O povo não se engana.

POLITICAMENTE ISOLADO, BOLSONARO CHORA E BUSCA APOIO DE MILITARES – Bahia  Economica

Lula da Silva tem 49% das intenções de voto para a Presidência contra 23% de Bolsonaro, segundo pesquisa do Ipec.

Ciro Gomes, João Dória e Mandetta aparecem, respectivamente, com 7%, 5% e 3%. Entre os entrevistas, nos dias 17 a 21, 66% desaprovam a gestão de Bolsonaro e 62% não votariam nele de jeito nenhum.

O político pode enganar muitos durante algum tempo. Alguns milhares durante todo o tempo. Mas nunca todos durante todo o tempo. O povo não se engana. Nunca.

“Kit Merenda” começa a ser distribuído segunda-feira em Luís Eduardo.

A partir da próxima segunda-feira (28), algumas escolas de Luís Eduardo Magalhães, como a Marlei Terezinha, Cecília Meireles e CIASF, já distribuirão o Kit Merenda. O dia da entrega nas demais unidades, será definido por cada escola e a direção da instituição de ensino, irá entrar em contato com os pais de alunos, para orientá-los sobre a retirada.

“Nesse final de semana estaremos entregando algumas carretas do kit merenda. Serão seis carretas, totalizando 180 toneladas de alimentos, e já definimos uma logística para essa entrega”, contou o diretor Financeiro da Secretaria de Educação, Vitor Dourado.

A Prefeitura, através da Secretaria de Educação, encontrou algumas situações adversas, por isso, o atraso na entrega dos novos kits, mas após negociação com a empresa, foi garantido “o mesmo padrão do kit merenda, avaliado por nutricionista”, pontuou.

São mais de 30 escolas, incluindo as da zona rural e 19 mil alunos, que receberão o kit merenda, contendo 15 itens:
1 kg Feijão Carioca
2 kg Arroz branco
1 pacote Leite em pó integral instantâneo
1 pacote Macarrão
1 pacote Café
1 Óleo de soja vegetal
1 pacote Biscoito salgado de água e sal
1 pacote Proteína de soja
1 kg Açúcar granulado
4 pacotes Farinha de milho flocada (cuscuz)
1 Achocolatado

Aprovação do governo Bolsonaro cai para 24% e reprovação sobe para 49%, aponta pesquisa Ipec.

Descontrolado, chorando, Bolsonaro tem uma alternativa romana ao  impeachment: o suicídio. Por Kiko Nogueira

Levantamento do Ipec ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios, de 17 a 21 de junho. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, aprovação era de 28%, e reprovação, de 39%.

Pesquisa Ipec divulgada nesta quinta-feira (24) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro:

  • Ótimo/bom: 24%
  • Regular: 26%
  • Ruim/péssimo: 49%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

A pergunta feita pelo instituto foi “Na sua avaliação, o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo”, com as opções “Ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”. Somados, os itens “ótimo” e “bom” correspondem ao percentual de aprovação da administração; e os itens “ruim” e péssimo”, ao de reprovação.

O levantamento do Ipec foi feito de 17 a 21 de junho e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.

O Ipec foi criado por ex-executivos do Ibope Inteligência após o seu encerramento. O novo instituto de pesquisa atua na área de consultoria e inteligência em pesquisas de mercado, opinião pública e política.

Pesquisa anterior

A última pesquisa divulgada pelo Ipec sobre a aprovação do presidente foi feita em fevereiro de 2021. Os números levantados na época foram:

  • Ótimo/bom: 28%

  • Regular: 31%

  • Ruim/péssimo: 39%

  • Não sabe/não respondeu: 2%

Forma de governar

Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente. Nesse caso, a pergunta feita foi: “E o(a) sr(a) aprova ou desaprova a maneira como o presidente Jair Bolsonaro está governando o Brasil?” Sobre este quesito, os resultados foram:

  • Aprova: 30%
  • Desaprova: 66%
  • Não sabe ou não respondeu: 4%

No levantamento anterior, 38% dos entrevistados aprovavam a maneira de governar de Bolsonaro, 58% desaprovavam e 5% não souberam ou não responderam.

Forma de governar do presidente — Foto: Guilherme Gomes/G1

Forma de governar do presidente — Foto: Guilherme Gomes/G1

Confiança no presidente

A pesquisa também fez a pergunta: “E o(a) sr(a) confia ou não confia no presidente Jair Bolsonaro?” Os percentuais foram:

  • Confia: 30%
  • Não confia: 68%
  • Não sabe/não respondeu: 2%

No levantamento anterior, 36% dos entrevistados diziam confiar em Bolsonaro, 61% diziam não confiar e 3% não souberam ou não responderam.

Confiança no presidente — Foto: Guilherme Gomes/G1

Confiança no presidente — Foto: Guilherme Gomes/G1 – Relato de O Globo e G1.globo.com

Ainda na busca por Lázaro, Polícia prende suspeitos de ajudá-lo na fuga.

 (crédito: Material cedido ao Correio)

Policiais penais da Diretoria de Operações Penitenciárias (Dpoe) do Distrito Federal foram os responsáveis por prender um dos homens suspeitos de ajudar na fuga de Lázaro Barbosa Sousa, 32 anos, investigado por matar uma família em Ceilândia Norte, balear três e manter pessoas como reféns.

Correio apurou por fontes policiais a identidade dos presos. Eles são identificados como Elmi Caetano Evangelista, 74 anos, e o caseiro dele, Alain Reis de Santana, 33.

Informações do Correio Braziliense também apontam que Lázaro Barbosa já trabalhou em uma fazenda de Elmi Caetano Evangelista.

Lázaro Barbosa é visto em mata e espaço aéreo está fechado para uso exclusivo da polícia | Portal 6

Helicóptero usado na caça a Lázaro e abaixo uma parte da região de pequenas chácaras onde se dão as buscas.

Força-tarefa começa 11ª dia de buscas a Lázaro Barbosa com movimentação intensa na região de Águas Lindas de Goiás | Goiás | G1

Os dois foram presos na tarde desta quinta-feira (24/6) no distrito de Girassol (GO), em Cocalzinho de Goiás. Durante a abordagem, Elmi dirigia uma Strada branca e teria desobedecido a ordem de parada dos policiais penais e seguiu adiante. A equipe perseguiu o homem, que é morador de Girassol, e o interceptou novamente.

Com ele, foram apreendidos duas espingardas de caça com 50 munições.

O outro preso foi identificado como Alain Reis de Santana, caseiro de Elmi. O Correio apurou que o funcionário foi detido pelas equipes do Comando de Operações de Divisas da Polícia Militar do Estado de Goiás (COD/PCGO).

Os dois presos serão levados para a Central de Flagrantes de Águas Lindas. Eles foram autuados por porte ilegal de armas e facilitação da fuga de preso. A força-tarefa não exclui a possibilidade de outras pessoas terem ajudado o criminoso.

Segundo o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, as provas são “contundentes” e os policiais identificaram uma casa onde estavam os dois homens acusados de ajudar na fuga do criminoso. Apesar disso, a força-tarefa acredita que Lázaro ainda esteja no perímetro delimitado pelos policiais, pois confirmou que a denúncia de uma testemunha que afirmou tê-lo visto na área hoje.

O Tricolor de Aço derrota o virtual líder do Brasileirão e entra no G4.

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O Bahia derrotou o Athletico-PR por 2 a 1, no estádio Pituaçu, em Salvador, na noite desta quinta-feira (24) pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2021.

Com gols de Rossi e Patrick de Lucca, o tricolor baiano pulou para 11 pontos e entrou no G4. O Furacão marcou com Terans e segue na vice-liderança com 12 pontos.

A primeira chance do jogo foi do Furacão. Aos 10 minutos, Abner cruzou e Terans cabeceou para fora. Logo depois, aos 12, o volante Richard foi expulso.

Com um homem a mais, aos 16 minutos, o Bahia pulou na frente no placar, quando o volante Patrick de Lucca aproveitou escanteio cobrado por Rossi e completou de cabeça.

Porém, aos 39 veio o empate com o meia Terans, que, após receber passe de Abner, girou sobre a zaga e finalizou cruzado. A vantagem final do Bahia veio aos 24 minutos da etapa final, quando o atacante Rossi marcou após assistência de Juninho.

No próximo domingo (27), o Tricolor mede forças com o Palmeiras em São Paulo. Na mesma data o Athletico-PR recebe a Chapecoense.

Outros resultados da 6ª Rodada, que encerrou na noite de ontem:

Campeonato Brasileiro
América-MG 1 x 1 Juventude
Corinthians 2 x 1 Sport
Ceará 2 x 1 Atlético-MG
Chapecoense 1 x 2 Internacional
Santos 2 x 2 Grêmio
Bahia 2 x 1 Athletico-PR

Falso Médium é preso depois de atrair mulheres para encontros sexuais contra o “mau-olhado”.

 (crédito: Polícia Civil/Divulgação)

Polícia de Minas Gerais acabou com a carreira do médium tarado.

Um homem, cujo codinome era Joaquim de Amapé, que dizia ter poderes mediúnicos para curar “mau-olhado” e outros males que acometem as pessoas, foi preso nesta quarta-feira (23/6) em Materlândia, Vale do Rio Doce, por uma equipe da Polícia Civil de Minas Gerais. A prisão ocorreu como parte da Operação Amapé.

Ele agia interpretando dois personagens: um “médium”, cujo codinome era Joaquim de Amapé, que seria capaz de garantir o livramento às pessoas, e outro, de voz sedutora, que intermediava o encontro das pessoas com o “médium”.

Ao modificar a sua voz para ligar para as pessoas, ele informava que elas estavam possuídas e acometidas de “mau-olhado”. E orientava as suas vítimas a se encontrar com o homem que teria os tais poderes mediúnicos.

Ao telefone, ele dizia que somente aquele homem seria capaz de conceder o livramento a elas, afirmando que, dessa forma, o feitiço seria quebrado e elas estariam a salvo de um mal maior, como a morte, por exemplo.

Marcado o encontro, em um lugar indicado pelo personagem de voz sedutora, a pessoa, iludida e esperançosa pela cura, corria ao encontro do “médium”, ou seja, a mesma pessoa que havia ligado para ela.

O delegado Sávio Moraes explicou que, “como as vítimas eram pessoas conhecidas do indiciado, tendo ele conhecimento da rotina, de nomes de familiares e acontecimentos recentes, elas acabavam acreditando numa espécie de poder mediúnico do tal curandeiro”.

Mas a polícia deu um basta no teatro macabro e pôs fim à farsa armada pelo homem. Depois das investigações bem-sucedidas, ele foi preso por violação sexual mediante fraude, que prevê pena de dois a seis anos de reclusão.

Até o momento, duas vítimas já foram identificadas, sendo uma na forma consumada e outra, tentada.

“A equipe policial da Delegacia em Sabinópolis fez um trabalho de investigação criminal genuína, investigação técnica na essência, que somente foi exitosa devido ao uso da tecnologia e de técnicas de inteligência policial. Essa é a função primordial da Polícia Judiciária: investigação criminal qualificada”, disse o delegado Moraes.

O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde está à disposição da Justiça.

Do Correio Braziliense.

Lázaro está cercado por policiais, cães, viaturas e helicópteros.

Buscas a Lázaro Barbosa

O clima está tenso em uma área no Setor de Chácaras de Girassol (GO), a 5km da base montada pela força-tarefa que caça Lázaro Bárbosa, 32 anos, há 16 dias. Um grande contingente de policiais, viaturas, helicópteros e cães farejadores está no local desde o início da tarde desta quinta-feira (24/6).

Até o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, está acompanhando o cerco ao criminoso no local. Foi feita uma barreira na estrada de acesso e os moradores estão impedidos de entrar. Outros estão fugindo da região com medo. A região foi cercada após denúncias da presença de Lázaro no local.

Bombeiros do DF também reforçam o cerco, com o apoio de drones que têm visão noturna e térmica.

Por volta das 15h, dezenas de viaturas, dois helicópteros e o secretário seguiram apressados para uma região de mata no município de Girassol (GO). Uma moradora do Setor de Chácaras na região de Cocalzinho (GO), Entorno do DF, disse ter visto Lázaro no local.

A mulher contou que viu o suspeito e que ele correu para uma região de mata, onde homens da força-tarefa entraram. Um morador do Setor de Chácaras, por onde as equipes passaram, estava saindo em direção à BR-070, e relatou ao Metrópoles o que testemunhou. “Os policiais entraram no mato. Havia grande movimentação daí para trás. Vimos várias viaturas passando.”

Se a Covaxin derrubar Bolossauro será a mais eficaz do planeta.

Ministério da Saúde assinou no dia 25 de fevereiro um contrato para a compra de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. O acordo entrou na mira da CPI da Covid no Senado e do Ministério Público Federal por suspeitas de irregularidades. Entenda quais são elas:

Negócio foi intermediado por empresa investigada

O contrato foi intermediado pela Precisa Medicamentos, empresa que é a representante no Brasil da farmacêutica indiana Bharat Biotech, responsável pela vacina Covaxin. Um de seus sócios, Francisco Maximiniano, negociou a compra, pelo Ministério da Saúde, de 20 milhões de doses do imunizante em fevereiro deste ano por R$ 1,6 bilhão. A compra foi a única feita por meio de uma representante e não diretamente com um laboratório fabricante (no País ou no exterior).

A Precisa tem como sócia uma outra empresa já conhecida por irregularidades envolvendo o Ministério da Saúde – a Global Gestão em Saúde S. A. Ela é alvo de ação na Justiça Federal do DF por ter recebido R$ 20 milhões da pasta para fornecer remédios que nunca foram entregues. O negócio foi feito em 2017, quando o ministério era chefiado pelo atual líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), do Centrão. Passados mais de três anos, o ministério diz que ainda negocia o ressarcimento.

Além disso, a empresa é investigada na operação Falso Negativo, do Ministério Público no Distrito Federal (MPDFT), que apura se houve fraude na venda de testes rápidos para covid-19 ao governo local. Segundo denúncia apresentada em agosto de 2020 contra a cúpula da Secretaria de Saúde do governo de Ibaneis Rocha (MDB), a empresa foi beneficiada em contrato de cerca de R$ 21 milhões.

Vacina Covaxin é produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech; no Brasil, a representante é a Precisa Medicamentos© Divulgação/Bharat Biotech Vacina Covaxin é produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech; no Brasil, a representante é a Precisa Medicamentos

Valor por dose é o mais alto de todas as vacinas compradas

No contrato fechado em fevereiro com a Precisa Medicamentos, o Ministério da Saúde aceitou pagar US$ 15 (R$ 80,70, na cotação da época) – a mais cara das seis vacinas compradas até agora. O imunizante da AstraZeneca, por exemplo, custou ao governo US$ 3,16 (R$ 15,61 – na cotação desta quinta) e a da Pfizer, que tem uma tecnologia mais avançada, US$ 10 (R$ 49,40). As duas fabricantes já concluíram os testes de seus imunizantes, enquanto os estudos de fase 3 da vacina indiana – a última etapa – ainda estão incompletos.

Documentos do Ministério das Relações Exteriores mostram que o valor acertado pela Covaxin é 1.000% maior do que, seis meses antes, foi estimado pela própria fabricante – de 100 rúpias (US$ 1,34 a dose). Este valor não chegou a ser praticado pela Bharat Biontech, mas era uma estimativa de que o custo seria bem menor do que foi acertado com o governo brasileiro. Em dezembro, outro comunicado diplomático com base em declarações da empresa dizia que o produto fabricado na Índia “custaria menos do que uma garrafa de água”.

Com o Estadão

Pai dos Weintraub é obrigado a provar que não é louco para administrar seu próprio patrimônio.

PT vai pedir a convocação de Arthur Weintraub na CPI do Genocídio | Revista Fórum

Malucos e desonestos. Todos os três.

Abraham Weintraub, ex-ministro analfabeto da Educação do Governo Bolsonaro, e atual diretor do Banco Mundial, depois de fugir do País temendo um pedido de prisão por parte do STF e o seu irmão, Arthur Weintraub, assessor especial da Presidência da República, não são apenas malucos. São desonestos também: processam o próprio pai de 74 anos há 10 anos para tomar conta do seu patrimônio.

O médico Mauro Salomão Weintraub. Ele teve que provar que não está louco (Fonte: CRM-SP)

O médico psiquiatra e ex-professor da Faculdade de Medicina da USP Mauro Salomão Weintraub, pai do ex-ministro da Educação e atual diretor do Banco Mundial, Abraham Weintraub, foi obrigado por seus filhos a se submeter a uma perícia judicial para provar que não sofre de qualquer tipo de demência senil que lhe impeça de gerir o próprio patrimônio. Segundo ele, que demonstrou em juízo gozar de suas plenas faculdades mentais, “é a ganância dos filhos que os afastou da família”.

Aos 74 anos de idade, o médico, que já foi preso por criticar o regime ditatorial instalado no Brasil em 1964, vive uma batalha jurídica de quase dez anos, em processos movidos pelos próprios filhos, Abraham e Arthur, o segundo também empregado do governo federal. O motivo é o patrimônio do pai, que os litigantes querem ver preservado até que ele morra.

Para tanto, já moveram e movem diferentes processos, seja para interditar judicialmente o pai, alegando “conduta indicativa de ausência de discernimento” (em outras palavras, insanidade mental), seja para impedir a doação de imóveis para a atual esposa, com quem vive há 24 anos, alegando que isso fere seus direitos expectativos como herdeiros do que é de seu pai.

No processo número 0033871-32.2011.8.26.0100, da Terceira Vara da Família e Sucessões em São Paulo, por exemplo, os filhos tentam a interdição do pai, para que ele não possa transferir para a esposa qualquer bem ou valor de sua propriedade.

 

Cabeçalho do Termo de Interrogatório a que Mauro Salomão Weintraub foi submetido para provar que não está louco (Fonte: TJ-SP)

Perante o juiz do caso, advogados e testemunhas, teve que responder a perguntas do tipo, “o senhor sabe onde está?”, ou “que dia é hoje?”, ou ainda “quem é o prefeito de São Paulo?”. Explicou também que dificilmente seria louco, já que era médico em pleno exercício da profissão, além de dedicar-se a inúmeras outras atividades, como pintura (com quadros expostos no Museu da Faculdade de Medicina da USP), administrador de fundos próprios no mercado financeiro (home broker) e único conselheiro de seu condomínio.

Pai de Abraham Weintraub provou na Justiça que sabia quem era o prefeito de São Paulo em 2012.

 

O que leva, então, seus filhos a sustentarem na Justiça que o senhor deve ser interditado, senhor Weintraub?, questionou o juiz do caso. O médico respondeu que via um só um motivo: “a ganância”.

Contou também à juíza e aos demais presentes que um de seus filhos – Arthur ou Abraham – lhe dissera que sua esposa “iria largá-lo na miséria e que eles filhos teriam que sustentá-lo” (sic).

 

As declarações são de 31 de janeiro de 2012. Mauro Weintraub e sua esposa estão juntos até hoje.

O interrogatório em questão foi parte de uma perícia técnica realizada a mando da Justiça no médico psiquiatra. Tanto o perito técnico judicial quanto o Ministério Público de São Paulo – de acordo com parecer anexado ao processo – atestaram a completa sanidade e domínio das faculdades mentais de Mauro Salomão Weintraub.

No dia 16 de abril de 2014, o juiz Rui Porto Dias sentenciou em desfavor dos filhos, afirmando que o médico não era o louco. As primeiras linhas de sua fundamentação resumem o que se apurou, como se pode ver abaixo.

Mas os irmãos Weintraub não se deram por vencidos. Continuaram chamando o pai de louco na segunda e na terceira instância (STJ), perderam todos os recursos que esgrimaram, e o processo foi extinto em novembro de 2017.

Quanto vale essa loucura?

Em outro processo movido por Abraham e Arthur (número 0165853-72.2011.8.26.0100, na 5ª Vara do Foro Central Cível de SP), a dupla alega que o pai estaria passando bens demais para o nome da esposa, e que isso estaria dilapidando seu direito futuro (expectativo) à herança, como filhos legítimos do médico e de sua falecida primeira esposa, que deveria ser de, no mínimo, 50% do valor do patrimônio do pai, conforme garantido por lei.

Por causa disso, Mauro Salomão Weintraub teve que explicar, em 2012, a sua situação financeira e familiar a advogados, juiz, promotores, testemunhas e oficiais de Justiça, além de fazê-las constantes em documentos públicos. Explicou que os valores envolvidos não correspondem a cifras acima das permitidas em lei, entre outras peculiaridades do caso:

É casado pelo regime de separação de bens há 16 anos. No ano de 2002, para proteger financeiramente sua esposa, doou-lhe duas lojas situadas no bairro do Bom Retiro, uma loja no bairro da Lapa, um imóvel em que funcionava seu consultório, além do apartamento onde o casal reside atualmente.

Apesar de tais doações reservou-se os bens mais valiosos provenientes da herança de sua genitora. Os valores investidos no Banco Votorantin também foram preservados. Mantém junto ao banco certificado de renda imobiliária da empresa Gafisa, no valor aproximado de R$ 300.000,00, além de renda fixa no valor de cerca de R$ 900.000,00. Mantém ainda conta corrente e aplicação a ela vinculado no Banco Citibank, no valor de cerca de R$ 200.000,00.

Esse processo, que teve origem em 2011, ainda não acabou, está correndo entre as instâncias da Justiça, ao gosto dos recursos dos irmãos Weintraub. O médico e pintor de 74 anos, ao que parece, terá que lutar até a morte pelo direito de decidir o que será feito de seu patrimônio após a morte.

Do DCM, editado.

 

Bahia recebe primeiras doses da vacina Janssen, o imunizante de dose única.

A Bahia recebeu na manhã desta quinta-feira (24) as primeiras doses de vacinas contra a Covid-19 fabricadas pelo laboratório Janssen. A remessa com 92.100 doses chegou ao aeroporto de Salvador às 9h35, trazidas em um voo comercial.

O quantitativo será destinado 50% para a capital e a outra metade será distribuída proporcionalmente para os demais municípios da região metropolitana de Salvador, além de Santo Amaro, Conde e Saubara. As vacinas serão utilizadas para dar prosseguimento ao plano de vacinação que está sendo executado pelos municípios.

Essa distribuição, que deve começar ainda nesta quinta-feira, ficou acordada em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância deliberativa da saúde que reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, esclarece que nas próximas remessas haverá um ajuste para que as vacinas continuem sendo distribuídas de forma proporcional.

“Todos os municípios baianos continuarão a receber equitativamente as vacinas, tendo como referência a população local”, afirma.

O secretário da Saúde da Bahia destaca que “a grande diferença da vacina do laboratório Janssen das demais que estão sendo utilizadas até o momento no Brasil é que é dose única”.

Mais vacinas

Além das doses da Janssen, chegaram no mesmo voo 181 mil doses de imunizantes Coronavac. Outras 162.630 doses da vacina Pfizer/BioNTech estão previstas para chegarem em um voo com pouso programado para às 15h no aeroporto de Salvador.

Os imunizantes Coronavac e da Pfizer/BioNTech começarão a ser enviados na sexta-feira (25) para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Elas serão remetidas para os 417 municípios baianos. As vacinas da Pfizer/BioNTech serão encaminhadas em sua totalidade enquanto que metade do quantitativo da Coronavac será reservada para a segunda aplicação.

CPI ao vivo: “Poderíamos ter poupado 400 mil vidas no Brasil”

O ex-reitor da UFPel Pedro Hallal, coordenador da pesquisa Epicovid, disse hoje à CPI da Covid que o país poderia ter salvado 4 em cada 5 mortes se tivesse acompanhado a média mundial.

“Não é se estivéssemos com um desempenho maravilhoso, como a Nova Zelândia, Coreia, Vietnã. Se estivéssemos na média[…], teríamos poupado 400 mil vidas no Brasil”, afirmou o especialista. Ele também lembrou que, embora o país tenha 2,7% da população mundial, desde o início da pandemia, o Brasil “concentra praticamente 13% das mortes por covid no mundo”.

Prefeitura realiza pagamento do 1º lote do Auxílio Emergencial Municipal nesta sexta-feira.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, irá realizar amanhã, sexta-feira (25), a entrega dos cartões para recebimento do Auxílio Emergencial Municipal.

Serão entregues 704 cartões nominais neste primeiro lote. A entrega acontecerá das 8h às 12h e das 14h às 17h na Secretaria de Trabalho e Assistência Social. Os beneficiários receberão o equivalente a duas parcelas do Auxílio, no valor de R$ 600, que deverá ajudar algumas famílias em vulnerabilidade social.

O cartão vem com a descrição ‘despesas alimentícias’, e pode ser utilizado em diversos estabelecimentos do município. “A gente também pensa no fortalecimento do comércio local, por isso o cartão pode ser utilizado em padarias, mercearias, mercados e supermercados, para as necessidades básicas. O próprio beneficiário vai escolher onde ele deseja fazer as suas compras”, concluiu a secretária.

“Estávamos com a previsão para a entrega destes cartões entre o dia 25 de junho e primeiro de julho. Hoje já recebemos os cartões e estaremos entregando amanhã, no primeiro dia previsto. Então aqueles beneficiários que fizeram seus cadastros no prazo, já irão receber os seus cartões do Auxílio Emergencial. Estamos trabalhando para ajudar essa parcela da sociedade que também foi atingida por essa pandemia”, comemorou o prefeito Junior Marabá.

Importante lembrar que os beneficiários do Cartão Auxilio Emergencial devem desbloquear o cartão antes de usar, através do 0800 que consta no informativo que acompanha o cartão ou através do Aplicativo da Alelo, por meio do qual o beneficiário poderá acompanhar o extrato do cartão, saber aonde foi usado e quanto de saldo ainda lhe resta.

Continua valendo: O “Cabra à toa” não vale um pequi roído!

Outdoor em Palmas (TO) diz que Bolsonaro “não vale um pequi roído”. Foto: Reprodução

Por unanimidade, a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta quarta-feira (23) o trancamento de inquérito contra​ um homem apontado como patrocinador de outdoors em Palmas com a imagem do presidente Jair Bolsonaro e as frases “Cabra à toa, não vale um pequi roído, Palmas quer impeachment já” e “Vaza Bolsonaro! O Tocantins quer paz!”.

Na decisão, o colegiado considerou, entre outros fundamentos, que as manifestações por meio das peças publicitárias se restringiram a uma análise política e subjetiva da gestão conduzida pelo presidente da República, não havendo demonstração dos elementos necessários para a formação da imputação criminal.

“É de suma importância ressaltar que o Direito Penal é uma importante ferramenta conferida à sociedade. Entretanto, não se deve perder de vista que este instrumento deve ser sempre a ultima ratio. Ele somente pode ser acionado em situações extremas, que denotem grave violação aos valores mais importantes e compartilhados socialmente. Não deve servir jamais de mordaça, nem tampouco instrumento de perseguições políticas aos que pensam diversamente do Governo eleito”, afirmou o relator do habeas corpus, ministro Ribeiro Dantas.

O inquérito foi instaurado pela Polícia Federal a pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para apurar suposto crime de injúria contra o presidente da República. Além das mensagens que comparavam Bolsonaro ao fruto típico da Região Central do Brasil, os outdoors traziam críticas à atuação do presidente durante a pandemia da Covid-19.

Do DCM

Prefeitura de Barreiras implanta rede de gases medicinais no Pronto Atendimento Coronavírus

Referência na assistência aos pacientes atingidos pela Covid-19, o Pronto Atendimento Coronavírus de Barreiras está passando por intervenções de infraestrutura para instalação do sistema de gases medicinais, composta pela construção da base para o tanque de armazenamento de oxigênio, bem como toda a rede de oxigênio, ar comprimido e vácuo. No fim da tarde dessa terça-feira, 22, o prefeito Zito Barbosa, acompanhado do vice Emerson Cardoso, do secretário de saúde Melchisedec Neves, da subsecretária Jamile Rodrigues e do diretor médico Rodrigo Melo, fez questão de vistoriar de perto o andamento das obras que estão sendo executadas pela Prefeitura de Barreiras através da Secretaria de Saúde.

De acordo com o prefeito de Barreiras, o Município tem implantado diversos equipamentos para enfrentar o coronavírus.

“Desde o início da pandemia, a Prefeitura tem feito importantes investimentos para preservar e salvar a vida da nossa população, implantamos em parceria com o governo do estado o Pronto Atendimento Coronavírus, no Hospital Eurico Dutra, o Pós-covid no Centro de Referência Covid-19, o Centro de Triagem Covid-19, e transformamos o Parque Engenheiro Geraldo Rocha em uma grande estação de vacinação com Posto de Vacinação Covid-19.

Na última sexta-feira entregamos o Covida – Atendimento Imediato Covid-19 também no Parque e estamos implantando o sistema de gases medicinais aqui no Hospital Municipal Eurico Dutra, um grande esforço da nossa gestão para cuidar das famílias barreirenses, especialmente nesse momento de pandemia”, pontuou Zito Barbosa.

Ainda segundo o prefeito, o sistema de gases medicinais tem importância vital para o pleno funcionamento da unidade e melhor assistência aos pacientes internados, seja através do oxigênio e no ar comprimido, considerado um medicamento para tratar o desconforto respiratório e bastante utilizado em procedimentos de nebulizações, bem como do vácuo que é empregado nas aspirações de secreções.

Para o secretário de saúde, trata-se de um grande investimento na saúde da população de Barreiras e que será extremamente útil no pós-pandemia.

“Será uma estrutura para armazenar cerca de 10 mil m³ de oxigênio, o que hoje pela nossa demanda nos dá uma média de 20 dias de abastecimento por mês, evitando a possibilidade de desabastecimento e eliminando a necessidade do uso de cilindros”, explicou Melchisedec Neves.

Omar Aziz diz que Governo vai desmoronar com depoimentos na CPI.

Presidente da CPI da Covid, Aziz teve seu passaporte apreendido | Brasil | Pleno.News

Presidente da CPI da Pandemia, o senador Omar Aziz (PSD-AM) disse a interlocutores estar convicto de que a comissão de inquérito chegou enfim a um foco de corrupção do governo federal no enfrentamento à pandemia.

A interlocutores, Aziz disse que o Presidente vai perder o principal discurso, o da probidade no trato da coisa pública.

O parlamentar reuniu-se com auxiliares na terça-feira (21) e, diante de relatos preliminares do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e do servidor Luís Ricardo Fernandes Miranda, que revelou ao Ministério Público “pressões” para acelerar a importação da vacina indiana Covaxin. Diante dos fatos Aziz foi enfático: o Governo vai ruir.

“O Governo não se aguenta. Sexta-feira ele cai. O Governo vai desmoronar, disse o Presidente da CPI da Covid, segundo relatos obtidos pela revista Veja.

 

Salles pede demissão: Presidente teima em dar linguiça para cachorro cuidar.

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Com o pedido de demissão do sinistro do Meio Ambiente, ocorrido na tarde de hoje, o Presidente da República já publicou ato de nomeação de um ruralista para o setor.

Joaquim Álvaro Pereira Leite, conselheiro por 23 anos da Sociedade Rural Brasileira, aquela que divulgou nota de apoio ao Salles depois da declaração de que o governo deveria aproveitar a pandemia para “passar a boiada”.

Quantos Fiat Elba seria possível comprar com o sobre preço da vacina Covaxin.

Fiat Elba foi decisiva para abertura de processo de impeachment do ex-presidente Collor - Divulgação

A Fiat Elba, comprada com recursos do caixa 2 de Paulo César Farias, derrubou Fernando Collor. Um Renault Duster 0 Km, carro com alguma semelhança, está custando R$90 mil.

Será que com o sobre preço da aquisição da Covaxin, R$1,6 bilhão, daria para comprar 17 mil carros Duster e ainda sobraria um troco para o emplacamento? Será motivo para derrubar o autor da façanha?

Apae de Formosa do Rio Preto constrói sede própria com recursos doados por produtores rurais.

 

A coordenação do Fundesis (Fundo para o Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Bahia) realizou, nesta terça-feira (22), a primeira visita à nova sede da Apae, do município de Formosa do Rio Preto, após a conclusão das obras. A estrutura vai proporcionar melhores condições ao atendimento das 86 famílias cadastradas na instituição, com espaço adequado para a oferta de consultas médicas, apoio psicológico e assistência social, além de disponibilizar área de lazer, que favorece a inclusão social na cidade.

O diretor-presidente da entidade, Cláudio Santos, ressaltou a importância dos doadores para realização da obra. “Agradecemos a Deus e aos produtores rurais da região oeste da Bahia, por nos proporcionar uma doação de tamanha importância para as famílias da Apae de Formosa do Rio Preto. Essa sede será fundamental para o fortalecimento da inclusão das pessoas especiais em nossa comunidade e a promoção de melhores condições de atendimento em educação, saúde e assistência social”, disse.

“Alegria, emoção e satisfação tomam conta de quem visita esse espaço, ao ver que Fundesis faz milhares de pessoas felizes, por mudar para melhor a vida delas. Convido os produtores doadores a conhecerem, de perto, esse trabalho, para terem a certeza do bem que eles fazem a essa comunidade”, afirmou Makena Thomé, coordenadora do Fundo. Ela atestou a qualidade da construção, que conta com três salas para atendimento, sanitários e recepção.

A constatação, ainda que tardia, de que Moro é um bandido.

Reinaldo Azevedo chama Moro de 'Mussolini de Maringá' - O CORRESPONDENTE

Ex-juiz que prendeu o ex-presidente Lula para que ele não disputasse as eleições presidenciais de 2018 foi declarado suspeito pelo STF por 7 votos a 4; com isso, condenações de Lula estão anuladas e ex-presidente se fortalece para a disputa presidencial

Com os votos dos ministros Marco Aurélio Mello e Luiz Fux, o Supremo Tribunal Federal concluiu nesta quarta-feira (23) por 7 a 4 o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no âmbito do processo do triplex do Guarujá, que levou à condenação e à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Marco Aurélio e Fux, os únicos que faltavam votar, se posicionaram contra o entendimento de que Moro foi um juiz suspeito ao julgar Lula, sendo derrotados, pois já havia sido declarada maioria a favor da suspeição em março deste ano.

Em seu voto, o decano da corte, Marco Aurélio, que está prestes a se aposentar, fez uma defesa enfática da Operação Lava Jato, sobre a qual destacou o “combate à corrupção”, e de Sergio Moro, quem chamou de “herói nacional” que “honrou o Judiciário”. Sobre os diálogos expostos na Operação Spoofing, que revelou irregularidades entre procuradores da força-tarefa de Curitiba e de Sergio Moro, o ministro considerou “normais”.

“Sim, o juiz Sergio Moro surgiu como verdadeiro herói nacional. Do dia para a noite, ou melhor, passado algum tempo, é tomado como suspeito”, afirmou o magistrado. Sem citar o nome de Gilmar Mendes diretamente, Marco Aurélio fez críticas ao colega pelo pedido de vista feito por ele inicialmente nesse caso.

Já Fux chamou Lula de “criminoso” logo no início de seu voto, declarou que o julgamento por Sergio Moro “não prejudicou o réu” e afirmou que a principal sustentação da defesa – em referência aos áudios da força-tarefa, que sequer estão nos autos – são “prova totalmente ilícita, roubada, mas que depois foi lavada. Como se faz lavagem de dinheiro. Houve uma lavagem dessa prova”.

O Plenário do STF retomou o julgamento em que se discute a decisão da 2ª Turma da corte que declarou a suspeição de Moro na ação penal contra Lula referente ao tríplex. A sessão foi realizada por meio de videoconferência.

Os sete votos pela manutenção da decisão da 2ª Turma, a favor da suspeição, foram dos ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski e das ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia. Com a conclusão do voto de Marco Aurélio, que havia pedido vista dos autos, e do presidente da Corte, Luiz Fux, o julgamento foi concluído em 7 x 4. Os dois acompanharam o relator, Edson Fachin, assim como Luís Roberto Barroso.

O ex-juiz Sérgio Moro não cometeu crimes apenas contra Lula da Silva. Em proveito de multinacionais, destruiu a Petrobras, a indústria naval, a indústria da construção civil pesada e  cerca de 4,4 milhões de postos de trabalho foram perdidos no país de 2014 a 2017.

Do total, 1,1 milhão são do setor da construção civil. Só na construção naval do Porto de Rio Grande foram demitidos 28 mil empregados, alguns de nível técnico elevado. Além dos empregos, o Brasil perdeu R$ 172 bilhões em investimentos com a Lava Jato. Esses dados constam de estudo elaborado pelo Dieese a pedido da CUT.

Segundo coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, o valor que deixou de ser investido “equivale a 40 vezes os R$ 4,3 bilhões que o Ministério Público Federal diz ter recuperado com a operação. Com isso, os cofres públicos deixaram de arrecadar R$ 47,4 bilhões em impostos, sendo R$ 20,3 bilhões em contribuições sobre a folha de salários”.

O lugar de Sérgio Moro na cadeia está reservado. Crimes de alta traição podem ter pena máxima, ainda mais quando cometidos de maneira sistemática e continuada.

Precisavam de provas para processo de corrupção? Aí estão.

Deputado federal Luís Miranda

O deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) afirmou que áudios e mensagens encaminhadas a interlocutores de Jair Bolsonaro comprovariam a pressão em cima de Luís Ricardo Miranda, irmão do parlamentar e chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde. A pressão tinha como objetivo a compra da vacina indiana Covaxin.

Em entrevista à CNN no início desta tarde, o parlamentar relatou ter informado Jair Bolsonaro pessoalmente, em um encontro no Palácio da Alvorada no dia 20 de março, um sábado, junto com seu irmão, Luis Ricardo Miranda. No início da semana, afirmou ter indagado o “adjunto” do presidente sobre o assunto.

Ao site Metrópoles, o deputado disponibilizou as mensagens encaminhadas ao secretário de Bolsonaro com os alertas de uma possível corrupção na pasta. O nome do militar foi preservado a pedido do congressista.

“Avise ao PR [presidente da República] que está rolando um esquema de corrupção pesado na aquisição das vacinas dentro do Ministério da Saúde. Tenho provas e as testemunhas. Sacanagem da porra… a pressão toda sobre o presidente e esses ‘FDPs’ roubando”, escreveu o parlamentar às 12h55 do dia 20 de março. O auxiliar de Bolsonaro respondeu com uma Bandeira Nacional.

Uma hora depois, Miranda insistiu: “Não esquece de avisar o presidente. Depois, não quero ninguém dizendo que eu implodi a República. Já tem PF e o caralho no caso. Ele precisa saber e se antecipar”. A outra resposta também foi um símbolo nacional.

A Covaxin foi a vacina mais cara adquirida pela gestão de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, ao custo de US$ 15 por dose. A compra superfaturada do imunizante foi a única para a qual houve um intermediário e sem vínculo com a indústria de vacina, a empresa Precisa. O preço da compra foi 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela fabricante.

A CPI da Covid aprovou um requerimento do relator Renan Calheiros (MDB-AL) para convocar os irmãos Miranda.

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Neste São João, escolha o Arraial da Prevenção.

O período das festas juninas é marcado pela diversão. Mas, não se engane, também precisa ser feito de cuidados. Precisamos lembrar que a pandemia da Covid-19 está aí, por isso evitar aglomerações e usar máscara é fundamental.

Se a tradição não fica de fora, recomendamos ter cuidado com fogueiras, fogos de artifício e outros tipos de fumaça. E se beber, já sabe, não dirija.

Nesse São João escolha o Arraiá da Prevenção.

Inverno é tempo de cuidado e prevenção

Sempre que o inverno chega, os problemas comuns da estação deixam as unidades de saúde mais cheias. Gripes, resfriados e problemas de pele são os fatores que aparecem com maior frequência, além da Covid-19.

Por isso, precisamos manter todos os cuidados. E caso precise de atendimento, conte com a São Camilo.

Aqui os pacientes suspeitos e confirmados de Covid-19 são atendidos numa ala exclusiva, com acesso diferente e não dividem espaço com os pacientes dos atendimentos de rotina.

Bolsonaro será traído e deposto por militares. E isso explica nervosismo, sugere jornalista.

Bolsonaro será traído e deposto por militares. E isso explica nervosismo, sugere jornalista

Luís Costa Pinto afirma que o presidente “desconfia cada dia mais dos militares que o cercam. E crê ter razões de sobra para manter acesas tais suspeições“. “Um dos catalisadores dos acessos de cólera do presidente é seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão“, diz o colunista


Por Luís Costa Pinto
Originalmente no
BRASIL 247

Augusto Heleno, general-de-Exército da reserva, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, está fora de combate. Tomado por uma crise aguda de depressão clinicamente diagnosticada, submete-se a tratamento rigoroso.

Com o comandante fora da trincheira do GSI, a coordenação da segurança presidencial foi entregue a militares com os quais Jair Bolsonaro não tem intimidade e que não gozam da confiança dos filhos do presidente.

O vereador Carlos Bolsonaro, integrante do clã presidencial que mais se imiscui nos porões palacianos, foi o responsável indireto pela espoleta que fez o pai explodir qual pistola com bala de festim na última segunda-feira em Guaratinguetá (SP).

Tão logo saltou do veículo que o conduzia, Bolsonaro foi saudado por gritos de “genocida!”, “impeachment, já!”, “vacina no braço, comida no prato!”. Sempre aziago, o mal humor presidencial desandou de vez. Ele lançou um olhar enfurecido pelo oficial do GSI responsável pela segurança do evento e passou-lhe uma descompostura de fazer corar até alguns dos sem-vergonha que o acompanhavam (foi o caso da deputada federal Carla Zambelli e do prefeito do município do interior paulista).

A covardia do presidente

Frouxo e covarde, com temor explícito às reações e reprimendas do general Heleno que, sabia, não viriam dado as condições clínicas do militar que comanda o GSI, o presidente então deu vezo às reclamações contra sua equipe: sabia que não haveria rebate pelo superior do militar a quem fora designada a missão de garantir sua segurança em Guaratinguetá.

Àquela altura, ele já fora informado que diversos veículos de imprensa tinham informações dando conta da compra de vacinas indianas Covaxin superfaturadas em 1.000% e o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR) e assessores do ex-ministro Eduardo Pazuello haviam se envolvido diretamente no negócio. Não sabia, ainda, que o site Uol receberia mais tarde o vazamento de um relatório da Agência Brasileira de Informações (Abin, controlada por militares) levantando suspeitas sobre a fortuna e o rápido enriquecimento do amigo Luciano Hang, o grotesco dono das Lojas Havan.

Exalando o mau humor que lhe é peculiar e o azedume dos maus bofes que marcam a sua personalidade, Jair Bolsonaro explodiu contra os repórteres que improvisaram uma entrevista coletiva no corredor que era caminho único para seu evento no interior paulista. Sem guardar resquícios da compostura exigida para um Chefe de Estado, soltou impropérios contra a imprensa em geral e a Rede Globo e a TV CNN em particular (também lançou perdigotos ao léu, contra as repórteres encarregadas de cobrir o ato, ao tirar ilegalmente a máscara em meio a um acesso de ira quase animal).

No regresso ao comboio presidencial, o oficial do GSI destacado para coordenar aquele deslocamento da comitiva presidencial foi mais uma vez desancado como égua arisca nas mãos de capataz bêbado em estrebarias de fazendas de gado nos rincões de Goiás.

Militares geram desconfiança

Bolsonaro desconfia cada dia mais dos militares que o cercam. E crê ter razões de sobra para manter acesas tais suspeições.

Um dos catalisadores dos acessos de cólera do presidente é seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão. Nos últimos cinco dias, em pelo menos três pronunciamentos públicos, Mourão deixou claro que não é ouvido pelo titular da chapa por meio da qual galgou à vice-presidência. A um interlocutor comum dele e do cabeça-de-chapa de 2018 disse que não há “nosso governo”.

Haveria, sim, um “governo dele (Bolsonaro)”. Os erros e descaminhos da gestão, portanto, seriam frutos exclusivos das escolhas e das companhias do presidente da República.

Jair Bolsonaro sabe que não era a primeira opção dos militares na última eleição. Organizados nos Clubes Militares, os oficiais da reserva até denotavam uma preferência por eles. Mas, além de não terem voz ativa, eram minoria. Liderados pelos generais Sérgio Etchegoyen, Eduardo Villas-Boas e Silva e Luna, os quarteis do Exército não escondiam desconforto pelo primarismo de Bolsonaro. Torciam pela decolagem, na campanha, de nomes como Geraldo Alckmin, João Amoedo e até Luciano Huck (que refugou no lançamento de sua candidatura).

A greve dos caminhoneiros de maio de 2018, episódio que terminou de derrubar quaisquer aspirações de Michel Temer a sair um pouco melhor do Palácio do Planalto depois de ter usurpado a cadeira presidencial entrando pela porta dos fundos na sede de governo, pôs os militares definitivamente na mediação da crise política nacional. Bolsonaro cresceu naquele momento, disseminou o próprio nome entre os grevistas, mas, não foi ali que se converteu na alternativa militar.

Disputando pelo obscuro PSL, Jair Bolsonaro só passou a ser o “Plano Único” dos estrategistas fardados depois do episódio do atentado a faca do qual foi vítima em Juiz de Fora (MG). Divisor de águas no curso da campanha e responsável por determinar uma guinada patética da cobertura da mídia no processo eleitoral, a conversão do atual presidente em “vítima” do sistema (algo que nunca foi, muito pelo contrário) concedeu ao seu nome um verniz de outsider. Era um falso brilhante. O verniz, contudo, foi decisivo para a vitória.

Generais manobraram a Justiça

Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional de Temer, e Eduardo Villas-Boas, chefe do Estado Maior do Exército sob Dilma e que seguiu no posto após o golpe jurídico/parlamentar/classista que apeou a ex-presidente porque serviu à construção do enredo golpista, foram personagens ativos na ascensão eleitoral de Bolsonaro em 2018 no curso de uma campanha assimétrica.

Etchegoyen entrincheirou-se no Tribunal Superior Eleitoral e, em reuniões nas quais inflava o clima de conspiração e de conflagração nos quarteis, açulou os ministros da Corte eleitoral a concederem benefícios de campanha a Bolsonaro – tais como dar uma entrevista individual à TV Record no mesmo dia e hora do derradeiro debate entre os candidatos no primeiro turno.

Alegando mal-estar, Bolsonaro recusara o convite para o debate. No segundo turno, o TSE, por meio de uma decisão do então ministro Admar Gonzaga, permitiu que todos os debates fossem cancelados, no lugar de terem sido convertidos em entrevistas. O candidato apoiado explicitamente pelos militares transformou sua campanha em notas oficiais lidas em off pelos telejornais, ausentando-se do debate de ideias e do cotejamento de propostas.

A urdidura de Etchegoyen teve o auxílio vergonhoso de Admar Gonzaga, então ministro do TSE que havia sido advogado de Carlos Bolsonaro e deixou o tribunal por lhe terem sido impostas contingências da Lei da Maria da Penha (foi acusado de agredir a esposa). Ao deixar o TSE, Gonzaga virou advogado e secretário-geral do grupo que tenta criar um partido para Bolsonaro.

Villas-Boas, como é público e notório, é réu confesso do crime de ameaça ao Supremo Tribunal Federal. Em dois tuítes, na véspera de a Corte Suprema decidir sobre a possibilidade, ou não, de o ex-presidente Lula disputar a Presidência (ele era o favorito naquele momento em todas as pesquisas pré-eleitorais do pleito de 2018), o então Comandante Geral do Exército soprou eflúvios de veneno golpista e de interrupção da construção democrática brasileira caso o STF não tirasse Lula da corrida eleitoral. Acovardados, os ministros do Supremo acolheram a chantagem militar.

Os comandantes foram ingênuos?

Ouriçados com a vitória do pupilo, os comandantes militares das três forças estavam crentes na capacidade que teriam para tutelar a criatura primária, de rala formação moral e escasso preparo intelectual, que se elegera.

Péssimos estrategistas, os integrantes da cúpula militar estavam enganados. Na melhor das hipóteses, foram ingênuos em demasia. Ninguém tutela um presidente da República eleito com 54 milhões de votos, tampouco uma personalidade deformada como a de Jair Bolsonaro. Ele é um ser acometido de possessões diárias da “Síndrome da Pequena Autoridade”, os mesmos desvios de caráter e de conduta que se verificam nos famosos “guardas da esquina” nos processos de ascensão de regime nazi-fascistas.

Quanto mais reivindica lealdade dos militares a seu projeto de poder personalista, dando pistas de que não se resignará a uma derrota nas urnas de 2022 que parece iminente e óbvia a dezesseis meses do pleito, mais distante Bolsonaro fica da meta almejada de reunir o consenso das Forças Armadas a si.

Tendo cruzado o rubicão da política e aberto os portões dos quarteis para um debate franco em torno de opções eleitorais – o que é descabido e impensável entre militares profissionalizados e ciosos do papel de garantidores da Constituição que detêm – os atuais comandantes das três forças desejam se manter influentes e afluentes no poder. Contudo, sabem que o caminho tomado por Bolsonaro inviabiliza da manutenção do Brasil no rol das nações consideradas democracias institucionais maduras.

Não passa pela cabeça nem pela prancheta dos comandos militares brasileiros quaisquer tipos de golpes tradicionais como o de 1964. Há uma janela aberta, com fresta exígua, para um golpe parlamentar como o de 2016 que depôs Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade – fazer o presidente da Câmara, Arthur Lira, mudar de lado nos próximos meses e aceitar um pedido de impeachment.

Um impeachment clássico (razões e crimes de responsabilidade não faltam no prontuário de Bolsonaro) é o melhor caminho para conservar o esmalte “democrático” do Brasil no exterior e dar margem e poder de manobra para o vice Hamilton Mourão convocar um breve governo de “conciliação e união” do centro à direita e tentar se viabilizar candidato ou inventar uma chapa “liberal-democrática” com seu apoio nos moldes do que foi construído pela dupla Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso em 1994.

Bolsonaro e “O Retrato de Dorian Gray

No momento, uma certeza dilacera os militares que colaram suas reputações e seus projetos pessoais em Jair Bolsonaro: ele perde a eleição para qualquer um em 2022 e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, é o favorito em todos os cenários pré-eleitorais.

Na caserna, não se crê em recuperação da economia, muito menos no programa de privatizações vendido pelo ministro Paulo Guedes como panaceia – espécie de cloroquina econômica. Só ao custo de uma divisão inédita dos comandos militares as Forças Armadas perfilariam a favor de uma aventura de não reconhecimento do resultado do pleito presidencial.

A imagem de Jair Messias Bolsonaro afixada nas fotos oficiais dos QGs brasileiros assemelha-se, a cada dia que passa, ao retrato de Dorian Gray, no romance homônimo do escritor e dramaturgo britânico Oscar Wilde.

Assim como o personagem de Wilde, Bolsonaro vendeu sua alma aos comandantes militares e firmou uma profissão de fé de que seriam felizes juntos e para sempre no comando do País. Contudo, ao se descobrir Presidente, acreditou ser onipotente e deixou vazar os matizes mais grotescos e bizarros de sua alma deformada. Assustados com as perversões que ajudaram a implantar no Palácio do Planalto e envergonhados com a péssima figura externa que o Brasil faz hoje no mundo, os chefes das Forças Armadas querem apagar a foto e exorcizar a culpa que têm por terem-na encomendado. Dar cabo dessa missão, entretanto, é tarefa para um Estadista – e não há biografias disponíveis no espectro de direita com tamanha envergadura para suportar a dimensão desse adjetivo superlativo.

Artistas são beneficiados com ‘Cesta Cidadã’, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social.

Trabalhadores do setor artístico foram beneficiados com o programa ‘Cesta Cidadã’, da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, nesta terça-feira (22). A entrega aconteceu no PROMATI, com a equipe da Secretaria de Cultura e Turismo.

O músico Wilson Antônio Santos, mais conhecido como Bentinho Oliver, que há 20 anos vive da música, precisou se virar com a pandemia. “A pandemia em sido difícil, estou sobrevivendo de bicos. Esse benefício da Prefeitura já ajuda bastante e a nossa expectativa é de que tudo isso passe, com a chegada da vacina”, pontuou.

O diretor de Cultura e Turismo do município, Carlos Gramacho falou da importância das cestas para o setor cultural.

“Nós temos no cadastro, cerca de 125 artistas para receber esse benefício. Estamos com a parceria com a Secretaria de Trabalho e Assistência Social e muito felizes por essa nova demanda., comemorou.

O coordenador Administrativo de Cultura e Turismo, Jan Felipe, também participou da entrega

Atletas de Luís Eduardo dominam 1º Etapa do Campeonato Brasiliense de Jiu-Jitsu

Realizado no último final de semana, no ginásio de Esportes de Sobradinho, a 1º Etapa do Campeonato Brasiliense de Jiu-Jitsu, garantiu muitas medalhas para Luís Eduardo Magalhães.

Dos quatro atletas que participaram da competição, com o apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Esporte, todos fizeram pódio. Dois conquistaram o primeiro lugar.

O jovem Werik Patrick, ficou em 1º lugar na categoria juvenil peso pesado (84,30kg), Guilherme Fonseca Lima conquistou a primeira colocação na categoria juvenil peso pesadíssimo (sem limite de peso). Cris Cedro alcançou o 2º lugar na categoria Master adulto meio pesado (72kg). E Otonoel Barreto ficou em 3º lugar, na categoria peso pena (64kg).

Os atletas foram acompanhados pelo Sensei Cláudio e pelo professor Fábio, mais conhecido como Pelé.

“Nós contamos com o apoio da Prefeitura por meio do transporte para a ida à competição. Acredito que nessa nova gestão, teremos mais apoio para o nosso esporte”, disse o Sensei.

“Acreditamos que o esporte transforma vidas, assim junto aos atletas agradecemos a gestão na pessoa do Prefeito Junior Marabá por este empenho e apoio ao esporte do nosso município”, concluiu a diretora de Esporte, Vânia Cenci.

Em Luís Eduardo, continua vacinação para pessoas maiores de 50 anos.

Segunda dose Oxford/Astrazeneca; gestantes e puérperas continuam sendo vacinadas.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa que a vacinação continua no município, para primeira e segunda dose. Estão disponíveis imunizantes da Pfizer para primeira dose e Oxford/ Astrazeneca para segunda dose.

A vacinação acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12.

Grávidas e puérperas 

Continua nesta quarta-feira (23), a vacinação contra o Covid-19 para gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) acima dos 18 anos, com a vacina da Pfizer.

A imunização acontece das 8h30 às 12h e das 14h às 16h, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais, localizado na Rua Sergipe, nº 985, Mimoso 1

Delegado que enquadrou o criminoso “Passa Boiada” tem promoção vetada pelo Governo.

Delegado que denunciou 'ação ilegal' de Salles estima em 129 milhões valor de madeira apreendida | O Antagonista

A cúpula da Polícia Federal barrou a nomeação do delegado Franco Perazzoni para o cargo de comando da área de Investigação e Combate ao Crime Organizado na superintendência em Brasília.

A promoção de Perazzoni estava acertada e o processo para nomeação foi enviado, mas paralisado após a operação Akuanduba, comandada por ele, fazer buscas em endereços do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) em maio.

Como ele estava ocupando o cargo na superintendência do Distrito Federal, dois processos foram iniciados pelo chefe da PF no DF ao mesmo tempo: o de desligamento da atual chefia e o de promoção. A direção-geral, no entanto, deu andamento ao primeiro e segurou o segundo.

A forma como a cúpula da PF barrou a promoção foi vista por integrantes do órgão como represália ao delegado por causa da ação contra Salles.

A direção da PF foi informada da operação, mas criticou o fato de a comunicação ter sido incompleta. Também houve queixa de que a investigação não deveria estar no DF, mas sim na unidade central.

Deflagrada em 19 de maio, a Akuanduba foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que ordenou sigilo absoluto no caso até o cumprimento das medidas. A operação apurou suposto esquema de facilitação à exportação ilegal de madeira do qual Salles faria parte.

A Procuradoria-Geral da República também não foi informada com antecedência sobre os preparativos das buscas e diligências feitas pela PF.

Salles também é alvo de um inquérito que investiga sua suposta atuação para atrapalhar a apuração da maior apreensão de madeira do Brasil, feita na Operação Handroanthus.

Perazzoni é considerado um dos melhores delegados da área de ambiente da PF e é respeitado internamente. Caso fosse nomeado, ele seria o número 3 na PF do Distrito Federal e chefiaria toda a área de investigação da superintendência.

Da Folha.

Deixe de ser mal agradecido. Bozoró comprou a vacina mais cara porque ela é a melhor.

Tem umas pessoas que não entendem. O negócio com a vacina Covaxin significa um reforço de caixa. Primeiro, para a campanha do próximo ano. Se houver.

Segundo para os advogados de defesa, no Brasil e em Haia.

Depois, para o exílio dourado. Já pensou quanto leite condensado é necessário para deixar contente uma família com 5 filhos, noras, genro e netos, mais a presença aveludada do Hélio Negão? 

Deputado condena privatização da Eletrobras: “grave crime, que vai aumentar a conta de luz e risco de apagão”

O deputado estadual e engenheiro eletricista, Robinson Almeida (PT /BA), afirmou que a privatização da Eletrobras é um “grave crime” contra o Brasil e contra a soberania energética nacional.

O parlamentar também alertou que a proposta do governo federal irá encarecer a conta de luz dos lares brasileiros, trazer de volta o fantasma do apagão e que Bolsonaro não irá revitalizar o Rio São Francisco, como teria propagado através de fake news semana passada.

A Medida Provisória 1031/2021 que autoriza a privatização da maior empresa de energia elétrica da América Latina foi aprovada na noite desta segunda-feira (21) pela Câmara dos Deputados. Foram 258 votos favoráveis e 136 votos contrários a venda da estatal.

O texto, que teve relatoria do deputado Elmar Nascimento (DEM /BA), será encaminhado para a sanção presidencial. Na semana passada a proposta já tinha sido aprovado pelo Senado Federal e para não perder validade precisava ser validado pela Câmara dos Deputados até esta terça-feira (22).

“Esse desmonte, inaceitável, custará muito caro ao povo brasileiro. Como já está o gás e a gasolina. Nenhum país do mundo entrega seus ativos, estratégicos, como faz o Brasil sob Bolsonaro. Um crime contra nossa soberania energética, um grave crime de lesa-pátria contra o Brasil”, afirmou Robinson Almeida.

A bancada do PT na Câmara e no Senado votou contra o projeto que privatiza a Eletrobrás. Entre os senadores baianos, o senador Ângelo Coronel (PSD) foi o único a apoiar a iniciativa de Bolsonaro.

Quando a conta de energia aumentar, mande uma mensagem para o seu deputado.

Maioria dos deputados baianos votou pela aprovação da MP da Eletrobras

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (21) o texto-base da medida provisória que viabiliza a privatização da Eletrobras, maior empresa de energia elétrica da América Latina. Foram 258 votos favoráveis e 136 contrários à proposta. O texto agora segue para sanção presidencial.

A medida já havia sido aprovada pela Câmara, mas sofreu alterações no Senado e precisou ser votada novamente pelos deputados.

Dos 32 deputados baianos que votaram na sessão, 20 foram favoráveis à medida, sete se posicionaram de forma contrária e cinco votaram pela obstrução, uma outra forma de ficar contra a proposta.

Veja como votou cada deputado:

Abílio Santana (PL) – sim
Adolfo Viana (PSDB) – sim
Alex Santana (PDT) – sim
Alice Portugal (PCdoB) – não
Antonio Brito (PSD) – sim
Arthur Maia (DEM) – sim
Bacelar (Podemos) – não
Cacá Leão (PP) – sim
Charles Fernandes (PSD) – não
Claudio Cajado (PP) – sim
Daniel Almeida (PCdoB) – não
Elmar Nascimento (DEM) – sim
Félix Mendonça Júnior (PDT) – obstrução
Igor Kannário (DEM) – sim
Jorge Solla (PT) – não
José Nunes (PSD) – sim
João Carlos Bacelar (PL) sim
Lídice da Mata (PSB) – obstrução
Marcelo Nilo (PSB) – obstrução
Márcio Marinho (Republicanos) – sim
Mário Negromonte Jr. (PP) – não
Otto Alencar Filho (PSD) – não
Paulo Azi (DEM) – sim
Paulo Magalhães (PSD) – sim
Professora Dayane Pimentel (PSL) – sim
Raimundo Costa (PL) – sim
Ronaldo Carletto (PP) – sim
Tia Eron (Republicanos) – sim
Tito (Avante) – sim
Uldurico Junior (Pros) – sim
Valmir Assunção (PT) – obstrução
Waldenor Pereira (PT) – obstrução

A corrupção acabou! Só que não! Para onde foi o dinheiro do superfaturamento da Vacina Covaxin?

CPI da Covid: mesmo alertado, governo insistiu na compra da Covaxin

Mesmo alertado pelos integrantes da CPI sobre hiper-faturamento da vacina, Governo insistiu no negócio escabroso.

As provas estão em documentos do Itamaraty. O Imunizante Covaxin produzido pela Bharat Biotech, em Nova Déhli, Índia, tinha o preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose). Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época) – a mais cara das seis vacinas compradas até agora.


22/06/2021

Documentos do Ministério das Relações Exteriores mostram que o governo comprou a vacina indiana Covaxin por um preço 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela própria fabricante.

Telegrama sigiloso da embaixada brasileira em Nova Délhi de agosto do ano passado, ao qual o Estadão teve acesso, informava que o imunizante produzido pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose).

Em dezembro, outro comunicado diplomático dizia que o produto fabricado na Índia “custaria menos do que uma garrafa de água”. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época) – a mais cara das seis vacinas compradas até agora.

A ordem para a aquisição da vacina partiu pessoalmente do presidente Jair Bolsonaro. Opa! A negociação durou cerca de três meses, um prazo bem mais curto que o de outros acordos.

No caso da Pfizer, foram quase onze meses, período em qual o preço oferecido não se alterou (US$ 10 por dose). Mesmo mais barato que a vacina indiana, o custo do produto da farmacêutica americana foi usado como argumento pelo governo Bolsonaro para atrasar a contratação, só fechada em março deste ano.

Diferentemente dos demais imunizantes, negociados diretamente com seus fabricantes (no País ou no exterior), a compra da Covaxin pelo Brasil foi intermediada pela Precisa Medicamentos. A empresa virou alvo da CPI da Covid, que na semana passada autorizou a quebra dos sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário de um de seus sócios, Francisco Maximiano. O depoimento do empresário na comissão está marcado para amanhã.

Os senadores querem entender o motivo de o contrato para a compra da Covaxin ter sido intermediado pela Precisa, que em agosto foi alvo do Ministério Público do Distrito Federal sob acusação de fraude na venda de testes rápidos para covid-19. Na ocasião, a cúpula da Secretaria de Saúde do governo do DF foi denunciada sob acusação de ter favorecido a empresa em um contrato de R$ 21 milhões.

A Precisa tem como sócia uma outra empresa já conhecida por irregularidades envolvendo o Ministério da Saúde – a Global Gestão em Saúde S. A. Ela é alvo de ação na Justiça Federal do DF por ter recebido R$ 20 milhões da pasta para fornecer remédios que nunca foram entregues. O negócio foi feito em 2017, quando o ministério era chefiado pelo atual líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), do Centrão. Passados mais de três anos, o ministério diz que ainda negocia o ressarcimento.

Em depoimento ao Ministério Público, um servidor do Ministério da Saúde aponta “pressões anormais” para a aquisição da Covaxin. O funcionário relatou ter recebido “mensagens de texto, e-mails, telefonemas, pedidos de reuniões” fora de seu horário de expediente, em sábados e domingos. Esse depoimento está em poder da CPI.

O servidor assegurou que esse tipo de postura não ocorreu em relação a outras vacinas. O coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde do Ministério da Saúde, Alex Lial Marinho, foi apontado como o responsável pela pressão.

O interesse do Brasil na Covaxin foi registrado formalmente em carta de Bolsonaro ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, em 8 de janeiro. Na ocasião, o brasileiro informou ter incluído o imunizante no Plano Nacional de Imunização.

Acordo. Quatro dias depois, a Bharat Biotech anunciou em seu site que havia assinado um “acordo com a Precisa Medicamentos para fornecimento de Covaxin para o Brasil”. Segundo o anúncio da empresa, o embaixador do País na Índia, André Aranha Corrêa do Lago, havia expressado o interesse do governo brasileiro em adquirir o imunizante indiano.

Nos meses anteriores, a embaixada brasileira havia feito uma verdadeira “pesquisa de mercado” dos imunizantes indianos disponíveis para a venda. Um telegrama enviado por Lago em 31 de agosto do ano passado detalhava cinco iniciativas relativas a vacinas no país asiático. Uma delas era a Covaxin, que usa uma versão inativada do vírus Sars-CoV-2, tecnologia menos avançada do que a usada pela Pfizer.

Quatro meses depois, em dezembro, o ministro-conselheiro da embaixada Breno Hermann relatou uma conversa com Lisa Rufus, relações públicas da Bharat Biotech, na qual ela citou que “uma dose da Covaxin custará ‘menos que uma garrafa de água’”.

O valor da vacina foi tópico de outro telegrama, em 15 de janeiro. Dessa vez, o embaixador dizia ao Itamaraty que o governo indiano vinha sendo criticado pelo preço que havia pagado pela Covaxin (US$ 4,10).

O Ministério da Saúde fechou o contrato para a aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin por R$ 1,6 bilhão em 25 de fevereiro, antes mesmo de assinar com a Pfizer e com a Janssen, por US$ 10 a dose em ambos os casos. As duas fabricantes já concluíram os testes de seus imunizantes, enquanto os estudos de fase 3 da vacina indiana – a última etapa – ainda estão incompletos.

O acordo da Covaxin previa o fornecimento de 6 milhões de unidades já em março, mas condicionava a um aval da Agência Nacional Nacional de Saúde (Anvisa), que só foi dado no dia 4 deste mês. Ainda assim, a autoridade sanitária impôs uma série de condições para que o governo distribua a vacina, como um plano de monitoramento de quem receber as doses, o que, segundo a Anvisa, ainda não foi apresentado.

Detalhes do contrato foram contados pelo sócio da Precisa ao embaixador do Brasil na Índia em um encontro em março. Segundo Maximiano, além das 20 milhões de doses, o Ministério da Saúde tem a opção de compra de outras 12 milhões de unidades. “Maximiano frisou que, ainda que tenha sido a Precisa Medicamentos a assinar contrato com o governo brasileiro, o pagamento, que, segundo os termos do contrato, só poderia ocorrer após licenciamento da vacina no Brasil, será feito diretamente pelo Ministério da Saúde à companhia indiana”, aponta o relato do embaixador. Ao pedir as quebras de sigilo do empresário, porém, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirma que a Precisa receberá R$ 500 milhões pelo negócio.

Questionada, a Precisa informou que “o preço da vacina é estabelecido pelo fabricante”, mas não informou se recebeu comissão pelo negócio. “O mesmo preço praticado no Brasil foi estabelecido para outros mercados. Em agosto, quando a vacina estava na fase 2 de testes clínicos, não havia ainda como dimensionar o preço final. Em janeiro, a Bharat Biotech comercializou a vacina internamente, para o governo indiano, praticando um valor menor do que o comercializado para fora da Índia. Isso porque o país é codesenvolvedor da vacina e disponibilizou recursos para auxiliar no seu desenvolvimento”, diz, em nota.

Sobre a denúncia de irregularidades na venda de testes ao governo do DF, a empresa diz ter cumprido “todas as exigências legais” e que já prestou esclarecimentos às autoridades.

Também procurado, o Ministério da Saúde se limitou a dizer que o pagamento das vacinas será feito “somente após a entrega das doses”.

 

Triatleta de Luís Eduardo conquista 6ª lugar em sua categoria na 2 ª Etapa da Copa Brasília de Triathlon.

Tiago Perez contou com o apoio da Prefeitura

O atleta de Luís Eduardo Magalhães, Tiago Perez, conquistou a 6º colocação em sua categoria, na 2 ª Etapa da Copa Brasília de Triathlon, com tempo total de 2 horas e 23 minutos e 17 segundos. A competição, que ocorreu no dia 13 de junho, faz parte das seletivas para a disputa mundial da Collins Cup. Perez contou com o patrocínio da Prefeitura, através da Secretaria de Esporte, para participar do evento.

A Copa Brasília contou com a presença dos melhores triatletas do país e ainda reuniu quase 400 triatletas amadores, que com todo protocolo de segurança contra o Covid-19, saborearam a adrenalina e emoção do desafio da competição.

“Fico satisfeito pelo resultado, pela minha evolução em ambas modalidades, na mesma proporção que me sinto ainda mais motivado a voltar para casa e trabalhar ainda mais duro. Sei que estou no caminho certo, e tenho certeza que em breve estarei ocupando uma colocação no pódio de uma das provas de triathlon mais disputadas do país”, comemorou.

Em 01 de agosto o atleta volta a Brasília, para a próxima etapa da competição, e segue em busca de evolução para buscar o pódio.

Grupo Gorgen, de Formosa do R. Preto, é campeão de produtividade de soja no Nordeste.

Plantio cruzado, umas das tecnologias usadas na procura de alta produtividade

Conheça os sojicultores mais produtivos do Brasil. Na região Norte/Nordeste, o Grupo Gorgen, com 113,26 sacas por hectare, na Fazenda Cabreúva e Paz, em Formosa do Rio Preto (BA)

O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) anunciou os campeões do 13º Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. O concurso é realizado no Fórum Nacional de Máxima Produtividade, que este ano foi de forma virtual, e premiou os sojicultores mais produtivos do Brasil. A Sumitomo Chemical é um dos membros do Cesb.

O produtor rural Ernest Milla (in memorian), da propriedade Fundo Grande, de Pinhão (PR), registrou 129,16 sacas por hectare na safra 2020/2021, consagrando-se o grande campeão nacional. Milla também foi o campeão da região Sul.

A atual edição registrou o maior número de inscritos, com mais de 6 mil produtores de várias regiões do País. “A Sumitomo Chemical investe constantemente em tecnologias para ampliar a produtividade dos sojicultores. Como exemplo, temos os BioRacionais, voltados ao desenvolvimento de soluções sustentáveis e de origem biológica para melhoria de cultivos, saúde e conservação dos solos e proteção de plantas e sementes”, afirma o diretor de Marketing da Sumitomo Chemical, Marcelo Habe.

Case de sucesso na busca por altas produtividades na cultura da soja, o Programa de Reguladores de Crescimento Vegetal da Sumitomo Chemical entregou um aumento de quatro sacas por hectare, na média de 337 lavouras colhidas na safra 20/21, em todas as regiões produtoras do Brasil.

Mais vencedores

Na região Sudeste, o campeão nacional da categoria Irrigado foi Silvio Langreberto Maluta, da Fazenda Fratelli, de Itapeva (SP), com 121,29 sacas por hectare. Já na categoria Sequeiro, da região Sudeste, o vencedor foi Marcus Felippe Reis Veiga, da Fazenda São João das Vitórias, de Madre de Deus de Minas (MG), com 113,99 sacas por hectare.

Na região Centro-Oeste, a SLC Agrícola SA ficou em primeiro lugar, com 100,33 sacas por hectare, na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO).

O Cesb foi criado com o objetivo de oferecer um ambiente regional e nacional que estimule sojicultores e consultores técnicos a desafiar seus conhecimentos, incentivando o desenvolvimento de práticas de cultivo inovadoras.

Oeste baiano: Ceplac visita novo polo de produção de cacau do Brasil

O diretor da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Waldeck Pinto de Araújo Júnior, visitou o oeste baiano, entre os dias 16 e 18 de junho, para avaliar áreas implantadas com cultivo de cacau e estabelecer convênio de cooperação técnica que vai viabilizar o apoio institucional da Ceplac às ações de validação de tecnologias.

Diretores da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e o secretário da Agricultura de Riachão das Neves, Antelmo Pinto, acompanharam a comitiva composta, também, pelo pesquisador Paulo Marrocos (Cepec/Ceplac) e o diretor de Desenvolvimento das Cadeias produtivas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Barcellos.

O vice-presidente da Aiba, Moisés Schmidt, apresentou aos visitantes o panorama da cacauicultura na região, inclusive, com uma explanação sobre as tecnologias empregadas nos processos de gestão, rastreabilidade, mecanização e bioquímicos nas lavouras cacaueiras oestinas.

“A fruticultura, por aqui, começou há pouco tempo, com banana, maracujá e mamão. O cacau surgiu devido à verticalização dessa atividade e, hoje, está demonstrando grande potencial de produção, com altas produtividades, entre 150 e 200 arrobas por hectare”, afirma. “Por conta da não perecividade da amêndoa, como em outras frutas, o cacau leva vantagem, também, no processo produtivo de subprodutos”, explica.

“Encontramos no oeste da Bahia um exemplo de excelência no agro, com alto uso de irrigação, tecnologia e mecanização. Com características próprias do bioma cerrado, essa região certamente ocupará uma posição de destaque no cultivo do cacau e na produção de chocolate, destacando-se pela produtividade e qualidade”, disse Waldeck. Ele elogiou o profissionalismo dos produtores, associações e cooperativas, a exemplo da Aiba e da Fundação Bahia.  O diretor disse, ainda, que o foco na pesquisa, forma a base para o desenvolvimento e o sucesso de um polo de produção de cacau.

O cacau na região oeste

Com trabalho intenso e investimentos em tecnologia e manejo durante as últimas décadas, a região oeste da Bahia passou a ser reconhecida, nacionalmente, pela produção de grãos e fibra. A partir da consolidação das três principais culturas – soja, milho e algodão – os produtores começaram a abrir espaço para a diversificação da matriz produtiva, o que permitiu à fruticultura avançar pelos campos produtivos do oeste baiano.

Após alcançar o posto de maior produtor de bananas do Brasil, a Bahia, impulsionada, mais uma vez, pela produção da região oeste, incrementa o volume produzido de cacau. “A cacauicultura começou, na região, há aproximadamente sete anos, quando os técnicos da Ceplac, Milton Conceição, Basílio Leite e Edivar Oliveira vieram à região e constataram que as pequenas áreas plantadas, mesmo sem nenhum trato mostravam excelente desenvolvimento, concluindo assim que essa região estava apta para a produção de cacau”, conta Schmidt. No início, era o plantio de apenas três hectares, no perímetro irrigado da Codevasf, em Riacho Grande, a 20 quilômetros de Barreiras, no município de Riachão das Neves. “Em seguida, adquirimos a área e implantamos a mecanização e a irrigação que usávamos na soja e no milho e, assim, estamos com a cultura do cacau  em plena expansão no oeste da Bahia”,  acrescenta.

A insuficiência na oferta de mudas implicou em um lento processo de ampliação das áreas plantadas de cacau. No início, mudas foram trazidas do sul da Bahia, mas a logística se mostrou ineficiente, por isso, foi necessário desenvolver as primeiras mudas nativas da região, em parceria com a Tamafi Cacau do Cerrado. Cultivando, atualmente, 31 hectares da fruta,  Antelmo Pinto vem aumentando a área gradativamente. “Está sendo concluída a primeira estufa com várias parcerias. Essa é a primeira, das 20 projetadas, que vão resultar em mais de 100 mil mudas de cacau com alta tecnologia. Até 2022 serão 2 milhões de mudas produzidas por ano”, destaca.

Otimismo dos produtores está baseado no conjunto: alta produtividade, a partir do manejo tecnológico e sustentável. “O cacau é uma fruta muito bem aceita pelos fruticultores da região. Ainda estamos fazendo os ajustes finos, desde a questão do plantio, que mudou das tradicionais covas para sulcos, a questão da fertilidade da planta, os manejos de irrigação e dos tratos culturais, tendo em vista que não temos aqui algumas doenças comuns no sul da Bahia e no Pará. Esses pontos positivos estão sendo observados e mapeados, para tentar alcançar uma produtividade ainda maior”, finaliza Schmidt.