Fiocruz aponta 12 estados com mais de 90% de ocupação de UTIs.
A última edição do boletim do Observatório Covid-19, produzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quarta-feira (9/6), aponta que o atual cenário da pandemia da covid-19 é de alto risco, já que as pequenas oscilações no número de casos confirmados nas última semanas epidemiológicas “demonstram a permanência de transmissão do vírus”.
O documento ainda mostra que a taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes adultos com covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS) continua alta em muitos estados.
Ao todo, 12 unidades da federação possuem taxas de ocupação iguais ou superiores a 90%. São elas: Alagoas (91%), Ceará (93%), Distrito Federal (90%), Goiás (90%), Maranhão (90%), Mato Grosso do Sul (107%), Paraná (96%), Pernambuco (97%), Rio Grande do Norte (94%), Santa Catarina (97%), Sergipe (99%) e Tocantins (94%).
Outros nove estados apresentam taxas de ocupação de entre 80% e 89%.
Com a análise, os pesquisadores afirmam que há uma “persistência de quadro grave de sobrecarga no sistema de saúde pela covid-19”. Desde o final de fevereiro, o país observa a maioria dos estados permanecerem com taxas altas de ocupação de UTI.
A combinação desse indicador junto com um número alto de casos e pequena queda de óbitos demanda “atenção e prudência”, segundo os pesquisadores. Ele consideram prematuro tanto considerar que há uma queda sustentável de casos e óbitos, quanto afirmar que o país entra em uma “terceira onda”.
Conteúdo do Correio Braziliense, editado.
Dória anuncia a compra de 46 milhões de CoronaVac e testes na Butan Vac.
João Dória Jr., o calcinha apertada como os chamam os infantes Bolsonaro, deu duas tacadas boas, hoje, no Governo Negacionista: anunciou a liberação da ButanVac, a vacina 100% brasileira, para testes clínicos. E anunciou a compra de insumos para a fabricação de mais 46 milhões de doses da CoronaVac. Segundo o informe, o Instituto Butantan já tem prontas 7 milhões de doses da ButanVac.
Venceu o Brasil, diz Dória
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), comemorou na tarde desta terça-feira (20/10) a compra pelo Ministério da Saúde de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em teste com voluntários em São Paulo e que será produzida pelo Instituto Butantan.
Pelas redes sociais, o tucano escreveu: “Venceu o Brasil”. A publicação vem acompanhada de um vídeo, onde o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello comenta sobre a aquisição.
Brasil registra mais de 2.700 mortes. Média móvel é de 1.687 óbitos por Covid.

O Brasil registrou, nesta quarta-feira (9), 2.723 mortes por covid-19 e 85.748 novos casos diagnosticados, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel nos últimos 7 dias é de 1.687 óbitos e 57.542 novos infectados, registrando tendência de queda.
Com o balanço de hoje, o país contabiliza 479.515 óbitos e 17.122.877 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8%
De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 15 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19 no país.
Segundo o R7 , mais de 52 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 no país (24% da população), sendo que em mais de 23 milhões foi aplicada a segunda e última dose.
Barreiras informa mais 5 óbitos decorrentes de Covid-19
A Secretaria Municipal de Saúde informa o 263º, 264°, 265°, 266° e o 267° óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos na segunda-feira (07) e nessa terça-feira (08). Mesmo com o empenho dos profissionais de saúde das unidades, os pacientes não resistiram ao avanço da Covid-19.
O 263º óbito se refere a um paciente de 73 anos, que fazia tratamento de asma, ocorrido no dia 07 de junho no Hospital Santa Lúcia em Brasília/DF. O 264° óbito trata-se de um paciente de 32 anos. O 265° óbito se refere a um paciente também de 32 anos que fazia tratamento de hipertensão e apneia do sono. O 266° óbito trata-se de um paciente de 60 anos, todos ocorridos no Hospital do Oeste. Já o 267° óbito se refere a uma paciente de 59 anos, ocorrido na ala de leitos contratados para pacientes com Covid-19 junto à Americas Health Especialidades – AMH.
Técnicos da Prefeitura de Luís Eduardo vistoriam primeira casa contemplada pelo Programa Meu Lar
Após identificada a primeira residência que será beneficiada através do programa Meu Lar, da prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, hoje (09), foi a vez dos especialistas fazerem uma visita técnica na casa de Raílle da Silva, de 24 anos.
“Eu fiquei com esperança, porque já vieram da primeira vez, agora já é a segunda, com engenheiro e tudo. Agora é só esperar a obra começar e agradecer a Deus”, disse a dona de casa.
O programa é mantido exclusivamente com recursos próprios do município, por meio da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, e deve alcançar mais de 400 famílias.
“Escolhemos a casa da Raílle como a primeira família a ser beneficiada, porque é uma mulher chefe de família. Ela é a provedora principal da residência onde vive com duas crianças. Então a gente veio no primeiro momento, com o prefeito, secretário de Governo, toda a equipe, para conhecer e levantar a realidade social. Hoje a gente já tem a companhia dos profissionais da engenharia e da arquitetura, que tem outro olhar, para sugestões e melhorias para o imóvel”, explicou a secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes.
A equipe que vai acompanhar o andamento das obras, é composta por um engenheiro, estagiários de engenharia civil e uma arquiteta.
“Nós encontramos uma casa que além dos cômodos que estão insuficientes para a família, precisam de mais salubridade. Colocar um piso, arrumar a cozinha. Encontramos também um banheiro que não tem as instalações adequadas. Então nós vamos dar mais conforto a ela, ampliar, fazer mais um cômodo, revestir, colocar forro”, contou arquiteta Ana Carolina Maciel.
Com o projeto finalizado, a previsão é de que a obra esteja concluída em pouco mais de um mês.
“Como técnicos da engenharia, a gente vai buscar não só na edificação dela, mas também buscar as melhores condições de habitabilidade e segurança para os moradores. Vamos verificar todas as condições estruturais, de saneamento. E aqui podemos fazer reforços estruturais, ligamento com saneamento e rede de energia”, pontuou o engenheiro civil, Luís Guilherme Della Costa.
O secretário de Governo, Danilo Henrique também participou da visita. “Estamos aqui hoje com a equipe técnica da prefeitura, composta de uma arquiteta, um engenheiro e um estagiário, para avaliar a casa da Raílle, logo em seguida, vamos iniciar o processo de reforma e ampliação”, concluiu.
Bahia registra segundo maior número de casos confirmados em 24h.

A Bahia registrou nesta quarta-feira (9), mais um triste marco da pandemia do coronavírus (Covid-19), ao contabilizar o segundo maior incremento de casos confirmados em 24h.
Foram registrados 6.733 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,6%), 5.216 recuperados (+0,5%) e 125 óbitos, no boletim epidemiológico de hoje.
A maior marca é do dia em 27/06/2020, com 8.822 casos. Dos 1.048.084 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.012.358 já são considerados recuperados, 13.662 encontram-se ativos e 22.064 tiveram óbito confirmado.
Situação da regulação de Covid-19
Às 12h desta quarta-feira, 147 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 94 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.
Vacinação
Com 3.813.754 vacinados contra o coronavírus (Covid-19), dos quais 1.585.252 receberam também a segunda dose, até as 15 horas desta quarta-feira, a Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.
Sala do Empreendedor realizou 5 mil atendimentos de janeiro a maio de 2021 em Luís Eduardo
414 Micro Empreendedores Individuais abriram empresas no município no período

De janeiro a maio de 2021, a Sala do Empreendedor, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, realizou mais de cinco mil atendimentos.
Neste período, foram abertas 414 novas empresas MEIS (micro empreendedores individuais), um aumento de 68,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
O município conta hoje com 6.500 MEIs. Também nos primeiros cinco meses do ano, foram realizados 40 atendimentos personalizados com a consultoria gratuita do SEBRAE. Com dicas de marketing digital, vendas, plano de negócios, financeiro e formação de preço.
Mesmo com a pandemia, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães segue oferecendo condições para os pequenos empresários enfrentarem a crise.
O golpe da privatização de 40% da energia brasileira está em marcha.
“Tudo foi calculado para a venda da Eletrobras”, diz Leonardo Stoppa sobre risco de apagão elétrico.
Para engenheiro elétrico, o problema de energia não é de falta de chuva, mas sim de coordenação para “criar a ideia de que estamos num risco sistêmico, que somos ineficientes e não somos capazes de produzir energia nas nossas empresas públicas.”
Na última sexta-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou um decreto que regulamenta a realização de leilões para contratar usinas “reservas” de geração de energia.
Segundo o governo, a medida foi adotada para evitar um apagão elétrico, que seria causado por uma crise hídrica no momento no país.
Para o engenheiro e especialista em sistemas elétricos de potência Leonardo Stoppa, “o que estamos vivendo hoje não é um problema de meteorologia e de falta de chuva, é um problema de coordenação”. Stoppa foi entrevistado no programa Fórum Onze e Meia desta segunda-feira (31).
“Estamos repetindo a mesma picaretagem que Fernando Henrique fez anos atrás para criar desespero social, e enfiar dinheiro nos bolsos dos empresários geradores de energia. Não existe risco técnico de apagão, o que acontece é que Bolsonaro jogou água fora para nos levar a um momento em que vamos ter que produzir energia usando combustíveis fósseis, e quem vai pagar o alto preço da energia é o povo”, explica.
Ele questiona por que num momento de recessão econômica, diante da crise sanitária, econômica e social, que o país atravessa, há falta de energia:
“Por que durante todo o período dos governos Lula e Dilma, em que as indústrias estavam produzindo, o povo tinha poder de consumo, estava gastando eletricidade a rodo, a gente não teve risco de apagão? E agora neste momento, em que as indústrias estão fechadas com Bolsonaro, o povo está gastando pouco com medo de passar fome, a gente está com risco de apagão?”
Pequenos governos, grandes negócios!
Da Revista Fórum, editado
Brasil espera 3ª Onda da Covid, ainda mais letal e agressiva.
Pátria amarga, Brasil!
Especialistas alertam para a chegada de uma terceira onda de contaminação ainda em junho. O país é o segundo com mais óbitos causados pelo coronavírus e ainda conta com uma lenta vacinação, chegando a 11% de vacinados com a segunda dose. Ao mesmo tempo realizou uma reabertura prematura da economia e com a chegada potencial da variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia. Nesse cenário, especialistas preveem uma nova onda da pandemia.
Alguns especialistas falam da chegada de uma terceira onda em junho ainda mais letal do que as duas primeiras, vista que parte de um platô muito mais alto, com uma média móvel de cerca de 2.000 mortes diárias.
Em São Paulo, índices pioram
O estado de São Paulo ultrapassou 11 mil pacientes com Covid internados em UTI, número que havia sido apontado pela gestão João Doria (PSDB) como limite de eventual novo aumento da epidemia após as flexibilizações da quarentena realizadas em maio.
Nesta terça-feira (8), o número total de pacientes internados para tratamento da Covid no estado foi de 24.547, sendo 11.189 em leitos de UTI e 13.358 em enfermaria. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 82%, valor que já é considerado como colapso por especialistas.
Apesar dos números elevados, o comitê de saúde que assessora o governo paulista afirma que o crescimento é atualmente mais lento e nega risco de novo pico da doença.
CPI convoca Osmar Terra auditor do TCU
A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (9) uma série de requerimentos de convocação. Entre os convocados para dar depoimento estão o deputado federal Osmar Terra e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Marques.
O auditor é suspeito de ter produzido a nota que alegava ter “supernotificação” de mortes por Covid no país.
O relatório sobre a Covid, apontando a suposta “supernotificação” no número de mortes, foi usado por Bolsonaro nesta segunda (7). No mesmo dia, o TCU desmentiu o presidente e negou ter produzido o documento.
A CPI ao vivo
Com Isto É, G1 e canal de Ronny Telles
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PF indicia líder do governo Bolsonaro sob suspeita de receber R$ 10 milhões em propina.
Em 2011, o então ministro da Integração Social, Fernando Bezerra Coelho, prometeu no gabinete do prefeito Humberto Santa Cruz a importância de 29 milhões de reais para um projeto, já pré-aprovado, de macro e micro drenagem, que iria contemplar a cidade inclusive com um grande parque de 200 hectares nas cabeceiras do rio, na região leste, e nas margens do rio, depois da devida desapropriação dos terrenos e edificações. Leia aqui. O parque iria absorver grande parte das chuvas que hoje vão direto para a calha do córrego. Até hoje não chegou um centavo desse dinheiro.
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) teria recebido valores em troca de benefícios a construtoras quando era ministro da Integração Nacional.
A Polícia Federal indiciou o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo de Jair Bolsonaro no Senado, e seu filho, o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), por suspeita dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, associação criminosa, falsidade ideológica e omissão de prestação de contas. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação, a delegada do caso afirma em seu relatório final de 300 páginas ter encontrado indícios que demonstram que pai e filho receberam R$ 10,4 milhões das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, S/A Paulista e Constremac entre os anos de 2012 e 2014.
Os pagamentos, diz a PF, são vantagens indevidas porque foram “realizadas em contrapartida à execução de obras atreladas ao Ministério da Integração Nacional” no governo de Dilma Rousseff (PT), à época comandado pelo atual líder do governo.
O senador ocupou o cargo de ministro entre janeiro de 2011 e outubro de 2013.
Uma das obras citadas é a transposição do rio São Francisco, em que todas as empresas atuavam como contratadas.
O indiciamento é um desdobramento do inquérito aberto pela PF com base no acordo de colaboração de operadores financeiros pernambucanos que atuavam no financiamento e também na intermediação de repasses ao grupo político do senador.
Orçamento secreto de Bolsonaro: compra de trator vira obsessão no Congresso.
A farra do orçamento secreto faz com que, adquiridos por preços maiores do que os do mercado, os equipamentos sempre deixem um “troco” para os parlamentares que fizerem a indicação. Que bom que a corrupção acabou!
A compra de máquinas pesadas virou uma obsessão do atual Congresso. No orçamento secreto de R$ 3 bilhões de recursos do Ministério de Desenvolvimento Regional que o governo terceirizou para deputados e senadores no final do ano passado, ao menos R$ 271,8 milhões foram para aquisição de tratores, retroescavadeiras e equipamentos agrícolas.
Os tratores foram os itens mais requisitados. As máquinas são destinadas a prefeituras para auxiliar nas obras em estradas nas áreas rurais e vias urbanas e nos projetos de cooperativas da agricultura familiar.
O esquema montado pela equipe do presidente Jair Bolsonaro para se aproximar do Congresso jogou nas mãos de um grupo de deputados e senadores os recursos do ministério comandado por Rogério Marinho (sem partido-RN).
Destinados geralmente a prefeituras de redutos dos parlamentares, as máquinas e equipamentos saíram na maioria das vezes acima do preço de referência estabelecido pelo próprio ministério, em cartilha válida para 2021.
São dezenas de motoniveladoras, retroescavadeiras, carretas agrícolas, pás carregadeiras e caminhões, entre outros itens. Os autores das indicações são 37 deputados e cinco senadores. Entre eles, estão o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o ex-líder do governo na Câmara Vitor Hugo (PSL-GO).
Dos recursos do “planilhão”, o Ministério do Desenvolvimento Regional liberou R$ 2,8 milhões para a compra de quatro motoniveladoras em convênios indicados por Vitor Hugo. Pela tabela do governo, o custo dessas quatro máquinas sairia por R$ 500 mil a menos.
Do total de gastos com compras de máquinas e equipamentos agrícolas que a reportagem conseguiu rastrear, 361 itens têm valores acima dos preços de referência do governo, considerando a tabela deste ano. Não foi possível, porém, obter informações sobre uma boa parte das aquisições que serão feitas pelos órgãos vinculados ao ministério. A falta de detalhamento ocorreu especialmente nas compras da Companhia de Desenvolvimento do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).
Nos últimos dez anos, a ação orçamentária que inclui a compra de maquinários deu um salto em valores aplicados. O gasto passou de R$ 484 milhões em 2010 para R$ 4,5 bilhões em 2020, segundo ano de mandato de Bolsonaro. Pelo menos R$ 1 bilhão foi para a compra de equipamentos, incluindo tratores, no ano passado.
Dos R$ 132 milhões de compras de máquinas pesadas previstas no planilhão passíveis de análise, 81% do montante, isto é, R$ 107,1 milhões, foram para contratos identificados com preços acima da tabela do governo.
Parlamentares indicam preços e modelos
O deputado Charles Fernandes (PSD-BA), por exemplo, chegou a indicar até o CNPJ e o telefone para contato de uma associação beneficente à qual queria destinar uma retroescavadeira no interior da Bahia. O parlamentar escreveu que o item deve ser comprado por R$ 300 mil, o que supera em R$ 50 mil o preço de referência.
Por sua vez, o presidente da Câmara, Arthur Lira, pôde direcionar R$ 30 milhões só para o Dnocs. Com esse valor, o órgão está adquirindo 44 tratores agrícolas a preços superiores aos R$ 100 mil previstos na cartilha do ministério. No total, os itens custarão R$ 1,6 milhão a mais do que a referência.
Os documentos demonstram que Lira ainda direcionou recursos para o governo de Mato Grosso (a 2.300 quilômetros em linha reta do seu reduto eleitoral) comprar seis carretas agrícolas, por preço total de R$ 138.060. Pela tabela do governo, as máquinas custariam R$ 60 mil. No total, Lira manejou R$ 114 milhões do orçamento secreto de Bolsonaro. No caso dos recursos do orçamento secreto, além do sobrepreço, parte dos convênios foi assinada pelo governo federal mesmo com pendências legais.
Motoniveladoras
Máquina usada para nivelar terrenos, a motoniveladora foi um dos itens mais caros nas listas de compras indicadas por parlamentares. Com a “cota” do deputado Nelto (Podemos-GO) serão compradas quatro máquinas desse tipo por R$ 723 mil cada, quando o preço de referência é R$ 470 mil. O plano de compra nessas condições está aprovado pela Sudeco. O Estadão localizou a aprovação para a compra da mesma máquina, no mesmo dia, por R$ 584 mil cada.
Fora do acordo para os políticos operarem o orçamento secreto, o Estadão encontrou vários registros de compras de tratores e máquinas agrícolas que seguem o preço de referência. Um convênio do Ministério do Desenvolvimento com o município de Nanuque (MG), por exemplo, registra a compra de uma motoniveladora no valor de R$ 462 mil, pouco menos que a referência, de R$ 470 mil.
Empresas de energia eólica pretendem investir quase R$ 1 bilhão na Bahia

A Statkraft Energias Renováveis e a Ventos de São Vitorino Energias Renováveis assinaram protocolos de intenções onde pretendem investir R$ 975 milhões de reais nos complexos eólicos na Bahia para geração de energia elétrica que devem ser instalados nos municípios de Brotas de Macaúbas (Statkraft), e Uibaí e Ibipeba (São Vitorino). Os protocolos foram assinados entre as empresas e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico nesta terça-feira, 08.
Durante a fase de construção está prevista a geração de 330 empregos diretos e 100 indiretos. Na futura operação, a previsão é de gerar quatro postos de trabalho diretos e oito indiretos.
“A Bahia já se destaca no cenário nacional de energia eólica, e isso é um fator que atrai novos investidores do setor, além disso, a confiança jurídica das questões tratadas com o Governo do Estado também contribui para que esses novos investimentos cheguem a nossa Bahia”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal.
Leal lembra ainda que os protocolos assinados nesta terça-feira preveem como compromissos das empresas a promoção de treinamento e a capacitação de mão de obra especializada, prioritariamente local, a ser aproveitada no empreendimento e também a contratação de empresas estabelecidas na Bahia para a realização das obras civis, contratação dos serviços e aquisição dos insumos necessários à implantação e operação do empreendimento.
Barreiras informa 4 óbitos e mais 105 novos casos positivos de COVID.
A Secretaria da Saúde de Barreiras informou, agora à noite, quatro mortes decorrentes de COVID, de pacientes entre 39 e 62 anos. Também recebeu o resultado de 233 testes, confirmando a infecção de 105 pessoas. A morte do Professor da UFOB, ocorrida agora no final da tarde ainda não foi informada.
Hoje à tarde, apenas 17 leitos do Hospital Eurico Dutra estavam ocupados, quando chegaram a ser 60 (13 além da capacidade oficial) há 15 dias.
No entanto, os leitos de UTI continuam lotados. O número de casos ativos são de 689, não incluindo aí os internados.
Bahia registra 3.427 novos casos de Covid-19 e mais 110 óbitos pela doença
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.427 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%).
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 21.939, representando uma letalidade de 2,011%.
Às 12h desta terça-feira, 154 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 63 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.
Brasil é o 2º país com mais mortes por Covid de crianças na faixa de 0 a 9 anos.
Lorena viu a filha Maria, de 1 ano e 5 meses, morrer em seus braços. Com diagnóstico tardio, Lucas, de 1 ano, filho de Jéssika, enfrentou diversas complicações relacionadas à covid-19 e morreu. José Rivera viu o filho Bernardo, de 3 anos, sucumbir à covid uma semana depois de testar positivo.
Eles não são exceções. Até meados de maio, 948 crianças de 0 a 9 anos morreram de covid no Brasil, segundo dados do Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (Sivep-Gripe) compilados pelo Estadão. Nesse perfil de vítimas, o Brasil fica atrás apenas do Peru. A cada 1 milhão de crianças, 32 perderam a vida para a doença. No Peru, foram 41 por milhão. As vizinhas Argentina e Colômbia tiveram 12 e 13 mortes por milhão, respectivamente.
Para a análise, foram considerados 11 países que registraram pelo menos mil mortes por milhão de habitantes e que possuem mais de 20 milhões de habitantes. Polônia e Ucrânia, que entrariam na lista, foram excluídas pela ausência de dados. O cálculo foi feito pelo Estadão com apoio de Leonardo Bastos, estatístico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Nos países europeus, o cenário foi completamente diferente. O Reino Unido e a França registraram apenas 4 mortes de crianças de 0 a 9 anos, o que dá uma taxa de 0,5 morte por milhão em cada um dos países. No continente, o maior número foi registrado na Espanha. Lá, a cada 1 milhão de crianças, 3 morreram por covid – um décimo do índice brasileiro.
Fátima Marinho, epidemiologista Sênior da Vital Strategies, uma organização global de saúde pública, explica que o sistema de saúde do Peru é muito mais precário que o do Brasil. Por isso, já era esperado que o país andino registrasse índices piores. Na América Latina, o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro tinha capacidade para lidar melhor com a pandemia. “O México tem um plano popular de saúde, mas é muito restrito. Quem não paga pelo menos esse plano morre na calçada. Esses tipos de sistema de saúde são um desafio. Com exceção da Argentina, Chile e Uruguai, estávamos mais bem preparados que os outros países latinos”, diz a epidemiologista.
A maior parte das mortes aconteceu em maio do ano passado, quando 131 crianças perderam a vida para a covid-19. Em seguida, vem abril deste ano, com 99 óbitos. Os bebês de até 2 anos foram as principais vítimas, correspondendo a 32,7% das mortes analisadas.
De acordo com os dados do Sivep-Gripe, 57% das crianças mortas pela covid no Brasil eram negras (grupo que inclui pretos e pardos). As crianças brancas correspondem a 21,5% das vítimas, as amarelas (de origem asiática) a 0,9% e 16% não tiveram raça indicada.
A morte entre indígenas também foi bastante expressiva. Apesar de representarem apenas 0,5% da população brasileira, 4,4% das crianças que perderam a vida para a covid eram indígenas. Em números, foram 42 mortes, a maioria em Mato Grosso (12) e Amazonas (11).
Fátima Marinho observa que o índice de mortalidade entre as crianças negras já era maior antes da pandemia. “Muitas das crianças negras residem em moradias superlotadas, com adultos que precisam sair para trabalhar, que têm empregos mais expostos ao vírus, que pegam transporte público. Dessa forma, a carga viral que chega para a criança é muito grande”, diz.
A epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), aponta o fim do Mais Médicos como um dos motivos para o alto índice de mortes, principalmente entre as populações negra e indígena. “Não houve uma substituição dos profissionais. Os locais de mais difícil acesso, com população carente, enfrentaram dificuldades no atendimento médico.”
Especialistas ainda criticam a falta de uma coordenação nacional de políticas, para definir a volta às aulas, por exemplo. Para Fátima Marinho, as crianças deixaram de ser prioridade no País. “O Estado brasileiro abandonou as crianças à própria sorte. Cortaram a escola e não deram outra alternativa.”
Dor
Uma palavra descreve vários casos: saudade. Os primeiros sintomas de Lucas, de 1 ano, surgiram em 8 de maio do ano passado. O menino, que nunca rejeitava uma mamadeira, passou a apresentar falta de apetite, além de febre. Filho único, veio inesperadamente, e era a maior alegria da professora Jéssika Ricarte, que havia passado dois anos tentando engravidar.
Jéssika resolveu levar o filho a um pronto-socorro municipal de Tamboril, a 300 km de Fortaleza. Um exame com oxímetro mostrou que a saturação de Lucas estava em 86%. Mesmo com isso, o médico se recusou a testá-lo para a covid-19 e disse que não era mais que uma dor de garganta. “Antes de existir covid, existem outras doenças, mãe”, disse o profissional.
Mas Lucas foi piorando, mesmo após ser transferido para uma UTI pediátrica. Em 8 de julho, uma chamada telefônica do hospital pôs fim à esperança. “Quando meu filho morreu, isso destruiu a minha vida e a do meu marido, e a dos avós dele. O primo dele, de 8 anos, tem problemas psicológicos porque vive esse luto. Eu estou com tanta saudade do meu filho.”
Neste ano, em 11 de março, os médicos desligaram os aparelhos que mantinham com vida a pequena Maria, de 1 ano e 5 meses, após uma luta de quase um mês contra a covid-19. E a assistente social Lorena Ferrari, mãe da menina, sabe bem o que é saudade. “Os médicos precisavam fazer exames para diagnosticar a morte cerebral, mas, para fazer os procedimentos, eles precisavam diminuir a quantidade de oxigênio que Maria recebia. Quando eles diminuíam, a saturação dela caía. Isso não é permitido por lei. A gente teve de esperar até 11 de março, quando a saturação dela estabilizou. Eles fizeram os exames e constataram a morte cerebral. No dia seguinte, os órgãos dela foram deixando de funcionar, e os médicos foram desligando os aparelhos. Ela morreu nos meus braços.”
Já Bernardo Rivera, de 3 anos, tinha a saúde debilitada por um afogamento sofrido em setembro e recebia cuidados em uma UTI montada dentro de casa. Ao contrair o coronavírus, acabou não resistindo: morreu uma semana depois de testar positivo para a covid-19.
O pai, José Rivera, vereador em Alumínio (SP), exibe força ao falar sobre a morte. Diz que precisa apoiar a mulher, que sofre muito com a ausência. “Eu vejo que ela acorda no meio da noite, sem ar, chorando pela falta dele.” Mas a serenidade é apenas uma das formas de se lidar com o luto. A saudade não deixa de ser dolorosa. “A dor de um pai enterrar um filho é muito grande. Nós sentimos isso na pele, sabemos o quanto é difícil.”
Testagem tardia
A falta de testes ou até mesmo a testagem tardia esconde, pelo menos, outras 1,5 mil mortes de crianças de 0 a 9 anos. A projeção é da epidemiologista Sênior da Vital Strategies, Fátima Marinho. Ela aponta que a subnotificação nessa faixa etária pode chegar a 160%. Com a correção, seriam quase 2,5 mil vítimas.
Um dos problemas que leva a isso, diz, é a escassez de testes. “Já ouvi médicos dizendo que não testam crianças porque tem pouco exame e, se testar a criança, vai faltar para o adulto”, conta. “Dessa forma, a análise para coronavírus só é feita, em geral, em crianças que apresentam a forma grave da doença. Mesmo nesses casos, o RT-PCR pode vir tarde demais, quando o vírus já não está mais presente na nasofaringe, gerando resultado falso negativo.”
Vivian Botelho Lorenzo, intensivista pediátrica, orienta os pais a buscarem sempre um pediatra para avaliar os filhos. Dentre os sinais mais comuns da covid-19 em crianças, ela cita sintomas respiratórios que podem evoluir para a falta de ar, além de sintomas gastrointestinais. “Crianças que evoluem com diarreia e vômito tendem a apresentar quadros mais graves da doença.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
As tragédias do cotidiano: morre professor da UFOB de apenas 33 anos.
Um funcionário do campus central da UFOB, 33 anos, em vésperas de 34, casado, pai de uma filha de 4 meses, acaba de morrer em Barreiras, vítima de Covid-19.
Se tragédias como essas foram normalizadas e não chocam mais as pessoas, não sei o que será da humanidade.
No mínimo Deus está morto ou dormindo para que não mande um raio fulminante nessa vara de porcos, negacionistas, que até hoje teimam em não proporcionar a vacina salvadora para mais de 290 mil pessoas que morreram somente este ano.
Mussio Pirajá Mattos era mestre em Ciências Farmacêuticas e lecionava na UFOB.
Presidento confessa que mentiu ao criar fake atribuído do TCU.

O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta terça-feira (8) que errou ao atribuir ao Tribunal de Contas da União (TCU) um dado que questionava o número de mortes por Covid-19 em 2020. O presidente disse que ele é o responsável por cálculos que indicariam uma “supernotificação” de óbitos.
Sem apresentar provas, Bolsonaro, entretanto, insistiu que há indícios de exagero nas notificações de óbitos por Covid-19, na contramão de especialistas que apontam que há subnotificação. Bolsonaro também afirmou que estados aumentaram os dado “em busca de mais dinheiro”, o que, segundo ele, será investigado pela Controladoria-Geral da União (CGU).
“Nós vamos para cima agora para exatamente apurar quais estados que fizeram supernotificação em busca de mais dinheiro. Quem pagou a conta alta com isso, com essas políticas de supernotificação, que tinha que ser justificada por lockdown, por toque de recolher? O mais pobre que perdeu sua renda, em especial aquele cara que vendia churasquinho de gato, que vendia água, o informal”, disse o presidente.
Em 2020, o Brasil registrou 22% a mais de mortes por causas naturais do que o que era esperado, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). As mortes por causas naturais incluem as que ocorreram por doenças, como a Covid-19. Nesse critério, não entram aquelas por acidentes ou armas de fogo, por exemplo.
Na análise dos dados, os pesquisadores apontam que a infecção pelo coronavírus não é, necessariamente, a causa direta do excesso de mortalidade visto para o ano passado, mas sim um “reflexo indireto da epidemia”, já que houve sobrecarga nos serviços de saúde e interrupção de tratamento de doenças crônicas e também resistência de pacientes em buscar assistência.
Em nota enviada ao G1, o TCU disse “não há informações em relatórios do Tribunal que apontem que ‘em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid’, conforme afirmação do Presidente Jair Bolsonaro divulgada”.
Erro
Na segunda-feira, ao conversar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que um relatório do TCU questionava o número de mortes por Covid-19 em 2020 (194.976) no Brasil, informação que também já foi desmentida pelo tribunal.
Nesta terça, Bolsonaro reconheceu o erro e disse que o TCU, em acórdão, alertou sobre o risco de exagero nas notificações de mortes para que estados recebessem mais recursos a fim de enfrentar a pandemia.
“A tabela quem fez fui eu, não foi o TCU. Então o TCU acertou em falar que a tabela não é deles”, disse Bolsonaro.
O presidente acrescentou:
“O TCU está certo, não fizeram tabela, eu errei. Eu tinha que ter falado que o TCU fez um acórdão”.
Depois da medrada dos comandantes do Exército, que se negaram a punir um militar da ativa participante de comício, Jair Messias se mostra “mais tranquilo que cozinheiro de hospício”. Pode inventar, mentir, fraudar, burlar e transigir com o decoro do cargo à vontade. Tem o Congresso na mão, comprado a preço vil; leva as milícias no bico; pressiona a Justiça desde os dias de campanha eleitoral; e abre as burras dos cofres públicos à vontade aos militares. Jair Messias já deu o golpe esperado para 2022. E vai abusar à vontade dos seus talentos mais ruinosos.
Líder Sindical vira eleição ao contabilizar votos do interior do Peru.
O líder sindical e professor de escola rural de 51 anos de idade, Pedro Castillo, virou e abriu diferença de 124.991 votos, com pouco mais de 97,6% das cédulas já apuradas no Peru. Por enquanto, Castillo tem 50,4% dos votos válidos, e a conservadora Keiko Fujimori (filha do ex-ditador Alberto Fujimori) tem 49,6%.
Keiko liderou a corrida na maior parte da apuração, com a contagem dos votos da capital Lima e das grandes cidades, mas foi ultrapassada pelo candidato da esquerda radical com os votos do interior e zonas ruais. Castillo nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, que ele adotou durante a campanha. No domingo, ele foi votar a cavalo na região andina de Cajamarca, onde reside.
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Keiko concedeu coletiva de imprensa e já começa a acusar, sem apresentar provas, “sinais de fraude” na apuração. No entanto, a Organização dos Estados Americanos (OEA) afirma não ter identificado incidentes relevantes.
Luís Eduardo: Prefeito comemora liderança estadual na geração de empregos.

Dos 417 municípios da Bahia, Luís Eduardo Magalhães foi o que mais gerou novos postos de trabalho no Estado, até março de 2021. Foram 2.826 vagas, a maioria no comércio (1.191), seguido pela indústria (689).
Segundo o prefeito Junior Marabá, “as ações preventivas na saúde, aliadas ao diálogo constante com as entidades que representam o comércio, contribuíram para que o setor, mesmo afetado pela crise, pudesse gerar emprego e renda”.
“É muito bom ter um prefeito que tem a sua origem profissional no comércio. Ele entende as necessidades da categoria e ao mesmo tempo preza pela saúde do município. Deixar essa balança equilibrada tem sido fruto de muita conversa. Hora indo para as restrições, hora podendo ser mais liberal nas decisões”, comentou Telma Oliveira, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Luís Eduardo Magalhães, ACELEM.
A Bahia gerou ao todo mais de 22.782 postos de trabalho no período. Os dados são do Ministério da Economia, disponibilizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
“É muito difícil conciliar saúde e economia. Felizmente Luís Eduardo tem entidades comerciais ativas que nos ajudam muito na condução das nossas decisões”, concluiu o prefeito Junior Marabá.
Jornalistas da Bahia vão ao STF em busca da garantia à vacina.

O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) apresentaram, nesta segunda-feira (07), uma reclamação constitucional ao Supremo Tribunal Federal (STF) em reação à tentativa do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) de barrar, na corte, a vacinação de profissionais de imprensa no estado. Na semana passada, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) foi intimada a justificar a inclusão do grupo na prioridade de imunização.
“Impende salientar que este instrumento processual de proteção coletiva representa um eficaz remédio jurídico capaz de solucionar questões como estas, que envolvem uma repercussão social, por afetar categorias profissionais. Especialmente porque assegura a um custo mais baixo para o Judiciário, em um só feito e com uma única decisão judicial, a resolução uniforme de situação litigiosa decorrente de uma origem comum, envolvendo trabalhadores identificáveis, sem colocar em risco os empregos dos beneficiários dos direitos subjetivos em questão litigiosa”, diz o documento.
A petição afirma ainda que “o adoecimento de jornalistas é uma realidade nacional. Segundo levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, foram registradas 222 mortes de jornalistas por Covid até o dia 31 maio de 2021”.
Ainda de acordo com o Sinjorba, a “posição contrária do MPF e MPE termina por fulminar direitos constitucionais fundamentais dos trabalhadores (individuais e coletivos), que estão tendo que se submeter a condições aviltantes, com sérios agravos à vida e à própria dignidade, ante a exposição da própria vida e de suas famílias, motivo pelo qual é imperiosa a necessidade do ajuizamento da presente ação, a fim de assegurar a todos a dignidade da pessoa humana e o princípio da proteção da vida humana”.
Os óbitos por Covid-19 na linha do tempo.
Até atingir 200.000 óbitos a progressão da doença pareceu lenta: 10,5 meses. Era a primeira onda.
Apenas 76 dias depois já tínhamos mais 100 mil mortes e, de maneira frenética, em apenas 36 dias chegamos aos 400 mil.
Agora, com 32 dias já foram registradas mais 74 mil mortes.
Estamos num platô de estabilidade em alta.
A pergunta que nos resta é a seguinte: com as vacinas pingando aos pouquinhos, com a fome grassando entre os mais vulneráveis, com a eliminação de todas as medidas restritivas de contágio, com a entrada de novas cepas mais agressivas na contaminação e ultrapassando a imunização das vacinas, em quanto tempo atingiremos 1 milhão de mortes?
Com gráficos do GGN Covid Brasil.
Os números dos casos de Covid-19 em todo o País. Médias por 100 mil habitantes em 14 dias.


Governador da Bahia renova decreto de toque de recolher para o Oeste até o dia 15 de junho.
Novos decretos publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (8) renovam as medidas restritivas em municípios da região oeste e instituem também restrições para cidades da região nordeste da Bahia.
No oeste, as medidas atingem 36 municípios: Angical, Baianópolis, Barra, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Buritirama, Canápolis, Catolândia, Cocos, Coribe, Correntina, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Ibotirama, Ipupiara, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Morpará, Muquém do São Francisco, Oliveira dos Brejinhos, Paratinga, Riachão das Neves, Santa Maria da Vitória, Santa Rita de Cássia, Santana, São Desidério, São Félix do Coribe, Serra do Ramalho, Serra Dourada, Sítio do Mato, Tabocas do Brejo Velho e Wanderley.
Na região nordeste são 15 municípios onde valem a restrições: Adustina, Antas, Banzaê, Cícero Dantas, Cipó, Coronel João Sá, Fátima, Heliópolis, Nova Soure, Novo Triunfo, Olindina, Paripiranga, Ribeira do Amparo, Ribeira do Pombal e Sítio do Quinto.
Em ambas regiões está mantida, até 15 de junho, a restrição de locomoção noturna das 20h às 5h. Os estabelecimentos comerciais e de serviços devem encerrar as atividades 30 minutos mais cedo, para garantir o deslocamento de funcionários às residências. Cada município deve estabelecer critérios para lotação dos estabelecimentos permitidos e fiscalizar o cumprimento da medida.
Está proibido o funcionamento de academias, exceto os espaços voltados ao atendimento de fisioterapia, de acordo com protocolos sanitários estabelecidos, que indicam a atividade como uma possibilidade para determinados tratamentos pós Covid-19.
Ficam proibidos também a prática de esporte amador coletivo, os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas, independentemente do número de participantes, além dos shows e festas. Já os atos religiosos litúrgicos podem ocorrer com 25% da capacidade dos espaços.
Ainda de acordo com o novo decreto, está vedado, nas duas regiões, o funcionamento de bares, restaurantes e congêneres, no período das 18h do dia 11 de junho até as 5h do dia 14 de junho. Também neste período, estará proibida a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery) ou em depósitos e distribuidoras
Hoje novas ofertas na rede de Supermercados Marabá.




Em Luís Eduardo, Saúde registra mais 132 casos positivos para Covid-19.
A Secretaria de Saúde de Luís Eduardo Magalhães identificou nesta segunda-feira, 7, mais 132 novos casos de Covid-19 no Município. Os casos ativos passaram então para 533, 16 a mais que neste domingo e 39 a mais que em 7-05-2021, portanto há 32 dias corridos.
No mesmo período, foram registrados 25 óbitos decorrentes da doença.
O número de internados está em 27, três a menos que ontem, e 6 a mais que há 32 dias.
135 pacientes esperam pelo resultado dos testes de contágio.
Barreiras informa 6 mortes em 6 dias e registra 150 novos casos confirmados.

A Secretaria de Saúde de Barreiras informou hoje 6 óbitos decorrentes de Covid-19 nos seis primeiros dias de junho. Também depois de receber os resultados de 290 testes, confirmou 150 novos casos da doença, sem prejuízo daqueles exames confirmados em laboratórios particulares.
Aguardam resultados mais 121 exames.
Os casos ativos estão em 844, já considerando aí os internados.
Os leitos de UTI estão completamente lotados e os leitos clínicos estão com 53% da ocupação.
TCU nega invenção do Ogro de que 50% das mortes de Covid eram falsas.
Aroeira.
A criatividade do Líder do atual regime não tem limites.
O TCU (Tribunal de Contas da União) desmentiu hoje o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre fala feita mais cedo, na qual afirma que relatório do órgão questionava ao menos 50% das mortes em decorrência da covid-19.
“O TCU esclarece que não há informações em relatórios do tribunal que apontem que “em torno de 50% dos óbitos por covid no ano passado não foram por covid”, disse o órgão, em nota enviada ao UOL.
Ministros do TCU também negaram a existência do relatório citado por Bolsonaro, conforme apuração realizada pela agência Estadão Conteúdo.
Durante conversa com apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro declarou nesta segunda-feira, 7, que um relatório do TCU aponta número inflado de mortes por covid-19 no Brasil.
“O relatório final, que não é conclusivo, disse que em torno de 50% dos óbitos por covid no ano passado não foram por covid, segundo o Tribunal de Contas da União”, afirmou Bolsonaro a apoiadores.
“Esse relatório saiu há alguns dias. Logicamente que a imprensa não vai divulgar. Já passei para três jornalistas com quem eu converso e devo divulgar hoje à tarde. Está muito bem fundamentado, todo mundo vai entender, só jornalista não vai entender”, completou o presidente.
O Brasil tem mais de 470 mil mortos por coronavírus. Desde o início da pandemia, Bolsonaro e aliados agem para minimizar o número de vidas perdidas em decorrência de covid-19. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP), por exemplo, chegou a compartilhar nas redes sociais, em maio de 2020, notícias falsas de que o governo do Ceará estaria sepultando caixões vazios para inflar o número de vítimas da doença.
As mortes da segunda onda, verificada a partir de janeiro, são de responsabilidade exclusiva do Regime, que negou-se a comprar vacinas para imunizar a população.
Governo da Bahia mantém mesma alíquota de cobrança de ICMS sobre preço de combustíveis há quatro anos.

Superintendente da SEFAZ afirma que alíquota não mudou.

O aumento no preço dos combustíveis tem impactado a renda do trabalhador e de outubro de 2020 até o mês de maio deste ano, a Petrobras já realizou sete reajustes nos preços. Diante da variação do valor do combustível, o Governo do Estado, neste período, fez apenas duas atualizações sobre o valor de referência para cobrança do ICMS sobre combustíveis e não aumentou a alíquota. O valor de referência reflete o preço que o consumidor paga nos postos de combustíveis.
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado, o Governo da Bahia mantém a mesma alíquota do ICMS para combustíveis há quatro anos. O que ocorreu no último dia 1⁰ foi a atualização dos valores de referência para cobrança do imposto. Estes valores adequam a cobrança do ICMS aos preços reais de mercado, praticados nas bombas.
A Petrobras mudou a política de preços e vem seguindo o mercado internacional, o que resultou nos últimos meses em significativo aumento no valor dos combustíveis tanto nas refinarias como nos postos. Entre os meses de outubro de 2020 a maio de 2021, o reajuste foi de 46% na refinaria e, de acordo com pesquisa feita pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), os postos acompanharam o mesmo percentual de reajuste.
Já o preço base utilizado pelo Governo do Estado teve ajuste de 31%, ou seja, 15 pontos percentuais abaixo do reajuste praticado por refinarias e postos. Dessa forma, o valor de referência cobrado na Bahia ainda está abaixo do que é praticado pelo mercado atualmente. Tal cenário evidencia que não há correlação entre os valores de referência para cobrança do ICMS sobre os combustíveis e os sucessivos reajustes praticados pelos postos na Bahia.
O superintendente de Administração Tributária da Sefaz, José Luís Souza, lembra que o valor do combustível na bomba não é definido pela gestão estadual. “O estado da Bahia não fez alteração da alíquota dos combustíveis há vários anos. Já o preço da mercadoria tem variação de acordo com quem está vendendo, e neste caso é definido pela Petrobras e posteriormente pelos postos”.
O superintendente ainda acrescenta que o ajuste feito pelo Governo do Estado segue pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). “O valor de referência levado em conta pelo estado não é automático. Para fazer o ajuste é necessário aguardar a pesquisa da ANP que estabelece o valor médio cobrado em todo o estado. Com base nessa informação o estado solicita ao Conselho Nacional de Política Fazendária o ajuste do preço de referência”.
Atualmente, a Bahia ocupa o 14° lugar no percentual da carga tributária cobrada sobre o valor da gasolina.
Informação falsa
Nas últimas semanas circularam informações afirmando que na Bahia são registrados os maiores valores de cobrança de ICMS sobre combustíveis entre os demais estados. A informação falsa não encontra parâmetro de validação na realidade do estado.
Prova disso é que mesmo a última atualização dos preços referenciais para o diesel S10 tendo ocorrido em 1⁰ de fevereiro, os postos seguiram reajustando o combustível nos últimos meses em percentuais expressivos, totalizando um aumento de 21,75%.
Os reajustes ocorreram inclusive ao longo dos meses de março e abril, a despeito da desoneração de impostos federais sobre o diesel neste período, promovida pela União como forma de compensar os aumentos nas refinarias.
Luís Eduardo: Doação de mudas nativas do Cerrado, continua nesta segunda-feira (07).

A doação responsável de sete mil mudas nativas do Cerrado, continua até às 17h desta segunda-feira (07), na Avenida JK com a Salvador.
A iniciativa faz parte das ações em alusão à Semana Mundial do Meio Ambiente, e conta com a parceria da J&H Sementes, que doou cinco mil mudas.
A iniciativa é da Prefeitura, através das secretarias de Meio Ambiente e Agricultura.
Inscrições abertas para o 1º Campeonato FREE FIRE LEM.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães e a Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer vão promover entre os dias 14 a 20 de junho de 2021, o 1º Campeonato FREE FIRE LEM.
As inscrições seguem até o dia 13 de junho, de forma online, através de do link https://doity.com.br/campeonato-free-fire-lem
Poderão participar, competidores residentes no município, a partir dos 14 anos de idade. Ao todo, serão 72 equipes. E as premiações serão troféus e medalhas para as três primeiras equipes colocadas.
O FREE FIRE é um jogo com maior acessibilidade para as pessoas, leve e que pode ser baixado no celular.
PF identifica acessos do Governo nos sites do ódio derrubados pelo Facebook
A Polícia Federal (PF) identificou que ao menos 1.045 acessos de contas “inautênticas” ligadas a aliados do presidente Jair Bolsonaro – derrubadas pelo Facebook há quase um ano – partiram de órgãos públicos como a Presidência da República, a Câmara dos Deputados, o Senado e o Comando da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército.
A investigação da PF ocorre no âmbito do inquérito no Supremo Tribunal Federal que apura a organização e financiamento de atos antidemocráticos. A conta inautêntica é um perfil criado ou usado por meio de identidade desconhecida.
Ao analisar parte dos perfis apontados pela rede social como falsos, os investigadores conseguiram identificar assinantes de redes privadas das quais partiram 844 acessos, incluindo uma provedora ligada à primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Na sexta-feira passada, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao STF o arquivamento da investigação que atingiu parlamentares e apoiadores bolsonaristas. Cinco meses após ter sido cobrado a se manifestar sobre a continuidade das apurações, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros – braço direito do chefe do Ministério Público Federal, Augusto Aras -, disse que o inquérito não conseguiu apontar a participação dos deputados e senadores nos crimes investigados. Os parlamentares chegaram a ter os sigilos bancários quebrados no curso das investigações. O parecer da PGR foi enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito.
A jurisprudência do Supremo prevê que o pedido de arquivamento feito pela PGR é irrecusável. Na prática, Moraes tem de acolher a solicitação. O rito no Supremo é diferente da tramitação na Justiça estadual, onde o artigo 28 do Código de Processo Penal prevê que o juiz, ao não concordar com o arquivamento, encaminha os autos ao procurador-geral de Justiça.
Conforme relatos colhidos pelo Estadão, o pedido da PGR surpreendeu os investigadores e incomodou ministros da Corte. Os autos estavam na PGR desde 4 de janeiro. Nenhuma diligência foi realizada. A PF havia sugerido outras oito frentes de apuração. Mesmo tendo de acolher o arquivamento, Moraes poderá decidir sobre abertura de novos inquéritos contra parlamentares bolsonaristas. O Estadão apurou que ele vai analisar detalhadamente os autos e a manifestação da PGR.
O relatório enviado ao Supremo pela delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro, em dezembro passado, tem 154 páginas e descreve os achados da PF, com base em apuração da Atlantic Council – instituição que realiza análise independente de remoções do Facebook. Os endereços apresentavam indícios de comportamento coordenado considerado inautêntico, agindo em redes de desinformação. Na época o Facebook afirmou que os responsáveis pelos materiais removidos tentavam ocultar suas identidades.
Em uma das hipóteses criminais sob suspeita no inquérito dos atos antidemocráticos, a PF mira o “movimento online de pessoas associadas para supostamente promover a difusão de ideias com potencial de causar instabilidade na ordem política e social”, conforme o relatório produzido para o Facebook.
‘Grupo Brasília’
A partir do documento da Atlantic Council, a PF buscou “dados externos e independentes” para checar as informações do relatório e identificou 80.552 acessos nas contas apontadas no documento. Os investigadores seguiram a análise e decidiram se debruçar sobre um dos três grupos que atuavam “utilizando contas inautênticas e de forma coordenada”, o chamado “grupo Brasília”.
“Utilizando o grupo Brasília como referência, limitou-se o escopo da análise a aproximadamente 15.528 vínculos de conta – endereço IP. Desse universo foram solicitados às operadoras (Claro, Tim, Oi e Vivo) dados cadastrais de 5.120 vínculos de contas com endereço IP, sendo que apenas 844 acessos tiveram seus assinantes identificados (total 31 assinantes), dos quais alguns deles com vínculos com os proprietários das contas inautênticas apontadas pelo Facebook”, diz o relatório.
A PF aponta a mulher do presidente Jair Bolsonaro, Michelle, como assinante da provedora de internet na qual foi acessada a conta Bolsonaro News e o perfil de Tercio Arnaud Thomaz, que é assessor do presidente e integra o chamado “gabinete do ódio” – núcleo instalado no terceiro andar do Palácio do Planalto. Também consta na lista um assessor parlamentar lotado no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), Fernando Nascimento Pessoa. A partir de sua internet, teriam sido acessadas as contas SnapNaro, Trump We Trust, DiDireita, Tudo é Bolsonaro, Porque o Bolsonaro? e Snapressoras.
Dentro da amostragem – os 15 mil acessos selecionados para análise – a PF identificou que 1.045 deles partiram de órgãos públicos – o comando da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, a Presidência da República, a Câmara dos Deputados, o Senado e a Câmara Municipal do Rio.
Eduardo Bolsonaro
A PF busca identificar se mais de uma pessoa utilizava as contas sob suspeita e solicitou dados de usuários à Presidência da República, à Câmara, ao Senado e à Câmara Municipal do Rio. Conforme dados fornecidos pela Câmara, um conta de nome “Eduardo Guimarães” estaria ligada ao usuário de Carlos Eduardo Guimarães, listado como secretário parlamentar do deputado Eduardo Bolsonaro, e também ao usuário do próprio parlamentar.
Segundo os investigadores, está pendente o envio de dados pelo Senado e pela Presidência com relação aos dados cadastrais dos usuários ligados ao acesso das contas derrubadas pelo Facebook. A Secretaria-Geral da Presidência encaminhou dados sobre os usuários, mas “devido ao formato do arquivo digital apresentado foi solicitado novo envio”.
Já com relação à Câmara Municipal do Rio, a instituição alegou que não possuía arquitetura de registro de logs de acesso à internet e assim não conseguiria fornecer as informações. Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente, é vereador no Rio.
Foram analisados o conteúdo de 88 contas identificadas pela Atlantic Council, sendo que a análise preliminar indicou “provável supressão de conteúdo” de diversas páginas. Os investigadores listaram os proprietários das contas, o número de seguidores, a quantidade de imagens publicadas, além de outros dados.
A PF lembra das pendências que existem no âmbito da linha de investigação, mas indica que apesar da apuração não ter sido concluída, “não há impedimento para o compartilhamento de dados e subsequente avaliação da repercussão desses fatos em outras esferas”.
O Estadão entrou em contato com a Secretaria de Governo da Presidência, com o gabinete de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e com o Exército. Não houve manifestação até a conclusão desta edição. Outros citados não foram localizados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ele, o inominável ogro das matas do Vale da Ribeira, recusou vacinas da Pfizer pela metade do preço.

As vacinas da Pfizer recusadas diversas vezes pelo regime vigente chegaram a ter valor de oferta 50% inferior ao que foi pago pelos Estados Unidos, Reino Unidos e União Europeia.
Consideradas caras em agosto de 2020 pelo então ministro da Saúde, Pai Zuero, até 70 milhões de doses da Pfizer poderiam ter sido entregues a partir de dezembro por US$ 10 cada. No exterior, a doses da vacina foram ofertadas por US$20.
A vacinação antecipada teria evitado mortes e os prejuízos bilionários provocados pelo fechamento da economia. Com um PIB (Produto Interno Bruto) total de R$ 7,4 trilhões em 2020, os R$ 30 bilhões agora previstos pelo Ministério da Saúde para a vacinação brasileira correspondem a um dia e meio de um hipotético lockdown nacional — desconsiderando domingos e feriados.
O valor equivale a 10% do auxílio emergencial pago em 2020 e é menos do que os R$ 44 bilhões previstos neste ano para compensar o fechamento da economia.
Enquanto o Brasil enfrenta escassez de vacinas, EUA e Reino Unido já imunizaram cerca de 40% da população com duas doses das várias vacinas adquiridas e têm economias funcionando quase livremente. Sem contar que os Estados Unidos já começam a exportar doses de vacinas contra a Covid-19.
Ambos pagaram cerca de US$ 20 pelas doses da Pfizer, o dobro do valor recusado pelo Brasil durante vários meses em 2020. Na União Europeia, as doses do laboratório norte-americano custaram US$ 18,60.
No Brasil, com o atraso nos contratos, as primeiras doses da Pfizer chegaram só em abril. Oito meses se passaram entre a primeira oferta e a entrega. Com informações da Folha de S.Paulo.
Pfizer explica preços diferenciados
Em nota, a Pfizer no Brasil explicou que atua com “abordagem de preços diferenciados”, visando garantir que países tenham acesso ao imunizante.
“Aqueles com menor capacidade de pagar pela vacina pagarão um preço mais baixo, de acordo com os recursos de seu governo, enquanto os que podem pagar mais deverão fazê-lo”.
Resultados de exames clínicos de 2020 estão disponíveis na Policlínica de Luís Eduardo.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde informa que usuários do SUS que aguardam resultados de exames realizados há mais de um ano, podem fazer a retirada na Secretaria de Saúde, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30.
De acordo com o setor de Regulação do município, esses laudos (exames) foram descobertos nos armários da Policlínica Municipal.
Luís Eduardo: vacina anti-Covid-19 tem nova escala nesta segunda-feira.

Nesta segunda-feira (07), serão vacinadas em Luís Eduardo Magalhães, pessoas acima de 58 anos, profissionais da educação da rede pública e privada, maiores de 34 anos e pessoas com comorbidades, acima dos 40 anos de idade.
A vacinação segue no sistema Drive-Thru, de segunda a sexta-feira, das 8h as 16h, sem intervalo para almoço e aos sábados, de 8h às 12h. No bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI.
A vacinação será escalonada, seguindo determinação da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), para evitar aglomeração.
Confira as comorbidades: Diabetes; Hipertensão; Doença renal crônica; Insuficiência cardíaca; Cardiopatia hipertensiva; Síndromes coronarianas; Valvopatias; Prótese valvares e dispositivos cardíacos implantados; Cirrose hepática; Doença neurológica crônica; Doença hepática crônica; Doença respiratória crônica; Doença cardíaca crônica; Portadores de Obesidade mórbida, Índice de massa corpórea (IMC) >= 40).
Além de um documento com foto e a carteira de vacinação, o paciente precisa apresentar um laudo médico, comprovando a doença ou a carteirinha do programa HIPERDIA.
The Economist denuncia loucuras de Bolsonaro. Ele reage com ataques à Revista.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a usar a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para fazer promoção pessoal. Desta vez, atacando a respeitada revista britânica The Economist.
O motivo é o fato da publicação ter dedicado uma reportagem de capa na última semana em que critica o governo brasileiro na condução do enfrentamento à pandemia e também com relação ao âmbito econômico.
“Hospitais estão lotados, nas favelas ecoam tiros e há um recorde de 14,7% trabalhadores desempregados. Incrivelmente, a economia do Brasil está menor agora do que era em 2011 – e serão necessários muitos trimestres fortes, como o relatado em 1º de junho, para reparar sua reputação. O número de mortos no Brasil em Covid-19 é um dos piores do mundo. O presidente, Jair Bolsonaro, brinca que as vacinas podem transformar as pessoas em crocodilos”, diz um trecho da matéria, cuja a ilustração de capa mostra um Cristo Redentor usando máscara de oxigênio.
Em uma sequência de postagens no perfil oficial da Secom no Twitter, o governo Bolsonaro tenta desqualificar a revista e diz que ela “enterra a ética jornalista e extrapola todos os limites do debate público”. Ao longo da sequência de posts, a pasta questiona dados apresentados pela publicação e faz uma série de elogios ao presidente brasileiro.
“Com o objetivo de atacar o Presidente da República e influenciar os rumos políticos do Brasil, destila uma retórica de torcida organizada e acaba, na verdade, atacando o intenso trabalho do Governo do Brasil, a autonomia da Nação Brasileira e os brasileiros como um todo”, diz outro trecho da postagem.
Promessas não cumpridas
Sobre o presidente Jair Bolsonaro, a reportagem afirma que a “desilusão” no país abriu o caminho para a vitória do ex-militar.
“Ex-capitão do Exército, com uma queda pela ditadura, ele convenceu os eleitores a verem sua impropriedade política como um sinal de autenticidade. Ele prometeu expurgar políticos corruptos, reprimir o crime e turbinar a economia. Ele falhou em todas as três promessas”, prossegue o texto.
“Na Covid-19, Bolsonaro apoiou comícios anti-lockdown e curas de charlatães. Ele enviou aviões carregados de hidroxicloroquina para tribos indígenas. Por seis meses ele ignorou ofertas de vacinas. Um estudo descobriu que o atraso pode ter custado 95.000 vidas”, continuou.
A revista então argumenta que, salvo o impeachment de Bolsonaro, o destino do Brasil será decidido pelos eleitores em 2022. “Seus rivais deveriam oferecer soluções em vez de espalhar nostalgia. Seu sucessor herdará um país danificado e dividido.”
País vive pior crise hidrológica desde 1930. Aumento da energia movida a petróleo é a única saída.

Itaipu será responsável por segurar deficiências da região Sudeste/Centro Oeste e do Sul do País, onde praticamente não choveu este ano.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmou que o país não corre risco de corte no fornecimento de energia este ano, apesar de o país passar pela “pior crise hidrológica desde 1930”. A ONS divulgou ontem (4) uma nota técnica com a avaliação das condições de atendimento energético do Sistema Interligado Nacional (SIN). Nessa nota, a entidade afirma que o nível das chuvas, “significativamente abaixo da média histórica”, motivou uma série de recomendações.
As medidas propostas, segundo a ONS, já foram postas em prática.
“Entre as ações em curso destacam-se a flexibilização das restrições hidráulicas dos aproveitamentos localizados nas bacias dos rios São Francisco e Paraná; aumento da geração térmica e da garantia do suprimento de combustível para essas usinas; importação de energia da Argentina e do Uruguai, além de campanha de uso consciente da água e da energia”, explicou a entidade.
Segundo ela, as providências estão sendo tomadas para garantir o fornecimento de energia. “Sendo assim, diversas medidas foram aprovadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e já estão em curso, o que faz com que esse cenário não se concretize e se garanta o fornecimento de energia e potência em 2021”.
Crise hidrológica
Na análise da ONS, o déficit de precipitação acumulado nos últimos dez anos em algumas bacias chega alcançar um valor maior do que o total de chuva que ocorre em média num ano. Por causa disso, explicou a entidade, as vazões afluentes às usinas localizadas nessa bacia também têm se situado abaixo da média histórica nos últimos anos.
“Considerando-se as previsões de afluência obtidas com a chuva de 2020, prevê-se a perda do controle hidráulico de reservatórios da bacia do Rio Paraná no segundo semestre de 2021; a perda do controle hidráulico na bacia do Paraná implicaria em restrições no atendimento energético nos subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste”, apontou o documento da ONS, em duas de suas conclusões.
“[…] As medidas indicadas, que resultam na manutenção da governabilidade hidráulica da bacia do rio Paraná, permitem assegurar o atendimento eletroenergético do SIN em 2021”, acrescentou a nota técnica.
Barbárie: rapaz de 22 anos sofre estupro coletivo e é internado em estado grave.
Polícia de Florianópolis trabalha com a suspeita de participação de três homens; a suspeita é que a ação tenha sido um crime de ódio, mas investigação está sob sigilo.
(crédito: AFP)
Um jovem de 22 anos está internado em estado grave, após sofrer estupro coletivo e ter o corpo riscado com palavras homofóbicas. O crime aconteceu em Florianópolis (SC), na última segunda-feira (31/5), mas só ganhou repercussão, neste sábado, ao ser divulgado nas redes sociais de defensores da causa LGBT.
Segundo a publicação, três homens são suspeitos de inserir objetos cortantes no ânus da vítima, que também foi obrigada a escrever em seu próprio corpo palavras como “veado”. Em seguida, abandonaram o rapaz, que não teve o nome revelado, na região central da cidade.
Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina (OAB-SC) manifestou repúdio ao crime e solidariedade ao jovem e aos familiares.
A presidente da Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da OAB Santa Catarina, Margareth Hernandes, comentou o caso: “mais um dia de violência no país que mais mata homo e transexuais no mundo. Essa violência que cresce assustadoramente”.
Inicialmente, o caso era de responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), mas foi repassado para a 5ª delegacia de Polícia da Capital. As investigações estão em andamento e seguem em sigilo.
Conteúdo do Correio Braziliense, editado.
Na pura cara dura, igrejas pedem o auxílio emergencial dos fiéis.
Congregações aliadas de Bolsonaro atacam restrições de governadores na pandemia, vacinação, e defendem tratamento precoce.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo mostra como líderes de congregações religiosas aliadas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) agem para convencer os fiéis a entregar valores em dízimo, o que inclui até pedidos do auxílio emergencial. Em um vídeo publicado em março no YouTube, por exemplo, o bispo da Universal Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, aparece pedindo contribuições para cobrir os custos da igreja, afetada pelo sumiço de fiéis durante restrições impostas pela pandemia da Covid.
Com a pergunta “vocês preferem o auxílio emergencial ou o auxílio providencial?”, o bispo estimula a doação do benefício concedido pelo governo para aqueles que perderam renda. Terceiro na hierarquia, Cardoso comanda a Universal no Brasil.
No vídeo, ele diz que não será possível devolver as ofertas, mas elas se multiplicarão da mesma forma como narrada no episódio bíblico em que Jesus Cristo fez proliferar pães e peixes durante uma peregrinação com milhares de seguidores no deserto.
”Aqui, dentro desse cesto [colocado no centro do púlpito do Templo de Salomão, sede da Universal, em São Paulo] está a sua palavra. A sua palavra não mudou. O que o Senhor fez no passado, faz hoje, e multiplica para todos aqueles que confiarem em ti [sic]”, diz.
“Eu quero ouvir testemunhos, meu Pai, nesta semana ainda, de pessoas que colocaram no cesto o seu pão e peixe, a sua oferta, o seu desafio de fé, e o Senhor multiplicou.”
Cardoso afirma que, mesmo para aqueles que estão sem emprego ou renda, ocorrerá um milagre caso depositem o que têm no cesto.
Na oração, o bispo menciona a situação de fiéis que não podem trabalhar. “Meu Deus, eu não posso trabalhar, minha renda foi cortada pelo governador”, diz, em crítica aos chefes de Executivo que decretaram medidas restritivas.
Um pouco antes dessa passagem, ele menciona que o governo mandou fechar os templos e cessar cultos, mas que não iria ajudá-los a pagar as contas.
Logo em seguida, pede aos fiéis que paguem o dízimo —algo que, segundo ele, tinha sido prometido na semana anterior— e se preparem para fazer doações a partir daquele culto.
O cesto, com uma Bíblia no fundo, foi uma das ideias para manter a frequência nas igrejas e, assim, abrir caminho para o recebimento de doações fora do horário de cerimônias, que, em muitos casos, foram suspensas por causa da pandemia.
Igrejas que apoiam Jair Bolsonaro pregam o fim da política de distanciamento imposta pelos governadores para resolver o problema da crise financeira, que, segundo seus dirigentes, ameaça a sobrevivência dos templos.
Nas redes sociais, pastores da Universal, da Igreja Internacional da Graça de Deus (fundada pelo missionário RR Soares) e da Associação Vitória em Cristo (de Silas Malafaia) pregam contra o distanciamento social, pedem dízimos, defendem o tratamento precoce contra a Covid com base na cloroquina e ivermectina (ambas sem eficácia comprovada), e contestam o efeito das vacinas.
Para aqueles que se contaminaram, orações e bênçãos enviadas a distância prometem a cura da moléstia.
De acordo com a Folha, apesae das críticas dos pastores, os templos não ficaram desamparados na pandemia. No decreto que instituiu o estado de calamidade pública, Bolsonaro incluiu as igrejas como atividade essencial.
Nos estados, no entanto, governadores impuseram restrições de funcionamento e até proibiram os cultos.
Edição do bahia.ba e O Expresso.
















