A fome ronda 20,7 milhões de brasileiros, segundo IBOPE e UNICEF

De acordo com pesquisa do UNICEF, cerca de 86 milhões de brasileiros viram o rendimento de seus domicílios diminuir desde o início da crise causada pelo avanço da Covid-19

Desde o início da pandemia, em março de 2020, mais de 20,7 milhões de brasileiros deixaram de comer porque não havia dinheiro para comprar mais comida. Esse é o drama vivido por famílias que sofrem com a insegurança alimentar. Os dados constam em pesquisa do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF). Ainda de acordo com o levantamento, 5,5 milhões de brasileiros que moram com crianças ou adolescentes deixaram de comer por dificuldade financeira.

Segundo a especialista do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (UnB), Elisabetta Recine, o grau de insegurança alimentar varia de leve a grave, quando se observa o quadro desde o temor de faltar alimento para os próximos dias, até a situação real de que a pessoa deixou de realizar uma refeição.

 “A insegurança alimentar grave é quando as pessoas em geral tiveram que pular refeição, não comeram o suficiente, enfim, passaram fome, inclusive as crianças. Esse é o grau mais elevado de insegurança alimentar. Logicamente, quando você tem um impacto no peso e na altura, principalmente de crianças, é porque elas sofreram situações agudas ou crônicas de insuficiência alimentar”, pontua.

Leia a íntegra da matéria no portal Brasil 61

Veja outros links em que abordamos o mesmo tema:

Robôs de Bolsonaro tiveram o domingo mais ativo do mundo.

As famosas “click farms” de Bolsonaro não pararam após a campanha de 2018. Agindo com IPs slaves de outros países, ou mesmo com IPs do País, disseminam notícias falsas ou defesas do Governo.

A plataforma Bot Sentinel, que monitora a ação de contas inautênticas no Twitter, mostra que desde o domingo (24) as hashtags bolsonaristas são as que mais registram a ação de robôs em todo o mundo.

As principais hashtags utilizadas pelos apoiadores do presidente nos últimos dias são respostas aos diversos atos pedindo o impeachment de Bolsonaro que foram registrados em todo o país ao longo do fim de semana.

No domingo, a hashtag #TODOSCOMBOLSONARO fechou o dia na liderança da mobilização de robôs, com um total de 780 tweets feitos a partir de contas inautênticas, segundo dados do Bot Sentinel.

Em segundo lugar ficou a #DERRETEVEMPRARUA, que critica o movimento que puxou um dos primeiros atos de grupos de direita pelo impeachment de Bolsonaro.

O top cinco foi todo composto por hashtags bolsonaristas: em terceiro lugar, #FORADORIA; em quarto, #BOLSONAROTEMRAZAO; e, em quinto, #DIABOLSONARO2022.

Nesta segunda (25), os robôs continuaram mobilizados. Na liderança mundial de publicação por contas inautênticas está a #DERRETEVEMPRARUA, seguida de #ESQUERDAQUERBOLSONAROATE2026 e #TODOSCOMBOLSONARO.

Além de serem impulsionadas por robôs e contas inautênticas, as hashtags também foram propagadas por parlamentares da base aliada.

Texto do Congresso em Foco, editado.

Uma luzinha no fim do túnel: 15 milhões de vacinas em fevereiro.

Um novo lote de 8 milhões de doses da AstraZeneca, prometido para 8 de fevereiro, e os 5,4 mil litros de insumos da CoronaVac, que serão recebidos pelo Instituto Butantan, devem completar 15 milhões de doses nos próximos 30 dias.Segundo estimativas técnicas, o Butantan deverá produzir 5 milhões de doses com os insumos.

Aqueles que receberem a vacina da AstraZeneca deverão tomar no próximo mês apenas a primeira dose, porque o prazo para revacinação é maior.

Imagine o que é preservar 15 milhões de vida, retirando brasileiros da espiral violenta do crescimento da pandemia.

A nossa esperança depende de pressionar e pressionar ainda mais as autoridades pela vacinação e pela disponibilidade de meios para enfrentar a pandemia.

O site Urbs Magna, em artigo de Adriana Farias, lamenta a corrupção endêmica e institucionalizada ao analisar casos de fura-filas. Diz o artigo:

A falta de uma política pública concreta, efetiva e fiscalizadora coloca em xeque prefeitos, secretários municipais, empresários, médicos recém-formados e até negacionistas da vacina e da ciência por estarem furando filas na ordem de prioridades estabelecida no plano de imunização federal.

Fica evidente que aqueles que estão na linha de frente do recebimento da vacina, seja porque estão em um cargo prioritário ou porque detém recursos financeiros privilegiados se sentem no direito de se apropriar de doses devidamente selecionadas, mas não para esse grupo, escancarando a porta da vergonha alheia, da corrupção e da criminalidade envolvida no processo.

O cenário já seria vergonhoso se fosse uma doença endêmica. Diante de um quadro pandêmico em que as doses da vacina são insuficientes para atender até mesmo os profissionais da saúde do mundo todo, quiçá do Brasil, pessoas nos cargos públicos administrativos (e seus parentes) ou empresários prestam ao papel de “fura-filas” na ordem de prioridades da vacina.

Um episódio vexatório ocorreu em Manaus, a cidade mais afetada do país, cuja vacinação chegou a ser suspensa para que o Ministério Público investigue casos de fura-fila, expondo prefeitos, parentes desses e servidores públicos.

Segundo informações fornecidas ao G1, Daniel Dourado, médico e advogado do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da USP, lembra que burlar esse tipo de determinação das autoridades em plena pandemia configura crime previsto no artigo 268 do Código Penal, com punição que pode variar de um mês a um ano de detenção, mais multa.

Ele explica o critério que deve nortear a sucessão de fases do plano: vacinar primeiro quem cuida dos doentes e, na sequência, as pessoas mais vulneráveis às formas mais graves da Covid, justamente aquelas que, se contaminadas, precisarão de leitos nos hospitais sobrecarregados.

Um princípio fácil de entender quando se vê a vacina como proteção coletiva. “Mas há quem enxergue como benefício meramente individual”. Para Dourado, a falta de comunicação clara e de uma efetiva coordenação nacional contribui para as infrações.

No entanto, o ato de furar-filas foi identificado em 12 estados e no Distrito Federal. Com isso, espera-se que as leis sejam cumpridas e que os responsáveis sejam devidamente punidos. A elite segue a tradição histórica de levar vantagem em tudo.

Em 2020, Governo Bolsonaro gastou R$ 15 milhões só em leite condensado

Dados do Metrópoles e da Revista Fórum apontam que o Executivo gastou R$ 1,8 bilhão em supermercado no último ano.

A rotina do presidente Jair Bolsonaro de colocar leite condensado no pão no café da manhã fica bem aparente na tabela de compras do Executivo Federal. Levantamento divulgado pelo Portal Metrópoles no domingo (25) mostra que o item está entre os principais gastos do governo em supermercado.

Segundo o (M)dados, foram R$ 15.641.777,49 gastos apenas em Leite Condensado no ano de 2020. Com base no Painel de Compras, do Ministério da Economia, o Metrópoles estimou gastos de mais de R$ 1,8 bilhão no carrinho de compras do governo, um aumento de 20%.

Além dos itens de “cesta básica”, chamam atenção os R$ 16,5 milhões gastos em batata frita embalada, R$ 13,4 milhões em barra de cereal, R$ 12,4 mi em ervilha em conserva, R$ 21,4 mi em iogurte natural. Só em goma de mascar, foram R$ 2.203.681.

Em 2019, primeiro ano de governo, os gastos com leite condensado foram ainda maiores: R$ 26 milhões, segundo o portal de compras do governo.

Mas os gastos foram mais exagerados segundo João Amoêdo:

Chegada de 54.600 doses da CoronaVac leva a Bahia a atingir mais de meio milhão de vacinas recebidas

A terceira remessa de vacinas contra a Covid-19 a desembarcar na Bahia chegou em um voo comercial no final da tarde desta segunda-feira (25), no aeroporto internacional de Salvador. Com 54.600 doses da CoronaVac, o imunizante produzido pelo Instituto Butantan e pela chinesa Sinovac Biotech, a carga seguiu para a Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em Simões Filho,
para que possa ser distribuída para todos os municípios baianos.

Esta nova leva faz parte do segundo pedido para uso emergencial da CoronaVac feito, pelo Butantan, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A autorização foi dada pelo órgão federal na última sexta-feira (22).

Vacinas para a Bahia

A chegada deste novo lote ocorre exatamente uma semana após a primeira remessa de vacinas desembarcar na Bahia, com 376.600 doses da CoronaVac, no final da noite da última segunda-feira (18). Já a segunda leva de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde para imunizar baianos de Salvador e de todas as cidades do interior chegou na manhã deste domingo (24) e foi composta por 119.500 doses da vacina Oxford/Astrazeneca. Ao todo, já foram enviadas à Bahia 550.700 doses de vacinas contra o novo coronavírus.

Repórter: Renata Preza

Olha o tamanho do crime e da imprevidência perpetrados em Manaus.

Isso tudo com Prefeito do PSDB e Governador do PSL, a bunda e as calças com o regime, visita do sinistro Pazuello e todo o mais. São 15 mil casos registrados nos últimos 5 dias e não existe nem a possibilidade de abrir novos leitos, pois falta oxigênio e pessoal. 

A ocupação de leitos clínicos chegou a 126% e, de UTIs, a 107%.

No domingo, 14, menos de uma semana depois da visita de Pazuello a Manaus, as internações atingiram 254. Agora caíram para 112, pelo simples motivo de que não existe oxigênio e pessoas, com mínimas posses, preferem fornecer oxigênio, obtido a maioria das vezes em câmbio negro, em casa para seus doentes.

Um hospital particular, com 200 leitos, conveniado, não está recebendo pacientes por falta de oxigênio.

O Ministro da Logística continua em Manaus, mas mesmo um comboio, com no mínimo quatro carretas de oxigênio, que se aventurou a encarar os atoleiros da BR 319, entre Porto Velho e Manaus, não supriu a demanda. O comboio foi acompanhado pela PRF, DNIT e carretas carregando máquinas rodoviárias pesadas, para puxar os caminhões nos atoleiros.

A demorada opção de transportar carretas de oxigênio em balsas leva até 7 dias de Belém a Manaus. Aliás, em Belém e cidades do Pará também já sentem a falta de oxigênio para atender seus doentes.

Luís Eduardo Magalhães: ex-presidente da Câmara de Vereadores tenta travar orçamento e é derrotado

Renildo Neri: tutelado pelos derrotados para votar contra o Município

Hoje aconteceu na Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães uma sessão extraordinária para votação de uma emenda parlamentar do vereador Renildo Neri (PSD), que definiria em 10% a Suplementação Orçamentária a ser aplicada na Lei Orçamentária de 2021. Porém, o vereador Renildo foi derrotado na votação, que aprovou a suplementação de 100%.

Nos dias que antecederam a votação o vereador Renildo Neri, ex-presidente da Câmara Municipal, tentou articular com outros vereadores eleitos na base da oposição uma manobra para travar a atual gestão, limitando o percentual de transferência de recursos entre as pastas da administração.

No orçamento para 2021, onde o vereador Renildo queria dar apenas 10% de suplementação, estava previsto, por exemplo, apenas R$50 mil para o asfaltamento de ruas do bairro Jardim das Acácias, numa clara manobra para desestabilizar o primeiro ano de governo do prefeito Junior Marabá (DEM).

Vale lembrar que o orçamento que será posto em votação amanhã, foi deixado pelo ex-prefeito derrotado nas últimas eleições. Os vereadores Fabio Lauck (Podemos), Fabio Rocha (PTC), Dé do Sol do Cerrado (PTC) e Vitor do Ferro Velho (PDT) acompanharam o voto do vereador Renildo Nery, que foi o responsável pela emenda que limitaria a suplementação.

A maioria absoluta dos vereadores votou a favor da suplementação de 100%, deixando um recado claro, para os vereadores que decidiram fazer oposição a todo custo, de como irão se comportar quando os projetos forem de interesse da população.

Votaram a favor da população as vereadoras Zezília Martins (Avante), Daiana Faedo (Patriota), Sandra da ONG (PSC) e os vereadores Nei Vilares (DEM), Adelar Cappellesso (PSDB), Raimundo Nacional Motos (PSC), Cristiano Reis (PSD), Silvano Santos (DEM), Lisvan Vasconcelos (PSDB), Fernando Fernandes (DEM), Zadinho Motinha (PSD) e Irmão Deusdete (PDT).

Mais três unidades de saúde retomam atendimento médico em Luís Eduardo

Mais três postos de saúde do município retomaram o atendimento médico nessa segunda-feira (25). A ESF Jardim das Acácias, no bairro Jardim das Acácias, ESF Antônio Carlos Faedo, no bairro Florais Lea e ESF Buriti, na Vila Buriti.

Reestruturação gradual

Hoje Luís Eduardo Magalhães já conta com nove unidades de saúde funcionando,  reabertas de forma gradual, depois de abandonadas pela gestão anterior.

Desde o último dia 18 os postos de saúde do Mimoso 1, Vereda Tropical e Luiz Yoshio Shirabe estão funcionando com atendimento médico.

No dia 06 de janeiro, foi a vez da ESF Conquista, localizada no bairro Conquista, Nair Idite Poganski, no Florais Léa e a Oswaldo Cruz, no Santa Cruz.

Equipe por unidade
ESF Conquista – Bairro Conquista
Médico, dentista e enfermeiro.

Nair Idite Poganski – Bairro Florais Léa
Médico, dentista e enfermeiro.

Oswaldo Cruz – Bairro Santa Cruz
Médico, dentista e enfermeiro.

Luiz Yoshio Shirabe – Bairro Cidade Universitária

Médico, dentista e enfermeiro.

Vereda Tropical – Bairro Vereda Tropical
Médico, dentista e enfermeiro.

Mimoso 1 – Bairro Mimoso 1
Médico, dentista e enfermeiro.

ESF Jardim das Acácias – Bairro Jardim das Acácias
Médico, dentista e enfermeiro.

ESF Antônio Carlos Faedo – Bairro Floraes Lea
Médico, dentista e enfermeiro.

ESF Buriti – Vila Buriti
Médico, dentista e enfermeiro.

Tragédia rodoviária: 21 mortos e 33 feridos em acidente rodoviário na divisa PR/SC

Um ônibus com 54 ocupantes tombou na manhã de hoje na BR 376 em Guaratuba, no litoral do Paraná.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do Paraná, 21 mortes foram confirmadas até o momento.

Outras sete vítimas com ferimentos graves e 19 com ferimentos leves foram atendidas e encaminhadas a hospitais da região, informaram os Bombeiros.

As mais graves foram transportadas de helicóptero para o Hospital Cajuru, em Curitiba, e Hospital São José, em Joinville (SC). Vítimas leves e moderadas foram encaminhadas por ambulâncias a hospitais em Garuva e Joinville, ambas em Santa Catarina.

Equipes dos bombeiros do Paraná e de Santa Catarina, da concessionária Arteris e helicópteros do Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar foram deslocados para o atendimento no local.

Leia mais no UOL.

The Guardian, Londres: o massacre da Covid-19 no Brasil

The Guardian, maior jornal da Inglaterra, diz que Brasil vive “filme de terror” com Covid-19.

De acordo com a publicação, grande parte da culpa pelo caos na capital amazonense “é dirigida ao governo do presidente Jair Bolsonaro, que banalizou a Covid-19”, e ao “obediente ministro da saúde, Eduardo Pazuello – um general do exército sem experiência médica.”

Maior jornal da Inglaterra, o The Guardian publicou neste domingo (24) reportagem avassaladora sobre o colapso no sistema de saúde de Manaus, com a falta de cilindros de oxigênio para garantir a respiração de pacientes em UTIs no começo do mês.

O jornal aponta a culpa de Jair Bolsonaro e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que pregam o suposto “tratamento precoce” contra a Covid-19, mesmo sem comprovação científica para a eficácia de medicamentos contra o coronavírus.

O The Guardian reuniu relatos de quem viveu de perto a crise da saúde na capital amazonense, como a fala de Francisnalva Mendes, chefe de saúde da cidade ribeirinha de Coari – “hoje foi um dos dias mais difíceis em todos os meus anos de serviço público. Você se sente tão impotente” – e a de um trabalhador anônimo – “o que estamos assistindo é um massacre completo, uma situação desesperadora, um filme de terror”.

Segundo a publicação, grande parte da culpa pelo ocorrido “é dirigida ao governo do presidente de extrema direita do Brasil, Jair Bolsonaro, que banalizou a Covid-19, mesmo quando o número de mortos em seu país disparou para o segundo maior da terra”.

O jornal inglês chama ainda Pazuello de ministro “obediente”. “O obediente ministro da saúde de Bolsonaro, Eduardo Pazuello – um general do exército sem experiência médica – visitou Manaus na véspera do colapso da saúde na semana passada, mas empurrou os falsos ‘tratamentos precoces’ de Covid-19 promovidos por seu líder em vez de resolver a crise de oxigênio iminente”.

A reportagem lembra também que em 2020 Manaus sofreu fortemente com a primeira onda da pandemia, que “forçou as autoridades a cavar valas comuns na terra avermelhada da cidade”.

Editado pelo Brasil247 e O Expresso.

Atlético, Grêmio, Flamengo, Palmeiras e São Paulo fraquejam. Inter assume liderança isolada do Brasileirão.

Se o título precisa de uma provação, ela está aí. Depois de golear o São Paulo, assumir a liderança e ver todos os rivais do topo da tabela perderem no fim de semana, o Inter venceu o Gre-Nal 429 neste domingo, no Beira-Rio, pela 32ª rodada do Brasileirão, e abriu quatro pontos de vantagem ao segundo colocado. Além disso, interrompe um jejum de 11 jogos sem vitórias sobre o maior rival. O Grêmio sai do clássico na bronca com a arbitragem por dois lances de pênalti nos acréscimos do clássico.

Deu tudo mais que certo

A virada colorada com gol de pênalti de Edenilson aos 52 minutos do segundo tempo coloca o time de Abel Braga quatro pontos à frente do São Paulo, segundo colocado.

Com o oitavo triunfo seguido, o Inter vai a 62 pontos a seis rodadas do fim. O São Paulo, que empatou com o Coritiba, tem 58.

Ainda, o Flamengo, em terceiro, perdeu para o Athletico-PR e ficou com 55.

O Atlético-MG foi derrotado pelo Vasco e segue em quarto, com 54.

Quinto colocado, o Palmeiras perdeu para o Ceará e estaciona nos mesmos 51 do Grêmio, que se mantém em sexto.

Gasolina de qualidade já custa R$7,00 em Brasília. Viva!

Quer botar gasolina premium no importado? Pois bem: em Brasília ela já custa R$7,00 o litro. Mas mesmo a comunzinha, super misturada, está valendo acima de R$5,00 na Capital Federal.

Os donos de postos jogam a culpa dos recentes aumentos da gasolina nos impostos e na Petrobras, que vem corrigindo os valores nas refinarias, mas é certo que alguns empresários estão passando dos limites. Há gasolina sendo vendida a R$ 5,199 o litro, como na 314 Norte, em Brasília.

Quando se deparam com esses preços, muitos motoristas estão dando meia-volta e procurando postos onde a gasolina esteja sendo comercializada a valores mais acessíveis. Infelizmente, não dá para fugir muito, pois os combustíveis ficaram mais caros em todo o Distrito Federal.

“Está uma loucura”, diz o motorista de transportes por aplicativos Mário Gomes, 41 anos. “Estou trabalhando no limite. Rodo com o tanque quase vazio, sempre procurando preços menores para abastecer”, ressalta. “É questão de sobrevivência. Gasolina acima de R$ 5 o litro é inaceitável.”

Gomes diz que, nas suas andanças, pode perceber que alguns postos de Águas Claras, às marges da Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG), e do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), decidiram fazer promoções no fim de semana.

Assim, o litro da gasolina, que, nesses postos, estava sendo vendido por R$ 4,959, pode ser encontrado por R$ 4,659. “Estamos falando de uma diferença de R$ 0,30 por litro. No meu caso, que rodo mundo, é uma economia e tanto”, afirma.

Ninguém, no entanto, espera um alívio maior e imediato nos preços da gasolina a curto prazo. A Petrobras já avisou que, enquanto o dólar e as cotações do petróleo no mercado internacional continuarem subindo, repassará esse custo extra aos consumidores.

Conteúdo do Correio Braziliense, editado

Até os amarelinhos da direita namastê protestam contra Jair.

Carreata na avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo.

Depois das carreatas de ontem, em 23 cidades do País, da Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, alguma gigantescas, outras mais tímidas, hoje é a vez do MBL (Movimento Brasil Livre) e o Vem Pra Rua organizarem suas manifestações.

O formato de protesto em carreatas foi escolhido para reduzir o risco de contágio da covid-19 entre as pessoas.

Segundo o MBL, o grupo preferiu protestar no domingo porque o movimento é forte em São Paulo, com muito comerciantes que trabalham sábado e preferem protestar aos domingos.

Se a direita namastê já está na rua, o mandato de Jair Bolsonaro perdeu o pé na escada e está pendurado no pincel. Jair vai ter que lutar até a morte para não deixar o poder, porque se cair vai ser julgado, junto com os filhos, e vai parar numa cadeia infecta. 

Bahia receberá apenas 119,5 mil vacinas indianas

Com quase 15 milhões de habitantes, a Bahia vai receber 119.500 vacinas da AstraZeneca que chegou ao País esta semana. Não é o suficiente para vacinar 1% da população de maior risco. Vamos ver quantas dessas vacinas chegam a Barreiras e quantas chegam a Luís Eduardo Magalhães.

Quanto ao gado, vai ficar mesmo com Ivomec, que alisa o pelo, elimina vermes intestinais e não deixa nem carrapato nem berne chegar perto.

Não fosse a estupidez do “Rei do Gado” ao negociar em meados do ano passado com a Pfizer, poderíamos já ter vacinado 70 milhões de pessoas.

O primeiro ministro Boris Johnson, da Inglaterra, afirmou, esta semana, que, “além de se espalhar mais rapidamente, agora também parece que há alguma evidência de que a nova variante do Coronavírus, aquela que foi identificada pela primeira vez em Londres e no sudeste, pode estar associada a um maior grau de mortalidade.”

Boris Johnson seguiu com sua afirmação, em vídeo disponibilizado pelos canais de notícias, que “é em grande parte por causa do impacto dessa nova variante que o sistema de saúde está sob pressão intensa”.

“Todas as evidências atuais continuam a mostrar que ambas as vacinas que usamos atualmente permanecem eficazes, tanto contra a variante antiga quanto contra esta nova”, afirmou Johnson.

No Brasil, a nova variante do coronavírus está sendo encontrada em quase metade dos casos registrados em Manaus.

Biden estima que pandemia matará 600 mil antes de amainar

O presidente dos EUA, Joe Biden, estimou nesta sexta-feira (22) que a pandemia de coronavírus matará “mais de 600 mil” americanos.

“Estamos com 400 mil mortos, espera-se que cheguemos a muito mais de 600 mil”, disse o novo chefe da Casa Branca a repórteres.

Essa é estimativa mais alta, até o momento, dos óbitos causados pelo coronavírus nos Estados Unidos.

“As famílias passam fome. Pessoas correm o risco de serem despejadas. A perda de empregos está aumentando novamente. Precisamos agir”, enfatizou

As declarações de Biden vem no momento em que os Estados Unidos ultrapassam 410 mil mortes pela doença e com 24,6 milhões de infecções confirmadas desde o início da pandemia, há pelo menos um ano.

Do Urbs Magna

Avião cai em Porto Nacional e mata jogadores do Palmas

Um acidente aéreo matou hoje (24) o presidente do Palmas Futebol Clube, Lucas Meira, de 32 anos, e mais 4 jogadores: Lucas Praxedes, 23, Guilherme Noé, 28, Ranule, 27, e Marcus Molinari, 23.

O comandante da aeronave, identificado até o momento apenas como “Wagner”, também morreu na tragédia. A queda do avião ocorreu em Luzimangues, distrito do município de Porto Nacional, no Tocantins, logo após a decolagem.

Essa parte da delegação do time viajaria para Goiânia, local do jogo marcada para amanhã (25) contra o Vila Nova, pela Copa Verde – no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga. O avião decolou por volta das 8h15 de hoje, mas caiu no final da pista da Associação Tocantinense de Aviação.

O bimotor acidentado.

Os verdadeiros donos do Poder já decidiram que Bolsonaro é inconveniente.

“As classes hegemônicas já decidiram que o Bolsonaro é inconveniente para seus interesses de longo prazo”, diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, em entrevista concedida à TV 247 nesta sexta-feira (22).

Referindo-se à postura crítica da grande mídia em relação a um governo que ajudou a eleger, a começar pela TV Globo,  ele afirma:

“José Roberto Marinho não faz coisas à toa”.

Na visão do embaixador, a atuação catastrófica do governo na pandemia da Covid-19, somada à derrocada de seu protetor Donald Trump, explica o novo ambiente político, no qual a elite brasileira passa a reconhecer Bolsonaro como aquele capataz de fazenda que atrapalha os negócios porque “está maltratando escravos”.

Autor de livros importantes sobre o desenvolvimento do país, como “Desafios brasileiros numa era de gigantes” e “Quinhentos anos de periferia”, e autor do artigo “Estados Unidos versus China versus Brasil”, sobre episódios recentes na história diplomática mundial, na entrevista, Samuel se vale de uma perspectiva histórica para debater possíveis rumos para o país.

Veja a íntegra da matéria clicando aqui.

Carreatas tomam conta das principais cidades do País: “Fora, Bozo!”

A classe média, que paga gasolina a R$5,00 o litro, saiu às ruas no dia de hoje, pedindo o impeachment do Presidente da República.

Quando o povo do morro e da comunidade ficar sabendo que os bem nascidos estão tomando conta das poucas vacinas que chegam ao País, a situação tende a se agravar.

Bolsonaro confia que milicianos reprimam as manifestações populares. Quando as primeiras vítimas começarem a tombar na rua acho que ele terá uma conversinha com o pessoal de uniforme VO, lá no Forte Apache.

No momento que eles entenderem que se Mourão ficar no poder, sem as trapalhadas de Bolsonaro, a Mamataria Geral da República está garantida, o mandato do atual inquilino do Planalto não valerá uma nota de R$3,00.

Vem aí uma nova “escolha difícil”: Huck está saindo da Globo para concorrer à Presidência.

Assim como em 2018, quando o eleitor hesitou, numa “escolha difícil”, ao votar em segundo turno, em um Professor Universitário, com experiência em gestão pública, Haddad, ou em um deputado do baixíssimo clero, com ligações incestuosas com a milícia do Rio, e aposentado por incapacidade mental no Exército, agora outra encruzilhada se apresenta.

Ou o eleitor vota no Juiz corrupto e treteiro ou no apresentador de Televisão, aecista de primeira hora, grande criador dos quadros “Lata Velha”, “Agora ou Nunca” e “Lar Doce Lar”.

 O apresentador Luciano Huck já estaria com data definida para sair da TV Globo e começar a campanha para a eleição presidencial em 2022. Ele deve anunciar seu desligamento da emissora em maio, segundo a revista Contigo!.

Huck se filiará ao Democratas, partido do ex-prefeito ACM Neto e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Ainda de acordo com a publicação, o apresentador teria escolhido para seu vice Eduardo Leite, atual governador do Rio Grande do Sul.

Em setembro de 2019, a Globo chegou a divulgar uma nota afirmando que, se Luciano Huck optar pela carreira política, deverá se desligar da emissora e não poderá voltar após as eleições.

Diante das especulações de que seria candidato, a Globo o procurou para saber se de fato ele concorreria à Presidência e enfatizar que, se assim fosse, teria de se submeter às regras da emissora, segundo as quais a vida político-partidária é incompatível com a permanência nos quadros da Globo, mesmo depois do processo eleitoral.

Tais regras estão em vigor e são válidas para todos os talentos da emissora. E visam a resguardar a postura de “completa isenção” da Globo.

Na conversa, como a emissora esperava, Luciano Huck foi franco, correto e aderente às regras mencionadas”, afirmou a emissora ao jornalista Tales Faria, do UOL.

Mundo cão: Mulher atira em marido depois de achar vídeo íntimo da filha no celular.

De Lucas Pavanelli e Célio Ribeiro no R7.

A Polícia Militar prendeu na noite de quinta-feira (22), uma mulher suspeita de atirar no próprio marido em Manhumirim, a 310 km de Belo Horizonte. Ela teria cometido o crime após encontrar vídeos íntimos da filha do casal no celular dele.

A Polícia Militar foi até o bairro Córrego Lessa após receber denúncias de uma tentativa de homicídio. Durante o trajeto, eles acabaram encontrando com a suspeita, de 35 anos, que estava caminhando em uma das ruas do bairro.

Aos policiais, a suspeita alegou que o marido teria chegado em casa por volta das 17h com sinais de embriaguez e o casal teria começado a discutir.

O marido foi dormir e a mulher decidiu pegar o celular dele. Ela afirma que encontrou no celular alguns vídeos da filha do casal, de 18 anos, tomando banho.

Revoltada, ela decidiu questionar o marido, que teria ameaçado ela de morte e, na sequência, pegado uma arma. A mulher teria, então, tirado a arma da mão do homem e dado um tiro na barriga dele.

Além dos vídeos da filha, a mulher também alegou que sofria violência doméstica recorrentemente. No local, os militares encontraram um revólver calibre 38 com 5 balas intactas e a cápsula da bala disparada pela suspeita.

40% reprovam governo Bolsonaro e 31% aprovam, aponta pesquisa Datafolha.

Do G1 e Rede Globo.

No levantamento anterior, de dezembro, 37% consideravam governo ótimo ou bom e 31%, ruim ou péssimo. Para 42%, Bolsonaro deve sofrer impeachment; 53% são contra.

Levantamento do instituto Datafolha divulgado na tarde desta sexta-feira (22) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” informa que cresceu a reprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro diminuiu a aprovação.

Em resumo, os resultados da pesquisa são os seguintes:

  • Ótimo/bom: 31%

  • Regular: 26%

  • Ruim/péssimo: 40%

  • Não sabe: 2%

A pesquisa ouviu 2.030 pessoas nestas quarta (20) e quinta (21) por telefone em razão das limitações motivadas pela pandemia de Covid-19. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

De acordo com o Datafolha, 40% dos entrevistados classificaram o governo como ruim ou péssimo — eram 32% no levantamento anterior, entre 8 e 10 de dezembro.

Os que consideravam o governo ótimo ou bom eram 37% e agora são 31% e os que julgavam regular eram 29% e agora são 26%, segundo o instituto.

Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados rejeitam o impeachment de Bolsonaro e 42% são favoráveis.

Confiança

O Datafolha aferiu o grau de confiança dos entrevistados em relação às declarações de Bolsonaro:

  • Nunca confiam: 41% (eram 37% na pesquisa anterior)

  • Às vezes confiam: 38% (eram 39%)

  • Sempre confiam: 19% (eram 21%)

  • Não sabem: 2% (eram 3%)

Gestão da crise

  • Acham o presidente capaz: 46% (eram 45%)

  • Acham o presidente incapaz: 52% (eram 50%)

Nota da Redação:

Seguramente, chega-se a conclusão que entre esses 40% que acham o Governo ruim ou péssimo, estão aqueles desempregados (mais de 14 milhões), os que vivem na economia informal (mais de 40 milhões) ou aqueles, que pressionados pela violenta inflação dos alimentos e dos preços dos serviços básicos, recuaram por cima da linha da miséria. De fato, uma minoria, cuja opinião não importa.

Mais: esses 41% que nunca confiaram e os 38% que desconfiam, bem como os 52% que acham o Presidente incapaz são aqueles mesmos renitentes que votaram em Haddad no segundo turno das eleições de 2018. A opinião dos perdedores não interessa.

Salvando os riquinhos e os poderosos que querem aglomerar

Chegaram mais 2 milhões de vacinas da Índia e o Butantan foi autorizado a comercializar mais 4,8 milhões de vacinas.

Se depender da logística do general Pesadelo, o novo lote vai ser todo distribuído para os mais chegados, para os que tem dinheiro e para os ricos, nem que tenham que ser nomeados como funcionário da Saúde.

Os brasileiros não se cansam de envergonhar o Brasil.

Hoje o País registrou 1.096 óbitos em decorrência da Covid-19 e 56.552 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

No total, o Brasil já perdeu 215.243 vidas para a doença e computou 8.753.920 casos de contaminação.

Estudos sobre cloroquina foram fraudados para obter financiamento.

Didier Raoult fraudou resultados sobre cloroquina para obter financiamento do governo, denuncia TV francesa.

Vale tudo por dinheiro? Erros metodológicos considerados pelos mais renomados cientistas da Europa como “grosseiros”. Um laboratório de pesquisa onde a regra é o autoritarismo, o medo e as ameaças. Tudo para ter o maior número possível de publicações e um financiamento anual de 10 milhões de euros?

Segundo reportagem veiculada nesta semana pelo canal de televisão francês M6 sobre “o mistério Didier Raoult”, por trás da defesa da cloroquina para tratar Covid-19, escondem-se métodos nada científicos, condições de trabalho “deploráveis” e conflitos de interesse. E sobretudo, muito dinheiro.

A investigação durou quatro meses e ouviu cientistas que trabalharam no laboratório IHU (Instituto Hospitalar Universitário) de Marselha (França), dirigido desde 2011 pelo defensor da cloroquina. Também foram ouvidos representantes da comunidade médica, que hoje o processa por considerar seu tratamento para a Covid-19 como charlatanismo.

A reportagem relembra como o médico desconhecido de uma maioria de franceses “entrou em cena” na defesa da cloroquina e desmonta a farsa.

“Uma figura contestada que apareceu durante a crise, o professor de Marselha Didier Raoult, gênio incompreendido para uns, um sábio louco para outros”, resume Bernard de la Villardière, apresentador do programa.

Deturpação de fonte

Em fevereiro de 2020, depois de minimizar a pandemia, Raoult vem a público numa coletiva de imprensa improvisada anunciar a “descoberta”: “os resultados de um estudo chinês acabam de sair: a cloroquina é eficaz contra o coronavírus”.

“Na época, o professor Didier Raoult minimiza a periculosidade do medicamento: ‘a infecção respiratória mais fácil de tratar’. Atenção, não haverá mais cloroquina nas farmácias em breve’”, brincava o professor.

Ele citava um estudo da China, que, segundo ele, provaria a eficácia do tratamento. “O estudo chinês citado por Raoult não é verdadeiramente um estudo científico”, afirma a reportagem.

“Quando Didier Raoult anuncia o efeito da cloroquina, ele explica que os chineses encontraram um medicamento. Todos fomos procurar a fonte. E a fonte era, na verdade, muito pobre. Era um relatório de uma reunião”, afirma Renaud Piarroux, professor de doenças infecciosas, e que trabalhou por muitos anos com Didier Raoult.

A referência é “Breakthrough: Chloroquine phosphate has shown apparent efficacy in treatment of COVID-19 associated pneumonia in clinical studies” (fosfato de cloroquina mostrou eficácia aparente no tratamento de Covid-19 associada à pneumonia em estudos clínicos), de Jianjun Gao, Zhenxue Tian e Xu Yang. “Na verdade, trata-se de um relatório que fala apenas em eficácia aparente”, diz a reportagem.

“Apesar da superficialidade da publicação chinesa, Didier Raoult aposta tudo na hidroxicloroquina, molécula próxima da cloroquina”.

“Eles diziam que a cloroquina funcionou em 400 pacientes, mas isso não é suficiente para fazer disso um resultado científico”, diz o professor Renaud Piarroux.

Um estudo rápido demais

Na entrevista à reportagem do Enquête Exclusive, Renaud Piarroux observa que o primeiro estudo sobre a Covid-19 publicado por Didier Raoult, em março do ano passado, não possuía número suficiente de pacientes para ser conclusivo.

“No momento em que ele propõe a hidroxicloroquina, na verdade não havia muitos doentes. Então ele propõe que o laboratório que ele dirige publique rapidamente uma solução em torno do medicamento que ele pensa ser eficaz, com base em 25 pacientes”.

“O primeiro estudo científico de Didier Raoult sobre a hidroxicloroquina é realizado em um tempo recorde. Ele submete o projeto de pesquisa, ele obtém a autorização e no dia 20 de março sai uma publicação”, afirma.

Dos ensaios clínicos à publicação do artigo de Raoult, apenas duas semanas se passaram. “Um delay de 14 dias entre os ensaios clínicos e a publicação de resultados é extremamente curto e suscita questionamentos”, diz a reportagem.

Segundo a investigação, questionável também é a escolha do meio. “Raoult decide fazer sua publicação numa revista confidencial (voltada para um público restrito de pessoas), a International Review of Microbial Agents, e não numa revista de referência como The Lancet ou The New England Journal of Medicine”, afirma o programa.

“Ele decide publicar o mais rápido possível e fazer uma comunicação em torno. Será que ele se disse que não funciona tão bem assim? Não é lógico”, afirma Piarroux.

Escassez de soja, milho e trigo é a maior dos últimos anos.

Entrevista do Notícias Agrícolas relata a desorganização dos mercados internacionais de soja, os estoques quase zerado, e a necessidade de três anos, pelo menos, de safras de soja cheias para recompor os estoques globais 

As baixas fortes e consecutivas que o mercado da soja na Bolsa de Chicago vem registrando nos últimos dias é um movimento natural e que já vinha sendo esperado, dada a velocidade da escalada das cotações nos últimos meses, como explicou o diretor da SIMConsult, Liones Severo, em entrevista ao Notícias Agrícolas nesta sexta-feira (22). Trata-se de uma perda acumulada de quase 6% na semana.

No entanto, há uma latente necessidade de racionamento do consumo não só da soja em grão, mas do farelo e do óleo com preços que deveriam estar ainda mais elevados para que esse movimento se concretize frente a um quadro de oferta muito limitada.

Os fundos investidores vêm carregando posições compradas recordes na oleaginosa, nos derivados, e também no milho e no trigo, o que os incentivou a aproveitar a oportunidade dos preços bastante altos para realizar lucros.

Mas, “na medida em que eles atuam dessa maneira eles destroem a capacidade de racionar. E o racionamento é, exatamente, a necessidade de destruir o processamento industrial. E os fundos, nessa competição, atuam de forma diversa da necessidade do mercado de fazer esse racionamento”, diz.

E o racionamento tem de acontecer. “Não vai ter mais soja no mundo para o mercado consumir e os preços vão subir”, complementa Severo, afirmando que o mundo registra, atualmente, a mais ampla escassez de grãos – soja, milho e trigo – dos últimos anos. “A escassez soberana nos EUA é evidente e já reconhecida por todo mercado”.

Ao lado da oferta passando por uma rápida da drenagem, a demanda por soja registra um crescimento além de muito forte, também bastante rápido, intensificado pela recomposição dos rebanhos na China, o que consolida mais um sinal da necessidade de os preços refletirem esse quadro e, ainda como explica o consultor, os preços voltarem a subir.

“E não deve demorar muito, porque não tem mais produto. O fundamento é o produto e não tem mais, é a lei natural do mercado. Temos que ter um pouco de calma porque o mercado também se constrói no tempo”, explica Severo. E complementa dizendo as distâncias, tempos logísticos e custos também têm de ser considerados para a formação dos preços.

Já há um déficit de ao menos 10 milhões de toneladas na oferta e serão necessários mais três anos, pelo menos, de safras cheias para trazer alguma normalidade e recuperação aos estoques. O diretor do SIM afirma ainda que a situação do milho pode ser ainda mais grave e apertada do que a da soja, o que se estende também para o trigo.

“Eu considero esse momento com a escassez de produtos mais ampla de todos os tempos (…) O mundo tem que pagar para que se produza mais e conseguirmos alimentar essa população que está crescendo todos os dias. E vai pagar”, diz Severo.

Divórcios em Cartórios de Notas registram recorde histórico no Brasil em 2020

Segundo semestre de 2020 teve o maior número de dissoluções matrimoniais desde o início da prática do ato, em 2007. Cartórios da Bahia registram queda de 9% na comparação no mesmo período.

O longo período de convivência contínua entre casais durante a pandemia e a facilitação do processo de divórcio em Cartórios de Notas, agora também realizados pela internet pela plataforma, já apresentam seus reflexos para as famílias brasileiras. O levantamento do Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), entidade que reúne os Cartórios de Notas do País, aponta que o segundo semestre de 2020 registrou o maior número de dissoluções matrimoniais desde o início da prática do ato em Cartório, em 2007.

O número total de 43.859 divórcios extrajudiciais, realizados diretamente em Cartórios de Notas, no segundo semestre de 2020 no Brasil, é 15% maior do que as 38.174 dissoluções matrimoniais ocorridas no segundo semestre de 2019. A variação de um ano para outro é ainda 13 pontos percentuais superior à média histórica nacional, que apontava crescimento anual de 2% nos divórcios em Cartórios desde 2010, ano em que foi introduzido o divórcio direto no Brasil (Emenda Constitucional nº 66/2010). Outubro foi o mês com maior número de divórcios desde 2007 – mais de 7,6 mil no País.

Ao contrário do Brasil, o Estado da Bahia apresentou queda de 9% no número de divórcios no segundo semestre de 2020 em relação ao ano anterior, fato que deve mudar à medida em que a disseminação da plataforma digital ganhe maior destaque. “Mesmo com a singularidade de 2020, que provocou muitas mudanças no nosso convívio e atividades, conseguimos prestar serviços aos nossos cidadãos de forma eletrônica, possibilitando praticidade e segurança na resolução de conflitos”, destacou o presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Bahia (CNB/BA), Giovani Guitti Gianellini.

Quando somados aos números do primeiro semestre do ano, o total de divórcios em 2020 não ultrapassa os realizados em 2019, em razão da interrupção dos serviços nos Cartórios nos meses de março e parte de abril, além das medidas restritivas adotadas nos meses subsequentes para a manutenção do distanciamento social. Além disso, foi no mês de julho que teve início a prática de atos de forma online, autorizadas pelo Conselho Nacional de Justiça por meio da plataforma e-Notariado.

Como fazer um divórcio online

Para realizar o divórcio em Cartório de Notas o casal deve estar em comum acordo com a decisão e não ter pendências judiciais com filhos menores ou incapazes. O processo pode ser realizado de forma totalmente online, por meio da plataforma e-Notariado, onde o casal, em posse de um certificado digital emitido de forma gratuita por um Cartório de Notas, poderá declarar e expressar sua vontade em uma videoconferência conduzida pelo tabelião.

Os serviços desta plataforma também estão disponíveis em aparelhos celulares. Pelo e-Notariado também é possível realizar testamentos, inventários, uniões estáveis, escrituras de compra e venda e muitos outros atos notariais. Os valores são os mesmos praticados nos serviços presenciais e regulamentados em tabela definida por lei estadual.

Aprovação do Presidente e do Governo despenca 11% em uma semana.

A aprovação à gestão do presidente Jair Bolsonaro caiu de 37% para 26%, a maior queda semanal desde o início de seu governo, segundo resultados de uma pesquisa da revista  EXAME e do Instituto IDEIA.

O resultado está no mesmo nível de junho de 2020, um dos momentos mais críticos da pandemia. A queda fez com que a desaprovação ao governo saltasse para 45%.

A desaprovação de Bolsonaro é maior entre as pessoas com maior renda e maior escolaridade: entre os que ganham mais de cinco salários mínimos, 58% não aprovam a gestão do presidente. No grupo dos que têm ensino superior, 64% desaprovam o governo federal.

O levantamento foi realizado por telefone, em todas as regiões do país, e entrevistou 1.200 pessoas, entre os dias 18 e 21 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O percentual de pessoas que considera o governo ótimo ou bom passou de 38% para 27%.

Do mesmo modo, o grupo que avalia a gestão Bolsonaro como ruim ou péssima subiu de 34% para 45%.

Obra do Hospital de Luís Eduardo deve estar pronta em novembro

Leão prometeu ajuda substancial para “vestir” o Hospital e financiar os equipamentos necessários. A operação do estabelecimento deve exigir também recursos de monta, que contarão com repasses estaduais e federais para intervenções de alta complexidade.

Para quem acompanha com ansiedade a construção do Hospital Municipal de Luís Eduardo Magalhães, desde as promessas de campanha de Oziel Oliveira, em 2008, temos uma informação da assessoria de imprensa de Júnior Marabá:

O valor global da obra é R$ 29.918.632,07 (vinte e nove milhões, novecentos e dezoito mil, seiscentos e trinta e dois e sete centavos), com financiamento da agência de desenvolvimento do Estado, a Desenbahia.

Segundo a mesma assessoria o valor executado da obra é de R$ 5.292.783,38 (22% concluída) e a empresa responsável pela construção, a Metro Engenharia.

O início da obra se deu em maio de 2020 e a previsão de finalização da construção é novembro de 2021.

Em sua visita esta semana ao Município, o vice-governador e Secretário de Infraestrutura da Bahia, João Leão, prometeu ajuda substancial do Governo para equipar o Hospital.

Os golpistas de 2016, nomeados um a um por Eduardo Cunha.

Maia e Baleia, golpistas de primeira hora.

O ex-deputado federal Eduardo Cunha, condenado a 14 anos e seis meses de prisão no âmbito da Lava Jato, relata no livro “Tchau Querida, o Diário do Impeachment”, que deverá ser lançado em abril,  que o golpe parlamentar de 2016 que resultou no impeachment da então presidente Dilma Rousseff, foi tramado no apartamento do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e contou com o apoio do PSDB.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, Cunha relata, ainda, que o primeiro pedido de afastamento  foi feito pelo então deputado Jair Bolsonaro.

Segundo Cunha, a reunião que resultou na trama que desaguou no afastamento da presidente Dilma Rousseff teria sido realizada no apartamento do Rodrigo Maia, no Rio de Janeiro.

Além deles, os deputados Carlos Sampaio, à época líder do PSDB na Câmara, e Bruno Araújo, atual presidente nacional da legenda tucana, teriam participado do encontro.

Na obra, Cunha também diz que o deputado baleia Rossi (MDB-SP), que atualmente é o candidato de Maia e conta com o apoio do PT na disputa pela presidência da Câmara, também teria atuado nas articulações do impeachment. Michel Temer, então vice-presidente, também terá tido um papel fundamental no processo.

Segundo o ex-parlamentar, Temer “simplesmente quis e disputou a Presidência de forma indireta”. “Foi, sim, o militante mais atuante. Sem ele, não teria havido impeachment”, assegura.

Sobre a participação de Jair Bolsonaro, ele afirma que “o primeiro pedido de impeachment coube ao então deputado (…), em função das denúncias de corrupção na Petrobras. Eu rejeitei o seu pedido. De todos os pedidos por mim rejeitados, Bolsonaro foi o único que recorreu”.

Que maldade fizeram com o nosso mito, o Soberano de todos os brasis!

Esse povo da imprensa é maldoso. Principalmente os fotógrafos. Nessa foto, dão a entender que nosso muy leal Soberano é um verme, que vai matar umas 400 mil pessoas nesta pandemia por pura incúria, descaso e negativismo.

Nem poderia ser um verme, pois ele toma Ivermectina, ideal para parasitos de toda ordem, inclusive piolhos, carrapatos, nematodeos intestinais e oxiúros, aqueles que dão coceira no fiofó.

Mais um dia com mais de 1.300 vítimas da Covid-19

O total de pessoas que morreram de covid-19 desde o início da pandemia chegou a 214.147 com o novo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde hoje (21). Nas últimas 24 horas, foram registrados por equipes de saúde mais 1.316 mortes.

Foi o segundo dia seguido com mais de 1.300 óbitos confirmados. Ontem, o total acrescido às estatísticas foi 1.340. Há 2.835 mortes em investigação por equipes de saúde.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 8.697.368. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde confirmaram 59.119 novos diagnósticos positivos de covid-19.

Há 902.480 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde. O número marca um aumento de 40 mil pacientes em observação em relação a ontem. O número de recuperados é de 7.580.741 pessoas.

“Manaus está perdida”, diz pesquisador. Ele pede envio de missão internacional.

Imagem: Sandro Pereira/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Diante do colapso do sistema de saúde por causa da segunda onda de coronavírus em Manaus, o epidemiologista Jesem Orellana, da Fiocruz-Amazônia, defendeu, em alerta divulgado nesta quinta-feira, 21, o envio urgente de uma missão de observadores internacionais, por não ser “mais possível confiar nos diferentes níveis de gestão que estão à frente da epidemia”.

No comunicado, com o título “Manaus está perdida e a covid-19 explodiu”, o pesquisador também pede a decretação imediata de lockdown para evitar mais mortes na cidade.

Ainda em dezembro, Orellana havia previsto que, sem medidas mais restritivas, Manaus viveria um novo boom da covid que resultaria no salto do número de óbitos. Agora, após ter os alertas negados e ver a tragédia se confirmar, com registro até de pacientes mortos por falta de oxigênio hospitalar, o epidemiologista diz que a condução da crise sanitária está “entrando para a história recente das pandemias como uma das mais dramáticas experiências sanitárias e humanitárias já documentadas”.

“Minha previsão, de que o mês de janeiro seria o ‘mês das lamentações e do luto’, está mais do que confirmada e, por mais desumano e monstruoso que pareça, em Manaus, capital mundial da covid-19, não há qualquer sinal de ‘lockdown'”, escreveu.

“Isto parece ser parte de um projeto que muitos insistem em não enxergar e, neste caso, Manaus é o laboratório a céu aberto, onde todo tipo de negligência e barbaridade é possível, sem punição e qualquer ameaça à hegemonia dos responsáveis.”

Orellana também destaca que as 945 mortes confirmadas, só nos 20 primeiros dias de janeiro, já se aproximam de todos os óbitos somados entre agosto a dezembro, quando 1.308 pessoas morreram por covid. Os dados foram compilados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o órgão oficial.

Ainda de acordo com informações compiladas pelo cientistas, Manaus tem registrado médio diária de 27 mortes em casa, entre os dias 13 e 19.

“Dezenas de pessoas que foram a óbito em casa sufocadas sem assistência médica, que ficaram à deriva ao sabor do maior mercado paralelo de oxigênio medicinal para uso domiciliar”, relatou. “Boa parte pode ter acabado sufocada e ocasionado danos psicológicos irreversíveis em familiares e entes queridos.”

Para enfrentar a situação, Orella afirma não ser “mais aceitável que se acredite na descabida tese da imunidade de rebanho” ou “em tratamentos inexistentes”.

Também explica que, embora a campanha de vacinação tenha começado, “seus efeitos só poderão ser sentidos daqui a alguns meses, o que significa que, no curto prazo, precisamos de medidas em caráter tempestivo e emergencial”.

Para isso, diz o cientista, é preciso “um severo ‘lockdown’ em Manaus, com ao menos 21 dias de duração, ou veremos esta tragédia se aprofundar ainda mais”.

Outra medida, defende, é a fiscalização externa.

“Precisamos urgentemente de observadores internacionais independentes ligados à Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e à Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos (CNUDH), pois não é mais possível confiar nos diferentes níveis de gestão que estão à frente da epidemia em Manaus.”

Do Estadão.