A Bahia lidera o ranking dos 05 principais estados na geração acumulada de energia solar e eólica, entre janeiro e agosto de 2021.
Juntas, as fontes renováveis deverão investir cerca de R$ 37 bilhões em municípios baianos nos próximos anos, além dos R$ 25,7 bilhões já injetados no Estado para criação de parques eólicos e solares.
Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e constam no Informe Executivo de Energia eólica e solar de outubro, divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nessa segunda-feira (18).
Comparado a agosto de 2020, houve um aumento de 14% na geração de energia eólica.
“Estou em Berlim, na Alemanha, em viagem internacional junto com o governador Rui Costa e o superintendente de atração de investimentos da SDE, Paulo Guimarães para apresentar o potencial econômico do território baiano e receber novos investimentos nessa área e tentar atrair cada vez mais projetos de energias renováveis para o nosso estado”, destaca o Nelson Leal, secretário de Desenvolvimento Econômico.
Empregos
A geração de empregos também é favorável quando se fala no segmento das energias renováveis da Bahia. No Informe Executivo Solar destaque-se a criação de 13 mil postos de trabalho diretos na fase de construção dos parques que já estão em operação. A previsão é que sejam criados mais de 64 mil empregos diretos na fase de construção para os parques que estão em construção e construção não iniciada.
Já em energia eólica, a geração foi mais de 148 mil empregos em toda cadeia produtiva. Sendo mais de 57 mil contratações diretas na fase de construção dos parques que já estão em operação. Além de prever a criação de mais 69 mil empregos diretos e indiretos para os parques que estão em construção e construção não iniciada.
Em missão internacional, o governador Rui Costa se reuniu, nesta segunda-feira (18), em Berlim, capital da Alemanha, com executivos da Siemens Energy, empresa com sede no país e que é líder em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e soluções para projetos voltados à geração e transmissão de energia limpa em escala mundial.
Acompanhado dos secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal; de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti; e do superintendente de atração de investimentos da SDE, Paulo Guimarães, o governador conheceu a tecnologia da empresa para a produção e aplicação de hidrogênio verde, considerado o combustível do futuro e que pode vir a ser produzido na Bahia.
Um dos projetos mais aguardados do governo Junior Marabá se concretizou: a primeira etapa do ‘Meu Lar’ vai realizar o sonho de 50 famílias, a grande maioria chefiada por mulheres, com reformas indicadas pelas próprias moradoras.
As contempladas receberam neste sábado (16), durante um café da manhã, um azulejo simbólico, que representa o compromisso da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, com as famílias.
Raílle da Silva, mãe de duas meninas, foi a primeira beneficiada e falou da importância do projeto.
“Estou muito feliz, porque sei que eu e minhas filhas teremos um lar digno, sem aquela dificuldade para dormir, por causa da frieza. Estou muito feliz mesmo em ter um espaço mais aconchegante”, disse.
“É uma realização muito grande. Eu sempre quis reformar a minha casa, mas sem condições é muito difícil. Estou muito grata, porque ter uma casa arrumada muda a vida do ser humano”, contou Quele Santos.
O entorno das casas reformadas receberá diversas melhorias, através da parceria com a Secretaria de Infraestrutura.
“Esgotamento, drenagem e além disso todas as praças desses bairros com residências contempladas, terão as praças revitalizadas”, ressaltou o titular da pasta, Franklin Willer.
De iniciativa da Prefeitura, e capitaneada pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social, o ‘Meu Lar’ é uma parceria entre a Secretaria de Governo.
Nesta quarta-feira, 20, o Presidente da República dá continuidade à campanha da reeleição que iniciou no dia da sua posse. Em Russas – Ceará – realiza visita para participar do Evento “Jornada das Águas: Lançamento de Edital para a Construção do Ramal do Salgado”.
Como é bom voar por aí nos aviões da FAB, levando uma canalhada na sua esteira para aplaudir os impropérios de sempre.
ABL/ Seleção de LEM e G.A.H.A Handebol são campeões dos campeonatos municipais
O final de semana em Luís Eduardo Magalhães foi marcado pelos campeonatos municipais de Handebol e Basquete. Foram ao todo, 10 equipes, cinco de Handebol e cinco de Basquete, disputando o título na quadra da Escola Municipal Ottomar Schwengber.
O representante da equipe G.A.H.A, campeã do Handebol, Renato D’Agnoluzzo, falou da importância de uma Secretaria atuante.
“Para a gente é um novo marco para o município, e falando do esporte, é uma felicidade muito grande, a gente não foi assistido durante os anos anteriores, inclusive eu afastei a minha equipe de todos os eventos, como uma forma de protesto, e hoje a gente percebe algo diferente. A secretaria de Esporte atuante, a gente tem diálogo”, destacou.
A pré-candidata à presidência da OAB da Bahia, Daniela Borges, lidera as intenções de voto para o comando da seccional, conforme apontado pela pesquisa BN/Dataqualy. O levantamento mostra que a vantagem de Daniela é ainda maior quando indica, como apoiadores, os nomes de Luiz Viana, vice-presidente do Conselho Federal da OAB, e Fabrício Castro, atual presidente da OAB-BA.
Nesse cenário estimulado pelo apoio de Viana e Castro, Daniela Borges ganharia as eleições com 49,6% dos votos válidos. Em segundo lugar, aparece a pré-candidata Ana Patrícia, com 23% das intenções de voto. Ainda nesse cenário, 20,8% afirmaram não saber em quem votar.
O mesmo levantamento mostrou que Daniela Borges lidera a pesquisa de intenção de voto espontânea, ou seja, sem citar os nomes dos candidatos. Nesse cenário, Daniela aparece com 20,5% das intenções de voto, contra 9% para Ana Patrícia Dantas Leão.
Já nos cenários estimulados, Daniela Borges aparece na frente em todas as situações projetadas. No primeiro, que consta ainda os nomes de Ana Patrícia, Dinailton Oliveira e Ricardo Oliveira, Daniela tem 32,5% das intenções de voto, enquanto Ana Patrícia tem 16,1%.
Já no cenário de disputa sem Ricardo Oliveira, Daniela Borges aparece com 33,7% das intenções de voto, seguida por Ana Patrícia, com 16,9%, e Dinailton Oliveira, com 6,6%.
A pesquisa foi realizada entre 4 e 7 de outubro e ouviu 409 advogados e advogadas, da capital e do interior. A margem de erro é de 4,8% percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%.
Daniela Borges tem como vice na disputa pela OAB da Bahia a advogada Christianne Gurgel. Essa é a primeira vez que duas mulheres concorrem juntas aos dois cargos da linha de frente da instituição. Daniela pode também se tornar a primeira presidente mulher da seccional baiana em 90 anos de história. As eleições para a OAB-BA acontecem no próximo dia 24 de novembro.
Nesta segunda-feira (18), estão disponíveis, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, ambos localizados no bairro Santa Cruz, a primeira, segunda e terceira dose da vacina contra o Covid-19.
1° dose
Continua a repescagem para o público a partir dos 18 anos. É necessário apresentar os seguintes documentos: RG, CPF ou o cartão do SUS e um comprovante de residência.
2° dose
Para garantir a segunda dose, é importante verificar a data no cartão de vacina.
3° dose
Para profissionais de saúde que tenham tomado a 2° dose há mais de seis meses. Apresentar a carteira profissional.
– Idosos a partir dos 70 anos, também precisam ter tomado a 2° dose há mais de seis meses.
IMPORTANTE
Em função do início do período chuvoso e para oferecer mais conforto e comodidade aos pedestres que buscam a vacina contra o Covid-19, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa: Os pedestres estão sendo vacinados no antigo PROMATI, ao lado do Sistema Drive-Thru, no bairro Santa Cruz.
Cláudio Pereira da Silva, de 39 anos, Inspetor de Saneamento Ambiental em Barreiras, foi assassinado neste domingo, a facadas, em decorrência de crime de ódio.
Cláudio teria visitado uma amiga no Residencial São Francisco e ao sair de lá foi abordado por três marginais. Um deles saiu atrás de Cláudio e desferiu três facadas mortais.
O prefeito Zito Barbosa fez publicar Nota de Pesar pelo Ocorrido:
“É com grande tristeza e pesar que recebemos a notícia do falecimento do servidor público, Cláudio Pereira da Silva, de 39 anos, ocorrido neste domingo, 17, no Residencial São Francisco em Barreiras.
Profissional dedicado, Cláudio atuava como Inspetor de Saneamento Ambiental, na Vigilância em Saúde Ambiental do Município. Dedicado ao trabalho e a família, sua partida precoce deixa enlutados a mãe, Joana Pereira, demais familiares e amigos.
Neste momento de tristeza e dor, nos unimos aos colaboradores da Vigilância em Saúde Ambiental e demais servidores da Secretaria Municipal de Saúde, pedindo a Deus que dê força e serenidade aos familiares, amigos e colegas de trabalho de Cláudio Pereira da Silva, para que consigam superar tão grande perda. Que seu profissionalismo e as boas lembranças deixadas por ele sirvam de conforto para todos.”
Bombeiros militares do 2º Grupamento (2º SGBM – 17º GBM) atuaram em um acidente envolvendo uma Fiat Strada e duas carretas, na manhã deste domingo (17), na BA-459, em Barreiras.
A situação aconteceu à altura do km 124, no trecho do Anel da Soja, por volta das 7h. A picape teria perdido o controle da direção e atingido as duas carretas, que viajavam no sentido contrário.
Com impacto da batida, o motorista do veículo menor ficou preso às ferragens e não resistiu aos ferimentos. Os bombeiros utilizaram técnicas de resgate veicular para fazer a retirada do corpo.
Além desse trabalho, os militares atuaram na limpeza da pista, que ficou tomada por óleo e outros líquidos inflamáveis, o que comprometia a segurança do local.
O acidente deixou, ainda, outra vítima fatal e várias pessoas feridas. Ambulâncias do Samu, além da viatura da Polícia Rodoviária Esdtadual (PRE), socorreram as vítimas para unidades de saúde de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães.
Salário mínimo no Brasil compra 157 litros de gasolina. Na Alemanha, 1.200 litros. Na Inglaterra, 1.550. Nos EUA, 2.200. Isso porque o Brasil é dito autossuficiente em petróleo.
O Presidente da Petrobras diz que se houver “represamento” dos preços da gasolina, poderá acontecer desabastecimento. E que por isso não abre mão da margem de rentabilidade da estatal.
O Presidente da Petrobras tem salário de R$ 260.400,00. O suficiente para comprar até 37.200 litros por mês de gasolina. Mas claro que ele roda, nos carros da companhia e faz muito tempo que não abre a carteira pra pagar o posto.
Pois os caminhoneiros autônomos estão prometendo greve para o dia 1º de novembro, com paralisação de 15 dias, se o Governo não der um jeito no diesel. Vamos ver se o governicho segura o desabastecimento de gêneros e combustíveis durante 15 dias.
A Petrobras está confiscando dos brasileiros mais vulneráveis o aumento do valor do frete nos alimentos e gêneros de primeira necessidade. Jair Messias e Luna e Silva estão achando bom.
A Comissão Parlamentar de Inquérito apontará crimes relacionados aos temas ‘gabinete paralelo’, ‘imunidade de rebanho’, ‘tratamento precoce’, ‘oposição a medidas não farmacológicas’, ‘atraso na compra de vacinas’, crise no Amazonas’, ‘vacina Covaxin’, ‘hospitais federais do Rio’, ‘caso VTCLog’, ‘anãlise orçamentária da pandemia’, ‘proteção a indígenas e quilombolas’, ‘disseminação de fake news’, ‘caso Prevent Senior e planos de saúde’, ‘indiciamentos’ e ‘propostas legislativas’.
“Aos olhos do Direito, legitima-se a imputação do dolo”, escreveu Renan Calheiros, em um trecho do documento final que relata os resultados da investigação no Senado.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, teve ‘intenção de matar’. Essa é a interpretação do relatório da CPI a ser entregue pelo relator senador Renan Calheiros (MDB-AL), na próxima terça-feira (19), que acusa o chefe do Executivo de ‘homicídio qualificado’. O parlamentar diz que o governo agiu de forma dolosa e é o responsável pela morte de milhares de pessoas. Além do presidente, o documento também imputa ao ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o crime agora classificado por intenção, mas que antes era descrito como comissivo (por omissão).
Um dos trechos da peça, que tem até agora 1.052 páginas, diz que “o governo federal criou uma situação de risco não permitido, reprovável por qualquer cálculo de custo-benefício, expôs vidas a perigo concreto e não tomou medidas eficazes para minimizar o resultado, podendo fazê-lo. Aos olhos do Direito, legitima-se a imputação do dolo”, conforme divulgou o jornal O Estado de S. Paulo.
Devido a CPI não ter poderes de punição, após a conclusão o relatório, recheado de indícios de omissão e “desprezo técnico” durante a pandemia, será encaminhado aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados.
De acordo com a publicação, Bolsonaro, Pazuello, o ex-secretário executivo da Saúde, Elcio Franco, além de uma médica da Prevent Senior, já têm quatro pedidos de indiciamento por homicídio.
O relatório abrange como principais pontos o ‘Gabinete paralelo’, a ‘imunidade de rebanho’, o ‘tratamento precoce’, a ‘oposição a medidas não farmacológicas’, o ‘atraso na compra de vacinas’, a ‘crise no Amazonas’, a ‘vacina Covaxin’, os ‘hospitais federais do Rio de Janeiro’, ‘o caso VTCLog’, a ‘análise orçamentária da pandemia’, a ‘proteção a indígenas e quilombolas’, a ‘disseminação de fake news’, ‘o caso Prevent Senior e planos de saúde’, ‘indiciamentos’ e ‘propostas legislativas’.
Prisão
Em entrevista ao podcast Flow, no início deste mês, o deputado federal e pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo (PSB-RJ), afirmou convicto que Bolsonaro e filhos serão presos:
“Vou falar um negócio aqui, depois eu volto quando acontecer”, disse o parlamentar certo de que estava prestes a fazer uma declaração que o traria de volta ao programa para confirmar a previsão.
“Eu não tenho a menor dúvida que Bolsonaro será preso. Pode não ser agora. Mas Bolsonaro e seus filhos serão presos porque eles são criminosos”, disse Freixo na ocasião.
A Secom não conseguiu argumentos para serem apresentados na vitrine de Bolsonaro e celebração dos “Mil Dias de um governo constitucional, eficiente e fraterno” é cancelada por falta de conteúdo.
A Postagem com título “Mil Dias de um governo sério, honesto e trabalhador” no site oficial do governo Bolsonaro põe no ar texto Lorem Ipsum, no início da tarde desta sexta-feira (15), mas depois o apagou. Três parágrafos do que aparentava ser um ‘poema’ em latim foram descritos nas redes sociais como ‘sem sentido’, bem como foi desqualificado por não ter ‘nenhuma relação com a administração pública’.
O conhecido texto, inspirado num poema de Cícero, “Lore Ipsum” é usado por diretores de arte, gráficos e criadores de agências de propaganda e editoras para exemplificar um lay-out antes da arte definitiva.
A Secom (Secretaria de Comunicação) tirou a página do ar após mais de quatro horas. O post, publicado às 14h52 na página oficial do governo, também continha uma caixa de texto menor com os dizeres “Mil Dias de um governo constitucional, eficiente e fraterno“. Tudo foi apagado por volta de 19h20, conforme apurou o g1.
A tradução do texto pode muito bem ser um retrato da Irretocável Gestão Miliciana:
Até as 13h23m deste domingo a página continuava em branco. Fica difícil mentir em uma página oficial, quando se pode inventar obras nas redes sociais, através de uma grande rede de robôs e elogiar a Inatingível Gestão Soberana de Naro.
O Presidente, eleito como a esperança de 57 milhões de eleitores, nada fez, em três anos de governo, do que confiscar os ganhos ralos do povo, aumentar o desemprego, deixar a fome alcançar 19 milhões de pessoas e jogar outros 100 milhões na chamada insegurança alimentar. A par disso, ficou 6 meses negociando “preços de vacina”, enquanto a segunda onda da pandemia matava cerca de 350 mil pessoas.
Grande fabricante de espuma e de cortinas de fumaça, o presidente Jair Messias Bolsonaro ainda autoriza grandes volumes de propaganda – para órgãos de comunicação associados ao seu governo – dizendo-se o “Melhor Presidente de Todos os Tempos”.
Quando sua equipe de propaganda anuncia “Fechados com Bolsonaro” espera-se, sinceramente, que eles tenham uma leve ideia do que são as prisões de Haia.
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Zé Cocá, demonstrou preocupação com a proposta de reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relativa a combustíveis, aprovada na Câmara dos Deputados esta semana e que segue para análise do Senado. O projeto de lei complementar (PLP) 11/2021 traz o impacto negativo de R$5,5 bilhões na arrecadação do imposto estadual, que recairá diretamente sobre as receitas municipais por meio das transferências da cota-parte de 25%, aponta estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Zé Cocá, que também é prefeito de Jequié, no sudoeste baiano, questiona que a solução seja cobrada dos entes que arrecadam menos na base tributária.
“O elo mais fraco é sempre penalizado. A gente sabe que, na ponta, isso precariza as condições financeiras de estados e municípios prestarem serviços públicos ao cidadão. Por que não se falou em mexer na Cide ou no PIS/Cofins, que são da arrecadação da União?”, questiona.
O gestor acrescenta ainda que a medida não traz solução definitiva. “Não é descobrindo um lado que vamos resolver o outro. Essa proposta é paliativa e não ataca o foco da questão que está no preço de mercado”, argumenta Zé Cocá.
Um estudo apresentado pela Confederação Nacional de Municípios prevê dificuldades para aplicação da matéria proposta pela Câmara e cita que a nova formação de cobrança proposta para o ICMS dos combustíveis pode ir na contramão do interesse público. “Fixar um valor por litro evita o aumento do tributo em um eventual aumento do preço, porém também impede redução em eventual queda. Nessa última hipótese, a composição do tributo no preço final vai aumentar”, aponta a CNM.
Na noite deste sábado, 16, por volta das 20h, ocorreu uma tentativa de homicídio e um suicídio no interior de uma residência localizada no bairro Sandra Regina, em Barreiras. Segundo informações, o médico oftalmologista Marcilio Fernando de Souza Cartaxo, teria atirado na esposa e logo após se suicidou atirando em si mesmo.
A esposa foi socorrida no local por uma equipe do SAMU e encaminhada para o Hospital do Oeste. Já o médico, acabou vindo a óbito no interior da residência. Policiais militares da 83ª CIPM estiveram no local, registraram e guardaram o local em segurança. O Departamento de Polícia Técnica esteve no local e após perícia removeu o corpo para o IML do DISEP.
De cada três quilos de alimentos produzidos no mundo, pelo menos um é jogado fora. Vai para o lixo todos os anos 1,3 bilhão de toneladas de comida que poderia ajudar a alimentar 795 milhões de pessoas que passam fome.
Números da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) também mostram que, além do drama social, o desperdício impõe à sociedade moderna um alto custo ambiental e econômico.
A produção da comida descartada consome 250 quilômetros cúbicos de água e ocupa 1,4 bilhão de hectares, quase um terço de toda a terra cultivada do planeta.
O desperdício joga anualmente na atmosfera 3,3 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, terceiro maior volume de emissões que provocam o aquecimento global, atrás apenas das emissões dos Estados Unidos e da China.
Os custos de tanto desperdício superam os US$ 750 bilhões a cada ano, estima a FAO. Inutilizar tamanho volume de investimentos e de recursos naturais é um contrassenso frente ao desafio mundial de alimentar uma população que deverá passar de 8 bilhões de habitantes nos próximos 15 anos.
Múltiplas causas
A magnitude dos números do desperdício indica a complexidade de um problema que começa quando o alimento é colhido no campo e depois processado, armazenado e transportado.
Pelo menos metade do desperdício ocorre nessas etapas da cadeia de produção, mas são perdas classificadas como não intencionais, decorrentes da falta de tecnologia adequada nas propriedades rurais. Não são raros danos em frutas e verduras pelo manuseio incorreto na colheita ou por ficarem muito tempo expostas ao calor ou ao vento.
Também são consideradas involuntárias as perdas por problemas na infraestrutura de transporte, desde estradas esburacadas até a precariedade de veículos utilizados para o escoamento da produção.
Descarte nas cidades
A outra metade do desperdício é mais visível, pois é quando a produção chega às cidades e o descarte acontece nos armazéns atacadistas ou no varejo em supermercados, verdurões e feiras.
Nessas etapas, o lixo é o destino de boa parte dos produtos que não foram vendidos. Estão nesse grupo produtos saudáveis que foram danificados pelo manuseio inadequado dentro dos locais de venda.
É o caso também dos produtos fora dos padrões de mercado, como frutas muito pequenas, que têm alguma mancha ou mesmo um pequeno amassado. Sem valor de compra, mas em perfeitas condições nutricionais, poderiam ser doadas, mas acabam no lixo.
— O desperdício pode chegar a 40% [da produção]. No Brasil, são centenas de toneladas desperdiçadas só na parte final, no varejo de alimentos — lamenta o senador Jorge Viana (PT-AC), autor de projeto de lei para incentivar a doação de produtos em condição de consumo.
Aumentar as doações é essencial para programas como bancos de alimentos criados para distribuição a populações carentes. Essas iniciativas hoje contam com uma pequena fração do volume não comercializado por atacadistas e varejistas. A maior parte acaba descartada.
Também autor de projeto que trata do tema, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) alerta para a urgência da aprovação de medidas que reduzam o desperdício.
— Temos no Brasil 26 milhões de toneladas de alimentos que vão a cada ano para o lixo. E sabemos que temos algo em torno de 19 milhões de pessoas que passam fome no país, das quais a metade são crianças, que poderão ter comprometimento de seu aproveitamento escolar [pela subnutrição].
Fonte: Agência Senado, editado e atualizado por O Expresso.
Segundo a FAO, 2 bilhões de pessoas não tem alimentação saudável. Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 19 milhões de brasileiros passaram fome em 2020, e mais da metade das casas (cerca de 116,8 milhões de pessoas) vivenciou algum tipo de insegurança alimentar.
Da Agência Brasil, editado
Neste sábado (16) é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Organismos internacionais, governos e entidades da sociedade civil realizam atividades com o objetivo de chamar a atenção para o desafio de combater a fome e a insegurança alimentar no mundo e em cada país, como o Brasil.
Neste ano, a mobilização teve como tema Melhor Produção, Melhor Nutrição, Melhor Meio Ambiente e Melhor Qualidade de Vida. Esta edição da iniciativa levanta a questão da relação entre as mudanças climática e a produção de alimentos no mundo.
A Organização das Nações Unidas, por meio de seu braço para agricultura e alimentação (FAO), divulgou mensagens lembrando que ainda há mais de dois bilhões de pessoas no mundo que não conseguem ter acesso a uma alimentação saudável.
O Dia Mundial da Alimentação serve para conscientizar as pessoas sobre a importância de garantir que todos tenham acesso a alimentos suficientes, seguros, diversificados e nutritivos.
Mudanças climáticas
As mudanças climáticas se manifestam de diversas formas, pelo aumento da temperatura da Terra, escassez de água e eventos extremos como enchentes e tempestades de areia, como recentemente registradas em São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Artigo publicado nesta semana na revista Nature por pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos e Suíça apontou que as mudanças climáticas induzidas por seres humanos já impactaram 80% da área e 85% da população da Terra.
Em setembro, a entidade de pesquisa britânica Chatham House divulgou relatório alertando que as mudanças climáticas podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050 se não houver redução das emissões de carbono.
O tema será um dos assuntos centrais da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), que ocorrerá entre 31 de outubro e 12 de novembro na cidade de Glasgow, na Escócia.
Segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (WFP, na sigla em inglês), a crise climática ocasionará um aumento exponencial da fome se não houver ações para proteger as comunidades dos choques climáticos.
Brasil
Projeção no Congresso Nacional dá início as ações do Dia Mundial da Alimentação no Brasil – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
No Brasil, as ações da mobilização começaram nesta semana. Na quarta-feira (13), foi feita uma projeção no prédio do Congresso Nacional com imagens de alimentos para marcar o dia e buscar colocar a pauta para as autoridades políticas.
Segundo Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil, a pandemia revelou a fragilidade das sociedades, com crise da saúde, recessão econômica, aumento da insegurança alimentar e da desigualdade, atingindo sobretudo as populações mais vulneráveis, como ocorre no Brasil.
“O desafio do Brasil está em mudar a forma como produzimos, como consumimos e como descartamos os alimentos. Estes são três fatores-chave para uma transformação efetiva em nossos sistemas agroalimentares, com uma cultura de consumo mais consciente que diminua o preço dos alimentos, além de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis que nos permitam atender à crescente demanda por alimentos, reduzindo drasticamente o desperdício e as perdas globais”, destaca Zavala.
O representante do Programa Mundial de Alimentos da ONU no Brasil, Daniel Balaban, pontuou que a mudança envolve tratar a alimentação como direito básico. “Promover a agricultura familiar, fortalecer programas como os de alimentação escolar e estimular a produção e o consumo sustentáveis devem estar entre nossas prioridades. Hoje, mais do que nunca, precisamos unir forças para enfrentar os desafios juntos”, coloca.
Na avaliação do Coordenador de Amazônia do Instituto Sociedade, Povos e Natureza (ISPN), Rodrigo Noleto, o modelo agropecuário brasileiro provoca impactos nas mudanças climáticas com a expansão desenfreada da plantações e criações de animais, que debilitam o meio ambiente. Seria importante, de acordo com ele, uma valorização maior da agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais, inclusive por meio de políticas públicas, como ocorre no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
“É importante que comunidades tradicionais forneçam para as suas próprias comunidades. Isso traz alimentos mais saudáveis, além de agregar valor e renda para quem produz. É válido que os alimentos ultraprocessados parem de ser fornecidos para essas comunidades. Isso diminui o transporte, sem levar alimentos de uma distância muito grande. Tudo isso está relacionado com mudanças climáticas”, analisa Rodrigo Noleto.
Ações governamentais
Em nota à Agência Brasil, o Ministério da Cidadania afirmou que tem atuado para fortalecer os programas sociais e criar uma rede de proteção para segmentos mais vulneráveis. Nos programas Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e Auxílio Emergencial foram investidos R$ 102,02 bilhões em 2020. Em 2021, o auxílio emergencial teve seu valor reduzido.
Em agosto, o governo federal enviou ao Congresso a Medida Provisória 1.061, que instituiu o programa Auxílio Brasil, que revoga o Bolsa Família e cria novos benefícios. Segundo o Ministério, a proposta terá aumento do número de famílias atendidas e dos valores, embora esses números ainda não tenham sido divulgados.
Outra ação prevista na MP é o programa Alimenta Brasil, que reformulará o Programa de Aquisição de Alimentos, por meio do qual o Poder Público comprava produtos da agricultura familiar. Ainda conforme a pasta, será disponibilizado um auxílio a agricultores em situação de pobreza e pobreza extrema por três anos. O valor do benefício não foi informado.
Ossos bovinos, carcaças de frangos e peixes, pescoço e pés de frango e resíduos de cereais entraram no cardápio do brasileiro menos privilegiado.
O consumo nos lares brasileiros caiu 2,33% entre julho e agosto deste ano. Conforme levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na comparação com agosto do ano passado, o consumo caiu 1,78%, mas, no acumulado do ano, houve alta de 3,15%.
Segundo a Abras, os percentuais são reflexo de fatores externos e internos, como a alta da inflação e o desemprego. “Câmbio, geadas e a população, com bolso mais restrito, tiveram influência no resultado de agosto”, afirmou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.
De acordo com entidade, as datas nas quais o consumo tende a aumentar de consumo representam um momento de otimismo para o setor. “Apesar dessa desaceleração, estamos confiantes e manteremos nossa projeção inicial de crescimento de 4,5% para 2021”, reforçou Milan.
A cesta de 35 produtos de largo consumo nos supermercados fechou o mês custando R$ 675,73, com aumento de 1,07% em relação a julho de 2021. No comparativo com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 22,23%.
Os produtos que tiveram as maiores altas foram a batata (20,9%), o café torrado e moído (10,7%) e o frango congelado (7,1%). Também aparecem na dos itens cujo preço subiu o sabonete (4,3%) e o ovo (3,7%). As maiores quedas são da cebola (-4,9%), refrigerante pet (-2,8%), tomate (-2,3%), farinha de mandioca (-1,7%) e feijão (-1,5%).
João Pessoa foi a cidade com maior variação entre agosto de 2020 e agosto deste ano, com alta de 32,47%. Com isso, o valor da cesta na capital paraibana ficou em R$ 624,45 contra R$ 471,37 de 2020. Com avanço de 18,12%, Cuiabá aparece com o menor índice entre as capitais brasileiras, com custo de R$ 535,93 ante R$ 453,70 em agosto passado.
“Estamos acompanhando com atenção a questão dos preços e a variedade de marcas no mercado que cabem em todos os bolsos. É necessário o consumidor pesquisar neste momento”, disse Milan.
A Revista Fórum noticia que o inacreditável governo do presidente Jair Bolsonaro está disposto a brigar no Supremo Tribunal Federal (STF) para não precisar adotar políticas públicas de combate a fome ou retomar o auxílio emergencial no valor de R$ 600.
A pedido da ONG Ação e Cidadania, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no STF no fim de setembro questionando a omissão do governo no combate à fome. Com isso, a entidade pediu que o tribunal obrigue a atual administração federal a adotar medidas para atenuar o crescimento da miséria no Brasil.
“Apesar de a situação de grave insegurança alimentar e quadro generalizado de fome não ser um problema novo no país, fato é que se agravou com a epidemia e com a atual gestão do governo federal, que vem incorrendo em graves omissões e retrocessos em políticas públicas de combate à miséria e garantia do direito à alimentação”, afirmou o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, na ação.
Nesta sexta-feira (15), a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou parecer pedindo a rejeição da ADPF. A AGU alega que Bolsonaro tem trabalhado contra a fome mesmo com “limitações orçamentário-financeiras existentes”. “A não concordância com a legislação e regulamentos postos ou com a atuação da Administração Pública não é demonstrar que estaria agindo em descumprimento ao ordenamento jurídico vigente”, defendeu a AGU.
A gigante Itaipu, no Rio Paraná, operando com um mínimo de turbinas.
Exceção no País são os reservatórios do Norte, com 54,15% de reservação média e do Nordeste, com 37,35% de resto. As últimas chuvas elevaram os reservatórios dos 3 estados para 34%. O Nordeste está sendo castigado com a exportação de até 7.000 MW, ajudado pelas termelétricas e pela energia eólica, que gera em torno de 11/12 mil MW durante o dia e a noite.
Os reservatórios de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que são responsáveis por mais da metade da geração de energia do país, estão com o menor nível médio de armazenamento de água há mais de 2 décadas. A queda, a maior dos últimos 21 anos, é o recorde histórico registrado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que atua desde 2000. Alguns reservatórios estão zerados, como Ilha Solteira, no rio Paraná, e Três Irmãos, no Tietê.
Na quinta-feira (14), o armazenamento médio nos reservatórios das regiões bateu 16,86%. Na mesma data, em 2001, quando o país passou por um racionamento de energia, a taxa era de 21,4%. O Brasil passa, atualmente, por uma crise hídrica. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a pedir que a população controle os seus gastos para ajudar o país.
Atualmente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) opera com a “bandeira tarifária escassez hídrica”, que adiciona, como valor extra, mais R$ 14,20 às contas de energia a cada 100 kW/h consumidos.
Sandra Inês e o filho se prontificaram à delação para evitar penas pesadas no âmbito da Operação Faroeste.
Circulou, no dia de ontem, em diversos veículos de comunicação de Salvador, a notícia do suposto envolvimento do senador Ângelo Coronel como elemento “moderador” das negociações que forçaram cerca de 400 agricultores da região da Coaceral a fechar um acordo com a organização criminosa liderada por Adaiton Maturino e outros, objeto das investigações do MPF e julgamentos do STJ no âmbito da Operação Faroeste.
Com a intervenção direta de Coronel, então presidente da Assembleia Estadual, e até do então Secretário de Segurança da Bahia, os agricultores foram induzidos a assinar contratos de compra e venda das terras onde uma grande maioria e seus sucessores já cultivavam e colhiam o solo há quase 30 anos, dentro de um projeto implementado pelo Governo Federal, com recursos do acordo Brasil-Japão, desenvolvido à época do presidente Ernesto Geisel.
Acossados por decisões espúrias de alguns membros do Tribunal de Justiça e de juízes de piso, apoiados pelos mesmos desembargadores, inclusive pela desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, uma das integrantes da organização criminosa.
Agora, uma delação premiada acertada com o MPF, que visa reduzir pena de 20 anos de prisão, contendo mais de 600 páginas, a Desembargadora revela que a atuação do Senador Coronel era mal intencionada e obteve uma premiação, por parte dos criminosos, que incluiria até uma aeronave.
Veja trecho da delação onde é citado o envolvimento:
“É imperioso destacar a participação do importantíssimo elemento político, o então Deputado Estadual e Presidente da ALBA, ANGELO MÁRIO CORONEL DE AZEVEDO MARTINS, que conduziu, sob o mesmo “pretexto” dos demais – em clara união de desígnios e dolo certificado, pois -, o acordo que gerou, segundo as investigações, um resultado à ORCRIM na casa de R$ 600.000,000,00 (seiscentos milhões de reais), mediante coação aos produtores rurais que perderam a propriedade e a posse de suas terras, de forma ilegal, pela organização criminosa, que contou de forma decisiva com agentes, previamente designados para convalidar judicialmente a pretensão espúria e reprovável do grupo.
À época dos fatos, comentou-se abertamente no TJBA que ANGELO CORONEL tinha recebido uma aeronave como pagamento pela sua atuação, fato não muito difícil de provar, pois as compras de aeronaves constam do cadastro e não são de grande número. podendo nesse sentido, inclusive, saber-se a origem do pagamento pela aquisição.
Objetivamente acerca da participação efetiva do mencionado parlamentar, os Colaboradores anexam como provas matérias jornalísticas, incluindo neste rol uma elaborada pela própria Assembleia Legislativa, que atestam a efetiva participação dele.
Noticiou-se, à época, como se observa das matérias anexadas, o referido Deputado confessando ter sido o mentor do acordo – realizado poucos dias após o esquema ter sido posto em prática, frise-se – que “devolveu a propriedade das terras a JOSÉ VALTER DIAS”.
Numa simples leitura de todo o cipoal probatório constante das ações penais já intentadas contra os membros da ORCRIM, percebe-se claramente que as decisões judiciais beneficiando JOSÉ VALTER DIAS foram obtidas de forma criminosa, tornando-o possuidor e proprietário da área usurpada dos agricultores, mediante um esquema complexo composto de vários integrantes, inclusive e sobretudo do judiciário.
O “pretexto” utilizado por todos, inclusive pelo Deputado e pelo Secretário de Segurança Pública referidos, nada mais era do que uma falácia que se alicerçava em um esquema montado pela ORCRIM, cujo objetivo era proveito econômico bilionário favorecendo o grupo chefiado pelo Réu ADAILTON MATURINO DOS SANTOS.
Registre-se – até mesmo por ser fato público e notório no TJBA -, que a DES a CYNTHIA MARIA PINA RESENDE determinava que o veículo da Corregedoria, conduzido pelo motorista do TJBA de prenome Francisco, fosse buscar no interior (oeste baiano), pacotes e encomendas que segundo informações de JÚLIO CÉSAR CAVALCANTI e diversos comentários que circulavam nos corredores do TJBA, continham dinheiro, encaminhados pelo Juiz MARCIO REINALDO MIRANDA BRAGA, que foi designado para a função de homologar os acordos espúrios, obtendo benefícios pela sua atuação.
Fenômeno é parecido com imensa tempestade que assolou São Paulo.
Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília.
O dia virou noite na capital de Mato Grosso do Sul. Uma forte tempestade de areia cobriu Campo Grande na tarde de hoje (15), em um cenário digno de filmes apocalípticos. A tempestade de areia, acompanhada de um forte vento, cobriu o sol e escureceu a cidade em um tom vermelho.
Segundo a empresa MetSul Meteorologia, o aeroporto da cidade registrou rajadas de vento de 94,5 quilômetros por hora (km/h). O vento forte provocou danos na cidade, com explosões de cabos de energia. De acordo com informações da MetSul, a temperatura da cidade estava em 33° antes da ventania; com o evento climático, baixou para 18º.
TEMPO | Tempestade de areia em Campo Grande (MS) na tarde de hoje. Aeroporto reportou rajadas de 51 nós (94,5 km/h) e visibilidade reduzida a 800 metros por poeira (DU): SBCG 151900Z 18030G51KT 150V230 0800 R06/P2000N R24/P2000N DU VV008 22/16 Q1011 RETS pic.twitter.com/BCbvmh1c7E
Um fenômeno semelhante já havia ocorrido no estado de São Paulo. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as tempestades de poeira são causadas por um período seco de estiagem prolongada, baixa cobertura vegetal, temperaturas elevadas e o solo nu na região que já se prepara para o plantio, cujo início se dá na primavera.
A primavera traz as primeiras tempestades. E como não há chuva suficiente nesse período, o fenômeno se torna comum. Quando a chuva chega, os ventos aceleram e formam uma corrente descendente ou frente de rajada. Ao encontrar uma área mais quente, seca e com muita poeira, os ventos formam a nuvem.
Na tarde desta sexta-feira, 15, a moradora do povoado de Sucupira, Ana Paula da Silva de Jesus e seus sete filhos pequenos tiveram seus sonhos realizados: ter uma casa digna. Sua irmã Daiane também recebeu a sua nova casa. Uma iniciativa da Prefeitura de São Desidério por meio do Programa Municipal Casa Bela.
A entrega contou com a presença do prefeito Zé Carlos, do vice-prefeito, Zé Barbosa, da secretária de Assistência Social, Josefina Soares, e vereadores.
“Somos em nove pessoas no total, e o nosso barraco só tinha um quarto, a gente tinha que dar um jeito e colocar os meninos todos amontoados em uma cama. A nossa condição de vida era difícil, mas, agora sou uma mulher realizada, graças a Deus. Agora estou dentro de uma casa nova com meus sete filhos. Estou muito Feliz”, disse a moradora, Ana Paula da Silva de Jesus.
Emocionada com a casa nova, Daiane Silva de Jesus relata o sofrimento que vivia quando estava morando na casa de adobe, coberta de lona“ Só tenho que agradecer a Deus e à prefeitura, que olhou pra mim, eu estava vivendo uma vida desumana, que chegava a chorar todos os dias, a antiga casa chegou a cair, e hoje eu recebo a minha casa nova e estou muito alegre”, disse Daiane.
Fica a cargo dos municípios ajustes de calendários para aplicação
O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (15) a redução do intervalo da segunda dose da vacina Oxford/AstraZeneca de 12 semanas para oito semanas. Com isso, fica a cargo dos municípios o ajuste dos calendários de segunda dose a partir da disponibilidade do imunizante.
Segundo a pasta, foram enviadas doses para concluir o ciclo vacinal de todas as vacinas ofertadas em todo o país. No total, foram disponibilizadas a estados e municípios 310 milhões de doses.
Tiveram o ciclo vacinal concluído até esta sexta-feira 103,7 milhões de pessoas. A população vacinável, com 12 anos ou mais no país, soma 180 milhões de pessoas.
Segundo o Ministério da Saúde, a nova etapa da campanha de vacinação contra a covid-19 envolve a conclusão do ciclo vacinal de quem recebeu a primeira dose do imunizante da Pfizer e as doses de reforço para idosos, imunossuprimidos e profissionais de saúde.
Um desafio dentro dessa fase é regularizar a situação de quem tomou somente a primeira dose. Segundo o Ministério da Saúde, 19,3 milhões de pessoas estão com a dose atrasada para a conclusão do esquema vacinal.
O termo mudança do clima, mudança climática ou alteração climática refere-se à variação do clima em escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo, afetando o equilíbrio de sistemas e ecossistemas já estabelecidos por muito tempo, diz a Wikipedia.
O senador Renan Calheiros afirmou que Jair Bolsonaro será indiciado por 11 tipos penais no relatório final da CPI da Covid. Segundo o relator da comissão, não há dúvidas de que o governo cometeu genocídio contra indígenas.
Além desta acusação, serão citadas no documento outras infrações. Entre elas estão crime de epidemia com resultado morte, emprego irregular de verba pública, incitação ao crime, prevaricação, falsificação de documento particular, crimes contra a humanidade e crimes de responsabilidade.
Bolsonaro também será indiciado por homicídio comissivo por omissão. “O que significa, em outras palavras, o Presidente da República ter descumprido seu dever legal de evitar a morte de milhares de brasileiros durante a pandemia”, explicou o senador à CBN.
Além do presidente, Renan estuda indiciar os filhos dele. Ele avalia acusá-los por fake news envolvendo a pandemia. “Possibilidade de indiciamento deles é concreta”, diz o senador.
Também pretende incluir no relatório um projeto que prevê pensão de até um salário mínimo a órfãos da pandemia. Teria direito quem tiver até 21 anos e perdeu o pai, a mãe ou o responsável.
Questionado se Bolsonaro poderia vetar o projeto, afirmou: “Configuraria sem dúvida um veto passível de ser derrubado pelo Congresso Nacional”.
Na Revista Isto é, Jair Messias, de bigode a la Hitler, é capa na edição desta semana:
Com o objetivo de atualizar o Cadastro Único (CadÚnico) das famílias de Luís Eduardo Magalhães, a Secretaria de Trabalho e Assistência Social iniciou nesta sexta-feira (15), o Bolsa Família em Ação.
A primeira edição do programa acontece na Academia da Saúde, no Mimoso II, até às 17h30, oferecendo os seguintes serviços:
“Atendimentos do Programa Criança Feliz, Credi Bahia, Bolsa Família e pesagem, em parceria com a Secretaria de Saúde”, pontuou o coordenador do Bolsa Família, Daniel Lima.
Em Luís Eduardo Magalhães, são aproximadamente 16 mil pessoas no Cadastro Único, (CadÚnico). Dessas, seis mil famílias precisam atualizar o cadastro.
“Essas pessoas correm o risco de perder o benefício, caso não façam a atualização. Por esse motivo, a nossa secretária resolveu descentralizar os serviços”, pontuou o coordenador.
O Dia ‘D’ da Campanha Nacional de Multivacinação, para atualização da caderneta de vacina acontecerá neste sábado, dia 16 de outubro, das 8h às 17h, em 15 postos de saúde do município.
Estarão disponibilizadas doses dos 18 agentes imunizantes que compõem o Calendário Nacional de Vacinação da Criança e do Adolescente.
Confira os postos de saúde que oferecem as vacinas:
– Antônio Carlos Faedo, no bairro Florais Léa;
– Conquista;
– Ida Klein, no bairro Mimoso III;
– Jardim das Acácias;
– Jardim das Oliveiras;
– Luís Gustavo Rosa, no bairro Mimoso II;
– Mimoso 1;
– Moacir Marchezan, no bairro Mimoso II;
– Nair Idite Poganski
– Oscar Doerner, no bairro Santa Cruz;
– Oswaldo Cruz, no bairro Santa Cruz;
– Paulo Rodolfo Castelli da Silva, no bairro Jardim das Acácias;
– Vereda Tropical;
– Luiz Yoshio Shirabe, no bairro Cidade Universitária;
– Jardim Primavera;
O Sistema Drive-Thru não irá funcionar neste sábado, dia 16.
A vacinação contra o Covid-19 será retomada na próxima segunda-feira (18), das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI.
O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou nesta quinta-feira (14/10) que tem enfrentado muitos percalços durante a gestão e que “chora no banheiro” de casa. Ele ainda brincou dizendo que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, nunca assistiu a esses momentos e o considera “machão”.
“Quantas vezes eu choro no banheiro, em casa […] Minha esposa nunca viu. Ela acha que eu sou o machão dos machões e, em parte, eu acho que ela tem razão”, declarou durante a Conferência Global 2021, evento organizado pela igreja Comunidade das Nações.
A Polícia Militar da Bahia (PMBA) apreendeu grande quantidade de armamentos e drogas durante operação nesta quinta-feira (14), na região do Arenoso, em Salvador, já em resultado à intensificação das atuações destinadas a coibir eventos clandestinos do tipo ‘paredão’, determinada pelo governador Rui Costa. A região é marcada pela realização deste tipo de evento. Todo o material apreendido foi apresentado no Quartel do Comando Geral da PM, no Largo dos Aflitos.
“Essa operação vai continuar em todas as cidades da Bahia. As festas são possíveis, desde que autorizadas pelas prefeituras de cada cidade, desde que comunicadas previamente à Polícia Militar para que possa ser feito o policiamento preventivo e proteger todos os cidadãos e todas as famílias. Não permitiremos que criminosos usem de festas populares para intimidar a população”, afirmou o governador Rui Costa.
Foram apreendidos uma carabina calibre 40, um fuzil calibre 5.56, uma espingarda calibre 12, um fuzil calibre 7.62, uma submetralhadora artesanal, carregadores de armas de diversos tipos, balanças de precisão, aproximadamente 2.000 pinos de cocaína e 17,5kg de maconha, 2kg de pasta-base, dentre outros materiais de destinação ilícita.
“É uma ação significativa pela quantidade de drogas que foram apreendidas, além do armamento de grosso calibre que foi apreendido. Isso demonstra que a Polícia Militar vem atuando diariamente em todo o estado, especialmente aqui na capital, e nós vamos continuar intensificando o policiamento no sentido de melhorar a prestação de serviço para a sociedade”, afirmou o Coronel Adalberto Piton, comandante do policiamento regional da capital /central.
Em carta, parlamentares do partido do presidente americano criticam governo ‘militarizado’ do Brasil e exortam mudança de rumo na relação dos EUA com a gestão de Jair Bolsonaro.
Um grupo de 63 congressistas dos Estados Unidos enviou nesta quinta-feira, 14/10, uma carta ao presidente Joe Biden em que pede que ele reveja a oferta para que o Brasil se torne um parceiro global da Otan (Organização Tratado Atlântico Norte) e revogue a condição de aliado extra-Otan concedida ao país ainda no governo de Donald Trump.
Agora só resta ao Jair Messias declarar a independência da Grande Venezuela do Sul. E autorizar que se comam cachorros e gatos se o chassis de frango ficar muito caro. No Espírito Santo já estão prendendo vendedores de carne de cachorro.
Prefeito Junior Marabá; secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes; e secretário de Governo, Danilo Henrique, entregam convites do Programa Meu Lar, para primeiros beneficiários.
Moradores da rua Pareci, no bairro Mimoso II, em Luís Eduardo Magalhães, receberam da mão do prefeito Junior Marabá, da secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes e do secretário de Governo, Danilo Henrique, os convites para participarem da primeira etapa do Programa Meu Lar, que irá contemplar 50 famílias.
A dona Jidalva contou que quando chove, a casa enche de água e os móveis conquistados com muito suor, logo se perdem. Ela foi a primeira a receber o convite das mãos do prefeito.
“É muito gratificante. Estou muito feliz e esperançosa”, disse.
“O nosso Lar é um ambiente sagrado, e é nesse ambiente sagrado que a gestão vai entrar para fazer a diferença. Eu estou muito agradecida em poder fazer parte da concretização desse sonho”, contou Scheilla.
O secretário de Governo, Danilo Henrique, entregou o convite ao seu Edson.
“Esse é um programa que traz justiça social e dignidade às pessoas”, pontuou.
“Todos nós viemos para Luís Eduardo buscando melhores condições de vida e todos nós passamos por dificuldades. O sentimento é de muita felicidade em sermos recebidos com tanto carinho aqui nas residências e saber que vamos mudar a realidade de toda uma família”, ressaltou o prefeito Junior Marabá.
“No sábado, dia 16, faremos o lançamento oficial para as primeiras 50 famílias beneficiadas nessa primeira etapa e já na próxima semana iniciaremos as obras”, garantiu.
O Programa
De iniciativa da Prefeitura, e capitaneada pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social, o ‘Meu Lar’ é uma parceria entre as pastas de Infraestrutura e Governo. O programa é mantido exclusivamente com recursos próprios do município e deve alcançar mais de 500 famílias, com reformas de banheiros, telhados, pisos e garantindo a dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães tem avançado com a pavimentação no bairro Mimoso. Até o momento, já são 33.906 mil metros quadrados de pavimentação, em trechos das ruas: Xavante, Brasília Ribeiro Sobrinho, Alfredo Incenso, Alagoas, Amazonas, Bahia. Além de um trecho da Avenida JK, atrás da UPA.
E as obras continuam,com o assentamento do meio fio nas ruas Alagoas e Amazonas. E a terraplanagem nas ruas Espírito Santo e Goiás.
De acordo com o secretário de Infraestrutura, Franklin Willer a equipe trabalha para fazer o máximo de ruas antes do início das chuvas.
“O nosso objetivo é adiantar o trabalho, para não sermos surpreendidos pela chuva”, contou.
Galvan antes de prestar depoimento na PF: sedição, intentona, arruaça e motim, a bordo das intenções golpistas de Jair Messias.
Invasão da Aprosoja: dos criadores do sucesso “Atentado do Rio Centro”, sob direção de Carlucho Malvadão, inspirado na obra de Steve Bannon, “Invasão do Capitólio”.
Com grande elenco da ABIN e patrocínio “Pozinho do Air Force One”. Direção Geral: Augusto Heleno, o grande diretor de “Fakeada Rides Again”.
Em plena Quadra do Lago 10, no Lago Sul, nenhuma câmara de segurança detectou o movimento? Nenhuma patrulha foi chamada pelos vizinhos, na região mais policiada de Brasília? Os ocupantes ficaram mais de uma hora dentro do prédio e não apareceu um guardinha para perguntar o que estava acontecendo?
Definitivamente, rolaram mais do que um simples sanduíche de mortadela e um troquinho para o ossinho.
Expertise no assunto, existe. Em agosto deste ano, o presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, foi alvo de buscas determinadas pelo STF em Mato Grosso.
Antonio Galvan é um dos investigados em inquérito do STF sobre atos violentos e ameaçadores contra a democracia. Em nota anterior às buscas, associação diz que não incentiva ou patrocina atos.
Segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes, Galvan e outros investigados têm convocado a população a praticar “atos criminosos e violentos de protesto”. O despacho diz ainda que, em 13 de agosto deste ano, a Aprosoja sediou um encontro em que Sérgio Reis faz cobranças em ‘tom de ameaça’ aos ministros do STF.
Além disso, segue o documento, Galvan possivelmente patrocinaria uma paralisação planejada por Zé Trovão, outro dos investigados no inquérito.
Galvan é presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), cargo que ocupou até dezembro de 2020.
Ao prestar depoimento na Polícia Federal, na ocasião, Galvan foi apoiado por uma caravana de tratores.
O original desta matéria é da Agência Brasil, empresa de notícias do Governo Federal. Foto do UOL.
O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), indica que nos últimos meses do ano passado 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país enfrentou algum grau de insegurança alimentar.
A sondagem inédita estima que 55,2% dos lares brasileiros, ou o correspondente a 116,8 milhões de pessoas, conviveram com algum grau de insegurança alimentar no final de 2020 e 9% deles vivenciaram insegurança alimentar grave, isto é, passaram fome, nos três meses anteriores ao período de coleta, feita em dezembro de 2020, em 2.180 domicílios. De acordo com os pesquisadores, o número encontrado de 19 milhões de brasileiros que passaram fome na pandemia do novo coronavírus é o dobro do que foi registrado em 2009, com o retorno ao nível observado em 2004.
O inquérito foi feito em parceria com a Action Aid Brasil, Friedrich Ebert Stiftung Brasil (FES Brasil) e Oxfam Brasil, com apoio do Instituto Ibirapitanga. A coleta de dados ocorreu entre os dias 5 e 24 de dezembro de 2020 nas cinco regiões brasileiras, abrangendo tanto áreas rurais como urbanas, no período em que o auxílio emergencial concedido pelo governo federal a 68 milhões de brasileiros, no valor inicial de R$ 600 mensais, havia sido reduzido para R$ 300 ao mês.
Restituição
A pesquisa traz algumas indicações e sugestões de ações a serem tomadas pelas autoridades públicas. A mais óbvia, segundo disse hoje (6) à Agência Brasil o presidente da Rede Penssan, Renato Maluf, é que seja restituído o auxílio emergencial, “pelo menos com o mesmo valor do ano passado, ou seja, R$ 600”. Maluf disse acreditar que se a pesquisa fosse feita agora os dados poderiam ser piores. “É crucial que seja retomado o auxílio emergencial em um valor significativo”. Para Renato Maluf, o valor que está sendo dado esta semana não pode ser considerado uma política pública. Os valores variam de R$ 375 (para famílias chefiadas por mulheres) a R$ 150 (para quem mora sozinho).
Na avaliação do presidente da Rede Penssan, o quadro revelado pelo inquérito é fruto da pandemia e da falta de políticas que melhorassem a situação. “É preciso assegurar que a alimentação escolar seja oferecida no mesmo padrão e com a mesma amplitude de quando as escolas estavam funcionando regularmente”, sugeriu. Para isso, os governos federal, estaduais e municipais não devem retroceder no fornecimento da alimentação escolar, como vem acontecendo em vários lugares, apontou.
Nesse mesmo tópico, disse da necessidade de se retomar o programa de apoio à aquisição de alimentos da agricultura familiar, bem como os programas que eram dirigidos ao semiárido do país, em especial às populações do semiárido nordestino, com a construção de cisternas e outras iniciativas de apoio àquelas famílias. O estudo deixa claro que os índices de fome são maiores na área rural do que na urbana. A insegurança alimentar grave alcançou 12% dos domicílios na área rural, contra 8,5% em área urbana, sendo a vulnerabilidade maior para quem tem menor acesso à água potável. A proporção de domicílios classificados em situação de insegurança alimentar grave nas áreas rurais dobra quando não há disponibilidade adequada de água para a produção de alimentos, evoluindo de 21,1% para 44,2%.
Rosto à fome
Renato Maluf salientou que o inquérito “dá rosto à fome”. Por exemplo, os domicílios em que a pessoa responsável é uma mulher apresentam insegurança alimentar grave, isto é, ocorrência de fome, muito superior à média nacional. Argumentou que, se essa pessoa responsável for uma mulher, de cor preta ou parda e de baixa escolaridade, essa insegurança é ainda maior. “Portanto, a condição feminina, cor da pele e escolaridade são determinantes da ocorrência da fome nos domicílios.”
De acordo com a pesquisa, existe fome em 11,1% dos domicílios chefiados por mulheres, e outros 15,9% enfrentam insegurança alimentar moderada. Quando a pessoa de referência é um homem, os números são menores: a fome atinge 7,7% dos domicílios e outros 7,7% estão na situação de insegurança alimentar moderada. Pela cor da pele, verificou-se que pessoas pretas ou pardas enfrentam insegurança alimentar grave em 10,7% dos domicílios. O percentual é de 7,5% em domicílios de pessoas de raça ou cor da pele branca. A insegurança alimentar moderada também revela o mesmo desequilíbrio: 13,7% para pessoas de raça/cor da pele preta ou parda, e 8,9% para pessoas de raça/cor da pele branca.
No Norte e no Nordeste, a fome atinge 18,1% e 13,8% dos domicílios, respectivamente, contra menos de 7% nas demais regiões do país, superando a média de 9% referente a todo o território nacional. Renato Maluf chamou a atenção para o fato de que, em números absolutos, o total das pessoas que convivem com a fome no Sudeste é igual ao do Nordeste. “São os mesmos 7 milhões de pessoas. O Sudeste rico tem um número de famintos igual ao do Nordeste. Só que, percentualmente, é menor como percentagem da população”.
Durante a pandemia, a insegurança alimentar afetou também os não pobres, com renda familiar per capita (por individuo) superior a um salário mínimo, constatou a pesquisa. A proporção de domicílios em situação de insegurança alimentar leve subiu de 20,7%, em 2018, para 34,7%, dois anos depois, mostrando que a classe média não foi poupada dos efeitos da pandemia. “Nós estamos falando do trabalho informal, do trabalho precário, do trabalho mal remunerado. É uma situação de agravamento que não é sinônimo de fome, mas é sinônimo de alimentação comprometida”.
Na avaliação de Maluf, o Brasil precisa desse tipo de inquérito sendo feito com agilidade e frequência. Ele pretende propor aos apoiadores uma nova rodada no segundo semestre deste ano, para poder monitorar a situação da fome no país e como foi sua evolução.
ActionAid
Parceira da Rede Penssan na pesquisa, a ActionAid alertou para a gravidade dos dados divulgados e para a urgência da implementação imediata de medidas essenciais para a superação da fome no país. O analista de Políticas e Programas da organização não governamental (ONG), Francisco Menezes, sublinhou que foi revelado um processo de intensa aceleração da fome, com crescimento que passa a ser de 27,6% ao ano, entre 2018 e 2020, contra 8% ao ano, entre 2013 e 2018. “Chegamos ao final de 2020 com 19 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave, mas podemos supor que agora no primeiro trimestre deste ano a situação já piorou ainda mais. É urgente conter essa escalada. Não se pode naturalizar essa questão como uma fatalidade sobre a qual não se pode intervir”, afirmou.
Francisco Menezes reiterou que existe uma emergência que exige ações imediatas dos poderes públicos, com igual engajamento da sociedade. Mencionou ainda que após avanços significativos em 2004, 2009 e 2013, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente a 2018 já revelava um veloz retrocesso, quando 10,3 milhões de pessoas passavam fome no país.
Ministério
Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Cidadania informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o governo federal tem trabalhado “sistematicamente” para fortalecer os programas sociais e estabelecer uma rede de proteção para a população mais vulnerável. Somente em 2020, foram investidos mais de R$ 365 bilhões em políticas socioassistenciais, que vão da primeira infância à terceira idade, executadas pela pasta. Iniciativas como o Programa Bolsa Família (PBF), o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Auxílio Emergencial reduziram em 80% a extrema pobreza no Brasil, segundo o ministério.
Revelou, também, que o governo central estima alcançar cerca de 40 milhões de famílias com o auxílio emergencial neste ano. “É compromisso desta gestão atender ao maior número de cidadãos, assegurando uma renda mínima para essa parcela da população, ao mesmo tempo em que, com responsabilidade fiscal, respeita-se o limite orçamentário estabelecido pela Emenda Constitucional n.º 109/2021, no valor de R$ 44 bilhões”, disse a nota.
Em 2020, foram apoiados diretamente pelo auxílio emergencial 68,2 milhões de famílias, ou o equivalente a 118,7 milhões de pessoas, o que representa 56,1% da população brasileira. O investimento efetuado entre abril e dezembro de 2020 alcançou R$ 295 bilhões. “Trata-se do maior benefício já criado no Brasil, o equivalente a mais de dez anos de investimento no Bolsa Família”, apontou o ministério.
Visando reduzir os impactos econômicos da covid-19, o ministério estruturou ainda um sistema para doação de cestas de alimentos a famílias vulneráveis e residentes em locais em situação de emergência ou estado de calamidade pública, no âmbito da Ação de Distribuição de Alimentos (ADA). A primeira ação aconteceu em Aparecida (SP), no último dia 26, quando foi lançado o projeto Brasil Fraterno, parceria entre o Ministério da Cidadania, o Pátria Voluntária e a iniciativa privada, por meio do Sistema S, concluiu o órgão federal.
Brasil pretende colher quase 40% mais milho. Área destinada ao cereal deve crescer quase 5% e alcançar 20.8 milhões de hectares.
No 1º levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a expectativa para a safra 2021/22 de milho é de elevação em área, produtividade e produção. Devem ser destinados ao cultivo do grão 20.8 milhões de hectares, avanço de 4,7%.
A produtividade esperada é de 5.575 kg/ha, alta de 27,7% e a produção deve somar 116.3 milhões de toneladas, uma elevação de 33,7% em relação ao ciclo passado.
A semeadura do milho de primeira safra indica que deverá ser marcada pela continuidade dos efeitos do fenômeno La Niña, caracterizada pelo atraso e inconstância das condições climáticas, devendo apresentar certa similaridade com o que ocorreu no início do plantio da safra anterior.
Em relação aos dados de demanda doméstica, a Conab projeta 73,7 milhões de toneladas a serem consumidas no ano safra 2020/21, um aumento de 3,3% comparado a 2019/20, a projeção é sustentada no bom desempenho da Indústria de proteína animal em 2021.
Nesse sentido a Conab espera que em 2022 aquele setor mantenha o crescimento, de modo que se espera 73,7 milhões de toneladas a serem demandadas internamente ao longo da safra 2021/22.
Além disso, a companhia ajusta sua projeção de importação de milho em 2,3 milhões de tonelada da safra 2020/21 e projeta um volume de 900 mil toneladas na safra 2021/22.
A redução de 61% para a próxima safra ocorre diante da expectativa de aumento da disponibilidade do cereal no mercado nacional em 2022.
Para as exportações, a Conab mantém inalterado o número de 22 milhões de toneladas de milho da safra 2020/21 a serem exportadas. Para a safra 2021/22 a Conab estima que 39 milhões de toneladas serão exportadas.
Diante dos ajustes citados, o estoque esperado ao fim do ano safra 2020/21 é de 6,9 milhões de toneladas, redução de 34,3% em comparação à safra anterior. Este arranjo é explicado, principalmente, pela redução da produção total de milho causada pela menor disponibilidade hídrica durante o desenvolvimento das lavouras de segunda safra.
Por outro lado, para a safra 2021/22 é esperado que o estoque final deverá ser de 11,5 milhões de toneladas, dado que indica a continuidade do processo de recuperação da disponibilidade interna do cereal destinada a atender a demanda no período da entressafra brasileira.
Em Petrópolis, uma internauta fotografou de sua janela, a fila, organizada para adquirir ossos com algum resto de carne em um caminhão de supermercado. É o novo Brasil, dos 15 milhões de desempregados, 40 milhões de sub-empregados e 120 milhões em estado de insegurança alimentar, de grave a moderada.
A Prefeitura iniciou nesta quarta-feira (13), as reformas e ampliações de quatro creches do município: Menino Jesus, Patrícia Yoshiro, Pequeno Príncipe e Maurilio Comparin. A estimativa é de que as obras estejam concluídas antes do Natal.
Para a diretora da Creche, Alcione Rocha, essa é a realização de um sonho e vai refletir positivamente no ensino-aprendizagem das crianças.
“Aguardávamos há muito tempo por essa reforma, chegou em boa hora, o prédio está bem sucateado, muito velho. E as crianças merecem um ambiente novo e agora com essa reforma, eu tenho certeza que as crianças vão amar, os pais vão ficar felizes e nós também, os professores, merecemos um ambiente acolhedor, bonito, inovado”.
“Eu que sou professor do município há um tempo, já estive presente em algumas reivindicações, em greves, e eu via na pauta, a reivindicação da estrutura das escolas. E hoje, graças a Deus estamos dando início a esse projeto tão sonhado pelo governo Junior Marabá”, disse o diretor Financeiro da Secretaria de Educação, Victor Dourado.
O engenheiro Civil, João Oliveira, responsável pela obra, falou das principais intervenções que serão realizadas nas creches, entre elas, a recuperação da pintura e do telhado.
“Os telhados das creches estão muito danificados, causando infiltrações e mofo nas salas. Aqui na Creche Menino Jesus, será feita também a drenagem, porque em dia de chuva os professores relatam que a água invade a escola. Então vamos precisar fazer algumas alterações na drenagem, para escoar essa água e a outra intervenção, será a instalação do piso modular, que hoje nos solarium das salas de aula é composto apenas por piso cimentado e vai ser instalado um piso modular, emborrachado, para melhorar a acessibilidade e a segurança das crianças”.
O secretário de Educação, Carlos Lopes da Fonseca, falou da expectativa para o início das aulas oferecendo uma estrutura de qualidade para os alunos.
“Estamos aqui na Creche Menino Jesus, dando esse pontapé inicial. Serão ao todo, quatro creches em obras de reformas e ampliações: Maurílio Camparin, Pequeno Príncipe e a Patrícia Yoshiro. Essas obras serão de grande importância, porque a partir de fevereiro nós estaremos iniciando as aulas presenciais com mais conforto para os alunos, professores e toda a comunidade escolar”, concluiu o secretário de Educação, Carlos Lopes da Fonseca.