Por Nara Lacerda, DCM e Brasil de Fato.

Por Nara Lacerda, DCM e Brasil de Fato.






Integrante de quadrilha foi flagrado com seis fuzis em abril





Por Bruna Viesseri, para o portal GaúchaZH
No sistema desenvolvido pelo Estado, o risco de contágio da doença é indicado pela cores amarela, laranja, vermelha e preta.
O mapa definitivo para a próxima semana será divulgado na segunda-feira (14). Caso se confirme a bandeira preta, nas regiões Pelotas e Bagé, restaurantes só poderão funcionar como telentrega e pague e leve e apenas, além disso apenas serviços essenciais poderão funcionar com 100% das equipes.
Serviço público
Apenas áreas da saúde, segurança, ordem pública e atividades de fiscalização atuam com 100% das equipes. Demais serviços, atuam no máximo 25% dos trabalhadores presencialmente.
Serviços essenciais
Serviços essenciais à manutenção da vida, como Assistência à Saúde Humana e Assistência Social, seguem operando com 100% dos trabalhadores e atendimento presencial.
Restaurantes, lancherias e bares
Podem funcionar apenas com telentrega e pague e leve, e 25% da equipe de trabalhadores.
Salões de cabeleireiro e barbeiro
Permanecem fechados, assim como serviços domésticos.
Comércio
Academias
Academias, centros de treinamento, quadras, clubes sociais e esportivos também devem permanecer fechados.
Lazer
Ficam proibidos de atuar parques temáticos, zoológicos, teatros, auditórios, casas de espetáculos e shows, circos, cinemas e bibliotecas. Demais tipos de eventos, seja em ambiente fechado ou aberto, não devem ocorrer.
Áreas comuns em condomínios
Todos as áreas comuns de lazer dos condomínios devem permanecer fechadas, incluindo academias.
Locais públicos
Parques, praças, faixa de areia e mar, devem ser utilizados somente para circulação, respeitado o distanciamento interpessoal e o uso obrigatório e correto de máscara. É proibida a permanência nesses locais.
Missas e cultos
Missas e serviços religiosos podem operar sem atendimento ao público, com 25% dos trabalhadores, para captação de áudio e vídeo das celebrações.
Bancos e lotéricas
Podem realizar atendimento individual, sob agendamento, com 50% dos funcionários.






Situação dos Estados do Nordeste segundo Consórcio de Veículos.


As estimativas mais recentes seguem apontando para mais uma safra de grãos recorde em 2021, repetindo o feito de 2020, mas a instabilidade do clima já entrou no radar de produtores e pesquisadores. Por causa de problemas climáticos na Região Sul, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu em 1,1% sua projeção para a safra 2020/2021, no terceiro levantamento de intenção de plantio, divulgado nesta quinta-feira, 10.
Alfredo Guedes, gerente do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alertou que o clima instável, com menos chuvas do que o normal, traz apreensão. Conforme o pesquisador, as chuvas não só demoraram a chegar, na temporada úmida que começa em outubro em grande parte do País, como ainda estão mal distribuídas.
A produção de soja puxará o crescimento do setor, consolidando o País como maior produtor mundial da oleaginosa, à frente dos Estados Unidos.
Tanto a Conab, com projeção de 265,88 milhões de toneladas de grãos, quanto o IBGE, com prognóstico de 256,8 milhões de toneladas, ainda esperam crescimento em relação a 2020, renovando o recorde. A produção de soja puxará o crescimento, consolidando o País como maior produtor mundial da oleaginosa, à frente dos Estados Unidos.
O clima instável já atrasou o plantio da soja, que normalmente ocorre no início da temporada úmida, no fim de cada ano. Isso há havia ocorrido na safra 2019/2020 e se repetiu, com maior intensidade, na safra 2020/2021, disse Guedes, do IBGE. O problema foi parcialmente contornado, até aqui, porque os produtores recorreram ao maquinário para semear a soja e conseguiram recuperar o tempo perdido.
“Os produtores conseguiram plantar numa época boa ainda. A grande questão é se as chuvas vão normalizar”, afirmou Guedes, ressaltando que não basta o período chuvoso começar. “No Mato Grosso, as chuvas não estão bem distribuídas. Chove nuns locais, noutros não. Isso tem prejudicado um pouco o desenvolvimento da soja”, completou o pesquisador.
Mesmo assim, como os produtores recuperaram o tempo perdido no plantio e aumentaram a área dedicada à cultura em Mato Grosso, as projeções ainda são de recorde na soja. O IBGE estima 127,097 milhões de toneladas, 4,6% acima de 2020. A Conab projeta 134,5 milhões de toneladas, alta de 7,7%. Além disso, as projeções de crescimento se sustentam na perspectiva de uma safra mais normal no Rio Grande do Sul – a seca no verão passado provocou uma quebra na safra gaúcha.
Segundo Guedes, para as projeções se confirmarem, é importante que chova de forma regular no plantio e nos meses de desenvolvimento da lavoura. Chuvas em excesso no momento da colheita, que no caso da soja começa em fevereiro, também podem atrapalhar a produção.
A instabilidade do clima leva a apreensão também para a produção de milho, especialmente em sua segunda safra, que é plantada nas áreas que foram ocupadas pela soja até os primeiros meses de cada ano. Entre a colheita da soja e o plantio do milho, há uma “janela” de tempo, explicou Guedes, já que, principalmente no Centro-Oeste, o cereal precisa estar suficientemente desenvolvido para enfrentar o período seco, que começa a partir de abril. Como o plantio da soja nesta safra 2020/2021 atrasou, postergando também a colheita, a “janela” de plantio da segunda safra de milho será menor.
Idealmente, disse Guedes, a soja da safra 2020/2021 precisaria ser colhida o mais rapidamente possível, para dar lugar ao milho. Pata tudo dar certo, as chuvas precisam regularizar ao longo do desenvolvimento da soja, mas não podem ocorrer em excesso na colheita, o que poderá prejudicar tanto a lavoura da oleaginosa quanto o plantio do milho.
“O clima está instável em relação a outros anos. Temos que aguardar um pouco para ver como será o desenvolvimento ao longo dos próximos meses, mas o pessoal está apreensivo”, afirmou Guedes.
Do Estadão.


Com informe do jornal Extra, editado.





Grêmio empata com Santos





Obrigatório na merenda

Do jornal A Tarde.


Foi entregue hoje (8/12) à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar nº 003/2020, referente à atualização do Plano Diretor Desenvolvimento Urbano (PDDU) do município. A matéria será apreciada e votada pelo Legislativo nos próximos dias.
O protocolo contou com a presença do prefeito Dr. Termosires Neto, do secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Isael Rocha, da Procuradora do município, Érica Jusmara, do presidente da Câmara, Zé de Zuza, e dos vereadores Sandoval, Netinho, Hermínio, Hildejane e Antônio Martins.
Pela primeira vez na história do município, elaborou-se um Plano Diretor com a participação efetiva da população. O novo PDDU valerá para os próximos 10 anos.
O levantamento dos dados e sugestões da população para compor o Plano Diretor aconteceu tanto na sede do município como na zona rural. A Prefeitura contou com a parceria da UMOB – União dos Municípios do Oeste da Bahia, do Consid – Consórcio Intermunicipal do Oeste da Bahia e, Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), sob a coordenação geral do professor Prudente.


Aras bloqueia repasse de R$ 270 milhões
para clone de fundação da “lava jato”
Obsessões bilionárias







