Afirmação do mestre em Administração e internauta, Milton Rosa, que é uma constatação macabra:
Derrubar o PT tem um custo que todos pagam: em 2019 a extrema pobreza foi 44,4% superior a de 2014. Em 2015 o PIB era de US$1,8 tri (8° do mundo), em 2020 é de US$1,4 tri (12°) . Em 2020 perdemos R$ 250 bi da renda de consumo da classe média. E 75% do Pré-sal é de estrangeiros!
Os casos ativos da Covid-19 na Bahia registraram um novo aumento nesta sexta-feira (27) e chegaram a 8.986, conforme boletim publicado no fim da tarde pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). É o maior número desde 5 de setembro, quando os dados oficiais apontavam para 9.153 casos ativos.
Nas últimas 24 horas, o estado teve 1.919 novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, além de 22 óbitos em decorrência da doença. Desde o primeiro registro da Covid-19 no estado, no dia 6 de março, são 394.300 contaminados e 8.207 mortes.
Os 10 municípios baianos com mais casos ativos da Covid-19 são Salvador (1.438), Feira de Santana (384), Vitória da Conquista (235), Santo Antônio de Jesus (208), Lauro de Freitas (159), Irecê (158), Ilhéus (156), Teixeira de Freitas (150), Santa Rita de Cássia (149) e Itabuna (122).
LEITOS DE UTI
A taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva reservados para o tratamento da Covid-19 registrou uma leve alta, de 64% para 65%. As regiões do estado com o maior número de vagas ocupadas são o extremo-sul (80%), onde se encontram Porto Seguro, Eunápolis e Teixeira de Freitas; e o centro-leste (78%), onde se encontra Feira de Santana.
A Prefeitura de Salvador anunciou nesta sexta-feira, 27, que o tradicional carnaval da cidade não será realizado em fevereiro de 2021 por causa da pandemia da covid-19. A gestão municipal informou que a nova data ” vai depender da ampla disponibilização da vacina”.
A definição de que a festa foi suspensa foi anunciada pelo prefeito ACM Neto (DEM), que está encerrando seu segundo mandato neste ano. “Jamais eu poderia imaginar que chegaria, a 30 dias do final do meu mandato, tendo que fazer o anúncio que farei: o carnaval de Salvador não acontecerá em fevereiro. O carnaval de Salvador está, neste momento, suspenso. Trabalhei no limite do prazo para a tomada dessa decisão.”
Ele diz que a realização do carnaval está condicionada à imunização da população e que uma nova data não foi definida. “Tudo vai depender de termos ou não uma vacina acessível a todos no Brasil. A possibilidade de o carnaval acontecer em outro momento de 2021 está condicionada à existência de uma vacina acessível a todos. Não há data, neste momento, prevista. Não há prazo estabelecido.”
ACM Neto defende que os prefeitos das maiores cidades brasileiras se reúnam para definir o novo calendário do evento. Na edição de 2020 do carnaval de Salvador, 16,5 milhões de foliões percorreram as ruas em blocos e trios, e acompanharam shows.
O prefeito eleito Bruno Reis (DEM) disse que a decisão foi tomada com base em dados técnicos e científicos. “Vamos tomar as decisões sempre colocando a vida em primeiro lugar. A gente tinha uma data-limite no mês de novembro apresentada pelos grandes responsáveis pela realização do carnaval.”
A prefeitura informou que as demais festas populares, como a Lavagem do Bonfim, também não serão realizadas até que a população esteja imunizada.
SP e Rio também suspenderam evento
São Paulo e Rio de Janeiro também já anunciaram que o carnaval de 2021 não será realizado no mês de fevereiro de 2021.
A revista britânica The Economist, uma das mais influentes publicações do Reino Unido, destaca que os fracos resultados dos candidatos apoiados por Jair Bolsonaro nas eleições municipais deste ano no Brasil podem representar o fim do bolsonarismo no País.
Do Brasil247
Uma das mais influentes publicações do Reino Unido, a revista The Economist destaca que os fracos resultados dos candidatos apoiados por Jair Bolsonaro nas eleições municipais deste ano no Brasil, além da não reeleição de seu principal aliado internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão levando muitos analistas políticos a escrevem o “obituário político” do ex-capitão.
Apesar de considerar que a chegada de Bolsonaro ao poder “foi, de certa forma, uma aberração”, a revista britânica ressalta que “mesmo assim, seria um erro descartar suas chances de um segundo mandato”.
No texto, a revista britânica diz que “Bolsonaro despreza a democracia e seus controles e equilíbrios, encheu seu governo de militares, diz coisas ofensivas sobre gays, feministas e negros brasileiros, favorece a posse de armas e menospreza tanto o Covid-19, quanto a mudança climática”.
“Como presidente, Bolsonaro fortaleceu ideólogos de extrema direita, perseguiu a polarização e quase se autodestruiu. Seis meses atrás, em meio ao aumento da tensão causada pela pandemia, acusações de corrupção contra um de seus filhos e ameaças de impeachment, ele quase ordenou às Forças Armadas o fechamento do Supremo Tribunal Federal”, destaca a reportagem.
A avaliação é que o “caminho mais provável para um segundo mandato passa por cimentar sua aliança com o Centrão, que se saiu bem nas eleições municipais. Suas tentativas de criar seu próprio partido político, anunciadas há um ano, ainda não deram frutos.”
“Uma aliança com o Centrão o tornaria um militante muito menos confiável contra a corrupção e a classe política. Mas ofereceria o tipo de máquina política que historicamente ajudou a ganhar as eleições brasileiras – útil, já que as mídias sociais sozinhas provavelmente não lhe darão essa vantagem competitiva duas vezes”.
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), prometeu, na tarde desta quinta-feira (26), que anunciará a retomada de algumas medidas restritivas de combate à Covid-19 em Salvador. O anúncio será feito na manhã desta sexta-feira (27).
Durante a assinatura da Ordem de Serviço Casa Modelo, do programa Morar Melhor, no Alto do São João, em Pituaçu, Neto voltou a alertar a população sobre a circulação do vírus. “Ele só será derrotado depois que a gente tiver uma vacina e a prefeitura puder vacinar cada pessoa. Até lá, cada um tem que fazer a sua parte”, disse, apelando aos presentes que não descuidassem em relação ao uso de máscara e evitassem aglomerações.
“A queda dos números permitiu que nós retornássemos as atividades, abríssemos o comércio, permitíssemos o funcionamento de bares e restaurantes. Mas eu tenho alertado que esse inimigo é sério e ainda não foi derrotado”, enfatizou.
“Amanhã darei uma entrevista para anunciar medidas que a prefeitura vai voltar a fazer para prevenir a Covid e segurar esse crescimento da transmissão. Nos já pagamos um preço muito alto, mas infelizmente a doença está aí”, concluiu.
Delegada Christiane Correa Machado (Foto: Alex Ferreira – Câmara dos Deputados)
O diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza, demitiu a delegada Christiane Correa Machado da função de chefe do Serviço de Inquéritos da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (SINQ), responsável por investigar autoridades com foro especial.
Christiane Machado estava à frente do inquérito que apura a suspeita de interferência de Jair Bolsonaro na PF. Ela foi quem encaminhou ao então ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello ofício para ouvir Bolsonaro presencialmente. Com a aposentadoria de Mello, o processo foi redistribuído a Alexandre de Moraes. Bolsonaro ainda não depôs.
Em abril, Mello autorizou a abertura do inquérito para investigar eventuais tentativas de interferência na PF após o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, apontar crime de responsabilidade de Bolsonaro. “O presidente me relatou que queria ter uma indicação pessoal dele para ter informações pessoais. E isso não é função da PF”, denunciou Moro.
A instabilidade marcou presença no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (19). De acordo com a Somar Meteorologia, houve registro de chuva na Fronteira Oeste, na Campanha, na Serra, no Litoral Norte, no Vale do Sinos e na região sul do Estado. Porém, na maioria dessas áreas, as pancadas foram isoladas e passageiras, ainda que acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento em alguns pontos. No restante do Estado, o tempo ficou firme, com sol entre nuvens.
Nesta sexta-feira (20), a instabilidade persiste — e se espalha. Segundo a Somar, o dia até começa com tempo firme e com presença de sol, mas, a partir da tarde, pancadas de chuva (com intensidade de moderada a forte) devem ser registradas na maior parte do território gaúcho — as exceções são as regiões norte e noroeste e alguns municípios da Fronteira Oeste (como Santana do Livramento), onde o céu se mantém aberto.
Milho em condições de alto estresse hídrico e perda total no RS
Com lavouras de soja e milho morrendo e grande comprometimento da produtividade espera, os estados do Sul enfrentam uma das suas piores crises hídricas.
Algumas regiões do Oeste dos três estados e também em uma grande região argentina estão encontrando dificuldades até para obtenção de água para dessedentação de animais, como os grandes criatórios de suínos, bacias leiteiras e até de aviários. Grandes rios que irrigam a região já estão sendo atravessados a vau depois de um ano de chuvas inconstantes. O anúncio de chuvas pesadas e temporais para esta quinta-feira não deixa de ser um grande alívio.
Nuvens carregadas se espalharam sobre o Rio Grande do Sul e em parte de Santa Catarina por causa de uma nova frente fria. Na noite desta quarta-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou rajada de 91 km/h em Laguna, no sul de Santa Catarina, e de 86 km/h em Cruz Alta, no Planalto gaúcho.
Durante esta quinta-feira, 27 de novembro, a frente fria avança sobre o Sul do Brasil e as nuvens carregadas vão se formar também sobre o Paraná e até em algumas áreas de Mato Grosso do Sul.
Norte e Nordeste
O ar quente úmido predomina sobre a Região Norte do Brasil estimulando a formação de vários aglomerados de nuvens pesadas que provocam temporais. O ar seco predomina sobre a Região Nordeste do Brasil e sobre o Tocantins dificultando a formação de grandes nuvens.
O senador Ângelo Coronel (PSD-BA), anunciou nesta quarta-feira (25) que está com covid-19. O parlamentar, presidente da comissões das Fake News e da Reforma do Código Comercial, está isolado em casa e tem sintomas leves.
Coronel é o décimo nono senador a anunciar infecção pela covid-19. Atualmente, a senadora Kátia Abreu (PP-TO) está internada em São Paulo com comprometimento do pulmão de gravidade moderada e não terá alta até que o período crítico passe.
Em outubro, o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) faleceu em decorrência da covid.
Leia abaixo a íntegra da nota enviada pelo senador Ângelo Coronel:
O Senador Ângelo Coronel testou positivo para COVID. Tem sentido sintomas leves e permanece em casa em isolamento, sob cuidados da esposa, Eleusa Coronel – que testou negativo.
O Senador Ângelo Coronel continua orientando os trabalhos internos do gabinete e das Comissões das Fake News e de Reforma do Código Comercial, e participando de forma remota das Sessões do Senado Federal.
Um acidente entre um ônibus e um caminhão deixou, ao menos, 41 mortos na manhã desta quarta-feira (25/11) em Taguaí, no interior de São Paulo.
O ônibus levava cerca de 50 funcionários de uma empresa têxtil. Conforme as informações iniciais, a colisão entre o veículo coletivo e o caminhão ocorreu por volta das 7h, em uma curva no km 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, em Taguaí, em uma área próxima à cidade de Taquarituba.
A rodovia permaneceu interditada durante toda a manhã — no início da tarde, ela ainda estava intransitável e sem previsão para ser liberada. Equipes de resgate da Polícia Rodoviária e do Corpo de Bombeiros foram ao local pouco após a colisão.
As informações iniciais apontam que o ônibus havia saído de Itaí, passou por Taquarituba e se envolveu na colisão quando seguia ao seu destino final, que era uma empresa têxtil em Taguaí.
Muitas pessoas que estavam no ônibus ficaram presas entre as ferragens. Algumas morreram no local, outras foram encaminhadas a hospitais da região.
O médico Gabriel Ortega, da Santa Casa de Taquarituba, disse que nunca havia visto situação semelhante ao acidente. Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que os profissionais que trabalham na unidade de saúde, para onde alguns dos sobreviventes foram transferidos, consideraram a colisão como algo inédito e catastrófico.
A Secretaria de Saúde de Barreiras comunica o 96º e 97º óbitos decorrentes da Covid-19. Ambos ocorreram no Hospital do Oeste – HO.
O primeiro trata-se de uma paciente de 33 anos, sem comorbidades, que estava internada desde o dia 08 de novembro e faleceu nessa terça-feira, 24.
O segundo óbito refere-se a um paciente de 80 anos, falecido nesta quarta-feira, 25, que estava internado desde o dia 18 deste mês. Ele era hipertenso e tabagista.
De acordo com levantamento da Universidade Johns Hopkins, o planeta chegou a mais de 1,4 milhão de vítimas do vírus desde o início da pandemia.
Somente nos Estados Unidos foram notificados 117.898 novos casos no dia de hoje, contados a partir da zero hora. O número de mortes no dia de hoje, anotados até as 17 horas, é de 9.591 em todo o mundo.
Bahia, 3.123 casos, 22 mortes.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.123 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.455 recuperados (+0,7%). Dos 390.909 casos confirmados desde o início da pandemia, 373.929 já são considerados recuperados, 8.815 encontram-se ativos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 790.624 casos descartados e 100.821 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira (25).
O boletim de hoje contabiliza 22 óbitos, com um total de 8.165 desde o início da pandemia.
De acordo com o estudo divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (25), cerca de 2,8% da população brasileira (5,7 milhões) não têm acesso a um banheiro exclusivo ou utilizam de um buraco.
Quase todas as moradias que não contam com o cômodo estão situadas nas regiões nordeste e norte. Para 6,8% da população, a residência onde moram tem banheiro para uso exclusivo e outros 0,4% compartilham o local com um ou mais lares.
Além da falta de banheiro, a população brasileira também sofre com a falta de uma moradia plenamente adequada. A POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) indicou que quase um quarto (23,5%) das pessoas no Brasil não tem lares adequados. A área urbana reúne 15,7% da população nessas condições, enquanto 7,8% estão na área rural.
Segundo o estudo, 91,4% das pessoas no Brasil residem em domicílios com paredes externas com material predominante de alvenaria, taipa com revestimento ou madeira apropriada para construção. Enquanto os lares com piso predominante de cerâmica, lajota ou pedra; ou madeira apropriada, abrigam 82,6% dos residentes no Brasil.
Apenas 30,6% da população brasileira têm telhado com laje de concreto ou madeira apropriada, que dão mais segurança a residência. 29,3% dessas pessoas são da área urbana, enquanto 1,2% são da área rural.
A região sudeste conta com a maior proporção de pessoas vivendo em domicílios com a melhor condição de cobertura (48,8%).
Nos outros lugares, o tipo de telhado predominante para a maioria da população é a telha sem laje de concreto ou somente com a laje. Essa característica se acentua entre as famílias do Norte (84,6%) e no Nordeste (83,5%).
Os empacotadores de feijão do País estão fortemente pressionados por novas altas no feijão. Fato curioso é que o feijão preto, produzido e consumido com mais intensidade nos três estados do Sul, tenha ultrapassado o preço do feijão carioca no mercado atacadista de São Paulo.
Enquanto o Carioca de melhor qualidade atinge R$290,00 a saca de 60 kg, o Preto ultrapassou e vale R$335,00. A explicação na alta do Preto, muito consumido também no Rio de Janeiro, está na seca que atinge os estados do Sul. As lavouras plantadas na saída do inverno, em setembro, foram frustradas pela deficiência hídrica.
Na Bolsinha, em São Paulo, o mercado nesta quarta-feira recebeu novas entradas que se somaram com as sobras do dia anterior. Foram ofertadas 7,6 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 38 % do total, restando até as 6h37 a quantidade de 4,7 mil sacas. O mercado permanece firme. Hoje as entradas foram reduzidas, levando-se em conta o dia da semana, e as vendas deixaram a desejar.
No Oeste baiano, ontem, o feijão disponível era comercializado a R$245,00 a saca.
O Presidente do Poder Judiciário do Estado da Bahia (PJBA), Desembargador Lourival Almeida Trindade, assinou o documento oficial para a nomeação de 49 magistrados que passarão a integrar o Poder Judiciário baiano.
O resultado final do concurso público para o provimento de vagas e a formação de cadastro de reserva no cargo de Juiz de Direito Substituto do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) foi homologado na última sessão do Tribunal Pleno que aconteceu no dia 18 de novembro de 2020.
O concurso foi realizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa e Avaliação de Eventos – CEBRASPE, sob a coordenação e supervisão dos membros da Comissão Especial de Concurso, presidida pela Desembargadora Ilona Márcia Reis. As inscrições, realizadas no período de 04 de outubro de 2018 a 05 de novembro de 2018, reuniram 6.958 concorrentes.
O Edital de abertura do Concurso Público para provimento dos cargos de Juiz Substituto e formação de cadastro reserva do quadro do TJBA foi disponibilizado no DJE de n° 2.232, de 27 de setembro de 2018, no qual foram oferecidas 50 vagas, sendo 32 destinadas a ampla concorrência, 3 vagas reservadas a candidatos portadores de deficiência, correspondente a 5% do total, e 15 vagas reservadas a candidatos negros, respeitando a porcentagem de 30%, nos termos do disposto no art. 2º da Resolução nº 12 de 24 de julho de 2015 do TJBA.
O concurso foi definido em cinco etapas: prova objetiva; prova discursiva e prática de sentença; inscrição definitiva, com sindicância da vida pregressa, investigação social e exames de sanidade física e mental, e psicotécnico; prova oral; e avaliação de títulos.
Morre Diego Maradona, aos 60 anos, após parada cardiorrespiratória. Ídolo do futebol mundial se recuperava de uma cirurgia no último dia 4.
Um dos maiores nomes do futebol mundial em todos os tempos, Diego Armando Maradona faleceu nesta quarta-feira (25), aos 60 anos. Segundo a Télam, agência pública de notícias da Argentina, o ex-jogador sofreu um ataque cardiorrespiratório em casa, na cidade de Tigre, zona norte da região metropolitana da capital Buenos Aires.
No início de novembro, Maradona foi submetido a uma cirurgia no cérebro para drenar um hematoma subdural. Por decisão da família, permaneceu hospitalizado devido a uma “baixa anímica, anemia e desidratação” e um quadro de abstinência devido ao vício em álcool, conforme informes médicos. Ele teve, inclusive, que ficar sedado. O ídolo argentino recebeu alta no último dia 11 para continuar a recuperação em casa.
Considerado o maior nome da história do futebol argentino, Maradona foi o grande nome da conquista albiceleste na Copa do Mundo de 1986. Na ocasião, ficou marcado por um gol de mão – que ele próprio apelidou de “Mano de Dios” (mão de Deus) – contra a Inglaterra e por outro, na mesma partida, que é considerado o mais bonito da história dos Mundiais, em que driblou quase todo o time inglês antes de balançar as redes.
Ele também brilhou vestindo, principalmente as camisas de Barcelona (Espanha), Napoli (Itália) – onde é venerado – e do Boca Juniors (Argentina), time do coração. Chegou a dirigir a seleção do país na Copa de 2010, sendo eliminado nas quartas de final pela Alemanha.
Fora de campo, no entanto, o ex-jogador acumulou problemas com drogas. Em 1991, Maradona foi suspenso por 15 meses por uso de cocaína. Três anos depois, na Copa do Mundo de 1994, o ídolo foi pego no doping por uso de efedrina, chegando inclusive a sair de campo, durante uma partida acompanhado por uma enfermeira. No início dos anos 2000, após ingerir um coquetel de remédios, o ex-atleta entrou em coma e esteve perto da morte.
O jogador Romário, lamentou, nas redes, a partida de Maradona:
Meu amigo se foi. Maradona, a lenda! O argentino que conquistou o mundo com a bola nos pés, mas também por sua alegria e personalidade única. Já disse algumas vezes, dos jogadores que vi em campo, ele foi o melhor.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que são falsas postagens nas redes sociais que afirmam que candidatos pelo país tiveram votos duplicados ou alterados pela Justiça Eleitoral.
Na última segunda-feira (23/11), durante uma atualização dos dados, ocorreu em algumas cidades e por poucas horas a visualização de dados sobrepostos referentes a votos de candidatos a prefeito e vereador.
A situação foi constatada nas cidades de Curitiba (PR), Ilhéus (BA) e Garanhuns (PE). O TSE informou imediatamente a todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) a respeito do caso e fez as atualizações necessárias.
Houve portanto, momentaneamente, uma sobreposição de dados e não uma duplicação de votos.
A apuração dos votos é conferível e auditável. Depois da votação, a urna emite um comprovante impresso chamado Boletim de Urna (BU), com a quantidade de votos a cada candidato. Os boletins são impressos em 5 vias e entregues a partidos. Além disso, é possível pedir acesso ao juiz da respectiva zona eleitoral. Os dados podem ser conferidos no site do TSE.
Filho do Presidente Jair Bolsonaro “solapa” relação sino-brasileira ao acusar o Partido Comunista da República Popular de espionagem e dizer que a Huawei tem “comportamento perigoso.”
Espere só a China fortalecer seus estoques de passagem de soja, milho e carnes. O agronegócio brasileiro vai pagar caro pela infantilidade de pessoinhas como Duda Bananinha. Falar besteiras sobre o principal parceiro comercial do País é insano e infantil.
A embaixada da China fez, nesta terça-feira, uma reclamação formal ao governo brasileiro contra uma publicação do presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Em mais uma briga com Pequim, o deputado, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, acusou o Partido Comunista Chinês de espionagem, ao falar sobre a adesão do Brasil à chamada Clean Network (Rede Limpa), articulada pelos Estados Unidos junto a outros países e cujo objetivo é banir a Huawei dos serviços de tecnologia 5G.
“Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil”, diz um trecho de uma nota divulgada nesta terça-feira pela embaixada e que foi reproduzida em vários jornais, como o Globo.
“Instamos essas personalidades a deixar de seguir a retórica da extrema direita norte-americana, cessar as desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira, e evitar ir longe demais no caminho equivocado, tendo em vista os interesses de ambos os povos e a tendência geral da parceria bilateral. Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil”, advertiu o governo chinês.
Conforme antecipou o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, Eduardo apagou uma postagem em seu perfil no Twitter sobre a tecnologia 5G em que falava de “espionagem da China”. O tuíte foi publicado na noite de segunda-feira e apagado nesta tarde, logo após uma reunião de Jair Bolsonaro com Fabio Faria e conselheiros da Anatel, justamente sobre o 5G.
O parlamentar fez um fio de mensagens, na segunda-feira, dizendo que o governo do presidente Bolsonaro aderiu à Clean Network, lançada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que cria uma aliança global “para um 5G seguro, sem espionagem da China”.
O deputado apagou parte do que escreveu, mas manteve, por exemplo, um trecho em que diz que a empresa chinesa Huawei tem “comportamento perigoso”. Ele defendeu, mais uma vez, a iniciativa dos EUA de criar uma aliança internacional que discrimina a tecnologia da China.
“Tais declarações infundadas não são condignas com o cargo de presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Prestam-se a seguir os ditames dos EUA no uso abusivo do conceito de segurança nacional para caluniar a China e cercear as atividades de empresas chinesas. Isso é totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento. A parte chinesa já fez gestão formal ao lado brasileiro pelos canais diplomáticos”.
No comunicado, a embaixada ressalta que a China é “firme defensora da segurança cibernética internacional”: o país lançou a Iniciativa Global sobre Segurança de Dados, a fim de construir um ambiente digital de abertura, equidade, imparcialidade e não discriminação.
O governo chinês, informa a nota, incentiva empresas chinesas a operar com base em ciência, fatos e leis enquanto se opõe a qualquer tipo de especulação e difamação injustificada contra empresas chinesas.
“Os EUA têm um histórico indecente em matéria de segurança de dados. Certos políticos norte-americanos interferem na construção da rede 5G em outros países e fabricam mentiras sobre uma suposta espionagem cibernética chinesa, além de bloquear a Huawei visando alcançar uma hegemonia digital exclusiva. Comportamentos como esses constituem uma verdadeira ameaça à segurança global de dados”.
Os diplomatas chineses lembraram que a China é o maior parceiro comercial do Brasil há 11 anos consecutivos e é também um dos países que mais investem no país. Entre janeiro e outubro, as exportações para o mercado chinês somaram US$ 58,4 bilhões. “As cooperações na telecomunicação e em outros setores foram construídas sobre bases sólidas e alcançaram avanços a passos largos”.
Na nota, a embaixada destacou o apoio dado pela China ao Brasil no enfrentamento da pandemia da COVID-19, assegurando o suprimento de materiais, fornecendo assistência humanitária e compartilhando experiências. “Os fatos comprovam, repetidas vezes, que a China é um amigo e um parceiro do Brasil e que a cooperação bilateral impulsiona o progresso de ambos os países e traz benefícios para os dois povos.”
“Uma parceria bilateral estável e sadia está em sintonia com os interesses fundamentais e de longo prazo de ambas as partes, e, por isso mesmo, conta com o apoio de amplos setores da sociedade brasileira. Devemos continuar a expandir nossa parceria em diversas áreas, sempre alicerçados no respeito mútuo, na igualdade e no benefício recíproco”.
Esta é a segunda vez que o deputado entra em confronto com Pequim. Em março deste ano, Eduardo Bolsonaro culpou a China pela pandemia de Covid-19.
“Quem assistiu Chernobyl vai entender o q ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. […] +1 vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas q salvaria inúmeras vidas. […] A culpa é da China e liberdade seria a solução”, publicou Eduardo Bolsonaro.
Em resposta, também em uma rede social, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, repudiou a publicação do deputado e exigiu pedido de desculpas. O presidente Jair Bolsonaro e seu chanceler Ernesto Araújo não atenderam ao embaixador.
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou, nesta terça-feira (24), que sejam feitas representações ao Ministério Público estadual contra os prefeitos de Teixeira de Freitas, Temóteo Alves de Brito, e de Água Fria, Manoel Alves dos Santos. Eles teriam pago multas e juros indevidamente porque atrasaram o recolhimento de parcelas relativas a obrigações previdenciárias, no exercício de 2019.
Com recursos pessoais, o prefeito de Teixeira de Freitas terá que devolver aos cofres municipais um total de R$1.029.483,30. O montante foi pago em juros e multas. Além disso, terá que arcar com uma multa estipulada em R$ 5 mil.
O prefeito de Água Fria terá que devolver aos cofres municipais R$9.557,65, também com recursos pessoais, além de pagar multa de R$ 2 mil. As decisões ainda cabem recurso.
Os conselheiros do TCM frisaram que o pagamento das multas e juros por parte dos municípios aconteceram devido à omissão dos gestores. Eles não cumpriram corretamente a obrigação legal de repassar/recolher as contribuições previdenciárias no prazo e montante exigidos na legislação.
Um casal foi preso na cidade de Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, após serem acusados de estuprar as duas filhas menores de idade e filmar os atos. O crime teria ocorrido em 2019.
De acordo com as informações da Polícia Civil, agentes da 12ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), conseguiram capturar os acusados nesta terça-feira (24).
Os acusados já tinham mandados de prisão abertos. O homem foi preso no bairro da Cascalheira e a mulher no Jardim das Palmeiras, em Itaberaba.
O delegado Geraldo Adolfo, responsável pelo caso informou que o acusado utilizava um nome falso. “Ele foi localizado em uma pedreira, na zona rural. Diante das provas apresentadas, terminou confessando seu verdadeiro nome. A companheira foi localizada em uma região próxima e ambos tiveram os mandados cumpridos”, detalhou. A dupla está à disposição do Poder Judiciário.
Voluntários preparam doação de alimentos para entrega no estado do Wisconsin, Estados Unidos. Imagem: REUTERS/Gabriela Bhaskar.
O império desmorona depois de 4 anos de governo da Besta do Apocalipse
Por Kennedy Alencar, no UOL.
Pesquisa aponta que 1/6 da população dos EUA está passando fome em 2020
Destes cerca de 50 milhões de pessoas na miséria, 17 milhões são crianças
Quase metade dos americanos afirma ter temido ficar sem comida na pandemia
No Brasil, cerca de 100 milhões de pessoas vivem situação de fome, afirma ONG
Quase um sexto dos 330 milhões de americanos está sofrendo insegurança alimentar. Nos Estados Unidos (EUA), há 50 milhões de pessoas nessa condição. Desse total, 17 milhões são crianças. A insegurança alimentar cresceu 50% com a pandemia de coronavírus.
Antes da covid-19, esse problema atingia pouco mais de 10% da população. Havia 35 milhões de pessoas (11 milhões de crianças) sem acesso a uma alimentação diária necessária em termos de qualidade e quantidade.
O agravamento da pandemia de coronavírus e o bloqueio do presidente Donald Trump no Congresso a um novo pacote de ajuda econômica contribuíram para aumentar a insegurança alimentar nos EUA. Estados como Califórnia, Texas e Wisconsin têm filas enormes de pessoas nas ruas ou em seus carros para buscar comida.
Segundo uma pesquisa divulgada na semana passada pelo instituto OnePoll, 40% dos americanos disseram que experimentaram na pandemia algum tipo de insegurança alimentar pela primeira vez em suas vidas.
Nesse percentual, estão incluídas pessoas que vivem uma rotina de falta de alimentos necessários para viver de forma minimamente adequada, mas também quem passou algum tipo de sufoco, como comprar menos comida ou se preocupar se poderia bancar a alimentação sua e da família.
Embora a realização de lucros tenha sido intensa no início do dia e o mercado tenha recebido algumas notícias que pesaram sobre as cotações nos últimos dias, os fundamentos voltaram a falar mais alto e os preços da soja amenizaram as perdas registradas na Bolsa de Chicago e vão encerrando a terça-feira (24) com estabilidade e registrando leves ganhos entre os principais contratos.
Ao longo do dia, as perdas chegaram a superar os 15 pontos, porém, no final da tarde o mercado foi se ajustando, inverteu a direção e fechou o pregão com ganhos de 2,50 a 4 pontos. O janeiro/21 terminou o dia com US$ 11,94 e o março, US$ 11,96 por bushel.
Analistas nacionais e internacionais colocam as condições muito adversas de clima na América do Sul e as ameaças à oferta 2020/21 no centro das discussões do mercado. Enquanto a demanda se intensifica em todo mundo, com destaque, é claro, para a China, os EUA já comprometeram mais de 80% do estimado para exportação na temporada – 59,9 milhões de toneladas – e a safra sul-americana sofre na Argentina, no Brasil, no Paraguai e no Uruguai.
O La Niña tem causado bastante polêmica até o momento, mas também permanece no radar dos traders e dos analistas. E caso se agrave, os preços da soja na Bolsa de Chicago poderiam chegar aos US$ 15,00 por bushel e alcançar suas máximas em seis anos, segundo analistas internacionais.
Nesta terça-feira, o Rabobank trouxe um relatório mostrando a força do mercado de grãos neste momento, afirmando que as explicações para o recente rally dos grãos são múltiplas.
“Algumas das consequências do La Niña foram muito visíveis e continuarão a impulsionar os preços até 2021. A seca no sul do Brasil e em partes da Argentina afetou lavouras como a cana-de-açúcar e o trigo e impôs desafios ao plantio de soja. Com os principais períodos de safra começando na América do Sul, o risco continua elevado”, afirmam os especialista do banco em seu reporte.
No pregão desta segunda-feira (23), os preços já testaram o patamar dos US$ 12,00, mas não tiveram força o suficiente para se sustentar, recuaram, mas não se distanciaram muito do alvo.
“O La Niña tem representado – e continuará a representar – desafios para os agricultores de todo o mundo, piorando a disponibilidade de várias commodities agrícolas”, completa o banco.
“Enquanto alguns modelos indicam que o atual La Niña possa alcançar uma força semelhante a dos anos de 2010 a 2012, as atuais condições do fenômeno estão mais fracas do que no mesmo período de 2010”, diz o Australian Bureau of Meteorology (BOM).
Além da questão climática, o Rabobank cita ainda a força da demanda como outro driver das altas dos preços este ano. “A demanda tem sido muito resiliente – principalmente da China – com os estoques de milho e soja previstos para diminuir ao longo da temporada 2020/21”.
Também nesta terça-feira, o Commodity Weather Group (CWG) divulgou seu boletim sazonal de previsões climáticas para os próximos meses e destaca as preocupações maiores com a região Sul do Brasil e a Argentina.
Nota da Redação:
Um bushel de soja equivale a 27,216 kg. Com o dólar a R$5,36 isso significa que uma saca de soja pode valer R$178,00 nos portos do Brasil, sem prejuízos dos prêmios pela quantidade de óleo na soja brasileira. Os prêmios esta semana em Paranaguá estão em US$2,50 por bushel, o que significa um acréscimo de R$29,65 por saca, levando o valor nominal da leguminosa no Porto a a ultrapassar a barreira dos R$200,00, com exato valor de R$207,65.
Milho em condições de alto estresse hídrico e perda total no RS
Em 2019, o Rio Grande do Sul plantou 738 mil hectares de milho, com média de 110 sacas por hectare, num total próximo as 80 milhões de sacas. Na safra de 2029/2020, a estiagem dizimou as lavouras e zerou os estoques de passagem. Neste ano, o fenômeno La Niña se repete e as perdas de milho e soja já são significativas.
Continua a tentativa dos compradores gaúchos de se abastecer no Mato Grosso do Sul, com pouco sucesso, por enquanto, apenas lotes esporádicos, mas que deverão aumentar à medida que faltar matéria-prima, antes do início da colheita. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
“O milho local fechou o dia em R$ 90,00 em Ibirubá, R$ 89,50 em Vacaria, R$ 89,00 em Ijuí e Santa Rosa, R$ 87,00 em Passo Fundo e R$ 86,0 em Carazinho. As demais localidades estão entre R$ R$ 84,00 e R$ 86,00. O preço de exportação não teve indicação novamente, mas os vendedores estão buscando wash-out, porque, mesmo pagando prêmios, os preços compensam”, comenta.
Em Santa Catarina, a safra atingida pela estiagem e os compradores estão tentando se abastecer fora do estado.
“Os preços do milho local continuam a R$ 91,00/saca em Campos Novos e a R$ 89,00 em Concórdia, Joaçaba e Mafra. A seguir os preços de R$ 86,00 no Alto Vale do Itajaí, que subiram um real/saca. Em Chapecó a semana fechou a R$ 84,00/saca. Os preços para o produtor fecharam a R$ 78,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50 em Campos Novos, R$ 76,00 Concórdia e Joaçaba, R$ 74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, indica.
No Paraná, a nova queda do dólar aumentou a oferta. “Pedidas de R$ 80/saca no geral, mas o mercado comprador devagar essa semana. Negócios apenas em volumes regionais, menores. Preços negociados a R$ 78 FOB no Sudoeste. Compradores indicando abaixo disso, por volta de R$ 76,00/saca como ideia para tentar negócio”, conclui a consultoria.
De Leonardo Gottems | Agrolink
No Noroeste do RS já falta água para dessedentação até de animais domésticos. Produtores de leite, por exemplo, estão buscando água com caminhões pipa e tanques distribuidores de esterco em locais distantes.
Oziel Oliveira: cumprindo os compromissos de campanha.
Pois veja o ilustre e faceiro leitor, que a famosa sentença do Governador Mangabeira, se encaixa perfeitamente nesta comuna, “onde o sol pousa a sua grandeza e o fruto da terra germina.”
É só dar uma olhada na pauta de hoje da nossa digna Câmara de Vereadores, na sessão que se realizará hoje à noite.
Pois o nosso rutilante Prefeito, também conhecido como o Mágico de Oz, será o maestro de talvez um dos últimos espetáculos da sua grande gestão.
Trata-se da doação de 10 terrenos, valiosas áreas públicas, a sete igrejas da cidade, cujos pastores dirigentes atuaram de maneira decisiva na expressiva votação que obteve nas eleições de 15 de novembro.
Como sempre, 10 vereadores abaixarão a cabeça em assentimento à vontade de nosso distinto Alcaide e o ajudarão na missão de pagar as contas de campanha.
Aprovados pela Câmara, em maioria absoluta, quem terá a capacidade de desfazer a tramoia?
Veja a pauta a aplauda, de pé, a iniciativa do nosso Prefeito e a sua grande honestidade em pagar efetivamente suas dívidas de campanha com o próprio municipal:
– Projeto de Lei nº 031/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de área pública do Loteamento Jardim das Acácias, no Município de Luís Eduardo Magalhães”.
– Projeto de Lei nº 032/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de área pública do Loteamento Boa Vista, no Município de Luís Eduardo Magalhães”.
– Projeto de Lei nº 033/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de área pública do Loteamento Campos Elíseos, no Município de Luís Eduardo Magalhães”.
– Projeto de Lei nº 034/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de área pública do Loteamento Mimoso Do Oeste, no Município de Luís Eduardo Magalhães”.
– Projeto de Lei nº 035/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de área pública do Loteamento Mimoso Do Oeste, no Município de Luís Eduardo Magalhães”
– Projeto de Lei nº 036/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Dispõe sobre a concessão de direito real de uso de áreas públicas dos Loteamentos Florais Léa II, Tropical Ville e Jardim Paraíso III, no Município de Luís Eduardo Magalhães”.
– Projeto de Lei nº 037/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Altera a nomenclatura do cargo de Técnico Em Controle, da Categoria Funcional Superior – Nível VIII, do Plano de Carreira, Cargos e Salários dos Servidores Públicos do Município de Luís Eduardo Magalhães, e dá outras providências”.
Enquanto, você, caro leitor, é inscrito no cadastro de maus pagadores, por atrasar o seu IPTU, áreas públicas, de alto valor, são diligentemente doadas por interesses políticos. Você já perdeu a capacidade de indignar-se? Pois bem: engula mais essa.
Falta de testagem e de uma política central coordenada, além do afrouxamento das medidas de isolamento, são as causas apontadas pelo monitoramento
A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus (Sars-CoV-2) para esta semana no Brasil é a maior desde maio.
De acordo com monitoramento do Imperial College de Londres, instituição do Reino Unido, o índice responsável por medir a taxa de transmissão (Rt) do coronavírus ficou em 1,30 no Brasil.
O período é referente à semana que começou na segunda-feira (23). Os números indicaram que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130 em território brasileiro.
Na margem de erro das estatísticas, essa taxa pode ser maior (Rt de até 1,45) ou menor (Rt de 0,86), cenários em que 100 pessoas com o vírus infectariam outras 145 ou 86, respectivamente.
O Brasil havia atingido um alto índice na semana de 24 de maio (1,31). A taxa ficou abaixo de 1 por cinco semanas seguidas, entre o final de setembro e o final de outubro, mas voltou a ficar acima de 1 no começo de novembro.
Atualmente, o País ocupa o segundo lugar no ranking global de mortes por coronavírus (169 mil), atrás dos Estados Unidos (263 mil).
O governo brasileiro também contabiliza 6,0 milhões de casos – em primeiro lugar estão os EUA (12,7 milhões) e em segundo a Índia (9,1 milhões).
Na segunda-feira (23), pesquisadores brasileiros divulgaram uma nota técnica na qual afirmando que o País vive o “início de uma 2ª onda”.
Foram apontados três fatores para o “aumento explosivo” ou “manutenção da grande circulação do vírus”: falta de “testagem sistemática com rastreamento de casos”, falta de uma “política central coordenada, clara e eficaz de enfrentamento da situação”, e “afrouxamento das medidas de isolamento sem evidências empíricas, sem uma análise cuidadosa por uma painel de especialistas”.
Armazém onde foram deixados os testes RT-PCR, justamente no momento do recrudescimento da pandemia.
O jornal O Estado de São Paulo revelou que quase 7 milhões de testes para diagnóstico de covid-19 estão estocados em um armazém do governo federal em Guarulhos, São Paulo, prestes a perderem a validade nos próximos dois meses. Esses kits para realização do exame RT-PCR, considerado de “padrão ouro”, ou seja, de alta confiabilidade, não foram repassados para a rede pública de saúde dos Estados e municípios pelas mais variadas razões, todas imperdoáveis diante de uma catástrofe que já matou quase 170 mil brasileiros.
Ao longo desses nove meses de pandemia, o Sistema Único de Saúde (SUS) realizou cerca de 5 milhões de testes RT-PCR, menos da metade, portanto, do que poderia ter realizado. Isso dá a dimensão da incúria e do descaso com o bem-estar da população.
Só esse lote de testes que jazem encalhados nos galpões da incompetência administrativa custou R$ 290 milhões aos cofres públicos. O prejuízo financeiro é enorme e grave por si só, caso os kits para os exames percam a validade como se prenuncia. No entanto, esse é um problema menor diante das implicações sanitárias da não realização desses milhões de testes. A se confirmar o perecimento de insumos tão importantes, jamais se saberá como teria sido a curva epidemiológica da covid-19 no País com muito mais pessoas testadas, que ações poderiam ter sido tomadas pelo poder público a partir de uma visão mais clara da evolução da doença e, o que mais importa, quantas mortes poderiam ter sido evitadas.
O descalabro administrativo e financeiro virou objeto de mais uma contenda entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores e prefeitos. Tanto um como os outros podem, eventualmente, auferir ganhos políticos com essa rinha descabida, a depender da direção dos ventos. Certo é o enorme dano causado à população por uma desarticulação que a um só tempo avilta o bom senso e afronta a Constituição.
O Ministério da Saúde diz que sua responsabilidade se resume à compra centralizada dos kits. Nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que “todo o material foi enviado para os Estados e municípios. Se algum Estado ou município não utilizou, deve apresentar seus motivos”. Isto não é verdade. Se os exames estão encalhados em um galpão do governo federal, como podem ter sido enviados aos Estados e municípios, como afirma o presidente?
Os entes federativos, por sua vez, afirmam que os lotes de testes que lhes foram entregues pelo governo federal estavam incompletos, sem o material necessário para coleta de amostras e processamento dos resultados. Vale dizer, sem qualquer serventia. Os conselhos de secretários municipais (Conasems) e estaduais de Saúde (Conass) afirmaram que o Ministério da Saúde não entregou todos os kits de testes e equipamentos para automatizar a análise das amostras que havia prometido, haja vista que o contrato que permitia o fornecimento dos insumos foi cancelado pela pasta, sem explicações mais detalhadas.
O Ministério da Saúde informou que está em contato com os fabricantes dos kits de testes para estudar a viabilidade de estender a validade dos insumos. Mas esta possibilidade causa preocupação entre especialistas, pois poderia comprometer a acurácia dos exames. De qualquer forma, ainda que os fabricantes afirmem ser seguro estender o prazo de validade dos kits, um problema persiste: se até agora as três esferas de governo não foram capazes de se articular para testar a população, como confiar que serão capazes de fazê-lo nos próximos três ou quatro meses?
O presidente Bolsonaro já deu incontáveis mostras à Nação de que abdicou de seu dever de coordenar no âmbito federal as ações de combate a uma pandemia cuja gravidade ele é capaz de negar, contra todas as evidências científicas. É de esperar, pois, que o lixo seja o destino mais provável desses kits de testes para covid-19.
Tanta incompetência lança luz sobre o desafio de distribuir uma vacina para milhões de brasileiros em um futuro próximo. Oxalá União, Estados e municípios se entendam pelo bem dos brasileiros.
Comunidade da 10ª Avenida do Congós, localizada em uma área de palafita, na periferia de Macapá, capital do Amapá – Dayane Oliveira
À revelia dos grandes gênios da Administração Federal, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da agência reguladora, ANEEL, e do nosso mitológico Mique Jeguer, o fantástico presidente de 57 milhões de votos, a capital do estado do Amapá continua em regime de racionamento energético.
O problema de Macapá e de uma parte do Estado é apenas emblemático. O apagão de verdade é moral, é de lucidez em padrões mínimos, negacionista da pandemia, do desemprego, da profunda recessão que jogou milhões de pessoas na miséria e atinge todo o País.
Bolsonaro é uma ameaça real aqueles que financiaram e motivaram a sua campanha de 2018: os donos do Capital, o senhor Mercado.
Grandes líderes do Agronegócio, uma ilha de prosperidade dentro do País, já se preocupam com a política externa e a demonização da produção brasileira.
Falta de testes, de política centralizada e de isolamento social favorece retorno da fase mais aguda da pandemia.
Pesquisadores brasileiros divulgaram, nesta segunda-feira (23), uma nota técnica na qual, baseados em dados da pandemia de Covid-19 no Brasil, afirmam que o país vive o “início de uma segunda onda”.
Além do diagnóstico, o grupo formado por cientistas de diferentes universidades públicas faz uma série de recomendações para diminuir o impacto do crescimento dos casos e mortes pela doença.
Eles apontam ao menos três fatores para o “aumento explosivo” ou “manutenção da grande circulação do vírus” falta de “testagem sistemática com rastreamento de casos”; falta de uma “política central coordenada, clara e eficaz de enfrentamento da situação”; e “afrouxamento das medidas de isolamento sem evidências empíricas, sem uma análise cuidadosa por uma painel de especialistas”.
“A situação no Brasil se deteriorou fortemente nas últimas duas semanas, e o início de uma segunda onda de crescimento de casos já é evidente em quase todos os estados, de forma particularmente preocupante nas regiões mais populosas do país”, afirmam os pesquisadores na Nota Técnica – 22/11/2020 Situação da Pandemia de Covid-19 no Brasil.
Os pesquisadores alertam que o crescimento no número de casos é consequência de “uma sistemática queda dos níveis de isolamento social, mas também da ausência de campanhas de esclarecimento e falsa sensação de segurança disseminada na população”.
Análise de seis universidades
A nota técnica é assinada por seis pesquisadores da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Campus Salvador (IFBA), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e da Universidade de Brasília (UnB).
Os pesquisadores Antônio Carlos Guimarães de Almeida, Antônio José Assunção Cordeiro, Fulvio Alexandre Scorza, Marcelo A. Moret, Tarcísio M. Rocha Filho e Walter Massa Ramalho analisaram os seguintes parâmetros:
– Dados de casos e óbitos por estado: Segundo os pesquisadores, “as mortes em excesso por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) indicam fortemente que o número real de mortes por Covid-19 é superior aos valores anunciados, o que também é observado em diferentes proporções em outros países”
– Medidas de circulação do vírus: com base no aumento do ritmo de transmissão (Rt), os pesquisadores afirmam que podem “afirmar com alto grau de segurança que uma segunda onda de crescimento da pandemia já se iniciou em todo o país”.
– Taxas de isolamento ao longo da pandemia: a nota técnica afirma que “o isolamento social vem caindo sistematicamente em todo o país desde que as primeiras medidas de distanciamento foram implementadas em março, o que explica as ainda muito altas taxas de transmissão do vírus”.
– Estimativa de percentual da população infectada: com base em um modelo matemático, o grupo afirma que estados brasileiros oscilam – na projeção – entre 9% e 28% das pessoas infectadas.
“Consequentemente, todos os estados estão muito longe ainda de atingir uma possível imunidade de rebanho. Permitir que a pandemia se alastre até atingir a imunidade de rebanho implicaria em um número de mortes muito maior do que o já observado até hoje (entre três e quatro vezes maior), com um forte saturação do sistema de saúde, que por sua vez aumentaria ainda mais o número de mortes”, afirmam os pesquisadores.
Recomendações dos especialistas
Os pesquisadores alertam que é “urgente” que medidas sejam tomadas neste início de retomada da gravidade da pandemia.
Eles listam: gestores públicos devem basear suas decisões na melhor evidência científica disponível; é preciso estabelecer uma coordenação central no Governo Federal; intensficação de políticas de isolamento e distanciamento social até atingir um controle efetivo da pandemia; criação de uma extensa política de testagem de infecção pelo vírus SARS-CoV-2, com o rastreamento e isolamento de contatos; realização de extensas campanhas públicas de informação da população; e implementação de real e efetivo apoio financeiro aos cidadãos menos favorecidos.
Os protestos de pais de alunos da rede municipal de ensino de Luís Eduardo Magalhães dão indicações que o processo de aulas virtuais está sendo mal conduzido pela Secretaria Municipal de Educação.
Sem verificar meios disponíveis para os alunos, como conexão de internet e aparelhos disponíveis, a Secretaria tem ameaçado pais que não tenham supervisionado todas as tarefas e as enviado em tempo hábil para a SME.
Entre as ameaças, estão a denúncia dos pais ao Conselho Tutelar e o cancelamento das vagas para o próximo ano letivo.
Algumas mães reagiram com veemência às ameaças. Veja a mensagem enviada à redação de O Expresso:
Bom dia, gostaria de deixar claro aqui no grupo que desde o início deixaram a desejar no apoio às famílias. Mas, relevei porque entendi que o momento que estamos vivendo não é fácil e não está sendo pra ninguém. Quando agora, depois de alguns meses, vocês nos ameaçam com conselho tutelar, com vaga de escola dos nossos filhos e várias outras questões. Quero deixar muito claro que TRABALHO! E não tenho a obrigação de fazer o papel de vocês. Quero registrar aqui que vocês não estão lidando com ninguém leigo não! Sei dos meus direitos e os direitos do meu filho também. Sei até que os professores não são obrigados a serem expostos em vídeos muitas vezes amadores como estão sendo feitos, mas, apenas para cumprir com a burocracia, vocês insistem nisso. Deixo claro aqui ainda que vou procurar a rádio Cultura, o Sigi Vilares, o Jornal O Expresso e a Tv Oeste. Como eu disse, vocês não estão lidando com gente leiga e eu exijo respeito! Sobre as vagas, nem isso vocês podem nos ameaçar. O prefeito mudou e certamente a direção da escola mudará também. Portanto, estarei fazendo uma denúncia em relação as ameaças, inclusive no Conselho Tutelar. Vamos expor para todos o que vocês tem feito.
Alguns problemas se tornam mais graves. Moradores da comunidade rural do Galinho, por exemplo, tem que se deslocar entre 14 e 20 km para fazer o download das tarefas recebidas via internet, imprimi-las, acompanhar os filhos e depois entregar as tarefas preenchidas.
“Cada deslocamento ao Centro nos custa perto de R$50,00, pois não temos transporte coletivo.”
As mensagens da Sec. de Educação são enfáticas e ameaçadoras:
As mães estão se reunindo e rechaçando as ameaças:
Entre os passivos que o novo prefeito de Luís Eduardo Magalhães terá que enfrentar, este, no plano educacional, parece ser um dos mais graves. Como em fim de governo nada se resolve, aguardemos que a partir de janeiro o sistema seja revisto.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira, que está havendo repique de contágio do novo coronavírus, mas negou que já haja uma segunda onda da pandemia no Brasil. O ministro participou da abertura do webinário Firjan – Visão Saneamento. Segundo ele, se houver uma segunda onda no Brasil, o governo agirá com a mesma “determinação”, mas é preciso ter “base empírica”.
“Parece que está havendo repiques. São ciclos, vamos observar. Fato é que a doença cedeu substancialmente. As pessoas saíram mais, se descuidaram um pouco. Mas tem características sazonais da doença, estamos entrando no verão, vamos observar um pouco. Nós que não somos especialistas…”, disse em evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
O Brasil tem 169.205 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (23), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
Na domingo, às 20h, o balanço indicou: 169.197 mortes, 181 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 484. A variação foi de +43% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes por Covid.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.070.419 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 18.276 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 29.976 novos diagnósticos por dia, uma variação de +71% em relação aos casos registrados em duas semanas.
Guedes ainda repetiu que a retomada da economia no Brasil está forte, ocorre em “V” (quando a recuperação é intensidade semelhante à queda) e disse que as economias do País e da China foram as que retomaram mais rapidamente do choque provocado pela covid-19.
O Paraná foi o terceiro estado que mais recebeu os produtos. A Bahia aparece em sexto lugar, mesmo tendo população superior e com registro de mais casos e mortes pela covid-19. O Brasil também enviou 130 mil exames ao Paraguai e ao Peru, número praticamente igual ao entregue ao Amazonas, estado muito atingido pela covid-19 no início da pandemia. Outros oito estados receberam menos testes do ministério do que os países vizinhos.
Comprados pelo Ministério da Saúde, 6,86 milhões de testes para diagnosticar o novo coronavírus perdem a validade entre dezembro deste ano e janeiro do ano que vem. Estocados em um armazém do governo federal em Guarulhos (SP), os testes do tipo RT-PCR não foram distribuídos para a rede pública e podem acabar sendo descartados.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Segundo a reportagem, o SUS (Sistema Único de Saúde) já aplicou cinco milhões de testes deste tipo — ou seja, o Brasil pode acabar jogando fora mais exames do que já realizou até o momento. Ao todo, já foram investidos R$ 764,5 milhões em testes e as unidades para vencer custaram R$ 290 milhões.
De acordo com o jornal, a responsabilidade pelo possível prejuízo virou um “jogo de empurra” entre o ministério da Saúde e estados e municípios porque a compra é feita pelo governo federal, mas a distribuição ocorre mediante demanda de governadores e prefeitos.
O RT-PCR, ao rastrear partículas do material genético do novo coronavírus, é o exame que especialistas chamam de “padrão ouro” para detectar a covid-19.
Os dados sobre o prazo de validade dos testes estão registrados em documentos internos da Saúde, com compilação de dados até a último quinta-feira (19). Relatórios acessados pela reportagem do Estadão mostram que 96% dos 7,15 milhões dos exames em estoque vencem em dezembro e janeiro. O restante, até março de 2021.
O ministério já pediu ao fabricante análise para prorrogar a validade dos produtos. A falta de outros componentes para realizar testes, um dos problemas que travam a distribuição, porém, deve continuar.
A Saúde informou à reportagem que só entrega testes quando os estados pedem e ressaltou que as 8 milhões de unidades que já foram repassadas não foram totalmente consumidas. Secretários estaduais e municipais de Saúde, por sua vez, disseram que não usaram todos os testes, porque receberam kits incompletos para o diagnóstico. Eles também veem dificuldade para processar amostras, o que prejudica o repasse dos produtos, pois as prefeituras, principalmente, não têm como armazenar grandes quantidades.
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), reuniu em seu programa de TV deste sábado (21) o ex-presidente Lula (PT), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) e a ex-ministra Marina Silva (REDE).
O líder do MTST conseguiu fazer a união dos partidos de esquerda que até então não havia acontecido. A frente formada na sexta, nomeada “Frente Democrática Por São Paulo”, une PSOL, PT, PDT, PSB, PCdoB, Rede, PCB e UP e é uma tentativa de empurrar Bruno Covas, que tem apoio de Celso Russomanno (Republicanos) e partidos do Centrão, para o campo do bolsonarismo.
Boulos fez uma caminhada com militantes pela comunidade de Heliópolis neste sábado e falou sobre a importância da união da esquerda para derrotar o PSDB de Bruno Covas em São Paulo. E, de acordo com o candidato, uma eventual vitória sua na cidade indicará uma possível derrota do bolsonarismo em 2022.
Mais de dois meses depois, a Bahia voltou a registrar crescimento de casos ativos e o número total voltou ao patamar registrado no início de setembro. Neste sábado (21) são 8.635 ainda doentes no estado.
O número de ativos sempre alterna, mas estava se mantendo na casa dos seis e sete mil há algumas semanas.
O boletim da Secretaria da Saúde (Sesab) informa que na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.781 casos de Covid-19 e 20 mortes pela doença. São 8.081 óbitos e 383.945 casos confirmados desde o início da pandemia.
A taxa de ocupação de UTI adulto é de 62% e pediátrica 63%.
Ontem, o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, fez um alerta acerca do agravamento da Covid-19 em Feira de Santana e pediu uma ação da prefeitura feirense para conter o avanço da doença.
“A situação da Covid-19 em Feira de Santana voltou a agravar-se. Taxas de ocupação de UTI superiores a 90%. É preciso atitude urgente do poder público municipal”, disse o secretário, em uma publicação nas redes sociais.
Amanheceu batendo água em Luís Eduardo Magalhães. E a previsão é para mais chuva no Oeste baiano e em grande parte do Matopiba. A precipitação veio somar-se às fortes chuvas de ontem.
O ar úmido e quente predomina sobre o Norte e o Nordeste do Brasil, e as nuvens mais carregadas estão se formando sobre estas Regiões. Há risco de chuva volumosa. Mas também tem muita umidade e muitas nuvens no norte e leste de Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio De Janeiro e no leste de Santa Catarina.
O Oeste baiano tem uma média histórica anual de 1.083,7 mm, com uma máxima de 1.557,9 mm, excedida em anos excepcionais com na temporada de chuvas de 2019-2020, quando a precipitação ultrapassou 2.500 mm.
A pandemia vai acabar decidindo o Brasileirão e a participação dos brasileiros na Copa Libertadores e Sul-Americana.
Raul Vitor, especial para a Agência Estado
A 22.ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro começou na sexta-feira sob o impacto de um impressionante aumento de casos de covid-19 entre jogadores, treinadores, membros de comissão técnica e funcionários dos clubes. Até o início da noite desta sexta-feira, eram mais de 50 casos em 10 times. E 4 treinadores estavam contaminados e fora de ação. Somente o Palmeiras, que lidera o “ranking” com 18 casos, afastou mais 5 jogadores na sexta.
A CBF entende que a contaminação não ocorre em campo e não cogita mudar o protocolo neste momento. Para os especialistas ouvidos pelo Estadão, o problema está no descumprimento dos protocolos sanitários por parte dos jogadores. Eles acreditam que os atletas, assim como parte da sociedade, relaxaram em relação ao cumprimento das medidas de segurança.
É o que diz o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp. “Os eventos ?superdisseminadores?, que englobam batizados, festas de aniversários e qualquer outro tipo de ambiente que tenha mais de seis pessoas e as medidas de proteção não são respeitadas, estão fazendo com que a curva volte a crescer. As pessoas estão banalizando a questão da flexibilização, inclusive os jogadores, que estão sendo flagrados nesses eventos”, avalia.
Essa situação, somada às condições de trabalho no futebol, facilita a disseminação do vírus. Um atleta infectado tem possibilidade de contaminar vários outros por causa da proximidade dos treinos.
“Houve um relaxamento das medidas de proteção fora dos clubes. Os jogadores estão se expondo a ambientes onde não é possível manter a proteção. Festas, restaurantes e grupos de amigos. O sujeito que se infecta vai acabar contaminando seus companheiros, já que, pela natureza do esporte, não é possível aplicar distanciamento e uso de máscaras”, explica o infectologista Alexandre Cunha.
Atrás do Palmeiras, que registra 18 casos – Gabriel Menino também se contaminou, mas já está recuperado -, estão Atlético-MG, com 10 contaminados, e Vasco, com 7. O Santos tinha 9 doentes, mas nesta sexta-feira 6 deles foram liberados por estarem recuperados – Alex, Alison, Sandry, Pituca, Jobson e Jean Mota.
Segundo Naime, se os jogadores seguissem à risca os protocolos de segurança elaborados pelos clubes, não haveria esse tipo de situação. “Olha o nome: ?concentração?. É óbvio que haverá aglomeração. Se um ou dois não fazem a lição de casa, acaba com a proteção de todos. O jogador, nesse caso, prejudica o próprio clube”, explica.
Cunha também acredita que esses casos não parecem ser consequência de falhas nos protocolos dos clubes. Para o infectologista, é mais provável que um atleta tenha se contaminado fora das atividades e levado o vírus para dentro dos CTs. “Os jogadores são jovens e nessa faixa etária a covid-19 é uma doença benigna. Mais da metade dos infectados podem ser assintomáticos, o que torna mais difícil uma contenção a partir da avaliação clínica”, afirma.
TÉCNICOS – O surto nos clubes também colocam em risco a saúde dos treinadores e de suas comissões técnicas. Na semana passada, Jorge Sampaoli, do Atlético-MG, e Cuca, do Santos, estavam afastados de seus cargos em decorrência da covid-19. O treinador santista chegou a ficar internado e, mesmo tendo testado negativo na última bateria de exames, permanecerá longe de seu posto por cerca de dez dias. Ele é do grupo de risco por ter problemas cardíacos – há algum tempo passou por cirurgia no coração.
Tanto o Atlético quanto o Santos tiveram dificuldades para repor a presença de seus técnicos em campo. Isso porque até mesmo quem deveria substituí-los foi diagnosticado com a doença. No time paulista, no lugar de Cuca e Cuquinha entrou o auxiliar Marcelo Fernandes. Na equipe mineira, Leandro Zago assumiu interinamente.
Os últimos casos entre os treinadores foram registrados no Internacional e no Sport, na sexta. O clube gaúcho informou que Abel Braga, que aos 68 anos é do grupo de risco, testou positivo para a doença. Segundo o boletim médico do clube, ele está assintomático. No fim da tarde, a equipe pernambucana anunciou que Jair Ventura não estará à frente do time segunda-feira contra o Atlético-GO, pois também foi contaminado.
No final da tarde desta sexta-feira, 20, por volta das 17h20, um veículo VW Golf GL pegou fogo após um provável curto-circuito na rua Maranhão, no bairro Mimoso II, em LEM.
De acordo com informações da SUTRANS, que atendeu a ocorrência, o cidadão tinha estacionado o veículo para ir comprar um bolo e ao voltar percebeu as chamas no veículo.
Moradores ainda tentaram apagar o incêndio com extintores, mas sem sucesso. O Corpo de Bombeiros chegou em seguida e debelou as chamas, ninguém se feriu.
Fonte: Reportagem de weslei Santos/Blog do Sigi Vilares