Estadão acusa o atual regime de imitar o populismo do PT.

Protesto ontem em Porto Alegre.

Estadão, o jornal da Avenida Paulista, publica hoje, em Notas & Informações, um artigo sob o título “O Futuro Fica para Depois”. Depois de criticar o populismo dos governos do PT, o Estadão acusa Jair Bolsonaro de tentar imitar os petistas em ano pré-eleitoral:

“Ontem como hoje, mesmo em momentos de recuperação econômica, o governo deixou de investir em educação, em saúde e em infraestrutura. Quando o PT estava no poder, festejava-se a abertura indiscriminada de universidades e o financiamento de faculdades caça-níqueis, enquanto o ensino básico, essencial na formação dos cidadãos, era relegado a plano secundário. Hoje, Bolsonaro transformou o Ministério da Educação em cidadela de sua cruzada ideológica em favor do atraso, além de cortar sistematicamente os recursos de pesquisa e ensino.

Gerações serão condenadas à pobreza e à mediocridade em razão dessas escolhas. Nenhuma economia se sustenta, no longo prazo, sem estudantes bem formados, sem cidadãos com acesso à saúde de qualidade, sem uma legislação tributária racional, sem respeito ao meio ambiente, sem um Estado que faz bom uso do dinheiro público e, principalmente, sem reverência aos valores democráticos.

Na perspectiva do País, não há nenhuma razão para otimismo, já que o atual presidente pleiteia a reeleição para continuar a fazer exatamente o que fez até agora: hipotecar o futuro dos brasileiros para usufruto imediato de sua família e agregados. Reformas estruturais nem pensar.”

Brasil chega à marca de 500 mil mortes por Covid.

Informação do Consórcio de Imprensa e do G1, às 14 horas.

País contabiliza 500.022 óbitos e 17.822.659 casos, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Meio milhão de vidas. Esse é o saldo de vítimas que a Covid-19 já deixou em 459 dias desde que chegou ao Brasil, em março de 2020.

A média geral é de mais de 1 mil mortos por dia, mas o ritmo variou e subiu bastante desde o começo de 2021. No pior momento, em abril, chegamos a registrar média móvel semanal acima de 3 mil mortos diários; nos últimos dias, voltamos a ver essa média bater a marca de 2 mil vidas por dia, o que preocupa diante da lenta evolução nos números de vacinados.

No início da tarde deste sábado (19), o total de mortos chegou a 500.022, e o de casos confirmados, a 17.822.659, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Os números levam em conta novos dados divulgados por Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Os demais estados não atualizaram as informações sobre casos e mortes até as 14h deste sábado (19).

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Já para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, período que caiu quase pela metade quando chegamos a 400 mil em mais 36 dias.

Agora, de 400 mil a 500 mil mortes o salto se deu em 51 dias, evidenciando que a queda no ritmo de mortes não foi tão significativa assim passado o pior momento.

A média móvel de novas mortes está em alta e, na sexta-feira (18), bateu a marca de 2 mil pelo terceiro dia seguido. A tendência de novos casos também está em alta e, na sexta, o país registrou o recorde de diagnósticos positivos registrados em um único dia desde o início da pandemia: 98.135. (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Em números totais, o Brasil segue como o segundo país com mais mortes por coronavírus registradas, atrás apenas dos Estados Unidos — que esta semana superou a marca de 600 mil vítimas. A Índia aparece em terceiro, com mais de 380 mil óbitos.

Situação de alerta

Alguns fatores geram alerta para a perspectiva da doença no país.

A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus no Brasil, medida pelo Imperial College de Londres, subiu esta semana e está em 1,07. Isso significa que cada 100 pessoas com o vírus no país infectam outras 107.

O ritmo de vacinação segue baixo; foram poucos os dias em que o país registrou mais de 1 milhão de vacinados em 24 horas, meta declarada pelo governo ainda em março. Agora, a Fiocruz já calculou que seria necessário vacinar em média cerca de 1,7 milhão de pessoas por dia para atingir toda a população até o fim do ano.

Apesar de termos apenas cerca de 11% da população vacinada com as duas doses das vacinas, o presidente Jair Bolsonaro declara intenção de desobrigar o uso de máscaras para quem já se vacinou ou pegou a doença no passado, o que é duramente criticado por especialistas diante da situação atual.

Também segue caótica a situação no sistema de saúde brasileiro. O último boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado na quinta-feira (17), mostra que a ocupação dos leitos de UTI está em situação “crítica” em 18 estados e no Distrito Federal. Apenas dois estados aparecem com alerta “baixo”. Seis estados estão com alerta “médio”.

Governador do Maranhão decreta luto oficial de 3 dias pelos 500 mil mortos.

Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) | Twitter

O governador do Maranhão, Flávio Dino, anunciou, agora há pouco, o luto oficial no Estado. As 500 mil mortes foram ultrapassadas na manhã de hoje, sábado, 19 de junho:

Estou decretando hoje LUTO OFICIAL de 3 dias, no âmbito do Maranhão, em face da enorme tragédia representada por 500.000 mortes por coronavírus no Brasil. Todas as vidas são sagradas e o mal não pode ser banalizado. Minha solidariedade às famílias brasileiras.

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Manifestantes vão às ruas nas grandes cidades em oposição ao Governo

Manifestações contra Bolsonaro reúnem milhares de pessoas em todo o Brasil | VEJA

Segundo os organizadores, 438 cidades do Brasil e do mundo tem eventos programados. Entre os locais,  contam-se 51 cidades no exterior: 9 nos EUA, 8 Alemanha, 4 Argentina, 1 Áustria, 1 Bélgica, 4 Canadá, 1 Dinamarca, 3 Espanha, 1 Holanda, 3 Irlanda, 2 Itália, 6 Portugal, 3 Reino Unido, 1 República Tcheca, 1 Suécia, 2 Suíça e 1 Venezuela.

Milhares de manifestantes se reúnem na manhã deste sábado (19) em diferentes cidades do país em protestos contra o presidente Jair Bolsonaro. Entre os maiores atos, estão os de Brasília, com manifestantes na Esplanada dos Ministérios, e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, o protesto está marcado para as 16h, na avenida Paulista.

As manifestações ocorrem no momento em que o país se aproxima de 500 mil mortos pela Covid e menos de um mês após os atos de 29 de maio, que atraíram milhares de pessoas. Os protestos nacionais são pelo impeachment do presidente, por mais vacinas contra a Covid-19 e por auxílio emergencial.

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As manifestações são convocadas e apoiadas por movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais, entidades estudantis, torcidas organizadas e grupos envolvidos em causas como feminismo e antirracismo. A organização está centralizada no fórum Campanha Nacional Fora, Bolsonaro.

A expectativa deles era de um volume maior de participantes desta vez. A quantidade de organizações que endossam a realização dos protestos e o número de cidades com atividades programadas cresceram em relação ao final de maio.

Em Brasília e no Rio, manifestantes incluíram na pauta dos atos protesto contra a privatização da Eletrobras, que deve ser aprovada na Câmara no início da próxima semana.

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Na capital federal, o ato contou com uma carreata que percorreu algumas vias principais da cidade até a concentração para uma passeata. Indígenas de várias partes do país também se juntaram aos manifestantes para condenar a omissão do governo na proteção desses povos na pandemia e também em protesto contra a mudança na demarcação de terras.

Ao contrário dos atos em favor do governo, os manifestantes não foram autorizados a descer para a praça dos Três Poderes e se concentram no gramado em frente ao Congresso Nacional.

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O evento no DF colocou no mesmo carro de som parlamentares de diversos partidos de esquerda.

Discursam com palavras duras contra o presidente, especialmente condenando a condução no enfrentamento da pandemia e o autoritarismo do governo, parlamentares como os deputados federais Talíria Petrone (PSOL-RJ) e Pedro Uczai (PT-SC) e o deputado distrital Leandro Grass (Rede).

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No Rio, o poeta maior e aniversariante, Chico Buarque de Holanda, 77 anos, foi às ruas.

Também há diversas bandeiras de partidos, como PT, PSOL e PC do B, além de inúmeras camisetas com a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na capital de Pernambuco, o ato também uniu representantes de partidos à esquerda que disputam espaço na corrida eleitoral de 2022, como PT e PDT. O estado e a cidade são governados pelo PSB, que também teve representantes no ato.

No protesto anterior, realizado no dia 29 de maio, a Polícia Militar de Pernambuco atacou violentamente as pessoas que protestavam pacificamente contra o governo federal.

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Diante do desgaste político, o governo estadual escalou agentes de conciliação para evitar qualquer tipo de animosidade entre polícia e manifestantes.

Outras cidades

Até sexta-feira (18), estavam confirmados atos em mais de 400 cidades de todos os estados brasileiros, incluindo as 27 capitais. No exterior, a previsão era a de concentrações em 41 cidades, em países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Portugal, Itália, Finlândia e Argentina.

No mês passado, segundo a coordenação, houve no total movimentações em 210 cidades no Brasil —algumas, assim como agora, tiveram mais de uma atividade. No exterior, o número também foi menor: 14 cidades. No total, foram 227 atos.

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A recomendação é que os manifestantes usem máscara (preferencialmente do tipo PFF2), se possível levem máscaras para doação, carreguem álcool em gel e mantenham o distanciamento social. Nos protestos de maio, as orientações foram seguidas, mas houve registros de aglomerações.

No sábado passado (12), Bolsonaro participou na capital paulista de um passeio de moto com apoiadores, depois de eventos semelhantes em Brasília e no Rio.

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O presidente e auxiliares foram multados pelo governo João Doria (PSDB) por não usarem máscara contra a Covid-19 no evento. Motociclistas simpatizantes do governo também deixaram de usar a proteção facial —item que os protestos da oposição dizem diferenciá-los em relação aos dos bolsonaristas.

A Campanha “Fora, Bolsonaro” é composta por frentes como a Povo sem Medo, a Brasil Popular e a Coalizão Negra por Direitos, que reúnem centenas de entidades, entre elas MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), UNE (União Nacional dos Estudantes), CMP (Central de Movimentos Populares) e Uneafro Brasil.

Partidos de esquerda como PT, PSOL e PC do B também integram a campanha. O PT, que apoiou com mais afinco na véspera o ato anterior, desta vez decidiu entrar para valer na mobilização.

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O ex-presidente Lula anunciou que avalia comparecer, mas a tendência é que ele não vá. O envolvimento dele no assunto tinha sido discreto em maio e assim continuou até meados desta semana, quando se pronunciou em suas redes sociais sobre a possibilidade de ir.

PSOL, PC do B, PCB, UP, PCO e PSTU, que já estavam participando ativamente da articulação, continuam envolvidas. Além disso, outros partidos anunciaram apoio à iniciativa.

O Cidadania, que se apresenta como um partido de centro, comunicou nesta semana sua adesão às manifestações, em nota assinada pelo presidente nacional, Roberto Freire. Ele também afirmou que irá comparecer.

Siglas como PSB, PDT e Rede Sustentabilidade adotaram, institucionalmente, posição mais cautelosa —dizendo que não estimulam a formação de aglomerações—, mas sem proibir a presença de seus quadros. Com isso, núcleos e seções regionais desses três partidos decidiram se juntar às manifestações.

Partidos de oposição a Bolsonaro mais à direita ignoraram o tema ou simplesmente deixaram a decisão a critério de cada filiado ou corrente interna.

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Bolsonaro minimizou o impacto das marchas contra ele em maio e lançou mão de uma estratégia para tachar a iniciativa como evento de campanha de Lula. O adversário, que não esteve presente, lidera as pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2022.

Fora do ambiente partidário, a mobilização somou a adesão das dez principais centrais sindicais, que ficaram reticentes da outra vez, muito pela pressão de categorias profissionais que demonstraram preocupação com a incoerência de se juntar às multidões e defender o distanciamento social.

Na semana passada, o apoio às manifestações foi deliberado em um fórum das centrais, que inclui CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), entre outras.

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), que em maio preferiu manter discrição na fase de preparação dos atos, desta vez incentiva a participação de seus integrantes.

O movimento Acredito, que prega renovação política e está posicionado mais ao centro, também se integrou à organização dos protestos. Já MBL (Movimento Brasil Livre) e VPR (Vem Pra Rua), que levaram a direita às ruas contra governos do PT e hoje se opõem a Bolsonaro, mantiveram distância.

Ativistas envolvidos na convocação deste sábado dizem que a chegada de novas forças e a esperada adesão de mais manifestantes se devem à crescente insatisfação com o governo Bolsonaro, mas também ao clima pacífico e organizado e às precauções sanitárias do protesto anterior.

As principais bandeiras são o impeachment de Bolsonaro, a vacinação ampla contra a Covid e o pagamento de auxílio emergencial de R$ 600. As pautas foram definidas por centenas de organizações, que têm buscado unidade de discurso e se blindado contra atritos que comprometam a coesão.

Entre os objetivos, está ainda expressar apoio à CPI da Covid, vista como caminho que pode levar à responsabilização do presidente pelo agravamento da pandemia e servir de impulso para a Câmara dos Deputados abrir o processo de deposição dele, possibilidade tratada hoje com ceticismo.

Promover atos de rua em um cenário de descontrole da Covid foi um dilema que provocou debate em setores da esquerda nos últimos meses, mas a divergência de opiniões foi superada com as convocações para o dia 29 que atraíram milhares de pessoas em cidades do Brasil e de outros países.

O racha foi contornado diante do diagnóstico, feito por líderes do chamado campo progressista, de que solucionar as crises sanitária, econômica, institucional e política é inviável com Bolsonaro no poder.

Moscou bate recorde de novos casos de covid pelo segundo dia consecutivo.

Da AFP

A capital russa Moscou registrou, neste sábado (19), 9.120 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, um recorde pelo segundo dia consecutivo, segundo dados divulgados pelo governo.

Ambulância na praça Vermelha de Moscou, que vive um forte surto da covid-19© Alexander NEMENOV Ambulância na praça Vermelha de Moscou, que vive um forte surto da covid-19

Os números deste sábado superam os 9.056 novos casos registrados na sexta-feira, de acordo com as estatísticas publicadas no portal stopcoronavirus.rf.

O prefeito de Moscou, Serguéi Sobianin, disse que o surto na cidade se deve à propagação da variante Delta do vírus, que foi identificada pela primeira vez na Índia e se considera mais contagiosa.

Para lidar com a avalanche de novos pacientes, a prefeitura ampliará de 17.000 para 24.000 a quantidade de leitos hospitalares em duas semanas, informou a vice-prefeita de Moscou, Anastasia Rakova.

A capital se tornou o epicentro do atual surto de covid-19 na Rússia e acumula mais da metade das novas infecções registradas neste sábado no país.

A Rússia é o sexto país com mais casos diagnosticados de covid, com 5,3 milhões desde o início da pandemia, e o primeiro da Europa em vítimas mortais, 128.445 segundo o governo e 270.000 segundo a agência estatística russa.

Na sexta-feira, o prefeito Sobianin afirmou que quase 90% dos novos casos detectados na capital correspondiam à variante Delta.

A prefeitura desta cidade de 12 milhões de habitantes tomou medidas como a suspensão dos eventos de entretenimentos em massa, o fechamento de casas de festa e áreas de torcidas em estádios, e incentivou a vacinação obrigatória dos funcionários do setor de serviços.

A Rússia lançou rapidamente uma campanha de vacinação em dezembro, confiando especialmente em sua vacina Sputnik V, mas até o momento somente 19 milhões de seus 146 milhões de habitantes receberam ao menos uma dose do imunizante, segundo o site Gogov que coleta dados das regiões e da mídia, na falta de estatísticas nacionais oficiais.

Seus cidadãos se mostram céticos sobre a vacinação. Segundo uma pesquisa independente recente, 60% deles não quer se vacinar.

Antes de impor a vacinação aos trabalhadores do setor de serviços, Sobianin tentou impulsionar a imunização organizando o sorteio de um carro entre quem recebesse a primeira dose.

Sobe para 82 número de casos de covid na Copa América, diz Ministério da Saúde.

Da redação do Estadão

Subiu para 82 o números de casos de covid-19 entre pessoas envolvidas na realização da Copa América. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira, dia 18. O número representa um aumento de 17 testes positivos em relação ao número divulgado pela Conmebol na véspera.

Do total de contaminados, 37 são de jogadores e membros das delegações e os outros 45 de prestadores de serviços contratados para o evento. Segundo a pasta, os casos abrangem as quatro sedes do torneio: Brasília, Rio de Janeiro, Cuiabá e Goiânia.

Número de casos de covi na Copa América já chega a 82 © Dida Sampaio/ Estadão Conteúdo Número de casos de covid na Copa América já chega a 82

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 6.926 testes de RT-PCR entre os atletas, membros das delegações e prestadores de serviços. O índice de positividade de casos por covid-19 geral foi de 1,2%.

Apesar de garantir que se esforça para evitar a disseminação do coronavírus, a Conmebol tem sido alvo de questionamentos pela insistência na realização do torneio. O atacante Marcelo Moreno, um dos infectados na delegação boliviana, fez duras críticas à entidade por realizar a Copa América em meio à pandemia do coronavírus. Ele mencionou o crescimento de casos relacionados à organização do torneio.

A Copa América 2020 — adiada em um ano por conta da pandemia — seria realizada na Colômbia e na Argentina. Após os países declinarem de sediar o torneio por conta de protestos contra o governo e o aumento no número de casos de covid, respectivamente, o Brasil se tornou opção da Conmebol para a disputa da competição.

Nesta sexta-feira, o País registrou 2.449 mortes em 24 horas e se aproxima de 500 mil óbitos.

1 em cada 400 brasileiros morreu de Covid-19.

O Canadá já vacinou muitos de seus jovens acima de 12 anos

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Enquanto isso, aqui nos Estados Unidos do Sul, faltam vacinas e sobram cepas de Coronavírus estranhas. O número de casos e as mortes estão aumentando. E como a maior autoridade sanitária do País é um louco ensandecido, seguimos nosso rumo macabro para 1 milhão de mortes.

Aqueles que não morrerem de Covid, morrerão de fome, apesar da recomendação do sinistro Paulo Guedes de que os ricos devem dar os restos dos seus pratos para os pobres. 

Sem vacinas, sem comida, sem emprego, sem assistência social o brasileiro marcha no rumo da tragédia sem precedentes. 

Como citou hoje Mario Lago Filho: “Quando ministros de estado sugerem dar aos pobres resto de comida ou alimento com prazo de validade vencido, lembro de Hanna Arendt, que disse:

Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o medo e as melhores perderam a esperança. 

País atinge recorde de novos casos, quase 100 mil, e mortes se aproximam de meio milhão.

Relato do G1 com dados do Consórcio de Veículos

País contabiliza 498.621 óbitos e 17.802.176 casos, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Média móvel de mortes ficou acima de 2 mil pelo 3º dia seguido.

O Brasil se aproxima da triste marca de 500 mil mortes por Covid-19. O país registrou 2.449 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta sexta-feira (18) 498.621 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 2.039 –voltando a bater a marca de 2 mil pelo terceiro dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +24% e indica tendência de alta nos óbitos decorrentes do vírus.

É segundo dia consecutivo em mais de dois meses vez que essa análise indica alta nas mortes. De 12 de abril até quarta-feira (16), a curva apontou estabilidade ou queda.

Houve 98.135 novos casos, a maior marca desde o início da pandemia. A marca anterior havia sido em 25 de março, 97.586.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta sexta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes nos últimos sete dias — Foto: Arte/G1

Média móvel de mortes nos últimos sete dias — Foto: Arte/G1

  • Sábado (12): 1.961
  • Domingo (13): 1.997
  • Segunda (14): 1.970
  • Terça (15): 1.980
  • Quarta (16): 2.007
  • Quinta (17): 2.005
  • Sexta (18): 2.039

De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

12 estados apresentam tendência de alta nas mortes: PR, RR, AP, RJ, PB, CE, SP, MG, RS, MA, GO, RO

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 17.802.176 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 98.135 desses confirmados no último dia, maior número desde o começo da pandemia.

A média móvel nos últimos 7 dias foi de 71.565 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 15% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta nos diagnósticos pela primeira vez após mais de 50 dias.

Bahia registra 4.998 novos casos de Covid-19 e mais 102 óbitos pela doença.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.998 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 4.023 recuperados (+0,4%). O boletim epidemiológico desta sexta-feira (18) também registra 102 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.088.035 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.049.119 já são considerados recuperados, 15.908 encontram-se ativos e 23.008 tiveram óbito confirmado.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 23.008, representando uma letalidade de 2,11%. Dentre os óbitos, 55,80% ocorreram no sexo masculino e 44,20% no sexo feminino.

Situação da regulação de Covid-19

Às 12h desta sexta-feira, 94 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 73 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Vacinação

Com 4.313.041 vacinados contra o coronavírus (Covid-19), dos quais 1.677.284 receberam também a segunda dose, até as 12 horas desta sexta-feira, a Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

Barreiras ainda em alta

Cento e vinte e seis pessoas testaram positivo para Covid no dia de hoje. Foram registradas duas mortes nas últimas 24 horas e o número de casos ativos pulou para 523. Os leitos clínicos estão com 40% de ocupação. No entanto, entre as UTIs do Central e do HO existe apenas um leito disponível.

Privatização da Eletrobrás vai gerar prejuízo de R$ 400 bilhões.

Até FIESP percebeu a a armadilha em que o Brasil vai se meter

“Com a votação da MP da Eletrobras pautada para esta quarta-feira (16) no Senado, a Fiesp resolveu se posicionar sobre o texto que entrará em discussão. A entidade diz que o custo de capitalização da estatal pode levar prejuízos de R$ 400 bilhões aos brasileiros.

Desse total, cerca de R$ 300 bilhões seriam provenientes de altas na conta de luz, segundo a Fiesp. “É um mercado monopolista. Os brasileiros não podem trocar de companhia em busca de uma melhor oferta”, diz a entidade.

Ainda segundo a projeção da Fiesp, a proposta de contratação das térmicas chamadas de inflexíveis, que geram energia sem parar, pode elevar em R$ 50 bilhões os custos nas tarifas no período de 20 anos.

Na esteira das críticas ao texto da MP dos setores da indústria e energia, a federação argumenta que haverá gastos adicionais de R$ 30 bilhões em duas décadas com reserva de mercado para pequenas centrais hidrelétricas.

A Fiesp também soma em seus cálculos, nesse período, R$ 20 bilhões referentes à renovação de contratos “antigos e caros” de geradoras pelo Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica).”

Reportagem de Mariana Grazini e Andressa Motter, para a Folha de São Paulo

Polícia Federal não encontra Carlos Wizard. Ele se auto-exilou nos EUA para evitar CPI.

ConJur - Rosa mantém quebra de sigilo do empresário Carlos Wizard

Eles sempre acabam se achando ao longo da vida.

O empresário bolsonarista está nos EUA e terá seu passaporte apreendido assim que retornar. Mais um auto-exilado entre os bolsonaristas. Depois do Weinfraude, o analfabeto que assumiu o Ministério de Educação, e de Allan dos Santos, o terrorista da internet, Wizard ficará gozando as vantagens de ensinar Inglês aos norte-americanos.

Da Revista Fórum, editado por Urbs Magna e O Expresso.

Nesta quinta-feira (17), data em que estava marcado o depoimento do bolsonarista Carlos Wizard à CPI do Genocídio, equipes da Polícia Federal tentaram cumprir uma ordem judicial de condução coercitiva e foram até a casa do empresário, em Campinas (SP), para levá-lo obrigado à comissão. A condução coercitiva havia sido autorizada pela juíza federal Márcia Souza e Silva de Oliveira, da 1ª Vara Federal de Campinas, a pedido da CPI.

O relatório da PF, divulgado nesta sexta-feira (18), aponta que Wizard não foi localizado. Os policiais tocaram o interfone de seu prédio e ninguém atendeu e, quando já estavam deixando o local, um funcionário da casa do empresário teria afirmado que que não o vê “há bastante tempo”.

Não à toa. Já era de conhecimento público que, em março, Wizard foi para os Estados Unidos e permanece lá até agora. Para evitar depor à CPI, ele chegou a alegar, através dos advogados, que não está com seu passaporte em mãos.

A CPI do Genocídio já pediu à Justiça que o passaporte de Wizard seja apreendido assim que ele retornar ao Brasil.

Lembrete

Citado por outros depoentes da CPI e apontado como um dos integrantes do chamado “gabinete paralelo” que abasteceu Jair Bolsonaro com orientações anticientíficas, Wizard, além de ter sido convocado, teve seus sigilos quebrados a pedido da comissão. O empresário, no entanto, não respondeu às notificações.

Na última segunda-feira (14), o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), diante do silêncio de Wizard, resolveu entrar em uma live do empresário para lembrá-lo da convocação para prestar depoimento ao colegiado.

Olá, Sr. Carlos Wizard. Vim lembrar vc do seu compromisso na próxima quinta (17), na CPI da Covid. P/ facilitar: a CPI está sendo realizada no Senado, no Anexo II, ala Sen. Alexandre Costa, Plenário 3”, escreveu Randolfe no espaço de comentários da transmissão ao vivo que contou com a participação de Wizard.

“Temos um louco na Presidência”, diz relator da CPI, Renan Calheiros

“Temos um louco na Presidência”, diz Renan sobre possibilidade da CPI investigar Bolsonaro

Para o senador, o presidente é um risco de morte para os brasileiros.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, afirmou nesta sexta-feira (18), que a Comissão discute a possibilidade legal de investigar Jair Bolsonaro pelos crimes cometidos no enfrentamento à pandemia acrescentando que o presidente representa um risco de morte: “Tem um louco na presidência que todo dia atenta contra a vida dos brasileiros”, disparou.

Isso é uma análise que estamos fazendo, refletindo e meditando, ouvindo as instituições. Se a Comissão Parlamentar de Inquérito puder diretamente investigar o presidente da República, queria, de antemão, avisar que nós vamos investigar sim”.

Mesmo não podendo convocar e não podendo investigar, a CPI vai ter que responsabilizar, sim. Diante de provas, não há como não responsabilizar”.

Portal dos Jornalistas Livres confirma 408 eventos para amanhã.

Uma última atualização do portal Jornalistas Livres, indica que agora já são 408 atos confirmados pelo Fora Bolsonaro a ser realizado no dia de amanhã:

“Continuamos ocupando às ruas e as redes sociais na luta por Vacina no Braço, Comida no Prato e pelo Impeachment do Bolsonaro e de seu governo Genocida. Se o 29M foi bonito, este será mais ainda! Importante que todas e todos sigam as medidas de proteção possíveis, para caminhar lado a lado em defesa da vida, por vacina para todos e por impeachment já”

O líder da Oposição a Bolsonaro, Lula da Silva, ainda não confirmou sua presença nas ruas.

Veículo roubado é recuperado após reconhecimento de placa por meio eletrônico.

Um veículo roubado foi recuperado por equipes da Operação Apolo e do Esquadrão de Motociclistas Águia, na tarde desta quinta-feira (17), após ser flagrado pelo Sistema de Reconhecimento de Placas Veiculares da Secretaria da Segurança Pública.

Dois homens usaram o automóvel Fiat Pálio branco, placa clonada PP OUJ-8624, com restrição de roubo, para praticar assaltos no bairro da Federação e seguiram em direção a região do Acesso Norte. O sistema emitiu um alerta e os policiais realizaram a prisão da dupla.

Além do automóvel com restrição, sete celulares das vítimas foram achados com os suspeitos. Um dos criminosos já tinha passagem por tráfico de drogas.

O caso foi registrado Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), onde os homens aguardam audiência de custódia.

Cúpula da Segurança da Bahia visita Barreiras.

Uma comitiva com presença do secretário de Segurança Pública da Bahia (SSP/BA) e Delegada chefe da Polícia Civil no estado, visitou, hoje, o Complexo Policial do bairro Aratu, em Barreiras, na manhã desta sexta-feira (18).

Essa foi a primeira visita oficial de Ricardo Mandarino e Heloisa Campos Brito ao município. Mandarino declarou que eles vieram, exclusivamente, oferecer apoio e dar suporte à Polícia Civil local na condução de trabalhos investigativos do assassinato do empresário do agronegócio, Paulo Antônio Ribas Grendene, 62 anos, ocorrido há uma semana.

Paulo Grendene era proprietário de extensas áreas de terra na região de Formosa do Rio Preto (Oeste da Bahia) e uma das partes integrantes do processo que apura a disputa de fazendas arroladas na Operação Faroeste, responsável pela investigação de denunciado esquema de grilagem e venda de sentenças no TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia).

A comitiva retornou para Salvador, depois de rápida reunião com investigadores da polícia civil e delegados na sede da 11ª Coordenadoria Regional (COORPIN/Barreiras).

Do radialista Salomão Correia, editado.

A fumaça que vem de Brasília

Lideranças criticam ação da polícia contra indígenas na FUNAI • Portal  Tucumã

De Marina Amaral, diretora executiva da Agência Pública, em sua newsletter semanal.

As imagens seriam chocantes em qualquer lugar do mundo. Indígenas que protestavam contra o tratoraço do governo atropelando seus direitos foram atacados com bombas de gás pela PM do Distrito Federal. Responderam com flechas, que não feriram ninguém, mas atingiram parte da cobertura da mídia, que chamou de “confronto” a repressão policial. E olha que o batalhão entrou no momento em que os indígenas cercavam a FUNAI, justamente o órgão que tem como missão institucional “proteger e promover os direitos dos povos indígenas do Brasil”.

Comandada por um delegado da Polícia Federal, reconhecidamente anti-indígena (em 2017, ele foi afastado de uma operação depois de pedir “providências persecutórias” contra indígenas e ONGs em Mato Grosso do Sul), no mês passado a FUNAI  já havia agido contra aqueles que deveria defender ao provocar a Polícia Federal a intimar Sônia Guajajara sob acusação de difamação contra o governo federal.

A quem os indígenas devem recorrer?

Do abandono durante a pandemia à tentativa de legalizar a invasão de suas terras através da PL 490 (que segue trancada na CCJ na Câmara por um pedido de vista dos deputados do PSOL) -, a atuação genocida do governo Bolsonaro está bem documentada. E as implicações desses atos vão além dos atentados contra a vida, a cultura e os territórios a que os indígenas têm direito constitucional: eles ameaçam o futuro de todos nós, como demonstraram, com dados, a jornalista Cristiane Fontes e a ativista ambiental Justin Winters, em artigo publicado na Folha de S. Paulo,

“De acordo com o Global Safety Net, 85% da região amazônica é de vital importância para a diversidade biológica e para o sistema climático global.

Atualmente, quase 50% das florestas não degradadas na bacia amazônica encontram-se em terras indígenas, informa pesquisa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e do Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e do Caribe (Filac) baseada na revisão de mais de 300 estudos publicados nas últimas décadas. Ou seja, a diversidade biológica e cultural da Amazônia representa uma das forças mais poderosas para as soluções climáticas”, concluem as autoras.

Enquanto os povos indígenas protestam sem amparo de nenhuma instituição, o Brasil caminha a passos rápidos para o colapso ecológico, empurrado pelo Congresso do atraso e o presidente do ódio.

relatório aprovado ontem (17) no Senado para a MP da privatização da Eletrobras – que será paga por todos nós, consumidores – tem como principais vitoriosos os produtores de carvão e as usinas termelétricas – que terão subsídios para produzir a energia mais suja do planeta.

Um retrato sem retoques da profunda ignorância e da desmedida mesquinhez que poluem o horizonte do país.

Experiência digital da Bahia Farm Show aponta a sustentabilidade como caminho para a agricultura mundial

O oeste baiano e o Brasil foram para a frente da TV e das redes sociais, na noite da última quinta-feira (17), para prestigiar a Bahia Farm Show Digital Experience. Um evento dedicado ao atual panorama do agronegócio, pautado pela preservação, como forma de elevar a produtividade. O evento foi transmitido, ao vivo, pelo Canal Rural, com os apresentadores Pryscilla Paiva e Giovani Ferreira, direto dos estúdios da emissora, em São Paulo, o jornalista Alexandre Garcia, de Brasília, e, do oeste baiano, os produtores rurais convidados.

Após uma rápida contextualização sobre o ambiente que favoreceu a criação da Bahia Farm Show, em 2004, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, o presidente da Aiba falou sobre a expectativa para a edição presencial do evento, programada para o período entre 31 de maio e 04 de junho do próximo ano. Ele destacou, ainda, a relevância da experiência digital para o setor. “Conseguimos atingir, plenamente, os objetivos, que são: mostrar ao Brasil as oportunidades que a região oferece; fomentar ainda mais as boas práticas entre os produtores rurais; e revelar a face sustentável social, ambiental e econômica da agricultura praticada no cerrado baiano”, avaliou o presidente da Aiba, Odacil Ranzi.

O vice-presidente da entidade, Moisés Schmidt, um dos participantes do evento, ressaltou a importância da mensagem passada pelo programa. “Este evento trouxe um conjunto de abordagens que desmistifica o agro, deixando claro que o produtor está cada vez mais interessado em preservar, garantindo a continuidade da produção sem abrir mão da promoção do bem-estar socioambiental”, refletiu.

A segunda parte do evento reuniu apresentadores, comentaristas e os convidados em uma conversa repleta de conteúdos técnicos e informativos. O vice-presidente da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP), da Bahia, Luiz Antonio Pradella, e o presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Busato, discutiram sobre: tecnologia para pequenos produtores rurais, a implementação de formas de manejo conservacionistas, o programa de recuperação de nascentes promovido pelos agricultores, disponibilidade de água para a irrigação no oeste baiano, fatores responsáveis pela alta produtividade nas principais cadeias produtivas e as perspectivas do agronegócio para a próxima década.

Alexandre Garcia contou, com entusiasmo, como testemunhou o processo evolutivo ocorrido no bioma que ocupa 9 milhões e 100 mil hectares da região oeste da Bahia. “Quando cheguei ao cerrado, em 1976, tínhamos a ideia de que a área era improdutiva, por conta do solo ácido. Eu já havia visitado várias regiões, que achava ser um novo Israel, inclusive Mimoso do Oeste, que se converteu na moderna cidade de Luís Eduardo Magalhães, a capital do agronegócio do Matopiba. Isto não foi milagre, é resultado do suor e do trabalho dos produtores que desbravaram essa nova fronteira agrícola”, concluiu.

O programa está disponível no YouTube do Canal Rural, no link https://www.youtube.com/watch?v=Z8LlqwoHWV4&t=2563s

Produtores rurais se reúnem com o Governador do Estado

Com o objetivo de acompanhar as demandas do setor produtivo regional, o presidente da Aiba, Odacil Ranzi, cumpriu, entre terça e quarta-feira (15 e 16), uma intensa agenda de reuniões em Salvador, ao lado do ex-presidente da entidade, Celestino Zanella; o assessor de agronegócio, Luiz Stahlke; pela Abapa, o presidente Luiz Carlos Bergamaschi e o diretor-executivo Lidervan Morais; e o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato. O principal compromisso da programação foi o encontro com o governador do Estado da Bahia, Rui Costa.

Os dirigentes agrícolas trataram, na Governadoria, de assuntos estratégicos para o agronegócio do oeste baiano, como: a questão da divisa Bahia/Tocantins; a equalização do ICMS do milho, na comercialização para outros estados; as ações discriminatórias de terras no município de Correntina, a parceria entre governo e associações, por meio do Prodeagro; e as inaugurações das rodovias agrícolas construídas na região, via convênio.

“O governador garantiu que vai dar prioridade a duas das demandas: ICMS e a divisa Bahia/Tocantins. As discriminatórias serão debatidas com mais profundidade pela equipe de governo”, informou Odacil. Ele avaliou como positivas as visitas aos órgãos de governo e enfatizou a importância do diálogo entre as entidades do agro e o setor público. “Nessas reuniões, conseguimos mostrar ao governo as ações que são, realmente, necessárias para potencializar o desenvolvimento da região”, finalizou.

No início da manhã, a comitiva se reuniu com Giovanna Victer, secretária da Fazenda da capital baiana, para solicitar um parecer sobre a cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), na incorporação de bens da pessoa física para a pessoa jurídica, na sucessão familiar. Em seguida, os dirigentes agrícolas estiveram na Adab para apresentar o posicionamento do produtor rural sobre assuntos fitossanitários e sobre as pautas da Comissão Técnica Regional (CTR), que vai ocorrer no próximo dia 22.

Outra importante pauta foi discutida em reunião na Superintendência do Ministério da Agricultura, sobre a portaria nº 306, de 13 de maio de 2021, que modifica as normas do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), que centraliza as decisões sobre as datas de período de vazio sanitário no país, assim como os calendários de plantio das oleaginosas. A programação se encerrou após passagens pelas secretarias de Meio Ambiente (Sema), Agricultura (Seagri) e Infraestrutura (Seinfra).

 

Operador da Faroeste preso revela que não temia envolvimento.

Conteúdo de Cláudia Cardozo, no Bahia Notícias.

Preso esta semana, acusado de ser um dos operadores do esquema criminoso investigado na Operação Faroeste, Luiz Carlos São Mateus não acreditava que seria envolvido nas investigações da Polícia Federal (PF). Segundo o próprio revelou em uma ligação captada a partir de um acordo de colaboração premiada, ele era um homem “protegido demais”.

A delação em curso foi feita por um profissional da advocacia, com quem Luiz Carlos falou por algumas vezes para combinar o pagamento de duas cartas de crédito em sacas de soja (saiba mais aqui). Nos encontros, colaborador e operador negociaram um pagamento antecipado estimando cada saca em R$ 100, aproximando a dívida para R$ 1,5 milhão. Durante a conversa, Luiz São Mateus revela que os valores seriam destinados para o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, também preso pela Faroeste. O valor seria para pagar dívidas do juiz, incluindo o aluguel da casa em que residia.

Na primeira conversa captada, no dia 8 de junho deste ano, o delator pergunta então se o homem está com as cartas de crédito, e se elas não foram foram encontradas pela polícia na busca e apreensão na época da prisão do juiz. Luiz então responde: “Não, não. Graças a Deus que nem falaram no meu nome. Também não tinha porque”.

A pessoa responsável pela delação então se mostra preocupada com a transferência de valores tão altos, já que o volume das operações poderia chamar a atenção. Nesse momento, São Mateus diz que está com a vida tranquila e que não quer problema.

“Eu graças a Deus sou um homem protegido demais, que no meio desse rolo todo eu nem…”. A pessoa reforça, dizendo que empresas são mais fiscalizadas em relação a movimentações, e ele minimiza: “Mas isso não tem nada não. Eu não tô envolvido em nada não”.

Em outro momento, o operador repete que não quer problema, e garante que é “precavido”. “É tanto que você viu, nessa merda toda aí, eu, graças a Deus, fiquei livre em tudo. […] Eu sei como fazer. Pode ficar tranquila nisso aí. Se tem uma coisa que eu quero é dormir em paz. Nem quero lhe arrumar problema com isso aí”.

A tranquilidade, porém, não era tão forte no dia seguinte, em outra conversa interceptada pela PF, Luiz Carlos diz que uma das empresas que receberiam o valor pelas sacas seria uma imobiliária da cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, que já movimentava normalmente valores mais altos. O delator se mostra receoso com a forma com que o pagamento seria feito para o operador, porque as cartas de crédito tinham estado com outro investigado da Faroeste. É quando ele alerta: “Fala baixo, você não sabe se tem (inaudível).” A pessoa então fala que ele mantém o celular próximo e ele rebate, dizendo: “Eu não. O meu eu troco de quinze em quinze dias”

Aceitando o castigo

No diálogo, Luiz chega a chega a dizer que o juiz Sérgio Humberto está “bem, na medida do possível” na prisão, e que está “aceitando o castigo”. Em outra conversa, porém, ele completa:

“Espiritualmente aquele cara é forte demais, né? Mas tá um bagaço. Não tem como tá (sic) bem. Não tem como…”. O delator comenta que acreditava que o juiz seria liberado, quando Luiz revela que “a promessa era de sair, parece que a coisa piorou”. A liberdade não veio, segundo o operador, mesmo que o advogado do magistrado fosse “muito bem relacionado”. “O problema é que não tem como liberar. Que não é só o problema do Sérgio. Já teria liberado ele. São os outros, né?”, sugere, em relação a outras pessoas presas na operação.

Para Luiz, a situação só se resolveria de uma forma: “Tomara que chegue lá em cima mesmo. Se chegar a eles, aos grandes, aí eles acabam com isso”.

Coronel vota pela privatização da Eletrobrás e da Chesf e deputados do PT detonam senador: “envergonha a Bahia”.

Os deputados Robinson Almeida e Paulo Rangel, do PT, criticaram veementemente o senador Ângelo Coronel (PSD) por votar a favor da privatização da Eletrobrás, no Senado Federal, nesta quarta-feira (17). Coronel não seguiu a posição dos senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD), que votaram contra a Medida Provisória 1031, defendida pelo governo Bolsonaro, que deve encarecer, segundo especialistas, em até 20% a conta de energia e oferecer riscos de apagão no Brasil.

Os deputados também alertam para a insegurança hídrica que a privatização provocará no Vale do São Francisco e em todo Nordeste.

“Ao votar a favor da privatização da Eletrobras e da Chesf, Coronel traiu a confiança dos eleitores que o elegeram pra defender os interesses do povo trabalhador, dos ribeirinhos e dos baianos mais simples, que não podem pagar mais caro pela energia. Privatizar a Eletrobrás é um crime contra o Brasil e contra nossa soberania energética”, afirmou Robinson Almeida, que é engenheiro eletricista.

“O voto dos senadores Wagner e Otto contra a privatização da Eletrobras e da Chesf honra a Bahia. Já o voto de Coronel a favor da privatização envergonha a Bahia no senado”, endossou Paulo Rangel, que é funcionário da Chesf.

“Coloca em perigo o uso múltiplo das águas, em especial a utilização do Rio São Francisco, que é o provedor da Chesf. Coloca em risco o abastecimento de água pra consumo humano, consumo animal e a irrigação dos pequenos produtores rurais”, observa Rangel.

Os parlamentares também alertam que a medida apoiada por Coronel, associada a política econômica de Bolsonaro, ultraliberal, vai fazer com que a conta de luz fique mais cara como está o preço da gasolina, do gás de cozinha e mesmo da cesta básica.

“Tudo disparou por causa dessa política econômica nociva de Bolsonaro para o Brasil e, sobretudo, para os mais pobres, que ganham em real e tem seu custo de vida pago em dólar. Nosso projeto político é contra essa plataforma, esse projeto que produz desigualdade, que traz de volta o fantasma da fome e que dilapida o patrimônio nacional. Por isso, Coronel ao votar pela privatização da Eletrobrás, com esse projeto de Bolsonaro, envergonha a Bahia e trai os baianos”, enfatizam os deputados Robinson Almeida e Paulo Rangel, em nota.

A MP que prevê a privatização da Eletrobras recebeu 42 votos a favor e 37 contra. O texto agora volta à Câmara dos Deputados. Ele precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional até 22 de junho, ou perde a validade.

Eletrobras

Maior empresa de energia elétrica da América Latina e sexta empresa mais lucrativa do Brasil, a Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 6,4 bilhões em 2020. A expectativa de lucro da empresa em 3 anos é de R$ 30 bilhões. A estatal está avaliada, sem as linhas de transmissão, em R$ 370 bilhões, mas o governo Bolsonaro projeta vende-la por R$ 25 bilhões.

A estatal começou a ser projetada no governo do presidente Getúlio Vargas, em 1954, com a criação das Centrais Elétricas Brasileiras. A proposta, contudo, enfrentou grande resistência da classe política da época e só foi efetivada 7 anos mais tarde, quando o presidente Jânio Quadros assinou a Lei 3.890, autorizando a constituição da Eletrobras. A instalação da estatal aconteceu no ano seguinte, já no governo do presidente João Goulart.

Gestão da Educação de Luís Eduardo é destacada em jornal da Capital.

Luís Eduardo Magalhães foi destaque no Jornal A Tarde desta quinta-feira (17), com os investimentos na educação. Os números são expressivos e destoam do que vem sendo feito por outras cidades da Bahia. Com uma equipe comprometida e trabalho sério, o município vem investindo fortemente no setor.

No ano letivo de 2021, foram 180 toneladas de alimentos distribuídas para os mais de 19 mil alunos da rede municipal, através do kit merenda, contendo 15 itens, incluindo feijão e arroz, tudo supervisionado por uma nutricionista.

Um investimento de R$900.000 (novecentos mil reais), para colocar comida na mesa de crianças em situação de vulnerabilidade.

Com o objetivo de democratizar o acesso à educação, a Prefeitura, através da Secretaria de Educação já distribuiu 115.798 atividades para alunos que não têm acesso à internet, desde a educação infantil até a EJA.

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Bombeiros resgatam vítimas de acidente na BR 242

Bombeiros militares do 2º Subgrupamento (2º SGBM) foram acionados em Luís Eduardo Magalhães, na madrugada desta qinta-feira (17), para auxiliar no resgate à vítima de um acidente envolvendo dois carros de passeio.

A situação foi registrada no km 862 da BR-242, por volta das 3h40. Os militares precisaram romper a porta de um dos veículos, onde a condutora estava presa às ferragens, para, junto com o Samu, realizar o resgate.

Após o socorro, a guarnição atuou na limpeza da via, uma vez que destroços dos automóveis e outros materiais interditavam a pista. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou a ocorrência.

Do blog de Sigi Vilares 

Saúde Educacional identifica alunos com deficiências em Luís Eduardo.

Com o objetivo de identificar e incluir alunos com transtornos, deficiências e necessidades educacionais especiais nas salas de aula regulares, o município de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Educação, conta com uma gerência de Saúde Educacional, formada por coordenadoras pedagógicas (Morgana Bruschi e Dora Novaes), psicólogas especializadas (Sabrina Seppi e Ione Oliveira), e a gerente (Liane Giotti).

A coordenação pedagógica, é responsável pela formação de professores para lidarem com a diferença, através de palestras e formações, além de orientar a “flexibilização no currículo para adaptação dos conteúdos, atividades e materiais a serem utilizados nas salas multifuncionais do município”, explicou a coordenadora Dora Novaes.

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O crime já foi cometido: Senado autoriza a privatização da Eletrobras.

Para entregar dessa maneira, a soberania sobre a atividade estratégica da Eletrobras está correndo muito dinheiro por baixo dos panos.

Por 42 votos a favor e 37 contrários, os senadores aprovaram nesta quinta-feira (17) o texto-base do projeto de lei que permite a privatização da Eletrobrás, estatal lucrativa e que representa 30% da geração de energia elétrica do Brasil.

A medida é “um crime contra a nação”, segundo a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT). “A energia produzida pelas grandes hidrelétricas cujo investimento os brasileiros já pagaram vai ser privatizada. Vamos pagar outra vez essa energia em nossas contas de luz”, disse ela no Facebook.

Especialistas de diversas áreas e trabalhadores do setor elétrico denunciam que a privatização da Eletrobrás resultará na perda da soberania no setor elétrico, no aumento considerável da tarifa de luz e na abertura de mais espaço para as térmicas, em detrimento de fontes renováveis.

A Eletrobras é responsável por pelo menos 30% da energia do país e gerou R$ 30 bilhões de lucros nos últimos três anos.

Privatização da Eletrobras: senadores comprados, uma verdadeira quermesse da energia.

O uso racional da Energia Elétrica – Gestão Energética | BLOG DA ENERGIA

Senadores do campo de oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro denunciaram durante sessão plenária na tarde desta quinta-feira (17) que o Planalto estaria fazendo adaptações no texto da Medida Provisória 1.031, a MP da privatização da Eletrobras, para “comprar” votos de senadores que não iriam aderir à proposta.

“Tornaram essa matéria urgente e, em nome disso, estão fazendo absurdos. Não permitamos o que está se fazendo à sombra da noite, nesta madrugada, de troca de voto, de compra de voto. Compra de voto, é isso que aconteceu! Foram 2 mil megawatts para Goiás, foram R$ 700 milhões para o Piauí, 2 mil megawatts para o Rio de Janeiro… É isso que vai permitir que nós aprovemos e sejamos desmoralizados pelo Supremo Tribunal Federal?”, declarou Cid Gomes (PDT-CE).

O relator, senador Marcos Rogério (DEM-RO), fiel aliado de Bolsonaro, fez diversas modificações no texto final nas últimas 24h. O senado está correndo com a MP, que perde a validade na próxima segunda-feira (22).

Cid fez ainda uma contagem de votos durante se discurso, colocando PT, PDT, Rede, Podemos, PSDB e MDB contra o projeto e cobrando uma posição contrário do PSD. “É o PSD que vai decidir essa votação”, avaliou.

Esse troca-troca de megawatts e energias também foi criticado pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), líder da Minoria. “Eu estou até nervoso aqui, porque eu estou a ponto de dizer assim: olha, eu não sei que imagem passa o Senado numa situação dessa, a xepa energética. Botaram o carvão, tiraram o carvão, botaram o gás para cá, gás para lá. Não dá, não é possível fazer isso sem estudo de impacto tarifário, sem estudo de viabilidade dessas térmicas”, afirmou.

“Não podemos fazer a irresponsabilidade de fazer essa quermesse aqui, de megawatt para cá, megawatt para lá. Isso é absurdo”, apontou o parlamentar, que afirmou que as mudanças não foram feitas com os devidos estudos de impacto.

“Em 48 horas, a EPE pode produzir um estudo de impacto tarifário para todos esses bricabraques… Me desculpe, senador Marcos Rogério, que foram feitos na última hora… Troca megawatt para cá, troca megawatt para lá, como se estivessem brincando de Playmobil… Nós não estamos brincando de Playmobil! Isso é sério, gente, isso tem que ter viabilidade não só econômica, não só técnica, como ambiental também”, disse.

Jean Paul ainda afirmou que “todos os compromissos da MP serão revertidos em um governo responsável no futuro”. “Não há como continuar com esses jabutis e, muito menos, com a venda do controle da Eletrobras”, completou.

Conteúdo da Revista Fórum

Quanto vale um FDP como Sikera Jr? Os membros da CPI já sabem.

Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista ao apresentador Sikêra Júnior

Documentos obtidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a condução do governo na pandemia do novo coronavírus apontam que o governo, por meio da Secom (Secretaria de Comunicação), pagou R$ 120 mil ao apresentador bolsonarista Sikera Jr .

Ao todo o valor for pago em 7 depósitos, segundo apuração da Folha de São Paulo. Ainda de acordo com o jornal, ele alegou que “não trabalha de graça”.

Sikera tem um programa diário na RedeTV! que já recebeu até o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro. É conhecido pela retórica armamentista e favorável ao governo.

Luís Eduardo Magalhães: Auxilio Emergencial Municipal deverá pagar duas parcelas no 1º lote

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, vai realizar o pagamento do 1º lote do Auxílio Emergencial Municipal entre os dias 25 de junho e 1º de julho. Os primeiros beneficiários, receberão o referente a duas parcelas do Auxílio, no valor de R$600.

O pagamento será realizado através de um cartão nominal, contendo o CPF do beneficiário.

Até o momento, foram cadastradas 1.700 pessoas, restando ainda 400 cadastros a serem preenchidos, para o número total de 2.100 contemplados.

“Estamos cadastrando apenas as pessoas que se enquadram nos critérios. Não se trata de um novo cadastramento e sim uma atualização para que recebam o benefício”, disse a Secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes.

Entenda

A Secretaria de Trabalho e Assistência Social enfrentou uma série de desafios para pôr em prática um programa de transferência de renda municipal.

Entre eles, a duplicidade de nomes encontrados nos cadastros. Houveram também tentativas de burlar o sistema, e como o município não dispõe de um sistema único que reúna todas as informações dos munícipes, os dados precisaram ser checados um a um, e a informação atualizada de forma manual.

“Em função da falta desse sistema de cadastramento informatizado, que estamos providenciando instalar, nós tivemos muitas tentativas de cadastramento fraudulento. Vimos, por exemplo, um casal afirmar não serem casados a fim de obter dois benefícios. Num sistema informatizado, um simples cruzamento de dados de endereço evitaria essa tentativa”, disse a Secretária Scheilla Bernardes.

Superadas essas dificuldades, Luís Eduardo Magalhães será uma das poucas cidades da Bahia, dentre os 417 municípios, com um programa que vai atender mais de duas mil famílias em situação de vulnerabilidade, com recursos próprios.

Presidento não cumpre promessas a caminhoneiros e a chapa esquentou.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Passados quatro meses após evitar uma greve nacional de caminhoneiros, inclusive com promessas de benefícios para a categoria, dirigentes de entidades ligadas aos motoristas se dizem decepcionados com o governo federal. A informação é do colunista do portal UOL, Chico Alves.

Segundo a publicação, nenhum dos benefícios prometidos pelo governo foram cumpridos até então, o que tem gerado uma nova mobilização de associações e sindicatos da categoria para reivindicar melhorias para o setor.

À coluna, o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, o Chorão, revelou sua insatisfação com o governo.

“As promessas feitas pelo governo Bolsonaro não foram cumpridas e os caminhoneiros estão em situação pior que 2018”, avaliou ele, referindo-se ao ano em que os motoristas fizeram uma greve que foi apoiada pelo atual presidente da República.

Em nota pública, o presidente da Abrava listou as promessas que não foram postas em prática: prioridade na vacinação contra a Ccovid-19, eliminação de impostos federais sobre o combustível (o governo zerou a tarifa somente em abril e voltou a cobrar em maio), linha de crédito acessível e controle do preço do diesel.

Editado por Bahia.ba e O Expresso.

Bahia tem 119 mortes e País encosta em 3.000 óbitos.

Brasil registra 2.997 mortes e 95.367 novos casos de covid-19 em 24h

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 5.885 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 5.162 recuperados (+0,5%). O boletim epidemiológico desta quarta-feira (16) também registra 119 óbitos. O País registra 2.997 mortes e 95.367 novos casos de covid-19 em 24h.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 22.822, representando uma letalidade de 2,12%. Dentre os óbitos, 55,80% ocorreram no sexo masculino e 44,20% no sexo feminino.

Situação da regulação de Covid-19

Às 12h desta quarta-feira, 112 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 61 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Vacinação

Com 4.243.404 vacinados contra o coronavírus (Covid-19), dos quais 1.639.809  receberam também a segunda dose, até as 16 horas desta quarta-feira, a Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

O Brasil registrou, entre ontem e hoje, 2.997 óbitos causados pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta quarta-feira. 16.

18 milhões de casos e meio milhão de mortes no País

Com os registros, 493.693 vidas foram perdidas para a doença. O levantamento do Conass, que compila dados de secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal apontou ainda 95.367 novos casos de covid-19 em 24 horas, com um total de 17.628.588 registros desde o início da pandemia.

Investidores de Pernambuco e LEM visitam Polo Agroindustrial do Médio São Francisco

Comitiva chefiada pelo vice-governador João Leão, titular da Seplan, esteve em Barra e Muquém.

Projetos em implantação no Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco, nos municípios de Barra e Múquem do São Francisco, foram visitados, nesta quinta-feira (15), por três grupos de investidores, o Kasuya Consultoria Agro, a Cedro Participações, ambos de Luis Eduardo Magalhães, e o Grupo União, de Pernambuco. A comitiva, que também esteve no canteiro de obras da Ponte que liga Barra à Xique-Xique, foi coordenada pelo vice-governador João Leão, secretário do Planejamento.

“Com R$ 9,6 bilhões de investimentos privados previstos, o Polo Agroindustrial, em implantação na Bahia, nesta sofrida região do Médio São Francisco, deve gerar em torno de 60 mil empregos, diretos e indiretos, e incrementar em até 10% a receita do Estado da Bahia, nos próximos 10 anos”, afirmou Leão, ao ressaltar o potencial do projeto para a economia da baiana.

Luis Henrique Kasuya, executivo da Kasuya Consultoria Agro, destacou as qualidades da região:

“Nós andamos hoje do município de Barra até Ibotirama e vimos um potencial enorme, visto que as terras aqui têm uma fertilidade natural muito boa. É uma região com altíssimo potencial de produtividade”.

Já o diretor do Grupo União, Jair Meireles, mostrou entusiasmo ao conhecer as propriedades. “Realmente se constata um alto índice de produtividade. Eu vi aqui, duzentas, trezentas toneladas de cana toda irrigada. Com esse alto índice de produtividade você precisa de menos terra, é possível concentrar mais o canavial próximo a área da indústria e com todas as viabilidades”, disse.

O Polo Agroindustrial, já possui 16 projetos agrícolas, agropecuários, agroindustriais e sucroalcooleiros em implantação, é parte de uma iniciativa do Governo do Estado que visa criar outros polos de desenvolvimento na Bahia, historicamente concentrado na Região Metropolitana de Salvador.

O Sal da Semana. Poucas e boas daqui e d’acolá.

Negacionistas na maior empresa.

O Sobrenatural de Almeida ataca, agora na Petrobras. Segundo os sindicatos dos engenheiros e petroleiros, o Departamento Médico da empresa vem receitando o “Kit Covid” para os funcionários. Com um general no comando e a influência do “Cavaleiro da Porca Alice”, estão sacrificando os funcionários da maior empresa do País com remédio para maleita e para vermes. Valha-me Nossa Senhora da Bicicletinha!

WW aparece e ganha audiência secreta.

Wilson Witzel, mesmo com um habeas embaixo do braço, foi à CPI do Genocídio, confirmou a pressão sob o porteiro do condomínio “Morrendas da Barra”, onde residem vários milicianos de escol, um deles proprietário de 116 fuzis. O ex-juiz parcial de Curitiba, hoje auto-exilado Sérgio Moro participou do crime. O porteiro dizia que no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco o motorista dos atiradores pediu para ser anunciado na casa do então deputado federal Jair Messias. Witzel ganhou uma audiência secreta para falar sobre o assunto.

Deu ruim

Carlos Wizard, eminência parda da República e financiador de campanhas de extrema-direita, tentou obstar a quebra dos seus sigilos telemáticos e financeiros. A ministra Rosa Weber, do STF, não concordou com a sua petição.

Terraplanistas

A CPI do Genocídio já marcou os depoimentos de Osmar Terra e Filipe Martins. Imperdíveis.

O verdadeiro preço do “Grilo”.

Homem morre após ficar 'soterrado' em silo de soja na região da Coaceral - Portal do Cerrado

Hoje um agricultor me esclareceu. O gigantesco grilo de terras da região da Coaceral tem valores mais altos do que venho divulgando. São 366.000 hectares de terra que por baixo valem 200 sacas de soja por hectare.

Sem contar as edificações e a parte mais cara, a correção de solo.

A R$150,00 a cotação da saca, no soja balcão, a conta sobe para 10,98 bilhões de reais, assim com B de batata como costuma dizer o Coroné Ciro. Os mentores e operadores enquadrados na Operação Faroeste chegaram a movimentar um pouco mais de R$1,2 bilhão.

Forte esquema investigativo.

Amanhã a Segurança Pública da Bahia, Polícia Federal e membros do Ministério Público, baiano e federal, baixam em peso em Barreiras e Região para investigar os últimos passos da Operação Faroeste. A Operação Faroeste entra em sua 2ª Onda depois da prisão de desembargadores, juízes e advogados.

Pelo que se diz, o crime de assassinato não permanecerá impune.

Posando com fuzil

Além de hastear as bandeiras, nos mastros eretos, e posar ao lado de extremistas com fuzis em riste, o que veio fazer em Luís Eduardo Magalhães o deputado federal Eduardo Bolsonaro, conhecido também como Dudu Bananinha. A base eleitoral do dito cujo está no mínimo a 1.700 kms de Luís Eduardo, em São Paulo.

Lula vence Bolsonaro no 2º turno com 11 pontos de vantagem, mostra pesquisa.

Pesquisa PoderData 2º turno

Pesquisa PoderData sobre as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta quarta-feira (9), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence Jair Bolsonaro no segundo turno com 11 pontos percentuais de vantagem, por 48% a 37%.

Segundo levantamento, feito por telefone, no primeiro turno, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados, com Bolsonaro com 33% contra 31% de Lula.

A pesquisa, em parceria com o Grupo Bandeirantes, ouviu 2.500 pessoas por telefone, entre os dias 7 e 9 de junho, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Editado por Brasil247.

 

O serial killer fugitivo arromba casa de fazenda, faz comida e foge novamente.

Em seis dias matou quatro pessoas, baleou outras três e fez reféns em chácaras

Em seis dias matou quatro pessoas, baleou outras três e fez reféns em chácaras.  

Outra fazenda foi invadida por Lázaro Barbosa, 32 anos. A casa fica a cerca de 8km de Edilândia (GO). A propriedade estava vazia.

Informações preliminares apontam que ele arrombou a porta, preparou comida e abandonou o local. O dono da propriedade informou aos vizinhos sobre a invasão na madrugada desta quarta-feira (16/6).

Um forte aparato policial segue mobilizado na mata à procura do criminoso. As buscas chegaram hoje ao oitavo dia.

“Ele entrou lá para fazer comida. Ainda quebrou a porta, mas não tinha ninguém. Ele pegou o que quis, a casa estava abastecida de comida. Dá a entender que ele estava muito tranquilo. Agora, está cheio de polícia. Helicóptero pousando lá em casa”, afirmou uma das vítimas, que preferiu não se identificar.

Com medo, a família deixou a casa temporariamente.

Na tarde dessa terça-feira (15), Lázaro baleou um policial durante troca de tiros. O autor de uma chacina no Distrito Federal também fez três reféns na cidade de Edilândia (GO).

 (crédito: Ed Alves/CB/D.A. Press)

Base de campo da Polícia que está em perseguição a Lázaro.

Na fuga, Lázaro passou por uma chácara e escondeu reféns sob folhas para que não fossem vistos pelas buscas aéreas da polícia. No fim da tarde dessa terça-feira (15/6), a polícia os encontrou com vida, e eles foram libertados. As vítimas eram pai, mãe e filha, de 48, 40 e 15 anos, respectivamente.

Procurado desde 9 de junho, o suspeito tem espalhado terror por onde passa. Os reféns foram soltos e, logo depois, Lázaro foi cercado por agentes de diversas forças de segurança em uma rodovia e abriu fogo contra a guarnição. Um policial militar de Goiás chegou a ser baleado de raspão no rosto e foi transportado para um hospital de Anápolis (GO), de helicóptero. O estado dele é estável.