
Ui, ui! A fila andou, Bozoró!






A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães intensificou as ações de prevenção e combate às queimadas na área urbana do município. A iniciativa é um trabalho conjunto entre a Secretaria Municipal de Sustentabilidade, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, com apoio do Grupamento de Proteção Ambiental (GPA).
Além de crime ambiental, passível de multa e pena de dois a quatro anos de prisão, as queimadas provocam poluição que afeta diretamente a saúde da população, sobretudo crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, podendo agravar quadros de asma, alergias e doenças cardíacas.
Outro problema grave é que as chamas podem danificar cabos de internet e telefonia, interrompendo serviços essenciais, além de comprometer postes e fiações de iluminação pública, deixando ruas às escuras.
Ações Integradas
As equipes da Secretaria de Sustentabilidade, em parceria com o GPA e a Defesa Civil, têm intensificado a fiscalização, coibindo atos ilegais e atendendo ocorrências de incêndio. O Corpo de Bombeiros também atua em tempo real no combate ao fogo.
Campanha de Conscientização
Além das ações de fiscalização, a Prefeitura realiza uma ampla campanha de conscientização, com divulgação nas redes sociais oficiais, orientando a população sobre os riscos das queimadas e os canais de denúncia disponíveis.
Participação Popular
O poder público reforça que a colaboração da população é essencial para reduzir o número de ocorrências. A comunidade deve evitar qualquer tipo de queima de lixo ou restos de poda, manter terrenos limpos e denunciar práticas irregulares.
Canais de denúncia e emergência:
Secretaria de Sustentabilidade: (77) 3628-9033 | semaes@pmlem.ba.gov.br
Defesa Civil: (77) 3628-5641
Corpo de Bombeiros: (77) 9926-5586

A Câmara dos Deputados marca um capítulo crucial em sua agenda legislativa nesta terça-feira (23/set), ao iniciar o julgamento formal do pedido de cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
A sessão, agendada para as 13h no plenário 11, reunirá o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para analisar representações que acusam o parlamentar de quebra de decoro por ações que, segundo os autores, atentam contra a soberania nacional e as instituições democráticas.
Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos desde fevereiro, é alvo de pelo menos quatro pedidos protocolados principalmente pelo PT e pelo PSOL, com encaminhamento oficial feito pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), em agosto.
O processo ganhou tração após investigações da Polícia Federal (PF) revelarem supostas articulações do deputado com autoridades americanas, incluindo o governo de Donald Trump, para impor sanções econômicas ao Brasil, como um “tarifaço” de 50% sobre importações brasileiras.
Essas medidas seriam uma retaliação às apurações judiciais sobre a tentativa de golpe de Estado envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo, cujo julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) culminou em condenação a 27 anos de prisão em regime fechado, em setembro.
As denúncias, apresentadas em agosto, incluem suspensão imediata do mandato, bloqueio salarial e perda definitiva do cargo, com base no artigo 55 da Constituição Federal, que prevê cassação por quebra de decoro.
De acordo com o site oficial da Câmara dos Deputados, a reunião desta terça-feira incluirá o sorteio da lista tríplice para escolha do relator do caso, além de oitivas de testemunhas relacionadas a outras representações, como a contra o deputado Gilvan da Federal (PL-ES).
Embora o Conselho de Ética tenha arquivado ou adiado alguns pedidos iniciais em sessões anteriores, como em 3 de setembro, o avanço agora é impulsionado pela pressão de deputados governistas e pela proximidade do ano eleitoral de 2026.
Do Portal Urbs Magna


A caravana ‘Aiba + perto do produtor’ tem um encontro marcado com os produtores rurais da região produtiva da Estrada do Café, em Barreiras, no próximo dia (24), às 18 horas, no Salão da comunidade Novo Horizonte. Iniciativa da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), este será o terceiro encontro do programa que propõe ouvir demandas dos produtores rurais e apresentar soluções institucionais.

“Quero convidar você produtor para no dia 24 de setembro, a partir das 18 horas, na comunidade Novo Horizonte, participar da reunião com Aiba + mais perto do produtor. Traga suas demandas, sejam problemas ou sugestões e também venha celebrar conosco todos os benefícios que a Aiba tem trazido aqui para nossa região, a exemplo dos 64 quilômetros de asfalto da Estrada do Café e a ponte sob o Rio de Janeiro, que nós estamos usufruindo, e agora, por meio desse programa Aiba + perto do produtor rural”, convidou João Paulo Gelain, produtor rural da Estrada do Café.
Os encontros anteriores do ‘Aiba + perto do produtor’, realizados nas microrregiões de Vila Panambi, em Formosa do Rio Preto, e de Rosário, município de Correntina, foram sucesso. Também receberão o programa as regiões de Roda Velha, distrito de São Desidério, Cascudeiro em Baianópolis, e o núcleo de Luís Eduardo Magalhães que inclui Novo Paraná, Bela Vista e Placas.

O Hospital do Oeste (HO),unidade vinculada ao governo estadual e administrada pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) no município de Barreiras, recebeu nesta sexta-feira(19), o paciente, Luzimar da Silva Souza, nascido em 14/02/1985. Em seu documento registra ser filho de Luiz Pereira de Souza e Claudete da Silva Souza.
O paciente foi vítima de agressão física em via pública na cidade de Barreiras. Até o presente momento não compareceu nenhum familiar na unidade. O paciente segue em estado grave na sala vermelha. O HO procura por familiares para tomar as devidas providências legais.
A Polícia Federal faz na manhã de hoje uma operação para investigar supostas fraudes envolvendo contratos de R$ 40 milhões para tratamento das água da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Um deles na DGAU (Diretoria de Gestão de Águas Urbanas), órgão da Prefeitura de Belo Horizonte.
Operação ocorreu com apoio do Ministério Público Federal. PF e MPF apontam indícios de crimes como organização criminosa, prevaricação, corrupção ativa, fraude à licitação e crimes ambientais.

Investigação determinou o bloqueio de valores de mais de R$ 440 mil em nome do servidor público investigado. Segundo a PF, o montante se refere a transações bancárias suspeitas de caracterizarem o pagamento de propina.
Inquérito investiga possíveis irregularidades em contratos firmados com dispensa de licitação. O processo licitatório se refere à empresa que deveria ser contratada para fazer o tratamento e recuperação da qualidade das águas da Lagoa da Pampulha —patrimônio cultural tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
Contratos envolvem cerca de US$ 7,5 milhões (R$ 40 milhões) em técnicas de biorremediação. A eficácia das técnicas também está sendo investigada. A gestão dos recursos foi de responsabilidade da DGAU da Prefeitura de Belo Horizonte.
Com a doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência (POI), as Forças Policiais da Bahia localizaram na sexta-feira (19), 28 fuzis em menos de 24h, apreensão recorde. Os flagrantes aconteceram nas cidades de Camaçari, Porto Seguro e Salvador.
Desarticular as facções envolvidas com tráficos de drogas e armas, homicídios, lavagem de dinheiro e corrupção de menores é a prioridade da Secretaria da Segurança Pública, na busca pela ampliação da redução das mortes violentas.

As apreensões de fuzis, armamentos utilizados também em roubos a bancos e carros-forte, aconteceram na localidade de Abrantes, município de Camaçari, (22 armas, munições e drogas), na cidade de Porto Seguro (5 armas, munições e drogas) e no bairro da Palestina, em Salvador (1 fuzil, munições e drogas).
“As Forças Estaduais e Federais retiraram das ruas, entre janeiro e setembro deste ano, 98 fuzis. Além de mortes violentas, esses armamentos são utilizados por traficantes para tentar dominar territórios, atacar policiais e também em crimes contra o patrimônio”, destacou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.
O delegado federal enfatizou ainda que o combate às facções continuará intensificado em todo o estado. “Não daremos trégua nas ações de inteligência e repressão qualificada contra estes grupos criminosos”, completou Werner.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pretende se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima semana. Ele teceu elogios ao chefe de Estado brasileiro chamando-o de “homem muito agradável”, com quem teve “uma química excelente” durante breve encontro.

Trump foi o segundo a discursar na abertura da 80ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas logo depois de Lula que foi o primeiro a falar.
O presidente norte-americano disse que as tarifas aplicadas contra o Brasil e outros países são uma questão de defesa da soberania e da segurança de seu país contra aqueles que “tiraram vantagens por décadas” durante os governos que o antecederam.

“Encontrei o líder do Brasil ao entrar aqui e falei com ele. Nos abraçamos. As pessoas não acreditaram nisso. Nós concordamos que devemos nos encontrar na próxima semana. Foram cerca de 20 segundos. Conversamos e concordamos em conversar na próxima semana”, disse o presidente norte-americano.
Trump acrescentou que Lula “parece ser um homem muito agradável”.
“Eu gosto dele e ele gosta de mim. E eu gosto de fazer negócios com pessoas que eu gosto. Quando eu não gosto de uma pessoa, eu não gosto. Mas tivemos, ali, esses 30 segundos. Foi uma coisa muito rápida, mas foi uma química excelente. Isso foi um bom sinal.”
Na avaliação do presidente norte-americano, o Brasil tarifou os EUA “de uma forma muito injusta”, o que levou seu país a aplicar, de volta, as tarifas de 50% contra alguns produtos brasileiros.
“Fiz isso porque, como presidente, eu defendo a soberania e os direitos de cidadãos americanos”.
O Brasil, segundo Trump, estaria “indo mal” ao cobrar “tarifas imensas e injustas” dos produtos norte-americanos, além de interferir nos direitos e na liberdade de cidadãos americanos e de outros países “com censura, repressão, e com o uso do sistema judicial como arma”.
Na sequência, Trump acenou que o Brasil poderá “se dar bem” caso trabalhe de forma conjunta com os EUA. “Sem a gente, eles vão falhar como outros falharam”, acrescentou.
Desde julho, o governo dos Estados Unidos vem em uma ofensiva taxando produtos brasileiros e tentando interferir nas decisões do Judiciário. O governo brasileiro respondeu afirmando que os Estados Unidos tiveram um superávit junto ao Brasil, nos últimos 15 anos, de mais de US$ 400 bilhões – o que não justificaria a imposição de novas taxas.
Em carta, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, negou que haja censura no Brasil e disse que as decisões da Corte buscam proteger a liberdade de expressão. Ele afirmou ainda que a tarifa de 50% imposta pelo presidente Trump aos produtos brasileiros teve como fundamento uma “compreensão imprecisa dos fatos”.
“No Brasil de hoje, não se persegue ninguém”, afirmou o presidente da mais alta Corte brasileira.
Presidente foi o primeiro a discursar na Assembleia da ONU
Ao discursar na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as sanções unilaterais dos Estados Unidos afirmando que o mundo assiste ao aumento do autoritarismo. 

“O multilateralismo está diante de nova encruzilhada. A autoridade desta organização [ONU] está em xeque. Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões a política do poder, atentados à soberania, sanções arbitrárias. E intervenções unilaterais estão se tornando regra.”
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Para Lula, existe “um evidente paralelo” entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia. “O autoritarismo se fortalece quando nos omitimos frente a arbitrariedades. Quando a sociedade internacional vacila na defesa da paz, da soberania e do direito, as consequências são trágicas”.
“Em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades. Cultuam a violência. Exaltam a ignorância. Atuam como milícias físicas e digitais e cerceiam a imprensa. Mesmo sob ataques sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia, reconquistada há 40 anos pelo seu povo, depois de duas décadas de governos ditatoriais”.
Lula se referia às sanções econômicas aplicadas pelo governo de Donald Trump ao Brasil que impôs uma tarifa de 50% aos produtos nacionais importados pelos EUA. Ele também criticou as tentativas de interferência no Judiciário brasileiro.
Para tentar demover o Supremo Tribunal Federal (STF) de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado, Trump impôs, em julho, a Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.
A Lei Magnitsky é um mecanismo previsto na legislação estadunidense usado para punir unilateralmente supostos violadores de direitos humanos no exterior. Entre outros pontos, a medida bloqueia bens e empresas dos alvos da sanção nos EUA.
O governo norte-americano também cancelou o visto de diversos ministros da Corte, entre eles, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Flavio Dino, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Luis Roberto Barroso e Edson Fachin.
Ontem (22), o governo dos EUA anunciou sanções à esposa do ministro Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes. O governo brasileiro reagiu afirmando ter recebido a notícia com profunda indignação e destacando que o país “não se curvará a mais essa agressão”.
Só na Capital caíram 600 grandes árvores. Em São Bernardo, 70% dos imóveis ficaram sem energia.
O dólar fechou em alta de 0,33% nesta segunda-feira (22), cotado a R$ 5,3376. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa, recuou 0,52%, aos 145.109 pontos, quebrando uma sequência de recordes.
O mercado acompanhou as novas sanções dos EUA contra brasileiros — o que trouxe apreensão aos investidores. No Brasil, são aguardados a ata do Copom e os números do IPCA-15, que podem indicar os próximos passos da política de juros. Nos EUA, saem nesta semana dados do PIB e do consumo.

No Oeste baiano, a soja disponível perdeu 1,20% para 123,75. Milho, Algodão, Sorgo e Milheto mantiveram os preços. O destaque ficou para o feijão carioca, que deu outro salto, aumentando a cotação 7,80% para R$235,00, enquanto há um mês valia R$185,00 e há um ano valia R$200,00.
Denúncia foi feita no inquérito do STF que trata de atuação nos EUA
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o blogueiro Paulo Figueiredo pelo crime de coação no curso do processo. 

A denúncia foi feita no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que trata da atuação do parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros da Corte.
Na denúncia apresentada ao STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que Eduardo e Figueiredo, que estão nos Estados Unidos, ajudaram a promover “graves sanções” contra o Brasil no intuito de demover o Supremo de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista.
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“Todo o percurso estratégico relatado confirma o dolo específico de Eduardo Bolsonaro e de Paulo Figueiredo de instaurar clima de instabilidade e de temor, projetando sobre as autoridades brasileiras a perspectiva de represálias estrangeiras e sobre a população o espectro de um país isolado e escarnecido”, disse Gonet.
O procurador acrescentou que os acusados se apresentaram nas redes sociais e em entrevistas como articuladores das sanções e fizeram ameaças aos ministros da Corte.
“Apresentaram-se como patrocinadores dessas sanções, como seus articuladores e como as únicas pessoas capazes de desativá-las. Para a interrupção dos danos, objeto das ameaças, cobraram que não houvesse condenação criminal de Jair Bolsonaro na AP 2.668”, afirmou Gonet.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi investigado nesse inquérito pela Polícia Federal, mas não foi denunciado. Em função dessa investigação, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica.
Se a denúncia for aceita pelo STF, deputado e empresário viram réus na Corte, como aconteceu no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado. O relator é o ministro Alexandre de Moraes.
No início deste mês, Bolsonaro foi condenado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
Neto do ex-general João Batista Figueiredo, último presidente na ditadura militar, Paulo Figueiredo vive nos Estados Unidos e possui visto permanente de residência. Empresário e blogueiro, ele também foi denunciado pela trama golpista, sob a acusação de difundir notícias falsas.
Já Eduardo Bolsonaro pediu licença da Câmara em março e foi morar no exterior sob a alegação de perseguição política. A licença terminou em julho e o parlamentar não retornou às suas atividades.
Em nota conjunta à imprensa, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo desqualificaram a denúncia da PGR e reafirmaram que vão continuar atuando com “parceiros internacionais” para que novas sanções sejam aplicadas a autoridades brasileiras.
“Esqueçam acordos obscuros ou intimidações que usaram por anos, porque não funcionam conosco – isto vale para mais esta denúncia fajuta dos lacaios do Alexandre na PGR. O recado dado hoje é claro: o único caminho sustentável para o Brasil é uma anistia ampla, geral e irrestrita, que ponha fim ao impasse político e permita a restauração da normalidade democrática e institucional”, afirmaram.
Da Agência Brasil
Protestos levaram milhares de pessoas às ruas no domingo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (22) que os protestos que levaram milhares de pessoas às ruas neste domingo contra a PEC da Blindagem e a proposta de anistia a envolvidos em atos golpistas foram “espetáculo da democracia”. 

Ao todo, 33 cidades tiveram manifestações, incluindo todas as capitais do país. Em São Paulo, cerca de 42,4 mil pessoas se reuniram na Avenida Paulista, segundo estimativa do Monitor do Debate Político no Meio Digital, vinculado à Universidade de São Paulo (USP). No Rio de Janeiro, cerca de 41,8 mil pessoas estiveram no ato em Copacabana, que reuniu artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan e Chico Buarque.
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“Quero saudar todos os artistas que se uniram ontem a dezenas de milhares de pessoas nas ruas de todo o Brasil para defender a justiça e lutar contra a impunidade e a anistia”, afirmou Lula.
O presidente comparou os atos de domingo (21) a outros movimentos populares históricos pela redemocratização e as Diretas Já, movimento que teve como objetivo a retomada das eleições diretas ao cargo de presidente da República, durante a ditadura militar.
“Isso nos traz a lembrança dos anos 70, durante a redemocratização, quando suas vozes [dos artistas] se somaram à voz de uma população que clamava pela liberdade. E das Diretas Já, nos anos 80, quando entoaram ao lado do povo o grito pelo direito de votar para presidente. Essa é a maior de todas as artes: o espetáculo da democracia”, apontou o presidente.

Uma investigação jornalística conduzida pelo UOL trouxe à tona graves indícios de desvio de recursos públicos em projetos sociais financiados por emendas parlamentares do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ), ambos aliados da extrema-direita.
Os recursos, destinados a iniciativas de futebol infantil em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, teriam sido mal utilizados em compras superfaturadas de chuteiras e acessórios esportivos, sem comprovação de entrega aos beneficiários.
O caso, revelado nesta segunda-feira (22/set), ganha contornos ainda mais sombrios com conexões a figuras envolvidas no assassinato da vereadora Marielle Franco, ampliando o escândalo para além das irregularidades financeiras.
O epicentro das suspeitas é o Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), uma ONG fundada em 2008 e presidida desde 2022 pelo advogado José Rômulo Oliveira Alves.
Até 2023, a entidade nunca havia recebido verbas públicas, mas, após parcerias firmadas com o Ministério do Esporte, captou milhões em emendas.
No projeto “Jogadores do Futuro”, financiado com R$ 200 mil da emenda de Flávio Bolsonaro (liberados entre março de 2023 e fevereiro de 2024), R$ 30,7 mil foram gastos na aquisição de 212 pares de chuteiras e porta-chuteiras.
No entanto, pais de alunos entrevistados pelo UOL confirmaram que os itens nunca foram distribuídos.
Relatórios internos da ONG registram crianças e jovens participando das atividades com “chuteiras sem padrão, tênis e chinelos”, evidenciando a ausência de materiais prometidos.
Além da falta de entrega, os valores pagos revelam superfaturamento alarmante. Uniformes, camisas, calções, meias e coletes foram adquiridos por preços até o dobro dos praticados no mercado, gerando um prejuízo estimado em R$ 52,8 mil — mais de um quarto do total da emenda.
A fornecedora, TH3 Comércio e Serviços, sediada no apartamento de Thamyres Pessoa Gonçalves Corrêa em Nova Iguaçu (RJ), recebeu R$ 77,2 mil desse montante.
A empresa, sem histórico relevante no setor de artigos esportivos, também faturou R$ 116,9 mil do projeto “Vencedores do Futuro”, bancado com R$ 300 mil da emenda de Chris Tonietto (liberada em novembro de 2023).
Nesse segundo caso, 320 chuteiras e 313 porta-chuteiras custaram R$ 46,1 mil, enquanto uma cotação independente do UOL apontou preços 58% inferiores.
O desvio total aqui chega a R$ 80 mil, novamente cerca de um quarto da verba. A TH3 não é um nome isolado nas irregularidades. Notas fiscais indicam a compra de 2.480 camisetas para um projeto que atendia apenas metade desse número, a R$ 52 cada — valor mais que o dobro do mercado.
Thamyres Pessoa Gonçalves Corrêa, diretora da empresa, também preside o Instituto Educarte, que recebeu R$ 4 milhões em emendas do ex-deputado federal Chiquinho Brazão (União-RJ), preso desde março de 2024 por suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
O Ifop captou ainda R$ 1,5 milhão de Chiquinho Brazão para aulas de informática na Baixada Fluminense, aprovado em dezembro de 2023.
O título de utilidade pública da ONG foi concedido pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro graças a um projeto do vereador Waldir Brazão, irmão de Chiquinho e também réu no caso Marielle.
Mensagens de novembro de 2024, obtidas em apurações do homicídio de Marielle, sugerem pressões para manter os projetos do Ifop, envolvendo assessores de Flávio Bolsonaro e Chiquinho Brazão.
A sede da ONG, em um prédio comercial no centro do Rio, foi encontrada fechada durante visita recente do UOL.
Já o BNews enfatizou o contexto de Jacarepaguá, notando que “pais de crianças confirmaram que o material não foi distribuído”.
Segundo o site, Flávio Bolsonaro não se manifestou sobre as acusações. Já Chris Tonietto defendeu-se em nota: “Qualquer questão relacionada a eventual sobrepreço em aquisições foi objeto de auditoria e análise do próprio Ministério do Esporte, etapa da qual o gabinete não participa.”
O Ministério do Esporte informou que os projetos estão sob análise técnica, com possibilidade de notificações formais. O Ifop alegou que as compras seguiram cotações de preços, mas não esclareceu a ausência de comprovação de entregas.
O escândalo ecoou em veículos nacionais, com coberturas atualizadas no mesmo dia da revelação inicial. O portal Brasil 247 destacou os R$ 30,7 mil em chuteiras não entregues, reforçando que “o prejuízo estimado apenas nesse projeto ultrapassa R$ 52 mil”.
O jornal A Tarde corroborou os indícios de desvio, citando a falta de histórico público da ONG antes de 2023.
Até o momento, não há atualizações, mas o caso pode ganhar tração com possíveis investigações da Polícia Federal ou do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente diante de inquéritos sobre desvios de emendas que envolvem parlamentares bolsonaristas.
Esse episódio reforça preocupações recorrentes sobre a fiscalização de emendas parlamentares, mecanismo que, desde o “orçamento secreto” de 2021, tem sido alvo de denúncias de corrupção.
Especialistas em transparência pública alertam que casos como esse minam a confiança nas instituições e demandam ações rápidas do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público Federal (MPF) para recuperar os recursos desviados e punir os responsáveis.
Editado por Urbs Magna



A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Cultura e Esporte, segue investindo na formação cultural e artística da comunidade por meio do Projeto Espaço das Artes. A iniciativa oferece oficinas gratuitas em nove polos espalhados pela cidade, atendendo cerca de 700 alunos de diferentes idades.
As oficinas contemplam diversas linguagens artísticas, como balé, dança, teatro, violão, teclado, contrabaixo, coral, além de instrumentos de cordas e sopro voltados para a formação de orquestra. O objetivo é promover o acesso à cultura, incentivar talentos locais e contribuir para o desenvolvimento social e educacional dos participantes.
Segundo a Secretaria de Cultura e Esporte, o projeto tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social, ao proporcionar oportunidades de aprendizado e expressão artística para crianças, jovens e adultos do município.
Para mais informações sobre horários e inscrições, os interessados podem entrar em contato com a Secretaria de Cultura e Esporte pelo telefone (77) 99804-1162.
Da Agência Brasil
Milhares de pessoas foram as ruas das capitais do Brasil neste domingo (21) para protestar contra a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a chamada PEC da Blindagem, que prevê exigência de autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. 
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Foram registradas multidões nas ruas de grandes cidades como Salvador, Recife, Natal e Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, 33 cidades tiveram atos, incluindo todas as capitais.
Com o mote “Congresso Inimigo do Povo”, os manifestantes exigiram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa, entre outros crimes.
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>> Milhares marcham no DF contra anistia a golpistas e PEC da Blindagem
Em Salvador (BA), milhares de pessoas se concentraram no bairro da Barra, na beira da praia, onde a cantora Daniela Mercury se apresentou para o público. “Bandidagem não é com a gente”, disse a artista baiana.
O ato contou ainda com o ator Wagner Moura, que também cantou, além de elogiar o julgamento da trama golpista que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.
“Eu fiquei com vontade de falar só do momento extraordinário pelo qual passa a democracia brasileira, que é exemplo para o mundo inteiro. A gente que sempre cresceu dizendo que nossa democracia é frágil, que ela é jovem. Nossa democracia botou para ‘lenhar’ [para quebrar]”, disse Wagner Moura.
Em Belo Horizonte (MG), uma multidão ocupou as ruas do centro da cidade, em concentração na Praça Raul Soares, com gritos de “sem anistia para golpistas”. O ato também contou com apresentação de artistas, entre elas, a cantora Fernanda Takai, da banda Pato Fu.
Em Recife (PE), o ato começou por volta das 14h, na Rua da Aurora, no centro da capital pernambucana, com o desfile do bloco de frevo Eu Acho é Pouco, com uma das mais tradicionais orquestras do carnaval de Olinda. Grupos de maracatu também marcam presença no ato.
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A capital paraibana João Pessoa (PB) também fez um protesto nesse domingo, com gritos de “Fora, Hugo Motta”, que é um deputado federal paraibano e preside a Câmara dos Deputados. O parlamentar foi um dos principais alvos dos protestos pelo seu papel de pautar a votação que aprovou a PEC da Blindagem na Casa.
Também foram registrados atos em Belém (PA); Teresina (PI); Natal (RN); Fortaleza (CE); Porto Alegre (RS); Florianópolis (SC); Brasília (DF); Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Convocados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligados ao PSOL e PT, as manifestações contaram com a presença de sindicatos, grupos estudantis, artistas e movimentos sociais, como MST e MTST, além de outros partidos de esquerda e centro-esquerda.
PEC da Blindagem retoma barreira contra processos e investigações
Centenas de casos de impunidade de senadores e deputados investigados em crimes que incluíam corrupção, assassinatos e tráfico de drogas chocaram a opinião pública durante toda a década de 1990.

Como a Justiça precisava de autorização da Câmara ou do Senado para processar parlamentares, na prática, eles ficavam imunes a processos enquanto durava o mandato, atrasando, por anos, as investigações.
A revolta contra essa situação levou o Congresso Nacional a aprovar, em dezembro de 2001, a Emenda Constituição (EC) 35, que acabou com a exigência de autorização prévia para processar criminalmente um parlamentar.
Agora, a Câmara dos Deputados tenta retomar a proteção inicialmente prevista na Constituição de 1988, por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3 de 2021, conhecida também como PEC da Blindagem e PEC das Prerrogativas. A medida prevê que seja necessária a autorização da maioria das casas legislativas, em uma votação com voto secreto, para que parlamentares respondam a processos judiciais.
A jornalista Tereza Cruvinel trabalhou na editoria de política do jornal O Globo por mais de 20 anos, acompanhando o trabalho legislativo da Constituição à promulgação da emenda 35.
“Começaram a surgir parlamentares com envolvimentos criminais. Muitas vezes, eles pertenciam a partidos poderosos, e o Judiciário não conseguia as licenças para processá-los. Quando o Supremo pedia, era invariavelmente negado. Quase 300 pedidos foram negados até 2001”, lembrou.
Segundo a profissional, a aprovação da emenda que acabou com a necessidade de autorização do Congresso para as investigações foi motivada pelos inúmeros casos de impunidade relatos pela mídia. “Foi uma reprovação da sociedade àquele protecionismo extremo de parlamentares, que eram praticamente inalcançáveis pela lei. Houve uma confusão entre imunidade e impunidade”, completou a jornalista que, entre 2007 e 2011, foi presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Cruvinel
Um dos casos que contribuiu para mudar a Constituição foi o do “deputado da motosserra”. Eleito em 1998, o parlamentar acreano Hildebrando Pascoal acabou condenado, após deixar o Parlamento, por tráfico de drogas e diversos homicídios, entre os quais, o esquartejamento de desafetos com um motosserra.
Cruvinel destacou que, mesmo nos casos mais chocantes, o Congresso preferia cassar o mandato do que permitir que o Judiciário abrisse uma ação penal.
“O caso do Hildebrando foi apenas o caso mais emblemático. Quando os crimes dele estavam provados, e o Supremo pediu a licença, em vez de conceder, preferiram cassá-lo para não dar precedente e preservar aquele mecanismo”, comentou.
Outro caso que apressou a aprovação da EC 35 foi a desabamento do Edifício Palace 2, que matou oito pessoas no Rio de Janeiro, em 1998, e pertencia ao engenheiro e deputado federal Sérgio Naya, responsável técnico pela construção do prédio.
“As PECs que tramitavam sobre o tema nesta casa tiveram o seu andamento acelerado pela pressão popular, entrando na pauta de discussão da Comissão de Constituição e Justiça”, diz documento dos anais do Senado.
Outro caso que contribuiu para aprovação da EC 35 foi o do senador Ronaldo Cunha Lima, da Paraíba. Quando era governador, ele atirou contra seu rival político, o ex-governador Tarcísio Burity, em um restaurante de João Pessoa, em 1993.
Cunha Lima chegou a ser preso, mas conseguiu habeas corpus. Em 1995, foi eleito senador e contou com a imunidade que duraria 8 anos. Ainda em 1995, o STF pediu licença para processar o parlamentar, mas o Senado só analisou o caso quatro anos depois, em 1999, negando a autorização.
Cunha Lima só foi processado depois da emenda 35. Porém, em outubro de 2007, a poucos dias de ser julgado no STF, o parlamentar renunciou ao cargo para levar o caso para a 1ª instância do Judiciário.
A família de Burity reagiu com indignação. “Ele passou 14 anos ludibriando a Justiça. Agora, quando sabia que ia ser julgado, renunciou para ser julgado pelo Tribunal do Júri. É uma palhaçada”, lamentou à época a viúva do político, Glauce Burity.
Quando o constituinte de 1988 incluiu na Constituição a exigência de autorização para processos criminais contra deputados e senadores, ele tinha em mente criar uma proteção aos deputados depois de 21 anos de ditadura militar.
Tereza Cruvinel, que também cobriu a Constituinte de 1988, destacou que, na época, os constituintes temiam perseguições políticas após a redemocratização.
“A constituinte, que vinha para encerrar uma ditadura, teve a intenção de proteger os parlamentares contra eventuais futuros abusos, um retrocesso, uma nova ditadura ou meia ditadura. O deputado de hoje, por outro lado, está pensando em garantir uma blindagem contra quaisquer iniciativas da Justiça, inclusive dos delitos que envolvem emendas parlamentares”, acrescentou.
Segundo especialistas e organizações que trabalham com o combate a corrupção, a atual PEC da Blindagem pode favorecer a corrupção no uso de emendas.
A analista legislativa Orlange Maria Brito escreveu artigo sobre o tema e destacou que a proteção pensada para os parlamentares que saíam de uma ditadura começou a ser questionada uma vez que foi “desviada da sua correta utilização”.
“Permite-nos questionar a necessidade e atualidade em tempos em que não mais existiam a situação de autoritarismo do momento histórico e político em que foram concebidas”, ponderou.
Ainda segundo a especialista, “diante de inúmeros fatos, ocorridos à época, instalou-se a preocupação em evitar que a imunidade se degenerasse como mecanismo que lograsse acobertar atos delituosos que não deveriam fugir da atuação do Poder Judiciário”.
Os defensores da PEC 3 de 2021 afirmam que a proposta visa proteger o exercício do mandato parlamentar contra interferências indevidas do Judiciário e contra supostas “perseguições políticas”.
O relator da PEC na Câmara, deputado Claudio Cajado (PP-BA), rejeita o argumento de que a proposta limite as ações criminais contra parlamentares.
“Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato, é um escudo protetivo da defesa do parlamentar, da soberania do voto e, acima de tudo, do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado”, justificou.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu que o Congresso Nacional não barraria investigações contra quem cometeu crimes.
“Quem cometer crime vai pagar, uai. É simples assim, a gente vota, e a gente mostra que essa casa é contra criminoso”, disse Nikolas durante a sessão.
A Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a mais longa guerra civil da história brasileira, durando de 1835 até 1845. Foram dez anos de batalhas entre Imperialistas e Republicanos, os primeiros defendiam a manutenção do império e os segundos lutavam pela proclamação da república brasileira.



O Ibovespa renovou máximas históricas nesta sexta-feira, 19, voltando a superar os 146 mil pontos no melhor momento. O índice de referência do mercado acionário brasileiro encerrou com acréscimo de 0,23%, a 145.831,92 pontos. Na semana, registra alta acumulada de 2,5%.
Já o dólar fechou em baixa pela quarta semana seguida, acumulando queda de 0,62% nos últimos cinco pregões e, no ano, de 13,89%. +Veja cotações
Nesta sexta-feira ficou praticamente estável no Brasil, em meio a uma agenda esvaziada de indicadores e eventos econômico, encerrando com variação positiva de 0,02% aos R$ 5,3205.
A sexta-feira foi marcada por nova alta do dólar ante as demais divisas no exterior, com investidores ajustando posições após o Federal Reserve cortar, na quarta-feira, sua taxa de juros em 25 pontos-base, para a faixa entre 4% e 4,25%, sinalizando a intenção de promover novas reduções até o fim do ano.
No Brasil, em um dia de agenda esvaziada, o dólar chegou a subir em sintonia com o exterior, atingindo a cotação máxima de R$ 5,3405 (+0,40%) às 9h36 — ainda na primeira hora de negócios –, mas perdeu força logo depois, reaproximando-se da estabilidade.
Por trás do movimento estava novamente a percepção de que, com uma taxa Selic de 15%, o Brasil tem um diferencial de juros bastante atraente em relação aos EUA, o que atrai investimentos externos.
Em publicação nesta sexta-feira, o Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Itaú Unibanco informou a revisão de sua projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano, de R$ 5,50 para R$ 5,35, mantendo o valor de R$5,50 para o encerramento de 2026.
“O cenário externo benigno, com enfraquecimento global do dólar, deve permitir que o real siga operando em níveis mais apreciados no curto prazo”, registrou nota assinada pelo economista-chefe do banco, Mário Mesquita.
“Para o ano que vem, no entanto, o estreitamento do diferencial de juros, o prêmio de risco e o cenário desafiador das contas externas limitam perspectivas mais favoráveis.”
Pela manhã, o Banco Central vendeu um total de US$ 2 bilhões em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos para rolagem do vencimento de outubro. Além disso, vendeu 40.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de outubro.
Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,32%, a 97,656.
Cotações no Oeste baiano
A soja teve leve queda de 0,10% na cotação nesta sexta-feira para R$125,25, para o grão disponível nos armazens das tradings. O Milho andou de lado e conservou o mesmo valor de ontem, R$60,50.
Arnaldo Angeli Filho, mais conhecido com Angeli, é um dos mais conhecidos chargistas brasileiros.
A nazistóide da cara quadrada e cabeça de caixa d’água com trepadeira.
O Chapeludo que nunca foi caminhoneiro, com pin de fuzil na lapela.
Baixa cognição mas rinoplastia perfeita no nariz italiano
Três deputados federais de SC receberão punições por terem participado do motim bolsonarista que ocupou a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, no último mês, pedindo para que a anistia fosse pautada pelo presidente da Casa, deputado Hugo Motta. Zé Trovão, PL, será punido com a suspensão de seu mandato por 30 dias, enquanto Júlia Zanatta e Caroline de Toni, também do PL, receberão apenas advertências – as chamadas “censuras escritas”, que determinam que em caso de reincidência, podem ser suspensas automaticamente.
Além dos três catarinenses, o Conselho de Ética vai punir outros 11 parlamentares, entre eles o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), Nikolas Ferreira (PL/MG), Marco Feliciano (PL/SP), Bia Kicis (PL/DF), Marcel van Hattem (NOVO/RS) e Paulo Bilynskyj (PL/SP).
O deputado Marcos Pollon (PL/MS) foi o que pegou a maior “pena”: suspensão de 120 dias. É importante que estes parlamentares sejam punidos, mas é preocupante que as penas sejam tão brandas. A Câmara dos Deputados deveria punir exemplarmente estes golpistas para que não repitam aquela selvageria que colocou até uma criança indefesa em risco. (De Leonel Camasão, no XTwitter).

Para combater o Rattus rattus, adote um controlo integrado: elimine o acesso a fontes de alimento, água e abrigo, vedando frestas e utilizando armadilhas ou raticidas autorizados. Mantenha a casa e o terreno limpos, guarde alimentos e lixo em contentores fechados e evite a acumulação de entulhos.
Armazene o lixo em latões ou contentores com tampa, de forma a impedir que os ratos acedam ao seu conteúdo.
Guarde ração de animais e outros alimentos em recipientes herméticos e elevados do chão.
Repare vazamentos e mantenha caixas de água e reservatórios bem fechados para eliminar fontes de água.
Remoção de Abrigos
Mantenha as áreas de armazenamento de alimentos, os depósitos e os pátios limpos e bem organizados.
Vistoreie periodicamente caixas, armários, gavetas e outros locais onde os ratos possam se esconder ou se transportar.
Dona Joelisse e a primeira-dama e secretária da Cidadania Cinthya Borges



A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães entregou, nesta sexta-feira, 19 de agosto, mais uma casa do programa Meu Lar. A beneficiária foi Joelisse de Jesus Silva, 51 anos, viúva, dona de casa, que passa a morar com o neto de 13 anos em um imóvel digno, seguro e com mais qualidade de vida.
“Cada chave entregue é um passo concreto para garantir dignidade, proteção e futuro para nossas famílias. Ver a dona Joelisse e o neto começando um novo capítulo enche a gente de esperança e confirma que estamos no caminho certo”, destacou a primeira-dama e secretária da Cidadania, Cinthya Borges.
“É um sonho realizado. Agora a gente tem um lar de verdade para chamar de nosso”, disse a dona de casa, emocionada.
Sobre o Meu Lar
O Programa Meu Lar é hoje uma das principais políticas sociais do município, promovendo inclusão e melhoria da qualidade de vida. Desde 2021, já alcançou 16 bairros e o Distrito do Novo Paraná, com 107 casas reformadas e centenas de sonhos reconstruídos.
Os delegados da Polícia Federal (PF) manifestaram preocupação com os riscos que a chamada PEC da Blindagem traria para o país, caso venha a se tornar lei. A proposta de emenda à Constituição (PEC) foi aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e encontra-se agora para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Na avaliação dos delegados, além de não fortalecer a democracia, a PEC da Blindagem fortalece a impunidade. As críticas vieram a público por meio de uma nota da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), divulgada nesta sexta-feira (19).
“A proposta representa um grave retrocesso institucional, ao enfraquecer os avanços conquistados com a Emenda Constitucional nº 35/2001 e reabrir espaço para cenários de impunidade. Na prática, operações da Polícia Federal que envolvam parlamentares correm o risco de se tornarem inócuas, já que o início de processos penais dependerá de autorização das respectivas Casas Legislativas”, diz a nota.
De acordo com os delegados, “tal medida compromete a transparência, fragiliza o combate à criminalidade e fere o princípio da igualdade de todos perante a lei”.
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Ainda segundo a entidade, o controle político irrestrito sobre investigações envolvendo deputados e senadores ameaça o equilíbrio entre os Poderes da República, além de limitar gravemente a atuação dos órgãos de persecução penal.
“Os delegados de Polícia Federal reafirmam que o Parlamento é o espaço legítimo para os grandes debates nacionais. Contudo, ressaltam que as demandas da sociedade e o fortalecimento da democracia devem prevalecer sobre qualquer iniciativa que crie privilégios injustificáveis”, complementa a nota.


O despacho do ministro foi proferido no mandado de segurança protocolado pelos líderes do PT, PSB e PSOL para suspender a tramitação da PEC, que foi aprovada pela Casa na terça-feira (16).
Ontem (18), o ministro também concedeu o mesmo prazo para a Câmara se manifestar sobre a proposta. O despacho foi proferido em outra ação que pretende suspender a PEC, que foi protocolada pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP).
Após receber as manifestações, o ministro, que é relator do caso, vai analisar o pedido de liminar.
Os partidos questionam no STF diversas irregularidades na tramitação da matéria, como a falta de apresentação de emendas dentro do prazo regimental e de publicidade prévia do parecer do relator, além da convocação das sessões de deliberação sem antecedência mínima para votação da proposta.
Após a aprovação da PEC, a matéria foi enviada ao Senado. Em caso de aprovação, a proposta será promulgada pelo Congresso e entrará em vigor.
A PEC determina que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia, em votação secreta, da maioria absoluta do Senado ou da Câmara. Além disso, a proposta concede foro no Supremo para presidentes de partidos.

Nos dias 25 e 26 de setembro, o município de Luís Eduardo Magalhães será palco da 7ª Reunião do Fórum Baiano de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana, que acontecerá no Auditório do Sindicato Rural. O evento tem como anfitriã a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Segurança e Trânsito e deve reunir gestores de mais de 20 cidades baianas.
Programação e iniciativas locais
Durante a reunião, serão apresentadas ações e projetos municipais voltados à mobilidade urbana, entre eles, a renovação da frota do transporte público, agora equipada com internet Wi-Fi, a utilização do aplicativo Cittamob, que permite acompanhar em tempo real as rotas dos ônibus da cidade, os avanços na sinalização viária e projetos de educação no trânsito, além de outras iniciativas que reforçam o compromisso do município com a melhoria da mobilidade e da qualidade de vida da população.
Durante a realização do Fórum, Luís Eduardo Magalhães receberá um ônibus elétrico para teste. O encontro promete ser um espaço estratégico para a troca de experiências entre gestores municipais e para a construção de soluções conjuntas que contribuam com os desafios da mobilidade urbana na Bahia.
Sobre o Fórum
Criado em dezembro de 2022, o Fórum Baiano integra a rede de fóruns regionais coordenados pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), entidade que lidera o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana, fundado em 1990.
Um piloto que transportava regularmente a dupla que liderava um mega-esquema de lavagem de dinheiro que atendia ao PCC afirmou em depoimento à Polícia Federal que o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, está entre os verdadeiros donos de quatro dos dez jatos executivos operados por uma empresa de táxi aéreo.
Em entrevista exclusiva ao ICL Notícias, Mauro Caputti Mattosinho, 38 anos, disse que Rueda era citado por seu chefe como o líder de um grupo que “tinha muito dinheiro que precisava gastar” na compra de aeronaves, avaliadas em dezenas de milhões de dólares.
Rueda nega ser dono das aviões e “repudia com veemência qualquer tentativa de vincular seu nome a pessoas investigadas ou envolvidas com a prática de algum ilícito”, afirmou em nota oficial.
O piloto Mauro Caputti Mattosinho“A história que contei para vocês eu repeti para a Polícia Federal”, afirmou Mattosinho, na entrevista ao ICL Notícias. A reportagem teve acesso ao depoimento, prestado por ele há 17 dias no aeroporto Catarina, em São Roque (SP), antes de pedir demissão.
Mattosinho entrou na TAP (Taxi Aéreo Piracicaba) em 2023 e saiu há duas semanas, depois de transportar os parentes de Beto Louco para o Uruguai na véspera da mega-operação da PF, da Receita e do Ministério Público de SP, realizada no fim de agosto, que revelou um enorme esquema de lavagem de dinheiro que inclui o uso de fundos de investimento.
O piloto afirma ter transportado ao menos 30 vezes Mohamad Hussein Mourad, mais conhecido como Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco. Ambos são apontados como líderes do esquema que atendia ao PCC e estão foragidos da Justiça.
Os chefões Mourad e Beto Louco
O piloto, que se diz indignado pelo conteúdo das conversas que presenciou, procurou o ICL Notícias pela primeira vez em novembro do ano passado.
O ICL Notícias e o UOL apuraram que duas aeronaves atribuídas por Mattosinho a Rueda pertencem a fundos de investimentos que têm apenas um controlador, cujo nome não é divulgado.
Uma terceira aeronave está em nome de uma empresa registrada na periferia de Imperatriz (MA). Em entrevista, a única sócia da empresa disse desconhecer a firma e a aeronave.
Na entrevista em vídeo, Mauro Mattosinho reafirmou ter transportado em voo uma sacola de papelão que aparentava conter dinheiro vivo, na mesma data em que Beto Louco mencionou a outros passageiros que teria um encontro com o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, conforme revelou o ICL Notícias no dia 1º deste mês.
O senador nega ter “tido proximidade de qualquer espécie” com Beto Louco e também nega ter recebido qualquer valor. Ciro ingressou com processo contra o ICL Notícias, pedindo pagamento de indenização por danos morais.
“O senador tem direito de buscar a Justiça em uma sociedade em pleno exercício do Estado Democrático de Direito. Não o teria em caso de ditaduras, nem armadas e nem ‘de toga’. O ICL não se intimida com tentativas de assédio judicial e reafirma a qualidade de suas práticas jornalísticas”, reagiu Leandro Demori, diretor de jornalismo do ICL Notícias..
O piloto trabalhou de novembro de 2023 até o começo deste mês na empresa Táxi Aéreo Piracicaba, conhecida pela sigla TAP. Ele começou atuando como piloto de voos do Primo e depois passou a atender Beto Louco. Os dois estão foragidos da Justiça.
A TAP é administrada pelo empresário Epaminondas Chenu Madeira. O ICL Notícias teve acesso a conversas de Whatsapp entre Mattosinho e Epaminondas, em que o dono da TAP cita “Beto” e “Moha”, referindo-se a Beto Louco e Mohamed (Primo).
“Irmão ta foda a situação Beto e Moha Velho. Eu voltando vamos trocar uma ideia. Pra nós alinhar. Mas os caras lá tão foda. Mas to carregando nas costas sozinho”, escreveu Epaminondas no dia 14 de março de 2025, às 16h50. A reportagem transcreveu a mensagem da maneira como ela foi escrita.
Procurada, a defesa de “Primo” informou que não irá se manifestar. Já o advogado de “Beto Louco”, Celso Vilardi, não retornou os contatos.

A TAP operava cinco aeronaves em 2023 e, neste ano, passou a operar dez, de acordo com Mattosinho.
Em nota, a empresa informou “desconhecer qualquer declaração atribuída a funcionário sobre aquisição de aeronaves” e atuar “em observância à lei”. A empresa afirma que “não tinha conhecimento do envolvimento de investigados na Operação Carbono Oculto até sua deflagração”.
“Por fim, não pode fornecer informações sobre clientes ou passageiros sem autorização destes ou por requisição das autoridades competentes”, acrescentou, em nota.
Mattosinho diz que Rueda viaja constantemente em jatos operados pela mesma empresa, embora ele não fosse o piloto destes voos. Era mencionado como “Ruedinha”, diminutivo de seu nome.
A vida de luxo e as polêmicas que envolvem o político foram relatadas no ano passado em reportagem do UOL.
“[Rueda] É uma pessoa que já fazia negócios com a Táxi Aéreo Piracicaba desde quando eu cheguei lá como funcionário, aproximadamente dois anos atrás. Ele já era um nome que circulava como [sendo] sócio em uma aeronave de pequeno porte”, lembra.
A aeronave à qual ele se refere é o jato bimotor Raytheon 390 Premier, matrícula PR-JRR.
De acordo com os registros da Anac, a aeronave pertence à empresa Fênix Participações, controlada pelo advogado Caio Vieira Rocha, filho do ex-ministro César Asfor Rocha; pelo ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos-CE) e por um dono de concessionárias de Pernambuco.
Falando em nome dos sócios, Vieira Rocha negou que Rueda tenha participação na aeronave ou tenha viajado nela.
”Antonio Rueda não é proprietário da aeronave e nem sócio de nenhuma das 3 empresas sócias da aeronave”, escreveu Vieira Rocha.
Conforme registros oficiais,o jatinho foi comprado pela Fênix por US$ 2,3 milhões (R$ 13 milhões), em 2 de outubro de 2024. A transação foi feita com a RZK Empreendimentos Imobiliários, que havia adquirido a aeronave em 2014.
A RZK pertence a José Ricardo Rezek, que é doador do União Brasil, dentre outros partidos, e próximo a Antônio Rueda. Rezek estava na lista de convidados do aniversário de 50 anos do presidente da legenda este ano. A empresa informou por meio de nota que nunca vendeu nenhuma aeronave a Rueda. “Ele jamais atuou como intermediário em qualquer compra e venda e muito menos participou das negociações. A aeronave citada foi regularmente vendida à Fênix Participações Ltda., em conformidade com todas as normas legais, devidamente registrada na Anac”, acrescentou.
Os outros três jatinhos bimotores que, segundo o piloto, teriam sido adquiridos com participação de Rueda são: um Gulfstream G200, matrícula PS-MRL; um Citation Excel, matrícula PR-LPG; e um CitationJet 2, matrícula PT-FTC.
O Gulfstream G200 e o Citation Excel pertencem a empresas controladas pela Bariloche Participações S/A, empresa com capital social de R$ 110 milhões e controlada por fundos de investimentos geridos pelo banco Genial.
Um único cotista do Viena Fundo de Investimento Multimercado é dono do patrimônio da Bariloche, de acordo com a Comissão de Valores Imobiliários (CVM). Sua identidade não é divulgada em documentos públicos.
“Rueda não tem relação com a Bariloche Participações S.A., tampouco é ou foi cotista do Viena Fundo de Investimento Multimercado”, informou a assessoria do presidente do União Brasil.
A quarta aeronave citada pelo piloto, o CitationJet, está em nome da Serveg Serviços.
Localizada em imóvel da periferia de Imperatriz (MA), a empresa tem como atividade principal criação de bovinos, mas registra atividades secundárias diversas, que vão de serviços de malote não realizados pelos Correios a limpeza, conforme cadastro na Receita Federal. A firma está em nome de Antonia Viana Silva Soares.
Procurada, ela disse que desconhece as atividades da Serveg. “Não sei o que você está falando, não”, disse ela, desligando o telefone. Em seguida, bloqueou o número de contato da reportagem.
O uso de fundos de investimento para ocultar patrimônio ou para realizar operações de lavagem de dinheiro foi uma das principais descobertas das operações recentes da PF que miraram no PCC e em empresas financeiras sediadas na Avenida Faria Lima, em São Paulo.
Mattosinho afirmou que o presidente do União Brasil tinha interesse em adquirir uma quinta aeronave, um Gulfstream de Série 550, matrícula PS-FSR, capaz de realizar viagens intercontinentais. A negociação desse modelo de luxo começa a partir de US$ 10 milhões (R$ 54,5 milhões). O piloto não sabe se a transação foi concretizada.
O jatinho foi colocado à venda em julho deste ano, conforme anúncio publicado nas redes sociais de uma empresa que comercializa aeronaves.
No entanto, o site da empresa informava nesta semana que ela não está mais disponível.
A aeronave está registrada em nome do agente de jogadores Luís Fernando Garcia, dono da Elenko Sports. Ele negou ao ICL Notícias que seu jatinho tenha sido vendido e que Rueda tenha realizado viagens nele.
Garcia bloqueou o contato da reportagem no aplicativo. Ele alegou que não responderia aos questionamentos por entender que se trata de negócios particulares.
Em agosto, Rueda reuniu políticos, empresários e artistas para comemorar seus 50 anos na ilha grega Mykonos, que faz parte de um arquipélago no Mar Egeu.
O site de monitoramento global de voos, Adsb Exchange, mostra que o Gulfstream viajou em 31 de julho de Brasília à região de Mykonos, na Grécia. O aniversário de Rueda foi comemorado do dia primeiro ao dia 4 de agosto na ilha.
Ainda segundo o site de monitoramento, a aeronave saiu dia 10 da região em direção ao Brasil, aparecendo próximo a Sorocaba (SP) no dia 11.
O dono da TAP enviou mensagens de Whatsapp a Mattosinhos no dia 6 de agosto, falando sobre o serviço na Grécia, aos quais também tivemos acesso. “Irmão. Tô numa correria absurda com avião lá na Grécia. Pode tocar com Brunão pfv Ta foda aqui. 2 dias varados.
“Acompanhando programação da Grécia”, escreveu Epaminondas ao funcionário.

O vereador Adê Cerrado (UB) assumiu hoje a chefia de gabinete do prefeito Junior Marabá, após convite do gestor. O ex-superintendente de Trânsito de Luís Eduardo Magalhães também dividirá a responsabilidade de atender aos vereadores da base do governo.
“Aceitei o convite do prefeito porque gosto de desafios. Vivo em Luís Eduardo desde 1987 e cresci observando a forma com que o nosso município vem sendo desde a sua emancipação. O olhar de Juninho é diferenciado e acredito que fazer parte destas mudanças de forma mais próxima ao governo é um privilégio”, disse o novo chefe de gabinete.
Adê Cerrado tem a política no sangue; é filho do saudoso Alaídio Castilho que foi vereador por três mandatos. Adê Cerrado foi eleito em 2024 com 1.537 votos, ficando entre um dos três vereadores mais votados do município.
“Acredito que estar hoje ao lado do prefeito Junior é uma maneira de honrar ainda mais os votos que tive para vereador. O tempo que irei passar aqui servirá como aprendizado e irá me capacitar ainda mais para o meu retorno à Câmara”, disse Adê.
Para o Prefeito a chegada de Adê Cerrado é mais um passo para a eficiência de sua gestão. “A chegada de Adê na chefia do meu gabinete é motivo de alegria. Ele é um cara comprometido em tudo que se dedica e é exatamente esse tipo de perfil colaborador que nós procuramos para fazer a entrega do meu segundo mandato, com a excelência que Luís Eduardo merece!”, comentou o prefeito Junior Marabá.
Com a saída do vereador Adê Cerrado, quem assume a cadeira como suplente do Partido União Brasil é o ex-vereador Cristiano Reis.
O Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) aprovou, nesta quarta-feira (17), o afastamento do juiz Ronald de Souza Tavares Filho, titular da 1ª Vara dos Feitos de Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Barreiras, que vinha sendo investigado por sérias irregularidades. A decisão, tomada por unanimidade pelos membros do Pleno, suspende o juiz de suas funções enquanto as acusações são apuradas.
O caso diz respeito a supostos atos de “gestão caótica” e a decisões de alto valor financeiro, que geraram questionamentos sobre a conduta do magistrado. A medida cautelar foi proposta no âmbito de uma Reclamação Disciplinar, um processo aberto pela própria Corregedoria Geral da Justiça do TJBA para investigar os fatos.

Recai sobre a responsabilidade do juiz a paralisação de três ações de execução movidas pelo Banco do Brasil contra o próprio juiz Ronald Tavares Filho e sua esposa, Maria Dionezia Ribeiro Tavares. Essas dívidas, que somam mais de R$ 1 milhão, foram protocoladas na vara que ele comanda em 2022.
O detalhe é que as ações ficaram quase três anos sem qualquer andamento judicial. O próprio juiz Ronald só se declarou impedido de atuar nesses processos em abril e maio de 2025 – um atraso que, para a Corregedoria, é “insustentável”.
Outra investigação é a concessão de uma medida liminar de mais de R$ 2 milhões em uma ação envolvendo a Associação de Amparo ao Trabalho, Cidadania e Consumidores (ASTCC), e associados como Pamax Embalagens Indústria e Comércio Ltda., Admec Comércio e Serviços Industriais Ltda., Exaut Energia e Automação Ltda., Antônio Marcos Francisco de Souza, José Milhomens da Silva e Emerson de Souza Reis, em face do Banco Bradesco.
A gestão da 1ª Vara Cível de Barreiras, sob a responsabilidade do magistrado, também é alvo da investigação. A inspeção da Corregedoria revelou 1.104 processos paralisados há mais de 100 dias no gabinete do juiz. Do BNews.