Governo da Bahia interrompe transporte intermunicipal na Semana Santa.

Durante a transmissão do Papo Correria, na noite desta terça-feira (23), o governador Rui Costa anunciou a suspensão do transporte intermunicipal no estado. A suspensão terá validade de 1º de abril até as 5h de 6 de abril. A medida restritiva será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (24).

“A intenção é evitar aglomeração no interior do estado. Sei que as pessoas costumam viajar para visitar familiares, mas neste momento precisamos conter a disseminação do coronavírus. Se as pessoas circularem corremos o risco de aumentar a contaminação”, ponderou o governador.

O decreto prevê que ficam suspensas, a partir da primeira hora do dia 1º de abril, a circulação e a saída, e, a partir da nona hora do dia 1º de abril de 2021, a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal rodoviário, público e privado, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans, em todo estado, até as 5h do dia 6 de abril.

Também ficam suspensas, a partir de 20h do dia 31 de março, a circulação, a saída e a chegada de ferry boats e catamarãs, em todo estado, até as 5h do dia 06 de abril.

Ficam suspensas, a partir de 20h do dia 1º de abril, a circulação, a saída e a chegada de transporte coletivo intermunicipal hidroviário, público e privado, como lanchinhas e balsas, em todo o estado, até as 5h do dia 5 de abril de 2021.

Luís Eduardo Magalhães superou a marca dos 3 mil vacinados contra a Covid-19.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães já imunizou até esta terça-feira (23) 3.090 mil pessoas contra a Covid-19. Desses, 1.641 mil foram profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia e 1.449 mil idosos.

“A secretaria Municipal de Saúde tem seguido as recomendações do Ministério da Saúde sobre os grupos prioritários que devem ser vacinados neste início de campanha. Recebemos as doses do Governo do Estado e fazemos a distribuição de acordo com o público alvo”, contou a diretora de vigilância em Saúde, Juliana Melo.

Cenário

A vacina para 1° dose já encerrou em Luís Eduardo Magalhães. Estão disponíveis nesta quarta-feira (24), apenas imunizantes para aplicação da 2° dose da Coronavac. O Município aguarda a chegada de nova remessa por parte do Governo do Estado.

Secretaria de Educação prorroga recenseamento de alunos até próxima sexta-feira (26) em Luís Eduardo.

Por causa do baixo índice de cadastros, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Educação, prorrogou até a próxima sexta-feira (26) o recenseamento escolar dos alunos da rede, para o ano letivo de 2021.

A atualização tem como objetivo o planejamento da matrícula escolar e acontecerá de forma online, através do site: http://www.educalem.com.br.

“Os pais ou responsáveis que não conseguirem preencher o formulário de forma online, poderão comparecer a unidade escolar em que o aluno estuda, e lá terão o auxílio da escola para realizar o cadastro. Estamos buscando facilitar o acesso, pois é de suma importância que façam esse cadastro, garantindo que os dados de seus filhos sejam atualizados e proporcionando a organização da Secretaria Municipal de Educação”, explicou o titular da pasta, Carlos Lopes da Fonseca.

Serão solicitadas as seguintes informações para atualização do cadastro:
– Nome completo do candidato/aluno;
– Data de nascimento;
– Endereço completo, inclusive o CEP;
– Telefone fixo e móvel, se possuir;
– Nome da mãe/pai ou responsável legal;

Ovos: exportação do Brasil cresce 150% no 1º bimestre do ano.

Do Canal Rural

Elevação das exportações em 2021 retoma os patamares de embarques praticados antes da pandemia”, afirma em nota o presidente da ABPA.

processamento de ovos em granja

Foto: Wenderson Araujo/CNA

A exportação brasileira de ovos no primeiro bimestre de 2021 totalizou 3,177 mil toneladas, volume 150,6% maior do que no mesmo período de 2020, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita registrou avanço de 152,8% no período, para US$ 4,128 milhões.

Levando em conta só o mês de fevereiro, as exportações somaram 1,552 mil toneladas, 247,9% mais do que no mesmo mês de 2020. Já a receita foi de US$ 2,099 milhões, aumento anual de 172,8%.

“A forte elevação das exportações em 2021 retoma os patamares de embarques praticados antes da pandemia”, afirma em nota o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“O saldo das vendas incrementa as divisas geradas pelo setor produtivo em um momento especialmente importante para o setor de ovos, com os fortes custos produtivos.”

Principais importadores de ovos brasileiros

Os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino dos ovos brasileiros exportados, recebendo 2,356 mil toneladas no bimestre, 209,7% a mais do que nos dois primeiros meses de 2020. O segundo lugar ficou com Serra Leoa, que recebeu 103 toneladas no bimestre, e não havia registrado importações em 2020. O terceiro colocado foi o Japão, que importou 89,2 toneladas, aumento de 103% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Espera-se que não aconteça com os ovos o mesmo que aconteceu com o milho e com o arroz, que depois de exportações exageradas, sem controle, subiram de preço e faltam no mercado interno. Exportar para depois importar é um ônus não suportável pelo consumidor brasileiro.

Presidente tenta ganhar tempo com comitê de gerência da crise na saúde. É teatro puro.

Bozo máscara

O jornalista Kennedy Alencar chamou de “enganação pura” a reunião do presidente Jair Bolsonaro com os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, e alguns governadores.

Segundo ele, Lira e Pacheco “fazem teatro de civilidade” em vez de pressionar Bolsonaro a agir para conter a covid-19 e “são omissos”.

“É enganação pura reunião com Bolsonaro, ministério negacionista e governadores “amigos” para falar em união e vacina. Rodrigo Pacheco e Arthur Lira fazem teatro de civilidade quando deveriam pressionar genocida via CPI e pedidos de impeachment. Pacheco e Lira são omissos”, afirma Kennedy no Twitter.

Bolsonaro é responsável por estratégia de imunidade de rebanho negligentemente assassina. Deliberadamente, genocida cometeu crimes de responsabilidade. Criminoso tem de responder perante a lei, acrescentou o jornalista.

São Camilo atende pacientes de Covid em ala exclusiva.

Evitar a propagação da Covid-19 é um ato que exige o esforço de todos. Por isso, o cuidado que você toma é fundamental. Continue evitando aglomerações.

Caso sinta algum sintoma da doença, nossa ala exclusiva para casos suspeitos ou confirmados está pronta para realizar o atendimento. Só não podemos vacilar. Com atitudes simples faremos a diferença.

Panela de alumínio, colher de pau, pelo fora Bozoró, logo, muito logo.

Panelaços explodiram por diversas cidades do Brasil durante o curto pronunciamento de Jair Bolsonaro nesta terça-feira, 23 – dia em que o país registrou recorde de mortes pela Covid-19. O protesto foi convocado nas redes sociais.

https://twitter.com/i/status/1374504736607465479

Durante seu discurso, Bolsonaro exaltou os recentes contratos de aquisição de vacinas contra a Covid-19, mentiu ao dizer que sempre se posicionou a favor de qualquer vacina, desde que autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e se solidarizou com as vítimas – em uma única frase, que não foi o foco do pronunciamento).

Ele ainda falou que o Brasil será autossuficiente na produção de vacinas em poucos meses e voltou a dizer que o Brasil é o quinto país que mais vacina no mundo em número absolutos, apesar de proporcionalmente com a população o país ser o 52º no ranking de vacinação mundial.

Estava tudo bem, né Marreco? Aí veio a voz do “Vira, Virou”. Quack!

Vou voltar na primavera
E era tudo o que eu queria
Levo terra nova daqui

Quero ver o passaredo
Pelos portos de lisboa
Voa, voa, que eu chego já

Ai, se alguém segura o leme
Dessa nave incandescente
Que incendeia a minha vida

Que era viajante lenta
Tão faminta d’alegria
Hoje é porto de partida

Ah, vira, virou
Meu coração navegador
Ah gira, girou
Essa galera

Vou voltar na primavera
E era tudo o que eu queria
Levo terra nova daqui

Quero ver o passaredo
Pelos portos de lisboa
Voa, voa, que eu chego já

Ai, se alguém segura o leme
Dessa nave incandescente
Que incendeia a minha vida

Que era viajante lenta
Tão faminta d’alegria
Hoje é porto de partida

Ah, vira, virou
Meu coração navegador
Ah, gira, girou
Essa galera

Ah, vira, virou
Meu coração navegador
Ah, gira, girou
Essa galera

Ah, vira, virou
Meu coração navegador
Ah, gira, girou
Essa galera

Ah, vira, virou
Meu coração navegador
Ah, gira, girou…

Fonte: Musixmatch

Compositores: Kleiton Ramil Kleiton Alves

Um novo recorde macabro na Pandemia: 3.251 mortes em 24 horas.

Brasil registrou, nesta terça (23), um novo recorde do número diário de mortes por covid: 3.251.

Essa informação é baseada nos dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Pela primeira vez, desde o início da pandemia, o país ultrapassa 3 mil óbitos causados pela doença em apenas um dia (3 mil mortes foram registradas anteriormente, mas somando óbitos que não haviam sido contabilizados).

Só o estado de São Paulo registrou 1.021 mortes pela doença nas últimas 24 horas, também alcançando um novo recorde. O número total de novos casos diagnosticados foi de 82.493.

Com o balanço de hoje, o Brasil contabiliza 298.976 óbitos e 12.130.019 pessoas diagnosticadas com covid-19.

Vamos ver o que o nosso Alecrim Dourado fala na live, agora às 20h30m. Para quem ele vai transferir a culpa?

Vamos ser otimistas e acreditar que o Condutopata, tenha um momento de lucidez, ele que vive na fronteira da lucidez e da loucura, e peça o boné e vá morar numa praia muito distante. Sugiro Tuvalu.  

Bahia: 133 mortes hoje e 1.220 casos graves.

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) registrou um aumento no número diário de mortes por Covid-19 nesta terça-feira (23).

Conforme o boletim epidemiológico divulgado pela pasta, a Bahia notificou 4.061 novos casos da doença e 133 óbitos em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus. No início de janeiro deste ano, raramente o número de mortes diárias ultrapassava 30.

Com isso, o estado acumula agora 774.491 casos confirmados e 14.357 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, que teve seu primeiro registro na Bahia no dia 6 de março de 2020, em Feira de Santana.

O número de internados com casos graves da doença teve uma pequena redução nas últimas 24 horas, do recorde de 1.225 para 1.220 pacientes, sendo 1.199 adultos e 21 crianças.

Também caiu a quantidade de casos ativos da Covid-19, de 15.772 na segunda-feira (22) para 15.402 nesta terça-feira (23).

“Não existe salvação para o juiz covarde”, relembra Gilmar Mendes

O ministro Kassio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro ao STF, votou contra a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no julgamento da Segunda Turma nesta terça (23). Ele citou o lavajatista Edson Fachin para embasar seu voto confuso e mais longo que o habitual.

MAIS: VÍDEO – “Algum dos senhores seria capaz de comprar um carro do Dallagnol?”, protesta Gilmar

Por esse voto, Gilmar Mendes está criticando duramente seu colega de Supremo Tribunal Federal. E ele definiu a atitude do colega.

“Atrás muitas vezes da técnica de não conhecimento de habeas corpus se esconde um covarde. E Rui falava: o bom ladrão salvou-se, mas não há salvação para o juiz covarde”.

Gilmar falou isso depois de voto de Nunes Marques para não admitir HC de Lula que questiona se Moro foi parcial.

 

Ministro Nunes Marques vota a favor da “imparcialidade” de Moro.

BRASÍLIA – O Globo – O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para declarar que o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro foi imparcial na condução do processo do tríplex do Guarujá (SP), que resultou na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com isso, três dos cinco ministros da Segunda Turma já votaram nesse sentido: a favor do ex-juiz e contra o ex-presidente. Mas a maioria pró-Moro é provisória. O julgamento não está definido porque qualquer ministro ainda pode mudar de lado.

Há duas semanas, a ministra Cármen Lúcia, que já havia se posicionado a favor de Moro e contra o pedido da defesa de Lula, disse que gostaria de se manifestar novamente, embora sem indicar se manteria seu voto ou se faria mudanças. Dois ministros — Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski — votaram para declarar Moro parcial.

Se Cármen mudar de lado, haverá maioria a favor de Lula e contra o ex-juiz. Já o relator do caso, o ministro Edson Fachin, votou para rejeitar o pedido da defesa do ex-presidente.

Agora só falta a estátua de granito da deusa Themis, que representa a Justiça, tirar a venda e brandir sua espada em defesa dos vendilhões da Pátria.

Crise hospitalar em Barreiras está no seu limite máximo.

Foto de Anderson Brito

Informação extra-oficial: dos 33 leitos de enfermaria do Hospital Eurico Dutra, de gestão municipal, 30 estavam ocupados na manhã de hoje.

No Hospital do Oeste, que perdeu os leitos de enfermaria em proveito de mais 10 leitos de UTI, a ocupação beirava os 100%. Não temos informações sobre os leitos de enfermaria do Hospital Central, mas a UTI, 10 leitos, está também lotada.

Quidroga assume a Saúde e Pezadêlo vai acabar de incendiar a Amazônia.

O médico cardiologista Marcelo Queiroga tomou posse como ministro da Saúde em cerimônia fechada no gabinete do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta terça-feira (23/3). A informação foi confirmada pelo Metrópoles com fontes do Palácio do Planalto em caráter reservado.

A assinatura do termo de posse foi assinada no terceiro andar da Presidência. O evento, ainda que breve, não constava na agenda inicial de Bolsonaro para esta terça.

Queiroga substitui o general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde, após série de desgastes do general à frente da pasta. As mudanças devem ser oficializadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta terça-feira (23/3).

Veja aos pontos que chegou o regime. As cerimônias de posse precisam ser realizadas às escondidas, sem perguntas da imprensa.

Vai piorar muito. Como disse ontem o gaúcho Milton Rosa, administrador e consultor de hospitais:

“São 13,6 milhões na miséria; 60 milhões na pobreza. O desemprego vai chegar a 20 milhões. Alta dos juros, inflação e tantas mortes, compõe o cenário, que levará ao caos, dando ao PR (Pequi Roído), e cupinchas de alta patente, pretexto pra golpe, evitando eleições em 2022.” 

Ministro Marco Aurélio nega ao Presidento o fim do toque de recolher na Bahia, RS e DF.

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, negou à Presidência da República acabar com o toque de recolher na Bahia.

A decisão do Ministro alcança ainda Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Com a decisão, as normas estaduais ficam mantidas. Bolsonaro apresentou a ação ao STF na última sexta-feira (19).

Na contramão das medidas adotadas por governadores e prefeitos no auge da crise sanitária provocada pela Covid-19, Bolsonaro questionou a competência dos governos locais para tomar estas providências e disse que elas eram inconstitucionais porque só poderiam ser tomadas por lei aprovada pelo Legislativo, e não apenas por decretos do Executivo. 

Média móvel de mortes por Covid está aumentando há quase um mês.

Brasil tem maior média de mortes pelo 24º dia e bate 12 milhões de casos.

Do UOL

O Brasil registrou números assustadores nesta segunda-feira (22). Pelo 24º dia consecutivo, o país apresentou a maior média de mortes por covid-19 em toda a pandemia: foram 2.298 óbitos causados pela doença nos últimos sete dias.

Além disso, superamos a marca de 12 milhões de infectados pelo novo coronavírus desde março de 2020. O país completou hoje uma série de seis dias com média móvel de mortes por covid-19 acima de 2 mil. Já são 61 dias seguidos com média de óbitos superior a mil, o período mais longo em toda a pandemia.

O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

De ontem para hoje, foram reportados 55.177 testes positivos para o novo coronavírus em todo o país.

Nas últimas 24 horas, foram cadastradas 1.570 novas mortes provocadas pela covid-19, elevando o total de vítimas para 295.685 desde o início da pandemia.

Este é o 21º dia consecutivo no qual o país computa mais de mil óbitos pela doença entre um dia e outro.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, referência mundial em estudos sobre a covid-19, o Brasil é o segundo país com o maior número de casos registrados da doença.

Os Estados Unidos aparecem à frente, com um total de 29.848.830 infectados, em números divulgados na tarde de hoje pela instituição.

Na Capital do País, corpos jazem nos corredores dos hospitais.

À beira do colapso, o sistema de saúde do Distrito Federal apresenta problemas no manuseio de cadáveres. Imagens feitas por servidores em hospitais públicos da capital federal mostram corpos de vítimas do novo coronavírus armazenados no chão e, em outros casos, à espera de remoção nos corredores da unidade de saúde.

Corpos de pacientes com Covid-19 precisam ser ensacados e enterrados em caixão lacrado, para evitar a contaminação. Protocolos da Secretaria de Saúde exigem o uso de equipamentos de proteção individual (EPI).

No sábado, no Hospital Regional do Guará (HRGu), corpos de pacientes que morreram devido à Covid-19 ficaram no chão do necrotério, por falta de espaço, segundo denúncia recebida pela reportagem.

As vítimas, entre elas dois idosos, eram casos confirmados ou suspeitos da Covid-19. A Secretaria de Saúde, no entanto, disse que o Hospital Regional do Guará “segue o preconizado no protocolo específico de preparo e armazenamento dos corpos vítimas de Covid-19”.

De acordo com a pasta, a unidade de saúde tem comportado a demanda, já que tem baixo índice de mortalidade. A secretaria informou que os corpos que aparecem nas imagens não estavam no chão, mas sim sobre “um tablado de madeira”, enquanto aguardavam transição para o serviço funerário.

No domingo, o DF confirmou mais 27 mortes e 1.080 novos casos de Covid-19. Com os novos registros, o total de óbitos chegou a 5.382, e os infectados passaram para 328.902.

O “Presidento” diz que topa lockdown se Coronavírus desaparecer.

Desprezando experiências reais como a ocorrida na cidade de Araraquara, SP, onde o lockdown total reduziu para 50% os números de contaminações e mortes, o atual Presidente da República, inquilino do Palácio Alvorada, diz que topa o fechamento total de estabelecimentos comerciais e circulação no País se tiver garantia que os números da pandemia caiam pra zero.

O Presidento, que parece homem de poucas leituras, parece nada ter lido sobre a grande operação de isolamento da província de Hubei e sua principal cidade Wuhan, na China, onde surgiu o vírus, com 59 milhões de habitantes, que depois de 76 dias de lockdown praticamente eliminou o vírus, sem vacina e sem outras medidas que não fossem as profiláticas.

A proposta de Jair Messias parece ser uma resposta à Carta Pública dos 500 empresários e financistas, publicada no final da semana que passou, pedindo inúmeras providências na condução da pandemia. Veja a íntegra da carta, que não corresponde à resposta tosca do luminar do Caos:

“O País Exige Respeito; a Vida Necessita da Ciência e do Bom Governo”

Carta Aberta à Sociedade Referente a Medidas de Combate à Pandemia

O Brasil é hoje o epicentro mundial da Covid-191, com a maior média móvel de novos casos.

Enquanto caminhamos para atingir a marca tétrica de 3 mil mortes por dia e um total de mortes acumuladas de 300 mil ainda esse mês, o quadro fica ainda mais alarmante com o esgotamento dos recursos de saúde na grande maioria de estados, com insuficiente número de leitos de UTI, respiradores e profissionais de saúde. Essa situação tem levado a mortes de pacientes na espera pelo atendimento, contribuindo para uma maior letalidade da doença.

A situação econômica e social é desoladora. O PIB encolheu 4,1% em 2020 e provavelmente observaremos uma contração no nível de atividade no primeiro trimestre deste ano. A taxa de desemprego, por volta de 14%, é a mais elevada da série histórica, e subestima o aumento do desemprego, pois a pandemia fez com que muitos trabalhadores deixassem de procurar emprego, levando a uma queda da força de trabalho entre fevereiro e dezembro de 5,5 milhões de pessoas.

A contração da economia afetou desproporcionalmente trabalhadores mais pobres e vulneráveis, com uma queda de 10,5% no número de trabalhadores informais empregados, aproximadamente duas vezes a queda proporcional no número de trabalhadores formais empregados³.

Esta recessão, assim como suas consequências sociais nefastas, foi causada pela pandemia e não será superada enquanto a pandemia não for controlada por uma atuação competente do governo federal.

Este subutiliza ou utiliza mal os recursos de que dispõe, inclusive por ignorar ou negligenciar a evidência científica no desenho das ações para lidar com a pandemia. Sabemos que a saída definitiva da crise requer a vacinação em massa da população. Infelizmente, estamos atrasados. Em torno de 5% da população recebeu ao menos uma dose de vacina, o que nos coloca na 45ª posição no ranking mundial de doses aplicadas por habitante.

O ritmo de vacinação no país é insuficiente para vacinar os grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização (PNI) no 1º semestre de 2021, o que amplia o horizonte de vacinação para toda a população para meados de 2022.

As consequências são inomináveis. No momento, o Brasil passa por escassez de doses de vacina, com recorrentes atrasos no calendário de entregas e revisões para baixo na previsão de disponibilidade de doses a cada mês. Na semana iniciada em 8 de março foram aplicadas, em média, apenas 177 mil doses por dia.

No ritmo atual, levaríamos mais de 3 anos para vacinar toda a população. O surgimento de novas cepas no país (em especial a P.1) comprovadamente mais transmissíveis e potencialmente mais agressivas, torna a vacinação ainda mais urgente. A disseminação em larga escala do vírus, além de magnificar o número de doentes e mortos, aumenta a probabilidade de surgirem novas variantes com potencial de diminuir a eficácia das vacinas atuais.

Vacinas são relativamente baratas face ao custo que a pandemia impõe à sociedade. Os recursos federais para compra de vacinas somam R$ 22 bilhões, uma pequena fração dos R$ 327 bilhões desembolsados nos programas de auxílio emergencial e manutenção do emprego no ano de 2020.

Vacinas têm um benefício privado e social elevado, e um custo total comparativamente baixo. Poderíamos estar em melhor situação, o Brasil tem infraestrutura para isso. Em 1992, conseguimos vacinar 48 milhões de crianças contra o sarampo em apenas um mês.

Na campanha contra a Covid-19, se estivéssemos vacinando tão rápido quanto a Turquia, teríamos alcançado uma proporção da população duas vezes maior, e se tanto quanto o Chile, dez vezes maior. A falta de vacinas é o principal gargalo. Impressiona a negligência com as aquisições, dado que, desde o início da pandemia, foram desembolsados R$ 528,3 bilhões em medidas de combate à pandemia, incluindo os custos adicionais de saúde e gastos para mitigação da deteriorada situação  econômica. A redução do nível da atividade nos custou uma perda de arrecadação tributária apenas no âmbito federal de 6,9%, aproximadamente R$ 58 bilhões, e o atraso na vacinação irá custar em termos de produto ou renda não gerada nada menos do que estimados R$ 131,4 bilhões em 2021, supondo uma recuperação retardatária em 2 trimestres.

Nesta perspectiva, a relação benefício custo da vacina é da ordem de seis vezes para cada real gasto na sua aquisição e aplicação. A insuficiente oferta de vacinas no país não se deve ao seu elevado custo, nem à falta de recursos orçamentários, mas à falta de prioridade atribuída à vacinação.

O quadro atual ainda poderá deteriorar-se muito se não houver esforços efetivos de coordenação nacional no apoio a governadores e prefeitos para limitação de mobilidade. Enquanto se busca encurtar os tempos e aumentar o número de doses de vacina disponíveis, é urgente o reforço de medidas de distanciamento social. Da mesma forma é essencial a introdução de incentivos e políticas públicas para uso de máscaras mais eficientes, em linha com os esforços observados na União Europeia e nos Estados Unidos.

A controvérsia em torno dos impactos econômicos do distanciamento social reflete o falso dilema entre salvar vidas e garantir o sustento da população vulnerável. Na realidade, dados preliminares de óbitos e desempenho econômico sugerem que os países com pior desempenho econômico tiveram mais óbitos de Covid-19. A experiência mostrou que mesmo países que optaram inicialmente por evitar o lockdown terminaram por adotá-lo, em formas variadas, diante do agravamento da pandemia – é o caso do Reino Unido, por exemplo. Estudos mostraram que diante da aceleração de novos casos, a população responde ficando mais avessa ao risco sanitário, aumentando o isolamento voluntário e levando à queda no consumo das famílias mesmo antes ou sem que medidas restritivas formais sejam adotadas.15 A recuperação econômica, por sua vez, é lenta e depende da retomada de confiança e maior previsibilidade da situação de saúde no país.

Logo, não é razoável esperar a recuperação da atividade econômica em uma epidemia descontrolada.

O efeito devastador da pandemia sobre a economia tornou evidente a precariedade do nosso sistema de proteção social. Em particular, os trabalhadores informais, que constituem mais de 40% da força de trabalho, não têm proteção contra o desemprego. No ano passado, o auxílio emergencial foi fundamental para assistir esses trabalhadores mais vulneráveis que perderam seus empregos, e levou a uma redução da pobreza, evidenciando a necessidade de melhoria do nosso sistema de proteção social. Enquanto a pandemia perdurar, medidas que apoiem os mais vulneráveis, como o auxílio emergencial, se fazem necessárias. Em paralelo, não devemos adiar mais o encaminhamento de uma reforma no sistema de proteção social, visando aprimorar a atual rede de assistência social e prover seguro aos informais. Uma proposta nesses moldes é o programa de Responsabilidade Social, patrocinado pelo Centro de Debate de Políticas Públicas, encaminhado para o Congresso no final do ano passado.

Outras medidas de apoio às pequenas e médias empresas também se fazem necessárias. A experiência internacional com programas de aval público para financiamento privado voltado para pequenos empreendedores durante um choque negativo foi bem-sucedida na manutenção de emprego, gerando um benefício líquido positivo à sociedade.

O aumento em 34,7% do endividamento dos pequenos negócios durante a pandemia amplifica essa necessidade. A retomada de linhas avalizadas pelo Fundo Garantidor para Investimentos e Fundo de Garantia de Operações é uma medida importante de transição entre a segunda onda e o pós-crise.

Estamos no limiar de uma fase explosiva da pandemia e é fundamental que a partir de agora as políticas públicas sejam alicerçadas em dados, informações confiáveis e evidência científica. Não há mais tempo para perder em debates estéreis e notícias falsas. Precisamos nos guiar pelas experiências bem-sucedidas, por ações de baixo custo e alto impacto, por iniciativas que possam reverter de fato a situação sem precedentes que o país vive.

Medidas indispensáveis de combate à pandemia: a vacinação em massa é condição sine qua non para a recuperação econômica e redução dos óbitos.

1. Acelerar o ritmo da vacinação. O maior gargalo para aumentar o ritmo da vacinação é a escassez de vacinas disponíveis. Deve-se, portanto, aumentar a oferta de vacinas de forma urgente. A estratégia de depender da capacidade de produção local limitou a disponibilidade de doses ante a alternativa de pré-contratar doses prontas, como fez o Chile e outros países. Perdeu-se um tempo precioso e a assinatura de novos contratos agora não garante oferta de vacinas em prazo curto. É imperativo negociar com todos os laboratórios que dispõem de vacinas já aprovadas por agências de vigilância internacionais relevantes e buscar antecipação de entrega do maior número possível de doses. Tendo em vista a escassez de oferta no mercado internacional, é fundamental usar a política externa – desidratada de ideologia ou alinhamentos automáticos – para apoiar a obtenção de vacinas, seja nos grandes países produtores seja nos países que têm ou terão excedentes em breve.

A vacinação é uma corrida contra o surgimento de novas variantes que podem escapar da imunidade de infecções passadas e de vacinas antigas. As novas variantes surgidas no Brasil tornam o controle da pandemia mais desafiador, dada a maior transmissibilidade.

Com o descontrole da pandemia é questão de tempo até emergirem novas variantes. O Brasil precisa ampliar suas capacidades de sequenciamento genômico em tempo real, de compartilhar dados com a comunidade internacional e de testar a eficácia das vacinas contra outras variantes com máxima agilidade. Falhas e atrasos nesse processo podem colocar em risco toda a população brasileira, e também de outros países.

2. Incentivar o uso de máscaras tanto com distribuição gratuita quanto com orientação educativa. Economistas estimaram que se os Estados Unidos tivessem adotado regras de uso de máscaras no início da pandemia poderiam ter reduzido de forma expressiva o número de óbitos. Mesmo se um usuário de máscara for infectado pelo vírus, a máscara pode reduzir a gravidade dos sintomas, pois reduz a carga viral inicial que o usuário é exposto. Países da União Europeia e os Estados Unidos passaram a recomendar o uso de máscaras mais eficientes – máscaras cirúrgicas e padrão PFF2/N95 – como resposta às novas variantes. O Brasil poderia fazer o mesmo, distribuindo máscaras melhores à população de baixa renda,  xplicando a importância do seu uso na prevenção da transmissão da Covid.

Máscaras com filtragem adequada têm preços a partir de R$ 3 a unidade. A distribuição gratuita direcionada para pessoas sem condições de comprá-las, acompanhada de instrução correta de reuso, teria um baixo custo frente aos benefícios de contenção da Covid-1923. Considerando o público do auxílio emergencial, de 68 milhões de pessoas, por exemplo, e cinco reusos da máscara, tal como recomenda o Center for Disease Control do EUA, chegaríamos a um custo mensal de R$ 1 bilhão. Isto é, 2% do gasto estimado mensal com o auxílio emergencial. Embora leis de uso de máscara ajudem, informar corretamente a população e as lideranças darem o exemplo também é importante, e tem impacto na trajetória da epidemia. Inversamente, estudos mostram que mensagens contrárias às medidas de prevenção afetam a sua adoção pela população, levando ao aumento do contágio.

3. Implementar medidas de distanciamento social no âmbito local com coordenação nacional. O termo “distanciamento social” abriga uma série de medidas distintas, que incluem a proibição de aglomeração em locais públicos, o estímulo ao trabalho a distância, o fechamento de estabelecimentos comerciais, esportivos, entre outros, e – no limite – escolas e creches. Cada uma dessas medidas tem impactos sociais e setoriais distintos. A melhor combinação é aquela que maximize os benefícios em termos de redução da transmissão do vírus e minimize seus efeitos econômicos, e depende das características da geografia e da economia de cada região ou cidade. Isso sugere que as decisões quanto a essas medidas devem ser de responsabilidade das autoridades locais.

Com o agravamento da pandemia e esgotamento dos recursos de saúde, muitos estados não tiveram alternativa senão adotar medidas mais drásticas, como fechamento de todas as atividades não-essenciais e o toque de recolher à noite. Os gestores estaduais e municipais têm enfrentado campanhas contrárias por parte do governo federal e dos seus apoiadores. Para maximizar a efetividade das medidas tomadas, é indispensável que elas sejam apoiadas, em especial pelos órgãos federais. Em particular, é imprescindível uma coordenação em âmbito nacional que permita a adoção de medidas de caráter nacional, regional ou estadual, caso se avalie que é necessário cercear a mobilidade entre as cidades e/ou estados ou mesmo a entrada de estrangeiros no país. A necessidade de adotar um lockdown nacional ou regional deveria ser avaliado. É urgente que os diferentes níveis de governo estejam preparados para implementar um lockdown emergencial, definindo critérios para a sua adoção em termos de escopo, abrangência das atividades cobertas, cronograma de implementação e duração.

Ademais, é necessário levar em consideração que o acréscimo de adesão ao distanciamento social entre os mais vulneráveis depende crucialmente do auxílio emergencial. Há sólida evidência de que programas de amparo socioeconômico durante a pandemia aumentaram o respeito às regras de isolamento social dos beneficiários. É, portanto, não só mais justo como mais eficiente focalizar a assistência nas populações de baixa renda, que são mais expostas nas suas atividades de trabalho e mais vulneráveis financeiramente.

Dentre a combinação de medidas possíveis, a questão do funcionamento das escolas merece atenção especial. Há estudos mostrando que não há correlação entre aumento de casos de infecção e reabertura de escolas no mundo26. Há também informações sobre o nível relativamente reduzido de contágio nas escolas de São Paulo após sua abertura.

As funções da escola, principalmente nos anos do ensino fundamental, vão além da transmissão do conhecimento, incluindo cuidados e acesso à alimentação de crianças, liberando os pais – principalmente as mães – para o trabalho. O fechamento de escolas no Brasil atingiu de forma mais dura as crianças mais pobres e suas mães. A evidência mostra que alunos de baixa renda, com menor acesso às ferramentas digitais, enfrentam maiores dificuldade de completar as atividades educativas, ampliando a desigualdade da formação de capital humano entre os estudantes28. Portanto, as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em um esquema de distanciamento social. Há aqui um papel fundamental para o Ministério da Educação em cooperação com o Ministério da Saúde na definição e comunicação de procedimentos que contribuam para a minimização dos riscos de contágio nas escolas, além do uso de ferramentas comportamentais para retenção da evasão escolar, como o uso de mensagens de celular como estímulo para motivar os estudantes, conforme adotado em São Paulo e Goiás.

4. Criar mecanismo de coordenação do combate à pandemia em âmbito nacional – preferencialmente pelo Ministério da Saúde e, na sua ausência, por consórcio de governadores – orientada por uma comissão de cientistas e especialistas, se tornou urgente. Diretrizes nacionais são ainda mais necessárias com a escassez de vacinas e logo a necessidade de definição de grupos prioritários; com as tentativas e erros no distanciamento social; a limitada compreensão por muitos dos pilares da prevenção, particularmente da importância do uso de máscara, e outras medidas no âmbito do relacionamento social. Na ausência de coordenação federal, é essencial a concertação
entre os entes subnacionais, consórcio para a compra de vacinas e para a adoção de medidas de supressão.

O papel de liderança: Apesar do negacionismo de alguns poucos, praticamente todos os líderes da comunidade internacional tomaram a frente no combate ao Covid-19 desde março de 2020, quando a OMS declarou o caráter pandêmico da crise sanitária. Informando, notando a gravidade de uma crise sem precedentes em 100 anos, guiando a ação dos indivíduos e influenciado o comportamento social. Líderes políticos, com acesso à mídia e às redes, recursos de Estado, e comandando atenção, fazem a diferença: para o bem e para o mal. O desdenho à ciência, o apelo a tratamentos sem evidência de eficácia, o estímulo à aglomeração, e o flerte com o movimento antivacina, caracterizou a liderança política maior no país. Essa postura reforça normas antissociais, dificulta a adesão da população a comportamentos responsáveis, amplia o número de infectados e de óbitos, aumenta custos que o país incorre.

O país pode se sair melhor se perseguimos uma agenda responsável. O país tem pressa; o país quer seriedade com a coisa pública; o país está cansado de ideias fora do lugar, palavras inconsequentes, ações erradas ou tardias. O Brasil exige respeito.

Número de pacientes internados ultrapassa 1.200 na Bahia.

O número de pacientes internados com casos graves da Covid-19 subiu mais uma vez, nesta segunda-feira (22), e chegou a 1.225 pessoas, sendo 1.203 em leitos de terapia intensiva para adultos e 22 em UTIs pediátricas, conforme dados publicados no boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).

A ocupação das UTIs para adultos chegou a 87%, enquanto os leitos de terapia intensiva para crianças tem taxa de 61%. Na enfermaria regular, 68% das vagas estão ocupadas, enquanto a enfermaria pediátrica registra 72%.

Nas últimas 24 horas, a Sesab notificou 1.598 novas contaminações e 125 mortes por Covid-19. Com isso, a Bahia acumula agora, desde o início da pandemia, 770.430 casos confirmados e 14.224 óbitos em decorrência da doença.

Por outro lado, os casos ativos da Covid-19 caíram pelo terceiro dia consecutivo. Depois da Sesab registrar 18.154 na sexta-feira (19), oscilar para 17.953 no sábado (20) e cair para 16.766 no domingo (21), o número de contaminados chegou a 15.772 nesta segunda-feira (22).

Só o município de Salvador tem 3.436 casos ativos de Coronavírus.

Otto Alencar diz que o Presidente está forçando um golpe militar.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) acredita que o presidente Jair Bolsonaro está forçando um novo golpe militar. Na avaliação do parlamentar, declarações recentes do presidente, como a de que poderia decretar estado de sítio no Brasil em resposta às medidas restritivas tomadas por governadores nos estados, são sinal de que Bolsonaro está acuado com a possibilidade de não se reeleger e quer rumar para a ruptura institucional.

“O Bolsonaro, na minha opinião, não tem condições de renovar o mandato dele. Não tem por causa das mazelas, dos problemas, das crises gestadas por ele mesmo, pelos problemas que ele tem dentro da família dele. Na minha opinião, como ele tem espírito ditatorial e perverso, bem provável é que ele queira caminhar para a expectativa de um novo golpe militar”, afirmou Otto.

O senador ainda defendeu a instalação da CPI da Covid no Congresso, para investigar a atuação do governo federal na pandemia. Para ele, o presidente da República e o ministro da Saúde Eduardo Pazuello são os principais responsável pelo agravamento da crise sanitária e merecem ser punidos.

“O Pazuello não foi ministro da Saúde, o ministro foi o Bolsonaro. Pazuello repetiu o que o Bolsonaro dizia, foi apenas um executor de ordens. Esse desastre é culpa exclusiva de dois homens: em primeiro lugar, o presidente Bolsonaro e, em segundo, o ministro Pazuello. É evidente que esses dois nomes não podem sair impunes. O caminho para punir, hoje mais do que nunca, é a instalação da CPI Covid.”

Questionado sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que anulou condenações na Operação Lava Jato e devolveu a elegibilidade ao ex-presidente Lula (PT), o senador preferiu não comentar. “Seria desumano falar sobre política na pandemia”, disse o político. 

A morte do senador Major Olímpio, vítima da Covid-19, gerou um sentimento no Senado de que é preciso cobrar medidas mais duras e coordenação nacional do presidente Bolsonaro, em relação à pandemia. O senhor acha que vai aumentar a pressão pela instalação de uma CPI no Senado para investigar a atuação do governo?

“O caminho para punir, hoje mais do que nunca, é a instalação da CPI Covid. Tem as assinaturas, o presidente Rodrigo Pacheco está avaliando. O presidente ainda não instalou porque fazer CPI com sessões remotas é sempre um risco. Não dá para fazer oitivas, audiências públicas, convidar pessoas que, talvez, não queiram comparecer, então isso dificulta a implantação da CPI. Na CPI, tem que ser mais presencial.”

Leia o restante da entrevista no Bahia Notícias.

Opinião do Editor:

Este sedicioso que está criando situações para o País cair no caos sanitário, político e econômico nem pode participar de um chamado “golpe militar”. Ele nem militar é: foi aposentado, aos 33 anos, por insuficiência mental para ser um  oficial do Exército.

Mais de 500 empresários e economistas pedem seriedade contra a Covid.

Signatários condenaram o negacionismo: “O país está cansado de ideias fora do lugar, palavras inconsequentes, ações erradas ou tardias”

Poderosos do mercado financeiro, empresários e economistas divulgaram neste domingo (21/3) uma carta aberta em que pedem medidas mais eficazes no combate à pandemia do novo coronavírus.

O grupo chama a atenção para o atual momento crítico da pandemia e de seus riscos para o país, e também detalha medidas que podem contribuir para aliviar o que consideram um grave cenário.

“Estamos no limiar de uma fase explosiva da pandemia e é fundamental que a partir de agora as políticas públicas sejam alicerçadas em dados, informações confiáveis e evidência científica. Não há mais tempo para perder em debates estéreis e notícias falsas. Precisamos nos guiar pelas experiências bem-sucedidas, por ações de baixo custo e alto impacto, por iniciativas que possam reverter de fato a situação sem precedentes que o país vive”, afirmam na carta.

Críticas contundentes

O documento não cita o nome do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas afirma que a postura adotada por líderes políticos pode fazer diferença tanto para o bem quanto para o mal e, dependendo, reforçar normas antissociais, dificultar a adesão da população e incentivar comportamentos responsáveis, além de ampliar o número de infectados e de mortes, bem como os custos do país para o combate à doença.

“O desdenho à ciência, o apelo a tratamentos sem evidência de eficácia, o estímulo à aglomeração e o flerte com o movimento antivacina, caracterizou a liderança política maior no país”, afirma a carta, em referência direta a Bolsonaro.

“Na ausência de coordenação federal, é essencial a concertação entre os entes subnacionais, consórcio para a compra de vacinas e para a adoção de medidas de supressão”, disparam os signatários.

Quase 1/3 das mortes por coronavírus no Brasil são de jovens e menores de 60 anos.

Com média de 2.255 mortes por covid, Brasil bate recorde pelo 23º dia.

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência BrasilFoto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

A taxa de jovens e adultos com menos de 60 anos que morrem de Covid-19 no Brasil tem crescido no mês de março, alcançando o patamar de 35% em relação ao registrado no ano passado. Em 2020, o percentual de óbitos desse grupo era de 22,9%.

Os dados fora divulgados pelo Uol com base nas informações divulgadas pelo portal da transparência da Arpen (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais). A consulta foi realizada no dia 16 de março.

Ainda segundo o levantamento, os maiores aumentos proporcionais ocorreram na faixa etária de 30 a 39 anos, que passou de 2,8% para 4,4%; e entre 40 e 49 anos, que subiu de 6,2% para 9,2%.

Bahia: 99 mortes e 1.698 novos casos

O boletim diário da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) contabiliza, neste domingo (21), mais 99 mortes em decorrência da Covid-19 na Bahia. Com isso, o total vai a 14.099 vidas perdidas diretamente para a pandemia.

Quanto aos números de infectados, 1.698 novos casos foram acrescentados ao boletim nas últimas 24 horas. Isso eleva o total de pessoas já diagnosticadas com o coronavírus na Bahia para 768.832. Desse total, 16.766 encontram-se com o vírus ativo, ou seja, dentro do período de transmissão.

Além disso, outros 178.183 casos estão sob investigação da secretaria. Todos os dados são compilados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA).

Brasil: 1.290 mortes e 47 mil contaminações

O Brasil registrou neste domingo 47.774 novos casos de Covid-19 e 1.290 novas mortes, elevando a contagem total de contaminados pelo coronavírus no país a 11.998.233, segundo o Ministério da Saúde.

A contagem total de vítimas fatais da doença no país atingiu 294.042, de acordo com os dados do governo federal.

Estado brasileiro mais afetado pelo coronavírus em números absolutos, São Paulo atingiu as marcas de 2.306.326 casos e 67.558 mortes.

Segundo os números do Ministério da Saúde, Minas Gerais segue como o segundo Estado com maior número de infecções pelo coronavírus registradas, com 1.033.562 casos, mas o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos contabilizados, com 35.131 mortes.

Levantamento da Reuters aponta que o Brasil é, atualmente, o país com os maiores índices de casos e mortes se consideradas as médias de uma semana, sendo responsável por uma em cada seis infecções registradas em todo o mundo a cada dia.

O governo reporta ainda 10.449.933 pessoas recuperadas da Covid-19 e 1.254.258 pacientes em acompanhamento.

Com informações de órgãos oficiais e da Reuters.

Programa de Requalificação ‘Nova JK’ é lançado em Luís Eduardo Magalhães.

“Daremos mais mobilidade urbana e segurança para a nossa população”, disse o Prefeito Junior Marabá” 

Foi lançado neste domingo (21), pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura, o Programa de Requalificação asfáltica ‘Nova Jk’.

Que vai abranger do trecho em frente ao LACEN até a Praça do Jardim das Acácias. Também está previsto no projeto a manutenção das ciclovias e pistas de caminhadas, iluminação, o paisagismo no canteiro central e a sinalização vertical e horizontal da via.

“Vamos fechar os cruzamentos e fazer seis retornos ao longo da Avenida, começando por esse aqui próximo à UPA. Esses cruzamentos que existem hoje causam muitos acidentes em nosso Município. Fizemos um excelente projeto junto às secretarias de Planejamento e Infraestrutura para realizar essas intervenções. Precisamos ter responsabilidade com a mobilidade e segurança e cuidar das pessoas com carinho”, disse o prefeito Junior Marabá.

“Com apenas dois meses de Governo já fizemos o maior programa de recapeamento asfáltico que essa cidade já viu, com recursos próprios, que foi o ‘Novo Centro’, com mais de 100 mil metros quadrados de requalificação.  E em quatro anos vamos chegar na porta de todos os moradores de Luís Eduardo Magalhães. Isso se faz tratando o dinheiro público com responsabilidade”, ressaltou o Prefeito.

O vice-prefeito Filipe Fernandes destacou o trabalho de toda a equipe da Prefeitura para que os projetos sejam colocados em prática.

“Daqui há quatro anos vamos olhar pra trás e dizer que valeu a pena trabalhar de domingo a domingo pela nossa cidade e se Deus quiser, Luís Eduardo será uma das cidades referência pelo trabalho que a equipe vem fazendo”.

O vereador Cristiano Reis esteve acompanhado da colega vereadora Sandra da ONG  e falou da expectativa das pessoas com as melhorias.

“Recentemente estive no centro fiscalizando, que é o meu papel, e pude constatar que é um asfalto de muita qualidade. Muitas pessoas aguardavam por isso aqui, então o sentimento é de gratidão”.

Estiveram presentes, os secretários de Governo, Danilo Henrique; Planejamento, Paulo Souza; Segurança, Ordem Pública e Trânsito, João Paulo Nascimento; Infraestrutura, Franklin Willer; Educação, Carlos Lopes da Fonseca; Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes. A diretora de Esporte e Lazer, Vânia Lurdes Cenci; o diretor de Cultura e Turismo, Carlos Junior Gramacho e o superintendente de Trânsito, Adê Cerrado.

Idosos acima de 65 anos e pacientes que realizam tratamento para hemodiálise serão vacinados a partir desta segunda em Luís Eduardo

Serão vacinados contra a Covid-19 partir desta segunda-feira (22) em Luís Eduardo Magalhães, idosos acima de 65 anos e pacientes que realizam tratamento para hemodiálise.

A imunização acontecerá no sistema Drive-Thru montado pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, no estacionamento às margens da BR 242, a partir das 8h.

Lembrando que continua a vacinação para profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia.

2.402 pessoas já foram imunizadas contra Covid-19 em LEM

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Saúde, já imunizou até este sábado (20), 2.402 pessoas contra a Covid-19. Desses, 1.437 foram profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia e 965 idosos.

“A secretaria Municipal de Saúde tem seguido as recomendações do Ministério da Saúde sobre os grupos prioritários que devem ser vacinados neste início de campanha. Recebemos as doses do Governo do Estado e fazemos a distribuição de acordo com o público alvo”, contou a diretora de vigilância em Saúde, Juliana Melo.

2º dose da Coronavac

A equipe de Saúde do Município iniciou a aplicação da 2° dose da Coronavac no sistema Drive Thru no último dia 20 de fevereiro. Até o momento, 1.035 pessoas já foram vacinadas: 715 trabalhadores da saúde e 320 idosos.

As diferenças EUA x Brasil: só uma questão de gerência.

Nos últimos 60 dias, os Estados Unidos enfrentaram nevascas de proporções, alguns trechos de estradas bloqueados e temperaturas de até -30ºC em alguns estados na fronteira com o Canadá. Até a ensolarada Califórnia foi presa de uma nevasca sem precedentes.

Recém está começando a primavera nos EUA e alguns agricultores tratam de virar o solo para descongelar mais rápido e iniciar o plantio de soja, milho e colza.

Apesar de todo esse tempo e enfarruscado, com dificuldades para a aviação e deslocamento rodoviário, os Estados Unidos já aplicou mais de 100 milhões de doses de vacina.

Em contrapartida, o ensolarado e quente Brasil está comemorando que já ultrapassou 15 milhões de vacinados, a grande maioria com a primeira dose.

É uma questão de gestão pública. Neste momento o País não tem sequer um Ministro de Saúde, apesar dos hospitais lotados e as filas de pacientes que desejam morrer ao menos com um pouco de oxigênio.

Emissora de TV Internacional CNN destaca a tragédia brasileira.

Sem vacina, sem liderança, sem solução no horizonte. Como o Brasil se tornou uma ameaça global”. Este é o título de uma reportagem da CNN Internacional, estampada na capa do site da emissora dos Estados Unidos neste sábado (20).

A matéria traz relatos de brasileiros que aguardam vacinas e vagas em hospitais e chama o cenário atual da pandemia no País de “tempestade perfeita”.

“Enquanto as vacinas permanecem escassas no futuro próximo, as únicas formas restantes de controlar o crescimento exponencial da epidemia no Brasil são os métodos que o mundo tem ouvido ad nauseam – distanciamento social, sem grandes multidões, movimentos restritos e boa higiene. Mas em muitos lugares do Brasil, isso simplesmente não está acontecendo”, destaca a reportagem.

O texto também faz críticas diretas a Bolsonaro. “O presidente Jair Bolsonaro, um cético da Covid-19 que zombou da eficácia das vacinas e não as tomou publicamente, anunciou na quinta-feira que entraria com uma ação judicial contra certos estados na Suprema Corte do país, reivindicando a única pessoa que pode decretar toque de recolher é ele – algo que ele prometeu nunca fazer”.

Perigo global

A matéria também alerta que “o Brasil está se tornando um perigo global” com a disseminação de duas novas variantes do vírus na população e em pelo menos duas dezenas de países e a criação de outras variantes, uma vez que não há distanciamento nem vacinação em massa.

“Com a falta de vacinas e um governo relutante em tomar as medidas necessárias para evitar que isso aconteça, não está claro como as coisas vão melhorar no Brasil tão cedo”, diz o texto.

Brasil registra 79.069 novos casos de coronavírus e 2.438 novas mortes por covid-19, diz Ministério da saúde.

O que fazer se nem Ministro da Saúde o País tem? O Brasil é um grande navio, sem leme e sem Capitão, navegando na tempestade, na direção dos arrecifes.

Editado pelo portal Terra.

O Brasil registrou neste sábado 79.069 novos casos de Covid-19 e 2.438 novas mortes, elevando a contagem total de contaminados pelo coronavírus no país a 11.950.459, segundo o Ministério da Saúde.

Na sexta-feira, foram notificadas 90.570 novas infecções, recorde de casos de Covid-19 contabilizados em um único dia, e 2.815 novos óbitos, segunda maior cifra para 24 horas até o momento, abaixo apenas do recorde de 2.841 mortes reportadas na terça-feira.

Levantamento da Reuters aponta que o Brasil é, atualmente, o país com os maiores índices de casos e mortes se consideradas as médias de uma semana, sendo responsável por uma em cada seis infecções registradas em todo o mundo a cada dia.

Estado brasileiro mais afetado pelo coronavírus em números absolutos, São Paulo atingiu as marcas de 2.298.061 casos e 67.414 mortes.

Conforme os números do Ministério da Saúde, Minas Gerais segue como o segundo Estado com maior número de infecções pelo coronavírus registradas, com 1.023.969 casos, mas o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos contabilizados, com 35.017 mortes.

O governo reporta ainda 10.419.393 pessoas recuperadas da Covid-19 e 1.238.314 pacientes em acompanhamento.

E agora? Quidroga deu chabu. Chama o quinto ministro da Saúde aí.

Queiroga está caindo antes de assumir. “Bastaram cinco dias para a imprensa descobrir o real motivo que impede a posse do novo ministro da Saúde”, diz o jornalista Alex Solnik. “Marcelo Queiroga é réu em ação penal contra o patrimônio público.”

Bastaram cinco dias para a imprensa descobrir o real motivo que impede a posse do novo ministro da Saúde, indicado ao pai presidente pelo filho Flávio Bolsonaro..

Segundo a repórter Helena Mader, de O Antagonista, Marcelo Queiroga é réu em ação penal contra o patrimônio público.

Ele administrou, em 2000, um pronto-socorro cardiológico em João Pessoa (PB) chamado Hospital Prontocor que tem dívida milionária com o governo federal por ter deixado de recolher contribuições previdenciárias de seus funcionários.

De Queiroz a Queiroga, a família Bolsonaro adora conviver com foras da lei.

Governo da Bahia abre 10 novos leitos de UTI no Hospital do Oeste

Foto de Anderson Brito

Neste sábado (20) serão abertos dez novos leitos de UTI no Hospital do Oeste, em Barreiras, para o atendimento a pacientes graves com o diagnóstico de coronavírus (Covid-19). Diariamente o Governo da Bahia vem abrindo novos leitos clínicos e de terapia intensiva a fim de ampliar a assistência à saúde dos baianos.

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, detalha que “a macrorregião Oeste passará a ter 134 leitos ativos, sendo 60 de UTI Covid-19. Os municípios que ofertam leitos exclusivos para esta patologia são Barreiras, Barra e Bom Jesus da Lapa”, afirma o secretário.

Nos últimos dias foram abertos novos leitos nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Feira de Santana, Caetité, Guanambi, Camaçari, Alagoinhas, Ilhéus, Jacobina e Porto Seguro.

Toque de Recolher tem horário ampliado em toda a Bahia

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), adiantou nesta sexta-feira (19) que, a partir da segunda-feira (22), o toque de recolher terá o horário antecipado de 20h para 18h em toda a Bahia. A medida terá vigor até o dia 29 de março (leia mais aqui). Portanto, as restrições ocorrerão entre 18h e 5h.

A informação foi confirmada pelo democrata no fim da tarde desta sexta após reunião com o governador Rui Costa (PT) e gestores da Região Metropolitana. De acordo com Bruno, as medidas serão válidas a nível estadual.

Nesse mesmo período, está proibida também a venda de produtos não essenciais, a exemplo de eletrodomésticos e vestuário, em hipermercados e atacadistas. Ou seja, assim como as bebidas alcoólicas no fim de semana, a seção deverá ter o acesso fechado ao público.

Do Bahia Notícias.

Posse de Queiroga pode ser adiada porque Bolsonaro não sabe o que fazer com Pazuello.

Governo teme que Eduardo Pazuello seja preso por algum juiz de primeira instância, caso perca o status de ministro.

“Não está confirmado que Marcelo Queiroga assumirá a Saúde na terça (23). Bolsonaro e militares ainda não sabem o que fazer com o entulho Pazuello.

O presidente quer mantê-lo em algum cargo com status de ministro. Teme que se o general perder o foro um juiz de 1ª instância não irá perdoá-lo”, informa o jornalista George Marques, que cobre os temas de Brasília, em suas redes sociais.

O Governo negacionista, macabro, sem respeito nenhum pela vida humana precisa acabar de uma vez por todas, seja pela interferência da Justiça, do Congresso ou pelo levante popular.

A Índia tem 6 vezes nossa população e menos mortes que a gente. A Rússia ainda não chegou a 100 mil mortes. O Japão não chegou a 10 mil mortes. O Vietnã tem quase 100 milhões de habitantes e teve TRINTA E CINCO MORTES.