Luís Eduardo tem vacinação hoje para maiores de 37 anos.

Pessoas acima dos 37 e professores maiores de 18 serão vacinados para primeira dose nesta segunda (02)

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde realiza nesta segunda-feira (02), feriado do Evangélico, das 8h até a finalização das doses, no sistema Drive-Thru, vacinação para primeira  dose contra o Covid-19, para pessoas a partir dos 37 anos de idade.

Professores maiores de 18 anos também serão imunizados.

Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Os professores deverão apresentar contracheque e comprovante de endereço.

ANTT apreende cinco  veículos no oeste da Bahia.

CIPE CENTRAL intercepta ônibus que fazia transporte irregular de passageiros  Jequié x São Paulo – Jequié Repórter

Foto de referência.

Neste sábado (31/7) a  Agência Nacional de Transportes Terrestres  e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagram cinco veículos realizando transporte interestadual de passageiros sem autorização da Agência.

Todos foram escoltados até o terminal rodoviário de Barreiras-BA. A operação resultou em 14 Autos de Infração e direcionou 250 passageiros, que estavam naqueles veículos, para as empresas de transporte regulares.

Um dos motoristas apresentou documento do veículo vencido e adulterado e foi preso pela PRF e permanece sob custódia da Polícia Civil.

A Agência alerta aos usuários deste tipo ilegal de transporte para o perigo de ficar no meio do caminho. A fiscalização sobre o transporte clandestino será intensificada na Bahia.

A ANTT lembra que há vários riscos que envolvem uma viagem em um transporte não autorizado, justamente pela precariedade dos veículos, que não oferecem segurança, com motoristas cansados, ou não treinados, e pelo aumento no risco de contágio pela COVID-19.

Fiscais constatam que, geralmente, nesse tipo de transporte, as orientações sanitárias para evitar a propagação do vírus não são seguidas.

Para denúncias ou dúvidas se o serviço prestado no momento é realmente legalizado junto à ANTT os usuários podem ser utilizados os canais da Ouvidoria:

WhatsApp (61) 99688-4306; telefone 166 (24 horas); e o e-mail ouvidoria@antt.gov.br

Covid-19: pesquisa investiga eficácia de remédio para diabetes.

Jardiance Para Que Serve? Emagrece? Posologia e Efeitos Colaterais - FazfarmaNet

O estudo Recovery, fruto de uma parceria entre o governo do Reino Unido e a Universidade Oxford, iniciou mais um braço de pesquisa, dessa vez para investigar a possível eficácia da empagliflozina no tratamento para covid-19. Esse medicamento já é utilizado para tratar diabetes tipo 2, doença renal crônica e insuficiência cardíaca.

Os pesquisadores pretendem verificar se a droga é capaz de proteger os órgãos dos danos causados pelo Sars-CoV-2, o que aumentaria a chance de recuperação de pacientes hospitalizados. Sabe-se que ela inibe a ação de moléculas conhecidas como SGLT-2 —no caso do diabetes, isso ajuda a eliminar o excesso de glicose pela urina. Acontece que, durante uma infecção viral, acredita-se o bloqueio dessas moléculas ajudaria a estabilizar certas vias metabólicas, reduzir a inflamação, melhorar a função do coração e aumentar o transporte de oxigênio no sangue.

Cerca de 5 mil pacientes internados com covid-19 participarão do estudo. A dosagem diária será de um comprimido de 10 mg. Além de avaliar o risco de morte, os pesquisadores querem descobrir se o medicamento diminui o tempo de internação hospitalar ou de necessidade de um ventilador mecânico.

Outro medicamento que inibe a SGLT-2 e é usado contra o diabetes tipo 2 —a dapagliflozina — foi testado recentemente no contexto da covid-19. Coordenado pela Academic Research Organization (ARO) do Einstein em parceria com outras instituições e publicado no periódico de The Lancet, o estudo incluiu 1 250 voluntários hospitalizados em decorrência da infecção, sendo que todos possuíam diabetes ou outro fator de risco para problemas cardiovasculares. Resultado: é seguro usar a dapagliflozina durante a internação por covid-19 entre esses pacientes.

Essa mesma pesquisa chegou a sugerir algum benefício contra a covid-19, mas os resultados não foram estatisticamente significativos. Mais um motivo para avaliar a empagliflozina e verificar se essa classe de medicamentos traz alguma vantagem nesse contexto.

O Recovery Esse é o maior ensaio clínico mundial de tratamentos para pacientes hospitalizados com covid-19, com cerca de 40 mil voluntários de Reino Unido, Nepal e Indonésia. O Recovery já demonstrou que a dexametasona (um corticoide) reduz a mortalidade entre pacientes em estado grave com covid-19, por exemplo. E que hidroxicloroquina e azitromicina não ajudam no tratamento.

Além da empagliflozina, os medicamentos baricitinibe (originalmente usado para artrite reumatoide) e fumarato de dimetila (indicado para psoríase e esclerose múltipla) estão sendo investigados pelo grupo para o tratamento do coronavírus. (Fonte: Agência Einstein).

Na Maceió que afunda nas minas de sal-gema, 57 mil pessoas procuram uma nova casa.

Bairros de Maceió afetados por rachaduras acumulam ruínas e ruas abandonadas | Alagoas | G1

As ruínas das casas abandonadas.

O desastre ambiental causado pela exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió completa três anos e meio e soma cerca de 57 mil pessoas atingidas em cinco bairros da cidade, tendo como epicentro o bairro do Pinheiro.

São famílias que tiveram de deixar suas casas após as residências serem condenadas pela Defesa Civil em razão de rachaduras e afundamentos. Vazias, parte das casas foi saqueada -em alguns casos, furtaram até as telhas.
Dentre os afetados pelo incidente, que começou com tremores de terra em janeiro de 2018, estão ao menos 4.500 comerciantes da região que tiveram de fechar as portas ou mudar para áreas mais seguras da cidade.

Que fenômeno ameaça engolir o bairro do Pinheiro, em Maceió?

As realocações incluem lojas, supermercados, escolas, postos de combustíveis e até mesmo um hospital. O grupo Hapvida, por exemplo, teve de transferir cinco unidades que estavam na região, incluindo hospital, clínicas e laboratório. O novo centro médico foi erguido em menos de um ano em outro bairro da cidade.
“Houve um impacto gigantesco na economia dos bairros atingidos”, avalia Ronnie Mota, coordenador na prefeitura de Maceió das medidas de enfrentamento aos afundamentos.
As reparações foram definidas em um acordo firmado em janeiro de 2020 entre a Braskem e a força-tarefa formada pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual e Defensorias Estadual e da União.

Bairro em Maceió corre risco de desabamento | ArchDaily Brasil
Mas os comerciantes cobram celeridade no pagamento das indenizações e participação mais ativa nas negociações. Enquanto isso, decidem sobre o futuro de seus negócios.
A bailarina e professora Eliana Cavalcanti tinha imóvel próprio no bairro do Pinheiro onde mantinha há 40 anos uma das escolas mais famosas de ballet do estado, que leva seu nome.

A escola ficava em uma área de risco, próximo de uma das minas de sal-gema. Por isso, ela teve que alugar outro imóvel e levar toda a estrutura para outra região da cidade.
Eliana diz que recebeu da Braskem um auxílio para a mudança, mas precisou fazer empréstimos para as reformas. A indenização paga posteriormente representa, segundo ela, 50% do valor calculado por seus avaliadores. Parte dela foi usada para pagar aluguéis atrasados.

Mais de 12 mil imóveis são desocupados em bairros de Maceió afetados por afundamento do solo | Alagoas | G1

Além do problema geológico, o negócio sofreu com a pandemia. Em 2018, a escola tinha 160 alunos e hoje, apenas 50. “Fomos expulsos dos nossos lugares. Meu prédio não teve nada, mas antes que acontecesse [algum problema] tive que sair, pelas crianças e adolescentes matriculados”, diz.
Andrea Carvalho, sócia da Sonograph, um centro de diagnósticos que abrigava clínica e exames por imagens, também decidiu pela saída, apesar de não ter o imóvel na área de risco.

Há 23 anos no bairro, ela viu a clientela sumir e funcionários reclamarem de insegurança já que, com desocupação, a região ficou deserta. “Como eu conseguiria ficar num lugar em que os clientes não apareciam? O meu corpo médico estava inseguro”, reclama.

Por ainda não ter o imóvel incluído no mapa de risco, ela não recebeu proposta de indenização da Braskem e teve que contrair empréstimos para a mudança e adaptações do prédio alugado em outro bairro.

Dono da padaria Belo Horizonte, uma das mais famosas do bairro do Pinheiro, Dirceu Buarque resiste com o negócio aberto. O comércio, que funciona há 40 anos no mesmo local, perdeu 80% da clientela, mas ele diz não poder sair porque não tem onde realocar o estabelecimento.

Sob desgaste físico e mental, Buarque conta que está se desfazendo de bens, acumulando dívidas e cortando gastos em casa, inclusive com plano de saúde. Ele também critica o acordo feito em 2020. “Não foi um acordo feito com a gente, estamos sendo penalizados.”

Braskem
Em junho, o Movimento Unificado das Vítimas da Braskem solicitou que fosse instaurado um procedimento para participar das negociações com a empresa e criticou a ausência de critérios e transparência no termo de acordo. Em despacho conjunto, a força-tarefa arquivou a petição, mas o movimento entrou com recurso.

Em nota, a força-tarefa do MPF informou que constatou uma dificuldade no avanço das indenizações dos empreendedores e cobrou da Braskem o aperfeiçoamento dos processos.

Uma das ações foi a contratação de uma empresa para auxiliar na valoração dos lucros cessantes -o que os empreendedores deixaram de lucrar por causa do incidente. Outra ação buscou estabelecer prazos de referência diante das queixas de demora nas respostas após o pedido de reanálise.

O MPF ainda destacou que o termo de acordo visa atender a demanda coletiva gerada pelo desastre, mas não afasta a possibilidade de o atingido acionar o Judiciário.
Os afundamentos em Maceió começaram após abalos sísmicos registrados em janeiro de 2018. O Serviço Geológico do Brasil, órgão do governo federal, concluiu em maio de 2019 que as atividades de mineração da Braskem em área de falha geológica foram a principal causa dos afundamentos. A Braskem chegou a ter em Maceió 35 poços de extração de sal-gema, usado na fabricação de PVC e soda cáustica.

O termo do acordo firmado entre Braskem e força-tarefa alcançou até o momento 14.394 imóveis em condições de risco, dos quais 13.641 já estão desocupados.
Até o final do mês de junho, foram apresentadas 7.519 propostas de indenização às famílias. Destas, 5.251 já receberam a compensação. De acordo com a Braskem, foram pagos até o momento R$ 1,1 bilhão em indenizações, auxílios-financeiros e honorários de advogados.

Para além da indenização das famílias, outro debate deve ganhar corpo nos próximos meses: o da compensação à cidade de Maceió para mitigação de impactos ambientais. A avaliação da prefeitura é que, mesmo concentrada em cinco bairros, o desastre mexeu na dinâmica urbana de toda a cidade.

“São 57 mil pessoas que saíram de suas casas de forma abrupta e repentina, criando demanda por moradia, saneamento e escolas em outras áreas da cidade. Esse prejuízo precisa ser sanado, a população não pode sofrer duplamente”, afirma Ronnie Mota, da prefeitura de Maceió.
Os bloqueios também tiveram impacto no trânsito da cidade. Ruas e avenidas tiveram que ser fechadas para tráfego e estações do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) foram interditadas. A prefeitura ainda monitora, com preocupação, afundamentos em uma região próxima a uma das vias principais mais importantes da cidade.

Em nota, a Braskem informou que vem cumprindo rigorosamente as ações de apoio à desocupação das áreas de risco em Maceió, como o pagamento de auxílio-aluguel de R$ 1.000 mensais para famílias com imóveis condenados.

Comerciantes tiveram direito a adiantamento da compensação no valor de R$ 10 mil, para cobrir gastos adicionais com a realocação. Para empresas pequenas, médias e grandes, o valor a ser antecipado é proporcional ao porte do negócio, segundo a nota.
A Braskem ainda informou que atua na zeladoria e apoio à segurança nas regiões atingidas, assim como adquiriu equipamentos de monitoramento sismológico. Também estão previstas medidas de compensação dos impactos ambientais e indenização para danos coletivos.

Confisco do dinheiro do consumidor continua nas contas de energia.

Lamparinas Antigas Em Cobre | MercadoLivre.com.br

Apesar de Sobradinho estar com 53,34% de sua capacidade de armazenamento e a energia eólica estar suprindo todo o consumo do Nordeste, nordestinos são penalizados com a bandeira vermelha 2 nas contas de energia, exportando para o Sudeste sempre acima de 5 MW. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira vermelha, patamar 2, para o mês de agosto. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,492. Segundo a agência, não houve mudança nos cenários hidrológicos do país. Ou seja, os reservatórios das usinas hidrelétricas ainda sofrem com o período de seca, forçando o uso de fontes de energia mais caras.

“Agosto inicia-se com igual perspectiva hidrológica, com os principais reservatórios do SIN [Sistema Interligado Nacional] em níveis consideravelmente baixos para essa época do ano. Essa conjuntura sinaliza horizonte com reduzida capacidade de produção hidrelétrica e necessidade de acionamento máximo dos recursos termelétricos”, explicou a Aneel.

Em períodos de seca e consequente baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda.

Dentre as dicas trazidas pela Aneel para reduzir o valor da conta de luz, estão o uso racional do chuveiro elétrico (banhos mais curtos e em temperatura morna), do ar condicionado (manter os filtros limpos e reduzir ao máximo seu tempo de utilização) e do ferro de passar (juntar roupas para passar de uma só vez e começar por aquelas que exigem menor temperatura).

Junior Marabá anuncia Vânia Cenci como Secretária de Esportes.

A abertura dos ‘Jogos da Saúde’, evento online promovido neste sábado (31), pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães foi marcada pela emoção.

A até então diretora de Esporte, Juventude e Lazer, Vânia Cenci foi promovida a secretária da pasta.

Cerimônia de abertura – Houve a cerimônia oficial, com o hino do município e o hino nacional, logo após as falas da diretora de Esporte, Vânia Cenci e do secretário interino de Esporte, Carlos Lopes da Fonseca.

O prefeito Junior Marabá comemorou as flexibilizaçoes dos decretos estaduais. “Estamos num momento fantástico, aquele momento em que a gente sente que as coisas vão voltar ao normal. No nosso país e em especial em Luís Eduardo Magalhães. Hoje é a retomada do esporte no nosso município,ainda sem público, mas com o avanço  da vacina nós sabemos que tudo voltará ao normal”, disse.

Ao final de sua fala, anunciou a nomeação de Vânia Cenci como secretária de Esporte.

“Vânia,  muito obrigado por tudo. Você tem um trabalho de dedicação por Luís  Eduardo na área de Esporte que é emocionante.  Sempre foi muito dedicada, focada. O que estou fazendo hoje nada mais é do que merecimento, é mérito seu. E eu não tenho dúvidas do quanto a Vânia vai contribuir cada dia mais com o esporte da nossa cidade”, concluiu.

Depois da Prata, ginasta brasileira ganha medalha de ouro

Rebeca Andrade salta para a história e é ouro nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta conquista primeira medalha da história da ginástica feminina em Jogos Olímpicos e chega ao segundo pódio no Japão.

Terceira a se apresentar, pulou para a liderança àquela altura e sentou. Uma a uma, à beira da pista, viu suas rivais ficarem com notas abaixo que as suas. Aos poucos, o sorriso aumentou até a certeza de que faria história. Com média 15,083 pontos, garantiu o ouro no salto das Olimpíadas de Tóquio. Depois da prata no individual geral, Rebeca volta a subir ao pódio e conquista sua segunda medalha nos Jogos. A primeira da ginástica feminina do Brasil na história.

Rebeca foi a única a conseguir uma média acima de 15,000 no salto. A prata ficou com a americana Mykayla Skinner, com 14,916. A sul-coreana Seojeong Yeo fechou o pódio, em terceiro lugar, com 14,733.

Rebeca Andrade faz grande salto e consegue a média de 15.083

Rebeca Andrade é ouro nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin/ Panamerica Press / CBG

Rebeca Andrade é ouro nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin/ Panamerica Press / CBG

Os saltos de Rebeca

Mykayla Skinner foi a primeira a se apresentar. Abriu com um bom salto, ainda que a chegada não tenha sido centralizada. No segundo, pisou em falso e acabou punida. Fechou com 14,916 de média. Na sequência, Alexa Moreno se apresentou na sequência, com 14,716 de média.

Era, então, a vez de Rebeca. A brasileira parecia tranquila, à espera de sua apresentação. Falou algumas palavras sozinha, olhou para o lado e sorriu. No primeiro salto, um Cheng bem executado, mas com uma queda um pouco para o lado e recebeu 15,166 pontos. No segundo, um Amanar, com dois passos para o lado na descida e tirou 15,000. Com 15,083 de média, pulou para a liderança naquela altura.

Rebeca Andrade nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin/ Panamerica Press/ CBG

O primeiro grande susto foi com a nota da sul-coreana Seojeong Yeo em seu primeiro salto: 15,333 com o salto mais difícil executado na final. A quase queda no segundo salto, porém, abriu espaço para o ouro de Rebeca. No fim, antes de sair a nota da russa Liliia Akhaimova, a última a se apresentar, Rebeca já estava cercada por câmeras. Ali, todos já sabiam: a ginasta de Guarulhos garantira o primeiro ouro da ginástica feminina do Brasil.

Rebeca Andrade nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin/ Panamerica Press/ CBG

 

Talibãs atacam aeroporto de Kandahar, 2ª maior cidade do Afeganistão.

Un centinela monta guardia ante los locales de la Misión de la ONU en Afganistán en Guzara, cerca de Herat, el 31 de julio de 2021© HOSHANG HASHIMI Un centinela monta guardia ante los locales de la Misión de la ONU en Afganistán en Guzara, cerca de Herat, el 31 de julio de 2021

Os insurgentes também se aproximaram dos limites de Herat, grande cidade do oeste que é palco de combates pelo quarto dia consecutivo, e avançaram em Lashkar Gah, capital da província de Helmand, vizinha de Kandahar.

“Em torno de 1h da madrugada, três foguetes foram lançados contra o aeroporto, e dois danificaram a pista”, disse o diretor do aeroporto, Masud Pashtun, à AFP.

“Por isso, todos os voos de e com destino ao aeroporto foram cancelados”, acrescentou Pashtun, informando que uma equipe trabalha para reparar a pista.

O complexo aeroportuário de Kandahar e sua única pista de aterrissagem abrigam uma base aérea militar essencial para o abastecimento das tropas afegãs, que lutam há semanas com os insurgentes nos arredores desta cidade de 650.000 habitantes.

Em Herat, as milícias antitalibãs de Ismail Khan, um poderoso senhor da guerra local, tentam conter o avanço dos insurgentes 7 km ao oeste da cidade, conforme correspondente da AFP.

No sul desta cidade, os talibãs tomaram a ponte Pul Malan e disputam com as forças afegãs a ponte de Pastun Pol, situada na estrada que leva ao aeroporto de Herat.

O Ministério afegão da Defesa anunciou a chegada de centenas de soldados das forças especiais a essa cidade “para intensificar as operações ofensivas e aniquilar os talibãs”.

Kandahar e Herat, cidades cruciais

Desde maio, aproveitando-se da quase concluída retirada das forças estrangeiras do país, os talibãs deflagraram uma ofensiva, por meio da qual assumiram o controle de grandes territórios rurais.

As forças governamentais oferecem pouca resistência e mal conseguem controlar os grandes eixos de comunicação e as capitais provinciais. Algumas delas estão sob cerco dos insurgentes.

Nas últimas semanas, os talibãs chegaram aos arredores de Kandahar, berço do movimento islâmico e segunda cidade mais populosa do país, depois de Cabul. Milhares de moradores fugiram para áreas vizinhas.

Os talibãs fizeram desta cidade o epicentro de seu regime, quando governaram o Afeganistão (1996-2001), um período no qual impuseram uma leitura ultraconservadora da lei islâmica.

Uma hipotética queda de Kandahar, ou de Herat, terceira maior cidade afegã com 600.000 habitantes, seria um desastre para as autoridades afegãs e para o ânimo de suas tropas. Também aumentaria as dúvidas sobre a capacidade de Cabul de deter seus inimigos.

Os talibãs conquistaram vários distritos da província de Herat, assim como duas passagens de fronteira na região: a de Islam Qala, principal posto com o Irã, e a de Torghundi, com o Turcomenistão.

Nos combates travados nesta cidade na sexta-feira (30), o prédio da Missão da ONU no Afeganistão (UNAMA) foi atacado por foguetes e armas de fogo. Neste domingo, a organização pediu aos talibãs que investiguem o ocorrido.

Repelidos uma primeira vez no sábado, em Lashkar Gah, os talibãs voltaram à carga hoje e conseguiram entrar nesta cidade de 200.000 habitantes.

“Há combates dentro da cidade, e pedimos o envio de forças especiais”, disse o chefe do conselho provincial de Helmand, Ataullah Afghan, à AFP.

Ambos os lados “disputam rua a rua”, declarou neste domingo Badshah Khan, um morador local, acrescentando que os insurgentes tomaram posse de vários prédios da administração pública.

“É uma cidade morta”, completou, descrevendo ruas cheias de cadáveres.

Não falha nunca: Bolsonaro escolheu Reitor da UFRGS e já deu problema.

Reitor e pró-reitores da Ufrgs estão com covid-19 - Extra Classe

Bulhões corre o risco de ser impedido

O plenário do Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), órgão máximo de tomada de decisões na instituição, decidiu, em votação na tarde desta sexta-feira (30), pedir ao Ministério da Educação (MEC) a abertura de um processo administrativo disciplinar que pode resultar no “impeachment” do reitor Carlos André Bulhões. O embate ocorre devido à condução da reforma administrativa da universidade.

Os conselheiros também concordaram em acionar o Ministério Público Federal (MPF) para investigar Bulhões, sob a alegação de que há indícios de violação dos princípios da legalidade e publicidade, o que poderia caracterizar prejuízo ao patrimônio público.

O presidente Jair Bolsonaro nomeou em setembro de 2020 o professor Carlos André Bulhões Mendes como novo reitor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) para os próximos quatro anos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, assinada por Bolsonaro e pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Bulhões ficou em terceiro lugar na lista tríplice para reitoria da UFRGS, com um número ínfimo de votos.  Desde o início do governo, 25 reitores de universidades federais já foram escolhidos por Bolsonaro. Destes, 14 foram indicados sem liderar uma lista tríplice, conforme levantamento da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Luís Eduardo: Jogos da Saúde com transmissão ao vivo no Youtube!

Contaremos com as seguintes modalidades: Basquete, Handebol, Futsal e Vôlei.

Confira a programação:
14h30min. Abertura;
14h45min. Basquete 3X3;
15h00min. Basquetebol;
15h50min. Handebol;
16h30min. Futsal Feminino;
17h20min. Futsal Masculino;
18h00. Voleibol.

Acompanhe ao vivo!
Acesse diretamente pelo QR Code ou no https://youtu.be/F8HK-K7juHg

STF manda União pagar R$ 16 bilhões para Bahia, Ceará, Pernambuco e Amazonas.

Todas as decisões foram tomadas pelos ministros Rosa Weber e Edson Fachin

Julgamento do STF em 2017 produziu bomba-relógio sobre restituições da União a Estados por cálculo incorreto do Fundef.

A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que condenou a União a ressarcir Estados pelo cálculo incorreto do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) produziu uma bomba de R$ 15,6 bilhões.

O valor é parte dos R$ 89 bilhões em precatórios que terão de ser pagos em 2022 pelo governo federal. O valor bilionário que chegou ao Ministério da Economia via STF corresponde aos precatórios (dívidas judiciais) produzidos em processos movidos pelos Estados da Bahia, Amazonas, Ceará e Pernambuco. Os casos foram decididos pelos ministros Edson Fachin e Rosa Weber.

Do poder360.com.br

Secretaria de Educação de Luís Eduardo promove curso para diretores de escolas.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Educação promoveu nos dias 28, 29 e 30, o curso ‘Programa Direto na Escola (PDDE) – Gestão e Execução’.

A formação foi voltada para os diretores, presidentes de Associação de Pais e Mestres (APMs) e coordenadores de escolas.

“O objetivo do curso é fazer um treinamento sobre o PDDE, programa do Fundo Nacional da Educação (FNDE), que disponibiliza os recursos direto para as escolas, para trazer mais transparência e autonomia na gestão das escolas e com esses recursos, as escolas fazem compras de materiais administrativos, manutenção e outros. Esse curso vai orientar como gerir esse recurso e orientá-los”, explicou uma das tutoras do curso, a coordenadora do setor de gestão e programas, Bruna Gabriela Seibert Schneider.

De acordo com a diretora de Ensino, Miriam Martins, o curso é preventivo.

“Temos muitos diretores novos, então tem essa dificuldade de prestar conta. E a prestação de conta quando ela não é realizada de forma correta, acarreta no corte desses recursos, também gera multas, que quem tem que arcar é a Prefeitura”, pontuou.

Hoje tem vacina, primeira dose, para maiores de 38 anos em Luís Eduardo.

Covid-19: Pessoas a partir dos 38 anos serão vacinadas neste sábado (31) em LEM; Município recebeu 400 doses para primeira vacinação

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde realiza neste sábado (31), das 8h às 12, no sistema Drive-Thru, vacinação para primeira  dose contra o Covid-19, para pessoas a partir dos 38 anos de idade.

Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

O município recebeu nesta sexta-feira (30), 400 vacinas para primeira dose.

Barreiras também está vacinando hoje

Identificadas as vítimas da violenta colisão de ontem na BR 242

Trabalhadores seguiam de São Paulo com destino a Sergipe

Foram identificadas as cinco vítimas de acidente fatal envolvendo três veículos que aconteceu na manhã desta sexta-feira (30), na BR-242, na altura do KM 869, município de Barreiras (BA), aproximadamente 20 KM de Luís Eduardo Magalhães.

As vítimas foram identificadas como sendo, Adriano Gonçalves Rodrigues, 30 anos, natural de Inhapim-MG; Felipe Silva Batista, 22 anos, natural de São Paulo/SP; Cleber Pereira da Silva, 43 anos; Marcelo Moreira de Oliveira, 33 anos; Jefferson Paulino de Lima, 28 anos, natural de Recife/PE.

Os corpos foram removidos para o necrotério do Departamento de Polícia Técnica de Barreiras onde passarão por exames.

Do blogbraga

Em agosto começa a terceira onda com a variante Delta da Covid.

Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista e ex-presidente da Anvisa, analisou hoje, durante o UOL News sobre a reabertura do comércio com 100% da capacidade e do fim do toque de recolher em São Paulo. Segundo o especialista, os cuidados com a variante delta devem maior atenção. Assim como está acontecendo na Europa e nos Estados Unidos devemos nos preparar para enfrentar a terceira onda.

Editais de leilão de bens imóveis em Luís Eduardo Magalhães.

O Doutor CLAUDEMIR DA SILVA PEREIRA, Juiz de Direito nesta Vara do Sistema dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais da Comarca de Luís Eduardo Magalhães – BA, determina a publicação dos seguintes editais:

1- Edital de Leilão

2- Edital de Leilão

Veja detalhes dos editais clicando nos respectivos links.

Quando o jornalismo faz história

Da newsletter semanal de Marina Amaral, diretora executiva da Agência Pública 

Natalia Viana - Portal dos Jornalistas

Natália Viana

Gente mais gabaritada (e menos suspeita) do que eu já comemorou o lançamento de “Dano Colateral”, o livro de minha querida parceira de fundação da Agência Pública, a jornalista Natalia Viana. Elio Gaspari, Pedro Abramovay, Bruno Paes Manso, Renata Lo Prete, que entrevistou Natalia no podcast “O Assunto” – é longa a lista dos que destacaram a relevância da investigação da jornalista para compreender como o Exército voltou a ter poder político no país.

Do papel de “grande mudo”, a que estava relegado desde sua participação na posse de Sarney, à presença maciça de militares no governo Bolsonaro, com a ocupação de cargos-chave da Defesa à Saúde, a jornalista descreve os movimentos que os levaram ao papel de fiadores do impeachment de Dilma, a inimiga figadal, e do governo impopular de Michel Temer, preparando o salto definitivo para o poder com a eleição de Jair Bolsonaro.

DANO COLATERAL - - Grupo Companhia das Letras

Do ponto de vista jornalístico, o mais interessante, porém, é que não foram offs palacianos nem segredos de caserna que levaram Natalia a esclarecer esse ponto nevrálgico de nossa história.

Para além de uma alentada entrevista com o general Etchegoyen, que desempenhou papel crucial em todo esse processo, foi o acompanhamento minucioso de casos de vítimas das operações GLO, inclusive na Justiça Militar, que a conduziu à descoberta de como o Exército, fortalecido pelos governos do PT, em especial com as missões da ONU no Haiti e com o comando da segurança dos megaeventos no governo Dilma, aproveitou-se da brecha, representada pelo artigo 142 da Constituição, para voltar a opinar – ou mesmo decidir – sobre as questões nacionais.

Em dois anos de investigação, inclusive com um especial sobre o tema publicado na Agência Pública, Natalia contou 35 vítimas, sobretudo nas favelas do Rio de Janeiro, entre 2011 – quando ironicamente a ex-presidente “abraçou a política de GLOs”, iniciada ainda no último ano do governo Lula com a ocupação do Complexo do Alemão – e 2019, período em que as operações GLO chegaram ao auge com o governo Temer incluindo a intervenção federal na Secretaria de Segurança Pública do Rio em 2018 (a primeira e única da redemocratização). Não por acaso comandada pelo general Braga Netto, que hoje é homem forte do governo Bolsonaro. Natalia mostra como os julgamentos pateticamente injustos dos responsáveis pelas mortes foram acompanhados de mudanças de legislação para proteger os militares, a começar pela primeira delas, no governo Temer, quando também os homicídios dolosos voltaram a ser de competência da Justiça Militar.

A última operação enfocada é a Muquiço, na Vila Militar, quando o carro da família do músico Evaldo Rosa foi alvejado com 62 dos mais de 80 tiros de fuzil disparados por uma patrulha do Exército, matando Evaldo, de 46 anos, e o catador Luciano Macedo, de 27 anos, quando ele se aproximou para tentar ajudar o músico.

Para além de provar que a violenta operação, que provocou escândalo, já no governo Bolsonaro, era ilegal de origem, foi esse o caso que despertou Natalia a ir além das reportagens, como ela revela no prólogo:

“Não foi a comoção passageira em torno do fuzilamento que me levou a escrever este livro. O que me moveu foi ter lido e ouvido tantas vezes a respeito do sol forte que castigava Luciano Macedo, depois de baleado pelos soldados. Enquanto sua esposa implorava por socorro, Luciano agonizou sob o sol carioca por ter tentado salvar a vida de outro brasileiro, negro como ele, que nem sequer conhecia.

‘Me tira do sol’ foram algumas das últimas palavras desse catador de recicláveis que morreu como herói”.

É olhando para as vítimas que se descobre o que tramam os poderosos. É ouvindo o coração que uma repórter conta uma grande história. Um grande viva aos jornalistas da estirpe de Natalia Viana.

Abapa e Fundeagro ativam campanha “Algodão que aquece”

Na semana mais fria do ano no Brasil, o que pode ser mais providencial que um casaco de moletom, 100% algodão? São agasalhos, assim, que as crianças da zona rural do município de Riachão das Neves estão recebendo, do projeto “Algodão que aquece”. A iniciativa existe desde 2018, sob a liderança do Núcleo Mulheres do Agro, e conta com o apoio da Abapa e do Fundeagro. A vice-presidente da associação, Alessandra Zanotto, acompanhou a etapa de entregas na quinta-feira (29/07), em sete escolas de duas localidades do município. A distribuição começou em Riachão na última terça-feira e prosseguiu até hoje. Só em Riachão das Neves, foram entregues 2.492 agasalhos.

“Um agasalho para quem precisa é mais que uma peça de roupa: é aconchego, abraço. A Abapa, como entidade dos cotonicultores, não poderia ficar de fora desta iniciativa”, argumenta Alessandra. Ela explica que o projeto envolve ainda um pilar educativo, que trata da importância da cadeia produtiva do algodão e a sua na vida das pessoas do Oeste da Bahia, região que é a segunda em volume de produção do Brasil.

Este ano, a novidade ficou por conta dos mascotinhos do projeto, Nina e Cadu, que viraram bonecos, e ficarão em cada escola como parte do projeto pedagógico multidisciplinar, que inclui a animação protagonizada pela dupla. “Nina e Cadu explicam, de uma forma bem didática e divertida, o caminho percorrido pelo algodão, desde a lavoura, até virar aqueles casaquinhos, e as professoras vão ajudar a contar esta história para as crianças, durante as aulas”, diz.

Em plena correria da colheita, parar um dia para participar de uma atividade assim, é algo muito especial”, conclui Alessandra. Além da Abapa, também apoiam esta iniciativa, FMC, Sumitomo Chemical, Basf/FiberMax, Zanotto Cotton, D’Fibra, AvantiAgro e J&H Sementes.

Caprino-ovinocultura viabiliza comercialização mensal de mais de R$100 mil para pequenos produtores do Semiárido.

Pequenos criadores de ovinos e caprinos do Semiárido da Bahia estão melhorando a produção e acessando novos mercados após o aporte do Governo do Estado, por meio dos projetos Pró-Semiárido e Bahia Produtiva.  As famílias contam com assistência técnica continuada, ofertada por técnicos especialistas no sistema produtivo da caprino-ovinocultura. A iniciativa tem proporcionado a melhoria do rebanho, agregação de valor ao produto e, consequentemente, o acesso a mercados especializados.  

Com a contratação da equipe técnica e sua atuação junto a produtores e produtoras de 28 comunidades rurais dos municípios de Itiúba, Monte Santo, Uauá, Casa Nova, Campo Formoso, Jaguarari, Andorinha e Juazeiro, o número de cordeiros e cabritos abatidos e comercializados, para a Cooperativa Regional de Alimentos Bahia Ltda – Frigbahia, aumentou cerca de 300%.  

Em dezembro de 2020, a Central de Comercialização das Cooperativas da Caatinga (Central da Caatinga) formou lote de 65 cordeiros/cabritos para o abatedouro Remanso, totalizando o valor de R$ 15 mil. Já neste mês de julho, o número de animais chegou a 220 e quase quadruplicou o valor comercializado. 

Jorge Trindade, membro da Central da Caatinga, ressalta a importância do apoio para que fosse possível alcançar esse resultado. “Após o apoio da Assessoria Técnica Continuada – ATC do Pró-semiárido, ficou evidente a ampliação das ações na base produtiva e no processo de comercialização. No mês de junho/julho, por meio do trabalho dos técnicos que atuam diretamente nos territórios de abrangência da Central da Caatinga, foram comercializados 2 lotes expressivos”. 

A soma do valor comercializado nos dois lotes deste mês de julho é de mais de R$100 mil. A operação comercial realizada pela Central da Caatinga baseia-se na venda de cordeiros e cabritos em pé (animais vivos) para abatedouros e frigoríficos. Com a boa produtividade dos rebanhos, há um cronograma quinzenal de entregas acordado. A próxima entrega está prevista para o início de agosto. 

O Pró-Semiárido e o Bahia Produtiva são projetos executados pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública ligada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O Pró-Semiárido é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) e o Bahia Produtiva, pelo Banco Mundial.

Impostômetro marca R$ 1,5 trilhão na madrugada deste domingo, 1/8.

Montante equivale a impostos pagos à União, estados e municípios desde 1 de janeiro deste ano. Que maravilha: 1,5 trilhão de reais e o Governo piromaníaco e nazistóide paralisado, sem vacinas, sem empregos, sem alimentos baratos para a população. Vivemos dias de escuridão.
O Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e que mostra em tempo real a arrecadação de impostos no país, vai registrar na madrugada do próximo domingo (1/8), às 3h42, a marca de R$1,5 trilhão de impostos. Esse é o montante pago pelos contribuintes desde o primeiro dia do ano aos governos federal, estaduais e municipais. No ano passado, o registro aconteceu em 28 de setembro, o que quer dizer que em 2021 os brasileiros estão pagando mais impostos.
As causas do aumento da arrecadação de tributos neste ano, comparado com 2020, são a melhora da situação da economia, com maior produção e maior consumo, de um lado, o que é positivo, e a elevação dos preços dos produtos e serviços, de outro, o que é negativo. A taxa de inflação, medida pelo IPCA atingiu 8,6% em doze meses, mas o IGP subiu mais de 33% no mesmo período. O aumento dos preços se reflete na receita tributária contribuindo que o ritmo de crescimento seja mais rápido este ano, como mostra o Impostômetro, analisa o economista da ACSP, Marcel Solimeo.

Ele pondera que no mesmo período do ano passado a maioria dos estados ainda adotava medidas restritivas para o funcionamento de lojas, shoppings e restaurantes com objetivo de conter o avanço da covid-19. “Boa parte do aumento da arrecadação deste ano é explicada pela melhora da economia, que está menos sujeita a restrições de funcionamento”, diz Solimeo.

O QUE FAZER COM R$1,5 TRILHÃO?
O que você faria com R$1,5 trilhão? De acordo com os cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), com esse montante é possível comprar mais de 48 mil carros populares; se aplicado na poupança, esse valor renderia também mais de R$ 8,6 milhões por mês.

PESO DOS IMPOSTOS
No site https://www.impostometro.com.br é possível saber qual a alíquota de imposto por produto. Os consumidores que não se prepararam para a massa de ar polar e precisam comprar cobertores, por exemplo, vão desembolsar 26,05% em imposto. Edredom, são 37,88%; aquecedor de ambiente, 48,30%; casaco de moletom, 34,67% e cachecol, 34,13%.
O painel físico do Impostômetro está localizado na Rua Boa Vista, 51, Centro Histórico de São Paulo – anexo ao edifício sede da Associação Comercial de São Paulo.

Sul registra temperaturas ainda mais baixas nas últimas 24 horas.

Onda de frio chega ao Brasil e Sul registra neve e temperaturas negativas

A forte massa de ar frio de origem polar que se espalha sobre vários estados brasileiros provocou geadas e temperaturas abaixo de zero em diversas áreas do país na madrugada e manhã desta sexta-feira (30).

Em Santa Catarina, o amanhecer congelante rendeu um novo recorde. Em Urupema, na Serra, os termômetros registraram -8,9 °C, às 7h. Segundo o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram), essa é a menor temperatura do ano no estado e no Brasil.

Neve: Nevou no sul do Brasil e frio chegou a -8 graus: veja vídeos | VEJA SÃO PAULO

A mínima mais baixa havia sido registrada na quinta-feira (29), em Bom Jardim da Serra, com -8,6°C. Ao contrário dos últimos dias, não houve registro de neve no Sul, mas as temperaturas caíram ainda mais.

Ao menos 29 municípios do Paraná amanheceram com temperaturas negativas nesta sexta-feira (30), segundo o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná). O cenário congelante foi mais extenso do que o registrado no dia anterior.

Frio: Tudo que você deve saber sobre a onda polar que atinge o Brasil

O recorde de temperatura negativa ocorreu em General Carneiro, no extremo sul do estado, onde os termômetros marcaram -7,3 °C. O distrito de Entre Rios, em Guarapuava, na região centro-sul, registrou -4,3 °C pela manhã.

Mesmo com médias mais amenas a depender da área, todas as regiões paranaenses registraram temperaturas menores do que 5 °C nas primeiras horas do dia – as mais altas só ocorreram no noroeste do estado.

Urupema (SC) registrou o recorde de menor temperatura do ano no país, com -8,9 °C Marleno Muniz Farias/Prefeitura Urupema Campo branco pela geada em Urupema **** Em Curitiba, pelo segundo dia consecutivo, a temperatura ficou abaixo de 0 °C, chegando a -0,6 °C. Pontos turísticos da cidade, como o Jardim Botânico e o Parque Tingui, amanheceram cobertos de branco pela geada forte.

Diante do frio extremo dos últimos dias, o governo do Rio Grande do Sul está promovendo um “cobertaço” nesta sexta-feira, com coleta de cobertores em um drive-thru montado em frente ao Palácio Piratini, sede do Executivo em Porto Alegre, entre 9h e 17h.

Segundo o governo, a campanha ocorre de forma intensificada, já que a procura por cobertores se intensificou e o estoque está reduzido.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrou geada em dez pontos espalhados por todas as regiões do estado nesta manhã. Em Lagoa Vermelha e Santa Maria o fenômeno ocorreu de forma mais intensa, com os termômetros registrando temperaturas negativas.

As previsões apontam para o distanciamento da massa de ar polar da região sul do país nos próximos dias, com elevação gradativa das temperaturas a partir da tarde desta sexta.

“A massa de ar mais seca predomina sobre o Sul do Brasil e a condição é de tempo mais firme e estável. Esse final de semana ainda será de frio, especialmente nas madrugadas e amanhecer. No início da próxima semana também faz frio, mas não tão intenso como estes últimos três dias”, informou o meteorologista do Epagri/Ciram, Marcelo Martins.

O frio intenso ultrapassou as barreiras do Sul e se espalhou para outras regiões brasileiras. Nos registros do Inmet, a geada apareceu até em Sorocaba (SP) e em Machado, no sul de Minas Gerais.

Belo Horizonte registrou nesta sexta-feira a menor temperatura do ano com 6,3 °C, superando a marca anterior para o período, de 7,6 °C, ocorrida no último dia 20.

Os dados são do meteorologista Lizandro Gemiacki, do Inmet na capital. Os 6,3 °C foram captados na estação Cercadinho, que fica no ponto considerado o mais frio do município.

Com a queda na temperatura na cidade, a prefeitura colocou em funcionamento plano de contingência para população de rua que vai vigorar até 5 de agosto.

Equipes do Serviço Especializado de Abordagem Social vão, conforme o município, aumentar sobretudo no período noturno, as abordagens a quem vive nas ruas. O foco é tentar convencê-los a se dirigem a abrigos públicos.

Antes mesmo da temperatura na cidade bater novo recorde de baixa, o frio em Belo Horizonte já havia aumentado a procura por roupas de frio na rede de proteção a moradores de rua montada pela pastoral da arquidiocese da capital.

Na semana passada, conforme informações da entidade, ocorreu a entrega de 600 agasalhos, ante 400 na semana anterior. A pastoral recebe doações individuais e de grupos de apoio a pessoas carentes.

Já no Rio de Janeiro, a madrugada foi menos fria do que se esperava. Como várias capitais do Sul e do Sudeste, a cidade tinha chance de bater o recorde de menor temperatura do ano (8,4°C), mas atingiu a mínima de 12,6°C na região de Jacarepaguá (zona oeste), segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Ainda assim, a prefeitura reforçou nos últimos dias as equipes que oferecem acolhimento às pessoas em situação de rua (mais de 60 aceitaram), criou vagas emergenciais em abrigos, retomou a campanha do agasalho e abriu pontos de apoio por 24 horas para distribuir alimentos, água, roupas e cobertores.

Desde terça (27), os cariocas também têm sofrido com a ressaca que atinge o litoral brasileiro de Santa Catarina até a cidade fluminense de Arraial do Cabo. Nesta quinta (29), o mar avançou sobre a avenida da praia no Leblon, na zona sul, por exemplo. Um trecho da via foi interditado, e a ciclovia ficou repleta de areia.

A Marinha emitiu um alerta dizendo que ondas de até quatro metros podem chegar à orla da cidade até a noite deste sábado (31). A recomendação é para que as pessoas evitem mergulhar, navegar ou praticar esportes e não fiquem em mirantes ou outros locais próximos ao mar durante esse período.

O motivo é um ciclone extratropical na costa do Uruguai e do Rio Grande do Sul que causa um vento forte no oceano, segundo o Climatempo. A lua cheia também ajuda a elevar o nível das marés e a altura das ondas. Como ela está alinhada com o Sol e a Terra, a força gravitacional é ainda maior.

Acontece neste sábado, dia 31 de julho, o evento esportivo online ‘Jogos da Saúde’.

No próximo sábado (31), os amantes do esporte poderão assistir de casa, tanto pelo Youtube ou ouvir pelas ondas do rádio, o evento online ‘Jogos da Saúde’, uma realização da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Esportes, com o apoio da Mundial FM.

A prática de esporte é fundamental para a imunidade e com a flexibilização das atividades esportivas coletivas, a Prefeitura resolveu realizar amistosos entre algumas modalidades.

O momento ainda não permite público, mas quem não perde uma competição, poderá acompanhar no conforto de sua casa. Serão mais de cinco horas de transmissão ao vivo.

“Estamos muito felizes em retomar aos poucos as atividades coletivas, sabemos o quanto os nossos atletas estavam ansiosos para esse momento”, comentou a diretora de Esporte, Vania Cenci.

Para o prefeito Junior Marabá, todo o evento foi pensado visando a segurança dos participantes. “Estamos seguindo diversos protocolos de segurança, para que todos estejam seguros e que o show possa continuar”, disse.

Confira a programação:
14h30 – Abertura
14h45 – Basquete 3X3
15h – Basquetebol
15h50 – Handebol
16h30 – Futsal Feminino
17h20 – Futsal Masculino
18h – Voleibol

Conselho Municipal de Meio Ambiente se reúne para discutir importantes temas para a comunidade de Luís Eduardo.

Durante reunião do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Luís Eduardo Magalhães (CMMA), realizada nesta semana, importantes temas foram tratados sobre o município.

O principal deles, foi o anúncio da publicação do edital de licitação para construção do aterro sanitário do município. “Um sonho que a cada dia se aproxima da sua realização”, disse o secretário de Meio Ambiente e presidente do Conselho, Jefferson Café.

Também serão instalados na cidade, quatro Ecopontos, locais que servirão para descarte de resíduos sólidos, dessa forma, reduzindo o problema de depósito irregular desses resíduos.

No encontro, também foi apresentado o ‘Plano de Arborização’, que consiste no plantio de mudas de árvores nativas do Cerrado, para revitalização das avenidas da cidade.

“A reunião foi bem inspiradora, onde foi relatada o início de uma jornada promissora para Cidade de LEM, com a iniciativa do aterro sanitário em andamento e a parte visual de implantação da arborização urbana, que foi uma ideia maravilhosa! Pois muda o cartão de visita de nossa cidade”, disse a representante da Associação Caliandra, Valéria Bonfim.

“Estamos ao lado da população, à frente de uma pasta importante no dia a dia da população e estamos comprometidos em fazer a nossa cidade dar certo” disse Jefferson Café.

O Conselho – O Conselho tem função consultiva e deliberativa em relação as ações tomadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Economia Solidária.

Se não for bizarra e mirabolante, a história não serve para o gado.

Prova Das Fraudes Nas Urnas! Exclusivo e Urgente"

O presidente Jair Messias está interessado apenas em bater recordes. Na famosa “live” alegou que tinha conhecimento de fraudes eleitorais através do vídeo um famoso “acupunturista de árvores”. (Na imagem).

Parece até que o Presidente Provisório se orienta pelo fato de que quanto mais esdruxulas, bizarras, estapafúrdias, inusuais e mirabolantes foram suas afirmações, mais os seguidores, conhecidos como “gados”, acreditam em suas versões.

Estamos vivendo nos estertores de uma histeria coletiva. Trata-se de uma histeria em massa ou folie à plusieurs (do francês, “Loucura de muitos), é o fenômeno sociopsicológico definido pela manifestação dos mesmos ou semelhantes sintomas histéricos por mais de uma pessoa.

Há pouco tempo, a esquizofrenia costumava atacar, paulatinamente, todos os membros de uma casa, depois de se pronunciar em um único deles. Hoje a esquizofrenia ataca, dentro do mesmo sistema, os participantes comuns de um grupo de whatsapp.

Em Luís Eduardo, Advogado é condenado a pagar multa, solidariamente, por litigância de má-fé.

Por que os juízes usam martelo no tribunal? | Super

A mulher alegava que a negativação de seu nome no serviço de proteção ao crédito seria indevida, já que o débito seria inexistente e fruto de falha na prestação do serviço. Mas o juiz Claudemir da Silva Pereira considerou que a ré demonstrou a legitimidade do crédito por meio de farta documentação.

O magistrado lembrou que o advogado da causa já havia ajuizado outras ações artificiais na mesma vara, todas negando dívidas e pedindo indenização — atualmente existem 63 processos do advogado tramitando nos juizados baianos. Segundo o juiz, a peça da vez era genérica, padronizada, idêntica aos outros processos em curso e não contemplava minimamente as especificidades do caso.

De acordo com ele, a exordial não especificava o caráter compensatório da indenização, não demonstrava a extensão do dano e não abordava a capacidade econômica das partes nem a extensão da culpa da ré.

“Não se preocupou o causídico, ou a própria consumidora, em diligenciar sobre a existência, ou não, da dívida junto à empresa responsável pelas restrições creditícias envolvendo o nome do seu cliente, datas, valores, produtos etc.”, ressaltou.

O advogado sequer teria substituído os dados da petição, já que se referia à comarca como se pertencesse ao estado de Goiás, e afirmava que a sua cliente residiria em Santo Antônio do Descoberto (GO). Para o juiz, seria “inusual” o fato de o advogado contratar clientes em locais muito distantes de seus escritórios.

“Sendo o mesmo advogado e, sem escritório nesta comarca, insistindo nestas diversas lides, que demonstram sim a prática da advocacia predatória, com lide artificial e temerária, patente a má-fé, acredito que não é justo, desta forma, somente penalizar a parte, a consumidora, a demandante, que não sabe bem o que pode acontecer de uma aventura jurídica”, concluiu o juiz. A multa determinada foi de 9% do valor atualizado da causa.

Acidente na BR 242 causa cinco vítimas fatais.

Na manhã desta sexta-feira, 30, por volta das 9h, ocorreu uma colisão grave envolvendo uma ambulância, uma carreta e um carro de passeio na BR 242, próximo ao Cerradão, no município de Barreiras.

Segundo informações preliminares, com o forte impacto os dois veículos saíram da pista. O carro de passeio ficou bastante destruído e as primeiras informações seriam cinco óbitos e vítimas presas nas ferragens.

Duas equipes do SAMU estão no local. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para registrar o acidente.

Reportagem de Jadiel Luiz / Blog do Sigi Vilares

Vai ter golpe?

Artigo de Eliane Brum* para El País.

O que você acha? Vai ter golpe ou não?”. Esta é a pergunta recorrente, do sul ao norte do Brasil. Diferentes grupos têm marcado reuniões privadas pela Internet para debater o assunto. Encontros virtuais com a família, a versão pandêmica do famoso almoço de domingo, desde a eleição de 2014 mais perigoso do que um vidro inteiro de pimenta malagueta, foi tomado pelo tema. Eu mesma ouço essa pergunta várias vezes por dia. Há pessoas respondendo a convites internacionais com um texto padrão: “Atualmente, a média de mortes por covid-19 no Brasil é de mais de 1000 por dia, a variante Delta está se espalhando pelo país, a vacinação é lenta e Jair Bolsonaro pode dar um golpe a qualquer momento. Assim, torna-se difícil confirmar minha presença com tanta antecedência. O mais prudente seria confirmar o mais perto possível da data….”. Quando se torna corriqueiro falar sobre a possibilidade de um golpe de Estado e planejar os dias já incluindo essa “variável” é porque o golpe já está acontecendo —ou, em grande medida, já aconteceu. O golpe já está.

Escrevo há mais de um ano que o golpe de Bolsonaro está em curso. O golpe de fundo começou antes de Bolsonaro assumir o poder no Brasil e se realiza e aprofunda a cada dia de Governo. Se o caso brasileiro é o mais explícito, a formulação atual dos golpes de Estado pode ser percebida em diferentes partes do globo, de Donald Trump, nos Estados Unidos, a Viktor Orbán, na Hungria. É importante perceber isso porque, se não o fizermos, não teremos como barrá-los.

No caso dos Estados Unidos, é verdade que, no último momento, as instituições, muito mais sólidas do que em qualquer outro país das Américas, mostraram-se capazes de impedir a tentativa de golpe de Trump. Mas também é verdade que, mesmo com Joe Biden no poder, o trumpismo cumpriu o objetivo de produzir um impacto profundo sobre a estrutura do país, impacto que segue ativo. Conseguiu, principalmente, produzir uma imagem, corrompendo a linguagem da democracia americana para sempre ao realizar o impensável, na cena da invasão do Capitólio. A porta agora está aberta.

No Brasil, o esgarçamento da linguagem é muito anterior à eleição de 2018, aquela que formalmente colocou a extrema direita no poder. É possível localizar pelo menos três momentos decisivos para o impeachment de Dilma Rousseff (PT), apontado por grande parte da esquerda como um golpe “branco” ou “não clássico”. Quando a presidenta é chamada de “vaca” e de “puta” em estádios de futebol, na Copa de 2014; quando, em 2015, um adesivo com sua imagem de pernas abertas se populariza nos tanques de combustível dos carros, de forma que a mangueira a penetre, simulando um estupro; e, finalmente, em 2016, durante a sessão que aprova a abertura do impeachment, em que Jair Bolsonaro, então deputado, dedica seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, “o pavor de Dilma Rousseff”.

Ao evocar a tortura da presidenta durante a ditadura civil-militar (1964-1985), Bolsonaro a tortura mais uma vez, cometendo o crime (artigo 187 do Código Penal) de apologia à tortura, e conecta explicitamente os dois momentos históricos, o da ditadura e o do impeachment, expondo a ruptura democrática que os une. “Puta” e “vaca” na boca da massa espumando ódio (e também de algumas jornalistas), estuprada na traseira dos carros da classe média, torturada mais uma vez pelo elogio à sua tortura feito por Bolsonaro em pleno parlamento. Depois disso, qual seria a dificuldade de arrancar Rousseff do poder? Se tudo isso já tinha sido aceito como “normal”, qual seria o empecilho para aceitar o impeachment?

É isso que chamo de estupro, corrosão ou esgarçamento da linguagem. A preparação do golpe é primeiro um investimento nas subjetividades. Pela capacidade de viralização dos discursos nas redes sociais, assim como pela velocidade na produção e reprodução de imagens na Internet, a sociedade vai “aceitando” o inaceitável. Em seguida, passa a assimilá-lo —e finalmente a normalizá-lo e até mesmo a reproduzi-lo. Aquilo que até então era considerado regra básica de civilidade, fundamental para permitir a convivência, é convertido em “politicamente correto” —e o politicamente correto passa a ser maliciosamente tratado como “censura” ou “cerceamento da liberdade”. Quando o golpe formalmente se efetiva, o inaceitável já está aceito e internalizado.

O mesmo fenômeno permitiu a Bolsonaro executar seu plano de disseminação do coronavírus, espalhando mentiras para atacar primeiro as máscaras e o isolamento físico, depois as vacinas, resultando (até agora) em mais de 550.000 mortos. Afirmando publicamente, como figura pública máxima, o inconcebível, Bolsonaro tornou corriqueiro milhares de pessoas desaparecem da vida da família e do país a cada dia. Hoje, a média atual de mil mortes por dia, depois de já ter ultrapassado 4.000, é motivo de comemoração. Pelo mesmo esgarçamento da linguagem, Bolsonaro tornou possível a volta dos militares ao poder em um país ainda traumatizado pelos torturadores nas ruas, assim como a rearticulação da direita que sustentou a ditadura militar no passado. Ao romper os limites primeiro no discurso, ele abre espaço e prepara o terreno para o ato.

É também pela corrosão da linguagem que, aperfeiçoando o roteiro de Trump, Bolsonaro se prepara para 2022, atacando o sistema eleitoral para contestar a eleição em que poderá ser derrotado. Quando a eleição chegar, a repetição do discurso de fraude já terá corrompido a realidade. Nessa operação sobre a subjetividade coletiva, a fraude acontece antes, fazendo com que o que efetivamente acontecerá na eleição, o voto, não importe. É assim que o direito constitucional de eleger o presidente do país vai sendo roubado de mais de 200 milhões de brasileiros sem nenhum tanque na rua. A narrativa da fraude se infiltra e se realiza nas mentes antes de qualquer ato, descolando-se dos fatos. O que importa é a crença na fraude. Que ela não se comprove porque não aconteceu não faz a menor diferença. “Acreditar se tornou um verbo muito mais importante do que “provar” —e essa distorção é apresentada como virtude. O principal papel de figuras como Bolsonaro e outros, e antes deles Trump, é pronunciar o impronunciável, abrindo um caminho subjetivo para a concretização do assalto ao sistema democrático.

A corrosão da linguagem culmina com a corrosão da própria verdade. Este é o ataque final ao “comum”. Já vimos outros bens comuns essenciais para a vida da nossa e de outras espécies —como ar puro e água potável, por exemplo— serem privatizados, mercantilizados e reembalados para a minoria que pode pagar por eles. A estabilidade do clima, outro bem comum, foi destruída. Os novos velhos golpistas fizeram —e seguem fazendo— o mesmo com o conceito compartilhado de verdade. Assim como acontece com os teóricos da conspiração nos Estados Unidos e em suas versões brasileiras, a autoverdade —ou o poder auto-ortorgado de escolher a verdade que mais convém ao indivíduo ou ao grupo— se torna mais “real” do que os fatos. De certo modo, é um retorno a um tipo de teocracia. No caso, a “verdade” é corrompida e controlada pelos sacerdotes deste novo tipo de seita.

Obviamente, a verdade se afirma e acaba por se impor no plano da realidade, como a emergência climática acabou de demonstrar, colocando países como a Alemanha debaixo d’água e deixando o Canadá mais quente do que o deserto do Saara. Mas, enquanto isso, charlatões como Bolsonaro e outros provocam uma destruição acelerada do comum que, em grande parte, é irreversível, comprometendo não só o futuro das novas gerações, mas também o presente.

Bolsonaro é protagonista, sim, mas é também instrumento. Conhecido como uma metralhadora giratória de asneiras violentas e violências boçais durante seus sete mandatos no parlamento, seu “dom” foi instrumentalizado. A destruição do tecido social por uma operação na linguagem aposta nas chamadas “guerras culturais”. É na desumanização dos negros, das mulheres, dos LGBTQIA+ que começa o ataque. É na chamada “pauta dos costumes” que a violência vai sendo formulada como se fosse seu oposto. Quando Bolsonaro afirma preferir um filho morto em acidente de trânsito a um filho gay, por exemplo, ele coloca a abominação na homossexualidade, encobrindo a abominação que é sua afirmação. O inaceitável é ser gay —e não defender a morte de gays. O inaceitável é o aborto de um embrião —e não a morte de uma mulher com história e afetos por complicações em procedimentos sem cuidado. E assim por diante. A cada afirmação de extrema violência, Bolsonaro foi destruindo o conceito de inviolabilidade da vida e normalizando a destruição dos corpos. A principal função de figuras como Bolsonaro é tornar tudo possível —primeiro na linguagem, em seguida no ato.

Neste momento, Bolsonaro já cumpriu sua missão maior, o que pode eventualmente torná-lo descartável. Ele claramente vai se tornando um incômodo para os grupos que agora mais uma vez se rearticulam e que, com ele, conquistaram avanços inimagináveis até então, como os próprios militares, os representantes e lobistas do agronegócio, os evangélicos de mercado e o campo da direita. Assim como Fabrício Queiroz se tornou descartável e um incômodo para a quadrilha familiar dos Bolsonaro, ele mesmo se torna perigoso para os articuladores do projeto maior, que o reconhecem como uma peça importante do jogo, mas jamais como o dono do tabuleiro. Muito vai depender da capacidade de Bolsonaro se adequar, uma capacidade que nele parece inexistente. Suspeito que é esta parte de seu próprio fenômeno que Bolsonaro não compreende. Ao miliciarizar o Governo central, acreditou que estava no comando absoluto.

As democracias morrem por muitas razões, na minha opinião a mais importante delas é o fato de serem seletivas, em diferentes graus: só funcionam para determinada parcela da sociedade, deixando outras de fora. As democracias morreriam então pela corrosão provocada pela sua própria ausência. Ou morreriam pelo tanto de arbitrariedade com que são capazes de conviver. No Brasil, o nível de exceção que a minoria dominante da sociedade é capaz de tolerar é uma enormidade. Desde que as arbitrariedades sejam contra os pretos e contra os indígenas, contra as mulheres e contra os LGBTQIA+ está tudo “dentro da normalidade”. A possibilidade de as forças de segurança do Estado derrubarem portas, invadirem casas e executarem suspeitos e não suspeitos nas periferias e favelas urbanas durante todo o período democrático é, sem dúvida, o exemplo mais evidente do caso brasileiro.

As ditaduras nascem em diferentes tempos e espaços. Assim como as parcelas da sociedade beneficiadas pela democracia convenceram-se durante décadas de que viviam numa democracia, mesmo sabendo que grande parte da população era submetida a uma rotina diária de arbitrariedades, estas mesmas parcelas têm hoje dificuldade para enxergar que a ditadura já está consolidada em várias partes do Brasil, onde pessoas precisam abandonar suas casas para não morrer e as forças de segurança e o judiciário estão a serviço dos violadores. Hoje, nas áreas “nobres” das capitais e cidades, os ataques autoritários usam o judiciário e a Polícia Federal para se realizar, como nas recentes ofensivas a colunistas da imprensa tradicional, a mais recente delas contra Conrado Hübner Mendes, colunista da Folha de S. Paulo e professor da prestigiosa faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Há outras partes do Brasil em que os ataques são a fogo e bala, como na floresta amazônica, onde casas de indígenas como Maria Leusa Munduruku são queimadas e lideranças camponesas como Erasmo Alves Theofilo têm a cabeça a prêmio. Na floresta e nas periferias urbanas, corpos humanos tombam sem provocar alarde e as execuções pelas forças policiais explodem.

A percepção de golpe se alastra quando os que não costumam ser atacados passam a ser atacados, no Brasil a minoria branca e mais rica. É uma percepção legítima, porque é ela que mostra que o tecido social se rasgou em partes consideradas até então intocadas e intocáveis. A quebra destes limites sinaliza que outras forças se moveram, ameaçando o precário equilíbrio mesmo dos mais privilegiados. Em 2017, ao testemunhar a execução de um morador de rua pela polícia no bairro nobre de Pinheiros, a classe média se mobilizou para denunciar e protestar, celebrando uma missa na simbólica Catedral da Sé. Era ainda o Brasil de Michel Temer (MDB), mas a ditadura foi largamente lembrada. Ali, o “limite” estabelecido pela lei não escrita de que o Estado pode executar pessoas, mas apenas em bairros de periferia, havia sido rompido. A quebra demandava reação, pelas melhores razões e também para impedir que a violência policial rompesse outro limite e o próximo a tombar fosse alguém que habitasse não as ruas, mas os apartamentos e casas com um dos metros quadrados mais caros da cidade.

Ao se infiltrar no imaginário coletivo, o debate do “será que vai ter golpe” cumpre ainda outra função estratégica: a de interditar e ocupar o espaço do debate urgente do impeachment de Bolsonaro. Sobre isso, há um flagrante assalto à linguagem, ao normalizar o fato de Arthur Lira (Progressistas), o corrupto presidente da Câmara de Deputados, ter seu traseiro esparramado sobre mais de 120 pedidos de impeachment ou sobre o superpedido de impeachment. Pela repetição, a crítica legítima a Lira vai se esvaziando e passa a se assimilar que assim é: a mobilização da sociedade pela democracia, traduzida em pedidos de impeachment mais do que legítimos, é pervertida e usada como instrumento de chantagem do Centrão para tomar os cofres públicos. Sempre que aceitamos o abuso de poder e de função como inevitável, acostumando-nos às arbitrariedades, o golpe avança.

Hoje, com Bolsonaro, vários limites foram ultrapassados. Limites que, mesmo para um país de marcos civilizatórios tão elásticos como o Brasil, até bem pouco tempo atrás seria impensável tê-los rompido. Quando o assunto principal é se haverá golpe ou não, tema abordado com a mesma naturalidade do aumento do preço do feijão, o último jogo do Corinthians ou a mais recente série da Netflix, o que resta de democracia? O golpe já pedalou a linguagem, infiltrou-se no cotidiano e está ativo. O golpe já foi dado. A dúvida é só até onde ele será capaz de chegar.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora de sete livros, entre eles Brasil, Construtor de Ruínas: um olhar sobre o país, de Lula a Bolsonaro (Arquipélago).

Acontece neste sábado, dia 31 de julho, o evento esportivo online ‘Jogos da Saúde’.

No próximo sábado (31), os amantes do esporte poderão assistir de casa, tanto pelo Youtube ou ouvir pelas ondas do rádio, o evento online ‘Jogos da Saúde’, uma realização da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Esportes, com o apoio da Mundial FM.

A prática de esporte é fundamental para a imunidade e com a flexibilização das atividades esportivas coletivas, a Prefeitura resolveu realizar amistosos entre algumas modalidades.

O momento ainda não permite público, mas quem não perde uma competição, poderá acompanhar no conforto de sua casa. Serão mais de cinco horas de transmissão ao vivo.

“Estamos muito felizes em retomar aos poucos as atividades coletivas, sabemos o quanto os nossos atletas estavam ansiosos para esse momento”, comentou a diretora de Esporte, Vania Cenci.

Para o prefeito Junior Marabá, todo o evento foi pensado visando a segurança dos participantes. “Estamos seguindo diversos protocolos de segurança, para que todos estejam seguros e que o show possa continuar”, disse.

Confira a programação:
14h30 – Abertura
14h45 – Basquete 3X3
15h – Basquetebol
15h50 – Handebol
16h30 – Futsal Feminino
17h20 – Futsal Masculino
18h – Voleibol

Diga aí: é mentiroso, charlatão, enganador, farsante, vigarista, gabola ou falso que chama?

O Presidente Provisório mente mais em um dia o que o macaco não pula em um ano.

MENTIROSO: No Brasil de Bolsonaro, todo dia é 1º de abril

Bolsonaro deu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, aponta relatório de ONG internacional

Um relatório da organização não-governamental Artigo 19, com escritório em noves países, inclusive o Brasil, mostra que o presidente Jair Bolsonaro emitiu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, ou seja, mais de quatro por dia. O documento também aponta ataques de Bolsonaro à imprensa e mostra uma queda no nível de liberdade de expressão no mundo em geral e no Brasil: o país obteve apenas 52 pontos numa escala que vai de 0 a 100. O índice é o mais baixo registrado pelo Brasil desde 2010, quando começou a ser calculado pela ONG. As informações fazem parte do “Relatório Global de Expressão 2021”, com dados de 161 países.

De acordo com o documento da ONG, que atua na defesa da liberdade de expressão e acesso a informação, as declarações falsas ou enganosas de Bolsonaro contribuíram para a aumentar o número de casos de Covid-19. A Artigo 19 também fez críticas à falta de transparência nos números da pandemia em alguns países, entre eles o Brasil.

“Em outros casos, a desinformação vem de indivíduos que ocupam posições relevantes — até mesmo chefes de governo, como Jair Bolsonaro — geralmente por meio de contas pessoais, em vez de oficiais, nas redes sociais. Esses indivíduos isolados podem ter um grande impacto na disseminação da desinformação. O presidente dos Estados Unidos [Donald Trump, que estava no cargo em 2020] foi provavelmente o maior impulsionador da ‘infodemia’ de informações errôneas sobre a COVID-19 em língua inglesa”, diz trecho do relatório.

O documento destacou algumas falas de Bolsonaro, como chamar a Covid-19 de “gripezinha”, enquanto “promove discursos antivacinas e anti-isolamento, piorando as taxas de infecção e causando uma crise de informação com discursos altamente polarizados”. Desde janeiro de 2019, quando assumiu o cargo e ainda não havia pandemia, Bolsonaro fez 2.187 declarações falsas ou distorcidas.

O problema da desinformação não se limitou ao Brasil, tendo se espalhado rapidamente nas redes sociais e aplicativos de mensagens de vários cantos do planeta. O tipo mais perigoso, diz o relatório, “tem sido as teorias de conspiração sobre minorias étnicas que espalham a doença e o discurso de ódio, traduzidas em discriminação e violência no mundo real, remédios caseiros espúrios para a prevenção ou cura do vírus e propaganda — tanto por autoridades políticas nacionais quanto estrangeiras”.

Ataques à imprensa

O levantamento aponta ainda 464 declarações públicas de Bolsonaro, seus ministros ou assessores próximos atacando ou deslegitimando jornalistas. “Essas atitudes influenciam as autoridades locais e se manifestam em atitudes, assédio e ações judiciais contra jornalistas. Esse nível de agressão pública não era visto desde o fim da ditadura militar. A crescente hostilidade social contra jornalistas e seus efeitos desencorajadores não devem ser subestimados”, diz o relatório.

Além disso, houve 254 violações no Brasil contra jornalistas e comunicadores em 2020, das quais 123 perpetradas por agentes públicos e 20 constituindo casos graves, como homicídios, tentativas de homicídio e ameaças de morte.

Outro problema foi o aumento no uso da Lei de Segurança Nacional, da época da ditadura militar “como arma contra manifestantes e jornalistas que desafiaram o presidente por sua falta de ação, mesmo com o aumento das evidências do escopo da emergência da Covid-19”.

No mundo todo, 62 jornalistas foram mortos e 274 presos. Os países com mais prisões foram China, Turquia e Egito. “As prisões quadruplicaram de março a maio de 2020, e o assédio e os ataques físicos aumentaram em todo o mundo — do Brasil à Itália, Quênia, Senegal e Nigéria”, diz trecho do sumário executivo do relatório.

Apesar das críticas a Bolsonaro e outros governos mundo afora, o relatório apontou o papel de algumas instituições como freio ao autoritarismo: “Algumas instituições demonstraram resiliência — governos regionais e Congresso foram um contrapeso efetivo no Brasil, enquanto o Judiciário no México bloqueou algumas das iniciativas mais problemáticas de López Obrado [presidente do país].”

Queda global na liberdade de expressão

Na escala de liberdade de expressão, que vai de 0 a 100 e é calculada a partir de 25 indicadores, o Brasil teve 52 pontos. É a pior pontuação da série, que começou em 2010, e é a mesma da Colômbia e do Gabão, ficando logo abaixo do Haiti, que teve 53 pontos. As melhores pontuações foram da Dinamarca e Suíça, com 95, e a pior foi da Coreia do Norte, que zerou. Na América Latina, os melhores resultados foram de Uruguai (92), Costa Rica (89), Argentina (88) e República Dominicana (87).

Em 2010, o Brasil tinha uma pontuação bem melhor: 89. Em 2015, ficou em 86. A primeira grande queda foi em 2016, quando obteve 73 pontos. Em 2017 e 2018, ficou em 66 pontos. Em 2019, nova queda, para 54 pontos. Países que têm entre 40 e 59 pontos entram na categoria de expressão restrita. Já aqueles entre 80 e 100 estão na categoria de expressão aberta, a melhor possível.

“Nos últimos cinco anos, o Brasil deixou de ser um dos países com maior pontuação mundial para ser considerado uma crise de democracia e expressão – e agora também uma crise de saúde pública. O Brasil é a perfeita avalanche contemporânea de problemas de expressão: populismo autocrático, desinformação, desigualdade severa e controle tecnológico. A pandemia consolidou as tendências observadas no último ano”, diz o relatório.

No mundo em geral, o relatório também mostra uma queda no grau da liberdade de expressão e imprensa. Ao todo, 61 países analisados têm pontuação inferior a 40, ou seja, são considerados em crise ou com altas restrições, o que dá 64% da população global. Em 2010, tais pontuações abrangiam 32% da população no mundo. E pelo menos 57 governos usaram a pandemia de Covid-19 como pretexto para limitar a liberdade e a democracia.

O aumento do autoritarismo é atestado por outros índices. Em 2010, 48% da população mundial viviam eu autocracias. Em 2020, passou para 68%. No ano passado, 96 países cometeram violações moderadas ou graves à democracia. Em 29, houve 155 desligamentos da internet. Também foi constatada a diminuição da privacidade e o aumento da vigilância, e um crescimento das demissões e cortes salariais de jornalistas no mundo todo.

Também foram registrados 331 mortes de defensores de direitos humanos, das quais 264 na América Latina. A Colômbia sozinha foi responsável por 53% dessas mortes no mundo todo.

Conteúdo do jornal Extra, editado por O Expresso.

João Leão não quer saber de Bolsonaro no PP, apesar da assunção do Partido ao Governo.

Vice-governador rejeitou especulações de entrada do presidente na legenda e de posterior desvinculação do PP baiano do governo Rui Costa - Foto: Shyrlei Stolze | Agência A Tarde

O vice-governador e líder do PP na Bahia afastou hoje a possibilidade de apoiar a inscrição do presidente Jair Messias no Partido. À Globo News, Leão afirmou que o PP é um partido democrático e reiterou que o PP não aceitará alguém que mande nos Progressistas.

O Bolsonaro não virá para o PP. Nós não vamos aceitar que alguém venha para comandar o Partido. Não existe isso dentro do PP. O Ciro Nogueira é um democrata e cada estado vai opinar sobre o fato.

Um amigo, que conhece a tropa de choque do Governo, nem sempre ética ou democrata, me asseverou agora à noite: “Eles vão acabar é arrumando um pijama para Leão”.

No entanto ninguém pode desprezar a longa experiência e a habilidade política de Leão. O que todos os oposicionistas baianos desejam é a ruína do tripé do teodolito, PDS – PP – PT. Mas disso todos os situacionistas estão conscientes, que a sua desunião pode significar o afastamento, depois de 16 anos no poder.

Particularmente, acho que quem deve arrumar um pijama de largas listras horizontais, quando de sua hospedagem nas instalações da Polícia Federal, é o tal Presidente. Mas isso só o futuro irá assegurar.

 

 

Frio muda a cara da principal metrópole do País. São Paulo tem menor temperatura do ano.

Os termômetros do Mirante de Santana, estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na zona norte de São Paulo, marcaram 5,2°C às 7 horas da manhã desta quinta-feira, 29. A temperatura oficial é a mais baixa registrada na capital paulista em 2021 e supera o recorde anterior, de 6,3°C, aferido no último dia 20. A previsão é que o frio piore nesta sexta-feira, 30.

A cidade também bateu o recorde de menor temperatura mínima média dos últimos cinco anos, com 4,7°C, segundo a Prefeitura. O tempo frio é resultado de uma massa polar que chegou à cidade nesta terça-feira, 27, e atinge as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País. Na noite de quarta, ao menos 18 municípios do Rio Grande do Sul registraram neve.

No extremo sul de São Paulo, os termômetros da estação de Engenheiro Marsilac marcaram -0,1°C durante a madrugada, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). As estações automáticas do órgão municipal aferiram mínima média de 4,7°C na cidade, o menor registro feito desde 2016.

O abrigo emergêncial criado pelo governo do Estado na Estação Pedro II do Metrô recebeu 50 pessoas na noite desta quarta-feira, 28 © Alex Silva/Estadão O abrigo emergêncial criado pelo governo do Estado na Estação Pedro II do Metrô recebeu 50 pessoas na noite desta quarta-feira, 28

Ao longo do dia, o sol predomina entre poucas nuvens e a temperatura não deve ultrapassar 13°C. Segundo o CGE, não há previsão de chuva e é esperada umidade do ar em torno de 40%.

O frio intenso continua até o final da semana, com a média da temperatura mínima abaixo dos 5°C durante as madrugadas. Na sexta, a cidade deve atingir um novo recorde de frio, com mínima em torno de 3°C. Em regiões periféricas, como Marsilac, valores negativos são esperados.

Abrigo para população de rua

A noite de quarta foi a primeira da força-tarefa de emergência montada pela Prefeitura de São Paulo para acolher a população de rua devido à frente fria. Cinco tendas foram dispostas em pontos estratégicos da capital para distribuição de sopas, cobertores, agasalhos, kits de higiene e atendimento médico. Além disso, mais de 800 novas vagas foram abertas em abrigos.

A Estação Pedro II do Metrô, no centro, também foi usada para”acolhimento emergencial” durante a noite, abrigando 50 pessoas. A iniciativa do governo do Estado funciona até dia 31 de julho e tem capacidade para atender até 400 pessoas. Exclusivamente masculino, o espaço oferece alimentação, água potável, colchões, cobertores e 20 banheiros químicos entre às 20 horas e às 8 horas.

No Belém, bairro da zona leste, o padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, abriu a Paróquia São Miguel Arcanjo para proteger desabrigados.

Bolsonarianas: Governo pretende distribuir vale-gás para ajudar nas próximas eleições.

Com o preço do botijão de gás de cozinha nas alturas e diante da resistência da equipe econômica em intervir no mercado, o governo federal estuda a criação de um auxílio voltado para a compra do combustível.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a ideia é  conceder um vale à população comprar tem ganhado força entre auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O projeto também faz parte do pacote social que o Planalto quer viabilizar neste ano para entrar em 2022 com rejeição menor.

Ainda conforme o diário paulista, a solução conta com a simpatia do ministro da Economia, Paulo Guedes, que costuma frear projetos do Executivo que envolvem aumento de despesas. A proposta aparece em momento de queda de popularidade de Jair Bolsonaro.

Em Salvador, com o último reajuste em junho, de 5,9% no preço do gás de cozinha, o produto está sendo vendido por até R$ 110, para entrega, e até R$ 100 nas distribuidoras da capital baiana.

Do jornal A Tarde, editado.

Conab realiza operação para contratação de frete de milho para diversos estados.

Conab disponibiliza 1,3 mil toneladas de milho para unidade inaugurada em  Morada Nova - Diário Sertão Central | Diário Sertão Central - Diário do  Nordeste

Milho chega aos criadores do Nordeste.

Nesta sexta-feira (30), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza operação para contratação de serviço de frete de milho. O objetivo é remover cerca de 9,3 mil toneladas do produto e garantir o abastecimento aos pequenos criadores cadastrados no Programa de Vendas em Balcão (ProVB).

O milho a ser removido está armazenado no estado de Mato Grosso, em unidades localizadas nos municípios de Vera, Gaúcha do Norte e Sorriso. O destino são os seguintes estados:  Rio Grande do Norte (Umarizal, Currais Novos e Natal), Paraíba (João Pessoa), Rio Grande do Sul (Erechim e Marau), Santa Catarina (Campos Novos), Ceará (Russas), Bahia (Itaberaba), além do Distrito Federal (Brasília).

As empresas interessadas em participar do pregão precisam comprovar que sua atividade econômica principal é compatível com o serviço a ser realizado. Elas também devem estar incluídas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais da Conab (Sican), entre outras exigências especificadas no edital. Confira os detalhes.

Agora o “passa boiada” do meio ambiente invade as telas.

Fonte: Agência Pública

Brasil Paralelo lança documentários que negam desmatamento e distorcem temática indígena com parcerias com o governo e investimento de ruralista

Por Ethel Rudnitzki, Laura Scofield, Rafael Oliveira

Nos primeiros seis meses de 2021, a Amazônia perdeu uma área de 4.014 km². A taxa de desmatamento registrada pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)  é a maior para um primeiro semestre na última década e acompanha a tendência de aumento dos índices desde 2018. A despeito dos números, um documentário lançado em junho, que conta com participação de membros do alto escalão do governo, afirma que há “muito alarde” sobre queimadas e desmatamento na floresta amazônica. Os entrevistados argumentam que um sobrevoo na região demonstra que ela é uma “floresta preservada”.

A responsável pelo filme que nega o cenário atestado por monitoramentos geoespaciais é a empresa gaúcha Brasil Paralelo. A produtora conservadora se coloca como “contrária à ideologização na produção de conteúdo” e é conhecida pelo documentário 1964: O Brasil entre armas e livros, que tenta recontar a história do golpe militar de cinco décadas atrás, além de outras produções apontadas como revisionistas. 

Em 2021, a produtora que se pretende uma “Netflix da direita” lançou dois documentários focados nas questões ambiental e indígena: Cortina de fumaça e A esperança se chama liberdade. Investigação da Pública revela que os filmes contam com participação, auxílio e divulgação de integrantes do governo federal, além de investimento de um ruralista que já foi pego em fiscalização contra uso de mão de obra escravizada.

O documentário Cortina de fumaça, disponibilizado no YouTube, baseia-se na tese de que organizações civis e agricultores dos Estados Unidos e de países europeus defendem o meio ambiente porque estariam interessados em frear o crescimento agrícola do Brasil. Já o documentário A esperança se chama liberdade, exclusivo para assinantes da produtora, faz uma defesa da exploração agrícola nos territórios indígenas como se essa fosse uma forma de garantir autonomia aos povos.

Em entrevista exclusiva para assinantes da Brasil Paralelo, o diretor e fundador da produtora, Lucas Ferrugem, afirmou que a empresa “sempre” quis fazer um documentário sobre ambientalismo, mas estava esperando um “timing legal”. O momento esperado chegou, quando são promovidas discussões de projetos de lei (PL) no Congresso Nacional, como o “PL da Grilagem”, o da mineração em terras indígenas, o licenciamento ambiental, além do julgamento da tese do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF).

Questionada, a Brasil Paralelo disse que o timing não foi proposital. “​​A BP foca em temas perenes com razoável durabilidade no debate público. Por isso buscamos o ‘macro’ da questão que, inclusive, permite compreender melhor os acontecimentos do dia a dia político, jamais o contrário”, disse o diretor de relações institucionais da empresa, Renato Dias. “Com a ascensão da personalidade midiática Greta Thunberg e o aumento nas notícias sobre queimadas na Amazônia, achamos que era um bom momento para entrar na pauta e levar este conteúdo às pessoas”, completou.

Print da plataforma de membros da Brasil Paralelo mostra capa do documentário "Cortina de Fumaça"Capa do documentário “Cortina de Fumaça” na plataforma de assinantes da Brasil Paralelo

Organização não governamental mais criticada no documentário, o Greenpeace rechaça a narrativa apresentada no filme. “O pseudodocumentário [Cortina de fumaça] faz jus ao nome, ao promover desinformação sobre o desmatamento no Brasil e tentar desqualificar o trabalho de ativistas, de organizações não governamentais e da mídia tradicional, que denunciam a destruição ambiental em curso no país. Tudo isso no momento em que o desmatamento segue descontrolado, as queimadas voltam a atingir níveis recordes e o país fica cada vez mais isolado e sob pressão internacional”, afirmou à Pública a porta-voz do Greenpeace, Carolina Pasquali.

Relações com o governo

“Espero que esse filme chegue principalmente nas pessoas que podem tomar alguma atitude, seja do ponto de vista empresarial ou político”, disse Ferrugem em entrevista ao portal Notícias Agrícolas no dia 30 de junho, depois do lançamento da obra.

Meses antes, na tarde de 7 de maio de 2021, a ministra Damares Alves recebeu em seu gabinete em Brasília quatro integrantes da produtora. A reunião fazia parte das gravações para o documentário Cortina de fumaça, que foi ao ar pouco mais de um mês depois. Cercada por pinturas e artesanatos indígenas, a ministra negou a existência de genocídio indígena – pelo qual o presidente Jair Bolsonaro foi denunciado em pedidos de impeachment e internacionalmente – e falou sobre sua identificação pessoal com a causa. “Nós temos áreas de conflito, mas o povo brasileiro na sua grande maioria ama os povos indígenas”, defendeu em entrevista gravada para o documentário.

Ministra Damares Alves cercada de quadros indígenas em seu gabinete em Brasília dando entrevista para documentário da Brasil ParaleloMinistra Damares Alves recebeu Brasil Paralelo em seu gabinete em Brasília

Um dia antes, a equipe havia visitado a sede da Funai para entrevistar o atual presidente, Marcelo Xavier. Na conversa, disponível em versão estendida na plataforma da Brasil Paralelo, Xavier defendeu que o indígena deve “alcançar a sua dignidade através do auferimento de renda” proveniente da produção comercial em suas terras.

Também alegou que poucos indígenas morrem por conflitos agrários: “Há casos de indígenas que foram mortos por se envolverem com tráfico de drogas, atropelados, dentre outros casos, e algumas entidades insistem em jogar esses casos como conflitos fundiários”, disse o presidente da Funai, também delegado da Polícia Federal. A afirmação contradiz o levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que demonstra que o assassinato de indígenas por conflitos no campo bateu recorde sob o governo Bolsonaro. Foram registrados nove crimes de homicídio somente em 2019, maior número em 11 anos – o que representou 28% do total de mortes por conflitos no campo no ano, 32. Além dos assassinatos, os indígenas sofreram nove tentativas de homicídio e 39 ameaças de morte, segundo os dados da CPT.

Xavier apareceu também no outro filme lançado pela produtora gaúcha, A esperança se chama liberdade. A produção – realizada pela organização Fé & Trabalho e distribuída pela Brasil Paralelo – acompanhou a agenda do presidente da Funai em viagem à Terra Indígena Sangradouro, da etnia Xavante, para promover o projeto Independência Indígena, criticado pela Associação Xavante Warã em nota de repúdio, mas exaltado na peça.

Presidente da Funai, Marcelo Xavier em evento na Terra Indígena Sangradouro gravado para documentárioCena do documentário “A Esperança Se Chama Liberdade” na qual o presidente da Funai, Marcelo Xavier, aparece

A participação de Xavier nos filmes lançados pela produtora foi facilitada pela assessora de imprensa da Funai, Débora Schuch da Cruz – o que rendeu a ela agradecimentos especiais nos créditos finais de Cortina de Fumaça. Débora acompanhou o chefe na viagem, de acordo com dados do Portal da Transparência, e divulgou o lançamento do filme no site da Funai. “Documentário destaca importância do desenvolvimento sustentável para a autonomia indígena”, enfatiza a manchete.

Os filmes servem de munição política para a administração da Funai. Em reunião com a Associação Nacional de Desembargadores (Andes) no dia 25 de maio, Marcelo Xavier apresentou o trailer do documentário A esperança se chama liberdade, que classificou como “emocionante”. O vídeo foi usado como forma de legitimar os esforços da “Nova Funai” em regulamentar a mineração em terras indígenas (TIs) através do PL 191, em tramitação no Congresso Nacional. A pauta da exploração agrícola e minerária nas TIs foi o tema da maior parte das reuniões do mandatário da Funai em 2021.

Durante a reunião com os desembargadores, Xavier reclamou da alta quantidade de demandas judiciais que estariam atrapalhando o andamento dos trabalhos da Funai e questionou as denúncias feitas por ONGs internacionais. “As pessoas se envolvem nisso e fazem de tudo para inviabilizar o nosso trabalho, e isso é muito triste porque as pessoas não estão vendo o quanto estão prejudicando as comunidades indígenas. Esse vídeo é um exemplo do que nós temos”, disse.

Na semana de lançamento dos documentários, um evento da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, presidida pela governista Carla Zambelli (PSL-SP), também indicou o material da Brasil Paralelo como fonte de informação confiável sobre a pauta socioambiental. O antropólogo Edward Luz, convidado para participar de audiência sobre a relação do terceiro setor com o tema, citou Cortina de fumaça ao argumentar que existe uma “agenda internacional que atende as vontades, desejos e caprichos de poderosos grupos econômicos internacionais”. Conhecido como “o antropólogo dos ruralistas”, o consultor parlamentar foi um dos entrevistados para o documentário, por indicação “de uma ministra”, conforme contam os diretores da Brasil Paralelo em live para seus membros assinantes.

Nas redes sociais, ministros, servidores e parlamentares governistas também divulgaram o lançamento dos documentários. “Para descobrir como a mídia usa o setor ambiental e o ministro Ricardo Salles para atacar Jair Bolsonaro, veja ‘Cortina de Fumaça’, o novo documentário da Brasil Paralelo”, publicou Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que já participou de outros filmes da produtora.

Os documentários da Brasil Paralelo foram recomendados também pelo superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil do governo do Mato Grosso, Agnaldo Santos, que divulgou os dois filmes, clamando por “independência indígena”. O presidente da Associação Xavante Warã, uma das mais importantes do estado, criticou: “O erro dele é só pensar na roça mecanizada. Soja! Que [é] isso? Isso não é política não. Tem grandes erros do governo do estado do Mato Grosso”.

Continue Lendo “Agora o “passa boiada” do meio ambiente invade as telas.”

Gestão de Junior Marabá cumpre a Lei do Magistério, com o pagamento de gratificações.

Houve ainda a mudança de nível e enquadramento dos professores

Com o objetivo de valorizar os professores de Luís Eduardo Magalhães, o governo Junior Marabá vem cumprindo a Lei nº 268 de 2007, de Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério Público do município.

Os recursos são oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e de recursos próprios. Na nova gestão, estão sendo pagos desde o mês de julho, o valor mensal de R$ 13.928, dividido entre 19 trabalhadores do magistério.

Alguns já tinham direito desde o ano passado. Essa é uma gratificação de estímulo ao aperfeiçoamento profissional, previsto no artigo nº 73 da Lei nº 268. Quando Junior assumiu, ele reuniu a sua equipe de Recursos Humanos, para analisar os títulos dos professores e conceder os benefícios a quem de fato tinha direito.

“Nós sabemos que para uma educação de qualidade, o investimento tem que iniciar primeiramente no professor. Um profissional valorizado, motivado, que recebe o justo pela sua formação, trabalha melhor e consegue passar com qualidade todo o seu conhecimento. A nossa gestão tem o compromisso de honrar os nossos professores e consequentemente os nossos alunos”, destacou.

Enquadramento de 20h para 40h – Mais uma vez, fazendo cumprir a Lei do Magistério, no seu artigo nº 37, através do enquadramento de 20h, para 40h, num valor total mensal de R$ 17.406,94, 11 professores estão sendo beneficiados. São profissionais com mais de cinco anos cumprindo 40h, no entanto, essas 20h eram adicionais. Mudança de nível – Fazendo cumprir o plano de carreira do magistério, 14 professores mudaram de nível sendo: – 03 professores do nível I p/ III (médio p/ graduação); – 08 professores do nível III p/ IV (graduação p/ pós graduação); – 03 professores do nível IV p/ V (pós graduação p/ mestrado); Representando um custo mensal de R$ 9.839 para o Município.

Cidades gaúchas amanhecem congeladas e ainda neva em alguns locais. Frente fria amaina e partir de segunda.

Depois de uma noite de quarta-feira encantadora para turistas e moradores de diversas cidades do Rio Grande do Sul onde a neve caiu com força, o dia amanheceu com belas paisagens na região da Serra e Campos de Cima da Serra. Apesar da neve ter cessado, os campos amanheceram brancos e com acúmulo de gelo.

Confira as fotos:

Programa “Meu Lar” já fez vistorias em 50 casas para licitação e reforma.

Uma equipe formada por membros da Secretaria de Trabalho e Assistência Social e da Infraestrutura, vistoriou nesta quarta-feira (28), a casa de número 50, que será beneficiada na Primeira Etapa do Programa ‘Meu Lar’, da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

“Estou há seis meses desempregado, passando por um momento difícil. Para construir nossa casa foi uma luta grande, ocorreu esse incidente e agora com a ajuda de vocês vai ser bem melhor, vamos dar a volta por cima. Estamos felizes por receber esse apoio da Prefeitura, para recuperar a nossa vida de novo”, falou esperançoso, Seu Gilvan Santos, de 42 anos.

Segundo avaliação do especialista, o engenheiro Civil, Luis Guilherme Della Costa, a residência vai precisar de uma reforma estrutural. “Essa é uma casa um pouco atípica, porque passou por um incêndio, então ela vai precisar de um pouco mais de cuidado e atenção na hora da reforma. Vamos fazer uma análise mais técnica, mais criteriosa, até para não colocar a equipe em risco e uma reforma que ofereça segurança também aos moradores”, pontuou.

O gerente de Habitação do município, Geazi Nunes, que também acompanhou a visita, falou da concretização do trabalho: “Estamos aqui concluindo as 50 primeiras casas que serão beneficiadas nessa primeira etapa do projeto. A nossa equipe está acompanhada de um profissional de engenharia que está realizando as vistorias, para iniciarmos a licitação”.

De iniciativa da Prefeitura, e capitaneada pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social, o ‘Meu Lar’ é uma parceria entre as pastas de Infraestrutura e Governo. O programa é mantido exclusivamente com recursos próprios do município e deve alcançar mais de 500 famílias, com reformas de banheiros, telhados, pisos e garantindo a dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade.

Também participaram da vistoria, a assistente Social, Kelle de Cássia e Raquel Pinheiro.

Nevasca, chuva de gelo e muito frio, ontem, no Sul. Hoje friagem atinge centro-oeste e sudeste.

Gramado registrou neve nesta quarta-feira (28)

A cidade de Gramado, no Rio Grande Sul, registrou neve e chuva congelada na tarde desta quarta-feira (28). Segundo informações da prefeitura, a primeira neve do ano na cidade foi registrada no dia 29 de junho. Até a manhã desta quinta (29), persiste a previsão de queda de neve nas Serras Gaúcha e Catarinense.

De acordo com meteorologistas, chuva congelada e neve são fenômenos diferentes. No caso da neve, trata-se de uma precipitação de cristais de gelo translúcidos e brancos, formados pelo congelamento do vapor d’água suspenso na atmosfera, em geral em formato hexagonal. Já a chuva congelada normalmente antecede a precipitação de neve e se assemelha a um granizo pequeno, que cai e salta, podendo fazer barulho.

Em um vídeo disponibilizado no site do Inmet, a meteorologista Morgana Almeida informa que, eventualmente, em áreas de maior altitude, entre os dias 29 e 31, as temperaturas mínimas ficarão entre -6ºC e -8ºC. “Teremos, pelo menos durante três dias consecutivos, temperaturas máximas inferiores a 10ºC na Região Sul”, disse.

O Inmet acrescenta que a presença de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico intensificará os ventos no litoral da Região Sul e também favorecerá a incursão de umidade nas serras gaúcha e catarinense.

“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a meteorologista.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na manhã de hoje, as estações do instituto já registraram temperaturas baixas (inferiores a 5°C) em praticamente toda a região Sul e no sul do Mato Grosso do Sul, com destaque para 7,8ºC em Bom Jardim da Serra (SC), -5,2°C em São Joaquim (SC), 5,1ºC em General Carneiro (PR), -3,7ºC em São José dos Ausentes (RS), -2,9°C em Campos Novos e Curitibanos, ambas em Santa Catarina.

Possibilidade de neve no Sul do Brasil em 28 e 29 de julho de 2021

As horas mais frias do dia são ao amanhecer, em torno de 7 horas, quando a “geada levanta com vento”. A sensação térmica desse fenômeno e conhecida por todos os gaúchos, catarinenses e paranaenses.