







O avião com primeiras doses da vacina contra o novo coronavírus chegou à Bahia às 22h22 desta segunda-feira (18).
A carga saiu da região metropolitana de Minas Gerais com destino ao Aeroporto Internacional de Salvador. Houve atraso na entrega, segundo a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), as doses chegariam pela manhã, mas o horário exato não foi informado. Em seguida, foi alterado para 17h desta segunda-feira e depois para a partir das 22h05.
De acordo com a programação do Ministério da Saúde, a Bahia vai receber 376 mil doses na primeira remessa de vacinas enviadas aos estados.
A vacinação em Salvador está prevista para às 7h de terça-feira (19), no Hospital Santo Antônio, que pertence as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid). A primeira vacinada será uma idosa atendida pelas Obras Sociais. Na cerimônia estarão presentes o prefeito de Salvador, Bruno Reis, e o governador da Bahia, Rui Costa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/M/I/4wBhZvRr6LyutQAwccPw/whatsapp-image-2021-01-18-at-22.52.59.jpeg)
A estratégia usada para essa primeira remessa será através de 11 equipes volantes nos próprios locais selecionados. Por isso, a população não deve se direcionar a nenhum ponto de vacinação neste momento. A programação segue recomendação de informe técnico emitido pelo Ministério da Saúde.
No aeroporto, o imunizante será catalogado, fracionado e depois distribuído para os municípios. A previsão é de que a liberação das cargas comece a partir das 2h da madrugada desta terça-feira, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
De acordo com a Sesab, municípios com menos de 300 quilômetros da capital baiana terão as doses enviadas por caminhões com escolta da Polícia Militar para garantir a segurança no deslocamento.
Existe a previsão de que dois helicópteros decolem por volta das 5h20 e façam entregas nas cidades próximas da capital baiana. Os municípios que ficam na Região Metropolitana de Salvador (RMS) vão retirar as vacinas no Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer).
O início da campanha estava previsto para acontecer simultaneamente em todo o Brasil na quarta-feira (20), mas o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, autorizou que os estados adiantem a imunização e comecem a vacinar a partir das 17h desta segunda-feira.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou no domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. Momentos depois, o governo de São Paulo aplicou a primeira vacina da Coronavac.
Ao todo, são quase 6 milhões de doses da Coronavac em todo o país. 4,6 milhões serão enviadas pelo governo federal aos estados brasileiros, e outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de São Paulo.

Com informações do Correio Braziliense, editadas.



Carro sendo retirado do canal nesse final de semana. Foto: Oliveira Xavier
Situação do canal
Fonte:ASCOM – Prefeitura de LEM










“Quero começar me solidarizando com cada família que perdeu um ente querido. Já passamos de 200 mil mortes em nosso país. E agradecer a todos os profissionais de saúde, que já salvaram mais de 7 milhões de pessoas vítimas da covid-19. Hoje o Brasil passa por um momento de grande avanço, esperança e conforto aos brasileiros, que aguardavam por esta notícia. Está dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus”, disse Pazuello.


Do Estadão




Do Metro 1, editado.



© EL PAÍS Fila de pessoas aglomeradas aguardando a doação de alimentos na Ceagesp nesta quinta-feira, 14 de janeiro.
© Camila Svenson (EL PAÍS) Alexandra de Melo e a mãe Benedita Correia, de 71 anos, chegaram às 6h da manhã para enfrentar a fila.
© Camila Svenson (EL PAÍS) Almerinda Pereira dos Santos, que já se infectou com a covid-19, ficou preocupada com a aglomeração do local.
© Camila Svenson (EL PAÍS) No estacionamento da Ceagesp, caminhões exibiam faixas em protesto contra o Governador e o a alta do imposto.




Segundo os dados do Portal da Transparência https://transparencia.registrocivil.org.br/inicio, plataforma administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), os óbitos registrados por todos os Cartórios do País em 2020 totalizaram 1.443.405 milhão, 8.3% a mais que no ano anterior, superando a média histórica de variação anual de mortes no Brasil que era, até 2019, de 1,9% ao ano.
O número de óbitos registrados em 2020 pode aumentar ainda mais, assim como a variação da média anual, uma vez que os prazos para registros chegam a prever um intervalo de até 15 dias entre o falecimento e o lançamento do registro no Portal da Transparência. Além disso, alguns Estados brasileiros expandiram o prazo legal para registro de óbito em razão da situação de emergência causada pela COVID-19.
A pandemia trouxe também reflexo em outras doenças que registraram aumento considerável na variação entre os anos de 2019 e 2020. Foi o caso das mortes causadas por doenças respiratórias, que cresceram 34,9% na comparação entre os anos, passando de 442.266 para 596.678. Entre as doenças deste tipo, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) explodiu, registrando crescimento de 998,4%, seguida pelas de Causas Indeterminadas, que registraram aumento de 33,4%.
Já entre os óbitos causados por doenças cardíacas, muitas vezes relacionadas à COVID-19, a comparação entre 2019 e 2020 aponta um aumento de 5,1%, passando de 270.203 para 284.117. Dentre às doenças do coração, o registro que apontou maior crescimento foi o de falecimentos por Causas Cardiovasculares Inespecíficas, que cresceu 28,8% entre os anos, sendo que o aumento dos óbitos em domicílio é uma das explicações para o diagnóstico inespecífico das mortes causadas por doenças do coração.
Mortes em Casa disparam
O receio das pessoas frequentarem hospitais ou mesmo realizarem tratamentos de rotina durante a pandemia, assim como a falta de leitos em momentos críticos da COVID-19 no Brasil, fez com que o número de mortes em domicílio disparasse no Brasil quando se comparam os anos de 2019 e de 2020, registrando um aumento de 22,2%.
As mortes por Causas Respiratórias fora de hospitais cresceram 26,9%, sendo que novamente a SRAG foi a que registrou a maior variação, 710%. Também cresceram os óbitos por Insuficiência Respiratória (5,9%), Septicemia (28,8%), e Causas Indeterminadas (38,7%). Os registros de óbitos, feitos com base nos atestados de óbitos assinados pelos médicos, apontam que 9.311 brasileiros morreram de COVID-19 em suas casas.
Os óbitos por Causas Cardíacas fora de hospitais também dispararam em 2020, com registro de aumento de 26,9% na comparação com o ano anterior. Neste tipo de doença, o maior aumento se deu nas chamadas Causas Cardiovasculares Inespecíficas (67,8%), muito em razão de o falecimento ocorrer sem assistência médica, dificultando a qualificação da doença. Também cresceram os óbitos em casa por Acidente Vascular Cerebral (AVC), aumento de 26,3%, e Infartos, que cresceram 3,2%.
“O Portal da Transparência, abastecido diariamente por informações de nascimentos, casamentos e óbitos de Cartórios de todo o País, tem sido um canal de muita importância para que governos, médicos, pesquisadores e a sociedade em geral possam acompanhar em tempo real as informações sobre os dados vitais da população, ainda mais em um momento de intensa crise de saúde pública como a que vivemos atualmente”, explica Luis Carlos Vendramin Júnior, vice-presidente da Arpen-Brasil.
Prazos do Registro
Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.
Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. Durante a pandemia, normas excepcionais em alguns Estados expandiram ainda mais este prazo. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.
A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou quase 2 milhões de mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Mais de 200 mil pessoas já faleceram no Brasil vítimas da doença.
Sobre a Arpen-Brasil
Fundada em setembro de 1993, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o país, que atendem a população em todos os estados brasileiros, realizando os principais atos da vida civil de uma pessoa: o registro de nascimento, o casamento e o óbito.
Do Canal Rural

