, Rui Barata Filho foi citado em uma gravação entre o advogado Júlio Cesar Cavalcanti, delator da Operação Faroeste (veja aqui), e o filho da desembargadora do TJ-BA Sandra Inês Rusciolelli, na 5ª fase da Operação.
Ele é acusado de envolvimento no esquema de corrupção que envolve a disputa judicial de mais de 300 mil hectares de terra no oeste baiano.
Na primeira fase da Faroeste ele foi apresentado como suspeito pela Ministério Público Federal (MPF), que na época destacou que o advogado e juiz eleitoral era acusado de tráfico de influências por ser filho da desembargadora.
A primeira denúncia do MPF ainda aponta que ele abriu um escritório de advocacia na cidade de Barreiras, quando a mãe se tornou desembargadora na Câmara Especial do Oeste, inaugurada pelo TJ-BA em meados de 2015. O escritório teria sido aberto em parceria com Thiago Phileto.
Um relatório da Unidade de Inteligência Financeira, antigo Coaf, aponta uma movimentação bancária atípica do advogado, na ordem de R$ 23,8 milhões, sendo que R$ 4 milhões estão ligados a Geciane Maturino, esposa do falso cônsul da Guiné Bissau, Adailton Maturino, presos na 1ª fase da Operação Faroeste.
Em dezembro de 2020, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes – relator da Faroeste na Corte -, negou pedido do MPF para prisão de Rui Barata Filho, apontado como operador de células criminosas.
Do Bahia Notícias.
Dinheiro fácil: PL vai alugar avião particular para viagens de Michelle.
Depois da pré-candidatura, Michelle voltou até a exibir performances canastronas nas igrejas.
O partido não informou se custos serão pagos com fundo eleitoral abastecido por dinheiro público ou através do fundo partidário com doações privadas.
Tida como trunfo para atrair votos em 2024, caso Jair Bolsonaro (PL) seja preso, Michelle Bolsonaro (PL) contará com mais conforto para viajar pelo país.
Conforme Bela Megale em sua coluna no jornal O Globo, o PL alugará um avião particular para a ex-primeira-dama, que já tem ao menos quatro viagens marcadas para os próximos meses, uma em outubro e quatro em novembro.
Questionado pela coluna, o partido não informou se os custos com a aeronave serão pagos com recursos do fundo eleitoral abastecido por dinheiro público ou através do fundo partidário, que também conta com doações privadas.
Inter vira, encerra jejum no Brasileiro e preocupa São Paulo perto de finais.
Tricolor abre placar, mas Colorado revê vitória na competição após três meses; time de Dorival decide Copa do Brasil perto do Z-4.
O Inter não saboreava uma vitória no Campeonato Brasileiro há quase três meses (ou dez jogos), mas o jejum, enfim, acabou nesta quarta-feira. O Colorado venceu o São Paulo por 2 a 1 de virada, no Beira-Rio, pela 23ª rodada, subiu na tabela, afastou um pouco a preocupação com a zona de rebaixamento e a deixou no colo do rival paulista – que tem finais da Copa do Brasil contra o Flamengo nos próximos dois domingos.
O time de Eduardo Coudet ganha alívio na primeira vitória sob comando do técnico argentino no Brasileirão – o último triunfo havia sido em 25 de junho, contra o América-MG.
Já a equipe de Dorival Júnior aumenta para sete a série de jogos sem vencer no campeonato – peso extra às vésperas de uma final tão importante.
A vitória leva o Inter aos 29 pontos, agora na décima posição e ultrapassando o próprio São Paulo, que fica com 28 e não consegue deslanchar no campeonato – o Santos, que abre a zona de rebaixamento, tem 21. CLIQUE AQUI e veja a tabela do Brasileirão.
Próximos jogos
O São Paulo tem o primeiro jogo da final da Copa do Brasil contra o Flamengo no domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã.
O Inter só joga em 21 de setembro, uma quinta-feira, quando visita o Athletico na Ligga Arena, às 19h30, pela 24ª rodada do Brasileirão.
AGU obtém liminar para demolição de obra irregular que coloca em risco terreiro de Salvador (BA) tombado como patrimônio cultural.
Ação movida na representação judicial do Iphan tem como objetivo proteger o mais antigo centro religioso negro do país, o Terreiro Casa Branca, Ilê Axé lá Nassô Ocá.

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve, na Justiça Federal da Bahia, liminar determinando a demolição parcial de uma obra irregular erguida ao lado do terreiro Casa Branca, Ilê Axé Iá Nassô Ocá, em Salvador (Bahia), que corre risco de desabar e danificar o espaço religioso, tombado como patrimônio cultural brasileiro.
A decisão foi obtida no âmbito de uma ação civil pública movida pela AGU na representação judicial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No processo, foi pedida tutela de urgência para que fosse determinada a demolição total ou parcial do imóvel irregular; a remoção de eventuais moradores do imóvel e fechamento das janelas e vãos do imóvel, que retiram a privacidade do funcionamento do terreiro; além da intimação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para realização de vistoria e elaboração de laudo sobre as condições da construção irregular.
A AGU enfatizou no pedido que a edificação de cinco andares, que vem sendo construída nos últimos quatro anos, corre risco de desmoronamento, oferecendo riscos estruturais que podem macular a integridade e segurança dos usuários, além da própria edificação sagrada. Também salienta que a obra não tem projeto arquitetônico nem estrutural.
Os procuradores federais que atuaram no caso também explicaram que o terreiro de candomblé possui grande relevância histórica e cultural, tendo sido tombado tanto o âmbito do município de Salvador, quanto na esfera federal. Foi enfatizado que os “conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico” integram os patrimônios culturais, cabendo ao Poder Público a sua proteção, como determina a Constituição Federal.
Normas descumpridas
A AGU também ponderou que nos arredores de coisa tombada não é possível fazer qualquer construção sem prévia autorização do Iphan. No entanto, no caso discutido nos autos, o réu não apenas realizou a obra no entorno do terreiro sem a chancela da entidade pública, como chegou a invadir parte do terreno do bem tombado, além de ter desrespeitado a legislação municipal que impõe a restrição de imóveis com até dois pavimentos na região.
A ação foi feita em conjunto por diversas unidades da AGU, incluindo Procuradoria Federal junto ao Iphan, Procuradoria Federal no Estado da Bahia, Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região e a Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente.
A Justiça Federal da 1ª Região acatou os argumentos da AGU, determinando liminarmente a interrupção imediata de qualquer obra no imóvel e que o réu apresente, no prazo de 30 dias, projeto de engenharia para demolição dos dois pavimentos superiores. O projeto deverá ser submetido ao Iphan e ao município de Salvador para aprovação, tudo sob pena de multa e de outras sanções processuais caso necessário.
Proteção do patrimônio cultural
A procuradora-chefe do Iphan, Mariana Karam, destaca a relevância da decisão. “Foi resultado direto dessa maturidade institucional e do incansável trabalho que vem sendo desempenhado para a efetiva proteção do patrimônio cultural brasileiro, material e imaterial, incluindo sua perspectiva que busca dar voz e direitos a patrimônios culturais que, apesar de extremamente valiosos na construção da história de nosso país, costumam ser esquecidos e tanto precisam de nosso apoio e proteção jurídica”, disse. “O ajuizamento desta ação civil pública pelo Iphan foi resultado da sinergia própria da advocacia pública federal, que se mostra atenta às preocupações dos gestores públicos e às demandas dos destinatários das políticas públicas, e consegue trabalhar em suas diversas esferas institucionais para atingir o resultado pretendido”, acrescentou.
Na mesma linha, o procurador federal Paulo Fernando Pereira, que também é da PF/Iphan e atuou no caso, enfatiza que a atuação da AGU foi fundamental “porque demonstra nova postura do Estado brasileiro em relação à defesa do patrimônio afro-brasileiro, essencial para a construção da imagem do Brasil enquanto Nação, pois o Terreiro Casa Branca é um dos símbolos mais representativos da cultura nacional”.
O terreiro
De acordo com informações do Iphan, o Casa Branca, Ilê Axé Iá Nassô Ocá é o primeiro terreiro de que se tem notícia no Brasil e o primeiro tombado pelo instituto. Ele foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro e inscrito nos livros do Tombo Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico em 1984. O tombamento inclui uma área de 6.800 metros quadrados com edificações, árvores e objetos sagrados. Conforme relatos da primeira metade do século XIX, foi instalado na época no subúrbio de Salvador por comunidade que fugia da perseguição religiosa mais intensa em pontos mais centrais da cidade.
Fraude na intervenção do Rio usou doleiro que enviou cocaína via FAB.
Por Arthur Guimarães, no Metrópoles.
Réu no caso de sargento preso na Espanha, “Macaco” foi o doleiro escolhido por militares para trazer dinheiro dos EUA na intervenção do Rio.

O doleiro usado na suposta fraude na compra de coletes balísticos na intervenção do Rio de Janeiro é o homem que, no mesmo período, participou da engenharia financeira para o envio de cocaína em avião da Força Aérea Brasileira (FAB), dentro da comitiva do então presidente Jair Bolsonaro, em 2019. A afirmação é embasada em cruzamento feito pelo Metrópoles sobre documentos oficiais das investigações da Polícia Federal (PF).
Nos dois episódios criminosos, aparece um mesmo nome e dono de telefone celular: Márcio Moufarrege, o Macaco. No caso de tráfico internacional, ele é acusado de movimentar dinheiro dos fornecedores que compraram a droga entregue para o sargento preso em Sevilha, na Espanha, em 24 de junho de 2019.
Após uma série de falhas na fiscalização na Base Aérea de Brasília, Manoel Silva Rodrigues embarcou com 39 quilos de cocaína na bagagem. Ao desembarcar, acabou preso.
Já no caso da fraude internacional em licitação, Moufarrege é investigado por transferir dinheiro clandestinamente, entre os Estados Unidos e o Brasil, para os militares envolvidos na tentativa de fornecimento de 9.360 coletes balísticos para a Polícia Civil do Rio. A operação total teria sobrepreço de R$ 4,6 milhões, em compra orçada em cerca de R$ 40 milhões e feita por intermediação do Gabinete da Intervenção Federal (GIF), comandado pelo general Braga Netto.
Posteriormente, houve estorno do valor pago. Um ano depois, Braga Netto se tornou ministro da Casa Civil de Bolsonaro.
Print de avião
Em um print de conversa destacado no inquérito sobre Operação Perfídia, deflagrada ontem e que envolve Braga Netto, o doleiro foi flagrado usando um fundo de tela de avião militar.
Moufarrege é réu na Justiça Militar por associação para o tráfico no caso do avião da FAB. Ele chegou a ser alvo de busca e apreensão, em 2021. Na época, trabalhava como personal trainer e andava com carrões importados que, aos olhos dos investigadores, demonstraram que sua atividade profissional deveria ser outra.
Perigo nas estradas: PRF apreende rebite e cocaína dentro de urso de pelúcia.

Motoristas de longo curso, com caminhões pesados, usando entorpecentes se tornam em perigo constante de acidentes graves.
oliciais rodoviários federais flagraram na manhã de hoje, 13 de setembro, na BR 116 em Jequié, um caminhoneiro que transportava 65 comprimidos de rebite e mais uma porção de cocaína.
A carreta Scania placas do Rio de Janeiro foi abordada no km 677 da rodovia. A equipe perguntou ao motorista se ele portava alguma droga para se manter acordado e o homem apresentou cartelas de um “rebite” sem registro na Anvisa.
Em continuidade a vistoria na cabine do caminhão, foram encontrados dentro de um urso de pelúcia, um recipiente contendo cápsulas de uma substância utilizada para retardar o sono que estimula o sistema nervoso central e é utilizada geralmente por profissionais do volante para manter acordado por longas horas durante a viagem.
Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência e o condutor se comprometeu a comparecer para responder em juízo, quando intimado para responder por sua conduta de acordo com o que prevê no art. 28 da Lei 11.343/2006.
PF deflagra operação contra corrupção em serviços de guincho e guarda de veículos da PRF.

Há suspeita de que houve favorecimento em processo licitatório
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (13/9), a Operação Road, destinada a apurar suposto esquema de corrupção envolvendo empresa que presta serviços de guincho e guarda de veículos aprendidos de terceiros à Unidade Operacional (UOP) da Polícia Rodoviária Federal – PRF, em Simões Filho/BA.
As investigações buscam esclarecer a suspeita de irregularidades no processo licitatório que favoreceu a empresa e da atuação de servidores públicos na promoção de retenções excessivas, a fim de gerar maior volume de receita à empresa, sustentando o esquema investigado de corrupção.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, nas cidades de Candeias e Lauro de Freitas/BA, expedidos pela 17ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia.
As investigações se iniciaram em julho de 2020 e demonstram que a empresa contratada operacionalizaria sistema de contabilidade paralela, por meio de movimentações em espécie, com o objetivo de possibilitar a ocultação e pulverização de valores.
Conforme levantando, a empresa e seus sócios tiveram um volume de mais de R$ 5 milhões em movimentações consideradas suspeitas durante a execução do contrato questionado.
As investigações avançam para aprofundar os elementos acerca da dinâmica do suposto engenho criminoso, individualização das condutas dos envolvidos, rastreio de valores ocultados e pulverizados, além do descortínio de possíveis outros participantes, podendo os investigados responderem pelos crimes de corrupção passiva e ativa.
Jota Camelo: a direita em crise.
Apoie o trabalho do #JotaCamelo via PIX: jotacamelocharges@gmail.com ou pelo site: jotacamelo.com.br
Após empate, Seleção de LEM recebe Ibicaraí no próximo domingo (17).

Jogo será realizado às 15h, no Estádio Coronel Aroldo
Depois de um jogo difícil, que terminou com empate de 0X0, contra a equipe de Ibicaraí, neste domingo (10), pela segunda fase do Campeonato Intermunicipal de Futebol, a Seleção de Luís Eduardo Magalhães vai iniciar a preparação o jogo de volta no dia 17 de setembro, às 15h, no Estádio Municipal Coronel Aroldo, no bairro Santa Cruz.
A Seleção de Futebol saiu de LEM às 20h da última sexta-feira, dia 08, rumo à cidade de Ibicaraí no Sul da Bahia (mais de 900 km de distância) e retornou nesta segunda-feira (11).
Com uma campanha invicta no Campeonato Intermunicipal, LEM se classificou na segunda posição geral da competição, em um total de 52 equipes.
A participação dos atletas no Campeonato Intermunicipal de Futebol, é resultado de investimento da Prefeitura do município, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes, por meio da Liga Desportiva.
Moraes condena primeiro réu pelos atos golpistas a 17 anos de prisão.
Relator vota pela condenação de Aécio Lúcio Costa Pereira.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou hoje (13) pela condenação do primeiro réu pelos atos golpistas de 8 de janeiro a 17 anos de prisão em regime fechado. 

Aécio Lúcio Costa Pereira, morador de Diadema (SP), foi preso pela Polícia Legislativa no plenário do Senado. Ele chegou a publicar um vídeo nas redes sociais durante a invasão da Casa e continua preso.
Pelo voto, o acusado ainda deverá pagar solidariamente com outros acusados o valor de R$ 30 milhões pelos prejuízos causados pela depredação. Cabe recurso contra a decisão.
De acordo com a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o acusado participou da depredação do Congresso Nacional, quebrando vidraças, portas de vidro, obras de arte, equipamentos de segurança, e usando substância inflamável para colocar fogo no tapete do Salão Verde da Câmara dos Deputados.
Pelo voto de Moraes, que é relator do caso, o acusado cometeu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, associação criminosa armada e dano contra o patrimônio público, com uso de substância inflamável.
Moraes ressaltou que Aécio foi preso em flagrante e teve participação ativa nos atos, fazendo uma doação de R$ 380 para o “grupo patriotas”, integrado por pessoas que defendiam intervenção militar. Durante o voto, o STF exibiu os vídeos que mostram o prédio da Corte, o Congresso e o Palácio do Planalto sendo invadidos.
“Claramente demonstrado que não há nenhum domingo no parque, nenhum passeio. Atos criminosos, atentatórios à democracia, ao Estado democrático de Direito, por uma turba de golpistas que pretendiam uma intervenção militar para derrubar um governo democraticamente eleito em 2022”, afirmou.
O ministro também defendeu a aplicação do conceito de crimes multitudinários para punir os envolvidos na depredação. Nesses tipos de crimes, não é necessário a individualização completa das acusações contra os investigados porque os delitos foram cometidos por uma multidão de pessoas.
“Não estavam com armamento pesado, não estavam com fuzis. Estavam numericamente agigantados, violentos, e a ideia era que, com a tomada dos três prédios que representam os poderes da República, houvesse a necessidade da decretação de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem) pelas Forças Armadas”, afirmou.
Após o voto de Moraes, a sessão foi suspensa para o intervalo e será retomada em seguida com a tomada dos demais votos dos ministros.
Durante o julgamento, a defesa de Aécio Lúcio rebateu as acusações e afirmou que o julgamento pelo Supremo é “politico”.
TJ-BA determina afastamento de juiz envolvido na polêmica do estágio para pessoas LGBT
O juiz afastado, Mário Caymmi
O Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) julgou, nesta quarta-feira (13), uma reclamação contra o juiz Mário Soares Caymmi Gomes, titular da 27ª Vara de Substituições de Salvador, e determinou a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) com afastamento das funções.
Informações que chegaram ao BNews dão conta de que o clima foi tenso na reunião do Pleno. A sessão foi secreta ao ponto de advogados que iriam acompanhar outras demandas terem que se retirar do recinto. A transmissão ao vivo também foi encerrada para a apreciação do caso, cujo relator foi o desembargador Jatahy Fonseca Júnior.
Caymmi já se envolveu em diversas polêmicas ao longo da carreira na magistratura. Uma das mais emblemáticas foi quando deu declarações sobre a vida pessoal do desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, Corregedor de Justiça do TJ-BA, que havia determinado a suspensão de um edital de seleção de estágio com vagas reservadas para estudantes da comunidade LGBTQIAP+ na vara sob o comando de Mário Caymmi.
Em resposta, Caymmi afirmou em entrevista, em maio deste ano, que o desembargador é “gay não assumido”, o que gerou total desconforto entre os pares na Corte.
Já no mês de julho, Mário Caymmi disse ter sido vítima de agressão por parte do ex-vereador de Mata de São João, Agnaldo Cardoso. À época, o juiz sugeriu que se tratava de uma espécie de retaliação em decorrência do atrito com Rotondano.
O juiz Mário Caymmi coleciona outras polêmicas, tendo sido acusado de ter inferiorizado um advogado e, também, alvo de queixa-crime movida por outro defensor.
O BNews procurou o TJ-BA para confirmar as informações, mas não obteve resposta. Rotondano também foi procurado, mas não respondeu às mensagens da reportagem. A redação não conseguiu contato com o juiz Mário Caymmi.
Por Rafael Albuquerque, do BNews.
Brasileiro fugitivo de penitenciária é preso nos EUA
Pai tem AVC e morre após saber que filha foi trocada há 42 anos em SC.
Uma família foi indenizada em R$ 300 mil após descobrir que a filha foi trocada na maternidade em Joinville, em Santa Catarina.
Em 2017, uma das mães foi procurada por uma mulher que nasceu na maternidade Darcy Vargas em 1975 e que estava atrás de registros de outros nascimentos no mesmo dia.
Ela contou que fez um teste de DNA e descobriu que não era filha biológica da mulher que considera mãe.
Em janeiro de 2018, a segunda família decidiu fazer o exame de DNA, que revelou que mãe e filha não tinham vínculo biológico. As meninas que foram trocadas nasceram com 10 minutos de diferença.
“Na audiência de instrução, dos relatos prestados pelas autoras em muitos momentos foi enfatizada a dor extrema sentida com a tomada de consciência a respeito dos fatos, sendo registrado que após o resultado do exame de DNA que certificou a ausência de vínculo biológico entre ambas, elas sentaram-se, abraçaram-se e choraram, mas destacaram que os laços afetivos construídos entre ambas durante uma vida se mantêm inalterados”, disse o relator da matéria no TJSC.
O pai da família teve um AVC ao descobrir a troca e morreu. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina considerou que a falha “repercutiu seriamente ao menos em duas famílias” e afirmou que as consequências são “inimagináveis”.
“Após ser informado da troca dos bebês, [o homem] não aceitou a notícia e ficou muito doente, sendo encaminhado à emergência do hospital em razão de um AVC supostamente relacionado ao fato, e acabou falecendo em seguida. Percebe-se então que em uma situação como essa a manifestação de dor é mesmo muito subjetiva, particular da construção psíquica do indivíduo, certamente transcendendo o campo do valor financeiro”, disse relator da matéria no TJSC.
A família do homem que morreu moveu processos por indenização e reparação pela morte associada ao fato. Mãe e filha receberão R$ 150 mil cada e o valor será pago pelo estado. A outra família também moveu um processo e teve direito a indenização.
Da agência Folha Press
Prefeitura leva vacinação para o Vista Alegre e Sol do Cerrado, na próxima semana.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Saúde, vai beneficiar os bairros Vista Alegre e Sol do Cerrado com a atualização da caderneta de vacina, nos dias 19 e 21 de setembro, respectivamente. A iniciativa tem como objetivo descentralizar o serviço, facilitar a vida da população e garantir a imunização do maior número de pessoas.
Estarão disponíveis todas as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Para receber a imunização, o paciente deverá comparecer ao local com um documento oficial com foto, caderneta de vacina, comprovante de residência e o cartão do SUS atualizado. Crianças e adolescentes devem ser acompanhados por um responsável legal.
Serviço:
– 19.09 (Terça)
Vista Alegre
8h às 13h
Centro Comunitário.
– 21.09 (Quinta)
Sol do Cerrado
8h às 13h
Centro Comunitário.
Ventania causa fortes danos em Porto Alegre. Cidade de Rio Grande sofre inundações.
Poa24horas.com.br
Relato do Correio do Povo
Rajadas de vento causam danos e geram fortes ondas no Guaíba, em Porto Alegre.
Fortes rajadas de vento atingiram a região central de Porto Alegre no fim da noite desta segunda-feira. A ventania derrubou placas, deixou parte do Centro Histórico no escuro e fez até ondas no Guaíba, que quebravam nos deques do trecho 1 da Orla.
Um piquete do Acampamento Farroupilha chegou a ter as telhas arrancadas com a força do vento. Apesar do susto, não houve feridos. Os responsáveis pelo espaço iniciaram o reparo logo após o incidente.
A força das rajadas de vento também afetou a operação no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Pelo menos três aeronaves ficaram em espera com órbitas perto da Capital. O voo Azul 4708 arremeteu e retornou para Campinas, em São Paulo. O procedimento é seguro e considerado normal nestas circunstâncias. O piloto informou aos passageiros que após a arremetida a aeronave enfrentou turbulência moderada a forte entre a superfície e dois mil metros de altitude.
Na Grande Porto Alegre, foram feitos chamados aos bombeiros para cortes e quedas de árvores. Viamão, Eldorado do Sul e Guaíba tinham requisições sobre riscos com a vegetação.
Rio Grande alagada
A cidade de Rio Grande já começou a apresentar alagamentos em algumas áreas. Chovendo forte desde o fim da tarde, o Parque Marinha já registra acúmulos de água. Segundo o coordenador da defesa civil, Sérgio Weber, 40 pessoas seguem no Salão Paroquial da Vila da Quinta, a 22 quilômetros de Rio Grande.
“Ainda não temos noção de mililitros nem a velocidade do vento. A equipe está nas ruas entregando telha e lona, ainda relacionada ao temporal da última semana”, relata. As ilhas seguem sendo monitoradas, há previsão de granizo na região, que ainda não se confirmou. Há bastante descarga elétrica durante a noite. Segundo ele, o que falta é material de limpeza, higiene e roupa de criança.
Por enquanto o Porto do Rio Grande segue em condições praticável. Segundo o secretário executivo da defesa civil municipal, Anderson Montiel, a tendência é que a chuva pare até o início da madrugada. Ele conta que tiveram duas ocorrências até às 20h50min, um pedido de lona no bairro Nossa Senhora de Fátima e outro no Navegantes.
Qualifica LEM: alunas da turma do curso de Fabricação de Pizzas concluiram mais uma etapa




As capacitações na área de culinária em Luís Eduardo Magalhães não param, beneficiando diversas famílias. Na última semana, alunas do curso de Fabricação de Pizzas mais uma etapa da qualificação, com a apresentação dos produtos para a aula prática.
Uma noite de muitos sabores, que foram avaliados pela pela professora Eliecy Guirra. As aulas iniciaram no dia 09 de agosto.
Sobre o Programa
O Qualifica LEM oferece capacitação gratuita a jovens e adultos do município, para a inserção nas áreas com maior demanda de mão de obra qualificada. Os cursos são promovidos pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Do início de 2022 até agora, foram ofertados 11 cursos em diversas áreas e 347 pessoas receberam sua certificação.
Preços baixos da Independência no Super Marabá

POP RUA está funcionando em novo endereço.






















