ZDA dá em primeira mão: Tribunal Eleitoral devolve os cargos aos vereadores de Angical.

Dario Coité

Edimar Vieira

Nizaldo de Souza

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia julgou por volta das 21h desta quinta-feira (10|jun), pedido de liminar assinado pela defesa dos vereadores Nizaldo de Souza, Dario Coité e Edmar Vieira, de Angical, afastados do mandato por decisão da Justiça Eleitoral no município, conforme noticiado anteriormente no ZDA.

De acordo com a decisão do juiz Ávio Mozar José Ferraz de Novaes, a inexpressividade dos recursos auferidos para campanha, a pequena votação obtida e a tímida movimentação política de uma postulante ao cargo pelo DEM, tese defendida para a cassação dos edis, “são apenas indícios, como o próprio magistrado reconheceu, não podendo servir de albergue para fundamentar um decreto de condenação tão gravoso quanto a cassação de um mandato eletivo conferido pela legítima vontade popular”.

Mozart entendeu as alegações do advogado dos parlamentares, Ítalo Passos de Almeida, e suspendeu a decisão até que o processo seja apreciado pelo colegiado do TRE. Com isso, Dario, Nizaldo e Edimar, que juntos obtiveram mais de 15% dos votos válidos na última eleição, seguem no mandato.

O diversionismo oficial e pessoal do Presidente da República na sua forma mais aguda

O Presidente da República não está governando o País. Está dedicado à sua campanha à reeleição desde o primeiro dia de mandato, mais preocupado em afastar companheiros que possam competir com ele, como mentir sobre a vida de seus adversários.

Bolsonarista usa fama do TCU para mentir

O auditor Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques foi imediatamente afastado das suas funções, pela Presidência do Tribunal de Contas da União, mas o seu relatório mentiroso foi usado nas redes sociais e nos próprios pronunciamentos do Presidente da República.

O site do ex-presidente Lula publicou uma matéria sob o título “Bolsonaro solta a boiada das fake news contra Lula para confundir população – Segurem-se nas cadeiras porque o presidente, ao invés de estar cuidando da população brasileira, passa o dia espalhando mentiras“. Leia o texto a seguir:

Como o ex-presidente Lula disse na entrevista desta semana à Rede Meio Norte (PI): “O povo está cansado. Liga a televisão, tá lá o Bolsonaro mentindo. Vai ver o jornal, tá lá o filho dele inventando uma fake news. Não há uma única mensagem de paz. É só ódio. Se for necessário pra tirar o Bolsonaro que eu seja candidato, não tenham dúvida que serei”.

É, parece que o desespero chegou na família Bolsonaro e as fábrica de mentiras estão funcionando sem parar.

Mentira oficial pode?

O presidente Jair Bolsonaro governa sempre sobre meia verdades. Promove e espalha mentiras como política oficial e essa semana nós tivemos mais um caso que comprova essa prática: o caso do “relatório do TCU”.

Um auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), bolsonarista e próximo à família, produziu um “relatório” dizendo que metade dos mortos registrados como vítimas de Covid morreu de outras causas. Como recompensa, seu pai foi nomeado para um alto cargo na Petrobras.

Bolsonaro, então, declara que o TCU preparou um relatório dizendo que “em torno de 50% dos óbitos de 2020 por Covid não foram por Covid”.  O relatório falso não foi elaborado pelo TCU e foi colocado no site da instituição irregularmente. A Presidência do Tribunal se apressou em desmentir o auditor e o Presidente.

Quando Bolsonaro é pego na mentira, ele pede desculpas, mas o faz de maneira a confundir ainda mais, misturando informações para lançar uma nova mentira.

E o Lula hein?

O cardápio de fake news contra Lula e sua família sempre foi muito vasto.  Aqui a gente reuniu as principais mentiras que já falaram contra o Lula e o PT desde 1989.

Bahia: 130 mortes em 24 horas, um recorde desde meados de abril.

Todos os municípios da Bahia registraram ao menos uma morte por Covid

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) confirmou, nesta quinta-feira (10), 130 novas mortes em decorrência da Covid-19 nas últimas 24 horas na Bahia, conforme dados do boletim epidemiológico. É o maior número registrado no estado desde o dia 16 de abril, quando 134 óbitos pela doença foram notificados.

Também nas últimas 24 horas, a Bahia registrou 4.947 novas contaminações pelo novo coronavírus. Com os dados desta quinta, o estado acumula agora, desde o início da pandemia, 1.053.031 casos confirmados da Covid-19 e 22.194 mortes pela doença.

De acordo com o boletim, a taxa de ocupação das unidades de terapia intensiva (UTIs) para adultos no estado é de 84%, enquanto nos leitos pediátricos de UTI o percentual é mais baixo, com 69% de vagas preenchidas. No total, 1.365 pacientes encontram-se internados com casos graves da Covid-19 na Bahia.

Às 12h desta quinta, a Central Estadual de Regulação registrava 124 pacientes adultos esperando transferência para leitos de UTI na Bahia. Outros 78 esperavam internação em enfermarias. Segundo a Sesab, os números são dinâmicos, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Casos ativos

Neste momento, o governo do estado contabiliza 14.057 casos ativos da Covid-19 na Bahia. Os 10 municípios com mais contaminados são Salvador (1.858), Feira de Santana (460), Paulo Afonso (394), Vitória da Conquista (384), Guanambi (359), Barreiras (324), Itabuna (273), Lauro de Freitas (235), Ribeira do Pombal (225) e Porto Seguro (198).

Safra baiana de grãos e fibras deve ter incremento de 4% este ano.

Oeste da Bahia: terra que há 30 anos valia 1 maço de cigarros | Brasilagro

A safra de grãos e fibras na Bahia deve alcançar 10,4 milhões de toneladas em 2021. O resultado, se confirmado, representa um aumento de 4,1% na comparação com a safra 2020, que foi o melhor resultado da série histórica da pesquisa. Em relação ao levantamento do mês anterior, a estimativa apresentou uma alta de 4,1 pontos percentuais.

Os números integram o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de maio, divulgada pelo pelo IBGE e sistematizada na Bahia pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI),da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Destaque para a lavoura da soja, cuja produção deve alcançar a máxima histórica.

Para o vice-governador e secretário do Planejamento, João Leão, “com o nível de profissionalismo que atingimos na produção de grãos, que adota o que há de mais moderno no que se refere à técnica e ferramentas de produção, o segmento ainda contribuirá muito com o crescimento econômico da Bahia”.

A soja teve sua estimativa revisada para 6,8 milhões de toneladas – alta de 12,6%. A estimativa da área plantada soma 1,7 milhão hectare, que supera em 4,9% a de 2020.

Por outro lado, as demais lavouras dos principais grãos deverão ter níveis de produção inferiores aos de 2020, em razão de fatores climáticos e de mercado. A safra deste ano será resultado de uma área plantada de 3,18 milhões de hectares, 2,2% acima da de 2020. A produtividade, porem, ficará em 3,28 toneladas/hectare, 1,9% inferior à do ano passado.

No algodão (caroço e pluma), o IBGE projeta uma colheita em torno de 1,2 milhão de toneladas – retração de 16,5% na comparação anual.

A maior retração é esperada no cultivo de feijão, que deve somar 202 mil toneladas – 30,3% menor. A má distribuição de chuvas, conforme a SEI, é o principal determinante deste resultado. A lavoura é predominantemente feita em área não irrigada (sequeiro).

A expectativa para as duas safras anuais de milho totalizou 2,5 milhões de toneladas, uma queda de 3,1% na comparação anual. A estimativa deste ano para o café ficou em 218,2 mil toneladas, 11,3% abaixo da produção verificada no ano passado

Barreiras informa a ocorrência de mais 3 óbitos resultantes de infecção de Covid

A Secretaria Municipal de Saúde informa o 268º, 269° e o 270° óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos no dia 31 de maio e nessa quarta e quinta-feira (09 e 10). Mesmo com o empenho dos profissionais de saúde das unidades, os pacientes não resistiram ao avanço da Covid-19. A Secretaria de Saúde esclarece ainda, que o comunicado do óbito do dia 31 de maio aconteceu nesta quinta-feira, pela necessidade de confirmação do caso, endereço e quadro clínico do paciente.

O 268º óbito se refere a uma paciente de 49 anos, que fazia tratamento de hipertensão e obesidade. O 269° óbito trata-se de um paciente de 56 anos, ambos ocorridos no Hospital do Oeste. Já o 270° óbito se refere a um paciente também de 45 anos, ocorrido no Instituto Couto Maia em Salvador, no dia 31 de maio.

Estado de São Paulo aumenta casos em 35% e Governo prorroga toque de recolher.

Com aumento de 35,1% de novos casos de coronavírus na última semana, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), decidiu prorrogar a fase de transição do Plano São Paulo, mantendo as atuais medidas e horários de funcionamento do comércio até 30 de junho. “Com o aumento dos índices da pandemia, sobretudo em algumas áreas localizadas do Estado, o centro de contingência recomendou prorrogar por mais duas semanas”, disse o governador. “É uma medida de cautela, para proteger a vida das pessoas.”

As restrições atuais determinam toque de recolher das 21 às 5 horas. Assim, comércios, restaurantes, salões de beleza, atividades culturais e academias de esportes podem funcionar das 6 às 21 horas, com no máximo 40% da capacidade. “O toque de recolher tem sido fundamental para contenção e redução da aceleração da pandemia neste momento que ainda requer cautela”, afirmou a secretária Patricia Ellen, de Desenvolvimento Econômico.

Além da prorrogação, a gestão Doria vai recomendar que cidades com o sistema de saúde pressionado pela pandemia adotem medidas ainda mais restritivas do que as previstas no Plano São Paulo. A decisão final, no entanto, caberia às prefeituras. “A sugestão será feita a todos os municípios com mais de 90% na ocupação de leitos de UTI”, disse João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência Covid-19. Entre as medidas recomendadas está reduzir o intervalo de funcionamento do comércio.

Como o Estadão mostrou ontem, pela primeira vez depois de ter conseguido reduzir os números da pandemia com o fechamento total das atividades, a cidade de Araraquara, no interior de São Paulo, voltou a atingir nesta terça-feira índice de covid-19 suficiente para a decretação de um novo lockdown. De 563 amostras analisadas, 21,13% deram positivo para o coronavírus. Em Presidente Prudente, também no interior paulista, o Ministério Público Estadual já recomendou que a prefeitura decrete lockdown.

De acordo com dados da Secretaria da Saúde, a taxa de ocupação de leitos de UTI está em 82,1% no Estado e 79,4% na Grande São Paulo. Ao todo, há 11.189 pacientes nas UTIs e as internações hospitalares têm crescido 0,5% ao dia. Desde o início da pandemia, foram registrados 3.382.448 casos e 115.960 mortes por coronavírus.

Manifestações

Por causa do cenário epidemiológico, o governo demonstrou preocupação com as manifestações de grupos pró e contra Bolsonaro, marcadas para os próximos dias. “O comitê recomenda que não ocorra, porque isso aumenta o risco de contaminação e, com certeza, prorroga o período da pandemia”, afirmou Gabbardo. “Somos absolutamente contrários a qualquer tipo de manifestação, seja do lado A ou lado B.”

Doria declarou, ainda, que o Estado vai multar o presidente Jair Bolsonaro, caso a determinação para uso obrigatório de máscara seja desrespeitada. “É lei”, disse. “Se o presidente Jair Bolsonaro imagina que, pelo fato de ser presidente, pode vir a São Paulo participar de um movimento de rua, seja qual for a razão ou o motivo, e não usar máscara, ele será multado como qualquer outro cidadão.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mais de 1.300 laudos médicos de eduardenses aguardam resultado da Policlínica Regional de Barreiras.

Estado rompe contrato com empresa que realiza laudos na Policlínica Regional de Barreiras, e afeta pacientes de Luís Eduardo Magalhães. Foram dois meses com exames de tomografia, ressonância, Raio X e mamografia aguardando resultados de laudos.

Já foi realizado o contrato com a nova empresa, mas existe uma demanda represada de mais de 18 municípios da região, que estão consorciados.

Apenas de Luís Eduardo Magalhães, são mais de 1.300 pacientes que aguardam esses resultados.

“O que pode ser feito pela regulação do município, nós temos realizado, que é o acompanhamento desses pacientes, inclusive solicitando a antecipação de resultados de pacientes graves, com câncer de mama, por exemplo. Mas mesmo esses pedidos têm demorado”, explicou a secretária de Saúde, Maria Gabriela Izoton.

A secretária de Saúde, a diretora e o gerente de Regulação do município estiveram na Policlínica Regional, na última segunda-feira (07), cobrando uma aceleração desse processo, para que os pacientes não sejam ainda mais prejudicados.

“Essa é uma parceria do município com o estado, através de uma pactuação. Além de Luís Eduardo Magalhaes, são mais 17 cidades. Pedimos paciência às pessoas, porque não é um problema que a nossa secretaria pode resolver. Nós dependemos do Estado”, disse.

Gestantes e puérperas com comorbidades serão vacinadas contra o Covid-19 a partir da próxima sexta-feira em LEM (11)

O município de Luís Eduardo Magalhães inicia na próxima sexta-feira (11), a vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades, a partir dos 18 anos de idade, com a vacina da Pfizer.

Das 8h30 às 12h e das 14h às 16h, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais, localizado na Rua Sergipe, nº 985, Mimoso 1.

O governo do Estado liberou 348 doses para a cidade. A imunização com a vacina da Pfizer foi liberada pelo Ministério da Saúde, através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para receber a vacina, será necessária a apresentação de um laudo médico, comprovando a comorbidade.

Começa a cair a casinha dos cloroquiners do Governo Central.

Confira legenda vencedora de concurso sobre foto de Pazuello na CPI - 19/05/2021 - Painel do Leitor - Folha

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid votou e aprovou, nesta quinta-feira (10/6), a quebra dos sigilos telemático e telefônico dos ex-ministros Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, e Eduardo Pazuello, da Saúde. Senadores também estenderam a aplicação da medida ao assessor Filipe Martins, ao empresário Carlos Wizard e ao virologista Paolo Zanotto.

Os requerimentos miram a atuação do governo federal no processo de aquisição de vacinas e tentam identificar como operava e quem integrava o chamado “gabinete paralelo” — grupo que prestava assessoramento alternativo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Parte dos requerimentos de quebra de sigilo aprovados pela comissão nesta sessão tem, como alvos, depoentes do colegiado ou pessoas que foram citadas durante as oitivas com participação em episódios investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito.

Ao todo, o colegiado aprovou a quebra de sigilos de 13 pessoas. Confira a lista:

  • Assessor especial da Presidência da República, Filipe Martins;

  • Ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo;

  • Ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello;

  • Carlos Wizard, empresário;

  • Paolo Zanotto, virologista;

  • Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos;

  • Marcellus Campelo, secretário de Saúde do Governo do Amazonas;

  • Luciano Dias Azevedo, tenente-médico da Marinha do Brasil

  • Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;

  • Francisco Ferreira Filho, coordenador do Comitê da Crise do Amazonas;

  • Francieli Fontinato, coordenadora do Plano Nacional de Imunização (PNI);

  • Antônio Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Do portal Metrópoles, editado.

Ontem foi constatado que o líder dos cloroquiners, interviu várias vezes, junto aos fornecedores indianos, pela liberação dos insumos para a fabricação da Cloroquina no Brasil, em proveito de terceiros fornecedores do medicamento.

Barreiras: em 31 dias, 73 mortes, cinco a cada dois dias.

Há 31 dias – lembrando que o mês de maio é de 31 dias – Barreiras, com 100% dos leitos clínicos e de UTIs lotados, além de uma demanda reprimida na regulação, informava 189 óbitos e 1.278 casos ativos. Era o auge da 2ª onda na Capital do Oeste.

Com o boletim de terça-feira , pode se ver o resultado da grave crise:

Os casos ativos caíram para a metade. A pressão sobre a ocupação hospitalar amainou. Mas o número de mortes é uma clara demonstração da gravidade da crise sanitária: 73 óbitos, uma média de 2,35 mortes por dia. O relato macabro segue: num ciclo de 3 dias, foram registradas 15 mortes.

No momento, o litoral baiano enfrenta um recrudescimento da contaminação, o que deve se refletir no Oeste entre 30 e 45 dias, como ocorreram nas duas primeiras ondas.

Mas tem a vacina, não tem? A vacina está sendo fornecida a conta-gotas pelo Governo do Estado, que também as recebe no mesmo ritmo.

Previsão de safra 2021 recua depois da falta de chuvas no Centro-Oeste e Sul do País

Safra de grãos 2021 deve atingir 262,2 milhões de toneladas, diz IBGE -  Sindicato Rural de Bela Vista

Conab verifica influência de clima nas culturas de 2ª safra e produção deve chegar a 262,13 milhões de toneladas

As condições climáticas adversas registradas durante o cultivo da segunda safra afetaram as estimativas de produtividade nas lavouras. Com isso, a expectativa é que a produção atinja 262,13 milhões de toneladas no período 2020/2021, segundo o 9º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da queda de 9,57 milhões de toneladas comparada à estimativa do mês anterior, o volume total a ser colhido ainda é superior à safra passada.

Principal cultura cultivada na segunda safra, o milho deve apresentar uma redução na produtividade impactado pela baixa ocorrência de chuvas entre os meses de abril e maio. Com isso, a estimativa é que a produção total do cereal chegue a 96,4 milhões de toneladas, sendo 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, 69,9 milhões na segunda e 1,7 milhão na terceira, uma redução de 6% sobre a produção de 2019/20. A queda esperada se deve, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, em consequência, o plantio de uma grande parte da área do milho segunda safra fora da janela indicada.

A soja é outro produto de destaque na produção nacional. Com a colheita da oleaginosa encerrada, a produção é um novo recorde estimado em 135,86 milhões de toneladas, 8,8% superior à produção da safra 2019/20, o que representa um acréscimo de 11 milhões de toneladas. O resultado garante o Brasil na posição de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o feijão, a Conab espera que a colheita se mantenha próxima a 3 milhões de toneladas. Com a produção de 3 safras ao longo do período analisado, apenas a primeira foi encerrada. A segunda ainda está sendo colhida e a terceira está em fase de semeadura. Outro importante produto para os brasileiros, o arroz tem produção estimada em 11,6 milhões de toneladas, aumento de 4% frente ao volume produzido na safra anterior.

No caso das culturas de inverno, o plantio foi iniciado em abril e intensificado em maio. Destaque para o trigo, produto no qual as estimativas preliminares indicam uma área plantada de 2,5 milhões de hectares e uma produção de 6,94 milhões de toneladas.

Área

De acordo com o levantamento da Conab, a área plantada deve apresentar um crescimento de 4,2% em comparação com a safra anterior, chegando a 68,7 milhões de hectares. Destaque para a soja, com aumento de 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,4%, o que corresponde a 1,15 milhão de ha.

Mercado

O balanço mensal do levantamento da Conab indica uma nova redução dos estoques finais de algodão, feijão e milho em relação à última estimativa de maio de 2021, enquanto que há a previsão de estabilidade nos estoques finais de trigo para o ano safra que se encerra em julho.

No âmbito externo, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a maio de 2021 aumentaram 65% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já para o milho a expectativa de exportações foi reduzida de 35 milhões de toneladas para 29 milhões de toneladas na safra atual, queda de 15% em relação à última estimativa. Diante deste cenário, a estimativa é que o estoque de passagem do cereal fique próximo a 7,6 milhões de toneladas.

Quanto à soja, a Conab estima a venda de 86,6 milhões de toneladas para o mercado externo. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 20% menor quando comparado com o mesmo mês do ano passado.

No acumulado até maio também observa-se a queda de 68% no volume exportado, o que corrobora com a previsão de redução de 28% das exportações de arroz este ano estimadas pela Companhia.

Acesse a íntegra do Boletim do 9º Levantamento – Safra 2020/21.

Pátria amarga, Brasil!

A CPI da Covid ou do Genocídio continua colhendo provas óbvias contra o Regime. Na verdade, era só necessário levar à Mesa da Câmara a coleção de pronunciamentos do Presidento para provar que não houve interesse político em aprovar medidas de controle da pandemia.

Mas o Senador Randolphe afirmou hoje que foram 81 tentativas da Pfizer em entrar em negociação com o Ministério da Saúde e com o Governo da República, as últimas delas oferecendo a vacina pela metade do preço pelo qual vendeu aos Estados Unidos, US$10,00.

A par disso, a Fundação Oswaldo Cruz anunciou hoje que quase sem exceções, todos os estados do País estão muito próximos de uma terceira e grave onda de contaminações. Diante desse cenário, os pesquisadores da Fiocruz reforçam a necessidade da adoção de um conjunto de medidas de enfrentamento à pandemia, enquanto a maior parte da população não foi vacinada.

“É muito importante a utilização de medidas não-farmacológicas, que têm como objetivo reduzir a propagação do vírus e o contínuo crescimento de casos, o que sobrecarrega as capacidades para o atendimento de casos críticos e graves e contribui para o crescimento de óbitos”, destaca o boletim da Fiocruz.

Acima, a representação gráfica do Observatório Covid-19 da Fiocruz e a taxa de ocupação de leitos dedicados à Covid-19 em todos os estados. Como se pode ver, nesta última segunda-feira, com exceção de Pará, Amapá, Rondonia, Amazonas e Acre, todos os estados estavam em situação crítica na ocupação dos seus hospitais.

Combine essa situação de proliferação da doença, com a chegada das novas cepas, o desemprego, a desnutrição e a maior inflação mensal dos últimos 25 anos (principalmente de alimentos e serviços básicos) e teremos uma prova de quão amarga essa Pátria tem sido aos brasileiros.

 

Confira o público que será vacinado contra o Covid-19 nesta quinta (10) em Luís Eduardo

Continua nesta quinta-feira (10), a vacinação contra o Covid-19, para pessoas acima dos 55, profissionais da educação maiores de 30 anos e pacientes com comorbidades, acima dos 30 anos de idade.

Estão disponíveis apenas 120 doses da Astrazeneca/Oxford no município. A vacinação segue no sistema Drive-Thru, no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI, das 8h da manhã, até o encerramento das doses.

A vacinação será escalonada, seguindo determinação da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), para evitar aglomeração.

Novo aumento de combustíveis é resultado da “subordinação do país e da sua maior empresa aos interesses financeiros estrangeiros”

Petrobras acelera desmonte da bacia de Campos e mira o pré-sal | VEJA

Mito da Pe­tro­brás que­brada, criado desde 2014, não foi com­ba­tido e des­qua­li­fi­cado pelas di­re­ções da Pe­tro­brás desde então. É lógico que o esfacelamento da Estatal em favorecimento das estrangeiras rende muito dinheiro aos donos do poder. O mesmo ocorre com a Eletrobras. Propinodutos fartos e de alta vazão. Nenhum lavajatista é inocente.

Em me­ados de abril, a di­reção da Pe­tro­brás anun­ciou o sexto au­mento do preço dos com­bus­tí­veis e seus de­ri­vados apenas em 2021, a des­peito do de­sem­prego e da ca­restia que voltam a as­solar o país. Nesta en­tre­vista ao Cor­reio Ci­da­dania, Fe­lipe Cou­tinho, en­ge­nheiro da Pe­tro­bras, ex­plica o ar­ranjo po­lí­tico e ide­o­ló­gico que tomou conta da em­presa desde 2015 e, a partir da po­lí­tica de de­sin­ves­ti­mentos e da pa­ri­dade aos preços de im­por­tação, pro­duziu a per­ma­nente alta de preços.

“O maior plano de pri­va­ti­zação da his­tória da com­pa­nhia foi apre­sen­tado em 2015. O mito da Pe­tro­brás que­brada, criado desde 2014, não foi com­ba­tido e des­qua­li­fi­cado pelas di­re­ções da Pe­tro­brás desde então. Apesar de a di­reção da com­pa­nhia dispor de todas as evi­dên­cias con­tá­beis ne­ces­sá­rias para fazê-lo”.

Dessa forma, Cou­tinho afirma que poucos se­tores, parte deles se­quer se­diada no país, têm a ga­nhar. Perde o con­su­midor, perde a com­pa­nhia e, acima de tudo, perde a nação, cada vez mais es­va­ziada em suas ca­deias pro­du­tivas. Tudo isso num mundo onde a pro­pri­e­dade es­tatal do pe­tróleo é ten­dência do­mi­nante.

“As mai­ores com­pa­nhias de pe­tróleo do mundo são es­ta­tais; das cinco mai­ores, são quatro es­ta­tais. En­quanto das 25 mai­ores, as es­ta­tais são 19. Con­trolam mais de 90% das re­servas e cerca de 75% da pro­dução de pe­tróleo. As pe­tro­lí­feras es­ta­tais são com­pa­nhias in­te­gradas ver­ti­cal­mente e que au­mentam sua im­por­tância re­la­tiva ao longo do tempo”.

Se os re­flexos já se veem na de­sin­te­gração so­cial pela qual passa o país, com seus ele­va­dís­simos ín­dices de de­sem­prego, pre­ca­ri­zação do tra­balho e em­po­bre­ci­mento, é cada vez mais ur­gente re­tomar o papel do Es­tado e da Pe­tro­brás.

“O fim do pe­tróleo ba­rato de se pro­duzir e a re­dução do ex­ce­dente ener­gé­tico e econô­mico da in­dús­tria pe­tro­leira estão trans­for­mando, ace­le­ra­da­mente, a so­ci­e­dade. É ne­ces­sário ga­rantir a pro­pri­e­dade do pe­tróleo e ficar com seu valor de uso. Atender as ne­ces­si­dades dos bra­si­leiros e er­guer a in­fra­es­tru­tura dos re­no­vá­veis para uma nova or­ga­ni­zação so­cial”, sin­te­tizou.

A en­tre­vista com­pleta com Fe­lipe Cou­tinho a se­guir.

Cor­reio da Ci­da­dania: Como ana­lisa os au­mentos de R$ 0,10 (3,7%) no preço do di­esel e de R$ 0,05 (1,9%) no da ga­so­lina, anun­ci­ados pela Pe­tro­brás em 15 de abril? Quais as causas que le­varam a mais este re­a­juste?

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Fiocruz aponta 12 estados com mais de 90% de ocupação de UTIs.

 (crédito: Breno Esaki/Divulgação/Agência Saúde)

A última edição do boletim do Observatório Covid-19, produzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quarta-feira (9/6), aponta que o atual cenário da pandemia da covid-19 é de alto risco, já que as pequenas oscilações no número de casos confirmados nas última semanas epidemiológicas “demonstram a permanência de transmissão do vírus”.

O documento ainda mostra que a taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes adultos com covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS) continua alta em muitos estados.

Ao todo, 12 unidades da federação possuem taxas de ocupação iguais ou superiores a 90%. São elas: Alagoas (91%), Ceará (93%), Distrito Federal (90%), Goiás (90%), Maranhão (90%), Mato Grosso do Sul (107%), Paraná (96%), Pernambuco (97%), Rio Grande do Norte (94%), Santa Catarina (97%), Sergipe (99%) e Tocantins (94%).

Outros nove estados apresentam taxas de ocupação de entre 80% e 89%.

Com a análise, os pesquisadores afirmam que há uma “persistência de quadro grave de sobrecarga no sistema de saúde pela covid-19”. Desde o final de fevereiro, o país observa a maioria dos estados permanecerem com taxas altas de ocupação de UTI.

A combinação desse indicador junto com um número alto de casos e pequena queda de óbitos demanda “atenção e prudência”, segundo os pesquisadores. Ele consideram prematuro tanto considerar que há uma queda sustentável de casos e óbitos, quanto afirmar que o país entra em uma “terceira onda”.

Conteúdo do Correio Braziliense, editado.

Dória anuncia a compra de 46 milhões de CoronaVac e testes na Butan Vac.

 (crédito: Governo de São Paulo/Divulgação)

João Dória Jr., o calcinha apertada como os chamam os infantes Bolsonaro, deu duas tacadas boas, hoje, no Governo Negacionista: anunciou a liberação da ButanVac, a vacina 100% brasileira, para testes clínicos. E anunciou a compra de insumos para a fabricação de mais 46 milhões de doses da CoronaVac. Segundo o informe, o Instituto Butantan já tem prontas 7 milhões de doses da ButanVac.

Venceu o Brasil, diz Dória

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), comemorou na tarde desta terça-feira (20/10) a compra pelo Ministério da Saúde de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em teste com voluntários em São Paulo e que será produzida pelo Instituto Butantan.

Pelas redes sociais, o tucano escreveu: “Venceu o Brasil”. A publicação vem acompanhada de um vídeo, onde o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello comenta sobre a aquisição.

Brasil registra mais de 2.700 mortes. Média móvel é de 1.687 óbitos por Covid.

Foto: ONG Rio da Paz/Fotos Públicas

O Brasil registrou, nesta quarta-feira (9), 2.723 mortes por covid-19 e 85.748 novos casos diagnosticados, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel nos últimos 7 dias é de 1.687 óbitos e 57.542 novos infectados, registrando tendência de queda.

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 479.515 óbitos e 17.122.877 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8%

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 15 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19 no país.

Segundo o R7 , mais de 52 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 no país (24% da população), sendo que em mais de 23 milhões foi aplicada a segunda e última dose.

Barreiras informa mais 5 óbitos decorrentes de Covid-19

No maior cemitério do Brasil, coveiros experimentam o peso do coronavírus

A Secretaria Municipal de Saúde informa o 263º, 264°, 265°, 266° e o 267° óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos na segunda-feira (07) e nessa terça-feira (08).  Mesmo com o empenho dos profissionais de saúde das unidades, os pacientes não resistiram ao avanço da Covid-19.

O 263º óbito se refere a um paciente de 73 anos, que fazia tratamento de asma, ocorrido no dia 07 de junho no Hospital Santa Lúcia em Brasília/DF.  O 264° óbito trata-se de um paciente de 32 anos. O 265° óbito se refere a um paciente também de 32 anos que fazia tratamento de hipertensão e apneia do sono. O 266° óbito trata-se de um paciente de 60 anos, todos ocorridos no Hospital do Oeste. Já o 267° óbito se refere a uma paciente de 59 anos, ocorrido na ala de leitos contratados para pacientes com Covid-19 junto à Americas Health Especialidades – AMH.

Técnicos da Prefeitura de Luís Eduardo vistoriam primeira casa contemplada pelo Programa Meu Lar

Após identificada a primeira residência que será beneficiada através do programa Meu Lar, da prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, hoje (09), foi a vez dos especialistas fazerem uma visita técnica na casa de Raílle da Silva, de 24 anos.

“Eu fiquei com esperança, porque já vieram da primeira vez, agora já é a segunda, com engenheiro e tudo. Agora é só esperar a obra começar e agradecer a Deus”, disse a dona de casa.

O programa é mantido exclusivamente com recursos próprios do município, por meio da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, e deve alcançar mais de 400 famílias.

“Escolhemos a casa da Raílle como a primeira família a ser beneficiada, porque é uma mulher chefe de família. Ela é a provedora principal da residência onde vive com duas crianças. Então a gente veio no primeiro momento, com o prefeito, secretário de Governo, toda a equipe, para conhecer e levantar a realidade social. Hoje a gente já tem a companhia dos profissionais da engenharia e da arquitetura, que tem outro olhar, para sugestões e melhorias para o imóvel”, explicou a secretária de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes.

A equipe que vai acompanhar o andamento das obras, é composta por um engenheiro, estagiários de engenharia civil e uma arquiteta.

“Nós encontramos uma casa que além dos cômodos que estão insuficientes para a família, precisam de mais salubridade. Colocar um piso, arrumar a cozinha. Encontramos também um banheiro que não tem as instalações adequadas. Então nós vamos dar mais conforto a ela, ampliar, fazer mais um cômodo, revestir, colocar forro”, contou arquiteta Ana Carolina Maciel.

Com o projeto finalizado, a previsão é de que a obra esteja concluída em pouco mais de um mês.

“Como técnicos da engenharia, a gente vai buscar não só na edificação dela, mas também buscar as melhores condições de habitabilidade e segurança para os moradores. Vamos verificar todas as condições estruturais, de saneamento. E aqui podemos fazer reforços estruturais, ligamento com saneamento e rede de energia”, pontuou o engenheiro civil, Luís Guilherme Della Costa.

O secretário de Governo, Danilo Henrique também participou da visita. “Estamos aqui hoje com a equipe técnica da prefeitura, composta de uma arquiteta, um engenheiro e um estagiário, para avaliar a casa da Raílle, logo em seguida, vamos iniciar o processo de reforma e ampliação”, concluiu.

Bahia registra segundo maior número de casos confirmados em 24h.

A Bahia registrou nesta quarta-feira (9), mais um triste marco da pandemia do coronavírus (Covid-19), ao contabilizar o segundo maior incremento de casos confirmados em 24h.

Foram registrados 6.733 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,6%), 5.216 recuperados (+0,5%) e 125 óbitos, no boletim epidemiológico de hoje.

A maior marca é do dia em 27/06/2020, com 8.822 casos. Dos 1.048.084 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.012.358 já são considerados recuperados, 13.662 encontram-se ativos e 22.064 tiveram óbito confirmado.

Situação da regulação de Covid-19

Às 12h desta quarta-feira, 147 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 94 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Vacinação

Com 3.813.754 vacinados contra o coronavírus (Covid-19), dos quais 1.585.252 receberam também a segunda dose, até as 15 horas desta quarta-feira, a Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

Sala do Empreendedor realizou 5 mil atendimentos de janeiro a maio de 2021 em Luís Eduardo

414 Micro Empreendedores Individuais abriram empresas no município no período

De janeiro a maio de 2021, a Sala do Empreendedor, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, realizou mais de cinco mil atendimentos.

Neste período, foram abertas 414 novas empresas MEIS (micro empreendedores individuais), um aumento de 68,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

O município conta hoje com 6.500 MEIs. Também nos primeiros cinco meses do ano, foram realizados 40 atendimentos personalizados com a consultoria gratuita do SEBRAE. Com dicas de marketing digital, vendas, plano de negócios, financeiro e formação de preço.

Mesmo com a pandemia, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães segue oferecendo condições para os pequenos empresários enfrentarem a crise.

O golpe da privatização de 40% da energia brasileira está em marcha.

“Tudo foi calculado para a venda da Eletrobras”, diz Leonardo Stoppa sobre risco de apagão elétrico.

Para engenheiro elétrico, o problema de energia não é de falta de chuva, mas sim de coordenação para “criar a ideia de que estamos num risco sistêmico, que somos ineficientes e não somos capazes de produzir energia nas nossas empresas públicas.”

Na última sexta-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou um decreto que regulamenta a realização de leilões para contratar usinas “reservas” de geração de energia.

Segundo o governo, a medida foi adotada para evitar um apagão elétrico, que seria causado por uma crise hídrica no momento no país.

Para o engenheiro e especialista em sistemas elétricos de potência Leonardo Stoppa, “o que estamos vivendo hoje não é um problema de meteorologia e de falta de chuva, é um problema de coordenação”. Stoppa foi entrevistado no programa Fórum Onze e Meia desta segunda-feira (31).

“Estamos repetindo a mesma picaretagem que Fernando Henrique fez anos atrás para criar desespero social, e enfiar dinheiro nos bolsos dos empresários geradores de energia. Não existe risco técnico de apagão, o que acontece é que Bolsonaro jogou água fora para nos levar a um momento em que vamos ter que produzir energia usando combustíveis fósseis, e quem vai pagar o alto preço da energia é o povo”, explica.

Ele questiona por que num momento de recessão econômica, diante da crise sanitária, econômica e social, que o país atravessa, há falta de energia:

“Por que durante todo o período dos governos Lula e Dilma, em que as indústrias estavam produzindo, o povo tinha poder de consumo, estava gastando eletricidade a rodo, a gente não teve risco de apagão? E agora neste momento, em que as indústrias estão fechadas com Bolsonaro, o povo está gastando pouco com medo de passar fome, a gente está com risco de apagão?”

Segundo ele, a resposta é simples: “Desde o início do governo Bolsonaro, foram coordenando medidas para levar a este ponto e traz o risco de apagão no momento em que a Eletrobras vai para a privatização no Senado”.

Pequenos governos, grandes negócios!

Da Revista Fórum, editado

Brasil espera 3ª Onda da Covid, ainda mais letal e agressiva.

Pátria amarga, Brasil!

Especialistas alertam para a chegada de uma terceira onda de contaminação ainda em junho. O país é o segundo com mais óbitos causados pelo coronavírus e ainda conta com uma lenta vacinação, chegando a 11% de vacinados com a segunda dose. Ao mesmo tempo realizou uma reabertura prematura da economia e com a chegada potencial da variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia. Nesse cenário, especialistas preveem uma nova onda da pandemia.

Alguns especialistas falam da chegada de uma terceira onda em junho ainda mais letal do que as duas primeiras, vista que parte de um platô muito mais alto, com uma média móvel de cerca de 2.000 mortes diárias.

Em São Paulo, índices pioram

O estado de São Paulo ultrapassou 11 mil pacientes com Covid internados em UTI, número que havia sido apontado pela gestão João Doria (PSDB) como limite de eventual novo aumento da epidemia após as flexibilizações da quarentena realizadas em maio.

Nesta terça-feira (8), o número total de pacientes internados para tratamento da Covid no estado foi de 24.547, sendo 11.189 em leitos de UTI e 13.358 em enfermaria. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 82%, valor que já é considerado como colapso por especialistas.

Apesar dos números elevados, o comitê de saúde que assessora o governo paulista afirma que o crescimento é atualmente mais lento e nega risco de novo pico da doença.

CPI convoca Osmar Terra auditor do TCU

A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (9) uma série de requerimentos de convocação. Entre os convocados para dar depoimento estão o deputado federal Osmar Terra e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Marques.

O auditor é suspeito de ter produzido a nota que alegava ter “supernotificação” de mortes por Covid no país.

O relatório sobre a Covid, apontando a suposta “supernotificação” no número de mortes, foi usado por Bolsonaro nesta segunda (7). No mesmo dia, o TCU desmentiu o presidente e negou ter produzido o documento.

A CPI ao vivo

Com Isto É, G1 e canal de Ronny Telles

PF indicia líder do governo Bolsonaro sob suspeita de receber R$ 10 milhões em propina.

Bezerra assina pré-convênio, no valor de R$ 3 milhões, para finalizar o projeto do Parque da Cidade. Até hoje o dinheiro não chegou.

Em 2011, o então ministro da Integração Social, Fernando Bezerra Coelho, prometeu no gabinete do prefeito Humberto Santa Cruz a importância de 29 milhões de reais para um projeto, já pré-aprovado, de macro e micro drenagem, que iria contemplar a cidade inclusive com um grande parque de 200 hectares nas cabeceiras do rio, na região leste, e nas margens do rio, depois da devida desapropriação dos terrenos e edificações. Leia aqui. O parque iria absorver grande parte das chuvas que hoje vão direto para a calha do córrego. Até hoje não chegou um centavo desse dinheiro.

Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) teria recebido valores em troca de benefícios a construtoras quando era ministro da Integração Nacional.

A Polícia Federal indiciou o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo de Jair Bolsonaro no Senado, e seu filho, o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), por suspeita dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, associação criminosa, falsidade ideológica e omissão de prestação de contas. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a publicação, a delegada do caso afirma em seu relatório final de 300 páginas ter encontrado indícios que demonstram que pai e filho receberam R$ 10,4 milhões das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, S/A Paulista e Constremac entre os anos de 2012 e 2014.

Os pagamentos, diz a PF, são vantagens indevidas porque foram “realizadas em contrapartida à execução de obras atreladas ao Ministério da Integração Nacional” no governo de Dilma Rousseff (PT), à época comandado pelo atual líder do governo.

O senador ocupou o cargo de ministro entre janeiro de 2011 e outubro de 2013.

Uma das obras citadas é a transposição do rio São Francisco, em que todas as empresas atuavam como contratadas.

O indiciamento é um desdobramento do inquérito aberto pela PF com base no acordo de colaboração de operadores financeiros pernambucanos que atuavam no financiamento e também na intermediação de repasses ao grupo político do senador.

Orçamento secreto de Bolsonaro: compra de trator vira obsessão no Congresso.

PARCERIA | Governo e bancada federal viabilizam 42 patrulhas para a agricultura familiar - MinutoMT - A notícia em primeiro lugar

A farra do orçamento secreto faz com que, adquiridos por preços maiores do que os do mercado, os equipamentos sempre deixem um “troco” para os parlamentares que fizerem a indicação. Que bom que a corrupção acabou!

A compra de máquinas pesadas virou uma obsessão do atual Congresso. No orçamento secreto de R$ 3 bilhões de recursos do Ministério de Desenvolvimento Regional que o governo terceirizou para deputados e senadores no final do ano passado, ao menos R$ 271,8 milhões foram para aquisição de tratores, retroescavadeiras e equipamentos agrícolas.

Os tratores foram os itens mais requisitados. As máquinas são destinadas a prefeituras para auxiliar nas obras em estradas nas áreas rurais e vias urbanas e nos projetos de cooperativas da agricultura familiar.

O esquema montado pela equipe do presidente Jair Bolsonaro para se aproximar do Congresso jogou nas mãos de um grupo de deputados e senadores os recursos do ministério comandado por Rogério Marinho (sem partido-RN).

Destinados geralmente a prefeituras de redutos dos parlamentares, as máquinas e equipamentos saíram na maioria das vezes acima do preço de referência estabelecido pelo próprio ministério, em cartilha válida para 2021.

São dezenas de motoniveladoras, retroescavadeiras, carretas agrícolas, pás carregadeiras e caminhões, entre outros itens. Os autores das indicações são 37 deputados e cinco senadores. Entre eles, estão o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o ex-líder do governo na Câmara Vitor Hugo (PSL-GO).

Dos recursos do “planilhão”, o Ministério do Desenvolvimento Regional liberou R$ 2,8 milhões para a compra de quatro motoniveladoras em convênios indicados por Vitor Hugo. Pela tabela do governo, o custo dessas quatro máquinas sairia por R$ 500 mil a menos.

Do total de gastos com compras de máquinas e equipamentos agrícolas que a reportagem conseguiu rastrear, 361 itens têm valores acima dos preços de referência do governo, considerando a tabela deste ano. Não foi possível, porém, obter informações sobre uma boa parte das aquisições que serão feitas pelos órgãos vinculados ao ministério. A falta de detalhamento ocorreu especialmente nas compras da Companhia de Desenvolvimento do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).

Nos últimos dez anos, a ação orçamentária que inclui a compra de maquinários deu um salto em valores aplicados. O gasto passou de R$ 484 milhões em 2010 para R$ 4,5 bilhões em 2020, segundo ano de mandato de Bolsonaro. Pelo menos R$ 1 bilhão foi para a compra de equipamentos, incluindo tratores, no ano passado.

Dos R$ 132 milhões de compras de máquinas pesadas previstas no planilhão passíveis de análise, 81% do montante, isto é, R$ 107,1 milhões, foram para contratos identificados com preços acima da tabela do governo.

Parlamentares indicam preços e modelos

O deputado Charles Fernandes (PSD-BA), por exemplo, chegou a indicar até o CNPJ e o telefone para contato de uma associação beneficente à qual queria destinar uma retroescavadeira no interior da Bahia. O parlamentar escreveu que o item deve ser comprado por R$ 300 mil, o que supera em R$ 50 mil o preço de referência.

Por sua vez, o presidente da Câmara, Arthur Lira, pôde direcionar R$ 30 milhões só para o Dnocs. Com esse valor, o órgão está adquirindo 44 tratores agrícolas a preços superiores aos R$ 100 mil previstos na cartilha do ministério. No total, os itens custarão R$ 1,6 milhão a mais do que a referência.

Os documentos demonstram que Lira ainda direcionou recursos para o governo de Mato Grosso (a 2.300 quilômetros em linha reta do seu reduto eleitoral) comprar seis carretas agrícolas, por preço total de R$ 138.060. Pela tabela do governo, as máquinas custariam R$ 60 mil. No total, Lira manejou R$ 114 milhões do orçamento secreto de Bolsonaro. No caso dos recursos do orçamento secreto, além do sobrepreço, parte dos convênios foi assinada pelo governo federal mesmo com pendências legais.

Motoniveladoras

Máquina usada para nivelar terrenos, a motoniveladora foi um dos itens mais caros nas listas de compras indicadas por parlamentares. Com a “cota” do deputado Nelto (Podemos-GO) serão compradas quatro máquinas desse tipo por R$ 723 mil cada, quando o preço de referência é R$ 470 mil. O plano de compra nessas condições está aprovado pela Sudeco. O Estadão localizou a aprovação para a compra da mesma máquina, no mesmo dia, por R$ 584 mil cada.

Fora do acordo para os políticos operarem o orçamento secreto, o Estadão encontrou vários registros de compras de tratores e máquinas agrícolas que seguem o preço de referência. Um convênio do Ministério do Desenvolvimento com o município de Nanuque (MG), por exemplo, registra a compra de uma motoniveladora no valor de R$ 462 mil, pouco menos que a referência, de R$ 470 mil.

Empresas de energia eólica pretendem investir quase R$ 1 bilhão na Bahia 

Bahia planeja liderar produção de energia eólica

A Statkraft Energias Renováveis e a Ventos de São Vitorino Energias Renováveis assinaram protocolos de intenções onde pretendem investir R$ 975 milhões de reais nos complexos eólicos na Bahia para geração de energia elétrica que devem ser instalados nos municípios de Brotas de Macaúbas (Statkraft), e Uibaí e Ibipeba (São Vitorino). Os protocolos foram assinados entre as empresas e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico nesta terça-feira, 08.

Durante a fase de construção está prevista a geração de 330 empregos diretos e 100 indiretos. Na futura operação, a previsão é de gerar quatro postos de trabalho diretos e oito indiretos.

“A Bahia já se destaca no cenário nacional de energia eólica, e isso é um fator que atrai novos investidores do setor, além disso, a confiança jurídica das questões tratadas com o Governo do Estado também contribui para que esses novos investimentos cheguem a nossa Bahia”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal.

Leal lembra ainda que os protocolos assinados nesta terça-feira preveem como compromissos das empresas a promoção de treinamento e a capacitação de mão de obra especializada, prioritariamente local, a ser aproveitada no empreendimento e também a contratação de empresas estabelecidas na Bahia para a realização das obras civis, contratação dos serviços e aquisição dos insumos necessários à implantação e operação do empreendimento.

Barreiras informa 4 óbitos e mais 105 novos casos positivos de COVID.

A Secretaria da Saúde de Barreiras informou, agora à noite, quatro mortes decorrentes de COVID, de pacientes entre 39 e 62 anos. Também recebeu o resultado de 233 testes, confirmando a infecção de 105 pessoas. A morte do Professor da UFOB, ocorrida agora no final da tarde ainda não foi informada.

Hoje à tarde, apenas 17 leitos do Hospital Eurico Dutra estavam ocupados, quando chegaram a ser 60 (13 além da capacidade oficial) há 15 dias.

No entanto, os leitos de UTI continuam lotados. O número de casos ativos são de 689, não incluindo aí os internados.

Bahia registra 3.427 novos casos de Covid-19 e mais 110 óbitos pela doença

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.427 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%).

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 21.939, representando uma letalidade de 2,011%.

Às 12h desta terça-feira, 154 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 63 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Brasil é o 2º país com mais mortes por Covid de crianças na faixa de 0 a 9 anos.

Brasil é o 2º país com mais mortes por covid de crianças na faixa de 0 a 9 anos

Lorena viu a filha Maria, de 1 ano e 5 meses, morrer em seus braços. Com diagnóstico tardio, Lucas, de 1 ano, filho de Jéssika, enfrentou diversas complicações relacionadas à covid-19 e morreu. José Rivera viu o filho Bernardo, de 3 anos, sucumbir à covid uma semana depois de testar positivo.

Eles não são exceções. Até meados de maio, 948 crianças de 0 a 9 anos morreram de covid no Brasil, segundo dados do Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (Sivep-Gripe) compilados pelo Estadão. Nesse perfil de vítimas, o Brasil fica atrás apenas do Peru. A cada 1 milhão de crianças, 32 perderam a vida para a doença. No Peru, foram 41 por milhão. As vizinhas Argentina e Colômbia tiveram 12 e 13 mortes por milhão, respectivamente.

Para a análise, foram considerados 11 países que registraram pelo menos mil mortes por milhão de habitantes e que possuem mais de 20 milhões de habitantes. Polônia e Ucrânia, que entrariam na lista, foram excluídas pela ausência de dados. O cálculo foi feito pelo Estadão com apoio de Leonardo Bastos, estatístico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Nos países europeus, o cenário foi completamente diferente. O Reino Unido e a França registraram apenas 4 mortes de crianças de 0 a 9 anos, o que dá uma taxa de 0,5 morte por milhão em cada um dos países. No continente, o maior número foi registrado na Espanha. Lá, a cada 1 milhão de crianças, 3 morreram por covid – um décimo do índice brasileiro.

Fátima Marinho, epidemiologista Sênior da Vital Strategies, uma organização global de saúde pública, explica que o sistema de saúde do Peru é muito mais precário que o do Brasil. Por isso, já era esperado que o país andino registrasse índices piores. Na América Latina, o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro tinha capacidade para lidar melhor com a pandemia. “O México tem um plano popular de saúde, mas é muito restrito. Quem não paga pelo menos esse plano morre na calçada. Esses tipos de sistema de saúde são um desafio. Com exceção da Argentina, Chile e Uruguai, estávamos mais bem preparados que os outros países latinos”, diz a epidemiologista.

A maior parte das mortes aconteceu em maio do ano passado, quando 131 crianças perderam a vida para a covid-19. Em seguida, vem abril deste ano, com 99 óbitos. Os bebês de até 2 anos foram as principais vítimas, correspondendo a 32,7% das mortes analisadas.

De acordo com os dados do Sivep-Gripe, 57% das crianças mortas pela covid no Brasil eram negras (grupo que inclui pretos e pardos). As crianças brancas correspondem a 21,5% das vítimas, as amarelas (de origem asiática) a 0,9% e 16% não tiveram raça indicada.

A morte entre indígenas também foi bastante expressiva. Apesar de representarem apenas 0,5% da população brasileira, 4,4% das crianças que perderam a vida para a covid eram indígenas. Em números, foram 42 mortes, a maioria em Mato Grosso (12) e Amazonas (11).

Fátima Marinho observa que o índice de mortalidade entre as crianças negras já era maior antes da pandemia. “Muitas das crianças negras residem em moradias superlotadas, com adultos que precisam sair para trabalhar, que têm empregos mais expostos ao vírus, que pegam transporte público. Dessa forma, a carga viral que chega para a criança é muito grande”, diz.

A epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), aponta o fim do Mais Médicos como um dos motivos para o alto índice de mortes, principalmente entre as populações negra e indígena. “Não houve uma substituição dos profissionais. Os locais de mais difícil acesso, com população carente, enfrentaram dificuldades no atendimento médico.”

Especialistas ainda criticam a falta de uma coordenação nacional de políticas, para definir a volta às aulas, por exemplo. Para Fátima Marinho, as crianças deixaram de ser prioridade no País. “O Estado brasileiro abandonou as crianças à própria sorte. Cortaram a escola e não deram outra alternativa.”

Dor

Uma palavra descreve vários casos: saudade. Os primeiros sintomas de Lucas, de 1 ano, surgiram em 8 de maio do ano passado. O menino, que nunca rejeitava uma mamadeira, passou a apresentar falta de apetite, além de febre. Filho único, veio inesperadamente, e era a maior alegria da professora Jéssika Ricarte, que havia passado dois anos tentando engravidar.

Jéssika resolveu levar o filho a um pronto-socorro municipal de Tamboril, a 300 km de Fortaleza. Um exame com oxímetro mostrou que a saturação de Lucas estava em 86%. Mesmo com isso, o médico se recusou a testá-lo para a covid-19 e disse que não era mais que uma dor de garganta. “Antes de existir covid, existem outras doenças, mãe”, disse o profissional.

Mas Lucas foi piorando, mesmo após ser transferido para uma UTI pediátrica. Em 8 de julho, uma chamada telefônica do hospital pôs fim à esperança. “Quando meu filho morreu, isso destruiu a minha vida e a do meu marido, e a dos avós dele. O primo dele, de 8 anos, tem problemas psicológicos porque vive esse luto. Eu estou com tanta saudade do meu filho.”

Neste ano, em 11 de março, os médicos desligaram os aparelhos que mantinham com vida a pequena Maria, de 1 ano e 5 meses, após uma luta de quase um mês contra a covid-19. E a assistente social Lorena Ferrari, mãe da menina, sabe bem o que é saudade. “Os médicos precisavam fazer exames para diagnosticar a morte cerebral, mas, para fazer os procedimentos, eles precisavam diminuir a quantidade de oxigênio que Maria recebia. Quando eles diminuíam, a saturação dela caía. Isso não é permitido por lei. A gente teve de esperar até 11 de março, quando a saturação dela estabilizou. Eles fizeram os exames e constataram a morte cerebral. No dia seguinte, os órgãos dela foram deixando de funcionar, e os médicos foram desligando os aparelhos. Ela morreu nos meus braços.”

Já Bernardo Rivera, de 3 anos, tinha a saúde debilitada por um afogamento sofrido em setembro e recebia cuidados em uma UTI montada dentro de casa. Ao contrair o coronavírus, acabou não resistindo: morreu uma semana depois de testar positivo para a covid-19.

O pai, José Rivera, vereador em Alumínio (SP), exibe força ao falar sobre a morte. Diz que precisa apoiar a mulher, que sofre muito com a ausência. “Eu vejo que ela acorda no meio da noite, sem ar, chorando pela falta dele.” Mas a serenidade é apenas uma das formas de se lidar com o luto. A saudade não deixa de ser dolorosa. “A dor de um pai enterrar um filho é muito grande. Nós sentimos isso na pele, sabemos o quanto é difícil.”

Testagem tardia

A falta de testes ou até mesmo a testagem tardia esconde, pelo menos, outras 1,5 mil mortes de crianças de 0 a 9 anos. A projeção é da epidemiologista Sênior da Vital Strategies, Fátima Marinho. Ela aponta que a subnotificação nessa faixa etária pode chegar a 160%. Com a correção, seriam quase 2,5 mil vítimas.

Um dos problemas que leva a isso, diz, é a escassez de testes. “Já ouvi médicos dizendo que não testam crianças porque tem pouco exame e, se testar a criança, vai faltar para o adulto”, conta. “Dessa forma, a análise para coronavírus só é feita, em geral, em crianças que apresentam a forma grave da doença. Mesmo nesses casos, o RT-PCR pode vir tarde demais, quando o vírus já não está mais presente na nasofaringe, gerando resultado falso negativo.”

Vivian Botelho Lorenzo, intensivista pediátrica, orienta os pais a buscarem sempre um pediatra para avaliar os filhos. Dentre os sinais mais comuns da covid-19 em crianças, ela cita sintomas respiratórios que podem evoluir para a falta de ar, além de sintomas gastrointestinais. “Crianças que evoluem com diarreia e vômito tendem a apresentar quadros mais graves da doença.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As tragédias do cotidiano: morre professor da UFOB de apenas 33 anos.

Um funcionário do campus central da UFOB, 33 anos, em vésperas de 34, casado, pai de uma filha de 4 meses, acaba de morrer em Barreiras, vítima de Covid-19.

Se tragédias como essas foram normalizadas e não chocam mais as pessoas, não sei o que será da humanidade.

No mínimo Deus está morto ou dormindo para que não mande um raio fulminante nessa vara de porcos, negacionistas, que até hoje teimam em não proporcionar a vacina salvadora para mais de 290 mil pessoas que morreram somente este ano.

Mussio Pirajá Mattos era mestre em Ciências Farmacêuticas e lecionava na UFOB.

Presidento confessa que mentiu ao criar fake atribuído do TCU.

O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta terça-feira (8) que errou ao atribuir ao Tribunal de Contas da União (TCU) um dado que questionava o número de mortes por Covid-19 em 2020. O presidente disse que ele é o responsável por cálculos que indicariam uma “supernotificação” de óbitos.

Sem apresentar provas, Bolsonaro, entretanto, insistiu que há indícios de exagero nas notificações de óbitos por Covid-19, na contramão de especialistas que apontam que há subnotificação. Bolsonaro também afirmou que estados aumentaram os dado “em busca de mais dinheiro”, o que, segundo ele, será investigado pela Controladoria-Geral da União (CGU).

“Nós vamos para cima agora para exatamente apurar quais estados que fizeram supernotificação em busca de mais dinheiro. Quem pagou a conta alta com isso, com essas políticas de supernotificação, que tinha que ser justificada por lockdown, por toque de recolher? O mais pobre que perdeu sua renda, em especial aquele cara que vendia churasquinho de gato, que vendia água, o informal”, disse o presidente.

Em 2020, o Brasil registrou 22% a mais de mortes por causas naturais do que o que era esperado, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). As mortes por causas naturais incluem as que ocorreram por doenças, como a Covid-19. Nesse critério, não entram aquelas por acidentes ou armas de fogo, por exemplo.

Na análise dos dados, os pesquisadores apontam que a infecção pelo coronavírus não é, necessariamente, a causa direta do excesso de mortalidade visto para o ano passado, mas sim um “reflexo indireto da epidemia”, já que houve sobrecarga nos serviços de saúde e interrupção de tratamento de doenças crônicas e também resistência de pacientes em buscar assistência.

Em nota enviada ao G1, o TCU disse “não há informações em relatórios do Tribunal que apontem que ‘em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid’, conforme afirmação do Presidente Jair Bolsonaro divulgada”.

Na segunda-feira, ao conversar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que um relatório do TCU questionava o número de mortes por Covid-19 em 2020 (194.976) no Brasil, informação que também já foi desmentida pelo tribunal.

Nesta terça, Bolsonaro reconheceu o erro e disse que o TCU, em acórdão, alertou sobre o risco de exagero nas notificações de mortes para que estados recebessem mais recursos a fim de enfrentar a pandemia.

“A tabela quem fez fui eu, não foi o TCU. Então o TCU acertou em falar que a tabela não é deles”, disse Bolsonaro.

O presidente acrescentou:

“O TCU está certo, não fizeram tabela, eu errei. Eu tinha que ter falado que o TCU fez um acórdão”.

Depois da medrada dos comandantes do Exército, que se negaram a punir um militar da ativa participante de comício, Jair Messias se mostra “mais tranquilo que cozinheiro de hospício”. Pode inventar, mentir, fraudar, burlar e transigir com o decoro do cargo à vontade. Tem o Congresso na mão, comprado a preço vil; leva as milícias no bico; pressiona a Justiça desde os dias de campanha eleitoral; e abre as burras dos cofres públicos à vontade aos militares. Jair Messias já deu o golpe esperado para 2022. E vai abusar à vontade dos seus talentos mais ruinosos.

Líder Sindical vira eleição ao contabilizar votos do interior do Peru.

Diálogos do Sul: Direita peruana fascista usará anticomunismo para atingir Castillo e manter população aterrorizada

O líder sindical e professor de escola rural de 51 anos de idade, Pedro Castillo, virou e abriu diferença de 124.991 votos, com pouco mais de 97,6% das cédulas já apuradas no Peru. Por enquanto, Castillo tem 50,4% dos votos válidos, e a conservadora Keiko Fujimori (filha do ex-ditador Alberto Fujimori) tem 49,6%.

Keiko liderou a corrida na maior parte da apuração, com a contagem dos votos da capital Lima e das grandes cidades, mas foi ultrapassada pelo candidato da esquerda radical com os votos do interior e zonas ruais. Castillo nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, que ele adotou durante a campanha. No domingo, ele foi votar a cavalo na região andina de Cajamarca, onde reside.

Eleições no Peru: Tudo o que você precisa saber para entender a crise que resultou na ida de Castillo ao segundo turno - Diálogos do Sul

Keiko concedeu coletiva de imprensa e já começa a acusar, sem apresentar provas, “sinais de fraude” na apuração. No entanto, a Organização dos Estados Americanos (OEA) afirma não ter identificado incidentes relevantes.

Luís Eduardo: Prefeito comemora liderança estadual na geração de empregos.

Dos 417 municípios da Bahia, Luís Eduardo Magalhães foi o que mais gerou novos postos de trabalho no Estado, até março de 2021. Foram 2.826 vagas, a maioria no comércio (1.191), seguido pela indústria (689).

Segundo o prefeito Junior Marabá, “as ações preventivas na saúde, aliadas ao diálogo constante com as entidades que representam o comércio, contribuíram para que o setor, mesmo afetado pela crise, pudesse gerar emprego e renda”.

“É muito bom ter um prefeito que tem a sua origem profissional no comércio. Ele entende as necessidades da categoria e ao mesmo tempo preza pela saúde do município. Deixar essa balança equilibrada tem sido fruto de muita conversa. Hora indo para as restrições, hora podendo ser mais liberal nas decisões”, comentou Telma Oliveira, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Luís Eduardo Magalhães, ACELEM.

A Bahia gerou ao todo mais de 22.782 postos de trabalho no período. Os dados são do Ministério da Economia, disponibilizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

“É muito difícil conciliar saúde e economia. Felizmente Luís Eduardo tem entidades comerciais ativas que nos ajudam muito na condução das nossas decisões”, concluiu o prefeito Junior Marabá.

Jornalistas da Bahia vão ao STF em busca da garantia à vacina.

O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) apresentaram, nesta segunda-feira (07), uma reclamação constitucional ao Supremo Tribunal Federal (STF) em reação à tentativa do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) de barrar, na corte, a vacinação de profissionais de imprensa no estado. Na semana passada, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) foi intimada a justificar a inclusão do grupo na prioridade de imunização.

“Impende salientar que este instrumento processual de proteção coletiva representa um eficaz remédio jurídico capaz de solucionar questões como estas, que envolvem uma repercussão social, por afetar categorias profissionais. Especialmente porque assegura a um custo mais baixo para o Judiciário, em um só feito e com uma única decisão judicial, a resolução uniforme de situação litigiosa decorrente de uma origem comum, envolvendo trabalhadores identificáveis, sem colocar em risco os empregos dos beneficiários dos direitos subjetivos em questão litigiosa”, diz o documento.

A petição afirma ainda que “o adoecimento de jornalistas é uma realidade nacional. Segundo levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, foram registradas 222 mortes de jornalistas por Covid até o dia 31 maio de 2021”.

Ainda de acordo com o Sinjorba, a “posição contrária do MPF e MPE termina por fulminar direitos constitucionais fundamentais dos trabalhadores (individuais e coletivos), que estão tendo que se submeter a condições aviltantes, com sérios agravos à vida e à própria dignidade, ante a exposição da própria vida e de suas famílias, motivo pelo qual é imperiosa a necessidade do ajuizamento da presente ação, a fim de assegurar a todos a dignidade da pessoa humana e o princípio da proteção da vida humana”.

Os óbitos por Covid-19 na linha do tempo.

Até atingir 200.000 óbitos a progressão da doença pareceu lenta: 10,5 meses. Era a primeira onda.

Apenas 76 dias depois já tínhamos mais 100 mil mortes e, de maneira frenética, em apenas 36 dias chegamos aos 400 mil.

Agora, com 32 dias já foram registradas mais 74 mil mortes.

Estamos num platô de estabilidade em alta.

A pergunta que nos resta é a seguinte: com as vacinas pingando aos pouquinhos, com a fome grassando entre os mais vulneráveis, com a eliminação de todas as medidas restritivas de contágio, com a entrada de novas cepas mais agressivas na contaminação e ultrapassando a imunização das vacinas, em quanto tempo atingiremos 1 milhão de mortes?

Com gráficos do GGN Covid Brasil.