A foto mais veiculada nas redes desde ontem.

Mendonça encontra vários senadores refratários à sua assunção ao STF
Ao mesmo tempo em que o Engavetador Geral da República, Augusto Aras, deve obter ampla maioria no Senado, na sua recondução à Procuradoria Geral da República, o mesmo não deve acontecer com o atual chefe da Advocacia-Geral da União, André Mendonça, na sua indicação para assumir a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio de Mello na Suprema Corte do País.
Mendonça, o “terrivelmente evangélico” de Bolsonaro, tem articulado a própria indicação e ao que consta na Rádio Corredor do Senado, muitos senadores tem se mostrado refratários à sua candidatura. Ontem, um levantamento, chegou a insinuar que Mendonça não teria 25% de aprovação.
João Leão abre o jogo e diz que quer cabeça de chapa em 2022
João Leão: ligações fortes no agronegócio, com Luís Eduardo Magalhães e com o Oeste baiano, uma das suas principais bases eleitorais.
O vice-governador, João Leão (PP), voltou a enfatizar a disposição da legenda para assumir a cabeça de chapa na disputa pela sucessão de Rui Costa (PT) na Bahia. Em entrevista ao programa Isso é Bahia, ele utilizou como metáfora o instrumento de agrimensura, o Teodolito, para comentar a aliança entre PP, PT e PSD.
De acordo com Leão, as discussões têm ocorrido, no entanto, a manutenção da aliança é um objetivo essencial.
“Nós temos o tripé. A política da Bahia do nosso lado representa como se fosse um teodolito, aquele instrumento que você olha e vê longe. Ele tem três pés. Um é o PT, outro é o PSD e outro é o PP. Se nós tirarmos um dos pés, obviamente o teodolito cai e não funciona. Nós queremos manter esse grupo unido, porém com uma oportunidade aos outros partidos aliados, o PSD e o PP. Não pode ser exclusivamente PT”, disse nesta quarta-feira (21).
Para Leão, assim como seus “companheiros” fazem questão de repetir sempre: “Chegou a sua vez, Leão”. “Temos quadros valorosos tanto no PSD quanto PP e precisamos realmente ter oportunidade”, pontuou.
“Esse grupo unido é muito forte, imbatível. Nós do Partido Progressista não queremos deixar que esta corda se parta. Agora, companheiro, não pode ser tudo um saco só. “
Cotado para ministro, Ciro Nogueira apoiou PT em 2018 e chamou Bolsonaro de ‘fascista’.
Por Lauriberto Pompeu, no Estadão
O presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PI), que deve assumir a posição de ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, já foi aliado de primeira ordem dos principais adversários do presidente. E há pouco tempo. Nas eleições presidenciais de 2018, Ciro e Bolsonaro estiveram em lados opostos. O senador apoiou a candidatura de Fernando Haddad (PT) desde o primeiro turno do pleito, inclusive com a participação de comícios do petista no Piauí.
A decisão de apoiar o PT contrariou a própria legenda dirigida pelo parlamentar. Isso porque o Progressistas, seu partido, fez parte da coligação do candidato Geraldo Alckmin (PSDB). Apesar de ter apoiado Haddad, o próprio dirigente partidário participou das reuniões que sacramentaram apoio ao tucano.
© Reprodução Ciro Nogueira apoiou Fernando Haddad (PT) em 2018
Durante a eleição de 2018, após a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser barrada pela Justiça Eleitoral, o senador declarou que ficaria com Lula “até o fim”.
Críticas a Bolsonaro não faltaram. Em 2017, em entrevista à TV Meio Norte, emissora do Piauí, o senador classificou o então deputado e pré-candidato ao Planalto Jair Bolsonaro como “fascista”: “O Bolsonaro, eu tenho muita restrição, porque é fascista, ele tem um caráter fascista, preconceituoso, é muito fácil ir para a televisão e dizer que vai matar bandido”.
Ciro Nogueira preside o Progressistas desde 2013, dando início a uma era de influência da bancada do Nordeste sobre o partido. Antes dele, a sigla era comandada por Francisco Dornelles, que já foi vice-governador do Rio, e tinha Paulo Maluf, ex-prefeito de São Paulo, como maior líder nacional. A legenda faz parte do Centrão, grupo de partidos que aderem a governos em troca de cargos.
Foi no ano passado, em meio ao início da aproximação de Bolsonaro com o Centrão, que o senador rompeu com o PT e se declarou oposição ao governador Wellington Dias (PT-PI).
Bolsonaro já foi filiado por mais de dez anos ao Progressistas. Apesar do longo tempo de mandato de deputado exercido pelo partido, o hoje presidente da República nunca foi escolhido pela sigla para exercer cargo de liderança ou comandar comissões.
Para ter uma interlocução melhor com o Congresso, o presidente tem aberto espaço no Palácio do Planalto para parlamentares dos partidos do Centrão.
Além da provável entrada de Ciro na Casa Civil, a deputada Flávia Arruda (PL-DF) comanda a Secretaria de Governo, e o deputado Fábio Faria (PSD-RN), ministro das Comunicações, despacha do Planalto. João Roma, que é deputado pelo Republicanos da Bahia, é o chefe do Ministério da Cidadania, responsável por programas sociais.
A capacidade de se adaptar ao Poder encontrada no Centrão e, em particular no PP, é digna de nota.
Milagres acontecem todo dia: motorista salta de carro esmagado entre 2 caminhões.

No final da manhã desta quarta-feira, 21, pouco depois das 11h, um engavetamento envolvendo três veículos causou danos materiais aos envolvidos no acidente que aconteceu na BR 242, na altura do bairro Top Park, na cidade de Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com informações da Superintendência de Transportes e Trânsito do município (SUTRANS), os veículos estavam trafegando pela rodovia sentido o setor industrial, e devido a uma queimada na vegetação, ao lado direito da rodovia, fez com que uma carreta diminuísse a velocidade devido a pouca visibilidade.
Em seguida, um veículo Fiat Strada pertencente à empresa Casa das Ferramentas, vinha logo atrás, o condutor não consegui evitar a colisão e colidiu na traseira da carreta.
Logo depois o condutor do Fiat Strada percebeu que também seria atingido na traseira por um caminhão caçamba que vinha logo atrás, rapidamente ele pulou do veículo que foi parar embaixo do caminhão que estava a frente e escapou de morrer esmagado entre os caminhões. O carro ficou totalmente destruído.

“Foi um milagre de Deus ele ter sobrevivido, eu que não me envolvi estou em estado de choque, imagine ele” contou um motorista que passava pelo local
O motorista do Fiat Strada identificado pelo prenome de Alex foi socorrido por terceiros para uma unidade de saúde após ficar abalado com o acidente
O corpo de bombeiros chegou a ir até o local do acidente, mas felizmente ninguém se feriu. A SUTRANS registrou a ocorrência.
Do blog de Sigi Vilares.
Programa Bolsa Família realiza atendimentos no PROMATI, dias 21, 22 e 23
A equipe do Bolsa Família de Luís Eduardo Magalhães, realiza atendimento no Programa Municipal de Atendimento à Terceira Idade, PROMATI, nos dias 21, 22 e 23 de julho, das 08 às 12h.
Serão realizadas as atualizações do Cadastro Único, CadÚnico, dos assistidos pelo Programa.
“Você Idoso atendido pelo PROMATI que tem o número do NIS (Número de Identificação Social) e os que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada), precisam realizar essa atualização. Por isso, vamos realizar esses atendimentos nos três dias, para estar mais perto desse público”, contou a coordenadora do Bolsa Família, Juciene Mendes.
Acontece nesta quarta-feira (21), vacinação exclusiva para primeira dose contra Covid-19 em Luís Eduardo.

Começou às 8h da manhã desta quarta-feira, 21, a vacinação da primeira dose contra o Covid-19, em em cidadãos a partir dos 40 anos de idade. São 799 doses de vacinas ao todo.
Como a procura tem sido grande no município, a expectativa da Secretaria de Saúde é de que por volta das 10h essas doses já tenham encerrado.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
Polícia Civil prende 5 dos 6 supostos mandantes e matadores de Paulo Grendene

Cinco suspeitos de executar o empresário Paulo Grendene, em junho deste ano, foram presos na manhã desta quarta-feira (21), na Operação Bandeirantes, realizada nos municípios de Barreiras, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
A operação foi deflagrada pelo Departamento de Polícia do Interior (Depin).

Dentre os presos, estão policiais militares e empresários. Armas, munições, celulares, computadores e documentos também foram apreendidos para identificação de possíveis provas. “A operação está sendo bastante positiva. Já cumprimos até o momento cinco dos seis mandados de prisão e 11 mandados de busca e apreensão”, disse a diretora do Depin, delegada Rogéria Araújo.
Durante a Operação Bandeirantes foram apreendidos 8 armas , três carros e um moto usados para homicídios, porções de maconha e inúmeras munições. Dois alvos de cumprimento de mandado de prisão também foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
As autoridades policiais ainda não revelaram os nomes dos suspeitos detidos hoje, mas sabe-se, extraoficialmente, que na lista dos presos estão um policial militar do Tocantins, um policial de Barreiras e até um ex-candidato a prefeito em Santa Rita de Cássia.

Participam da operação policiais da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Corregedoria Geral da SSP (Coger-SSP), Assessoria Executiva de Operações de Polícia Judiciária (AEXPJ), Coordenação de Operações Especiais (COE), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento de Inteligência Policial (DIP) e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público Estadual.
Déficit dos estoques mundiais de milho será grande. Carne de suíno já tem alta de até 4%.
No Oeste baiano, a saca de milho avançou 0,61% para R$82,50.
A situação dos produtores de proteína animal no Brasil, ovo, frango, suínos e boi confinado, pode se complicar ainda mais com o crescente déficit dos estoques de passagem do milho. Isso pode significar menos carne e mais preço na mesa do brasileiro.
Na análise da Pátria Agronegócios, o déficit de oferta sobre o uso total da safra 2021 já está em 23,6 milhões de toneladas em todo o globo, intensificado por estes prejuízos que seguem aparecendo na produção brasileira desde a safra de verão. Nesta segunda safra, há perdas que variam de 15% a 75%, de acordo com informações apuradas pela consultoria, com 32,71% da área colhida para a safrinha.
O regime de chuvas no Cinturão do Milho, nos EUA, pode não ajudar, e estados produtores como as duas Nebraskas, do Sul e do Norte, também praticamente tem previsão de colheita quase nulas.
O milho fechou a terça-feira com mais de 2% de alta na Bolsa de Chicago e só a queda do dólar, em função da baixa dos preços do petróleo, segurou as cotações no mercado interno.
Todos os vencimentos em Chicago, até dezembro de 2022, apresentaram alta no dia de ontem.
Os preços da carne de suínos reagiu: em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF subiu 3,91%/2,27%, alcançando R$ 133,00/R$ 135,00, enquanto a carcaça especial aumentou entre 3,91%/4,08%, custando R$ 9,70/R$ 10,20 o quilo.
Em Luís Eduardo, mais de 4 mil pessoas estão com seus nomes limpos e já podem comprar no comércio local.

Com a isenção automática de dívidas de até R$500, através do REFIS 2021, 4.161 moradores de Luís Eduardo Magalhães tiveram seus nomes limpos e a oportunidade de garantir crédito no comércio local.
Para Junior, além de beneficiar a comunidade, o comércio local também sentirá os reflexos dessa iniciativa. “Essa nossa iniciativa irá beneficiar diretamente o comércio, pois com o seu nome limpo, o cidadão pode voltar a fazer aquele crediário e honrar seus compromissos. Essa foi uma promessa que eu fiz e estou cumprindo”, disse o prefeito Junior Marabá.
A medida foi possível após a realização de um estudo feito pela Prefeitura, através da Secretaria de Administração e Finanças.
“Para mim é uma alegria poder devolver a uma parcela da população o seu nome limpo. Estamos corrigindo uma injustiça cometida no passado, tirando do cadastro de devedores da Prefeitura aquelas pessoas mais carentes que tinham débito de até R$ 500”, comemorou o prefeito Junior Marabá.
Será Coronel o político da delação? Parece que sim.
Senador pode virar alvo da Operação Faroeste após delação de desembargadora.
A pergunta e a resposta do título desta matéria são colocadas pelo bem informado jornalista Levi Vasconcelos, em sua coluna no jornal A Tarde, no dia de hoje. Afirma o colunista, no corpo da nota:
A delação da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli no bojo da Operação Faroeste coloca entre os 68 citados ‘um político com mandato no Congresso’.
Quem é o dito-cujo? Deus e o mundo apontam o senador Ângelo Coronel (PSD), que quando era presidente da Assembleia intermediou um acordo de José Valter Dias, o borracheiro que virou dono de uma área que tem cinco vezes o tamanho de Salvador, pelo qual ele poderia receber cifras próximas a R$ 600 milhões.
Se é que o é, a assessoria de Coronel diz que ele não recebeu qualquer informação oficial sobre o assunto. E, nas vezes que falou sobre o caso, disse que apenas foi intermediário de tal acordo e só. Não tem qualquer conexão.
A nota de Levi repercutiu o dia todo nos círculos políticos de Salvador.
Em abril de 2017, o site da Assembleia da Bahia, reportava:
“O maior conflito fundiário da história da Bahia e um dos maiores do país, envolvendo uma área da ordem de 350 mil hectares, localizada no município baiano de Formosa do Rio Preto, a 1.026 quilômetros da capital, acabou na manhã da última quinta-feira (27), após 30 anos de impasse.
O acordo de intenções foi assinado na Câmara de Vereadores local, tendo como mediador o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, então Coronel.
“Encampei esta luta pela pacificação do Oeste baiano e pelo fortalecimento da agricultura local, buscando gerar mais empregos e renda para a região. Espero que todos os atores saiam satisfeitos”, disse o deputado Angelo Coronel (PSD).”
Segundo fontes soteropolitanas bem informadas, a mediação de Coronel teria custado caro e alguns mais ousados tem até cifras para comentar: R$600 milhões, dada a grandeza do negócio iniciado entre os produtores da Região e os agora indiciados pela Operação Faroeste, entre eles Adailton Maturino e os grileiros de uma vasta porção de terras, da ordem de 360 mil hectares. Mas a importância está obviamente super-estimada, pois a movimentação financeira dos grileiros não chegou a atingir nem 50% desse valor.
Em Luís Eduardo, inicia amanhã novo lote de vacinas 1ª dose.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Saúde, realiza nesta quarta-feira (21), a partir das 8h (até acabarem as doses), no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, vacinação exclusiva para primeira dose contra o Covid-19, para pessoas a partir dos 40 anos de idade.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
O município recebeu nesta terça-feira (20), 799 doses de vacinas para primeira dose.
Contribuintes de LEM podem aproveitar REFIS para garantir 30% de desconto no ITBI.

Com a prorrogação do Refis até o próximo dia 10 de outubro, o contribuinte ganhou mais tempo para regularizar suas dívidas junto ao município. Outra excelente oportunidade, é o desconto de 30% sobre o ITBI – Imposto de Transmissão de Imóveis, como explica o diretor de Arrecadação, Daniel Perpétuo.
“Quando você compra um lote ou uma casa, e faz a transmissão através de uma escritura, é necessário o pagamento desse imposto, o ITBI, que representa 2% do valor total do imóvel. Com o REFIS, estamos oferecendo a oportunidade de um desconto de 30%”.
A adesão pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 16h, na Secretaria de Administração e Finanças ou através dos contatos: e-mail: refis@pmlem.ba.gov.br / WhatsApp (77) 9 9976-6996
Geada no Centro-Sul queima cafezais e faz preço das bolsas explodirem.
O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta terça-feira (20) subindo forte na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações voltam a subir após registros de geadas nas principais áreas produtoras do país.
Por volta das 09h05 (horário de Brasília), setembro/21 tinha alta de 640 pontos, negociado por 162,70 cents/lbp, dezembro/21 tinha valorização de 625 pontos, cotado a 165,60 cents/lbp, março/22 tinha alta de 605 pontos, valendo 167,80 cents/lbp e maio/22 tinha valorização de 575 pontos, valendo 168,65 cents/lbp.

“Parece que a geada foi bem maior do que as previsões ontem falavam. Foi extenso, chegou até o Cerrado, pegou o sul de Minas e a Mogiana. Foi grande, agora o que significa em quebra de safra ainda é cedo para falar, mas pegou o café e foi maior do que as previsões falavam”, comenta Eduardo Carvalhaes.
Em Londres, o café tipo conilon acompanha e também opera com valorização. Setembro/21 tinha alta de US$ 41 por tonelada, valendo US$ 1773, novembro/21 subia US$ 41 por tonelada, negociado por US$ 1774, janeiro/22 tinha alta de US$ 38 por tonelada, valendo US$ 1761 e março/22 era negociado por US$ 1743, com valorização de US$ 38.
Com a valorização desta manhã, o mercado devolve as baixas registradas na última sessão, que foi marcada por um dia de grande aversão ao risco no mercado financeiro, derrubando as principais commodities agrícolas e com valorização expressiva do dólar ante o real.
Veja o que era realmente a viagem do “spray nasal” a Israel.
O que é e o que faz o spyware Pegasus? Entenda o que se sabe até aqui. Vazamento de números expôs possível vulnerabilidade no software espião mais poderoso do mundo
O vazamento de mais de 50.000 números de telefone supostamente usados por contratantes do software Pegasus, da empresa de vigilância israelense NSO Group, já escalou à lista de alertas da segurança cibernética global.
Segundo reportagem do Guardian, publicada no domingo (18.jul.2021), há jornalistas, figuras públicas, líderes políticos e ativistas da sociedade civil entre os milhares de contatos supostamente atrelados ao aplicativo.
Os dados preocupam, já que a comercialização do Pegasus é exclusiva a governos e agências militares. Originalmente, ele foi desenvolvido para que as forças de segurança conseguissem acessar núcleos criminosos sem serem descobertos.
Assim, qual é o motivo para que números de civis, em especial jornalistas e opositores de governos, estejam na lista vazada? Os dados foram de fato usados pelos clientes da empresa? É possível reprimir um spyware? Leia a seguir tudo o que se sabe sobre o Pegasus até agora.
A Cortina de Fumaça do Spray Nasal
A viagem de uma comitiva organizada pelo governo a Israel, entre 7 e 9 de março, custou pelo menos R$ 88,2 mil e terminou sem a assinatura de um acordo de cooperação entre o Brasil e a empresa israelense que desenvolve um spray nasal para possível tratamento da Covid-19.
As informações estão em uma resposta, de 44 páginas, do Ministério das Relações Exteriores a questionamentos formulados pela bancada do PSOL na Câmara dos Deputados. Os dados foram divulgados pelo portal UOL e obtidos também pelo G1.
Consultada, a Secretaria de Comunicação da Presidência informou que o Palácio do Planalto não irá se manifestar.
A viagem dos parlamentares e funcionários do governo a Israel deve ser alvo de análise pela CPI da Covid no Senado.
Participaram da comitiva brasileira o ex-chanceler Ernesto Araújo; os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Helio Lopes (PSL-RJ); o ex-secretário de Comunicação do governo Fabio Wajngarten; os assessores do Palácio do Planalto Filipe Martins e Max Moura; auxiliares do Itamaraty; e somente dois técnicos: Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, e Marcelo Morales, secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência e Tecnologia.
De acordo com o documento do Itamaraty, do último dia 7, foram gastos US$ 14,2 mil, 1,6 mil euros e R$ 2,7 mil com passagens, alimentação, hospedagens, reserva de salas e diárias, entre outras despesas. Não estão contabilizados os custos com o deslocamento em avião da Força Aérea Brasileira (FAB).
Em relação ao spray nasal, a resposta do Ministério das Relações Exteriores diz que havia uma proposta de o Brasil integrar a fase 2 do desenvolvimento do medicamento (EXO-CD24), “fazendo parte de um ‘pool’ internacional”.
Essa aproximação, segundo o documento, poderia facilitar a aprovação da droga no Brasil, agilizando a importação, e a “eventual produção local”.
Entretanto, o ofício do Itamaraty diz que um acordo entre o Brasil e o fabricante não foi celebrado, por falta de assinatura de representante do Ministério da Saúde brasileiro.
Os verdadeiros objetivos dos Bolsonaro.
O vazamento de mais de 50.000 números de telefone supostamente usados por contratantes do software Pegasus, da empresa de vigilância israelense NSO Group, já escalou à lista de alertas da segurança cibernética global.
Segundo reportagem do Guardian, publicada no domingo (18.jul.2021), há jornalistas, figuras públicas, líderes políticos e ativistas da sociedade civil entre os milhares de contatos supostamente atrelados ao aplicativo.
Veja aqui a reportagem do Poder360
No final do Governo FHC, a fome matava 300 crianças por dia.
Este post foi publicado em 11/02/2016, em O Expresso. Veja se a situação não se repete hoje:
No final do Governo de Fernando Henrique Cardoso, quando se encerrava a famosa década perdida, 300 crianças, em tenra idade, morriam de desnutrição todos os dias. A matéria é do Jornal Nacional, da Globo. Na época, não parecia haver a indignação com “o desgoverno e a roubalheira”, o ódio, a intolerância. A classe média permanecia calada.
O gráfico abaixo mostra como variaram nos dois governos: a taxa de juros Selic definida pelo Banco Central, a taxa de inflação pelo IPCA e a Taxa de juros real (SELIC – IPCA), todas com intervalos mensais anualizados.
O gráfico mostra os picos de taxas de juros das crises de 97 e 99 e da liberação do câmbio no início do segundo mandato de FHC, o que significa que em crises bem menores que a de 2009, o País teve que tomar medidas mais drásticas pois a nossa economia tinha se tornado fragilizada com a sangria de nossas reservas, que foi o custo da reeleição do FHC.
Também é importante salientar que durante todo o seu governo manteve a taxa Selic em torno de 20% ao ano, mostrando como o País pagou o preço da estagnação para sustentar um controle inflacionário apoiado em fundamentos equivocados, além de evidenciar a incoerência dos tucanos quando hoje criticam os juros reais.
Acordo com os 300 picaretas vai liberar R$4 bilhões ao Fundão.
Fontes bem informadas da Câmara Federal dizem que o Presidente fez um acordão com o Centrão: veta o Fundo Partidário eleitoral de R$5,7 bilhões, mas sanciona R$4 bilhões. O que, digamos, é um alto negócio, pois nas últimas eleições o Fundão atingiu R$2 bilhões. Vai dobrar, então.
Bolsonaro continua pendurado no pincel do Centrão.
O que é Osteoporose? Dicas de Saúde com Dr. Marco Túllio da Rede São Camilo.
A osteoporose é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas e age tornando os ossos frágeis e quebradiços.
Ela avança de acordo com a idade e costuma ser mais comum em mulheres. Nos quadros mais graves provoca deformidades nos ossos, fraturas e dores crônicas.
O diagnóstico precoce através de exame de imagem, principalmente a densitometria óssea, é a melhor forma de combater esse problema. E o Dr. Marco Túllio está presente aqui na São Camilo para ajudar você no que for preciso.
É possível superar a fome. De novo.
Há menos de 7 anos, o Brasil era um centro mundial de combate à fome. Hoje, a insegurança alimentar chega a 117 milhões. “Os governos Temer e Bolsonaro destruíram as políticas sociais”, diz, em artigo, Tereza Campello*.
A pandemia da Covid-19 no Brasil deixará no seu rastro marcas que vão muito além da tragédia sanitária que ceifou a vida de mais de meio milhão de brasileiros. O acirramento do quadro de fome e de insegurança alimentar é gravíssimo e exige ação imediata. O Brasil não pode esperar. Quem tem fome não pode esperar o controle da pandemia.
Lembremos que a Covid-19 alcançou o Brasil, no início de 2020, no seu pior momento. O desemprego atingia 11 milhões de trabalhadores, a rede de proteção social estava fragilizada, depois de quatro anos de vigência do congelamento de gastos sociais resultantes da Emenda Constitucional 95 — a Lei do Teto dos Gastos —, as taxas de pobreza cresciam assustadoramente desde 2015. A incapacidade e o descompromisso do governo de Jair Bolsonaro em conduzir o país em meio à pandemia maximizou todos estes problemas.
A crise sanitária da Covid atingiu um Brasil imerso em seu histórico pesadelo: tínhamos acabado de voltar ao Mapa da Fome das Nações Unidas. Dados da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (IBGE) davam conta que em 2017 e 2018 a população em situação de insegurança alimentar tinha saltado de 22,9% para 36,7% dos brasileiros. Com Temer, o país tinha regredido a uma situação pior que a que encontramos no início do governo Lula (35,2%). Foram os desmontes nas políticas públicas de combate ao flagelo da fome que conduziram o Brasil de volta ao triste mapa da ONU.
O governo Bolsonaro e a pandemia acirraram e aceleraram este quadro. Em dezembro de 2020, ainda com a vigência do auxílio emergencial, a população em insegurança alimentar chegou a 117 milhões de brasileiros (55%). Deste total, 43 milhões viviam com fome ou comiam menos do que precisavam para viver — insegurança alimentar grave ou moderada.
Relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) publicado este mês reafirmam os dados. Certamente a situação atual está ainda pior, considerando que o desemprego continuou crescendo e superou a casa de 15 milhões, enquanto outros 6 milhões de adultos desistiram de trabalhar por não encontrarem oportunidades e 34,2 milhões vivem na informalidade. O relatório “O vírus da Fome”, da Oxfam, divulgado na semana passada aponta para o risco do Brasil se tornar o centro emergente da fome no mundo.
Há menos de sete anos éramos reconhecidos mundialmente como o centro emergente de políticas inovadoras de combate à fome e à pobreza. A FAO atribuía o sucesso do Brasil, que saiu do Mapa da Fome em 2014 — durante o governo Dilma Rousseff —, a um conjunto multidimensional de políticas, dentre as quais se destacam:
1) Liderança e prioridade política com recursos orçamentários compatíveis com o tamanho do desafio;
2) Aumento da renda da população garantindo acesso a alimentos, através da geração de 20 milhões de empregos, aumento do salário mínimo em 74% acima da inflação e programa Bolsa Família;
3) Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que chegava a 43 milhões de crianças e jovens;
4) Fortalecimento da Agricultura familiar com crédito e compras públicas, e;
5) Gestão intersetorial, participação e controle social com o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), extinto no governo Bolsonaro.
Todas estas cinco frentes destacadas pela FAO, por tornarem possível a superação da fome, foram dizimadas por Temer e Bolsonaro.
A calamidade da fome não teve origem e não pode ser atribuída ao vírus. Confirmando 70 anos depois o que ensinava Josué de Castro, a fome não é um fenômeno natural ou biológico. É fruto de decisões políticas e da destruição de políticas públicas.
Frente à crise aguda e ao descompromisso do governo Bolsonaro, a população pobre e vulnerável tem conseguido se manter graças à rede de solidariedade que se formou na sociedade. ONGs, movimentos sociais, sindicatos, na maioria com forte vínculo com as periferias, estão mobilizados. A solidariedade é estratégica e necessária para aliviar o sofrimento, mas não garante o direito humano a alimentação adequada.
Foi criminosa a destruição do Sistema Nacional de Segurança Alimentar, o SISAN, que poderia estar coordenando nacionalmente as diferentes frentes das políticas municipais, estaduais e federais e integrando-as com o esforço de milhares de iniciativas da sociedade civil. Com o SISAN operando, o governo poderia, por exemplo, ter se antecipado propondo medidas para evitar a disparada do preço de alimentos e garantir o abastecimento da população.
Mas Jair Bolsonaro e Paulo Guedes preferiram viabilizar o lucro extra dos exportadores. O governo poderia ter pactuado e construído soluções para garantir refeições de qualidade para as 43 milhões de crianças que ficaram sem alimentação escolar com o fechamento das escolas. Poderia ter viabilizado soluções para manter as compras públicas de alimentos e evitar a interrupção das cadeias de fornecimento da agricultura familiar. Enfim haveria coordenação, interação e vontade política.
Em vez disso, assistimos incrédulos o ministro da Economia tentar tirar vantagens da tragédia humanitária da fome e aproveitar para solucionar os estoques mal planejados da rede varejista. Ou tentar “emplacar” o velho pleito de supermercadistas de flexibilizar as regras de prazo de validade para otimizar lucros. Com Guedes, vemos o retorno ao assistencialismo e o padrão “Ilha das Flores”, onde o que cabe aos pobres é o lixo e os restos, devidamente processados e higienizados.
É inexorável que se implemente imediatamente medidas, atuando em duas frentes, com a retomada do auxílio emergencial de R$ 600 e das experiências bem sucedidas vitoriosas no combate à fome. Defendemos o direito à acesso a alimentação em quantidade e qualidade. O direito à comida de verdade. E isto só é alcançado se for garantido pelo Estado, com regularidade, políticas continuadas e com escala. Sabemos que é difícil, mas é possível e pode ser feito. Os governos do PT fizeram.
(*) Tereza Helena Gabrielli Barreto Campello é economista brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Também é formada pela Universidade Federal de Uberlândia e doutora em Saúde Públicas pela FioCruz. Foi a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome durante o governo da presidente Dilma Rousseff.
O índice de descaramento do País está batendo no teto.
No País em que fígado, ovo, tripa bovina, pé de galinha e osso de boi virou pièce de résistance do cardápio do trabalhador brasileiro, não tem como segurar a moralidade do fundão partidário de R$5,7 bilhões.
Pior: tem gente que jura que Bolsonaro não veta para não ofender os “mimadinhos da Estrela”, que já levaram muitos mais que isso nas emendas parlamentares e no orçamento paralelo.
O problema do País não é a dívida pública de R$6 trilhões, não são os R$170 bilhões de déficit orçamentário.
O problema no País continua sendo vergonha na cara. O que mais aumenta no País, muito além dos 50% de inflação anual, é o índice de descaramento.
O cara depois da crise do “quero fazer cocô, não posso” voltou ainda mais amargo. Detonando vacina, ofendendo senadores, falando em fraude em eleições, ofendendo ministros do STF. Ele quer aparecer de qualquer maneira. Recomenda-se cromar as orelhas e colocar uma melancia no pescoço.
Conab lança boletim com cenários e perspectivas para agricultura familiar.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fornece uma nova opção para se buscar informações sobre a agricultura familiar. A partir desta segunda-feira (19), a estatal lança o Boletim da Agricultura Familiar, material que trará uma análise sobre os principais macro temas do setor, abordando também as perspectivas, cenários, desafios e oportunidades.
“Desta forma, a Companhia intensifica suas ações na promoção da inteligência agropecuária. As informações consolidadas podem ser utilizadas de forma a auxiliar a formulação e execução de políticas públicas, contribuindo para a regularidade do abastecimento e formação de renda do produtor rural”, destaca o presidente da Conab, Guilherme Augusto Sanches Ribeiro.
A publicação tem como fio condutor a avaliação da conjuntura encontrada pelos agricultores familiares. Para isso, o documento será dividido em macro temas, com espaços destinados às questões de crédito, análise de mercado dos principais produtos, além de entrevistas com os próprios produtores a fim de trazer uma visão de quem vivencia os desafios e as oportunidades existentes.
Para o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cesar Halum, “a assinatura da Conab traz credibilidade ao Boletim que vai nos ajudar muito no nosso trabalho em função de que a Conab opera o PAA, que é o Programa de Aquisição de Alimentos, importante programa para a agricultura familiar, bem como a PGPM-Bio (Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade), que cuida da nossa biodiversidade, e o PGPAF (Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar) que também é um programa de garantia de preços mínimos da agricultura familiar. Então isso são coisas importantes e que vão ser utilizadas e que vai nortear as nossas ações daqui pra frente”.
Em uma linguagem acessível, o Boletim ainda trará um artigo com informações sobre temas diversos afetos à agricultura familiar. “Temos a missão de prover inteligência agropecuária e participar da formulação e execução de políticas públicas, contribuindo para a regularidade do abastecimento e formação de renda do produtor rural, e com essa publicação damos mais um passo nesse pilar importante de promoção da inteligência agropecuária”, ressalta o diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio de Zen.
Nesta primeira edição, o artigo em destaque abordará a importância das políticas públicas executadas pela Conab para a agricultura familiar e para a sociedade como um todo, com destaque para os indicadores de execução dos últimos anos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e da Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).
“O desafio de se apresentar para a sociedade brasileira um Boletim da Agricultura Familiar não é pequeno. Além da importância, a abrangência do tema torna necessária uma grande capacidade de síntese e objetividade” reforça o superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade da estatal, Marisson Marinho. Ele ainda ressalta que a atuação da Conab junto aos agricultores e agricultoras familiares ocorre desde muito tempo, tendo sido intensificado a partir do início dos anos 2000. “Tal situação fez com que a Companhia se apropriasse de um grande número de informações e passasse a ser uma instituição de referência sobre o setor”.
O Boletim da Agricultura Familiar será publicado a cada dois meses. Clique aqui para ter acesso à íntegra da publicação.
Barreiras informa dois óbitos por Covid e 58 novos casos.
A Secretaria Municipal de Saúde informou, nesta segunda-feira, 19, o 302º e o 303º óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos no sábado (17), no Hospital do Oeste. Mesmo com todo empenho da equipe médica, os pacientes não resistiram ao avanço do novo Coronavírus. A Secretaria de Saúde esclarece que o comunicado dos óbitos se deu nesta segunda-feira (19), pela necessidade de confirmação do caso, endereço e quadro clínico dos pacientes.
O 302º óbito trata-se de um paciente de 68 anos, que fazia tratamento de hipertensão e demência alcoólica. Já o 303º óbito se refere a um paciente de 53 anos que era hipertenso.
Os 58 (cinquenta e oito) casos que testaram positivos, trata-se de 31 (trinta e uma) pessoas do sexo feminino, com idades entre 01 mês e 79 anos. Destas, 28 (vinte e oito) foram sintomáticas e 03 (três) tiveram contato com caso confirmado. E 27 (vinte e sete) pessoas do sexo masculino, com idades entre 08 e 86 anos. Destes, 24 (vinte e quatro) foram sintomáticos, 02 (duas) tiveram contato com caso confirmado, sendo 01 (um) profissional de saúde e 01 (um) preencheu requisitos para coleta.
‘Desmatamento não é vantajoso para o Brasil’, afirma ex-ministro Alysson Paolinelli na conferência “Entendendo a Amazônia.”

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz, Paolinelli diz ter ‘esperança de que a ciência mostre e demonstre que a árvore vale mais em pé do que caída’
“O desmatamento é um fator que nós temos de coibir. O desmatamento não é vantajoso para o Brasil; a agricultura não depende dele. Ao contrário”, afirmou Alysson Paolinelli durante palestra na conferência virtual “Entendendo a Amazônia”, que acontece até o dia 22 de julho. De acordo com o ex-ministro da Agricultura – indicado ao Prêmio Nobel da Paz –, “a continuar o desmatamento nas proporções atuais, poderá acontecer dificuldades nos chamados grandes rios aéreos”, que “abastecem” regiões produtoras com umidade quente. Essa umidade, que se encontra com as ondas frias que surgem do Sul, provocam chuvas que beneficiam as plantações do país, informa.
“Felizmente, o desmatamento não vem da agricultura: é um fenômeno de especulação de madeireiros que utilizam a madeira da Amazônia para exportar, o que não deve continuar acontecendo. Eles estão contra a lei. A lei ali tem de ser respeitada, porque não há nenhuma vantagem no Brasil com esse desmatamento. Estamos interessados muito mais na abundância biológica na Amazônia. É realmente o maior volume de biologia no mundo e poderá ajudar o Brasil no desenvolvimento pela ciência da bioeconomia, nova fase em que nós vamos entrar”, complementou o ex-ministro da Agricultura.
Mineiro, Paolinelli tem 84 anos e começou a atuar com a agricultura há seis décadas. Nesse período, além de ter assumido a pasta federal da agricultura em 1974, foi secretário estadual da mesma área de Minas Gerais (durante três períodos entre 1971 e 1998) e dirigiu a então Escola Superior de Agricultura de Lavras – que se transformou na atual Universidade Federal de Lavras. No Ministério da Agricultura, sua gestão foi responsável pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esse trabalho contribuiu para que esse personagem histórico fosse indicado à edição de 2021 do Prêmio Nobel da Paz.
“O Brasil criou, nesses últimos 40 anos, uma agricultura tropical altamente sustentável, com a vantagem de que, só com as tecnologias existentes hoje, poderemos, na área antropizada, ter condições de suportar toda a demanda mundial de alimentos em 2050”, analisou Paolinelli. “No Brasil, a árvore está valendo mais caída do que em pé. Nós temos esperança de que a ciência mostre e demonstre o contrário. Essa é uma tarefa que teremos daqui em diante”, finalizou o ex-ministro.
Entendendo a Amazônia
A conferência, que tem duração de 19 a 22 de julho, tem o objetivo de informar corretamente a sociedade em geral e buscar melhores caminhos para essa riqueza, integrando a preservação com a produção sustentável. Tudo isso sem conotação política. São 28 palestras destinadas a todos os públicos no Brasil e no exterior. O conteúdo ficará gravado e disponível até 31 de julho no site www.entendendoaamazonia.com.br.
“Nesse evento, reunimos pessoas que têm grande conhecimento da região e vão contar objetivamente seus pontos de vista a partir de uma vivência real da Amazônia”, diz Xavier Boutaud, cofundador da Agri-Rex, organizadora da conferência. É uma grande honra e uma satisfação trazer um programa em que lideranças do maior destaque vêm compartilhar generosamente seu conhecimento.”
A programação aborda desenvolvimento sustentável, impacto do desmatamento nas mudanças climáticas e na produção de alimentos, importância da atuação dos fundos internacionais na preservação do bioma e o papel do agronegócio nesse contexto. Sempre com renomados especialistas. “Juntos, nossos palestrantes e entrevistados somam mais de 900 anos de experiência, todos unidos num profundo respeito à Amazônia”, complementou Boutaud.
Primeiro dia de conferência
Além de Xavier Boutaud e Alysson Paolinelli, o primeiro dia da conferência contou com Denis Minev, diretor-presidente da Bemol e cofundador e conselheiro da Fundação Amazonas Sustentável, que abordou o potencial econômico do bioma. Em seguida, a diretora de ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Ane Alencar, traçou o histórico dos incêndios florestais na Amazônia e abordou estratégias preventivas para evitar o problema.
Sergio Vergueiro – membro do Conselho do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) – e Roberval Lima – doutor em engenharia florestal e pesquisador da Embrapa – debateram como áreas desflorestadas e degradadas na Amazônia são recuperadas pela plantação de castanheiras. À tarde, o jornalista e sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, salientou que “para entender a Amazônia precisamos enxergar o que está dando errado”.
Já no fim do primeiro dia de palestras, a jornalista Jacqui Fatka – editora de política da norte-americana Farm Progress Companies – apresentou perspectiva dos Estados Unidos a respeito da prevenção de incêndios florestais e de como enfrentar os desafios climáticos mundiais, enquanto Teresa Cristina Vendramini – presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) – falou sobre os desafios do produtor rural na região Norte.
Por fim, a ex-secretária de Coordenação de Políticas para a Amazônia do Ministério do Meio Ambiente, Muriel Saragoussi, palestrou sobre como compreender a Amazônia sob a ótica da sustentabilidade e da sociobiodiversidade, encerrando o primeiro ciclo da conferência.
Dia 20 de julho: entre os principais temas abordados estão questões climáticas, bioeconomia, piscicultura, manejo florestal e a importância dos rios para a produção agropecuária.
Para conferir as palestras, acesse www.entendendoaamazonia.com.br.
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Prefeitura de Luís Eduardo dá início a série de palestras para o comércio no dia 27
A Coach Life e Financeiro, Thaís Souza traz o tema ‘‘Dinheiro com Propósito’

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, realiza no próximo dia 27 de julho, no auditório do Sicredi a palestra ‘Dinheiro com Propósito’, com a Coach Life e Financeiro, Thaís Souza.
“O objetivo da palestra é trazer o verdadeiro sentido da prosperidade, que é muito mais do que ter uma conta com muito dinheiro”, contou Thaís.
“Estamos levando conhecimento e informação de qualidade para os nossos empreendedores. Falar sobre dinheiro é de extrema importância. Saber onde e quando investir para ter sucesso. Essa é mais uma palestra cuidadosamente selecionada para os nossos amigos empresários”, afirmou o diretor de Indústria e Comércio, Gilson Sena.
Sobre a palestrante
Thaís Souza é formada em Administração, pós graduada em Comunicação Organizacional, Life Coach Financeira e Analista Comportamental.
Serviço
A atividade faz parte da série ‘Amigo Empresário: cuidando do comércio’. As reservas podem ser realizadas pelo telefone (77) 3628-5968.
Em Luís Eduardo Magalhães, campanha contra o Abandono Intelectual.

Com o objetivo de garantir o direito à educação dos quase 20 mil alunos da rede municipal de Luís Eduardo Magalhães, a Secretaria de Educação retoma a campanha ‘Filho fora da escola é crime’, lançada em maio, contra o abandono intelectual.
Para comprovar a frequência do aluno, os pais que têm filhos matriculados na rede pública deverão retirar as atividades dos filhos na escola em que ele está matriculado, cobrar que ele faça as tarefas e devolver a atividade feita nas aulas. À exceção dos alunos do Fundamental 2, que também realizam tarefas digitais.
Apenas com as atividades escolares em dia é que o pai poderá comprovar a frequência do filho na escola durante a pandemia. Isso evitará a perda do benefício do Bolsa Família e também evitará que esse pai seja processado por abandono intelectual, que é deixar seu filho sem educação.
Foram desenvolvidos panfletos informativos que serão distribuídos com os kits merenda, cards e um vídeo institucional para as redes sociais.
A campanha visa alertar os pais sobre os riscos da não comprovação da assiduidade dos alunos da rede pública municipal. Prover a educação primária do filho é uma obrigação de todo pai. Não a cumprir implicará crime de abandono intelectual (art. 246, do CP).
O pai ou a mãe que não matricular o filho na escola, seja pública ou particular, e o deixar em casa ‘aguardando a pandemia acabar’, poderá responder judicialmente por abandono intelectual. Crianças e adolescentes não podem ficar sem educação.
Pra que novelas quando se tem as notícias do Centro do País?

O que é Osteoporose? Dicas de Saúde com Dr. Marco Túllio da Rede São Camilo.
A osteoporose é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas e age tornando os ossos frágeis e quebradiços.
Ela avança de acordo com a idade e costuma ser mais comum em mulheres. Nos quadros mais graves provoca deformidades nos ossos, fraturas e dores crônicas.
O diagnóstico precoce através de exame de imagem, principalmente a densitometria óssea, é a melhor forma de combater esse problema. E o Dr. Marco Túllio está presente aqui na São Camilo para ajudar você no que for preciso.
Operação Faroeste: PGR pede prisão de ex-secretário de Segurança Pública.

Foto: Mateus Pereira/AGECOM
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, em nova denúncia apresentada sobre a Operação Faroeste, a prisão do ex-secretário de Segurança Pública da Bahia (SSP), Maurício Barbosa.
Segundo informações do jornal Correio, na coluna Satélite, o pedido da PGR consta no trecho de 100 páginas que foi anexado à denúncia oferecida, sob sigilo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Maurício é acusado de integrar a organização criminosa envolvida em casos de grilagem de terra e vendas de sentença dentro do TJ-BA. Barbosa deixou a SSP-BA em dezembro, quando teve seu nome ligado ao esquema.
Ainda, segundo o jornal, os detalhes que dão base ao requerimento de prisão de Barbosa serão mantidos em segredo até que o relator do caso, ministro Og Fernandes, decida se decretará ou não a prisão preventiva.
O acidente que quase mata Verstappen. Hamilton não foi legal.
Um apostador de Colatina leva prêmio de R$ 76 milhões da Mega-Sena.
Um apostador de Colatina, no Espírito Santo, levou o prêmio de R$ 76 milhões do concurso 2391 da Mega-Sena, sorteado neste sábado (17) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As dezenas sorteadas foram 05 – 08 – 13 – 27 – 36 – 50.
A quina teve 192 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 32.288,63.
A quadra teve 13.379 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 661,95.
O próximo concurso (2.392) será na quarta-feira (21). O prêmio é estimado em R$ 2,5 milhões.
Se manter o ritmo, País pode imunizar 70% do povo até dezembro contra a Covid.
Vacinas protegem contra a Variante Delta, mas só depois da segunda dose. Diminuição das restrições pode aumentar transmissão
O Brasil tem capacidade para imunizar 70% da população com as duas doses da vacina contra a covid-19 até dezembro, caso mantenha a média atual de um milhão de doses aplicadas por dia. A taxa é considerada ideal para que a vacina seja capaz de controlar a transmissão do vírus. No entanto, especialistas afirmam que o País precisa superar problemas como a imprevisibilidade na entrega de vacinas e a baixa adesão à 2ª dose para atingir a marca.
É preciso vacinar completamente cerca de 147 milhões de brasileiros para alcançar essa cobertura. Entre compras e doações, o Brasil terá 41 milhões de doses da Janssen, de aplicação única, até o fim do ano — 3,8 milhões já chegaram. Outras 106 milhões de pessoas terão de ser vacinadas no esquema de duas doses. Ao todo, o País deve aplicar 253 milhões de doses para imunizar 70% da população.
Considerando que o Brasil já aplicou cerca de 115,7 milhões de vacinas — entre 1ª dose, 2ª dose e dose única —, ainda precisamos aplicar 137,3 milhões de doses. Os dados são do Ministério da Saúde e podem ter defasagem. E o País tem vacinado um milhão de pessoas por dia, em média, há pelo menos um mês. Por isso, e com base nas entregas previstas para os próximos meses, estima-se que esse volume irá se manter.
“O brasileiro quer se vacinar, isso está claro. As pessoas estão pegando avião, viajando, para se vacinar”, diz a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai. “Por isso, o fator que realmente pode impactar na evolução da campanha de imunização é a chegada de vacinas.”
No início do ano, o Ministério da Saúde foi alvo de críticas diante da demora para comprar imunizantes. Depois, atrasos na chegada de matéria-prima atrasaram repasses. “Nosso cronograma de doses é complicado”, diz a epidemiologista da Universidade Federal do Espírito Santo Ethel Maciel, que acredita nos 70% em dezembro na “melhor das hipóteses”. Outra preocupação, acrescenta Isabella, é a baixa adesão à segunda dose. Para ela, uma comunicação mais eficaz e a busca ativa dos faltosos ajudaria a resolver o problema. “O brasileiro não tomou a 2ª dose provavelmente porque não lembrou.”
Pelo vacinômetro do Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da Universidade Federal de Alagoas, 34,6% dos brasileiros que já deveriam ter tomado a 2ª dose da AstraZeneca estão em atraso (2,6 milhões). E dois milhões têm reforço da Coronavac pendente. Os números são do dia 11. É essencial que o País alcance a cobertura esperada com as duas doses para que a vacinação cumpra seu papel de reduzir drasticamente casos e mortes. “Sabemos que uma dose já dá resultado, mas é essencial que tomar as duas doses e que não haja atraso”, ressalta Isabella.
Estudos já mostram, por exemplo, que duas doses da AstraZeneca ou da Pfizer protegem contra a variante Delta – descoberta originalmente na Índia e mais transmissível –, mas uma dose é insuficiente. O avanço dessa cepa tem elevado infecções pelo mundo e freado planos de reabertura do comércio.
Lá fora. Conforme o site Our World In Data, ligado à Universidade de Oxford, apenas Malta e Islândia conseguiram vacinar completamente ao menos 70% da sua população. Entre as nações com mais de um milhão de habitantes, a que está mais próxima da marca são os Emirados Árabes Unidos (66%).
Outros lugares que se aproximam da cobertura ideal, como Reino Unido, Israel e partes dos Estados Unidos, já veem o número de mortes despencar. O epidemiologista Pedro Hallal explica que a taxa de 70% é uma estimativa. “Conseguimos observar melhora nos indicadores quando pelo menos 40% da população recebe ao menos uma dose da vacina. No momento em que 70% estiverem totalmente vacinadas, a covid será um problema bem pequeno.” Ele acredita que o Brasil alcance o índice no fim de dezembro.
O microbiologista Luiz Gustavo Amaral fala que o “número mágico” de 70% é calculado com base na efetividade das vacinas e se refere aos imunizantes com maior eficácia. Como o Brasil usa diferentes tipos de vacinas, a taxa pode variar.
Apesar de vários países já estarem oferecendo vacinas a todos os adultos, como Estados Unidos, Israel e Reino Unido, há dificuldade em ampliar a cobertura. Para Hallal, isso é um reflexo do movimento antivacina e da falta de senso de urgência. “Em um cenário onde a covid não é tão grave, as pessoas não sentem a urgência de se vacinar.”
Não é hora de relaxar
O avanço da vacinação, porém, não significa abandonar protocolos. Em junho, o presidente Jair Bolsonaro pediu ao Ministério da Saúde um estudo para desobrigar o uso de máscaras entre vacinados e “recuperados” da covid, quando cerca de 11% da população havia tomado duas doses. A ideia foi criticada por médicos e o governo recuou. O microbiologista Luiz Gustavo Amaral diz ser crucial manter medidas não farmacológicas, como máscaras. “O objetivo das vacinas da covid sempre foi evitar mortes e doenças graves, nunca se falou em evitar a transmissão.”
Em abril, os Estados Unidos suspenderam o uso de máscaras entre vacinados. A diferença é que a vacina já estava disponível para todos os adultos. No Reino Unido, o fim do lockdown foi atrelado ao êxito da vacinação. Lá, 70% da população tomou a 1ª dose e 53%, a 2ª. Restrições de distanciamento social serão retiradas nesta segunda-feira, 19,. e a máscara não será exigida em local fechado.
Autoridades locais podem implementar regras adicionais conforme a necessidade. Em Londres, o prefeito afirmou que as máscaras continuarão sendo obrigatórias no transporte público.
Para incentivar a vacinação, o presidente da França Emmanuel Macron criou o “passaporte da covid”. A partir de agosto, as pessoas só poderão frequentar lojas, restaurantes e atrações turísticas se estiverem completamente vacinadas contra a doença. Caso contrário, terão que apresentar um teste com resultado negativo para o coronavírus ou um comprovante mostrando que se recuperou recentemente da covid. Cerca de 24 horas depois do anúncio, 1,7 milhão de pessoas tinham agendado a sua vacinação.
O Chile, que já imunizou 60% da sua população, também flexibilizou as medidas de restrição contra a covid. O ensino presencial foi retomado no país e o comércio, reaberto. Como forma de prevenção à variante Delta, as autoridades chilenas mantiveram o fechamento das fronteiras.
Depois de colidir com Verstappen, Hamilton fatura GP da Inglaterra.
Relato da F1mania.net
Lewis Hamilton venceu o GP da Inglaterra de Fórmula 1, realizado neste domingo (18), em Silverstone. Foi a vitória número 99 da carreira do britânico, depois de se recuperar de uma punição de 10 segundos por um choque que tirou seu rival ao título, Max Verstappen, na primeira volta da corrida.
Charles Leclerc liderou a maior parte da corrida, mas foi superado por Hamilton quando faltavam três voltas para o fim. O monegasco terminou na segunda posição, à frente de Valtteri Bottas.
Lando Norris foi o quarto colocado, à frente do seu companheiro de equipe na McLaren, Daniel Ricciardo.
A Ferrari ganhou bons pontos no final de semana, já que Carlos Sainz fez uma corrida de recuperação para terminar na sexta posição.
Fernando Alonso terminou na sétima posição, enquanto Lance Stroll, Esteban Ocon e Yuki Tsunoda completaram, respectivamente, os 10 primeiros que pontuaram no GP da Inglaterra.
A corrida interrompida
A corrida começou de forma intensa. Hamilton partiu para cima de Verstappen na primeira volta, enquanto ambos alternavam a liderança da prova. Ao chegarem na Copse, Hamilton mergulhou por dentro e os dois acabaram se tocando. Verstappen rodou e foi direto para as proteções, já Hamilton teve danos em sua asa dianteira. Com a disputa, Leclerc assumiu a P1 antes da bandeira vermelha ser agitada e a corrida interrompida.
Verstappen abandonou a corrida e, dada a gravidade do choque, foi para o centro médico para verificações. Hamilton foi punido em 10 segundos.
A interrupção durou mais de 40 minutos, enquanto os fiscais trabalhavam para reagrupar as barreiras de proteção.

Leclerc largou muito bem e manteve a P1. Hamilton permaneceu em segundo, mas Bottas perdeu a posição para Norris. Ricciardo tentava atacar Bottas pela P4, mas acabou sendo superado por Alonso. O australiano deu o troco uma curva depois. Vettel rodou sozinho e caiu para a última posição. Sainz já era o sexto colocado no final da volta 7.
Na volta 19, começaram os primeiros pit-stops. Leclerc mantinha a dianteira, com Hamilton na cola. O monegasco apresentava alguns problemas, com o motor Ferrari falhando. Apesar disso, a Ferrari optava por manter Leclerc na pista.
Perez, que largou dos boxes depois do acidente na Corrida de Qualificação do sábado, parou na volta 19 e voltou com pneus médios. Imediatamente, o mexicano e Raikkonen travaram um duelo pela 12ª posição. Perez usou o DRS para ultrapassar o finlandês.
Norris fez sua parada na volta 22, mas a McLaren teve dificuldades com a roda traseira direita do britânico e perdeu muito tempo.
Bottas foi aos boxes uma volta depois e com uma boa parada da Mercedes, retornou à pista na frente de Norris. Ambos voltaram atrás de Alonso, que ainda não tinha parada, mas rapidamente superaram o espanhol que foi aos boxes uma volta depois.
Alonso retornou em 10º, atrás de Stroll, e usou o DRS para superar o canadense. Logo após a ultrapassagem, Alonso reclamou de problemas em seu Alpine.
Troca de Pneus
Hamilton foi aos boxes na volta 28 para trocar os pneus e pagar a penalidade de 10 segundos. O piloto da Mercedes voltou na quinta posição, atrás de Norris. Leclerc e Sainz ainda não haviam parado.
Sainz fez sua parada na volta 29, mas a Ferrari demorou para tirar a roda dianteira esquerda. O espanhol retornou à pista na sexta posição. Leclerc fez sua parada uma volta depois e, dessa vez, sem erros da Ferrari, e voltou à pista na liderança.
Hamilton foi para cima de Norris e faturou a terceira posição.
Sainz tentava se aproximar de Ricciardo para ganhar a quinta posição. O espanhol se aproximava rapidamente, enquanto o australiano perdia terreno para seu companheiro de equipe Norris, quarto colocado. A diferença era de mais de 14 segundos na volta 37.
Perez fez seu segundo pit-stop na volta 39 e voltou em 16º. A alta temperatura aumentava consideravelmente a degradação dos pneus.
Na volta 40, uma ordem de equipe viu Hamilton ultrapassar Bottas sem dificuldade. Hamilton, agora em segundo, tinha oito segundos de desvantagem para o líder Leclerc.
Faltando cinco voltas para o fim da corrida, Leclerc tinha 2,4s de vantagem para Hamilton.
Com três voltas para o final, Hamilton já podia usar o DRS para se aproximar ainda mais de Leclerc.
Ao final, a ultrapassagem.
Na Copse, mesmo lugar que aconteceu o acidente com Verstappen, Hamilton colocou por dentro e assumiu a liderança da corrida. Rapidamente, Hamilton abriu dois segundos de vantagem para Leclerc.
Bottas completou a corrida na terceira posição, à frente de Norris. Ricciardo foi o quinto e Sainz o sexto colocado. Alonso, Stroll, Ocon e Tsunoda completaram, respectivamente, os pilotos dentro da zona de pontuação.
Confira o resultado final do GP da Inglaterra de F1:
1) Lewis Hamilton (Mercedes)
2) Charles Leclerc (Ferrari)
3) Valtteri Bottas (Mercedes)
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes)
5) Daniel Ricciardo (McLaren/Mercedes)
6) Carlos Sainz Jr. (Ferrari)
7) Fernando Alonso (Alpine/Renault)
8) Lance Stroll (Aston Martin/Mercedes)
9) Esteban Ocon (Alpine/Renault)
10) Yuki Tsunoda (AlphaTauri/Honda)
11) Pierre Gasly (AlphaTauri/Honda)
12) George Russell (Williams/Mercedes)
13) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
14) Nicholas Latifi (Williams/Mercedes)
15) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
16) Sergio Pérez (Red Bull/Honda)
17) Nikita Mazepin (Haas/Ferrari)
18) Mick Schumacher (Haas/Ferrari)
OUT) Sebastian Vettel (Aston Martin/Mercedes)
OUT) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
A maioria dos brasileiros acha que Bolsonaro demorou para comprar vacinas, diz pesquisa feita pelo Senado.
Do jornal Extra, editado.
A maioria dos brasileiros crê que houve uma demora na compra de vacinas no país, atribuindo a culpa principalmente ao presidente Jair Bolsonaro, e avaliando que, se o Brasil tivesse adquirido os imunizantes mais cedo, o número de mortes seria menor. Em geral, os brasileiros têm muito ou um pouco de medo da doença, e avaliam que a vida piorou depois da pandemia. Dentre os que acompanham o trabalho da CPI da Covid no Senado, a maioria acreditam que sua criação foi muito importante para o país. Essas são algumas conclusões de levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa DataSenado, que é ligado ao Senado.
De acordo com a pesquisa, 73% acreditam que a compra de vacinas começou muito tarde, 22% no momento certo, e 3% mais cedo do que deveria. Dentre os que acham que houve demora, 74% apontaram o Bolsonaro como principal responsável, e 97% avaliaram que que, se as vacinas tivessem sido compradas antes, o número de mortes seria menor. Cruzando os dados, a pesquisa aponta que mais da metade dos brasileiros acreditam que Bolsonaro demorou a adquirir vacinas.
Foram apontados como responsáveis pelo atraso na compra de vacinas:
– Bolsonaro: 74%
– Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): 8%
– Congresso: 6%
– governadores: 4%
– outros: 1%
– não souberam ou não responderam: 6%
Os pesquisadores também perguntaram quem é o principal responsável pelo desempenho do país no combate à pandemia, mas sem fazer juízo de valor sobre a qualidade desse trabalho, e o presidente novamente apareceu na frete:
– Bolsonaro: 40%
– a própria população: 32%
– governadores: 12%
– Congresso Nacional: 6%
– prefeitos: 3%
– não souberam ou não responderam: 6%
De acordo com a pesquisa, a maioria acha que, depois da pandemia, a vida está:
– pior: 61%
– igual: 31%
– melhor: 7%
– não souberam ou não responderam: 1%
Na comparação entre 2020 e 2021, mais pessoas acham que este ano está pior do que o passado – 40% – do que os que pensam que houve melhora – 34%.
Questionados se têm medo da doença, os entrevistados responderam:
– muito medo: 42%
– um pouco de medo: 32%
– nenhum medo: 25%
– não souberam ou não responderam: 1%.
Segundo a pesquisa, 73% sabem da existência da CPI. Dentre os que têm conhecimento da comissão, 67% acompanham os trabalhos. E, dentre os que acompanham, 66% dizem que a criação da CPI foi muito importante para o país, 14% acham que foi pouco importante, 19% entendem que não foi nada importante, e 1% não respondeu.
A corrupção na compra de vacinas, que é a principal linha de investigação da CPI no momento, é o assunto mais conhecido dentre os que acompanham a comissão, tendo sido citado por 84%. As denúncias de irregularidade na negociação da Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, e as tratativas com uma empresa intermediária que dizia ter doses da AstraZeneca foram os pontos mais lembrados.
Na sequência, com 52%, está o uso de remédios sem comprovação científica no tratamento precoce. Em terceiro lugar, a existência do chamado gabinete paralelo para auxiliar o presidente na política de enfrentamento à pandemia, com 48%.
A pesquisa também mostrou que 76% daqueles que têm acompanhado a CPI souberam da prisão do ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, determinada pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM).
O levantamento ouviu 1471 pessoas de 16 anos ou mais na terça e quarta-feira desta semana, levando em conta critérios como renda, escolaridade, faixa etária, sexo, cor da pele, e região onde vivem. As entrevistas foram feitas por telefone. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro varia de acordo com o tamanho das amostras: vai de 0,2 a 7,2 pontos percentuais.
Frente fria avança sobre Sul e Sudeste do país
Foto de Marleno Muniz Farias e conteúdo da Agência Brasil.
Previsão para próximos dias é de frio intenso e temperaturas negativas
Os próximos dias devem ser de frio intenso nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Um frente fria de origem polar avança sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e partes do Mato Grosso do Sul. 

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), vinculado Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a temperatura mínima em Porto Alegre cai para 5º Celsius na segunda-feira (19), com máxima de 14º. Na terça-feira (20), a mínima na capital gaúcha será de 3ºe máxima de 17º.
Em Curitiba, a previsão é que já neste domingo a temperatura fique em, no máximo, 15º, com 7º de mínima. No dia seguinte, a mínima na capital paranaense deve chegar a 1º, com máxima de 12º, atingindo temperatura negativa na terça-feira, com -3º de mínima. Em Chapecó, oeste catarinense, também está previsto temperatura negativa, com mínima de -2º na terça-feira, e máxima de 19º.
A cidade de São Paulo começa a sentir os efeitos da frente fria neste domingo (18), com máxima de 22° C e mínima de 12° C. A segunda-feira (19) tem previsão máxima de 20°C e mínima de 9°C. Já a terça deve registrar a temperatura mais baixa da semana, mínima de 7 °C e máxima de 20º.
Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, a mínima pode chegar a -2º na terça, com máxima de 22º. Na capital, Campo Grande, a próxima segunda terá 18º de máxima, com a mínima chegando a 6º. No dia seguinte, a temperatura varia entre 7º e 22º.
Possibilidade de neve
O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometereologia (Ciram), de Santa Catarina, informa que o estado terá frio intenso a partir de domingo (18) até terça-feira. Há chance de chuva congelada ou neve já no domingo em áreas altas, como o Meio-Oeste e o Planalto Sul, com mínima de 0° C e umidade elevada. Também há possibilidade de geada. As temperaturas negativas podem chegar a -7º nas regiões serranas, com possibilidade de ocorrência de neve, fenômeno já registrado no final do mês passado
Como a devastação no Cerrado afeta a quantidade de água que corre na sua torneira
Bioma, que concentra 5% da biodiversidade do planeta e funciona como uma enorme caixa d’água que irriga quase metade do Brasil, agora sofre com um ritmo de desmatamento avassalador.
Leia a reportagem na íntegra em El País – Brasil.
Oliver Stone desmonta a versão oficial do assassinato de JFK com novos documentos antes sigilosos.

Em 2017, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu tirar o sigilo sobre 2.800 relatórios secretos, com mais de três milhões de documentos, sobre o assassinato do presidente John Kennedy em 1963. O diretor Oliver Stone, 74 anos, autor do documentário JFK: a pergunta que não quer calar, apresentou em Cannes mais 2 horas de documentário, após acesso a esses relatórios secretos, sob o título JFK revisited: through the looking glass (“JFK revisitado: através do espelho”), que acabam apontando a CIA e o FBI, se não como culpados, pelo menos como manipuladores de todas as provas.
Diz Oliver Stone:
“É mais importante sabermos por que Kennedy foi assassinado do que por quem. E foi por seu desejo de paz. Hoje, por que queremos inimigos? Por que mantemos uma política hostil contra Rússia, China, Irã ou Cuba? Precisamos de relações estáveis com esses países, porque a ameaça principal que sofremos atualmente é o aquecimento global. E é um problema mundial que exige soluções mundiais. Os países, as pessoas, estão acima de presidentes ou ditadores”.
Veja a matéria completa em El País, um dos mais importantes jornais europeus.
São Camilo agora forma a Rede São Camilo.

Para vidas que são únicas, o cuidado de uma grande rede: a Rede São Camilo.
Para vidas que contam com a nossa proteção, somos 27 especialidades médicas, Centro de Vacinas, 12 Laboratórios, Maternidade, Clínica de Imagem, Ala Exclusiva Covid-19, Pronto-Socorro com médico 24 horas e, em breve, o maior Centro Médico do Oeste da Bahia.
Somos a Rede São Camilo e há 18 anos construímos o futuro.
Deputado Toinho e Marabá Jr. buscam investimentos para o esporte.



















