Elon Musk revelou recentemente no Twitter que vive em uma quitinete de US$ 50 mil no Estado americano do Texas, onde a companhia de foguetes espaciais SpaceX tem operações. O empresário, conhecido por ser o fundador da fabricante de carros elétricos Tesla, é atualmente o segundo homem mais rico do mundo, com patrimônio avaliado em US$ 151 bilhões, de acordo com a Forbes — o primeiro colocado é Jeff Bezos, da Amazon.
De acordo com o site especializado Teslarati, trata-se de uma casa modular de baixo custo de 35 metros quadrados, fabricada pela startup americana Boxabl. O modelo Casita, no site da empresa, sai por US$ 49,5 mil e traz uma cozinha, banheiro, sala de estar e quarto. Um dos diferenciais é que o imóvel pode ser montado em até um dia, já que vem pré-construído e pode ser transportado como uma grande caixa — puxado, inclusive, por um Tesla.
Ainda assim, Musk negou que viva especificamente nesse modelo de casa da Boxabl, mas confirmou que mora em um modelo parecido. Em novembro passado, a startup afirmou que estava fazendo a entrega de uma Casita para um “cliente supersecreto”, sem dar mais detalhes.
Desde o ano passado, Elon Musk começou a vender todas as suas propriedades, avaliadas em US$ 40,9 milhões. Segundo o empresário, o foco é prover energia sustentável por meio da Tesla e permitir a vida interplanetária com a SpaceX.
Aliás, a própria Boxabl pretende construir modelos que possam ser levados e facilmente instalados em Marte, um dos alvos visados pela companhia de Musk.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, inicia nesta segunda-feira (05), a vacinação contra o Covid-19, para pessoas a partir dos 43 anos de idade.
A imunização segue no sistema Drive-Thu, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI, das 8h às 16h.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
O município recebeu do Governo do Estado, neste domingo (04), 1.773 vacinas para primeira dose.
Sábado sem sol e sem protesto não tem graça nenhuma. A manifestação contra o Governo de Jair Bolsonaro foi grande. A Câmera olho de peixe obteve uma imagem inédita.
O Brasil registrou 1.631 mortes e 54.101 casos por covid-19 nas últimas 24 horas.
A média móvel (calculada com base nos últimos sete dias) é de 1.554 óbitos, a menor registrada em um sábado desde 6 de março, quando foi de 1.455. Mas é superior aos recordes de 2020.
Ao todo, o País tem 523.699 mortes e 18.740.486 casos confirmados da doença. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com as secretarias de Saúde dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, em balanço divulgado às 20 horas.
Os dados de vacinação apontam que 76.175.303 pessoas tomaram uma dose da vacina contra a covid-19, das quais 27.011.395 estão com a imunização completa. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 823.308 doses no País.
No Estado de São Paulo, os números chegaram a 3.779.408 casos e 129.453 óbitos pelo coronavírus. Ao todo, 18.800 pacientes estão internados com quadro da doença, sendo 9.299 em UTI e 9.501 em enfermaria.
Bahia
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.211 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 3.104 recuperados (+0,3%). O boletim epidemiológico deste sábado (3) também registra 48 óbitos.
Barreiras
A Prefeitura de Barreiras divulgou que 40 novos casos de Covid-19 foram confirmados e tratam-se de 20 pessoas do sexo feminino, com idades entre 02 e 61 anos. Destas, 19 foram sintomáticas e uma preencheu requisitos para coleta. E 20 pessoas do sexo masculino, com idades entre 12 e 67 anos. Destes, 19 foram sintomáticas e uma preencheu requisitos para coleta.
Índice de infelicidade: pesquisa mostra Brasil em 2º lugar no ranking mundial
Com alta taxa de desemprego e inflação crescente, o Brasil ocupa a 2a posição em ranking que mede o mal-estar de 38 países, ficando atrás apenas da Turquia.
De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV), o país tem 19,83% de desconforto socioeconômico, contra 26,28% da nação turca.
A lista de países que é avaliada relaciona membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que engloba economias avançadas e o Brasil, e quanto maior o índice de desconforto apresentado, pior é a taxa.
Em terceiro lugar no ranking está a Espanha (16,09%), seguida por Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).
O índice de infelicidade, que é medido através da soma das taxas de inflação e de desemprego, atingiu o pior patamar dos últimos cinco anos no primeiro trimestre de 2021.
O mesmo índice foi registrado em 2016, quando o país enfrentava uma grave recessão econômica.
Segundo Daniel Duque, pesquisador responsável pela pesquisa, o índice brasileiro é preocupante, pois, ao contrário da líder do ranking, o indicador brasileiro vem piorando ao longo do tempo, especialmente durante a segunda onda da pandemia causada pela Covid-19.
As manifestações “Fora Bolsonaro” deste sábado 3 de julho mobilizaram cerca de 800 mil pessoas em 312 cidades do Brasil, além de 35 cidades de 16 países do exterior. Os dados foram divulgados pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro.
Segundo o professor Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES), até às 18 horas deste sabado, a tag #3JForaBolsonaro contabilizou mais de 500 mil postagens no Twitter.
Segundo Malini, a hashtag dominou a rede, em relação à manifestação de 19 de junho, que no mesmo dia tinha presença de 25% de bolsonaristas interagindo com o conteúdo contra 9% no dia de hoje.
GIGANTE! 😱😱 As manifestações de rua pelo FORA BOLSONARO em Fortaleza superou todas as expectativas. A insatisfação popular fica evidente e o número de participantes cresce muito em cada ato. Ninguém segura esse grito de tristeza e revolta pelas 522 mil mortes! #3JForaBolsonaropic.twitter.com/XxoB6ocpIZ
Segundo o jornal Folha de São Paulo, manifestantes foram às ruas neste sábado (3) em ao menos 15 capitais pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
É a primeira mobilização desde que um superpedido de impeachment foi protocolado na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (30), e após novas denúncias de corrupção na compra de vacinas contra a Covid-19 pressionarem o governo federal.
Os atos foram preparados às pressas, depois que as organizações que puxam a iniciativa decidiram antecipar a mobilização. Até então, o ato seguinte seria em 24 de julho, mais de um mês depois do Atprotesto de 19 de junho. A manifestação do dia 24, no entanto, está mantida.
Até o início da tarde, estavam em andamento ou já haviam terminado manifestações em Belém, Porto Velho, Boa Vista, Recife, Maceió, São Luís, Teresina, João Pessoa, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Florianópolis, Goiânia, Cuiabá e Campo Grande.
Cidades do interior de São Paulo, Paraná e Ceará também registraram atos.
No Rio de Janeiro, o protesto durou aproximadamente três horas. Começou por volta das 10h e ganhou mais participantes por volta das 11h30, chegando a ocupar três das quatro pistas da avenida Presidente Vargas, no centro. Apesar de aglomerações em alguns momentos, foi mais esvaziado do que o do dia 19.
Camisetas de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) eram vendidas no ato carioca.
No Recife, palco de forte repressão policial no protesto de 29 de maio, o ato transcorreu sem incidentes. Além de pedir o impeachment de Bolsonaro, os manifestantes na capital pernambucana empunhavam cartazes pedindo a aceleração da vacinação contra a Covid. Uma das faixas exibia a mensagem “Ninguém aguenta mais! Fora Bolsonaro e seus generais”.
Em Belém, o ato contou com a presença do prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL). “Participei das manifestações democráticas contra a política genocida do governo Bolsonaro e em homenagem às mais de 520 mil vítimas da Covid-19 no Brasil. Por vacina para todos e todas e comida no prato do povo”, disse.
Em Maceió, manifestantes carregaram um caixão no ato contra Bolsonaro. Uma faixa foi estendida com dizeres “Fora Bolsonaro. Por vacina no braço e comida no prato”.
Sob chuva, os participantes do ato na capital alagoana utilizaram máscaras e, na marcha pelas ruas, fizeram fila indiana para manter distanciamento e evitar a propagação do novo coronavírus.
Manifestantes também foram às ruas de Ribeirão Preto (SP) neste sábado pedindo impeachment, vacinação em massa e a não privatização dos Correios. Eles utilizaram máscaras e ao menos um voluntário distribuía álcool em gel, mas houve aglomerações em alguns momentos.
Em Campinas (SP) e em Franca (SP), grupos saíram em passeata pelas ruas, enquanto em Tatuí (SP) os manifestantes fizeram uma carreata com centenas de veículos decorados com balões e bandeiras, a maioria na cor vermelha.
As manifestações são convocadas por movimentos sociais e partidos de esquerda, que têm buscado ampliar a adesão de alas da direita e do centro contrárias a Bolsonaro. Embora não seja a posição majoritária, parte dos líderes resiste à entrada de novas cores ideológicas.
Um superpedido de impeachment foi protocolado na Câmara por iniciativa de PT, PDT, PSB, PC do B e PSOL, além de ex-bolsonaristas como os deputados Alexandre Frota (PSDB-SP) e Joice Hasselmann (sem partido-SP) e de outros movimentos da sociedade civil.
A bandeira “fora, Bolsonaro” se mantém como a principal das manifestações, ao lado dos pleitos por mais vacinas contra a Covid e por auxílio emergencial de R$ 600. As suspeitas de corrupção que vieram à tona nos últimos dias vão engrossar a lista de pautas.
Os organizadores atribuem a diminuição no número de atividades ao prazo curto que tiveram para preparar a nova rodada. De maio para junho, a quantidade de atos tinha quase dobrado. A expectativa é que, ao menos nas maiores capitais, o volume de participantes, na casa dos milhares, seja mantido.
Partidos como o PT do ex-presidente Lula –hoje o maior adversário de Bolsonaro para as eleições de 2022–, o PSOL e o PC do B estão envolvidas na organização desde maio, em conjunto com frentes como a Povo sem Medo, a Brasil Popular e a Coalizão Negra por Direitos, que reúnem centenas de entidades.
No lado dos mobilizadores, uma das principais novidades foi a entrada do diretório municipal de São Paulo do PSDB, anunciada ao longo da semana por seu presidente, Fernando Alfredo. O diretório nacional do partido, no entanto, manteve a decisão de não participar ativamente da convocação.
A situação se repete em outras legendas, que também têm movimentos internos e instâncias locais envolvidas na mobilização, mas no plano nacional adotaram posição de neutralidade, alertando para os riscos de aglomerações em meio à pandemia e deixando a adesão a critério dos filiados.
Setores ou dirigentes de siglas como PSL, PV e Avante decidiram endossar os atos, uma novidade em relação a junho. Já estavam nessa situação: PDT, PSB e Rede Sustentabilidade. O Cidadania é o único partido mais ao centro que decidiu, em ato do presidente nacional, Roberto Freire, apoiar os protestos.
A avaliação geral é a de que o presidente da República perdeu de vez um fundamento estruturante de seu discurso, o de que seu governo não tinha casos de corrupção –embora a tese já fosse contestada a partir de investigações de ministros e de filhos por suspeitas da prática de “rachadinha”.
Grupos à direita, como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o VPR (Vem Pra Rua), que capitanearam manifestações contra governos do PT e em favor da Operação Lava Jato, até aqui se mantêm fora da convocação, apesar de assinarem pedidos de impeachment de Bolsonaro.
Nesta sexta-feira (2), um policial civil morreu dentro um motel em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O curioso é que o homem estava acompanhado de 11 mulheres. A suspeita é de que ele tenha sofrido um mal súbito.
Segundo a Polícia Militar, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou a ser acionado, mas ao chegar ao local, constatou a morte do policial.
O caso foi registrado, segundo a revista IstoÉ, no 3° Distrito Policial de São Bernardo do Campo como morte natural. O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) da região.
PRF na Bahia apreende 225 Kg de cloridrato de cocaína e causa um prejuízo de quase 34 milhões de reais ao crime organizado
Foto de referência: camionete semelhante à apreendida com a droga. Abaixo, o posto PRF em Jaguaquara e a droga apreendida.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 225 kg de cloridrato de cocaína na tarde desta sexta-feira (2), em Jaguaquara, no sudoeste da Bahia. Um homem de 34 anos foi preso.
Segundo a PRF, uma equipe realizava fiscalização, quando abordou um Hyundai HR/HDBo na altura do quilômetro 632 da BR 116. Durante a fiscalização o condutor apresentou respostas vagas aos questionamentos realizados pelos policiais, quando então decidiram fazer uma busca minuciosa na caminhonete.
Na vistoria, os agentes perceberam indícios de alteração na estrutura da carroceria do veículo, quando encontraram 212 tabletes de cloridrato de cocaína, pesando aproximadamente 225 quilos da droga.
Ao ser questionado, o homem de 34 anos informou que iria visitar parentes no interior da Bahia. Ele não quis dar maiores informações sobre a origem e o destino da droga.
A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil. O motorista foi preso e responderá pelo crime de tráfico de drogas, conforme dispõe o art. 33 da Lei 11.343/2006 que tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.
As 1.470 doses contra a Covid-19 foram todas aplicadas nesta sexta-feira (02); Drive-Thru não abrirá amanhã, sábado.
A procura foi grande para a vacinação contra o Covid-19 nesta sexta, dia 2 de Julho, feriado da Independência da Bahia. A equipe da Secretaria de Saúde de Luís Eduardo Magalhães, aplicou todas as doses recebidas nesta quinta-feira (01), 1.470, para o público a partir dos 44 anos de idade.
Sistema Drive-Thru
O sistema Drive-Thru não abrirá amanhã (03), pela ausência de vacinas para primeira dose. Retomando os atendimentos na próxima segunda-feira (05), com a AstraZeneca/Oxford para segunda dose.
A Secretaria da Saúde do Estado esclarece que não houve aplicação de doses de vacina contra Covid-19 com data de validade vencida em Salvador e outros municípios, a exemplo de Juazeiro, como está sendo erroneamente divulgado.
Conforme explica a superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa), Rívia Barros, os imunizantes foram aplicados no prazo de validade, mas a notificação, ou seja, o registo no sistema do Ministério da Saúde ocorreu depois da data de vencimento da vacina.
A Sesab acrescenta que pode também ter acontecido um erro de digitação no sistema do Ministério da Saúde.
Dados oficiais do Ministério da Saúde divulgados pela Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (2) mostram que 1.532 municípios aplicaram 26 mil doses da vacina AstraZeneca fora do prazo de validade. As cidades mais afetadas foram Maringá (3.536 pessoas), Belém (2.673) e São Paulo (996).
Barreiras aplicou 24 lotes vencidos e está entre os 161 municípios com mais vacinas vencidas aplicadas.
Luís Eduardo Magalhães está em 2.344º lugar, com apenas um lote de vacinas vencidas, o de número 4120Z005.
O referido lote estava alocado no ESF Moacir Marchezan, mas não é informado se foi retirado para as campanhas de drive thru. Este código deve estar anotado em sua Caderneta de Vacinação.
Para saber se você recebeu a dose vencida, confira se o lote da dose da AstraZeneca que aparece em sua carteira de vacinação é um dos listados abaixo:
Lote: 4120Z001 – vencida em 29 de março
Lote: 4120Z004 – vencida em 13 de abril
Lote: 4120Z005 – vencida em 14 de abril
Lote: CTMAV501 – vencida em 30 de abril
Lote: CTMAV505 – vencida em 31 de maio
Lote: CTMAV506 – vencida em 31 de maio
Lote: CTMAV520 – vencida em 31 de maio
Lote: 4120Z025 – vencida em 4 de junho
Para verificar se a vacina proporcionou anti-corpos para a Covid-19, o paciente deve realizar exames 20 dias após a primeira dose. Entre eles:
Relatos de corrupção na compra de vacinas paralisam o governo. Artigo de Thomas Traumann, no Poder360.
Um episódio explica a profundidade do lodaçal que o governo Bolsonaro se meteu com o escândalo das vacinas contra a covid-19:
O ministro da Economia, Paulo Guedes, enviou ao Congresso a mais progressista reforma do imposto de renda das últimas décadas. Pelo projeto, 8 milhões de brasileiros passarão a ficar isentos da cobrança do IR e dessa vez, ao contrário de todas as outras reformas, a conta será paga pelo mais ricos.
Taxar os ricos para beneficiar os pobres está na cartilha de 10 entre 10 candidatos socialistas ou sociais-democratas, mas a ousadia é de um governo de extrema-direita. E pela primeira vez no governo Bolsonaro, a benesse não é para feudos eleitorais, como foram as isenções nas taxas sobre o óleo diesel para beneficiar caminhoneiros ou o projeto de casas a juros subsidiados para policiais militares.
Em condições normais de temperatura e pressão, o governo faria uma campanha publicitária sobre o projeto, o Congresso apressaria a votação para assumir parte do protagonismo e a oposição seria constrangida a apoiar a reforma.
Na vida real, a repercussão foi nula e os empresários já conseguiram do presidente da Câmara, Arthur Lira, a promessa de diminuir o tamanho da mordida do imposto na distribuição dos dividendos. O governo Bolsonaro está tão acuado que não consegue bater bumbo de notícia boa.
O estilo bélico do presidente Jair Bolsonaro faz com que o seu governo seja uma sucessão de conflitos.
É a intervenção na Polícia Federal para proteger o filho mais velho, Flavio Bolsonaro, a demissão em série dos ministros da saúde, a transformação de remédios charlatões em política pública contra a covid, a ameaça de intervenção no Supremo Tribunal Federal, a militarização das estatais e as ofensas aos repórteres fazem o governo Bolsonaro ter um cotidiano de confrontos que vão sendo esquecidas a cada novo impasse.
Com a CPI da Covid, no entanto, Bolsonaro perdeu o que a ciência política chama de poder de agenda. O escândalo de corrupção na encomenda das vacinas tirou do presidente e do governo a capacidade de mudar de assunto.
Com seus exageros e vaidades, os senadores líderes da CPI –Omar Aziz, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues– tem hoje um poder de agenda similar ao de Bolsonaro.
Uma pessoa comum pode não ter tempo para discutir se sob Bolsonaro a democracia está fragilizada, mas entende rapidamente que o governo atrasou a compra de vacinas que poderiam ter salvado milhares de vidas, enquanto uma gangue no Ministério da Saúde negociava propinas. Mais grave: o presidente foi informado e, quando o caso veio a público, mandou a PF investigar o delator e não a denúncia de corrupção.
A CPI da Covid arrastou Bolsonaro para o pântano e ele não está conseguindo sair. Hoje onde Bolsonaro pisa, notícia boa não cresce.
O advogado Túlio Belchior Mano da Silveira pressionou por diversas vezes pela assinatura do contrato para a compra da vacina Covaxin e esperava essa assinatura antes mesmo do envio do processo à consultoria jurídica do Ministério da Saúde, responsável por analisar a viabilidade da proposta. É o que mostram emails obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo.
A CPI da Covid no Senado determinou as quebras de sigilo telefônico e telemático de Silveira, um dos representantes centrais da Precisa Medicamentos nas tratativas para viabilizar a importação de doses da vacina indiana produzida pela Bharat Biotech. A Precisa foi intermediadora do negócio no Brasil.
As quebras de sigilo foram mantidas pela ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Foi ao analisar um recurso relacionado ao caso de Silveira que Rosa afirmou ser “grave” a suspeita levantada pela CPI sobre irregularidades na contratação da Covaxin. As negociações foram “pouco transparentes”, segundo a ministra.
Em quatro emails enviados a áreas técnicas do Ministério da Saúde, no curso do processo administrativo da contratação da Precisa, o advogado cobrou urgência na assinatura do contrato, mesmo faltando documentos básicos e até mesmo a tradução desses documentos para o português.
A Folha de S.Paulo fez contato com Silveira, que não atendeu às chamadas nem respondeu à mensagem enviada.
A negociação da vacina foi conduzida pelo então secretário-executivo do ministério, coronel Elcio Franco Filho. Ele era braço direito do então ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, na condução da pasta. Após a demissão dos dois, ambos ganharam cargos de confiança no Palácio do Planalto.
Silveira foi um dos dois representantes da Precisa na reunião com Franco feita em 5 de fevereiro deste ano para tratar da compra da Covaxin. A outra diretora da empresa presente –ambos de forma virtual– foi Emanuela Medrades.
Em 18 de fevereiro, às 11h25, o advogado mandou um email ao gabinete do secretário-executivo. Na mensagem, ele manifestou “preocupação” sobre as tratativas relacionadas aos 20 milhões de doses, apontou a possibilidade de alteração do cronograma e fez uma cobrança: “Necessitamos que este ministério providencie a assinatura do contrato o quanto antes”.
Pressão semelhante foi feita quatro dias depois. Silveira mandou um email à Coordenação-Geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde, às 15h41 de 22 de fevereiro, em que tratou de documentação pendente para o contrato.
“Conforme nos comunicamos mais cedo, solicitamos por meio deste que a documentação que porventura não esteja carreada aos autos com tradução simples ou livre possa ser encaminhada a partir de amanhã, sem prejuízo da assinatura do contrato administrativo nº 29/2021 na data de hoje (22/02/2021)”, afirmou no email.
O advogado citou o fuso horário de Brasil e Índia –“oito horas e trinta minutos de diferença”– e “a urgência que o caso requer”.
Naquele momento, o processo não tinha nem sido enviado à consultoria jurídica do Ministério da Saúde, formada por integrantes da AGU (Advocacia-Geral da União). Um contrato só é assinado quando há análise prévia da viabilidade jurídica da proposta.
Os autos com a minuta do contrato, que já levava o nome de Silveira como testemunha e o número que de fato permaneceria, foram remetidos à consultoria jurídica do ministério às 19h11 do dia 22 de fevereiro.
A Folha de S.Paulo mostrou, em reportagem publicada no dia 26 de junho, que o parecer jurídico fez dez recomendações ao ministério e que elas não foram atendidas a tempo.
O parecer ficou pronto às 14h09 de 24 de fevereiro. Pouco mais de cinco horas depois, a Precisa foi convocada para assinar o contrato, o que de fato ocorreu às 14h28 do dia 25.
Antes disso, em outros dois emails, o advogado da empresa insistiu com a urgência da proposta. “Segue email documentando nossa solicitação, considerando a urgência extraordinária que o caso requer”, afirmou, em mensagem disparada às 16h11 de 22 de fevereiro.
Um pouco mais tarde, às 18h46, Silveira escreveu: “Gostaria de consignar que os documentos traduzidos na forma juramentada serão encaminhados já a partir de amanhã, com a maior brevidade possível”.
Naquele mesmo dia, o governo Jair Bolsonaro reservou R$ 1,61 bilhão para pagar a Bharat Biotech pelos 20 milhões de doses da vacina Covaxin. O pagamento ainda não ocorreu.
A nota de empenho foi emitida três dias antes da assinatura do contrato. O empenho significa uma autorização para os gastos. O dinheiro não pode ser usado com finalidade distinta da prevista na nota de empenho.
Na última terça-feira (29), o governo Bolsonaro anunciou a suspensão do contrato, diante das suspeitas de corrupção na parceria firmada com a Precisa.
A Folha de S.Paulo revelou no dia 18 de junho a existência e o teor do depoimento dado ao MPF (Ministério Público Federal) pelo servidor Luis Ricardo Miranda, chefe de importação da Saúde. Ele apontou pressão atípica para garantir a importação de doses, apesar da falta de documentos básicos e de erros em faturas, com previsão não contratual de pagamento antecipado de US$ 45 milhões.
O caso da Covaxin cresceu, passou a ser o foco principal da CPI da Covid no Senado e deixou acuado o governo Bolsonaro.
Miranda foi ouvido pela CPI uma semana depois, com seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). O servidor confirmou os mesmos termos do depoimento ao MPF. O parlamentar afirmou ter levado ao presidente da República as informações sobre o que ocorria na contratação da Precisa.
Segundo o deputado, Bolsonaro disse que comunicaria à Polícia Federal sobre as suspeitas que havia escutado. Na mesma conversa, ainda segundo o parlamentar, o presidente disse que seu líder na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), estaria por trás das suspeitas. O presidente não acionou a PF, e a oposição acusou o chefe do Executivo, no STF, de prevaricação.
Depois da suspensão do contrato, o governo avalia anulá-lo, no momento em que avançam as investigações sobre possíveis irregularidades.
A Precisa Medicamentos, em nota, disse que foi transparente e seguiu a legislação ao negociar a Covaxin. Ela nega ter existido qualquer vantagem ou favorecimento.
“A Precisa informa que as tratativas entre a empresa e o Ministério da Saúde seguiram todos os caminhos formais e foram realizadas de forma transparente junto aos departamentos responsáveis do órgão federal.”
Autor de dez dos mais de 120 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou ao UOL News, na noite desta quinta-feira (1º), que o chamado ‘superpedido’ de impeachment contra o presidente não deve prosperar por enquanto.
O motivo, segundo ele, é que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), “trabalha exclusivamente para proteger Bolsonaro”:
“Bolsonaro encontrou base alugada e está sentado no colo de Ciro Nogueira e Lira”.
Nesta sexta-feira, 2 de Julho, feriado de Independência da Bahia, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães inicia a vacinação contra a Covid-19, para pessoas a partir dos 44 anos de idade.
A imunização segue no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI, das 8h às 16h.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
O município recebeu do Governo do Estado, nesta quinta-feira (01), 1.470 doses de vacinas.
Apreensão foi motivada por dúvidas da CPI sobre o contexto do áudio, que não cita a palavra vacina ou qualquer sinônimo. A tentativa tentou desmoralizar o depoimento e a pessoa do deputado Luís Miranda.
A CPI da Covid no Senado apreendeu, nesta quinta-feira (27), o celular do policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que diz ser representante no Brasil de uma empresa privada que atuaria na intermediação de contratos de vacinas – a Davati Medical Supply.
A apreensão foi motivada por dúvidas da CPI sobre o contexto de um áudio atribuído ao deputado Luís Miranda (DEM-DF), citado e reproduzido por Dominguetti durante a fala à comissão. O policial diz que Miranda tentou negociar aquisição de vacinas contra a Covid diretamente com a Davati.
Os nomes de Miranda, de Dominguetti e da Davati vieram à tona, nos últimos dias, em razão de duas denúncias distintas de supostas irregularidades na compra dos imunizantes. Dominguetti usou o áudio como “prova” da afirmação de que Luis Miranda teria tentado intermediar compra de vacinas. O áudio, no entanto, não cita a palavra vacina ou qualquer sinônimo.
Mesmo antes de reproduzir o áudio, Dominguetti já havia dito que não chegou a tratar diretamente com o deputado Luis Miranda. A conversa teria sido com o CEO da Davati no Brasil, Cristiano Alberto Carvalho.
O Cristiano me relatava que volta e meia tinha parlamentares procurando, e o que mais incomodava era o Luis Miranda, o mais insistente com a compra e o valor de vacinas. O Cristiano me enviou um áudio onde pede que seja feita uma live, o nome dele, que tinha um cliente recorrente, que comprava pouco, em menos quantidade, mas que poderia conseguir colocar vacina para rodar.
Ao jornal “O Globo”, na manhã desta quinta, Cristiano Alberto Carvalho negou que o áudio divulgado por Dominguetti fizesse referência a alguma negociação de vacinas. O próprio deputado Luis Miranda também negou à CPI que o áudio tenha relação com vacinas contra a Covid, segundo informou o presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM).
Há pouco fui conversar com o deputado Luis Miranda, chamei outros membros, o senador Fernando bezerra estava junto, o senador Marcos do Val. E fiz questão que tivesse testemunha da minha conversa com ele para que depois não pairasse dúvida que eu tinha induzido, disse o senador Omar Aziz.
O que ele [Miranda] diz é que esse áudio é de 2020, que é uma negociação nos Estados Unidos, não tem nada a ver com Brasil. É um áudio que nem se falava em vacinas ainda e que está editado aqui para prejudicá-lo. Ele foi agora a polícia levar o áudio completo, fazer denúncia crime e que irá dispor para gente a edição do áudio, está certo?
À reportagem da “Folha de S.Paulo”, Dominguetti disse ter recebido pedido de pagamento de propina em uma negociação paralela para adquirir vacinas da AstraZeneca contra a Covid, por meio da empresa Davati Medical Supply. A empresa informou que Dominguetti é um “vendedor autônomo” e negou ter convênio para venda da AstraZeneca. Em nota, a AstraZeneca afirmou que não tem um intermediário no Brasil.
A negociação de Dominguette com representantes do Ministério da Saúde envolvia a proposta de venda de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. Ele contou que só não fechou negócio porque não concordou em pagar propina.
A Secretaria de Saúde de Barreiras recebeu nesta quinta-feira (01), mais uma remessa de vacinas contra Covid-19. Dessa vez, foram disponibilizadas pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), 2.700 doses do imunizante Oxford/AstraZeneca. Dando sequência ao processo de imunização, a equipe de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde realiza na tarde desta quinta-feira mais um drive-thru no Parque Engenheiro Geraldo Rocha, das 13h às 20h.
Serão imunizados com a primeira dose os trabalhadores da educação com 30 anos acima, que estejam na ativa e trabalhando exclusivamente em instituições de ensino regular público ou privado (fundamental, médio e superior), e também pessoas de 46 anos acima. De acordo com a coordenadora da COPIM, Renata Queiroz, no ato da vacinação todos deverão apresentar o cartão do SUS, CPF, RG e o cartão de vacina. Os trabalhadores da educação também devem apresentar o contracheque, carteira de trabalho ou a declaração da escola onde trabalha.
“Já vacinamos mais de 45 mil pessoas com a primeira dose contra Covid-19 e mais de 15 mil com a segunda dose. Com a chegada dessas novas doses, a Prefeitura de Barreiras dará continuidade ao processo de imunização da população. É importante se atentar ao horário de vacinação, público contemplado e a documentação necessária. Iniciaremos a vacinação a partir das 13h até às 20h, ou até encerrarem as doses disponíveis”, disse Renata Queiroz.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Educação, realiza nesta sexta (02) e sábado (03), a entrega do kit merenda para os pais de alunos de mais 10 escolas do município.
Sexta-feira (02)
Mozart Feliciano; José Cardoso de Lima; Irani Leite; Cemei Patrícia e Tiago Alfredo.
Sábado (03)
Lucir Ficanha; Jardim Paraíso; Cemei Vitória; Cemei Maurílio, APAE e todas da Zona Rural.
O município ainda aguarda duas carretas de alimentos, para a entrega nas escolas.
O dia da entrega nas demais unidades, será definido por cada escola e a direção da instituição de ensino, irá entrar em contato com os pais de alunos, para orientá-los sobre a retirada.
Com os 106 novos óbitos registrados nas últimas 24h, a Bahia ultrapassou a marca de 24 mil vítimas causadas pela Covid-19 desde o início da pandemia. Segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira, 30, pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o território baiano totaliza 24.012 mortes.
De acordo com o balanço, as novas mortes acrescidas nas últimas 24h ocorreram em diferentes datas, desde o dia 10 de junho do ano passado, mas só puderam ser incluídas no sistema a partir desta atualização. Diversos fatores podem ser responsáveis pelos registros tardios dos óbitos, inclusive, a sobrecarga das equipes de investigação.
Ainda segundo a Sesab, foram acrescidos 1.683 diagnósticos positivos da doença, dentro do mesmo período de 24h, totalizando 1.124.994 casos confirmados desde o início da pandemia. Na linha de frente do combate a pandemia, a secretaria informou que cerca de 50,8 mil profissionais baianos da área de saúde já testaram positivo para a Covid-19.
Dentro do montante de infectados, a Sesab informou que 1.089.638 pessoas já conseguiram se recuperar da doença e cerca de 11,3 mil pacientes ainda se encontram como ‘casos ativos’, sendo acompanhados pela vigilância epidemiológica. Com base na atualização dos dados, a taxa de letalidade da doença corresponde a 2,13% do total de casos.
Além disso, o boletim traz que 1,36 milhões de suspeitas de contaminação por coronavírus já foram descartadas do sistema. No entanto, ainda restam quase 233 mil possibilidades de infecção pela doença que aguardam o resultado dos exames.
UTIs
A Sesab informou que até às 12h desta terça-feira, 21 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 5 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 ainda estavam no sistema.
Segundo o boletim, a taxa de ocupação total dos leitos em todo estado corresponde a 61%. No entanto, o recorte percentual voltado para UTI adulto compreende 73% de ocupação.
Vacinação
Por fim, o balanço ainda informou que 4.873.232 pessoas já receberam a vacina contra o coronavírus. Dentro do montante de imunizados, cerca de 1.849.259 já receberam a segunda dose prevista e 66.456 foram vacinados com o imunizante de dose única.
A Secretaria Municipal de Saúde informou, ontem, o 287º, 288º, 289º e o 290º óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos na sexta-feira (25) e nessa terça e quarta-feira (29 e 30), no Hospital do Oeste.
A Secretaria de Saúde esclarece que o comunicado do óbito do dia 25 de junho aconteceu nesta quarta-feira, pela necessidade de confirmação do caso, endereço e quadro clínico da paciente.
O 287º óbito trata-se de uma paciente, de 53 anos e fazia tratamento de obesidade e tabagismo. O 288° óbito se refere a uma paciente, de 78 anos, que também fazia tratamento de hipertensão. O 289º óbito trata-se de um paciente, de 87 anos, que fazia tratamento de diabetes, hipertensão e era tabagista. Já o 290º óbito se refere a um paciente de 71 anos, que tinha doença cardíaca crônica e fazia tratamento de diabetes.
A Secretaria da Saúde informou também 71 (setenta e um) novos casos positivos no dia de ontem e mais 261 casos ativos, 15 dos quais internados. Os leitos clínicos estão com 26% de ocupação, enquanto os leitos de UTI estão com 70% de ocupação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou hoje (30) que foi liberada uma carga de 2 milhões de doses de vacinas da Janssen que estavam com pendência de documentação oriunda do Ministério da Saúde.
Em nota, a agência afirmou que as vacinas foram doadas pelos Estados Unidos e chegaram na semana passada ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e foram desembarcadas no mesmo dia pelo órgão. No entanto, ficou pendente a apresentação de informações complementares sobre a distribuição dos imunizantes.
“A Anvisa esclarece que tem atuado com agilidade e contribuído para a rápida disponibilização de vacinas à sociedade brasileira. No âmbito do enfrentamento da pandemia de covid-19, todos os pedidos de licença de importação de medicamentos e de vacinas são analisados com a máxima urgência e absoluta prioridade pela agência”.
100 milhões de vacinados.
Segundo dados oficiais do Vacinômetro – ferramenta de dados do Ministério da Saúde que acompanha o ritmo de vacinação no Brasil – o país ultrapassou hoje (30) a marca de 100 milhões de doses aplicadas.
Em redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comemorou a marca.
O Brasil é o 4º país do mundo em número absoluto de doses aplicadas. Segundo o Vacinômetro, o país registra 135.060.376 doses distribuídas para os estados e o Distrito Federal, com 101.476.804 doses tendo sido aplicadas. Destas, 74,3 milhões são relativas à primeira dose, enquanto 27,1 milhões correspondem à segunda dose ou dose única (no caso da vacina Janssen).
De acordo com o painel de dados, 2,2 milhões de doses foram aplicadas apenas em 24 horas – ritmo acima das expectativas do ministro Marcelo Queiroga.
Os dados do Ministério da Saúde mostram que a região Sudeste – a mais populosa do Brasil – foi a que mais vacinou, com 40,8 milhões de doses aplicadas. Nordeste está em segundo, com 22,6 milhões de doses. Sul, Centro-Oeste e Norte seguem nas respectivas posições.
A vacina mais aplicada no Brasil é a Butantan Sinovac, que equivale à CoronaVac. Em segundo lugar está a vacina AstraZeneca, que é envasada pela Fiocruz e que deverá passar a ter fabricação nacional até 2022. A vacina ComiRNAty, da Pfizer/BioNTech, segue em terceiro. A vacina da Janssen está em quarto lugar, já que ainda não teve grande volume de entrega e é restrita, no momento, para grupos específicos.
Após requerimento do Ministério Público Federal (MPF), o Superior Tribunal de Justiça aceitou a quebra de sigilos bancários, fiscal e telefônico de 69 pessoas arroladas na Operação Faroeste.
A decisão, com os nomes, consta no pedido de manutenção de prisão apresentado ontem pelo MPF contra diversos investigados, inclusive a ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Maria do Socorro.
Confira, abaixo, quem terá o sigilo afastado:
Adailton Maturino dos Santos
Ademário de Souza Santiago Júnior
Alano Bernardes Frank
Alexandre Barreiros de Carvalho Fonseca
Antônio Roque do Nascimento Neves
Aristotenes dos Santos Moreira
Aristótenes Advogados Associados
Diego Freitas Ribeiro
Dirceu Di Domenico
Eclésio Pinheiro de Matos
Eliam José Chaves
Estevão da Cruz Gonçalves
Fábio Castro de Oliveira
Francisco de Assis dos Santos Moreira Filho
Geciane Souza Maturino dos Santos
Genivaldo dos Santos Souza
Gesivaldo Nascimento Britto
Gildasio Rodrigues Alves
Ildenir Gonçalves Dias
Irenilta Apolonio Castro
Jaílson Martins de Almeida
JJF Holding de Investimentos e Participações Ltda.
João Carlos Santos Novaes
João Pinheiro de Souza
Joílson Gonçalves Dias
José Alves Pinheiro
José Marcos de Moura
José Olegário Monção Caldas
José Valter Dias
José Almir Gorgen
Júlio Cesar Cavalcanti Ferreira
Karla Janayna Leal Vieira
Kênia da França Cajango
Luciana Moura de Castro Sampaio
Luiz Ricardi
Marcio Duarte Miranda
Marcio Duarte Sociedade Individual de Advocacia
Marcio Reinaldo Miranda Braga
Maria da Graça Osório Pimentel Leal
Maria do Socorro Barreto Santiago
Marivalda Almeida
Moutinho
Maurilio Barbosa Holanda
MM Consultoria Construções e Serviços Ltda.
Nilza Maturino dos Santos
Otieres Batista Alves
Paulo Massayoshi Mizote
Ricardo Augusto Três
Roberto Tadeu Hosorio Pimentel Leal
Rosimeri Zanetti Martins
Rui Carlos Barata Lima Filho
Sérgio Humberto de Quadros Sampaio
Thiago Phileto Pugliese
Thiago Phileto Pugliese Sociedade Individual
Vilma Veiga Costa
Walter Balduino de Abreu Pires
Walter Yukio Horita
Agropecuária Rio Bonito
Agropecuária Três Irmãos
Castro Empreendimentos Imobiliários
Duarte e Aguiar Advogados Associados
Geciane Maturino Eirelli
Ita Assessoria e Empreendimentos Ltda
M&V Patrimonial Ltda
Olympo Assessoria e Empreendimentos Ltda.
Primaterra Empreendimentos Ltda
Três & Stresser Advogados Associados
AGM Holding Ltda.
Adriel Brendown Torres Maturino
Adrielle Brencha Macedo Maturino.
Na tarde desta quarta-feira (30), os secretários de Governo, Danilo Henrique e de Infraestrutura, Franklin Willer, acompanharam o vereador Adernoel Mota de Santana, o “De do Sol do Cerrado”, no bairro em que ele reside.
Na oportunidade, conversaram com moradores, como a dona Dete, que vive há cinco anos na localidade.
A comissão verificou a necessidade de melhorias na infraestrutura do bairro.
“O vereador é o representante direto do povo na Câmara. Por isso fizemos questão de acompanhar o vereador De, para que ele nos mostrasse a situação do bairro”, disse o secretário Danilo Henrique.
“O governo de Junior Marabá olha por toda a cidade e quer garantir qualidade de vida para todos. Nosso trabalho é fazer isso acontecer”, disse o secretário de Infraestrutura, Franklin Willer.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Educação, iniciou nesta quarta-feira (30), a entrega do kit merenda para os pais de alunos de mais cinco escolas do município.
São elas: Zilda Arns; Hermínio Carlos Brandão; Cezer Pelissari; Ivanilde Cedro e São Francisco, ambas na zona rural.
O dia da entrega nas demais unidades, será definido por cada escola e a direção da instituição de ensino, irá entrar em contato com os pais de alunos, para orientá-los sobre a retirada.
Carlos Wizard depõe ao colegiado sob grande expectativa. Ele será provocado sobre participação no “ministério paralelo” de aconselhamento ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a pandemia da Covid-19 e papel nas negociações de aquisição de vacinas.
O empresário chegou ao colegiado com uma placa da passagem bíblica Isaías 41:10. O trecho diz: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa”.
Desde quando Deus teria a ousadia de segurar na mão de um pulha desses?
O município de Botucatu, no interior paulista, registrou queda de 71,3% nos casos de covid-19 em seus moradores seis semanas após iniciar a vacinação em massa na população. Os dados são de um estudo realizado com o apoio do Ministério da Saúde sobre a eficácia da vacina da AstraZeneca/Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Brasil.
O início do programa de vacinação em massa ocorreu na cidade no dia 16 de maio, quando 65 mil moradores foram vacinados em um único dia. Até o momento, cerca de 77 mil moradores receberam, pelo programa, a primeira dose da vacina, cuja segunda dose é aplicada após 90 dias. Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos.
Além da queda no número de casos, as internações decorrentes da doença também apresentaram queda na cidade: 46% a menos. “As vacinas são doses de esperança para a população brasileira. A diminuição dos casos com a primeira dose já mostra bons resultados do estudo em Botucatu, que serve de base para o resto do país”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
O estudo também investiga a eficácia da vacina contra as variantes da cepa original do novo coronavírus. No entanto, os resultados completos sobre o estudo ainda não foram divulgados.
Da Agência Brasil, editado.
Projetando a experiência paulista para o Brasil, se tivéssemos feito a vacinação em massa em dezembro e janeiro, talvez tivéssemos economizado também 71% dos casos. Melhor ainda: se tivéssemos vacinado em massa, talvez 71% de 300 mil mortes, ou 213.000 mortes não tivessem acontecido.
Mas não. Não deu certo. Eles estavam querendo ganhar ao menos um dólar por vacina e assim chacinaram o povo como ovelhas em um matadouro. Repita aí Senhor General Pezadello: “Por mim eu só fornecia um saco preto”.
Pagarão por isso. Aqui na terra ou um pouco mais tarde, frente à Justiça dos Invisíveis.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou nesta terça-feira, 29, que se prepara para conseguir levar a campo a coleta do Censo Demográfico a partir de 1º de junho de 2022, conforme antecipado por uma fonte ao Estadão/Broadcast no último dia 11. No entanto, o órgão ainda não obteve do governo federal todo o orçamento solicitado para cumprir ainda este ano as etapas necessárias para viabilizar o levantamento censitário no ano que vem.
“Essa data é um indicativo. Mas ainda está pendente de confirmação por instâncias internas”, respondeu o órgão à reportagem, em nota.
Em cronograma enviado pela Coordenação Operacional dos Censos do IBGE aos trabalhadores envolvidos no planejamento da operação censitária, ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso, o órgão abriria inscrições para um novo concurso de funcionários temporários de 1º a 23 de dezembro deste ano, com provas previstas em 23 e 30 e janeiro de 2022. Os resultados da seleção seriam divulgados em 3 e 8 de março, para que os aprovados sejam treinados e contratados até o fim daquele mês.
A pesquisa urbanística do entorno dos domicílios que serão visitados ocorreria entre 18 de abril e 13 de maio do ano que vem, para que a coleta tenha início em campo em 1° de junho, com previsão de se estender até 31 de agosto. Pelo novo cronograma, os trabalhos de revisão e encerramento do levantamento estariam concluídos em 3 de outubro de 2022.
Roberto Ferreira Dias, exonerado após revelação do escândalo.
Texto de Reinaldo Azevedo, sobre o escândalo de hoje, a descoberta de mais uma tentativa de peculato do Governo Bolsonaro.
Diretor de logística da Saúde acaba de ser exonerado. Segundo entrevista de representante de farmacêutica à Folha, foi ele quem vocalizou oferta de sobrepreço de US$ 1 dólar por vacina da AstraZeneca. Trata-se de Roberto Ferreira Dias, já acusado por Luís Miranda e homem de confiança de Ricardo Barros. Queriam levar US$ 1 por dose, segundo o denunciante, na compra de 200 milhões de doses. Valor da propina: R$ 1 bilhão em valores de hj. Se verdade, não se tem um ministério da Saúde, mas uma gangue de homicidas em massa. Havia então no país 250 mil mortos.
Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Sua nomeação ocorreu em 8 de janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM).
O Ministério da Saúde divulgou uma nota na noite desta terça-feira 29 na qual anuncia a exoneração do diretor de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias. O comunicado foi divulgado horas depois de vir à tona a notícia sobre um pedido de propina para que a Saúde fechasse a compra de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca.
O relato foi feito ao jornal Folha de S.Paulo por Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply, e acusa especificamente Roberto Dias. A propina cobrada pelo governo de Jair Bolsonaro seria de 1 dólar por dose.
A breve nota do Ministério, porém, não explica o motivo da exoneração. “O Ministério da Saúde informa que a exoneração de Roberto Dias do cargo de Diretor de Logística da pasta sairá na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (30). A decisão foi tomada na manhã desta terça-feira (29)”, diz o texto.
Essa verdade é mais uma prova contundente de que não se tratava de um incompreensível negacionismo em relação à vacina, que poderia ter salvo até 300 mil vidas. Tratava-se mesmo de uma aparente oportunidade de roubar os cofres públicos, como foi tentando também com a Covaxin e Sinopharm.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, inicia a vacinação para primeira dose, nesta quarta-feira (30), no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI, das 8h às 16h, sem intervalo para almoço, para pessoas acima dos 45 anos de idade.
Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
Colheita completa primeiro mês e estimativa é de 317,3 arrobas por hectare: primeiras amostras atestam “qualidade premium” do produto
O Centro de Análise de Fibras da Abapa (Luís Eduardo Magalhães) divulgou o resultado das primeiras amostras do algodão da Bahia colhido nesta safra e a classificação por HVI atesta “qualidade premium” do produto.
A colheita começou no estado dia 28 de maio e as expectativas são muito boas, já que durante todo o ciclo da planta foi percebido um clima favorável, marcado por chuvas regulares. O resultado disso, somado à tecnologia aplicada nos cultivos, é uma produtividade estimada em 2% superior à auferida na safra passada.
Cerca de um mês depois de iniciada a colheita, os números apontam para uma produtividade de 317,3 arrobas por hectare de algodão em capulho ou 1.951,4 quilos por hectare de algodão em pluma.
A produção total está estimada em 520.363 toneladas de algodão em capulho, para uma área plantada de 266.662 hectares. Atualmente, cerca de 97% da produção total de algodão da Bahia sai da região Oeste.
“Em pouco mais de 20 anos, o Brasil deixou de ser o segundo maior importador de pluma do mundo para se tornar o segundo maior exportador.
Perdemos em volume de oferta para o mercado externo apenas para os Estados Unidos, mas isso é algo que deve mudar dentro de alguns anos”, comenta Luiz Carlos Bergamaschi, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).
Dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), apresentados no início do mês de junho, indicam que a produção da pluma, na Bahia, deve ser 13% menor neste ciclo, com retração de área plantada em 15%. A maior rentabilidade relativa de outros commodities da região, como soja e milho, é a principal razão para o recuo.
“Uma redução de área e produção, quando olhada sem uma análise conjuntural, pode parecer algo ruim. Mas, no caso do algodão brasileiro, e, em especial da Bahia, isso reflete a sustentabilidade e a maturidade da nossa matriz produtiva, que é variada e balanceada em função do mercado. Além disso, a Bahia faz apenas uma safra, o que torna a decisão de plantio ainda mais acurada”, defende Luiz Carlos Bergamaschi, que prevê que os bons números da safra que vem sendo colhida impactem positivamente nas pretensões de plantio dos agricultores baianos para o ano que vem, e estima em 5% o aumento da área destinada ao algodão para 2021/2022 no estado.
“A qualidade do algodão da Bahia já é reconhecida em todo o mundo. Nossa produção é cada vez mais sustentável, em um desenho que procura o equilíbrio entre os aspectos econômico, ambiental e social. Isso se soma ao emprenho do agricultor e também de pesquisadores que incorporam tecnologia ao cotidiano do trabalho do campo. É todo um ciclo eficaz que, com o apoio do governo do Estado, vem mostrando resultados”, diz João Carlos Oliveira, secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia.
O Governo do Estado e a SEAGRI colaboram, dentre outras frentes, com a criação e manutenção de estradas vicinais para o escoamento das produções e circulação dos trabalhadores e das populações. Faz isso direcionando máquinas pesadas (motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores, escavadeiras hidráulicas etc.) para os consórcios públicos rodoviários e maquinas menores (como tratores de 75cv, grades roçadeiras, reboques etc) para associações comunitárias e prefeituras. Isso além de todo o apoio técnico e estratégico proporcionado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura.
“O governo da Bahia também contribui com a lei Nº 7.932, de 19 de setembro de 2001, que institui o Programa de Incentivo à Cultura de Algodão – Proalba. O programa concede crédito presumido de até 50% (cinquenta por cento) do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, incidente sobre o valor de comercialização do algodão”, conclui o secretário João Carlos Oliveira.
Bombeiros militares do 2º Subgrupamento (2º SGBM) foram acionados em Luís Eduardo Magalhães, na noite de ontem, segunda-feira (28), para recuperar o corpo de um motorista que ficou preso às ferragens após um acidente na BR-020, à altura do km 200.
A vítima era o único ocupante de um carro de passeio que colidiu com outro automóvel e não resistiu aos ferimentos. A guarnição de serviço utilizou ferramentas hidráulicas para criar acesso ao interior do veículo, que ficou destruído. Outros três ocupantes do segundo carro envolvido foram socorridos por equipes do Samu à UPA local. Um caminhão também chegou a ser atingido, mas o motorista não se feriu.
As causas do acidente, bem como a identificação da vítima, deverão ser apuradas pela autoridade policial responsável pela rodovia.