“Bolsonaro não é de direita; é apenas um populista”, diz Santos Cruz.

Santos Cruz: "Bolsonaro não é de direita, é só um populista"

Um dos principais convidados do evento de filiação de Sérgio Moro ao Podemos, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou fortemente o presidente Jair Bolsonaro, de quem foi ministro. Para ele, Bolsonaro se apresentou na campanha “com um discurso do qual ele não cumpriu nada”.

“Na campanha de 2018, existia um entusiasmo muito grande para encerrar aquele período do PT. O PT estava desgastado por escândalos financeiros, escândalos de corrupção. Então, existia um entusiasmo geral para terminar aquele período e começar um novo. E Bolsonaro se apresentou com um discurso do qual ele não cumpriu nada”, disse o general.

“Então, ele pegou muito voto anti PT. Não pegou só voto bolsonarista. Tem gente que simpatiza com ele. Normal. Mas tem muita gente que foi com ele porque era anti PT. Esse pessoal está desiludido. Porque ele é tão populista quanto o governo que veio antes. Ele não é de direita. Ele não é nada. Ele é um populista”, criticou.

Para o general, Bolsonaro é o responsável direto pelos problemas envolvendo o esquema do orçamento secreto em troca de apoio no Congresso.

“Esse é o problema. Uma coisa é a negociação política. Outra coisa é compra de apoio. Compra de apoio se chama destruição da democracia. É isso que está acontecendo. O presidente não está incentivando. É ele quem está fazendo. Ele que é o responsável”, afirmou.

Para ele, Moro poderá construir um outro tipo de relação, se for eleito presidente: “Você tem de estabelecer outros padrões de negociação política. Quando você é viciado em negociar só dinheiro e cargo dá nisso aí. Você tem de ter outros padrões de negociação, de respeito”.

Santos Cruz acredita que, se Moro confirmar sua candidatura, terá condições de romper a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva e Bolsonaro, indicada hoje pelas pesquisas.

“Sem dúvida, ele tem condições. O eleitor é que vai romper. O eleitor é quem vai ter a oportunidade de escolher.”

O general prevê um quadro muito ruim caso Lula ou Bolsonaro vençam em 2022. “Se algum deles ganhar, você já sabe o que vai acontecer. Vão continuar os mensalões, vão continuar os orçamentos secretos. Mas acredito que não vai ser essa a opção do Brasil”, disse o ex-ministro.

Santos Cruz deve se filiar também ao Podemos, mas ainda vai definir para qual cargo pretende concorrer.

O general Santos Cruz, fritado até as cinzas pelo Gabinete do Ódio, guarda mágoas plausíveis. Só que está amarrando o burrinho dele em outro palanque de má qualidade, Sérgio Moro, que teve escancarada, através da série de reportagens da Vaza-Jato, sua condição de juiz parcial, de entreguista e péssimo caráter.

Mãos leves da Lava-Jato são obrigados a devolver diárias, passagens e gratificações.

Força-tarefa da Lava Jato no Paraná deixa de existir, informa MPF - ISTOÉ  Independente

Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que procuradores da Operação Lava Jato devolvam valores recebidos em diárias, gratificações e passagens emitidas para viagens durante o período dedicado à força-tarefa.

De acordo com a CNN, estão na mira ex-integrantes da operação, como o então coordenador em Curitiba, Deltan Dallagnol, e o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que autorizou a criação da força-tarefa.

Procuradores-gerais e secretários-gerais que autorizaram pagamentos também serão responsabilizados pelos prejuízos. Todos serão chamados para apresentar justificativas.

Se condenados, os citados no caso podem se tornar inelegíveis. O ministro Bruno Dantas do TCU, responsável pela decisão, entendeu que houve prejuízo ao erário causado diante de “ato de gestão ilegítimo e antieconômico”.

No entendimento do ministro, o modelo adotado para a força-tarefa da Lava Jato envolveu o “pagamento constante e reiterado de diárias e passagens”. Em vez disso, poderia ter ocorrido a remoção de seus postos de procuradores interessados em participar das investigações.

“Esse modelo viabilizou uma indústria de pagamento de diárias e passagens a certos procuradores escolhidos a dedo, o que é absolutamente incompatível com as regras que disciplinam o serviço público brasileiro”, diz trecho da decisão.

Covid-19: Vacinação exclusiva de primeira dose para adolescentes de 12 a 17 anos nesta sexta (12), em Luís Eduardo Magalhães.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde realizará na próxima sexta-feira, dia 12 de novembro, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, vacinação exclusiva de primeira dose contra o Covid-19, para adolescentes de 12 a 17 anos.

É indispensável o acompanhamento de um responsável legal, além da apresentação do RG, do cartão do SUS ou CPF e um comprovante de residência. Estarão disponíveis 4.004 doses.

Serviço

O quê Vacinação exclusiva de primeira dose contra o Covid-19 para adolescentes de 12 a 17 anos;
Quando Sexta-feira, dia 12 de novembro, das 8h às 16h
Onde Sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, no bairro Santa Cruz

Instituição lança estudo sobre uso eficiente da terra no Matopiba

Conab e IBGE divulgam recorde da safra de grãos em 2019 e 2020 – Sociedade  Nacional de Agricultura

Com estudo sobre a dinâmica territorial da soja no MATOPIBA, Fundação Solidaridad mapeia municípios para o aumento da produção aliada à conservação do bioma

Estimativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) prevê que a área de produção de grãos na região do MATOPIBA, no bioma Cerrado, aumente em 1,1 milhão de hectares até 2030. Com esse cenário, o desafio é fazer com que essa expansão aconteça de maneira responsável. Para aprofundar o conhecimento sobre a dinâmica da expansão de soja na região e contribuir para o uso mais eficiente da terra, a Fundação Solidaridad lança o estudo Potencial regional da expansão da soja no MATOPIBA. A publicação revela um conjunto de 49 municípios que pode absorver 67% do aumento previsto na produção conservando as áreas de vegetação nativa.

O estudo aponta que o MATOPIBA possui 6,6 milhões de hectares de áreas de pastagem com aptidão agrícola, sendo 4 milhões de hectares de pastagens degradadas. Há ainda 4,6 milhões de hectares de excedente de Reserva Legal (ERL) em áreas com aptidão agrícola. Áreas contínuas com pelo menos 100 hectares de extensão são mais viáveis para a expansão da soja e, segundo a publicação, correspondem a 3,2 milhões de hectares nas áreas de pastagem apta e a 4 milhões de hectares do ERL com aptidão agrícola.

O uso de pastagens degradadas, a intensificação da pecuária e a adoção de mecanismos de conservação da vegetação nativa são algumas das estratégias para a expansão sustentável da soja elencadas pelo estudo da Fundação Solidaridad. Sob esse prisma, a Organização analisou e selecionou os municípios com maior potencial de conversão de soja, seja nas áreas de pastagem ou no excedente de Reserva Legal (ERL).

Além desses dois principais critérios, também foram avaliadas a proximidade com áreas agrícolas consolidadas, disponibilidade de infraestrutura, taxa de crescimento de áreas de produção de soja e taxa de conversão da vegetação nativa nos territórios. Como resultado, foram identificados 49 municípios, sendo 17 no Tocantins, 13 no Maranhão, 10 no Piauí e 9 na Bahia. São os chamados “municípios eixo”.

Esse conjunto de localidades indica regiões de cada estado onde provavelmente ocorrerá uma dinâmica mais intensa de expansão da soja na próxima década.  O estudo aponta que, juntos, esses territórios podem absorver 67% da expansão no MATOPIBA até 2030 – o equivalente a 733 mil de 1,1 milhão de hectares previstos.

“O objetivo do estudo foi identificar regiões com potencial para a expansão da soja e direcionar a elas ações de desenvolvimento sustentável”, ressalta a coordenadora do programa Soja da Fundação Solidaridad, Juliana Monti. Para Arnaldo Carneiro, pesquisador aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e que também assina a autoria do estudo, a agricultura sustentável deve ser uma realidade no Cerrado. “O trabalho traz luz ao fato de que entre conservação e agricultura não existe nenhum antagonismo, que elas podem caminhar juntas, inclusive no MATOPIBA”, diz. Ele também enfatiza a importância do estudo em concretizar a expansão da produção de baixo carbono.

“Já faz uma década que sabemos que expandir sobre pastagens no Cerrado é a grande oportunidade. O interessante do trabalho da Solidaridad é conseguir trazer o foco para o MATOPIBA. Os dados sobre o Cerrado falam em 93% da expansão sobre pastagens, mas no MATOPIBA ainda encontramos uma realidade um pouco diferente. E o estudo traz uma precisão cirúrgica sobre as áreas com potencial para expansão da soja sobre pastagens no MATOPIBA”, afirma.

Mudanças no uso da terra

A tendência do uso de áreas para produção de grãos no MATOPIBA vem se modificando nas últimas duas décadas. O estudo se baseia em dados da Agrosatélite que demonstram que entre 2001 e 2014 a expansão da soja aconteceu sobretudo em áreas de vegetação nativa. A perspectiva mudou entre 2014 e 2019, quando mais de 80% da expansão da produção agrícola ocorreu sem conversão da vegetação, aproveitando áreas já abertas, como lavouras ou pastagens.

A expansão da agricultura sustentável e o acesso a práticas de baixo carbono nos diferentes territórios do MATOPIBA demandam políticas públicas e setoriais customizadas. Para o diretor de país da Fundação Solidaridad, Rodrigo Castro, o estudo possibilita avanços no trabalho desenvolvido pela Organização na cadeia da soja. “Seguimos no esforço de contribuir para a expansão sustentável da soja, pois ela é inevitável. E como podemos fazer com que ela aconteça de forma inteligente, otimizando o uso eficiente da terra? Com as informações do estudo, sabemos onde e como essa expansão deve acontecer”, destaca.

Sobre o programa Soja

O programa Soja é desenvolvido pela Fundação Solidaridad desde 2010 de forma a contribuir para a sustentabilidade da cadeia da soja em diferentes biomas. Com apoio da Iniciativa Internacional para o Clima e Florestas da Noruega (NICFI), atua no MATOPIBA com base na dinâmica territorial da soja nos principais polos de produção, bem como no engajamento de organizações privadas para uma agricultura de baixo carbono, com uso eficiente da terra no Cerrado.

Em trabalho na região Oeste da Bahia, são desenvolvidas ferramentas e estratégias de longo prazo para ampliar a adoção de práticas de baixo carbono na produção de soja e estabelecer métricas de balanço de carbono compatíveis com a realidade da região. O projeto é apoiado pelo Land Innovation Fund e tem como parceiros locais a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA) e o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI CIMATEC).

Com apoio do Soft Commodities Forum (SCF), um diagnóstico sobre as necessidades do produtor rural do Oeste baiano para manter a produtividade da soja e expandir a produção de maneira sustentável foi realizado entre 2020 e início de 2021. Foi recomendado o desenvolvimento de soluções para o uso sustentável da terra sob a ótica de paisagem e aplicáveis à realidade do produtor. O engajamento contínuo com produtores e indústria é parte da atividade realizada com o SCF.

No âmbito do programa Soy Fast Track, foram apoiados 22 projetos que alcançaram 2,1 milhões de hectares de manejo sustentável em mais de 1 mil propriedades nos estados do Mato Grosso e Bahia (biomas Cerrado e Amazônia). Além disso, atuamos na paisagem em áreas de originação de soja, baseada em três eixos. O primeiro, Mudanças nas práticas de negócio, resultou em quase 500 produtores e produtoras que adotaram sistemas de melhoria contínua. O segundo, Governança da paisagem, contou com 848 produtores e colaboradores treinados em legislação e restauração florestal. Já o terceiro eixo, Sustentabilidade no campo, permitiu o treinamento de quase 500 produtores e o manejo de 700 mil hectares sob boas práticas agrícolas.

Sobre a Fundação Solidaridad

A Fundação Solidaridad é uma organização internacional da sociedade civil que atua há 12 anos no desenvolvimento de cadeias de valor socialmente inclusivas, ambientalmente responsáveis e economicamente rentáveis da agropecuária. Busca acelerar a transição para uma produção inclusiva e de baixo carbono, contribuindo para a segurança alimentar e climática do país e do mundo. Atualmente desenvolve com seus parceiros iniciativas de sustentabilidade nas seguintes cadeias: algodão, cacau, café, cana-de-açúcar, erva-mate, laranja, pecuária e soja.

Globalmente, a Solidaridad conta com mais de meio século de atuação em mais de 40 países. Promove parcerias e soluções inovadoras junto a governos, organizações, cooperativas e empresas para apoiar produtoras e produtores rurais a produzir melhor e reduzir o impacto climático da produção de alimentos. Sua missão é garantir a transição para uma economia inclusiva e sustentável, que maximiza o benefício para as pessoas e o planeta.

Confira o estudo:

https://www.solidaridadsouthamerica.org/brasil/sites/solidaridadsouthamerica.org/files/publications/potencial_regional_de_expansao_da_soja_no_matopiba.pdf

Em pleno Século XXI, uma comunidade que vive como no tempo das cavernas.

Sem geladeira, nem televisão. A luz vem da lamparina e a notícia do radinho de pilha. Tudo isso em plena Bahia, no final do ano de 2021. A vida de quem não tem acesso à energia elétrica ainda é realidade. Cerca de 30 famílias vivem sem energia elétrica, em uma comunidade há cerca de 51 KM de Barreiras, entre as Cidades de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, próximo à fazenda Marfim.

Nas comunidades conhecidas como Condomínios Rio de Pedras e Jardim do Éden (Alfredo Mendes), em Barreiras-BA, cerca de trinta famílias vivem na escuridão. Alguns resolveram sair do local e abandonaram as suas casas, outros adotaram a lamparina e o pote.

Dona Maria conta que, no desejo de voltar a morar na zona rural, comprou um terreno no condomínio Rio de Pedras, em 2015. Ao todo, investiu R$ 60 mil num pequeno pedaço de chão, onde poderia voltar a cultivar suas plantas, frutas e legumes. O que era sonho — voltar a morar no campo — se tornou pesadelo.

A agricultora e outras famílias de lá amargam, há mais de cinco anos, a ausência de energia elétrica. “Eu sabia do problema, mas achei que esse problema iria ser resolvido rápido, até mesmo porque a COELBA veio aqui no inicio, fez o projeto Luz para Todos e até hoje, nada”, confessa Dona Maria.

Sem energia, a rotina dos moradores é diferente. Alguns, passam o dia na casa de familiares, nas cidades de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, inclusive, para garantir o ensino remoto de crianças, que têm que aprender por meio das tecnologias. No caso de Maria, opta por ficar na casa da filha, onde espera o seu celular fazer recarga. “É muito complicado”, admite.

Seus aparelhos eletrodomésticos, como geladeira, televisão, liquidificador, também foram deixados lá. “Sem água gelada eu já me acostumei. Coloca nos potes e numa garrafa térmica”, detalha. Ainda se ressente de assistir seus programas e telejornais preferidos, não larga o inseparável rádio para se manter informada. É seu entretenimento. “O radinho de pilha dura é muito”, comemora.

Sem luz artificial, utiliza da velha lamparina. “Eu já até me acostumei. Como nasci e me criei na roça, é mais fácil”, confessa. A situação é similar ao seu vizinho, o agricultor Clodoaldo Batista, que convive com a falta de energia elétrica há quase cinco anos. “Também acendo uma lamparina, faço um fogo a noite. Quando quero carregar o celular, vou para casa do outro vizinho que tem uma placa solar. Não dá pra ter uma geladeira”, desabafa. Ele mora com mais duas pessoas.

O pedido de instalação de energia elétrica, foi feito junto à COELBA por vários moradores, há mais de quatro anos. Na época, segundo João Batista. “Em três meses falaram que colocaria os postes”, lembra. Acesso à energia elétrica, um direito social.

A universalização dos serviços públicos de energia elétrica foi estabelecida em 26 de abril de 2002, pela Lei nº 10.438. Com isso, garantiu o serviço sem ônus de qualquer espécie para o solicitante. Além disso, desde 2017, tramita no Senado Federal uma Proposta de Emenda à Constituição, de nº 44, que torna o acesso à energia elétrica um direito social.

Fonte: Blog do Sigi Vilares, editado

Pesquisa Genial Quaest: Lula vence Bolsonaro no 1º turno.

LULA VENCE BOLSONARO NO 1º TURNO com 48% x 21%, diz pesquisa Genial Quaest

Lula liquidaria seu oponente mais próximo por 48 a 21%. O Diretor do Instituto avalia que é o pior momento político do presidente. Neste primeiro cenário, o ex-juiz Sergio Moro aparece em terceiro, com 8%, seguido por Ciro Gomes, com 6%, por João Doria, com 2%, e por Rodrigo Pacheco, com 1%.

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10/11) mostra vitória de LULA contra Bolsonaro já no primeiro turno da eleição presidencial de 2022. Neste cenário (1), o ex-presidente tem 48% das intenções de voto contra 21% do presidente, seguido pelo ex-juiz federal de Curitiba, Sergio Moro, com 8%, pelo ex-ministro de Lula, o pedetista Ciro Gomes, com 6%, pelo governador de São Paulo, o tucano João Doria, com 2%, e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), com 1%.

Felipe d’Avila (Novo) não pontuou. Os votos brancos e nulos somaram 10%, e 4% dos eleitores se declararam indecisos na pesquisa que ouviu 2.063 entrevistados entre os dias 3 e 6 de novembro e cuja margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, além do nível de confiança, que é de 95%, conforme mostrou a matéria da CNN Brasil. 

No segundo cenário analisado pela pesquisa, em que sai Doria e entra o governador gaúcho Eduardo Leite como candidato do PSDB, Lula também lidera as intenções de voto do primeiro turno com 47%, seguido por 21% de Bolsonaro.

Em seguida, aparecem Sergio Moro (8%); Ciro Gomes (7%); Rodrigo Pacheco (1%) e Eduardo Leite (1%). Felipe d’Avila não pontuou. Os votos brancos e nulos somaram 10%, e 4% dos eleitores se declararam indecisos.

A pesquisa também mostra que o petista lidera as intenções de voto em todas as regiões do país, mas a distância de Lula para Bolsonaro é maior na região Nordeste (47 pontos percentuais) e mais apertada no Centro-Oeste (8 pontos percentuais).

No levantamento realizado de forma espontânea, 49% dos entrevistados afirmam estarem indecisos, 6 pontos percentuais a menos do que o índice registrado na última pesquisa, feita em outubro.

Lula aparece com 29% das intenções de voto, 7 pontos percentuais a mais do que alcançado no levantamento anterior. Em seguida, aparece Jair Bolsonaro com 16%, queda de 1 ponto percentual em relação à pesquisa passada.

Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar, somam 4%, mesmo resultado de outubro; 2% disseram que devem escolher outros candidatos, 1 ponto percentual a mais em relação à pesquisa anterior, e 1% declarou que votaria em Ciro Gomes, mesmo resultado observado em outubro.

Avaliação completa do diretor da Genial Quaest

O diretor da Quaest, Felipe Nunes, afirmou no Twitter que “este é “o pior momento político e eleitoral do presidente Bolsonaro“. De acordo com o PhD em ciência política e professor da UFMG, especialista em pesquisa de opinião e redes sociais, “entre agosto e novembro, a rejeição ao governo subiu de 45% para 56%, enquanto a avaliação positiva oscilou de 26% para 19%“.

Nunes produziu um fio na plataforma para explicar os dados do Instituto. Segundo ele, “o governo Bolsonaro tem hoje avaliação mais negativa do que positiva em todos os estratos sociais, políticos e econômicos. A única exceção continua sendo o eleitor que votou em Bolsonaro em 2018. Nesse grupo, 39% avaliam bem o governo e 28% avaliam mal”.

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O desafio é que mesmo nesse grupo a tendência é de piora nos últimos meses. Entre agosto e novembro, a rejeição ao governo subiu de 15% para 28% entre os eleitores que votaram em Bolsonaro, enquanto a avaliação positiva oscilou negativamente: de 52% para 39%“, disse.

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O motivo principal para este crescente mau humor dos brasileiros com o governo é o bolso. Em julho, 41% dos brasileiros diziam que a pandemia de COVID era o maior problema do país e 28% a economia. Agora, 48% acham que a economia é o maior problema, e apenas 17% a saúde“, afirmou Nunes.

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Entre os problemas econômicos, chama atenção o aumento da preocupação com a inflação. Entre julho e novembro, passou de 2% para 11% os que afirmam que esse é o principal problema do país. A falta de crescimento econômico saiu de 10% para 23% no mesmo período“, prosseguiu o diretor da Quaest.

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“A avaliação retrospectiva do quadro econômico confirma esse cenário: a cada mês, aumenta o percentual de brasileiros que acredita que a economia piorou nos últimos meses. Em 4 meses, saiu de 62% para 73% o percentual de brasileiros que acha que a economia piorou”, disse.

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“Embora a economia seja o principal problema identificado pelos brasileiros, a pesquisa mostra um crescimento expressivo das preocupações com as questões sociais. Entre julho e novembro, saiu de 4% para 10% a preocupação com a fome/miséria”, explicou Nunes.

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Enquanto a economia piora, a pandemia dá sinais de esperança. A cada mês, cai mais o nível de preocupação dos brasileiros com a Covid. No começo da série histórica em julho, eram 79% os muito preocupados. Hoje, são 55%.

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Bolsonaro enfrentou a pandemia de Covid dizendo que estava protegendo a economia. Só que agora que o medo da COVID diminuiu, a percepção dos brasileiros é que nem a pandemia, nem a economia foram encaradas de forma correta.

E é claro que isso tem consequências para o cenário eleitoral. Primeiro, quase 70% dos brasileiros acham que Bolsonaro não merece ser reeleito. Um indicador muito forte de rejeição.

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Segundo, enquanto a torcida pela vitória de Lula continua majoritária, a torcida por Bolsonaro diminui, mantendo acesa a esperança de quem gostaria de ver um candidato nem-nem no segundo turno.

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Terceiro, o voto espontâneo, que é o melhor indicador de voto a essa altura da corrida presidencial, se moveu significativamente este mês. A indecisão caiu 6 pontos percentuais, enquanto Lula consolidou uma vantagem importante, chegando a quase 30% de voto espontâneo.

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No cenário estimulado, a pesquisa testou 2 listas com todos os candidatos. Uma com Doria como candidato do PSDB e outra com Leite. Em ambas, o ex-presidente Lula teria mais de 50% dos votos válidos já no primeiro turno.

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Bolsonaro tem o seu pior desempenho desde que a pesquisa começou a ser realizada. Nos últimos 4 meses, o presidente sempre oscilou entre 25-30% de intenção de voto. Nessa rodada, ele chega próximo dos 20%.

Moro vira a esperança da 3 via. Com ele presente, Bolsonaro perde tração eleitoral e os candidatos do PSDB figuram em patamar abaixo de 2%. Ninguém mais pontua.

O perfil do voto dos dois principais candidatos é bem antagônico: Lula ganha em todas as regiões e estratos, mas ele é mais competitivo no Nordeste e nos setores de renda baixa. Bolsonaro tem melhor desempenho no Centro-Oeste e Sudeste, e nos estratos de renda alta.

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Nas simulações de segundo turno, Lula teria 57% dos votos contra 27% de Bolsonaro. Contra Moro, Lula mantém 57%, e o ex-juiz fica com 22%. Na disputa com Ciro, são 53% para Lula e 20% para o candidato do PDT. Os tucanos pontuam menos.

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O baixo desempenho de Leite e Pacheco pode ser explicado pelo alto grau de desconhecimento de ambos: 59% e 56%, respectivamente. O tucano tem pouco tempo para vencer as prévias do PSDB. O Senador mineiro precisará de mais de visibilidade nacional para crescer nas pesquisas.

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A baixa rejeição a Lula (39%) e alta rejeição de Bolsonaro (67%) são evidências muito claras de porque o cenário eleitoral continua tão favorável ao petista. Entre os nomes mais conhecidos (Bolsonaro, Moro, Dória e Ciro), todos tem rejeição maior do que a do ex-presidente.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 03 e 6/11 por meio de 2.063 entrevistas presenciais domiciliares em 123 municípios nas 5 regiões do país. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais com 95% de nível de confiabilidade.

Com edição do Urbs Magna.

 

Depois de 9 meses, deputado maluco radical é libertado pelo STF.

Deputado que quebrou placa de Marielle propõe "homenagem" em zona de prostíbulo - Revista Fórum

Detenção de Daniel Silveira, no âmbito das investigações contra os ataques antidemocráticos às instituições, foi revogada pelo próprio Alexandre de Moraes, que prometeu ao deputado convidá-lo à carceragem imediatamente, caso ele não mude seu comportamento

Após 9 meses preso por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), sinalizou a aliados, conforme divulgado na coluna de Guilherme Amado, no Metrópoles, que pretende abandonar os ataques ao STF. O parlamentar teve sua prisão revogada nesta segunda-feira (8/11) por ordem do mesmo ministro.

De acordo com a publicação, Silveira concordou com aliados governistas, em uma conversa com a menção à carta pública em que Jair Bolsonaro elogiou o ministro em setembro, que o momento atual é de deixar ataques de lado.

O deputado foi preso por ameaças a ministros do Supremo, feitas no início do ano, quando chegou a afirmar que bateria na cara de Fachin com um “gato morto até ele miar“. Agora, mesmo solto, ele está impedido de usar as redes sociais ou se comunicar com outros investigados por atos antidemocráticos, do contrário “voltará à carceragem imediatamente“, conforme decisão de Moraes.

Randolfe explica com detalhes a edição da PEC do Calote.

Secretário de Educação de Luís Eduardo participa de formatura de capelães

Mais uma turma de capelães foi formada neste final de semana em Luís Eduardo Magalhães. O Secretário de Educação, Carlos Lopes da Fonseca, representou a Prefeitura.

Na Bahia, são mais de 40 mil capelães e neste sábado, mais 75 pessoas se juntaram ao propósito. O comandante Geral pela Ordem dos Capelães do Brasil, Jau Paim, falou do papel social da Capelania.

“Capelão é aquele que cuida, zela da saúde espiritual do seu próximo, aquele que traz a palavra de conforto, de aconchego. Momento em que a pessoa está passando por depressão. Nós levamos a palavra de conforto dentro das delegacias, das prisões, hospitais, escolas”, explicou.

Para o Tenente coronel capelão Roberval, que veio da capital baiana, o objetivo é difundir a Capelania em todos os municípios, para trabalhar em locais de coletividade, abençoando pessoas.

“Quero parabenizar a OCB pela primeira formatura de capelães e pelo trabalho que eles desenvolvem aqui em Luís Eduardo Magalhães”, concluiu o secretário de Educação, Carlos Lopes da Fonseca.

Feira da Praça do Jardim Paraíso terá programação musical diversificada.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio, com o apoio da pasta de Cultura e Turismo, promoverá nos dias 13 e 14 de novembro, das 17h às 21h, a Feira da Praça, no Jardim Paraíso.

Com a exposição de diversos produtos artesanais, como crochê, produtos alimentícios, acessórios, costura criativa, além de música ao vivo. Serão mais de 40 expositores.

O grande objetivo do evento, é incentivar e movimentar a economia local e proporcionar mais uma opção de lazer aos moradores.

Programação musical
Além da exposição de produtos artesanais, a Feira da Praça vai contar com uma programação musical diversificada, com os artistas Robério Mendes, Selma, Brian Rossi e Bairon.

Confira
13/11 – 17h às 19h Robério Mendes

13/ 11 – 19h às 21h Selma

14/11 – 17h às 19h Brian

14/ 11 – 19h às 21h Bairon

Supremo já tem 4 votos contra orçamento secreto da Câmara.

Foto: José Cruz / Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal está próximo de manter suspensas as emendas de relator, confirmando liminar concedida na sexta-feira (5) pela ministra Rosa Weber, em ação movida pelo PSol. Em votação no plenário virtual, os ministros Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Edson Fachin acompanharam Rosa Weber, formando o placar de 4×0. As informações são da CNN Brasil.

As emendas RP9, definidas pelo relator-geral do Orçamento Federal, não são impositivas. O Executivo escolhe quais serão implementadas. Partidos de oposição consideram o modelo pouco transparente, entendimento confirmado pela relatora em seu voto.

Os demais ministros poderão registrar seus votos até as 23h59 de quarta-feira (10). Faltam dois votos a favor do relatório para o plenário manter a liminar vigente.

Na segunda-feira (9), os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), manifestaram entendimento favorável às RP9. Segundo Lira, “as emendas de relator seguem exatamente o mesmo rito de execução das demais programações constantes das leis orçamentárias, dentro da discricionariedade própria do Poder Executivo”

Criação de galinhas caipiras diversifica atividades em projeto de irrigação no Médio São Francisco baiano.

Um projeto-piloto de criação de galinhas caipiras tem apresentado viabilidade econômico-financeira e apontado potencial para diversificação de atividades produtivas no projeto público de irrigação Ceraíma, localizado em Guanambi, no Médio São Francisco baiano. O projeto de irrigação está localizado na área de atuação da 2ª Superintendência Regional da Codevasf, sediada em Bom Jesus da Lapa.

O projeto de criação das aves de postura (galinhas destinadas à produção de ovos) foi implantado no lote 61 do projeto de irrigação por Alex Ledo e Maria Mercês, professores do Instituto Federal Baiano (IF Baiano) no campus de Guanambi. O primeiro galpão foi construído em 2019 para abrigar cerca de 1,5 mil galinhas da linhagem GLC de postura, que produzem de 1,1 a 1,2 mil ovos especiais por dia, nas cores azul, creme e vermelho.

“A alimentação é produzida com milho, farelo de soja e núcleo formulado com minerais, sendo calculada, preparada e fornecida de acordo com a necessidade das aves, sem que haja desperdícios. Outra preocupação é com a água fornecida aos animais, que deve ser de qualidade e livre de contaminantes”, afirma a professora Maria Mercês, doutora em Zootecnia. Ela diz que a atividade apresenta sustentabilidade e viabilidade econômico-financeira.

“No empreendimento há toda uma preocupação para que os ovos cheguem aos consumidores logo após a postura, com qualidade, classificados por tamanho e sem defeitos”, acrescenta Alex Ledo, doutor em Produção Vegetal.

Galinha feliz

As galinhas começam a postura aos seis meses de vida. O sistema foi batizado pelo casal como “sistema da galinha feliz”, em que o mais importante no processo é o conforto e o bem-estar dos animais. “Utilizamos o máximo que podemos de produtos homeopáticos no controle das principais enfermidades das aves e, à noite, as galinhas ouvem músicas adequadas para manterem-se calmas e produtivas”, diz o professor.

Em cada módulo, além do galpão, o sistema tem duas áreas de pastagem para as galinhas, que são irrigadas e possuem gramíneas como urochloa, grama tifton, milheto e vegetação nativa. No telhado do galpão foram instalados microaspersores, que são acionados em épocas de calor intenso para promover o conforto térmico das aves. O espaço funciona ainda como granja-escola, pois recebe semanalmente estudantes e estagiários que aprendem a organização e a logística do sistema de produção.

Diante do sucesso do primeiro galpão, o segundo foi construído recentemente e, ainda em 2021, o número total de galinhas deverá chegar a 3 mil. A expectativa é de que sejam produzidas diariamente de 180 a 210 dúzias de ovos.

“É muito gratificante ver que o perímetro de Ceraíma tem buscado diversificar sua produção agropecuária e atender às demandas regionais com produtos de qualidade diferenciada, o que aumenta seu poder de competitividade. Como o projeto piloto de criação de galinhas caipiras tem demonstrado viabilidade econômica com sustentabilidade, novos produtores de Ceraíma poderão tê-lo como referência para que, em um futuro próximo, o perímetro se torne um polo regional de produção de ovos de galinhas caipiras”, diz Harley Xavier, superintendente da Codevasf.

Na avaliação do chefe da Unidade de Desenvolvimento Territorial da 2ª Superintendência Regional da Codevasf, Manoel de Souza Neto, a criação de galinhas caipiras no projeto Ceraíma, além de não concorrer com outras atividades pode fornecer o insumo cama de aves (ou cama de frango), que é um excelente adubo orgânico para plantações.

Modernização do projeto Ceraíma

O projeto de irrigação Ceraíma atravessa um novo momento desde 2019, quando a Codevasf concluiu ações de reestruturação e modernização. A diversificação da produção também é apontada como ponto positivo por técnicos da Companhia. “Ceraíma não para de inovar. Recentemente, substituiu os canais abertos por tubulações fechadas na malha de distribuição de água para os lotes rurais. Além de banana e manga, temos hoje no perímetro uma produção diversificada com culturas como uvas, melancia, abóbora, feijão, milho, goiaba, hortaliças, dentre outras”, diz Hudson Faria, chefe do escritório da Codevasf em Guanambi, vinculado à 2ª Superintendência Regional.

As obras, que à época representaram investimento de R$ 15,9 milhões, permitiram a retomada da irrigação. A alteração no sistema fez com que o projeto passasse a ter alta eficiência no uso de recursos hídricos. Hoje o projeto também possui sistema de condução de água por meio de tubulações fechadas, ao contrário das estruturas abertas existentes anteriormente, o que também elevou a eficiência, chegando a estimados 95%.

Está ruim, muito ruim, mas vai piorar. O importante é que derrubamos o PT.

MAKE DE PALHAÇO | Teatro Cristão

O gás de cozinha já está custando R$ 140 o botijão de 13 quilos em Sorriso, Mato Grosso, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à semana de 31 de outubro a 6 de novembro. O preço médio no País ficou em R$ 102,48, alta de 0,4% contra a semana anterior.

O último aumento do produto foi realizado pela Petrobras em 9 de outubro, da ordem de 7%. O preço mais baixo encontrado pela ANP foi em Araçatuba, São Paulo, de R$ 75 o botijão.

A gasolina comum, na mesma semana, encostou nos R$ 8 o litro em Bagé, no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 7,999 o litro. Já o menor preço por litro, de R$ 5,297, foi encontrado em Atibaia, São Paulo. Em média, o preço da gasolina ficou em R$ 6,710 o litro.

Centro das tensões entre o governo e os caminhoneiros, o preço médio do diesel subiu 2,4% em uma semana, refletindo ainda o aumento da Petrobras anunciado em 26 de outubro. Segundo a ANP, o preço médio ficou em R$ 5,339 o litro, sendo o mais caro encontrado a R$ 6,70 em Cruzeiro do Sul, no Acre, e o mais barato a R$ 4,299 em Sumaré, São Paulo.

A Petrobras reajusta os combustíveis dentro de uma política de paridade aos preços de importação, que leva em conta o preço do petróleo no mercado internacional, o câmbio e os custos de importação do produto.

Segundo analistas, apesar de realizar aumentos com frequência, os preços cobrados pela estatal nas refinarias ainda estão abaixo do negociado no exterior, levando a uma defasagem que deve ser aos poucos reduzida, já que o preço do petróleo não para de subir e o real tem se desvalorizado.

Secretaria de Educação e Sindicato se reúnem para definir Calendário Escolar 2022.

Representantes da Secretaria de Educação de Luís Eduardo Magalhães, se reuniram com o Sindicato dos professores (SINPROLEM), na manhã desta segunda-feira (08).

Na pauta, a reunião para alinhamento e discussão do Calendário Escolar para o ano Letivo de 2022.

Após alinhamento, o Calendário será encaminhado ao Conselho Municipal de Educação para aprovação.

Secretaria de Cultura e Turismo prestigia recital da Escola de música Info Music.

A Secretaria de Cultura e Turismo de Luís Eduardo Magalhães foi representada neste sábado (06), no recital da Escola Info Music, pelo diretor Carlos Gramacho.

“Nós fomos convidados para acompanhar essas apresentações musicais. Inclusive aproveitei para convidá-los para fazer parte da nossa programação de Natal e eles aceitaram”, contou Gramacho.

Na oportunidade, diversas crianças apresentaram o resultado das oficinas realizadas pela escola durante o ano.

“Nós da Cultura sabemos da importância de prestigiar às iniciativas culturais no nosso município e o recital foi um momento para conhecermos grandes talentos de nossa cidade”, concluiu

Júnior Marabá dá importante passo pra regularização fundiária no Município.

Núcleo Municipal de Regularização Fundiária foi inaugurada nesta segunda (08), em Luís Eduardo Magalhães; mais um compromisso de campanha cumprido

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com o INCRA e o Programa Titula Brasil, inaugurou nesta segunda-feira (08), o Núcleo Municipal de Regularização Fundiária (NMRF), um dos primeiros passos para que as famílias que vivem no Assentamento Rio de Ondas recebam a posse da sua terra.

Participaram da cerimônia, a presidente da FAEB, Carminha Missio, a representante do Sindicato dos produtores rurais, Greice Kelli Fontana, membros do Núcleo, presidentes das Associações da Vila I, II, III, IV e Nova Esperança. O diretor Executivo, Walter Baldoni e os vereadores Sandra da ONG, Adelar Cappellesso, Irmão Deusdete, Lisvan Vasconcelos e Nei Vilares.

Para a presidente da Vila II, Fabinha Barbosa que reside na localidade há 25 anos, o Núcleo será um divisor de águas.

“Teremos um acesso mais fácil entre a comunicação dos assentados e o Incra. Vai ser um fortalecimento para a nossa comunidade e desde já quero agradecer ao prefeito e ao secretário Kenni pela oportunidade, porque a gente nunca teve uma gestão que pensasse dessa forma”, comemorou.

Atualmente, são 900 famílias morando no Assentamento Rio de Ondas.

“Aqui vamos coletar os documentos, vamos lançar no sistema e ter a abertura do sistema do INCRA, e a decisão final vai ser do INCRA. Eles que vão avaliar pessoa por pessoa. A minha alegria hoje é estar com todos os presidentes, com todas as pessoas envolvidas na agricultura familiar, o nosso prefeito que estendeu o braço desde janeiro, para que as coisas aconteçam. Daqui pra frente vai ser muito trabalho, muita dedicação e conto com o as entidades”, ressaltou o secretário de Agricultura, Kenni Henke.

“Hoje é dia de festa, dia de comemoração. Estamos inaugurando o Núcleo de Regularização Fundiária, algo esperado há mais de 20 anos e vamos dar independência à economia dos nossos agricultores familiares. Através disso, vamos dar uma produtividade maior destes agricultores. Sabemos que ali tem a necessidade de água, estrada, técnico agrícola e o principal: o título de sua terra. Para que com o título de sua terra tenha condição de investir em seus negócios”, disse o prefeito Junior Marabá.

Operação Faroeste deu uma esfriada, mas agora segue no mesmo ritmo de início.

Og Fernandes, o ministro que prendeu juiz, evita a fama de herói – Justiça  Potiguar

Segundo comentou o Colunista Carvalho, do portal Farol da Bahia, a Operação Faroeste estaria com seu julgamento praticamente paralisado no Superior Tribunal de Justiça. O ministro Og Fernandes, relator, teria recebido pressão de colegas para o encerramento do julgamento.

A verdade é que se comenta que a nova fase da Operação seria devastadora para muita gente de “reputação ilibada”, segundo o mesmo Colunista.

Ele conclui: “O imbróglio foi resolvido e a procuradora Lindôra Araújo autorizada a dar prosseguimento à Operação”.

Lula da Silva fará palestra em instituto superior da França.

Universidade vai recorrer à cassação de Honoris Causa entregue a Lula

O ex-presidente falará sobre o tema “Qual o lugar do Brasil no mundo amanhã?” no Instituto de Estudos Políticos, em 16/11

“Dez anos após receber o título de Doutor Honoris Causa da Sciences Po, Luiz Inácio Lula da Silva, ex-Presidente da República Federativa do Brasil, retorna para uma conferência excepcional.

Ele falará sobre o tema “Qual o lugar do Brasil no mundo de amanhã?”, destaca o site da entidade de ensino, o Sciences Po, em publicação feita há dois dias, que também mereceu destaque no portal Brasil 247, nesta segunda-feira (8/11).

O evento terá a participação dos administrador, professores e pesquisadores da instituição.

Esta conferência realiza-se como parte de uma digressão europeia, durante a qual o ex-presidente se encontrará com muitos líderes europeus”, destaca a publicação.

A Sciences Po Paris alberga o Instituto de Estudos Políticos de Paris, que é uma instituição pública francesa de ensino superior especializada nas áreas de Ciências Humanas e Sociais, e a Fondation Nationale des Sciences Politique (FNSP) – uma fundação de direito privado criada para receber o patrimônio da antiga École Libre des Sciences Politiques e a gestão do Instituto de Estudos Políticos de Paris, fundada simultaneamente.

Associação de Juízes condena atitudes de Moro e Dallagnol.

Passou quase despercebida a nota da Associação Juízes para a Democracia, neste domingo. No entanto, a porção da Magistratura que a AMJ representa, colocando ordem na pré-candidatura exótica de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, é de suma importância. Veja o conteúdo:

A Associação Juízes para a Democracia,  ante a notícia das candidaturas de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, vem a público reiterar sua denúncia acerca da existência de manipulação política no bojo da denominada “Operação Lava-jato”.

Moro e Dallagnol nunca atuaram contra a corrupção. Ao contrário, utilizaram o sistema de justiça para obstaculizar um projeto político popular e nacionalista, resultando em eleições parciais, já que afastado o candidato com maiores intenções de voto, em 2018.

Aos danos à democracia, somam-se a destruição da indústria naval e da construção civil brasileiras, entre outros nefastos efeitos do Lawfare praticado por esses que, agora, sem pudor algum, desvelam quais eram suas verdadeiras intenções: a manipulação da justiça em proveito próprio.

Caída a máscara da caçada implacável aqueles que eles chamavam de corruptos, Moro e Dallagnol escancaram que seu maior projeto era alavancar suas próprias carreiras políticas, vilipendiando seus cargos públicos, no Judiciário e no Ministério Público.

Tal como em outras ocasiões,  especialmente durante a visita institucional à vigília “Lula Livre”, a AJD vem reforçar seu alerta à sociedade, quanto aos riscos  e prejuízos à democracia que a prática do Lawfare e a atuação impune de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol (dentre outros) representam.

Complica situação brasileira: Rússia limita exportação de fertilizantes.

Tendências da produção de fertilizantes no Brasil – Jornal O NORTÃO

Depois da China foi a vez da Rússia anunciar que vai limitar as exportações de fertilizantes por um período de pelo menos seis meses. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Mikhail Mishustin, na quarta-feira (3) e vale a partir de dezembro.

A medida e justificada como forma de garantir o abastecimento interno e proteger os agricultores locais. “Para evitar uma escassez de fertilizantes, reflexo da alta de preços do gás natural e, portanto, um aumento de preços dos alimentos na Rússia, o governo está temporariamente restringindo a exportação de fertilizantes nitrogenados e compostos à base de nitrogênio, por instrução do presidente”, disse o primeiro-ministro, segundo a nota divulgada no site do governo.

O país vai impor cotas para as exportações de fertilizantes complexos em 5,35 milhões de toneladas e de nitrogenados em 5,9 milhões. A restrição deve impactar diretamente no Brasil, que compra alto volume dos russos, especialmente cloreto de potássio. De janeiro a setembro foram importadas 2,62 milhões de toneladas de KCl russo, ou 29% do total que chegou aos portos nacionais.

Segundo análise da consultoria americana StoneX, em boletim divulgado aos clientes, o maior impacto para o Brasil ocorrerá na importação de nitrogenados, sobretudo a de nitrato de amônio (NAM), já que os russos são o único fornecedor brasileiro desse insumo, sendo resposnáveis por 98%.

“Avaliando as estatísticas de exportações russas, concluímos que a medida repercutirá em redução média de 8% na oferta de nitrogenados do país [para o mercado global] e de 3,5% na de fosfatados formulações complexas”, informou a consultoria StoneX. O Brasil importa da Rússia cerca de 20% dos nitrogenados, sendo somente de ureia  1,07 milhão de toneladas.

Atualmente, o Brasil é responsável por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes, sendo o quarto do mundo, atrás apenas de China, Índia e Estados Unidos. O principal nutriente aplicado no Brasil é o potássio, com 38%, seguido por cálcio, com 33%, e nitrogênio, com 29%.

Moléculas estudadas contra Chagas são 100% eficazes para tratar células infectadas pelo SARS-CoV-2.

Células com carga viral baixa, média e elevada foram completamente tratadas sem nenhum efeito adverso. Foto: Canva.

Células com carga viral baixa, média e elevada foram completamente tratadas sem nenhum efeito adverso 

Cerca de 10 moléculas estudadas para o combate da Doença de Chagas mostraram-se 100 % eficazes para tratar células infectadas pelo novo coronavírus. A conclusão é de um estudo que está sendo conduzido por pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP. Em testes realizados em laboratórios onde o vírus está isolado, os cientistas observaram que, além de eliminar integralmente o SARS-CoV-2, as substâncias não geraram efeitos adversos para as células. Os resultados obtidos até o momento permitem que a pesquisa avance para a fase pré-clínica, em que os compostos deverão ser testados em animais.

Os especialistas acreditam que as moléculas conseguem interromper o ciclo biológico do novo coronavírus nas células inibindo uma de suas principais enzimas: a Mpro, que atua para facilitar a liberação do RNA do vírus, processo fundamental para que ele se replique pelo organismo. Segundo o coordenador do estudo, professor Carlos Alberto Montanari, as moléculas foram testadas em células de câncer de pulmão humano infectadas pelo SARS-CoV-2. Alguns dos compostos conseguiram eliminar totalmente o novo coronavírus de células que apresentavam carga viral baixa e moderada. Uma das substâncias, em especial, também foi eficaz contra carga viral elevada, apresentando resultados similares ao fármaco que está sendo desenvolvido pela Pfizer, que se encontra na fase clínica de estudos.

Origem – As moléculas do IQSC são estudadas há anos pelo Grupo de Química Medicinal e Biológica (NEQUIMED) na busca por tratamentos efetivos contra a Doença de Chagas.

No caso da enfermidade tropical, em testes realizados com camundongos, as substâncias utilizadas pelos pesquisadores já apresentaram resultados promissores, com prova de conceito estabelecida, para inibir a função bioquímica da cruzaína, enzima responsável por manter ativo no corpo humano o Trypanosoma cruzi, parasito causador da Doença.

Por meio do uso de técnicas de inteligência artificial e aprendizado de máquina, os pesquisadores identificaram que a cruzaína possui semelhanças estruturais com a Mpro, o que levou os especialistas a aplicar as substâncias contra o SARS-CoV-2.

De acordo com Montanari, o conhecimento prévio dos compostos trabalhados no grupo agilizou o estudo contra o novo coronavírus:

“Em menos de dois anos, já conseguimos criar condições para avançar com essas moléculas para testes in vivo, muito por conta de já termos um longo histórico de trabalho com essas substâncias, o que mostra a importância de valorizar a ciência básica. Além disso, precisamos desenvolver massa crítica e mão-de-obra nacionais para sermos independentes no desenvolvimento de fármacos e de insumos”, afirma o docente.

Agora, os cientistas estão à procura de novas parcerias e investimentos para que o estudo tenha continuidade e comece a etapa de testes com animais. A pesquisa conta atualmente com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, por meio do projeto Planejamento molecular e síntese de inibidores da principal protease do coronavírus SARS-CoV-2 Mpro.

Os ensaios baseados em células infectadas pelo SARS-CoV-2 estão sendo conduzidos em parceria com as equipes do cientista João Santana da Silva, da Plataforma de Medicina Translacional da Fiocruz de Ribeirão Preto, com a pesquisadora Carolina Moraes, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP,  enquanto os testes bioquímicos são realizados em conjunto com pesquisadores da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp – São Paulo e Diadema), do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), além do próprio NEQUIMED.

Cursos Técnicos: SENAI BAHIA abre inscrições com 565 bolsas de estudo.

A partir desta segunda-feira (8), o SENAI BAHIA abre inscrições do processo seletivo 2022.1 para cursos técnicos. São oferecidas 5.690 vagas para cursos presenciais e semipresenciais. Deste total, 565 vagas são destinadas aos candidatos do Programa de Bolsas de Estudo, conforme regulamento próprio.

Entre os 21 cursos técnicos ofertados, há o novo Cibersistemas para Automação, além dos que seguem as tendências da indústria 4.0, como Internet das Coisas (IoT), Informática para Internet e Biotecnologia. As matrículas são realizadas pelo site www.tecnicosenai.com.br.

São oferecidas 380 bolsas de estudo para os cursos presenciais e outras 185 para os cursos semipresenciais. As bolsas são destinadas a estudantes que tenham obtido pontuação média igual ou superior a 500 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) nos anos de 2016, 2017, 2018, 2019 ou 2020 e que declararem baixa renda. Estes candidatos têm até 20 de dezembro para fazer a inscrição.

Para os candidatos pagantes que fizerem a matrícula até 20 de dezembro terão 40% de desconto na matrícula (1ª mensalidade), além de 30% de desconto em todas as mensalidades pagas até o dia 5 de cada mês, até o final do curso.

O candidato ao curso técnico pago também tem a possibilidade de solicitar o crédito estudantil, com ou sem fiador. Com essa oportunidade, o aluno pode optar por pagar 50% da mensalidade durante o curso e o restante depois de formado.

Vagas em todas as regiões do estado

Há vagas em 11 municípios, entre os quais Alagoinhas, Barreiras, Camaçari, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Salvador (Unidades: CIMATEC e DENDEZEIROS), Serrinha, e Vitória da Conquista.

O edital com a lista completa de cursos, vagas disponíveis, valores das mensalidades para cada município e descontos, dentre outras informações, estão disponíveis no site www.tecnicosenai.com.br.

Estado realiza novo crédito do Bolsa Presença na próxima quarta-feira (10).

O Governo da Bahia disponibiliza, na próxima quarta-feira (10), novo crédito do Programa Bolsa Presença, que destina R$ 150,00, por mês, para as famílias dos estudantes da rede estadual de ensino, cadastradas no CadÚnico e em condições de vulnerabilidade socioeconômica. Esta é a sétima parcela do programa, que foi ampliado até o mês de dezembro. Com a iniciativa, 421.308 famílias e um total de 528.213 estudantes serão beneficiados e os recursos disponibilizados pelo governo do Estado chegam a R$ 469 milhões.

“O Bolsa Presença faz parte do Programa Estado Solidário e é uma das políticas de assistência estudantil que têm contribuído para ajudar as famílias e possibilitar que os seus filhos e filhas permaneçam na escola”, afirmou o secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, ao lembrar que os recursos também movimentam a economia em todos os municípios do Estado.

Com o crédito depositado diretamente no cartão, as famílias podem adquirir produtos de acordo com as suas necessidades, inclusive para a compra de alimentos. A adesão ao programa é realizada pelo aluno, se maior de idade, ou por seu responsável legal, mediante o preenchimento e assinatura de Termo de Compromisso na unidade escolar.

A concessão do benefício está vinculada à assiduidade nas aulas ministradas pela unidade escolar em que o aluno esteja matriculado; à participação obrigatória dos estudantes nas avaliações de aprendizagem promovidas pela unidade escolar, visando orientar o acompanhamento pedagógico; e à manutenção dos dados cadastrais atualizados na unidade escolar e de sua família no CadÚnico.

O governo do Estado ampliou a vigência e a concessão do Programa Bolsa Presença, com a implantação da segunda etapa, de acordo com a portaria nº 1522/2021 publicada pela Secretaria da Educação do Estado (SEC), no dia 30 de setembro, no Diário Oficial. A portaria estabelece que a  segunda edição do Programa Bolsa Presença terá a duração de três meses, com início em outubro e término em dezembro de 2021. O Bolsa Presença faz parte do Programa Estado Solidário e foi instituído pela Lei nº 14.310, de 24 de março de 2021.

Hoje, tem vacina para 2ª e 3ª doses em Luís Eduardo Magalhães.

Luís Eduardo Magalhães retoma aplicação da 2° e 3° dose da vacina contra o Covid-19 nesta segunda (08); cerca de 800 pessoas receberam a 1° dose na repescagem do sábado

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães retoma nesta segunda-feira (08), das 8h às 16h, a aplicação da segunda e terceira dose da vacina contra o Covid-19. No sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, ambos no bairro Santa Cruz.

2° dose
É importante conferir a data no seu cartão de vacina. Estarão disponíveis as seguintes vacinas: Oxford/Astrazeneca, Coronavac e Pfizer.

3° dose
Para idosos a partir de 68 anos de idade, que tenham tomado a segunda dose há pelo menos seis meses e profissionais de saúde.  Também com a exigência de que tenham recebido a segunda dose da vacina há mais de seis meses.

Repescagem do sábado
Neste sábado (06), 760 pessoas a partir dos 18 anos receberam a primeira dose contra o Covid-19. Segundo avaliação da Secretaria de Saúde, a imunização foi um sucesso.

PEC dos Precatórios atinge ‘teodolito’ baiano. PDT vai revisar posição.

Rapidinhas: A gratidão de Otto a Wagner e a corda esticada de Leão - Toda  Bahia

Teodolito pode perder uma ou duas pernas de apoio.

A afirmação do governador Rui Costa, a qual classifica como “traíras” os deputados do PP e do PSD que votaram a favor do da PEC dos Precatórios abalou fortemente duas das pernas do “teodolito”, figura de retórica que João Leão usou para explicar como se conduz a política na Bahia, em cima do tripé de PT e dos dois partidos citados.

No momento em que o PP se aproxima do Presidente da República, para abrigar em sua sigla sua candidatura à reeleição, sua relação com o PT baiano pode ficar muito desgastada.

Por seu turno, a Executiva nacional do PDT convocou os deputados federais para uma reunião nesta terça-feira às 12h, em Brasília, visando fechar questão contra a PEC dos Precatórios. O escândalo do apoio a PEC dos Precatórios atingiu até o principal expoente da sigla, Ciro Gomes, que suspendeu a sua pré-campanha eleitoral até que o Partido reveja a sua posição.

O presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, estará presente à reunião, assim como os pedetistas baianos Félix Mendonça Júnior e Alex Santana, que votaram a favor da PEC em primeiro turno – a conclusão da votação na Câmara está agendada também para esta terça. Félix admitiu ao Bahia Notícias que pode mudar de posição.

Para presidente de associação do agronegócio, 3ª via não deve ter pressa: ‘Esse campo vai afunilar’

Por Eduardo Kattah e Pedro Venceslau, do Estadão.

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O empresário goiano Marcello Brito, de 57 anos, tem vocalizado as críticas mais contundentes do setor agroindustrial brasileiro ao atual governo federal. Presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) há três anos, Brito seguiu na sexta-feira, 5, para Glasgow para participar da Cúpula do Clima. Levou para a COP-26 uma avaliação bastante negativa da política ambiental do País e seus reflexos no setor exportador. Em entrevista ao Estadão, lamentou o que chamou de “cegueira” nas relações internacionais, especialmente durante o período de Ernesto Araújo como chanceler. “Não podemos fazer molecagem com um cliente como a China”, destacou.

Sem se esquivar do tema eleições, o presidente da Abag calculou que o atual apoio ao presidente Jair Bolsonaro no setor não passa de 30% e disse ver “muito espaço” para uma terceira via na disputa de 2022. “Esse campo vai afunilar. A terceira via não precisa ter pressa.”

A entidade, que tem entre seus associados gigantes do setor e empresas multinacionais, foi signatária de um manifesto que citava a “politização nociva” e o “risco de retrocesso” no País às vésperas do 7 de Setembro.

Marcello Brito é uma das vozes do agronegócio mais críticas ao governo.  © Taba Benedicto/Estadão Marcello Brito é uma das vozes do agronegócio mais críticas ao governo. 

Como fazer com que o agronegócio seja um sistema sustentável? Qual porcentual o setor vai alcançar no PIB deste ano?

Em relação ao porcentual do PIB, devemos ficar ao redor dos 30%. Mas eu não sei se fico completamente feliz com isso. Eu ficaria feliz se a gente representasse 30% de um PIB em crescimento, tendo o PIB da indústria forte, e dos serviços também. Mas estamos vendo o contrário, com a indústria definhando. Isso cria no médio e longo prazo uma barreira também para o agro. Nós vamos crescer até um limite que o crescimento da indústria e dos serviços permitam. A gente não consegue crescer continuamente sozinho com outros setores definhando na economia. Vamos esperar um tempo ainda para saber se devemos celebrar. Sobre se o agro por inteiro será sustentável: o agro é sustentável. O que a gente chama de agro é uma mistura. O produtor de hortifruti que está no cinturão verde de São Paulo é agro. O produtor da caatinga no Nordeste é agro. O grande produtor de soja é agro. O pequeno produtor de leite é agro. Temos diversos cortes desiguais. Se você pegar o censo agropecuário de 2017, que é o último que temos, infelizmente, você vai ver que 71% do valor bruto da produção do setor está na mão de 2% das propriedades. São 6 milhões de propriedades rurais no Brasil aproximadamente. Temos então um agro concentrado.

A Abag foi signatária de um manifesto divulgado às vésperas do 7 de Setembro que falava em risco de retrocesso. Naquela ocasião, a mobilização do presidente Jair Bolsonaro esgarçou ainda mais a relação com os demais poderes. Nossa democracia continua sendo testada?

Não somos ainda uma democracia estabilizada. Ela tem sido forçada através dos tempos. Somos ainda uma democracia em consolidação. O manifesto saiu porque nós estamos preocupados. As associações que assinaram o manifesto são políticas, mas não partidárias. Essas associações viram com muita preocupação o movimento que se desenhava no dia 7 de setembro. E foi tão grave que o próprio presidente da República foi a público e se desculpou. Voltou atrás. Isso mostra que o nosso manifesto estava correto, e não aqueles que nos criticaram.

O agronegócio foi identificado em 2018 como um setor apoiador do presidente Jair Bolsonaro. Até que ponto esse apoio sofreu abalos?

Mas qual agro está identificado (com Bolsonaro)? O agro está identificado (com Bolsonaro) por uma descrição generalista da imprensa. O agro está mesmo com o presidente? Quais setores? Temos setores nos quais o presidente da associação tem um vínculo partidário, e então ele se coloca à disposição deste partidarismo. Não vou citar nomes, mas essas estão intimamente ligadas ao presidente e ao seu espectro político. Mas mesmo dentro delas há associados que estão fora. Uma parcela do agronegócio, assim como da indústria, apoia o presidente. As pesquisas mostram que ele tem entre 25% e 30% de aprovação. Se você percorrer o nosso setor, vai ver que ele também tem entre 25% e 30% de aprovação.

O setor do agronegócio então reproduz o que as pesquisas apontam…

Na sua essência sim, com algumas variações regionais. Em Estados com maior peso do agronegócio, talvez a classificação seja diferente de outros onde a classificação seja maior na indústria.

Há um racha?

Eu não diria que há um racha porque nunca houve um comprometimento do setor inteiro com uma única linha. Fui um grande crítico do governo do PT, mas sempre sentei com todos os ministros para conversar. No governo Bolsonaro, a gente faz a mesma coisa com a ministra Tereza Cristina. Não pode haver racha onde nunca houve uma unidade formal.

Que setores foram mais prejudicados em temas como a relação com a China, por exemplo?

O setor mais chateado com a política do atual governo é o exportador. A gente vê uma cegueira, uma miopia no que se refere às relações internacionais. Isso choca bastante. Não podemos fazer molecagem com um cliente como a China. O que foi feito com a China foi molecagem. O poder está na mão do consumidor, de quem paga. Se você vira para um cliente e diz: ‘você não tem opção’, ele vai imediatamente procurar outro (fornecedor). Mesmo que ele demore um tempo para encontrá-lo, a partir daquele momento ele não te trata bem mais. Ele sabe que não pode confiar em você. Ficar sem a China hoje é inimaginável. O Brasil passou a ter relações internacionais depois da entrada do chanceler (Carlos) França. Lamentavelmente, nos tempos do Ernesto Araújo tivemos uma inversão do termo conhecido como relações internacionais. Ele foi a destruição das relações brasileiras com seus principais clientes. Só deve dar pitaco em relações internacionais quem entende. Quem é amador fica em casa.

Como o sr. viu a ausência do presidente da República na Cúpula do Clima? O Brasil assumiu novos compromissos ambientais. Eles são suficientes para reverter a imagem ruim do País?

A ausência do presidente Jair Bolsonaro na COP foi salutar para o Brasil. Temos um presidente da República que não une. Pelo contrário, ele separa. Então a presença dele não é bem-vinda. A equipe que está lá é de alta competência. Se a gente almeja ser alguém, temos que participar desses fóruns mundiais. Quando a turma voltar para o Brasil precisa provar que esses compromissos foram para valer. Nos últimos três anos nada foi para valer.

Há espaço para a terceira via na eleição do ano que vem?

Evidente que há espaço. Segundo as pesquisas, 45% da população brasileira não decidiu seu voto. Os dois líderes têm rejeições altíssimas. Espero que a gente tenha inteligência de trabalhar nesse campo. Precisamos de um projeto de País.

O agronegócio está empenhado na busca de um nome da terceira via?

Existem setores do agro que sim. Empresários estão envolvidos nesse processo, e eu sou um deles.

Entre até 11 nomes que surgiram na terceira via, qual, na sua avaliação, é mais palatável?

Todos os nomes que surgiram na terceira via para mim fazem parte de um grande balão de ensaio que começa a se afunilar no final de novembro. E vai se afunilar até março. Desses 11, serão 2 ou 3 candidatos no máximo. Vários destes se lançaram para tentar uma vaga de vice ou criar espaço para disputar o governo de algum Estado. Não precisa ter pressa. Por que essa pressa toda para lançar um candidato da terceira via? Para começar a apanhar agora dos gabinetes do ódio dos dois lados?

Qual foi o papel do agro na decisão do governador João Doria sobre o ICMS dos alimentos em São Paulo?

Foi uma questão de sensibilidade. O Brasil vive um caos social. Voltamos a um patamar da fome que há décadas não víamos. Desonerar impostos é muito salutar, desde que o estado tenha condição fiscal de fazer. Geralmente, quando se reduz imposto, a produção aumenta e a sonegação diminui.

Como o setor se posicionou em relação ao marco temporal?

Tem dois lados. Tem gente grande como o CEO da Suzano (Walter Schalka) que escreveu um artigo dizendo que é um absurdo aprovar o marco temporal na forma como a parte mais radical do agro quer. Essa é uma das decisões mais difíceis que o STF vai ter que tomar. Isso diz respeito ao nosso futuro. Dizimar as populações indígenas só nos faz um país pior.

E sobre o projeto de lei da regulação fundiária por autodeclaração?

Sou a favor da regulação fundiária. É uma questão econômica. Sem a devida propriedade da terra você não consegue os financiamentos adequados. Durante as décadas de 70, 80 e 90, o governo incentivou muita gente a ir para a Amazônia.

Como avalia a participação do Brasil na COP?

Tem três faces da COP. A primeira é a negociação do artigo 6 e assinatura dos acordos internacionais. A segunda área da COP são os contatos feitos pelos governos subnacionais naqueles espaços vazios deixados pelo governo federal. Tem muito dinheiro no mundo para financiar desenvolvimento sustentável, agricultura de baixo carbono. Nós não estamos conseguindo porque o governo federal fechou essa porta. Você imagina que tem U$ 1,5 bi parados desde 2019 num país com a draga econômica que estamos, isso é uma falta de respeito administrativo pelo País. Os governos estaduais estão se encontrando com esses fundos de investimento e fazendo o acesso para quando o bom senso baixar.

Verstappen vence de ponta a ponta no México e amplia vantagem.

Largada, GP do México, Hermanos Rodríguez, F1 2021

Largada, GP do México, Hermanos Rodríguez, F1 2021 (Foto: XPB Images). Numa freada prá lá de deus me livre, Verstappen deixa as duas Mercedes, que estavam na primeira fila da largada, para trás e só perdeu a liderança durante algumas voltas, na troca de pneus, enquanto Perez retardava seu pit-stop.

Agora o piloto holandês tem 19 pontos de vantagem sobre Hamilton.

Max Verstappen ultrapassou, numa manobra de muita perícia, Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, a dupla de pilotos da Mercedes, na largada do Grande Prêmio do México de Fórmula 1 para vencer, de forma tranquila, a 18º etapa da temporada 2021.

Foi a 19ª vitória de Verstappen na Fórmula 1, a nona de 2021. O holandês amplia sua liderança no mundial para 19 pontos sobre seu rival Hamilton, faltando quatro corridas para o fim da temporada.

Lewis Hamilton, da Mercedes, em segundo, e Sergio Perez, da Red Bull, em terceiro, completaram o pódio.

A corrida começou de forma espetacular no México. Bottas largou bem, mas não teve o mesmo tempo de reação de Hamilton que ia ganhando a primeira posição na Curva 1.

Verstappen pegou o vácuo de Bottas, atrasou a freada e, por fora, passou a dupla da Mercedes. O finlandês acabou sendo tocado por Ricciardo, rodou e caiu para a 17ª posição depois de trocar seus pneus médios por duros. Ricciardo fez o mesmo.

Na confusão, Ocon foi acertado por Tsunoda e Schumacher. Ocon conseguiu ficar na corrida, mas Tsunoda e Schumacher abandonaram. O safety car foi chamado à pista.

Algumas voltas depois, na cinco, Verstappen se manteve na P1 após a relargada. Hamilton era o segundo e Perez o terceiro.

Gasly fez uma boa largada e se manteve longe da confusão para sair na P4, seguido pela dupla da Ferrari com Leclerc à frente de Sainz.

Verstappen mantinha a liderança e abria vantagem para Hamilton volta após volta. No giro 12, a diferença entre os dois já era de 3,5s. Hamilton se mantinha preocupado pelo rádio, confirmando que o holandês era “extremamente rápido”.

Ricciardo e Bottas, que colidiram na Curva 1, não conseguiram ganhar posições. O piloto da Mercedes subiu para 16º apenas quando Stroll fez seu pit-stop na volta 13. O mesmo aconteceu com o piloto da McLaren, que era o 15º colocado. Uma volta depois, foi a vez de Nikita Mazepin ir aos boxes.

Na volta 16, quase seis segundos separavam o líder Verstappen do segundo colocado Hamilton. Além de não conseguir acompanhar o ritmo do piloto holandês, Hamilton começava a perder espaço para o terceiro colocado Perez. A vantagem – que chegou a ser de mais de três segundos – caia para apenas 1,8s.

Verstappen parou no fim da volta 33 e entregou a liderança da corrida para Perez. O holandês voltou na segunda posição, sete segundos à frente de Hamilton.

Perez fez seu pit-stop na volta 41 e voltou à pista com os duros.

Verstappen foi a 312,5 pontos com a vitória no México. São 19 pontos de vantagem para Hamilton, que foi a 293,5. Mesmo sem pontuar, Bottas é o terceiro colocado com 185, mas vê a vantagem para o quarto colocado Perez diminuir. Agora 20 pontos separam os dois.

Imagem

Confira o resultado do Grande Prêmio do México de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sergio Pérez (Red Bull/Honda)
4) Pierre Gasly (AlphaTauri/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Carlos Sainz Jr. (Ferrari)
7) Sebastian Vettel (Aston Martin/Mercedes)
8) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
9) Fernando Alonso (Alpine/Renault)
10) Lando Norris (McLaren/Mercedes)
11) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
12) Daniel Ricciardo (McLaren/Mercedes)
13) Esteban Ocon (Alpine/Renault)
14) Lance Stroll (Aston Martin/Mercedes)
15) Valtteri Bottas (Mercedes)
16) George Russell (Williams/Mercedes)
17) Nicholas Latifi (Williams/Mercedes)
18) Nikita Mazepin (Haas/Ferrari)
DNF) Mick Schumacher (Haas/Ferrari)
DNF) Yuki Tsunoda (AlphaTauri/Honda)

Relato do F1mania.net

Desastre na Série B do Brasileirão: Botafogo põe Vasco de quatro.

Gols e melhores momentos de Vasco 0 x 4 Botafogo pelo Campeonato Brasileiro Série B

O Botafogo é o novo líder da Série B e está com a vaga garantida na Série A do ano que vem. A Equipe já pode conquistar o acesso matemático na próxima rodada, depois de impor uma rodada humilhante ao seu co-irmão, Vasco da Gama, por 4×0. Com a derrota, os vascaínos perderam as últimas esperanças de acesso a série A, a 4 rodadas do final do campeonato.

Veja abaixo a tabela dos primeiros classificados na Série B:

Tabela do GE

“Perdemos a batalha para encurtar o governo do cavernícola”, diz Breno Altman.

Do Urbs Magna

“Perdemos a batalha para encurtar o governo do cavernícola”, diz Breno Altman

O youtuber Jones Manoel, famoso por seus ataques contra Lula e o PT, quis entender a opinião do jornalista e o questionou mais. Leia a resposta do fundador do ‘Opera Mundi’

O jornalista fundador do Opera Mundi, Breno Altman, afirmou, em seu perfil no microblog Twitter, na tarde deste domingo (7/11), que a esquerda perdeu “a batalha para encurtar o governo do cavernícola“.

Ele se referiu a Jair Bolsonaro (sem partido), presidente do Brasil.

Para o editor, “faltou mobilização social suficiente e tanto o “centrão” quanto a oposição de direita protegeram o presidente“.

Ainda segundo Brano Altman, é preciso ser “realistas” porque “a campanha Fora Bolsonaro já mudou de natureza.”

“Fora Bolsonaro, agora, é Lula 2022“, disse ainda.

O YouTuber Jones Manoel, que tem sido massacrado pela esquerda por seus posicionamentos contra Lula e o PT, questionou o jornalista sobre o motivo de sua afirmação e Brano Altman o treplicou.

O editor disse que “nossas organizações são socialmente fracas e porque a maioria do povo não acreditou que fosse possível derrubar Bolsonaro“.

Altman explicou que, em lugar de insistir em uma organização forte que pudesse enfrentar o presidente a ponto de detê-lo e tirá-lo do poder, os brasileiros contrários ao governo Bolsonaro “jogaram suas perspectivas para as eleições de 2022“, em que Lula aparece como favorito, de acordo com todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas pelos institutos.

Insatisfeito, Jones Manuel insiste: “mas por que a maioria do povo não acreditou, Breno? Tu acha, por exemplo, que faltou por parte de algumas lideranças de peso nacional agitar para os atos e o Fora Bolsonaro ou não, foi feito tudo a contento?“

Breno é decisivo:

Foi feito tudo razoavelmente a contento, dentro de nossas fragilidades, que são muitas. Lula poderia ter se empenhado pessoalmente? Sim, mas o ganho seria pouco, porque a artilharia para “eleitoralizar” sua participação seria enorme, incluindo parte da esquerda extra-parlamentar.

João Leão é internado em Lauro de Freitas depois de queda de pressão.

Delações da Odebrecht: João Leão é suspeito de receber R$ 100 mil não  declarados em campanha | Bahia | G1

O vice-governador da Bahia e Secretário de Estado do Planejamento, João Leão, foi acometido por um mal súbito, com queda de pressão, e foi levado às pressas para um hospital de Lauro de Freitas, nesta manhã.

O Vice-Governador foi medicado e passa bem.

Europa tenta minimizar efeitos da Quarta Onda da Covid-19.

Do Estadão

A Europa está enfrentando um aumento nas infecções por coronavírus a níveis não vistos há meses, alarmando as autoridades de saúde e gerando temores de que o continente possa ser engolfado por uma nova onda da pandemia neste inverno do Hemisfério Norte. Para tentar conter o avanço da covid-19, países europeus onde a onda é mais forte estão tomando medidas restritivas e forçando a população a tomar novas doses da vacina.

A Alemanha registrou na sexta-feira 37.120 novas infecções, o maior aumento diário desde o início da pandemia. A incidência da infecção agora é de 169 casos por 100.000 pessoas ao longo de sete dias – um nível não visto desde o pico da terceira onda de coronavírus na primavera, quando quase ninguém havia sido vacinado. O número de pacientes de covid sendo tratados em unidades de terapia intensiva alemãs é o maior desde maio.

Temor é que o aumento de casos coloque os sistemas de saúde do continente novamente sob pressão, depois de meses em que o vírus, se não totalmente derrotado, parecia estar indo embora.

O aumento nos casos de covid-19 é particularmente pronunciado na Europa Central e Oriental, onde os níveis de vacinação são mais baixos do que no oeste do continente. A Eslováquia, onde apenas 46% da população está totalmente imunizada, registrou 6.713 novos casos na quinta-feira – o maior número de infecções diárias desde o início da pandemia.

Na Polônia, onde 53% das pessoas estão totalmente vacinadas, o número de novos casos aumentou quase 50% na sexta-feira, tendo já quadruplicado nas três semanas anteriores. As internações hospitalares também aumentaram acentuadamente, tendo triplicado nas últimas três semanas na Polônia e mais do que dobrado na Eslováquia.

A Romênia, onde apenas um terço da população é vacinada, teve o maior número de mortes per capita no mundo nos últimos sete dias. A Bulgária, o país menos vacinado da UE, atingiu um novo recorde de mortes diárias de covid-19 esta semana.

Explicando o aumento acentuado, os especialistas disseram que o início do clima mais frio levou as pessoas a passar cada vez mais tempo em ambientes fechados, onde o vírus pode se espalhar mais facilmente. Eles também citaram a hesitação de muitos em tomar a vacina e a diminuição da imunidade entre aqueles que haviam sido inoculados.

Estudos mostram que o risco de infecção quase dobra cinco meses após uma segunda injeção. A nova subvariante Delta do coronavirus, que parece ser cerca de 10% mais transmissível, também pode estar desempenhando um papel importante, junto com a fadiga com o uso de máscara em locais públicos. Estudos mostraram que o uso de máscara reduz a transmissão viral.

Antoine Flahault, do Instituto de Saúde Global da Universidade de Genebra, observou o aumento “devastador” de novos casos na Europa Central e Oriental nas últimas semanas e as taxas de mortalidade “alarmantes”. “Do leste, esta onda pandêmica está agora se espalhando para a Europa Ocidental”, disse ele.

Ele também destacou que, embora as novas infecções estivessem aumentando em países como Holanda, Áustria e Bélgica, todos tinham taxas de mortalidade e internação hospitalares relativamente baixas, por enquanto.

Fergus Sweeney, chefe da divisão de estudos clínicos da Agência Europeia de Medicamentos, disse que era “muito preocupante” que os indicadores-chave do continente – casos, internações hospitalares e mortes – estivessem todos aumentando à medida que o inverno se aproximava.

Ele exortou todos os europeus a serem vacinados ou a completarem seu esquema de vacinação. “Nem todos estamos protegidos até que todos estejam protegidos a esse respeito”, disse ele ao jornal britânico Financial Times.

Tentativa de controle

A Alemanha foi um dos primeiros países a tentar controlar esta nova onda. Os ministros regionais da saúde do país determinaram que cada pessoa na Alemanha deveria receber uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 para controlar a quarta onda da pandemia. Jens Spahn, o ministro federal da saúde, também pediu doses de reforço para todos.

Os ministros da saúde dos 16 estados da Alemanha se reuniram para dois dias de conversas sobre como lidar com a tendência crescente. O ministro da saúde da Baviera, Klaus Holetschek, disse em uma entrevista coletiva: “Os Estados concordam que todos que receberam sua segunda injeção há seis meses ou mais devem receber um reforço apropriado”.

A Alemanha está em um limbo político após as eleições gerais em setembro. Os novos partidos da coalizão, com o objetivo de formar um governo no início de dezembro, até agora descartaram doses obrigatórias e disseram que não haverá novos bloqueios – pelo menos não para os vacinados. Mas, com apenas 67% da população totalmente vacinada e os leitos de terapia intensiva lotando rapidamente, as demandas estão crescendo por ações para enfrentar a curva ascendente.

Nos países bálticos, a Letônia reintroduziu medidas de bloqueio por pelo menos um mês, enquanto a Lituânia e a Estônia tiveram o maior número de casos per capita do mundo nas últimas semanas.

Na Grécia, as unidades de terapia intensiva estão com 84% da capacidade, ante 67% há um mês. O país aumentou as restrições em resposta ao aumento de novos casos. Todas as pessoas não vacinadas serão obrigadas a partir de sábado, a apresentar um teste negativo para entrar em espaços públicos fechados, incluindo bancos, a maioria das lojas e prédios do governo.

A Holanda disse esta semana que vai reintroduzir restrições para conter a taxa mais rápida de novas infecções desde julho, depois que novas medidas também foram introduzidas na vizinha Bélgica.

As autoridades da Croácia vão limitar as reuniões e ampliar o uso de passaportes da vacina depois que o número de pessoas infectadas bateu novos recordes novamente na sexta-feira. A Croácia relatou quase 7.000 novas infecções, segundo a Associated Press.

A partir de sábado, as reuniões não devem ultrapassar 50 pessoas e devem terminar até meia-noite, disse o ministro do Interior, Davor Bozinovic, após reunião da equipe de crise do país. Os passaportes da vacina seriam introduzidos para funcionários em todas as instituições estaduais, incluindo escolas, a partir de meados de novembro.

Os passes, que exigem prova de vacinação, um certificado mostrando que o destinatário se recuperou da covid-19, ou um teste negativo, foram apresentados anteriormente para funcionários dos sistemas de saúde e assistência social. Bozinovic disse que dependendo da situação, o uso poderia ser estendido ainda mais.

A Ucrânia está experimentando sua pior onda de coronavírus até agora e uma das mais letais da Europa. Os números diários entre a população de cerca de 40 milhões regularmente excedem 20.000 infecções e 700 mortes – muito além do grande surto anterior nesta primavera, onde os números eram de cerca de 15.000 casos e 500 mortes. A Organização Mundial da Saúde colocou a Ucrânia em terceiro lugar em mortes diárias, depois dos Estados Unidos e da Rússia, e entre os dez primeiros em casos diários.

Com uma das taxas de vacinação mais baixas da Europa, o governo planeja tornar obrigatória a vacinação. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu acelerar o ritmo das vacinações, após meses de abordagem mais lenta com foco na implementação da campanha de vacinação e na entrega de informações básicas sobre a gama de vacinas na Ucrânia, AstraZeneca, Moderna, Pfizer-BioNTech e Sinovac. “Peço a todos que desliguem suas redes sociais e liguem seus cérebros”, disse Zelensky em comentários recentes aos repórteres. “Precisamos ser vacinados. É a única solução. ”

A Inglaterra também está enfrentando uma alta do número de casos. Cerca de 1,1 milhão de pessoas tiveram covid no país na semana passada, um em cada 50 habitantes do país, segundo dados oficiais. O número é o triplo de meses anteriores e o nível mais alto do ano.

A região inglesa com a maior porcentagem de pessoas com teste positivo foi o sudoeste, onde cerca de 2,9 pessoas foram infectadas pelo vírus, disse a agência de estatísticas britânica. As taxas foram mais baixas em Londres, onde cerca de 1,5% estavam infectados. Apesar do aumento, o governo britânico ainda não prevê novas restrições para um futuro próximo.

Brasileirão entra na reta final com 9 rodadas em disputa.

O maior campeonato de futebol do mundo está entrando na reta final, com os classificados na parte superior da tabela lutando por entrar no chamado G6, que disputará a Copa Libertadores no próximo ano e os classificados na parte inferior da tabela lutando por não cair para a Série B.

Alguns comentaristas chegam a comentar que muitos dos campeões da Libertadores poderão disputar a série B no próximo ano, entre eles Chapecoense (já praticamente eliminado) e Grêmio, que hoje perdeu para o co-irmão Internacional pelo escore mínimo, em jogo disputadíssimo, uma verdadeira batalha campal.

Jogam o final desta rodada:

 

Governo faz leilão de energia de térmicas e conta de luz continuará em alta.

Wärtsilä firma contrato para conversão de térmica no AM - Energia Hoje

Energia obtida de motores diesel e de carvão, a mais cara, penaliza o consumidor.

Aneel derruba liminar e confirma térmicas que custarão R$ 39 bi de 2022 a 2025

De Nicola Pamplona, para a Folha, editado.

Em meio a uma disputa judicial e sob críticas do mercado, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) homologou em reunião extraordinária neste sábado (6) os resultados do leilão para contratação de térmicas emergenciais para os próximos cinco anos.

O leilão contratou 775,8 MW (megawatts) médios para entrega de 2022 a 2025, com custo total de R$ 39 bilhões durante a vigência dos contratos. O governo justifica que essa energia será necessária para recuperar os reservatórios das hidrelétricas para níveis mais seguros.

A Aneel discutiria o tema na sexta-feira (5), mas o juiz federal substituto Diego Amorim Vitório concedeu liminar para suspender a homologação do leilão, em ação civil pública que questiona o modelo de contratação e os impactos para o consumidor.

As autoras da ação, Érica Conceição Passos e Gerenilza Passos, alegam irregularidades e vícios nas regras da concorrência, ao garantir a compra da energia mesmo em momentos em que o sistema não precise.

“A regra foi completamente distorcida, carregando uma série de ineficiências para o sistema”, dizem elas. “De forma nunca antes vista em leilões de energia, [o governo] buscou contratar projetos termoelétricos inflexíveis, que geram energia a todo tempo.”

Com a contratação inflexível, argumentam, o governo “obriga o consumidor a pagar por uma energia mais cara, que não necessariamente deveria ser produzida naquele momento, considerando as diversas fontes disponíveis [como a eólica, por exemplo]”.

O mercado questiona a autorização para projetos 100% inflexíveis participarem da disputa, quando o normal é limitar a inflexibilidade para que as térmicas operem apenas quando não houver água nos reservatórios ou quando solares e eólicas estejam gerando menos.

Ao deferir a liminar, o juiz disse entender que os danos ao consumidor podem ser irreversíveis, já que o custo dessa energia será considerado na composição das tarifas. “Os repasses dos valores ao consumidor gerarão grande impacto em seu patrimônio”, afirmou.

A liminar foi derrubada neste sábado pelo desembargador Italo Fioravanti Sabo Mendes, presidente do TRF (Tribunal Regional Federal) da Primeira Região, atendendo a recurso da AGU (Advocacia Geral da União).

Em seu despacho, o desembargador diz que não há comprovação de ilegalidade e inconstitucionalidade do leilão e, portanto, deve-se preservar a presunção de legitimidade da decisão do governo, “de modo a se respeitar, em última análise, o espaço de discricionariedade do gestor público”.

O leilão foi aprovado em setembro pela Creg (Câmara de Regras Operacionais de Gestão da Crise Hidroenergética), grupo liderado pelo MME (Ministério de Minas e Energia) responsável pela estratégia para enfrentar a crise hídrica.

O objetivo era garantir o abastecimento em 2022 em caso de novo verão com chuvas abaixo da média e ajudar a recuperar os reservatórios para níveis mais confiáveis nos anos seguintes, reduzindo o risco de nova crise hídrica.

O governo argumenta que os contratos de longo prazo, pelo contrário, economizam dinheiro do contribuinte, já que as térmicas do leilão são mais baratas do que as usinas emergenciais que estão sendo acionadas neste momento.

O processo, porém, começou a ser questionado também pela indústria. Em podcast divulgado nesta sexta, o presidente da Abrace (Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia), Paulo Pedrosa, disse que o custo dessas térmicas pode ser ainda maior, caso os combustíveis continuem em alta.

“Por três anos, esses 800 MW vão custar aos consumidores brasileiros mais de R$ 40 bilhões. Esses mesmos R$ 40 bilhões poderiam ser usados para construir 5 mil megawatts de eólica que iam entregar que iam entregar uma energia quase de graça por 30 anos”, diz ele.

Pedrosa alega ainda que essa “energia caríssima” será paga por uma conta diferente das térmicas já em operação, hoje cobradas por um encargo chamado ESS, e isso mascara o real custo da geração termelétrica no país.

“Isso preocupa o consumidor, compromete o custo de produção do país para 2022, justamente quando a economia precisa se recuperar, e chama a atenção para a importância maior da modernização do setor elétrico, de focar nas ações que vão tornar o nosso setor mais eficiente e trazer energia competitiva para a sociedade.”

O processo foi questionado também pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), que fez petição à Aneel pedindo que não homologasse os resultados, alegando que as chuvas reduziram o risco de abastecimento de energia.

Na reunião deste sábado, a diretoria da Aneel disse entender que as condições do leilão foram estabelecidas pelo poder concedente, com respaldo legal na medida provisória que criou a Creg.

A petição do senador Rocha, portanto, será encaminhada ao Ministério de Minas e Energia. No entendimento da agência, a homologação da concorrência já dá aos vencedores do leilão o direito de assinar os contratos.

Em nota após a reunião, a Aneel reforçou que o leilão, que gera investimentos de R$ 5,2 bilhões, teve o objetivo “de agilizar a tramitação dos processos de contratação como forma de enfrentar as dificuldades de escassez hidrológica que o país atravessa”.

Vídeo mostra momento exato da queda do avião de Marília

Leitores mais atentos e agências de checagem informam que o vídeo não se refere ao acidente com a aeronave que transportava Marília Mendonça. Por outro lado, um Coronel do CENIPA confirmou o rompimento do cabo de alta tensão entre duas torres. O geo-referenciador da aeronave vai confirmar essa hipótese.

 

Carta aberta dos cientistas condecorados com a Ordem Nacional do Mérito Científico em 03/11/2011.

Os cientistas abaixo assinados, condecorados com a Ordem Nacional
do Mérito Científico, em decreto presidencial de 3 de novembro de 2021, vêm a público declarar sua indignação, protesto e repúdio pela exclusão arbitrária dos colegas Adele Schwartz Benzaken e Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda da lista de agraciados, em novo decreto presidencial na data de 5 de novembro de 2021.

Tal exclusão, inaceitável sob todos os aspectos, torna-se ainda mais
condenável por ter ocorrido em menos de 48 horas após a publicação inicial, em mais uma clara demonstração de perseguição a cientistas, configurando um novo passo do sistemático ataque à Ciência e Tecnologia por parte do Governo vigente.

Enquanto cientistas, não compactuamos com a forma pela qual o
negacionismo em geral, as perseguições a colegas cientistas e os recentes cortes nos orçamentos federais para a ciência e tecnologia têm sido utilizados como ferramentas para fazer retroceder os importantes progressos alcançados pela comunidade cientifica brasileira nas últimas décadas.

Como bem pontuaram a Academia Brasileira de Ciências e a
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em notas divulgadas no dia 5/11/2021, a Ordem Nacional do Mérito Científico, fundada em 1993, é um instrumento de Estado para reconhecer contribuições científicas e técnicas de personalidades brasileiras e estrangeiras.

A indicação de membros agraciados é realizada por uma Comissão, formada por três membros indicados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, três membros indicados pela Academia Brasileira de Ciências e três membros indicados pela SBPC.

Nossos nomes foram honrosamente indicados por essa comissão, reunida em 2019.

O mérito científico (como não poderia deixar de ser) foi o único parâmetro considerado para a inclusão de um nome na lista. Consideramos, portanto, gratificante nossa presença nessa lista, e ficamos extremamente honrados com a possibilidade de sermos agraciados com um dos maiores reconhecimentos que um cientista pode receber em nosso país.

Entretanto, a homenagem oferecida por um Governo Federal que não apenas ignora a ciência, mas ativamente boicota as recomendações da epidemiologia e da saúde coletiva, não é condizente com nossas trajetórias científicas. Em solidariedade aos colegas que foram sumariamente excluídos da lista de agraciados, e condizentes com nossa postura ética, renunciamos coletivamente a essa
indicação.

Outrossim, desejamos expressar nosso reconhecimento às
indicações da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, entidades que têm respeito duradouro em defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação na sociedade brasileira. Esse ato de renúncia, que nos entristece, expressa nossa indignação frente ao processo de destruição do sistema universitário e de Ciência e Tecnologia.

Agimos conscientes no intuito de preservar as instituições universitárias e científicas brasileiras, na construção do processo civilizatório no Brasil.

Brasil, 6 de novembro de 2021

Assinam (em ordem alfabética)
Aldo Ângelo Moreira Lima (UFC)
Aldo José Gorgatti Zarbin (UFPR)
Alfredo Wagner Berno de Almeida (UEMA)
Anderson Stevens Leonidas Gomes (UFPE)
Angela De Luca Rebello Wagener (PUC-RJ)
Carlos Gustavo Tamm de Araujo Moreira (IMPA)
Cesar Gomes Victora (UFPel)
Claudio Landim (IMPA)
Fernando Garcia de Melo (UFRJ)
Fernando de Queiroz Cunha (USP)
João Candido Portinari (Projeto Portinari)
José Vicente Tavares dos Santos (UFRGS)
Luiz Antonio Martinelli (USP)
Maria Paula Cruz Schneider (UFPA)
Marília Oliveira Fonseca Goulart (UFAL)
Neusa Hamada (INPA)
Paulo Hilário Nascimento Saldiva (USP)
Paulo Sérgio Lacerda Beirão (UFMG)
Pedro Leite da Silva Dias (USP)
Regina Pekelmann Markus (USP)
Ronald Cintra Shellard (CBPF)

Todos os 5 ocupantes morrem em acidente de avião da cantora Marília Mendonça.

A cantora Marilia Mendonça, de 26 anos, morreu, nesta sexta-feira (5/11), após sofrer um acidente aéreo nos arredores da cachoeira da Piedade, em Caratinga (MG). A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).

Veja a nota dos Bombeiros:

“O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informa que nesta sexta (5), ocorreu a queda de uma aeronave de pequeno porte, modelo Beech Aircraft, na zona rural de Piedade de Caratinga. O CBMMG confirma que a aeronave transportava a cantora Marília Mendonça e que ela está entre as vítimas fatais”.

Segundo testemunhas oculares, o avião colidiu com fios entre duas torres de alta tensão, a 500 metros da cabeceira da pista, em Caratinga, onde a cantora faria um show esta noite. A cantora deixa um filho de 1 ano e 2 meses.

Em maio do ano passado Marília anteviu o acidente:

Secretaria de Educação de Luís Eduardo Magalhães promove ciclo de formação para gestores escolares.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Educação tem promovido formação pedagógica para os gestores escolares do município. Nesta sexta-feira (05), a capacitação ocorreu no auditório da APAE.

A diretora da Escola Municipal São Paulo, no Novo Paraná, Nádia Adriane Bruschi Reckers, falou da experiência. “É o meu primeiro ano como gestora, então aprendi muito, recebi muitas dicas e diretrizes. O sucesso da escola, ele advém desse planejamento. Então essa formação veio em tempo hábil”, disse.

Para a gerente de Ensino do município, Juliana Segatto, essa formação vai proporcionar muito mais conhecimento para os gestores, no momento de elaborar o projeto político pedagógico. “Essa atividade faz parte de uma série de ações que estão sendo estudadas e aplicadas para o retorno das nossas aulas presenciais no ano de 2022”, destacou.

“É uma iniciativa importante e necessária, uma vez que o projeto político pedagógico é o documento de referência para o trabalho formativo que as escolas precisam realizar”, afirmou a Dra. Kelli Consuélo, uma das palestrantes.

A professora Dra. Anatália Oliveira, palestrante, falou desse momento importante para a educação do município. “É uma iniciativa inovadora, porque traz o momento de a escola revisitar os seus projetos pedagógicos, trabalhando a organização escolar, sobretudo nesse momento histórico e importante, que é a retomada das atividades após a pandemia, que melhor vai organizar os trabalhos de recepção dos estudantes da rede municipal”, pontuou.