
Gasolina sobe de novo: acumulado do ano chega a 51%.
No acumulado do ano, a gasolina da Petrobras subiu cerca de 51% enquanto o diesel avançou cerca de 40%. Já o petróleo Brent acumula alta de cerca de 38%.
Nas refinarias, o preço médio do litro da gasolina vai subir de R$ 2,69 para R$ 2,78, uma alta de 3,3%. É o segundo aumento praticado pela estatal na gestão de Joaquim Silva e Luna. O último reajuste foi realizado no início de julho.
Deve ser isso que está acontecendo. Quando Jair Bolsonaro e Paulo Guedes prometeram gasolina a R$2,50 e gás de cozinha a R$35,00 não disseram que era na refinaria. Portanto, tudo está certo na Grande Venezuela.
Luís Eduardo Magalhães adere ao Selo UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância, edição 2021/2024.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente-CMDCA, assinou o Termo de Adesão ao Selo UNICEF edição 2021/2024.
O Selo UNICEF é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância, e tem como objetivo apoiar os municípios para fortalecer as políticas públicas, estimular e reconhecer avanços reais e positivos na promoção, realização e garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
A secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes, comemorou:
“O papel do selo UNICEF é estimular, fazer com que o município busque ações, recursos humanos financeiros e equipe qualificada, para melhorar a oferta de políticas públicas direcionadas à infância e à adolescência. Então é um trabalho em rede, realizado pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social, junto com a Saúde, com a Educação, para melhorar toda a rede de atenção à criança e ao adolescente”.
Acontece no próximo dia 13 o ‘Dia D do ABC Primeira Infância’
O Dia ‘D’ do ABC Primeira Infância é uma realização da Secretaria de Trabalho e Assistência Social de Luís Eduardo Magalhães, em parceria com as secretarias de Educação e Saúde, que vai promover no próximo dia 13 de agosto, das 8h ás 12h, e das 14h às 17h, no sistema Drive-Thru, atualização do cartão de vacina de crianças de zero a seis anos, matrículas em creches e atualização do Cadastro Único (CadÚnico).

A ação faz parte do mês da primeira infância, pactuado pelo município, através da Secretária de Assistência Social, Scheilla Bernardes, no Ministério da Cidadania.
Reinaldo Azevedo: O desfile militar do atraso é mais grave do que parece.
Soubemos que poucos tem 22 minutos para se deter em um comentário político. No entanto, a capacidade de síntese e a lucidez do jornalista Reinaldo Azevedo é relevante. São temas debatidos a posição retrógada dos militares, que insistem em tutelar a política desde 1889; o agronegócio e o interesse na preservação da Amazônia; o atraso, ético, moral e intelectual. E a conspirata do Ministro da Defesa, Braga Netto, um dos maiores responsáveis pela tragédia da pandemia e suas 560 mil mortes.
“Não podemos perder de vista que não podemos mais viver sob a força da tutela. As forças armadas são subordinadas ao Estado”, diz o Jornalista.
Hoje tem vacinas de 2ª dose no Drive Thru
Estão disponíveis Coronavac e Oxford para segunda dose
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa que continuam disponíveis vacinas Oxford e Coronavac para a aplicação da segunda dose. Confira a data no seu cartão de vacina e complete o esquema vacinal.
Informa também que encerraram no final da tarde desta terça-feira (10), os medicamentos para primeira dose de vacinação no município.
A vergonha lá fora se repete todo dia. Isso não é bom para os negócios.
Marabá tem ofertas para o Dia dos Pais.




Depois do fiasco da manhã, Jair Messias sofre dura rejeição, com Câmara negando voto impresso.
O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta terça feira (10), a PEC do Voto Impresso (Proposta de Emenda à Constituição 135/19). Foram 229 votos favoráveis e 218 contrários. Como não foram obtidos os 308 votos favoráveis necessários, o texto será arquivado.
A virtual demonstração de força do Presidente, pela manhã, quando exibiu blindados fumacentos da Marinha, foi determinante. Alguns deputados se irritaram com o fato e nem a passagem do “trem pagador” do Presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) foi capaz de demover os 218 contrários.
Alguns votos foram surpreendentes, seja pelo motivo político ou pelo interesse financeiro: o PDT de Ciro Gomes teve deputados votando com Jair Messias e com o casuísmo que criou o voto impresso.
Um que não surpreendeu foi um dos líderes da bancada baiana, Cacá Leão, que mesmo tendo a bancada liberada para votar como quisesse, votou pelo SIM, demonstrando claramente que pertence ao núcleo duro de Arthur Lira.
Orientaram contra a proposta PT, PL, PSD, MDB, PSDB, PSB, PDT, Solidariedade, Psol, Avante, PCdoB, Cidadania, Minoria, PV e Rede.
O deputado Carlos Tito (Avante-Ba), representante do Oeste baiano e um dos campeões na obtenção dos benefícios das emendas parlamentares e do orçamento paralelo, também abriu mão da orientação do Partido e votou a favor da PEC.
Outro fato relevante: o deputado Tiririca( PL_SP), palhaço de profissão, mostrou a dignidade votando contra Jair, Arthur Lira e firmando a orientação do seu Partido.
Para completar o “Dia de Cão” de Jair Messias, agora à noite, o plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, o texto-base do Projeto de Lei que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN), resquício autoritário da ditadura militar várias vezes utilizado pelo governo Jair Bolsonaro para perseguir opositores, como o chargista Renato Aroeira, o youtuber Felipe Neto e o ativista Rodrigo Pilha.
O Senado agora analisa os destaques que podem modificar parte do texto de autoria do ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior.
Os boatos que a molecada do Capetão ainda espalha por aí.
Desde o último dia 2 de julho, quando houve depoimento secreto do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci à Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara sobre o BNDES, passaram a circular na internet uma série de vídeos e textos que vinculam o Banco a um suposto mau uso de R$ 500 bilhões.
Tendo em vista o caráter reservado do depoimento, o BNDES não tem como aferir exatamente o que disse o ex-ministro, mas pode afirmar com certeza que é falsa a informação que circula na rede segundo a qual o BNDES teria enviado esses R$ 500 bilhões a países e ditaduras amigas.
A informação é errada por várias razões. Primeiramente porque o BNDES não envia recursos a países. O Banco realiza, desde 1998, financiamento a exportações de bens e serviços realizados por empresas brasileiras. Isso significa que são elas, as empresas brasileiras, que recebem os recursos desembolsados pelo BNDES, aqui no Brasil, em reais, nessas operações. O país ou a empresa estrangeira que importa esses bens ou serviços ofertados pelas empresas brasileiras assumem a dívida, realizando os pagamentos ao BNDES.
Nos mais de vinte anos em que realiza esse tipo de operação (1998 a 2018), o BNDES desembolsou US$ 39 bilhões para financiar exportações, o que corresponde a aproximadamente R$ 92 bilhões. Isso significa R$ 4,4 bilhões, em média, a cada ano.
No mesmo período, os desembolsos totais do BNDES somaram nada menos que R$ 1,792 trilhão, uma média de R$ 85 bilhões por ano. Em resumo: os recursos destinados pelo BNDES ao financiamento de exportações desde que realiza esse tipo de operação correspondem a menos de 5% do total que o Banco desembolsou no mesmo período.
Os valores de fato desembolsados pelo BNDES para exportações em 21 anos são muito inferiores ao valor anunciado no boato: correspondem a menos de 20% dos tais R$ 500 bilhões.
Outro ponto importante: os países importadores desses bens e serviços (são mais de 40, no total) possuem as mais variadas características. São países de diferentes tamanhos, de variados continentes e de orientações políticas as mais diversas.
O maior importador de bens e serviços brasileiros financiados pelo BNDES são os Estados Unidos (US$ 17,8 bilhões). Em seguida, vêm Argentina (US$ 3,5 bilhões), Angola (US$ 3,4 bilhões), Venezuela (US$ 2,2 bilhões) e Holanda (US$ 1,4 bilhão). Você pode baixar um excel com todos esses dados aqui.
O texto é da própria agência de imprensa do BNDES, veiculado em junho de 2019.
Bahia: safra de grãos deve alcançar recorde de 10,5 milhões de toneladas este ano

A Bahia deve alcançar 10,5 milhões de toneladas em 2021 na safra de cereais, oleaginosas e leguminosas. O resultado representa um crescimento de 4,8% na comparação com a safra 2020, que foi o melhor resultado da série histórica da pesquisa. A análise e sistematização foram feitas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan) nesta terça-feira (10). Os dados são do sétimo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“A Bahia mais uma vez mostra sua força na produção agrícola, setor que a cada dia ratifica sua importância para economia do estado e que está em constante crescimento utilizando o que há de mais moderno em tecnologia de produção”, ressalta o vice-governador João Leão, secretário do Planejamento.
Em relação ao levantamento do mês anterior, o resultado apresentou uma alta de 0,7 ponto percentual (p.p.). Destaque positivo para a lavoura da soja, cuja produção deverá alcançar sua máxima histórica. Por outro lado, as demais lavouras dos principais grãos deverão ter níveis de produção inferiores aos de 2020, em razão de fatores climáticos assim como de mercado.
As áreas plantada e colhida ficaram ambas estimadas em 3,2 milhões de hectares (ha), o que corresponde, nas projeções do IBGE, a uma expansão de 2,6% na comparação interanual. Dessa forma, a produtividade média estimada para a safra de grãos, no estado, foi de 3,29 t./ha, o que representa alta de 2,1% na mesma base de comparação.
“Os números da produção agrícola da Bahia refletem os esforços do Governo do Estado em incentivar o setor, bem como o empenho daqueles que trabalham no campo. E a boa performance mostra-se ainda mais importante levando-se em conta o contexto pandêmico, pois as safras criaram emprego e renda para as populações, além de impactarem positivamente nas contas do estado. Atualmente, os negócios do campo correspondem a cerca de ¼ do PIB da Bahia, o que não é pouco”, comenta o secretário da Agricultura, João Carlos Oliveira.
A produção de algodão (caroço e pluma), em 2021, ficou projetada em torno de 1,27 milhão de t., que corresponde a uma retração de 14,0% na comparação anual. Em relação ao levantamento anterior, houve um ligeiro aumento (2,5 p.p) na previsão de produção da fibra. A estimativa de área plantada (268 mil ha.) representou recuo de 14,9% em relação a 2020.
A soja, cuja colheita já está concluída, teve sua estimativa mantida em 6,8 milhões de t. – a maior da série histórica do levantamento –, o que corresponde a uma alta de 12,6% em relação a 2020. A área plantada com a oleaginosa somou 1,7 milhão ha., que supera em 4,9% a de 2020, e o rendimento médio esperado da lavoura ficou em 4,0 t./ha..
A expectativa para as duas safras anuais de milho totalizou 2,5 milhões de toneladas em 2021, o que corresponde ainda a uma retração de 3,1% na comparação anual. Com relação à área plantada (670 mil ha), o IBGE indica uma expansão de 7,5% sobre 2020. A estimativa da 1ª safra do cereal ficou em 1,9 milhão t. (5,5% superior à de 2020) e a da 2ª safra (620 mil t.) teve recuo interanual de 22,5%.
Na atual temporada, a produção total de feijão deve somar 202 mil t., o que implica um recuo 30,3% em relação a 2020. O levantamento revela uma área plantada de 417 mil ha., cerca 1,7% inferior à verificada no ano passado. A má distribuição de chuvas é possivelmente o principal determinante do resultado da lavoura, cuja produção é predominantemente em área não irrigada.
Para a lavoura da cana-de-açúcar, o IBGE estima 5,4 milhões de t., alta de 5,8% em relação à safra anterior. A estimativa de cacau ficou projetada em 115 mil t., queda de 2,5% na comparação com 2020.
A estimativa deste ano para o café ficou em 218,2 mil t., 11,3% abaixo da produção verificada no ano passado. A safra do tipo arábica ficou projetada em 92 mil t., variação negativa anual de 23,7%, e a da canéfora, em 126,2 mil t., correspondendo a um ligeiro aumento de 0,5%, na mesma base de comparação.
As estimativas para as lavouras de banana (878,5 mil t.), laranja (634,3 mil t.) e uva (52,3 mil t.) registraram, respectivamente, variações positivas de 3,4%, 0,2% e 15,3%, em relação à safra anterior.
As projeções ainda indicam uma produção de 861,5 mil t. de mandioca, 10,5% inferior à de 2020. A batata-inglesa teve sua produção estimada em 387 mil toneladas. O tomate teve queda nas projeções (13,7%), que ficaram estimadas em 208,2 mil toneladas.
Promovendo um trânsito mais seguro, SUTRANS realiza rondas pelo centro da cidade.

A Superintendência de Trânsito de Luís Eduardo Magalhães (SUTRANS), retomou na manhã desta terça-feira (10), a realização de rondas com motocicletas pelo município. A ação percorreu as ruas Paraíba e Pernambuco, além da Avenida JK, por volta das 11h da manhã.
Os agentes fizeram rondas no centro da cidade, momento em que fiscalizaram e orientaram o trânsito. Várias diretrizes foram dadas, principalmente sobre o uso correto da faixa de pedestre e a prática de estacionar em locais proibidos. Na oportunidade, veículos foram abordados para a conscientização dos motoristas.
“O objetivo da ação é trazer mais segurança aos pedestres, condutores e motociclistas, promovendo um trânsito mais seguro e organizado em nossa cidade”, disse o superintendente da Sutrans, Adê Cerrado.
Hay* que precisar nos termos!
*Do Português e do Espanhol antigos.
Do New York Times
Jota Camelo
As vivandeiras de novo vão aos bivaques bolir com os granadeiros.
“Eu os identifico a todos. E são muitos deles, os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas, vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do Poder Militar.”
A frase é do ex-presidente, Marechal Castello Branco, um homem ilustrado, sério e determinado, que não permitiu que o golpe de 64 virasse uma opereta bufa.
Ele sabia e conhecia as vivandeiras, lambe-coturnos e puxa-sacos de toda ordem que sempre cercam os militares na esperança de obter vantagens fáceis depois de um golpe de Estado. Muito enriqueceram às custas de 64. Para sua sorte, Castello não estava mais presente para arrepender-se da liderança do movimento.
Se hoje vivo ainda fosse certamente condenaria a arruaça e a molecagem de Jair Messias.
Tanques nas ruas aumentam racha na base do Governo no Congresso.
O desfile bélico na Praça dos Três Poderes, na manhã desta terça-feira, 10, serviu para aumentar o racha no Centrão sobre a proposta de emenda constitucional que institui o voto impresso nas eleições de 2022. Se na comissão especial da Câmara que analisou a proposta já se podia verificar a divisão da base governista, depois que tanques se exibiram nos arredores do Congresso o quadro só piorou. A tendência é que o Palácio do Planalto sofra agora uma derrota maiúscula no plenário da Câmara.
Até mesmo o Progressistas, partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL) e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, apresentava divisões. Antes da votação, vários deputados de partidos da esquerda à direita se reuniram e discutiram a importância de dar uma resposta “à altura” ao que classificaram como uma afronta ao Congresso.
© Gabriela Biló/ESTADÃO Desfile de tanques da Marinha na Esplanada dos Ministerios nesta terça-feira, 10, data em que a Câmara analisa PEC do voto impresso.
Lira também promoveu um encontro com líderes de bancadas na residência oficial da Câmara. Disse que o presidente Jair Bolsonaro havia lhe garantido que aqueles exercícios militares não tinham qualquer relação com a análise do voto impresso. Admitiu, no entanto que, com o clima polarizado, o ato acirrou os ânimos e jogou mais combustível na crise. “Mas o que é preciso, neste momento, é que não haja nem vencidos nem vencedores”, afirmou Lira.
A ordem política para a Marinha desviar seus tanques e lançadores de mísseis para a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, porém, partiu do próprio Bolsonaro e do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, como mostrou a colunista Eliane Cantanhêde. No Congresso, antes mesmo da votação desta terça-feira, não eram poucos os que diziam ser necessário “deter” Bolsonaro, mesmo no Salão Azul, onde a bandeira do voto impresso ainda não chegou. “Não haverá voto impresso. Não haverá golpe contra a nossa democracia. Instituições, Congresso à frente, não permitiriam”, disse o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM).
O Estadão apurou que o ministro Ciro Nogueira pediu a Bolsonaro para não esticar a corda, caso a proposta seja derrotada na Câmara, como tudo indica. Ciro defendeu a pacificação até mesmo para construir apoio a outras propostas de interesse do governo, como a reforma tributária.
Quem conhece o chefe do Executivo, no entanto, assegura que ele não vai se calar, até mesmo porque, até 2022, há muito tempo para renovar as ameaças golpistas. E, além disso, o Planalto avalia que, mesmo sofrendo mais um revés, ganhou o discurso nas redes sociais e, de quebra, semeou uma dúvida na cabeça de eleitores sobre a idoneidade das urnas eletrônicas.
Nos últimos dias, Bolsonaro xingou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luis Roberto Barroso, de “filho da p…” por sua posição contrária ao voto impresso; acusou fraudes nas urnas eletrônicas sem apresentar quaisquer provas; afirmou que a “hora” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) ia chegar e disse haver um “complô” para eleger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje líder nas pesquisas de intenção de voto, em 2022.
“Vamos votar contra o voto impresso, tirar isso da frente e cuidar do que é importante para o Brasil. E o que é importante para o Brasil é vacina, emprego, comida, combate à inflação e retomada da indústria”, insistiu o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), em campanha pela derrota do governo na votação desta terça-feira.
Agricultores familiares já podem aderir ao Garantia-Safra 2021/2022.
Agricultores e agricultoras familiares de municípios do Semiárido Baiano podem aderir ao programa Garantia-Safra, na safra 2021/2022. As adesões estão sendo feitas em duas etapas: primeira etapa na safra Verão, que acontece até o dia 21 de setembro e a segunda etapa, na safra Inverno, até o dia 20 de fevereiro de 2022.
Na Bahia, poderão aderir ao programa um total de 345 mil agricultores familiares. Os agricultores e agricultoras, que já possuíam inscrições nas safras 2019/2020 ou 2020/2021 e estão com a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa, tiveram, automaticamente, as inscrições migradas para a safra 2021/2022. Para conferir se a inscrição foi migrada, os interessados podem acessar link: https://bit.ly/3jyvOuu.
Caso a inscrição não tenha migrado, os agricultores e agricultoras devem verificar com a Secretaria Municipal de Agricultura, o Serviço Municipal de Agricultura (Semaf), o Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou com a equipe técnica da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que atua nos 27 Territórios de Identidade da Bahia, o motivo e os ajustes que serão necessários fazer para regularizar o cadastro.
A partir da constatação da perda da safra, por escassez ou excesso hídrico, são autorizados os pagamentos de R$850 para cada agricultor. O benefício garante as condições mínimas para o replantio da produção das famílias beneficiárias, no Semiárido baiano. O programa é coordenado na Bahia pela SDR, por meio da Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf), com o apoio operacional da Bahiater.
“A Bahia é destaque nacional na execução do programa. O estado é o único a subsidiar em 50% as contribuições devidas aos municípios e aos agricultores familiares, e possui maior número de adesões, maior número de beneficiários e menor índice de inadimplência”, observa Vinícius Videira, superintendente da Suaf.
Para Audaci Santos de Jesus, da comunidade Veludo, município de Lamarão, o programa vem ajudando muito aos pequenos agricultores, que ao perderem a safra, devido ao tempo, estão aptos a preparar o solo e assim comprar as sementes para o próximo ano: “Sabemos que estamos vivendo um tempo muito difícil, devido à pandemia, mas graças a Deus temos o seguro, que ajuda também na alimentação da família, podendo plantar e colher, para alimentar a nossa família”.
Urias Oliveira Santos, do Assentamento Cachá, município de Marcionílio Souza, declara que o Garantia-Safra é de fundamental importância para todos os produtores que recebem: “Nossa região vem sofrendo muito na questão produtiva. Desde a seca de 2012, as chuvas não ficaram mais regulares e fica difícil produzir e vender nossas mercadorias como mandioca, milho e feijão. Essa ajuda vinda do Governo, pelo programa social, ajuda a completar o dinheiro para se manter na aqui na roça”.
Garantia-Safra
O Garantia-Safra, por garantir uma renda mínima para essas famílias, viabiliza a continuidade da produção e movimenta a economia dos municípios, com a aquisição de insumos agrícolas destinados à recomposição de plantios, bem como de alimentos, para a garantia da segurança alimentar das famílias. Podem receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção, nas culturas do milho, feijão, arroz, algodão e mandioca, em seus municípios, iguais ou superiores a 50%.
Em períodos normais, está previsto o repasse de R$ 850, divididos em cinco parcelas de R$ 170,00. Neste período de pandemia, o repasse está sendo realizado em uma única parcela. O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), coordenado nacionalmente pelo Comitê Gestor do Garantia-Safra, do MAPA. Em caso de dúvidas pode ser enviado e-mail para garantia.safra@sdr.ba.gov.br.
Conab prevê produção de grãos em 254 milhões de toneladas impactada por clima adverso.
Colheita do milho safrinha foi a mais prejudicada do País. Sem milho, frango, suíno e boi ficam mais caros na mesa do consumidor.
As condições climáticas registradas durante o ano safra 2020/2021 impactaram as lavouras e a nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção brasileira de grãos no período é de 254 milhões de toneladas, volume menor que a safra anterior em 1,2%. Apesar de ter havido aumento de área plantada em mais de 4%, a redução se deve, principalmente, à queda das produtividades estimadas nas culturas de segunda safra, justificada pelos danos causados pela seca prolongada nas principais regiões produtoras, bem como às baixas temperaturas com eventos de geadas ocorridas nos estados da Região Centro-Sul do país. Os dados estão no 11º Levantamento da Safra de Grãos 2020/2021, divulgado pela Companhia nesta terça-feira (10).
Entre as culturas mais afetadas destaca-se o milho. A produção total deve chegar a 86,7 milhões de toneladas, sendo 24,9 milhões de toneladas na primeira safra, 60,3 milhões de toneladas na segunda e 1,4 milhão de toneladas na terceira safra. Apenas para a segunda safra do cereal, a queda na produtividade estimada é de 25,7%, uma previsão de 4.065 quilos por hectare. A redução só não foi maior porque os altos preços do grão impulsionaram um aumento de área plantada em 8,1%, chegando a 14,87 milhões de hectares. Além disso, Mato Grosso, principal estado produtor, foi o que menos registrou condições climáticas adversas durante o cultivo do cereal.
Com a colheita encerrada, a soja apresenta uma elevação de 11,1 milhões de toneladas na produção desta safra. Desta forma, o Brasil se mantém como maior produtor mundial da oleaginosa com uma colheita recorde de 135,9 milhões de toneladas.
Para o arroz, a produção neste ciclo teve crescimento de 5% em relação ao período anterior, chegando a 11,74 milhões de toneladas. Já em relação ao feijão, as atenções se voltam para a cultura de terceira safra, que está em fase inicial de colheita. A produção total é estimada em 2,94 milhões de toneladas, 8,8% menor que o obtido na safra 2019/2020, impactada pela seca nas principais regiões produtoras do país.
Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo. Na atual safra a expectativa é que a produção seja de 8,6 milhões de toneladas, um novo recorde para o país caso confirmada a estimativa. Com o plantio já encerrado, o grão apresenta um expressivo crescimento na área de 15,1%, situando-se em 2,7 milhões de hectares.
Os preços elevados no mercado internacional nos últimos anos incentivaram a maior procura pelos produtores. Aliado à valorização externa, o alto custo do milho no cenário nacional também incentivou o cultivo do trigo, por ser um possível substituto para ração animal.
Caso a estimativa de colheita seja confirmada, esta será a maior produção já registrada no país. No entanto, as condições climáticas das lavouras podem influenciar nos resultados.
As consequências das geadas registradas nas principais regiões produtoras nas últimas semanas ainda serão quantificadas pela Conab.
Panorama de mercado
No âmbito do mercado externo, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. Neste levantamento, a Companhia elevou a previsão do volume exportado da fibra na safra 2020/2021 em 4,69%, em relação à estimativa anterior. Por outro lado, foram reduzidas as previsões do volume exportado de milho e de soja.
Para a oleaginosa, mesmo com o aumento da produção, foi observado ao longo do ano baixo percentual comercializado até o momento. Com isso, as exportações anteriormente estimadas em 86,69 milhões de toneladas passaram para 83,42 milhões de toneladas.
No caso do cereal, a partir dos efeitos do clima na produção e da reversão do destino de contratos de exportação para o mercado doméstico, a expectativa é de queda nas exportações em 20%, o que corresponde a 23,5 milhões de toneladas ao final da safra. Por outro lado, a projeção de importação manteve-se inalterada em 2,3 milhões de toneladas.
Quanto ao trigo, para esta nova safra a Conab espera aumento de produção aliado ao incremento do consumo interno em 3,74%. O cenário é favorável, de modo que os estoques de passagem estarão em nível mais confortável.
A previsão é que fechem o ano em 1.793,9 mil toneladas, volume próximo ao observado em safras anteriores a 2019/2020.
Outras informações sobre a produção de grãos no país estão disponíveis na íntegra do Boletim do 11º Levantamento – Safra 2020/21.
Olha no que resultou a demonstração de força do Cabrunco!

O ex-presidente Lula da Silva lembrou, hoje, que já são “14,8 milhões de brasileiros desempregados, na fila do osso“, enquanto o chefe do Executivo tenta intimidar o país exibindo “seus” tanques de guerra
Após o polêmico desfile de blindados e tanques militares em frente ao Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula afirmou no Twitter que tem “dados que o governo Bolsonaro não faz desfile pra exibir“, como os dos “últimos 12 meses”.
Lula apontou que o “arroz subiu 48% – Feijão subiu 22% – Carne subiu 38% – Leite subiu 11% – Gás subiu 24%“. Tudo isso juntamente com “14,8 milhões de brasileiros desempregados e fila do osso“.
Após nove anos, Educação de Jovens e Adultos (EJA), é valorizada em Luís Eduardo Magalhães

Após nove anos sem investimento, a Educação de Jovens e Adultos em Luís Eduardo Magalhães, a EJA, recebe valorização. A Prefeitura do município, através da Secretaria de Educação adquiriu livros didáticos para os alunos do seguimento.
Para seu Arlindo, que não conseguiu estudar quando pequeno, essa é a realização de um sonho. “É muito importante para a gente, porque nós não tivemos o privilégio de aprender na juventude. Então agora chegou o tempo da gente focar no nosso objetivo, que é aprender a ler e escrever, porque nunca é tarde”, contou.
A coordenadora, Zelinda Novais, falou da situação em que os professores viviam nos últimos nove anos, para trabalhar na EJA.
“Nós trabalhávamos com livros ultrapassados, fora da realidade do município. Então hoje a gente transborda alegria, em receber esses módulos da EJA. Sabemos que investir na educação de jovens e adultos estamos trabalhando para erradicar o analfabetismo do nosso município”, pontuou.
Dona Jacira Gonçalves de 55 anos, acompanhada da colega Ana Cristina dos Santos, de 44, comemorou a chegada do material. “É muito gratificante, porque vai realizar os sonhos de todos que querem aprender a ler e escrever. É o momento mais feliz da minha vida. E com esses livros vai ficar ainda melhor”, disse.
A diretora de Ensino, Miriam Martins, contou como se deu o processo de aquisição do material didático. “A coordenadora da EJA sempre pontuou essa questão dos livros, do apoio didático que faltava para a melhoria do aprendizado dos alunos”, explicou.
E o secretário de Educação, Carlos Lopes da Fonseca, acrescentou. “Buscando informações de algumas editoras, nós conseguimos chegar até essa editora, com o conteúdo regionalizado, voltado ao Nordeste. Foi aprovado por todos os professores. E conversando com o prefeito, com a parte financeira, eles apoiaram a aquisição desse material”, concluiu.
Tanques do Exército entram na campanha contra a dengue.
Vão atacar quem com essa sucata? Argentina, Bolívia, Venezuela, Peru? Ou vão atirar no próprio povo? Hoje fizeram a sua boa ação. É verdade que prenderam o trompetista Fabiano Leitão. Ele ia confundir os toques de avançar do glorioso Exército brasileiro.

![[Vídeo] Desfile de tanques de Bolsonaro em Brasília tem faixa “FORA INCOMPETENTE!”](https://i1.wp.com/urbsmagna.com/wp-content/uploads/2021/08/FORAINCOMPETENTE.jpg?resize=721%2C377&ssl=1)
Lula: “Bolsonaro prepara confusão, como Trump, mas vai perder as eleições. Que saia pela porta dos fundos”.
Em seu Twitter oficial, o ex-presidente Lula da Silva escreveu hoje pela manhã:
Quando Bolsonaro fica com isso de votinho no papel, ele tá tentando preparar confusão como o Trump fez nos EUA. E nós não vamos aceitar isso aqui. O Bolsonaro tem que estar preparado e saber o seguinte: ele vai perder as eleições. Se quiser sair pela porta dos fundos, que saia.
Seis empresas de Luís Eduardo Magalhães receberam o Selo de Inspeção Municipal (SIM).


Seis empresas de Luís Eduardo Magalhães receberam o Selo de Inspeção Municipal (SIM), serviço administrado pela Secretaria de Agricultura do município. O prefeito Junior Marabá participou da cerimônia de entrega.
O agente de Inspeção, Claudinei Pires que está no dia a dia acompanhando as empresas, falou da importância do trabalho. “Inspecionar não quer dizer fiscalizar. A gente vem como fomento de geração de emprego e renda e segurança alimentar para a população”, contou.
Empresa Certificada
“A gente fica muito satisfeito pelo nosso trabalho. Receber esse Selo significa segurança para as pessoas que estão adquirindo o nosso produto”, disse o gerente de Perecíveis, de uma rede de supermercados atacadistas, Luciano Rodrigues.
Segundo o diretor de Agricultura do município, Kenni Henke, a certificação é importante, porque acompanha todo o processamento vegetal e animal dentro do município. “Toda a inspeção do alimento, da coleta, até a venda, na exposição do mercado. É a garantia de que você está comprando um alimento inspecionado e dentro dos padrões de qualidade”.
O secretário interino de Agricultura, Danilo Henrique, agradeceu aos empresários. “A gente só tem a agradecer a vocês por investir na cidade, por gerar emprego, gerar renda, e nós como Prefeitura, a gente não precisa atrapalhar, tem que ajudar quem quer empreender, quem quer produzir e ajudar o município”, disse.
“O poder público tem que ser um poder auxiliar, que a gente consiga estender os nossos braços, para que consiga alcançar mais. Antes de pensar no poder punitivo, temos que pensar no poder de auxílio, ou seja, temos que contribuir para que a gente consiga avançar mais”, concluiu o prefeito Junior Marabá.
Atletas de Luís Eduardo sobem ao pódio em Salvador

Os atletas de Luís Eduardo Magalhães, integrantes da equipe de basquete 3X3 da ABL conquistaram o 2º lugar no Circuito Baiano de Basquete 3X3, realizado neste domingo (08), em Salvador.
Representaram o município, os atletas Adriel Leão Muniz, Matheus Neves, Guilherme Passos e Everson Souza.
“Estamos voltando a jogar agora, só um mês treinando com os meninos, então o resultado foi muito positivo. Agora treinar bastante, para chegar na seletiva em Brasília e disputar um brasileiro”, disse o treinador, Renato Silva Silveira.
Documentos de compra da Covaxin são postos sob sigilo pelo Ministério da Saúde.
O crime está sendo varrido para baixo do tapete. A negociação de compra dos imunizantes, investigada pela CPI do Genocídio, envolvia a quantia de R$ 1,6 bilhão, valor que chegou a ser reservado pelo governo de Jair Bolsonaro
Por Lucas Vasques, da Revista Fórum.
Em mais uma tentativa de prejudicar as investigações da CPI do Genocídio, o Ministério da Saúde colocou sob sigilo documentos que tratam da compra de vacinas da Covaxin. O material foi encaminhado em julho à comissão.
Porém, o ministério decidiu limitar o acesso público em resposta a solicitações feitas em junho, por intermédio da Lei de Acesso à Informação.
A negociação de compra dos imunizantes da Covaxin envolvia a quantia de R$ 1,6 bilhão, valor que chegou a ser reservado pelo governo de Jair Bolsonaro.
No entanto, o acordo foi suspenso após denúncias do deputado federal Luis Miranda e seu irmão, o servidor do ministério, Luis Ricardo Miranda, de suspeitas de corrupção na pasta.
Em 6 de agosto, o Ministério da Saúde descreveu o acesso aos documentos como “suspenso e restrito no momento” por estarem em uma etapa “preparatória”, que é quando o processo está tramitando no órgão.
Cancelamento
Mas, no dia 29 de julho, a própria pasta havia anunciado o cancelamento do contrato da Covaxin com a Precisa Medicamentos, empresa intermediária das negociações.
O Ministério da Saúde alegou que as informações do documento “constituem fundamento de tomada de decisão, podendo sua divulgação prejudicar o andamento” por ser “preparatório”.
A Procuradoria-Geral da República, depois de ser pressionada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), começou a investigar se Bolsonaro cometeu prevaricação pela maneira como lidou com as denúncias dos Miranda.
Com informações do UOL
Ministério da Agricultura diz que aquecimento global gera ‘prejuízo econômico incalculável’
Do Estadão, por Lauriberto Pompeu
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento se manifestou nesta segunda-feira, 9, sobre as informações indicadas pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU (IPCC), que apontam que o ritmo do aquecimento global está mais acelerado do que o imaginado.
“Cenários de aumento de seca, chuvas mais intensas, aumentos ou diminuição de temperatura podem levar a perdas de produção e comprometer diretamente a segurança alimentar nacional e global, gerando prejuízos socioeconômicos incalculáveis”, afirmou, por meio de nota, a pasta comandada por Tereza Cristina.
© Marcelo Camargo/Agência Brasil Tereza Cristina, ministra da Agricultura
A Terra está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Com isso, haverá eventos climáticos extremos em maior frequência, como enchentes e ondas de calor, indica o relatório da ONU.
“O documento traz cenários preocupantes de mudanças do clima, evidenciando ainda mais a vulnerabilidade do setor. Ressaltamos que o setor agropecuário é um dos mais vulneráveis à mudança do clima”, disse o ministério.
A pasta afirmou que trabalha na mitigação de emissão de gases do efeito estufa no setor agropecuário. O ministério também mencionou a iniciativa da Carne Carbono Neutro.
Já o Ministério do Meio Ambiente, comandado por Joaquim Leite, declarou apenas que o País não vai mudar as metas de emissão de gás carbônico. “O compromisso brasileiro é uma meta percentual de redução de emissões frente ao ano base de 2005 e, por ser de longo prazo, não foi e não deve ser alterada a cada revisão metodológica”, declarou a pasta.
“Ela é uma das mais ambiciosas entre os países em desenvolvimento, por abarcar a economia como um todo e apresentar metas intermediárias”, completou.
A diminuição nas emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa pode limitar as ameaças dessas mudanças climáticas. Caso contrário, alguns dos efeitos diretos para países como o Brasil serão secas mais frequentes e a queda na capacidade de produção de alimentos.
Na gestão do presidente Jair Bolsonaro, o número de focos de incêndios em regiões como Amazônia, Pantanal e Cerrado disparou. Em 2020, o Cerrado brasileiro, assim como o Pantanal, registraram as piores queimadas já captadas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Hoje tem mais vacina 1ª e 2ª doses em Luís Eduardo Magalhães.
Serão vacinada pessoas a partir de 35 anos e profissionais da educação; estão disponíveis 660 doses.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa que estão disponíveis 660 doses para primeira vacinação contra o Covid-19, que serão aplicadas nesta terça-feira (10), para pessoas a partir dos 35 anos e profissionais da educação maiores de 18 anos.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência.
Profissionais da Educação
Os profissionais da educação deverão apresentar contracheque e comprovante de endereço.
Segunda dose
A Segunda dose para Coronavac e Oxford continua sendo aplicada. Se a data estiver marcada no seu cartão de vacina, compareça ao sistema Drive-Thru.
TSE encaminha ao Supremo mais uma notícia-crime sobre Bolsonaro
Ministros do TSE encaminharam uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda, solicitando a apuração de eventual delito na divulgação de informações confidenciais do inquérito da Polícia Federal que investiga o ataque hacker sofrido pelo tribunal em 2018.
“Por se tratar de conjunto de informações que deveriam ser de acesso restrito e podem causar danos à Justiça Eleitoral e ao próprio processo democrático de realização e apuração das eleições, solicita-se, ainda, a concessão de medida cautelar criminal com o objetivo de remover as referidas publicações das redes sociais”.
Com informações da Coluna Radar da Veja.
Vem, meteoro!
Distritão, voto impresso, veículos disparadores de mísseis no Planalto. Isso não lhe dá, caro leitor, nenhuma ideia especial sobre um final surpreendente e especial para essa novela? É melhor já ir se acostumando: vivemos tempos de falta de decoro, de esbórnia política e de arruaça. E só um meteoro, altamente seletivo, pode nos salvar.
Marabá tem ofertas para o Dia dos Pais.




Petróleo experimenta fortes quedas depois de alerta climático e variante Delta na China.
Os preços do petróleo despencavam mais de 4% nesta manhã de segunda-feira (09), ampliando as perdas da semana anterior. O foco segue para a disseminação da variante Delta do coronavírus na Ásia, principalmente China, além de atenção para um alerta climático emitido por painel das Nações Unidas (ONU).
Às 09h30 (de Brasília), os futuros do petróleo Brent recuavam 3,94%, a US$ 65,59 o barril, mas testaram o menor patamar até o horário em US$ 67,60. O WTI caía 3,68%, a US$ 68,09 o barril, com mínima de US$ 65,15, sendo o menor nível de negociação desde maio.
As novas restrições na China por conta da variante Delta da Covid-19 preocupam o mercado global por conta dos impactos que podem causar na recuperação da demanda global por combustíveis.
No país asiático, por exemplo, as recentes restrições abrangem vôos, viagens terrestres e limites de transporte público e serviços de táxi.
“As preocupações sobre a potencial erosão na demanda global de petróleo ressurgiram com a aceleração da taxa de infecção da variante Delta”, disse em nota nesta segunda-feira o analista do RBC Gordon Ramsay. A situação preocupa porque a China é a segunda maior consumidora de petróleo do mundo.
Nesta segunda-feira, a China relatou 125 novos casos de Covid-19, sobre 96 no dia anterior, segundo uma contagem da Reuters. Na Malásia e na Tailândia, as infecções atingiram recordes diários.
O mercado também acompanhava neste início de semana, segundo a Reuters, o alerta de um painel das Nações Unidas sobre a mudança climática no mundo. “Os alarmes são ensurdecedores”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado.
“Este relatório deve soar como uma sentença de morte para o carvão e os combustíveis fósseis, antes que destruam nosso planeta”, complementou.
Com informações da Reuters
Produtores do Cascudeiro retomam reuniões das comunidades da Aiba no modo presencial.

A união dos produtores rurais da região oeste tem sido fundamental para os avanços alcançados nas últimas décadas em diversas frentes. Muito do que foi conquistado, ao longo do tempo, teve início nas reuniões promovidas por entidades representativas, como a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Esses encontros, cujas pautas debatem temas gerais e específicos das áreas em que são realizados, continuam sendo relevantes para estreitar os laços entre dirigentes e produtores e para a articulação das prioridades para o próximo ciclo.
Após a suspensão das Reuniões das Comunidades da Aiba, no modo presencial, em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus, os produtores rurais da área produtiva de Cascudeiro, no município de Baianópolis, receberam, com todas as medidas sanitárias, a comitiva da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no início da noite desta quinta-feira (05), no ginásio de esportes da localidade.
Na abertura do evento, a delegada regional da Aiba, Eleide Timm, fez um breve levantamento dos pleitos da comunidade e ressaltou a importância da participação dos produtores. “Esse é o momento em que nossa região tem um contato mais direto com a Aiba. Então é a oportunidade para falarmos de tudo o que precisamos melhorar, por aqui, e sabermos de que forma a entidade pode contribuir para a solução dos problemas”.
Os principais assuntos debatidos na ocasião, foram: as tratativas relacionadas à Floresta Nacional (Flona) de Cristópolis, explanadas pelo assessor jurídico da Aiba, Dr. Olegário Macedo; segurança no campo, apresentada pelo tenente PM Paulo Ricardo, da Rondesp; e os requisitos do check list do CREA, pelo supervisor de fiscalização da entidade na região, Daniel da Mota.
“A comunidade de Cascudeiro está integrada ao cenário agrícola do oeste baiano e participa das lutas pelas demandas de interesse do setor. A partir desse momento de interação e debate, nós fortalecemos ainda mais a amizade entre as partes e definimos os rumos que devemos seguir juntos”, declarou o presidente da Aiba, Odacil Ranzi. “Temos dado todo o suporte, jurídico e técnico, tanto para a solução da questão da Flona, quanto nos outros assuntos abordados”, finalizou.
O vice-presidente, Moisés Schmidt, o diretor financeiro Hélio Hopp e o diretor executivo da entidade, Alan Malinski, também participaram do encontro, conversando com os agricultores locais e apresentando, por meio de slides e vídeos institucionais, os projetos que vêm sendo desenvolvidos na instituição.
Mais uma bravata do tiranete arruaceiro.
O comboio militar, que fará uma demonstração de força para o presidente, na manhã desta terça-feira (10), percorrerá a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional, até chagar ao Palácio do Planalto
Quem tinha esperanças de que Jair Bolsonaro fosse baixar o tom pode perdê-las agora. Amanhã de manhã, dia marcado para a votação da PEC do voto impresso no Congresso, um comboio de veículos blindados, incluindo tanques de guerra e lança-mísseis, percorrerá a Esplanada dos Ministérios e estacionará em frente ao Palácio do Planalto.
Lá, o comandante do comboio desembarcará para protagonizar uma cerimônia de entrega ao presidente do convite para presenciar o maior treinamento militar da Marinha no Planalto Central.
A Operação Formosa, marcada para a semana que vem, terá, além de veículos anfíbios, aeronaves, carros de combate, veículos de artilharia, lançadores de foguetes e a participação de 2 500 militares. E pela primeira vez na história contará com a participação do Exército e da Aeronáutica.
Thaís Oyama, no UOL
Quarenta e dois anos depois do fim do Governo Geisel, vemos, que ao menos no julgamento do Capitão aposentado do serviço público, por atos terroristas, ele tinha razão: “É um bunda suja”, dizia.
Barreiras lamenta morte por Covid. Bahia tem 28 óbitos nesta segunda.
Fonte Dircom
Foi com muita tristeza e pesar que tomamos conhecimento do falecimento da senhora Viviane de Souza Miranda, aos 44 anos de idade, ocorrido nessa sexta-feira, 06, no Hospital do Oeste, em Barreiras.
Natural de Iraquara, na Chapada Diamantina, Viviane escolheu Barreiras há 23 anos para morar. A empresária deixa enlutado o viúvo Laudelino Alves, além de profundas saudades nos filhos amados Marlon, Eder e Paloma, e na neta Eloá.
Neste momento de dor e saudades, nos unimos aos familiares, parentes da senhora Viviane, para transmitir nossas condolências, pedindo a Deus que conforte os corações de todos.
Bahia registra 386 novos casos de Covid-19 e mais 28 óbitos pela doença
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 386 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,0%) e 843 recuperados (+0,1%). O boletim epidemiológico desta segunda-feira (09) também registra 28 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.202.820 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.173.696 já são considerados recuperados, 3.141 encontram-se ativos e 25.983 tiveram óbito confirmado.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.457.299 casos descartados e 229.264 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira. Na Bahia, 51.556 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Vacinação
Com 6.781.955 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose, dos quais 2.834.221 receberam também a segunda aplicação, e mais 251.915 vacinados com o imunizante de dose única, até as 17 horas desta segunda-feira, a Bahia já vacinou 63,45% da população baiana com 18 anos ou mais (estimada em 11.084.666) com, pelo menos, a primeira dose ou com a vacina de dose única. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.
Como morrem as repúblicas, sempre nas mãos de tiranetes fardados.
Como era a ‘Venezuela saudita’, um dos países mais ricos dos anos 50 e 80. O Presidente do Brasil, que sempre deixou clara sua admiração por Chavez, lamenta hoje que os venezuelanos comam gatos e cachorros. No Brasil do futuro podem faltar gatos e cachorros.
- Por Diego Pardo, da BBC News Mundo
CRÉDITO,EPA População venezuelana tem ido às ruas em atos contra ou a favor do presidente Maduro
Das décadas de 50 a 80, a Venezuela nada se parecia ao que é hoje.
Se atualmente o país atravessa uma crise sem precedentes, sem data para terminar, no passado chegou a ser um dos mais ricos da América Latina, dando inveja em seus vizinhos.
Um de seus apelidos era, por exemplo, “Venezuela saudita”, em alusão à Arábia Saudita, devido à riqueza por conta do petróleo.
Na capital, Caracas, os prédios eram altos e modernos para a época. As rodovias, largas. Os hotéis eram considerados um “luxo em um paraíso tropical”. E os venezuelanos tinham o título de maiores consumidores de uísque do mundo.
Esse cenário faz com que a atual crise venezuelana não seja só dramática por causa da hiperinflação, pobreza e escassez de alimentos e remédios – problemas ocorridos nos últimos anos, sob o governo de Nicolás Maduro. Ela também é dramática porque os venezuelanos estavam acostumados a viver com certo conforto.
No país, algumas pessoas costumam dizer que “éramos felizes e não sabíamos”. Outra piada da época era a seguinte: “Isso está barato, então me dê dois”.
De certa forma, esse alto poder de compra dos venezuelanos era fictício. Então, quão rica era realmente a Venezuela?
Melhores índices econômicos
Na primeira metade do século 20, a Venezuela já era um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Mas o poder de produção estava na mãos de empresas estrangeiras, enquanto os governos se ocupavam de seguidas crises políticas.
Em 1958, depois da queda do regime militar de Marcos Pérez Jiménez (1914-2001), a Venezuela viveu as três melhores décadas de sua história em termos econômicos.

Crescimento econômico melhorou infraestrutura da Venezuela entre as décadas de 1950 e 1980; imagem mostra Caracas no ano de 1980
Entre 1959 e 1983, o desemprego no país se manteve na marca de 10%. No mesmo período, o crescimento médio do país foi de 4,3% por ano – a inflação também era menor do que a registrada em outros países da América Latina.
A estabilidade da moeda local, o bolívar, permitia que muitos venezuelanos conseguissem sair do país para temporadas de férias, principalmente com destino a Miami, nos Estados Unidos, vista como um paraíso do consumo.
Nos anos 70, os venezuelanos tinham o maior poder de compra entre os países América Latina – quase três vezes maior que o dos brasileiros -, segundo um índice da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Esse cenário durou até a década de 1990.
Avanços estruturais
Na década de 50, a ditadura de Marcos Pérez Jiménez ficou marcada por uma série de violações de direitos humanos, como tortura e prisões arbitrárias de opositores.
Por outro lado, seus apoiadores argumentam que o governo de Jiménez foi responsável por uma série de obras importantes para o desenvolvimento do país, como uma importante rodovia que liga Caracas à costa caribenha, hotéis de luxo e dois prédios que por muitos anos foram os mais altos da América Latina.
Os governos democráticos que se seguiram à queda de Jiménez herdaram essa infraestrutura. Por algumas décadas, os presidentes conseguiram manter uma inédita estabilidade econômica e política, além de apaziguar a disputa histórica entre civis e militares, que até então disputaram o poder de forma dura.
Nesse período, entre o final da década de 50 e os anos 80, a Venezuela chegou bem perto de resolver um de seus problema mais profundos: a dependência dos preços do petróleo no mercado mundial. Se o preço estivesse alto, o país desfrutava de um bom retorno financeiro.
Com boas reservas, o governo chegou a construir a siderúrgica Sidor e uma grande hidrelétrica para alavancar o setor de energia – obras consideradas de primeiro mundo.
Na década de 1970, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), formado principalmente por árabes, suspendeu a venda de petróleo para os Estados Unidos e outros países que forneceram ajuda militar a Israel na Guerra do Yom Kipur. A decisão beneficiou a Venezuela, que tinha acabado de nacionalizar as empresas de petróleo.
O governo de Carlos Andrés Pérez (1922-2010), que por duas vezes governou o país entre 1974 e 1993, combinou as boas relações com os Estados Unidos com o aumento de subsídios para cesta básica e massificação da educação pública.
CRÉDITO,AFP Carlos Andrés Pérez (1922-2010) presidiu o país em um momento de expansão da economia e de projetos de infraestrutura e educação
O governo Pérez também investiu em educação superior, com objetivo de melhorar a qualificação dos jovens venezuelanos.
A Venezuela também investiu em cultura, criando importantes teatros, centros culturais, museus e editoras de livros.
O problemas, no entanto, continuaram
Apesar do crescimento econômico e melhorias de infraestrutura, a Venezuela, no fundo, nunca conseguiu resolver seus problemas mais graves. A educação é um deles.
Mesmo com duas importantes universidades e a tentativa de massificação do ensino, a educação pública continuou excludente para parte da população mais pobre.
Em 1983, o país passou a enfrentar uma crise econômica. A pobreza voltou a crescer exponencialmente depois de três décadas em queda.
CRÉDITO,REUTERS Inflação na Venezuela é hoje de longe a mais alta da América Latina, batendo 1.000.000% no ano passado; na foto, pilha de bolívares necessária para comprar um rolo de papel higiênico
Outro problema histórico voltou a aparecer: a corrupção de políticos e servidores públicos.
Os dólares do petróleo que garantiam a estabilidade econômica e política diminuíram. Com isso, aumentou o descontentamento da população com o governo.
A crise econômica e, com ela, a queda do poder de compra e o aumento da pobreza levaram os venezuelanos a se sentirem descrentes em relação aos políticos e partidos tradicionais.
Esses fatores levaram o país a eleger, em 1998, um militar que prometia mudanças: o tenente-coronel Hugo Chávez.

CRÉDITO,AFP Hugo Chávez venceu as eleições presidenciais em 1998 depois de uma longa crise econômica na Venezuela
Durante seu governo, país voltou a crescer, impulsionado por uma nova bonança do petróleo. Chávez se tornou o político mais popular da história venezuelana. Ele aproveitou essa chuva dos chamados “petrodólares” para financiar de programas sociais a importações de praticamente tudo que era consumido no país.
Hoje, com Nicolás Maduro, sucessor de Chávez, o petróleo ainda domina a economia venezuelana e representa praticamente a totalidade de suas receitas de exportação.
Em 2014, no entanto, o preço da matéria-prima desabou e o país entrou em uma severa crise econômica.
O preço caiu em parte devido à recusa de Irã e Arábia Saudita – outros dois dos grandes produtores – em assinar um compromisso para reduzir a produção. Outros fatores foram a desaceleração da economia chinesa e o crescimento, nos EUA, do mercado de produção de óleo e gás pelo método “fracking” – o fraturamento hidráulico de rochas.
Além de receber menos dinheiro por seu principal produto, a Venezuela também teve uma queda significativa na produção. Quando Chávez assumiu pela primeira vez o país, em 1999, a produção era de mais de 3 milhões de barris por dia. Hoje, é de cerca de 1,5 milhão, segundo a Opep – é o pior nível em 33 anos.

CRÉDITO,GETTY IMAGES. Venezuela vive sua mais severa crise sob governo de Nicolás Maduro
Recentemente, os Estados Unidos também impuseram duras sanções à indústria petrolífera do país com o objetivo de pressionar Maduro a renunciar.
A crise afetou fortemente a população. Parte dela faz constantes protestos contra Maduro.
A crise e a fome
A fome fez os venezuelanos perderem, em média, 11 quilos no ano passado. A violência esvazia as ruas das grandes cidades quando anoitece. E a situação provocou um êxodo em massa para países vizinhos, como a Colômbia.
Um relatório de julho de 2018 da OIM (Organização Internacional para Migrações) aponta que pelo menos 50 mil pessoas se fixaram no Brasil vindas da Venezuela até abril de 2018, um aumento de mais de 1.000% em relação a 2015. O número leva em conta pedidos de asilo e residência.
O país vive a maior recessão de sua história: são 12 trimestres seguidos de retração econômica, segundo anunciou em julho a Assembleia Nacional.
A dimensão do colapso pode ser vista nos números do Produto Interno Bruto. Entre 2013 e 2017, o PIB venezuelano teve uma queda de 37%. O Fundo Monetário Internacional prevê que, neste ano, caia mais 15%.
Em comemoração ao Dia do Estudante, Secretaria de Educação realiza gincana Online

A partir desta segunda-feira, dia 09 de agosto, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Educação promove a 1º Gincana Estudantil Online.
Todos os seguimentos estudantis participarão da competição remota, desde a creche, até a Educação de Jovens e Adultos, a EJA.
Etapas que serão avaliadas
– Realização e Entrega dos blocos de atividades ofertados pela escola para os alunos no decorrer do I e II trimestre do ano letivo de 2021;
– Desafio de Educação Física. (Enviar vídeo realizando o desafio para a escola);
– Para a Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais – Desenho – Tema do Desenho – “Retratar a sua percepção de como é a vida de estudante no ensino remoto em momento pandêmico”.
Para o Ensino Fundamental Anos Finais e Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Frase – Tema da Frase – “Retratar a sua percepção de como é a vida de estudante no ensino remoto em momento pandêmico”.
Kits merenda já estão sendo entregues para pais de alunos de 24 escolas de Luís Eduardo.

Confira as 24 escolas que já estão fazendo a entrega do kit merenda nesta segunda-feira (09), em Luís Eduardo Magalhães.
Lembrando que cada unidade escolar entrou em contato com os pais de alunos, para combinar a retirada.
– CEMEI MAURILIO COMPARIM
– CEMEI MENINO JESUS
– CEMEI PATRICIA OSHIRO
– CEMEI PEQUENO PRÍNCIPE
– C.I.A.S.F SEMENTES DO FUTURO
– CEMEI VITÓRIA FONTANA
– CRECHE MUN. MARIA AMÉLIA UCHOA
– CEMEI CLEUSA SANTOS SILVA
– CEMEI ZILDA ARNS
– CEMEI MIMOSO I
– ESC. MUN. ALDORI LUIZ TOLAZZI
– COL. MUN. ÂNGELO BOSA
– ESC. MUN. CEZER PELISSARI
– ESC. MUN. FABIO JOHNNER
– ESC. MUN. HENRIQUE DE FREITAS
– ESC. MUN. JARDIM PARAÍSO
– ESC. MUN. JOSÉ CARDOSO
– ESC. MUN. MARLEI TEREZINHA
– ESC. MUN. ONERO COSTA
– ESC. MUN. OTTOMAR SCHWENGBER
– ESC. MUN. PEDRO PAULO CORTE FILHO
– ESC. MUN. SÃO FRANCISCO
– ESC. MUN. VANIA APARECIDA
– ESC. MUN. HERMÍNIO C. BRANDÃO
Efeito climático na Amazônia já é realidade e Acordo de Paris está defasado, diz brasileiro do IPCC.
O aquecimento pode ser de até 5,5ºC em 30 anos, em áreas continentais como o Brasil.
Por Emilio Sant’Anna, no Estadão.
Conter as emissões de dióxido de carbono e o aquecimento global era missão 20 anos atrás. Agora, trata-se de correr atrás dos prejuízos e dos efeitos que a inação já nos trazem. Essa é a avaliação de Paulo Artaxo, autor-líder de um dos capítulos do relatório do IPCC — Intergovernmental Panel on Climate Change e professor da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, minimizar danos é o que tornou possível fazer ante a escalada do aquecimento global descrita no novo relatório da entidade ligada à ONU, divulgado nesta segunda-feira, 9.
O documento produzido por cientistas de 66 países aponta que a Terra está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Artaxo é ainda mais enfático ao afirmar que, na verdade, já ultrapassamos essa marca, mascarada pela emissão de aerossóis – pequenas partículas sólidas e líquidas resultantes da queima de combustíveis sólidos – que refletem a radiação solar e têm como efeito secundário diminuir a energia no sistema climático.
© TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO O desmatamento contínuo reduz as chuvas e aumenta as temperaturas locais, colocando também em risco a vegetação remanescente e a produção de alimentos
Poluentes com efeitos negativos na saúde humana, os aerossóis tendem a ser eliminados ou ao menos diminuírem muito sua concentração na atmosfera. O resultado de uma medida positiva, porém, trará a clara realidade do patamar de aquecimento do planeta em que já estamos.
Qual é a principal mensagem do relatório?
Na verdade, o relatório tem várias mensagens principais. Logo no primeiro parágrafo, ele diz que é inequívoco que o planeta está entrando em rápidas e fortes mudanças climáticas e que o homem é o responsável por isso. Só que a ciência já falou isso há 20 anos, está sendo repetido agora. Mas no relatório há coisas totalmente novas. Ele coloca que se não agirmos imediatamente, alguns “tipping points” perigosos do sistema climático podem ser ultrapassados. Esta mensagem é séria.
O relatório do IPCC aponta o aumento de 1,5ºC em relação ao nível pré-industrial. Isso é uma certeza?
Sim, claro. O relatório fala exatamente esta frase: 1,5ºC será ultrapassado nos próximos 10 anos. O quarto gráfico do Science for Policy Makers (Ciência para Tomadores de Decisão) mostra o aquecimento do CO2 em graus centígrados, o aquecimento do metano e o resfriamento pelos aerossóis, de 0,5ºC. Os aerossóis, hoje, estão mascarando um terço do aquecimento que já foi feito. Esses detalhes ninguém enxerga e ninguém fala. Eu, que trabalho com aerossóis, falo isso há 20 anos. Mas agora o IPCC colocou em destaque isso e no Science for Policy Makers. Os aerossóis estão mascarando meio grau do que já foi aquecido. Portanto, traduzindo em miúdos, o aquecimento que é de 1,1ºC, na realidade, é de 1.6ºC.
Então, já ultrapassamos 1.5ºC?
Exatamente o que quero dizer. Deste ponto de vista, levando em conta que os aerossóis estão mascarando 0,5ºC, o planeta já se aqueceu 1,6ºC. A segunda parte desta mensagem é que os aerossóis vão sumir do mapa, por duas razões. Se trocarmos a queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás natural, que produzem aerossóis – por energia solar e eólica, os aerossóis serão reduzidos. Segundo: a Comunidade Económica Europeia já prometeu que nenhum carro com motor a combustão será fabricado na Europa depois de 2030, e na Califórnia, após 2035.
Ou seja, se eletrificarmos os 2,5 bilhões de carros do planeta nos próximos 10 anos, isso vai eliminar a poluição do ar e isso vai eliminar os aerossóis nas áreas urbanas, e aí o planeta vai se aquecer 0,5ºC, e rapidamente. Enquanto demoramos 150 anos para aquecer 1ºC desde a Revolução Industrial, vamos aquecer 0,5ºC, por causa do desaparecimento dessa componente de resfriamento dos aerossóis, nos próximos 15 anos. Isso vai acontecer, é só questão de tempo. Pode demorar 10 anos, na melhor das hipóteses, ou pode demorar uns até 15 anos, na pior das hipóteses
Então, 1,5ºC já era. Na minha opinião, e na do IPCC, 2ºC já eram. Não tem como fazermos a transição nos próximos 30 anos. Nenhum país vai cumprir o Acordo de Paris, e mesmo se todos cumprirem o clima aquece 2.6ºC. Se ninguém cumprir (é um dos cenários traçados pelo relatório do IPCC), teremos um aquecimento de 4ºC. Só que tem um pequeno detalhe: 4ºC de aquecimento médio significa que em áreas continentais, como o Brasil, o aquecimento será de 5,5ºC. É nessa trajetória que estamos indo hoje.
O aquecimento de 1,5ºC virá mais cedo do que o IPCC previa no último relatório?
Sem dúvida. Em 5 anos, aumentaram as emissões, e se aumentaram as emissões, não tem milagre. O planeta vai aquecer em média 1,5ºC ainda nesta década. Esse aumento significa nesta década um aquecimento de 2,5ºC em áreas continentais como o Brasil. Isso é novo. Evito esta classificação de “catastrófico”. O mundo vai ser muito diferente, mas não é o fim. É um mundo de incertezas. Se no Brasil central hoje temos um clima que permite o Brasil ser o maior exportador mundial de soja e carne, nesta década muito provavelmente isso não vai ocorrer mais. Não é especulação: vai decrescer a produtividade agrícola, a grande pergunta é de quanto e quando. É 10%? É 30%? Mas que vai decrescer, não há dúvida, veja a seca que estamos tendo este ano – e isso sem os eventos climáticos extremos.
Se deixarmos aquecer o planeta 4ºC, uma onda de calor que antigamente só ocorria a cada 50 anos, aumenta de possibilidade 38 vezes. Esta onda de calor que estamos passando agora vai se tornar muito mais frequente. Uma floresta como a amazônica, ao longo dos últimos 20 mil anos, teve um clima extremamente estável. Se aumentarem 38 vezes os extremos climáticos, e além disso aumentar a temperatura média em 4ºC, não precisa nem ser cientista para saber o que vai acontecer.
Serão 120 bilhões de toneladas de carbono no ecossistema. Para onde vai esse carbono? Para a atmosfera, agravando o efeito estufa, mas esse fenômeno não está nas projeções. Isso corresponde a 10 anos da queima de todos os combustíveis fósseis no planeta, que é 10 bilhões de toneladas por ano, que equivale a 38 bilhões de toneladas de CO2 por ano. Nos últimos quatro meses há vários trabalhos mostrando como a Amazônia está se tornando uma fonte de carbono para a atmosfera global, principalmente na parte sul e na parte leste, perto de Santarém e de Alta Floresta. Já começou, este é o ponto importante. Vai parar, não vai parar, o que vamos fazer com isso? É a pergunta que vale 1 milhão de dólares.
© Márcio Fernandes/Estadão Paulo Artaxo, especialista da USP e integrante do IPCC
O relatório diz que ainda é possível estabilizar a temperatura, mas para isso a gente tem que mitigar a emissão de carbono…
Imediatamente zerar essas emissões antes de 2050 e sequestrar metade do que a gente emitiu até hoje entre 2050 a 2100. Quem tem de tomar a decisão sobre isso não é o IPCC, ele não pode ser prescritivo, ele se baseia exclusivamente na ciência. Na minha opinião pessoal, isso não vai acontecer porque todo sistema econômico, industrial e político é baseado no lucro mais rápido, não importa as consequências para o futuro. Veja o Brasil.
Há algum espaço ainda para ser negacionista em relação às mudanças climáticas?
Não, tanto é que eles sumiram do mapa. Você não vê mais qualquer cientista ou pesquisador falando qualquer coisa contra, não existe mais. Tinha o ministro das Relações Exteriores (Ernesto Araújo), ou o (Ricardo) Salles (do Meio Ambiente), mas aí é uma questão ideológica, ou até religiosa. Mas na verdade é (sobre) quem está ganhando dinheiro com o atual sistema e não quer mudar nada nesse sistema.
Estamos falando de 1,5ºC a 2,5ºC a mais no Brasil central. Isso vai impactar diretamente a produção e os tomadores de decisão.
Sim, tanto é que a JBS lançou um fundo de US$1 bilhão de proteção da Amazônia. Com isso, eles ganham um pouco mais de tempo.
A que esse aumento médio de 1,5 grau na temperatura do planeta vai corresponder na nossas vidas em 2030?
Esses eventos climáticos extremos que a gente está vendo no Canadá, nos Estados Unidos, no Brasil Central, no Nordeste brasileiro vão se tornar muito mais frequentes. Grandes secas, inundações, enchentes em cidades como São Paulo, e vai por aí afora. Já está ocorrendo, não é previsão para o futuro. E a questão da produção de alimentos é uma das mais críticas nessa história: como vamos alimentar 10 bilhões de pessoas em 2050? É uma pergunta muito razoável. E não tem resposta.
O senhor tem filhos?
Tenho, e é por eles que faço esse trabalho. Isso não é mais uma questão científica, é uma questão para vocês jornalistas. A ciência já fez o trabalho dela, agora quem tem a responsabilidade de levar essa mensagem para o público em geral e para os tomadores de decisão não é a ciência, são os jornalistas.
Agora mesmo que todas essas medidas sejam tomadas, o mundo será um mundo muito diferente, mais extremo.
Vai, disso não há dúvida. Já está acontecendo, não é para o futuro.
Quase não há informações no relatório sobre o surgimento de novas doenças, como a covid-19. Por quê?
Tem um quadro em um dos capítulos dizendo que os impactos na saúde serão muito fortes, a mudança de vetores de doenças como malária será grande, e que outras pandemias como a da covid vão se tornar mais prováveis. Isso no melhor dos cenários.
Ainda temos uma janela de oportunidades? Mas, com esses cenários apresentados pelo IPCC, para que oportunidades exatamente?
Temos uma janela de oportunidades para evitar que “tipping points” perigosos do sistema climático sejam atingidos: extinção da floresta amazônica, mudança na circulação oceânica termalina, liberação de metano pelo derretimento do permafrost na Sibéria e no Canadá e derretimento das geleiras da Antártica. Em 2300, nós estamos por um aumento do nível do mar de 16 metros.
Imagine Rio de Janeiro, Manhattan, Recife, Salvador… Esta é a trajetória que a gente está seguindo. Até 2100, o nível do mar vai aumentar um metro. E um metro, em média. Em algumas regiões aumenta mais, em outras aumenta menos. Muito provavelmente no século que vem não vai ter praia. Temos de batalhar para parar o desmatamento, mas alguns pontos já foram ultrapassados, sem dúvida.
Nesse cenário, o acordo de Paris já está defasado?
Ele já está defasado, por isso que os países na COP 2026 vão renegociar os seus compromissos, não é à toa que os países como os Estados Unidos e a Alemanha estão pressionando para que outros países apertem os compromissos, para tentar fazer com que os outros cumpram, mesmo que eles não cumpram, faz parte do jogo político. Os 5% da população mais rica do planeta são responsáveis por 60% das emissões – isso não está escrito no relatório.
Como você avalia a gestão Jair Bolsonaro em relação ao que traz o relatório?
O Brasil tem dois aspectos importantes. O primeiro é o desmatamento da Amazônia, e o segundo é a falta de incentivos para a geração de energia sem emissão de carbono, energia eólica e solar. Não há programas consistentes de longo prazo para isso. O Brasil está perdendo uma oportunidade de ouro de se tornar um país sustentável e com isso ter uma liderança mundial do ponto de vista econômico. Isso claramente está acontecendo. E não é só o governo Bolsonaro, o Congresso Nacional é dominado por 60% de ruralistas, que vão sofrer os efeitos das mudanças climáticas, mas na filosofia desse pessoal, só conseguem pensar nos próximos quatro anos, talvez oito, o ‘meu mandato’. Depois disso não têm o menor compromisso com a sustentabilidade do planeta. E com as empresas é a mesma coisa: querem o maior lucro no menor tempo possível. Se não mudar isso, não tem o que fazer.
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Baiana ganha a medalha de ouro na vacinação: “Bota essa porra toda!”
Funcionários de propriedades rurais de Roda Velha recebem curso para a prevenção de incêndios e queimadas
A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), por meio do Programa Soja Plus, realizou o primeiro curso NR-23, em 2021, que é direcionado ao combate e proteção contra incêndios em propriedades rurais na região oeste. A capacitação, promovida em Roda Velha, no município de São Desidério, abre a sequência que vai atender outros quatro núcleos produtivos regionais.
O curso tem como objetivos prevenir princípios de incêndio, garantindo a saúde e segurança de todos envolvidos, bem como reduzir os danos materiais nas fazendas, além de instruir os participantes para combater queimadas, realizar primeiros socorros, coordenar evacuação de pessoas, acionar os serviços externos especializados e controlar os riscos de acordo com o local.
Na quinta-feira (05), a parte teórica do curso, que traz fundamentos e estratégias de combate às chamas foi ministrada ao público formado por trabalhadores e coordenadores de campo das fazendas. No segundo dia, foram realizados treinamentos práticos nas dependências da Fazenda Zuttion.
Renilton Ramos de Souza, funcionário da Fazenda California, aproveitou o momento para aprender mais sobre o tema. “Este curso é muito importante para saber o que realmente é a NR-23. Ele também ensina a salvar vidas, além de mostrar opções de como a empresa pode crescer fazendo tudo de forma correta”, disse.
A coordenação local do Programa Soja Plus, lembra a importância do curso nesse período. “Estamos em um momento de iminência de aumento de focos de incêndios no oeste baiano, devido ao clima seco que está se intensificando. Ressaltar, nesse curso, os cuidados nos focos iniciais e os pontos de origem do fogo, que geralmente começa em pequenas instalações, até tomar grandes proporções, de difícil controle”, enfatizou Aloísio Júnior.
Além desta, o cronograma traz mais quatro capacitações, em outras localidades estratégicas da região. O próximo encontro, exclusivo para associado da Aiba, será nos dias 12 e 13 de agosto, na fazenda Serrana, em Correntina, na comunidade de Rosário. Os cursos são realizados pela entidade agrícola em parceria com a Abiove, com o apoio da Porto Brasil extintores. Para acompanhar nossa agenda siga o perfil da Aiba no Instagram, @aibaoficial.
Guarda Civil Municipal e Sutrans atuam no campo e na cidade.

A Secretaria de Segurança de Luís Eduardo Magalhães, através da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Superintendência de Trânsito (Sutrans), continuam com o trabalho preventivo.
Neste final de semana, fizeram Ronda nas comunidades rurais do Assentamento Rio de Ondas e Novo Paraná.
“Na zona urbana do município foram atendidas ocorrências de perturbação do sossego, além de outros crimes”, relatou o secretário de Segurança, João Paulo Nascimento.
Leilões do Detran-BA: chances de bons negócios em Salvador e interior.

Um Fiat Uno em bom estado: promessa de bom negócio

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