Por Laerte, magistral!

Por Laerte, magistral!

Foto de referência
Na tarde desta quarta-feira (20/08), por volta das 17h30, a Polícia Civil localizou os suspeitos de um tríplice homicídio ocorrido em um evento festivo no povoado Conquista, zona rural de Barreiras.
Durante a ação, a equipe foi recebida com disparos de arma de fogo e houve confronto. Os dois criminosos, que haviam executado brutalmente a segurança da festa e dois jovens, além de tentar contra a vida de outra vítima, foram alvejados e não resistiram.
No local, foram apreendidas:
🔹 Duas espingardas calibre 12
🔹 Dois revólveres calibre .38
🔹 Uma pistola calibre .45 (utilizada no crime)
🔹 Dois carregadores calibre 9mm
🔹 O veículo usado no homicídio
O SAMU e a Polícia Técnica foram acionados para os procedimentos de praxe.
👉 A operação também cumpriu mandado de prisão em aberto contra um dos autores, expedido no Piauí.

O deputado Robinson destaca; “baianos apoiam Lula por defender o Brasil e trabalhar por quem mais precisa”.Deputado do PT listou um conjunto de ações desenvolvidas por Lula na Bahia em parceria com o governador Jerônimo Rodrigues
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou nesta quarta-feira (20) que os dados da nova pesquisa Quaest, que apontam 60% de aprovação do governo Lula na Bahia, mostram que “o povo baiano reconhece quem trabalha por justiça social, emprego e dignidade”. A declaração do parlamentar ocorre após a divulgação do levantamento, realizado entre os dias 13 e 17 de agosto, apontar que o índice de aprovação na Bahia é seis pontos acima da média nacional, consolidando o estado como uma das principais base de apoio da gestão federal.
Para Robinson, a pesquisa confirma o que já vinha sendo percebido nas ruas e nas bases: a gestão de Lula tem respaldo popular e tende a crescer, especialmente no Nordeste, onde as entregas do governo federal são mais visíveis. “As pessoas veem a diferença que é ter Lula na presidência, especialmente aqui na Bahia, com o governador Jerônimo alinhado, trabalhando junto em todas as áreas”, declarou o parlamentar.
Robinson Almeida ressaltou que a parceria entre o presidente Lula e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) vem trazendo investimentos estratégicos e estruturantes para a Bahia, que vão desde saúde, habitação e segurança hídrica até obras de infraestrutura urbana e rural. Segundo o deputado, esses resultados são decisivos para a consolidação do campo popular no estado. Ele lembrou que a Bahia foi o primeiro estado do país a iniciar obras do Novo PAC, com quase R$ 4 bilhões em recursos já anunciados para aplicaçãos nas áreas de energia, habitação, educação, saúde, além da ampliação do programa Luz para Todos, construção de maternidades, novas policlínicas e projetos de contenção de encostas em Salvador e outras cidades.
” A parceria entre Lula e Jerônimo produz resultados objetivos. Apenas com o programa Minha Casa Minha Vida em 2024 foi contratada mais de 58 mil unidades habitacionais que, quando entregue, vai transformar a vida da nossa gente”, destacou.
Além desse investimento, Robinson recorda que em julho desse ano, em visita a Juazeiro, o presidente Lula anunciou a destinação, através do Novo PAC Saúde, de mais de R$ 615 milhões para ampliar a capacidade de atendimento do SUS na Bahia. No estado, os investimentos vão garantir mais de 2 mil novos equipamentos para a rede pública de saúde. Já em 2024, o presidente também anunciou para a educação básica da Bahia um investimento de mais R$ 1,2 bilhão do Governo Federal, a partir de recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para construção de creches e escolas e aquisição de veículos escolares. Outros R$ 382,8 milhões foram destinados aos estudantes baianos do Pé-de-Meia.
“Não é discurso, é entrega. E é por isso que a população confia e aprova. Lula está devolvendo dignidade ao povo e fazendo o Brasil andar de novo, com independência, soberania, com o olhar voltado pra nossa gente”, afirmou.
Além de analisar o resultado da pesquisa como positivo para a esquerda, Robinson vê na aprovação de Lula um fator de pressão sobre a oposição local, especialmente o grupo liderado por ACM Neto (União Brasil), que segue buscando espaço após a derrota nas eleições de 2022.
“A oposição tenta construir narrativas, mas não tem entrega. Ela fica jogando contra, torcendo contra. E o povo já entendeu isso. A tendência é que essa aprovação de Lula continue crescendo, e isso vai refletir diretamente nas eleições de 2026″, avaliou o deputado.
A pesquisa também indica que o Nordeste segue sendo o maior reduto de apoio a Lula.
“Essa aprovação é o reflexo de uma aliança política que pensa o Brasil a partir das necessidades do povo, das necessidades também regionais. Nós temos lado. E o lado do PT sempre foi o do trabalhador, do pequeno agricultor, da juventude preta da periferia, das mulheres. Essa política tem liderança e tem projeto sob a condução do presidente Lula e do governador Jerônimo na Bahia”, concluiu Robinson Almeida.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (20) a realização de busca e apreensão contra o pastor Silas Malafaia, um dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a Polícia Federal (PF), a medida foi cumprida no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. O pastor teve o celular apreendido.
Pela decisão, Malafaia ainda está proibido de sair do país.
“Sinto vergonha em ser norte-americano num momento desses”





As competições da 23ª Olimpíadas Intercolegiais de Luís Eduardo Magalhães (OILEM) tiveram início oficial nesta terça-feira (19), com as disputas de Judô, Jiu-Jitsu e Karatê, realizadas no Ginásio Poliesportivo José Queiroz Barreto Neto. Um total de 443 atletas, com idades entre 09 e 17 anos, participaram desta primeira etapa.
A programação segue ao longo da semana: nesta quarta (20), quinta (21) e sexta-feira (22), será a vez do Atletismo, com provas de corridas, saltos e arremessos.
Reconhecida como a maior competição municipal intercolegial do Norte/Nordeste e uma das cinco maiores do país, a OILEM é promovida pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da Gerência de Desporto Escolar, com apoio da Liga Desportiva.
Na edição de 2025, o evento mobiliza mais de 8 mil estudantes, de 45 escolas das redes municipal, estadual e particular, em 15 modalidades esportivas.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (20), um destaque do PP que prevê o voto impresso nas eleições brasileiras, medida já considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto foi aprovado por 14 votos contra 12 no âmbito do Projeto de Lei Complementar (PLP) 112/2021, que cria o novo Código Eleitoral do Brasil, com cerca de 900 artigos. O texto-base do projeto já foi aprovado pelos senadores da CCJ.
A emenda aprovada prevê que, após a confirmação dos votos de cada eleitor, “o arquivo de registro digital de votos será atualizado e assinado digitalmente, com aplicação do registro de horário no arquivo log, de maneira a garantir a segurança e auditabilidade”.
Em seguida, ainda segundo o texto aprovado, “a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado; III – o processo de votação não será concluído até que o eleitor confirme a correspondência entre o teor de seu voto e o registro impresso e exibido pela urna eletrônica”.
A emenda estabelece ainda que o novo modelo deve ser implementado na eleição seguinte à aprovação do projeto. O projeto ainda precisa ser analisado no plenário do Senado.
Como houve alterações no texto que veio da Câmara, a matéria deve voltar para nova análise dos deputados. Para valer para próxima eleição, a matéria precisa ser sancionada até um ano antes do próximo pleito.
A oposição justificou o voto impresso nas urnas eletrônicas alegando que as pessoas “simples” precisam confiar no sistema eleitoral e que a medida busca “pacificar o Brasil”.
A adoção do voto impresso foi proposta pela oposição em meio a acusações, sem provas, contra o sistema de urna eletrônica feitas por partidários do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“A gente tem que pacificar o país. Pelo amor de Deus! A questão não é querer ter razão, é ser feliz. Então, para pacificar o país e ser feliz, é o voto impresso”, justificou o senador Carlos Portinho (PL-RJ). A oposição apresentou destaque para incluir a obrigatoriedade do voto impresso no texto.
O relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB-PI), vinha rejeitando essa mudança alegando que, em quase 30 anos de urna eletrônica, nunca foi comprovada qualquer fraude no sistema eletrônico.
“É um sistema absolutamente seguro. Na eleição de prefeitos e vereadores de 2024 teve mais de 400 mil candidatos e não tem uma única ação judicial em todo o Brasil com alguém dizendo que perdeu porque teve fraude”, justificou na última sessão da CCJ que discutiu o tema.
Em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a minirreforma eleitoral de 2015 que previa a impressão do comprovante do voto. O Supremo considerou que havia risco de o sigilo do voto ser violado e de favorecer fraudes eleitorais.
Em 2021, a Câmara dos Deputados rejeitou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que instituía a obrigatoriedade do voto impresso.
Se aprovado, agora sim está recriado o voto de cabresto. As orcrins poderão controlar o voto de seus circunstantes.

O Santander, em parceria com a plataforma de educação DIO, abre as inscrições para o Bootcamp Santander Cibersegurança 2025, um programa gratuito e 100% online focado na capacitação prática de profissionais em segurança ofensiva. Com 10 mil bolsas disponíveis e uma trilha de 31 horas de conteúdo prático, o bootcamp oferece 15 cursos, desafios práticos, grupos de desenvolvimento de códigos e cinco lives exclusivas com especialistas do setor. As inscrições estão abertas até 07/09/2025 pelo link https://c.dio.me/KQEcoH .
A proposta é preparar os participantes para atuar em áreas estratégicas da cibersegurança como testes de invasão (pentest), engenharia social, criação de malware, ataques Man-in-the-Middle e análise de vulnerabilidades, utilizando ferramentas como Kali Linux, Medusa e Python em ambientes virtualizados. “O conhecimento em cibersegurança é uma necessidade para os dias atuais. O bootcamp é uma forma de democratizar o acesso à formação de ponta, capacitando novos talentos para proteger o ecossistema digital brasileiro”, afirma Márcio Giannico, senior head de Governos, Instituições, Universidades e Universia do Santander no Brasil.
Voltado para profissionais de tecnologia com conhecimentos básicos em Python, o bootcamp se destaca por sua abordagem prática e investigativa. Ao longo da jornada, os participantes poderão desenvolver projetos reais, simulando cenários de ataque e defesa, alinhados com as exigências do mercado de trabalho.
“Esse bootcamp marca a parceria de sucesso entre a DIO e o Santander Brasil. Com 10 mil bolsas de estudo 100% gratuitas, este programa é o resultado do compromisso dessas duas instituições em capacitar indivíduos interessados na interseção entre tecnologia e cibersegurança”, comenta Iglá Generoso, CEO da DIO. Ao final da trilha, os alunos estarão aptos a identificar e explorar vulnerabilidades, automatizar testes de segurança e atuar em times especializados ou como consultores de segurança cibernética.
356 bilhões de tentativas de ciberataques no Brasil
O lançamento do programa acontece em um momento que o Brasil registrou cerca de 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos em 2024, segundo dados do FortiGuard Labs, laboratório de inteligência de ameaças da Fortinet. O setor financeiro brasileiro sofreu uma média de 1.752 ataques semanais por organização entre setembro de 2024 e fevereiro de 2025.
Como medida de prevenção a fraudes e golpes, o Banco possui camadas de proteção como o ID Santander, solução de autenticação em duas etapas robustas e a Biometria Facial, tecnologia que utiliza inteligência artificial e algoritmos para confirmar a identidade do cliente, além de outras camadas como senhas, validações comportamentais, entre outras. O objetivo é garantir a segurança e autenticidade das operações realizadas pelos clientes.




Durante o mês de agosto, o Centro de Apoio à Mulher (CAM) de Luís Eduardo Magalhães está intensificando as ações de conscientização e combate à violência contra a mulher, por meio de palestras e rodas de conversa em unidades de saúde, escolas, CRAS e outros espaços, em alusão ao Agosto Lilás – campanha nacional de enfrentamento à violência doméstica.
Na manhã desta terça-feira (19), a equipe esteve na Unidade de Saúde Maria Brito, onde a coordenadora do CAM, advogada Lorrane Calixto, reforçou a importância da rede de proteção no município.
“Nós estamos aqui com o objetivo de mostrar que existe uma rede de apoio em Luís Eduardo Magalhães. Vocês não estão sozinhas e não precisam permanecer em um relacionamento abusivo”, destacou.
Sobre o CAM
Criado em 2021, o Centro de Apoio à Mulher (CAM) completou quatro anos de atuação em 2025, consolidando-se como referência no atendimento a mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
O espaço foi recentemente ampliado com uma nova sede e oferece atendimento multidisciplinar com psicóloga, assistente social, advogada e coordenação especializada. Além do suporte jurídico e psicossocial, o CAM promove ações preventivas e educativas, fortalecendo a autoestima das mulheres e contribuindo para a quebra do ciclo da violência.
Nem prefixo, nem letreiros, avião poderia estar distribuindo, em Porto Alegre e São Paulo, pessoal de informação com vistas a uma operação de força no País.
Um avião estadunidense associado à agência central de inteligência daquele país, a CIA, pousou, nesta terça-feira (19), em Porto Alegre-RS, informou o jornal O Globo. A aeronave da Boeing não possuía identificação externa e seguiu esta noite para São Paulo-SP, de acordo com a reportagem.
O possível aumento da presença de agentes estadunidenses em solo nacional se dá em um momento crítico. Aumentam as pressões sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que se mobiliza para inviabilizar a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. A Casa Branca atacou o Judiciário brasileiro, em defesa de Jair Bolsonaro, aliado ideológico do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Além disso, aumentam as ameaças de Washington sobre a região como um todo. Os EUA deslocaram navios militares para a costa da Venezuela. Os EUA dizem buscar promover uma intervenção na região em nome do combate ao crime organizado, embora estejam realmente interessados em capturar os recursos naturais da região.
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O Brasil passará a exportar carne bovina para a Indonésia, quarto país mais populoso do mundo (285,7 milhões de habitantes). Um acordo firmado entre os dois países permite a venda de carne bovina com osso, miúdos bovinos, produtos cárneos e preparados de carne, conforme informaram, nesta terça-feira (19), os ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE).
Com 283 milhões de habitantes, o país asiático é considerado um mercado estratégico para o setor de proteína animal, com aumento do consumo da carne bovina em razão da melhora da renda da população e do crescimento da classe média urbana.
Em 2024, os indonésios compraram US$ 4,2 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, principalmente sucroalcooleiro, soja, fibras e têxteis. De acordo com o Mapa, com a nova medida, 402 mercados estrangeiros foram abertos para produtos agropecuários brasileiros desde 2023.

A matéria é da CNN, que obviamente puxa a brasa para o assado norte-americano. Querer vender mais etanol para o Brasil, pioneiro com a cana e em franco desenvolvimento com o milho, além de querer romper a bem montada cadeia da carne brasileira, está por trás do golpismo de Trump. A guerra comercial tem fundamentos claros e nem sempre éticos.
O agronegócio norte-americano criticou duramente as práticas ambientais e o protecionismo do Brasil no âmbito das investigações conduzidas pelo USTR (Representação Comercial da Casa Branca).
Os produtores de milho, com interesse em exportar mais etanol ao mercado brasileiro, e de carne de porco foram especialmente críticos. Agricultores do Arkansas, estado forte nas culturas de soja e de algodão, pediram atuação firme do governo de Donald Trump contra o Brasil.
Os argumentos estão expostos em ofícios encaminhados por empresas e associações empresariais ao USTR, na consulta pública sobre a Seção 301, que pode resultar em mais tarifas e punições. O prazo para envio das contribuições termina nesta segunda-feira (18) à noite.
“Os agricultores americanos, incluindo aqueles do Arkansas que cultivam culturas como soja, algodão, milho e arroz, estão sendo substancialmente prejudicados no mercado global devido a atos, políticas e práticas do Brasil, pois aumentaram substancialmente a produção de muitas commodities agrícolas por meio de conversões de terras de habitat natural para produção de safras e sob fortes subsídios da China, o que está alimentando essa expansão”, afirma o presidente do Conselho Agrícola de Arkansas, Joe Mencer.
Nas eleições de 2024, Trump venceu a candidata democrata Kamala Harris no estado, por quase 31 pontos percentuais de diferença.
Para atingir tais objetivos, eles frequentemente roubam propriedade intelectual e exercem práticas corruptas por meio de coerção econômica ou política.
Os produtores do estado destacam o suposto prejuízo causado pelo desmatamento ilegal no Brasil e recorrem a um argumento — o risco de aquecimento global — rejeitado pelo atual governo americano, que determinou a saída novamente do Acordo de Paris e é negacionista das mudanças climáticas.
O conselho, no entanto, usa argumentos econômicos. “Para os agricultores do Arkansas e de todos os Estados Unidos, a expansão da produção agrícola no Brasil aumentou a demanda global por insumos agrícolas, o que levou a custos substancialmente altos”, diz o ofício.
“Também inundou o mercado global com um excesso de commodities agrícolas brutas, o que resultou em preços muito baixos recebidos pelas safras cultivadas pelos agricultores americanos. Estima-se que essa disparidade nos custos de produção e nos preços recebidos custe US$ 1,145 bilhão em perdas operacionais líquidas aos agricultores de Arkansas”.
O conselho de produtores americanos de carne suína, que representa mais de 60 mil trabalhadores na área, também criticou ações brasileiras ao USTR.
Segundo a entidade, a carne de porco dos Estados Unidos foi, na prática, excluída do mercado brasileiro nos últimos anos, embora os produtores brasileiros tenham se beneficiado de um maior acesso ao país, com aumento de mais de 1.900% nas exportações da proteína.
“Infelizmente, o Brasil possui uma proibição de fato à carne suína dos EUA que impede qualquer acesso por razões que carecem de qualquer justificativa científica. A NPPC [National Pork Producers Council] solicita que o USTR trabalhe para eliminar essas barreiras infundadas e não tarifárias, impostas sob o pretexto de segurança alimentar, para que carne suína americana fresca, congelada e processada possa ser enviada para a maior economia da América Latina”, consta no documento.
Os produtores americanos alegam que o Brasil desrespeita compromissos internacionais do Acordo Sanitário e Fitossanitário da OMC (Organização Mundial do Comércio) de não impor requisitos mais rigorosos a produtos importados do que aqueles impostos a produtos nacionais.
Ainda na avaliação dos produtores, entre questões específicas que dificultam a compra de carne suína americana pelo Brasil estão a falta de um acordo para certificados de exportação, os altos custos para a testagem do parasita Trichinella spiralis e o que consideram requisitos onerosos para o registro de rótulos.
A Associação Nacional de Produtores de Milho dos Estados Unidos se focou no acesso ao mercado de etanol. Para a entidade, o Brasil também impôs, “de forma injusta e discriminatória”, altas barreiras tarifárias e não tarifárias às exportações americanas, como políticas de biocombustíveis.
As exportações contribuem diretamente para um terço da renda dos produtores de milho dos Estados Unidos. “A importância do mercado brasileiro para os exportadores americanos não pode ser subestimada, e a perda de receita e empregos como resultado das tarifas brasileiras é clara.”
“Desde 2017, quando o Brasil começou a impor tarifas elevadas, as exportações de etanol dos EUA para o Brasil caíram drasticamente. Em 2018, os Estados Unidos exportaram 489 milhões de galões de etanol para o Brasil, avaliados em US$ 761 milhões.
Na época, o Brasil era o principal mercado de exportação para o etanol americano. Em 2024, os Estados Unidos exportaram apenas 28 milhões de galões de etanol para o Brasil, avaliados em US$ 53 milhões.
Em contraste, em 2024, o Brasil enviou etanol no valor de aproximadamente US$ 211 milhões para o mercado americano, o equivalente a 88 milhões de galões”, afirmam os produtores de milho no documento enviado ao USTR.
Ao longo do ofício ao USTR, os produtores de milho ainda expõem dificuldades para atender a requisitos RenovaBio – programa do governo brasileiro para estimular a ampliação de biocombustíveis – e acusam a Camex (Câmara de Comércio Exterior) de atuar de “maneira excessivamente opaca”, sem tratamentos justos aos interesses dos EUA.
“No mínimo, o fato de nenhuma exportação de etanol de milho dos EUA ter sido aprovada para participar do RenovaBio sugere fortemente que o programa do Brasil e seus requisitos de elegibilidade e certificação são excessivamente restritivos ao comércio.”
“Em 1º de janeiro de 2024, o Brasil aumentou a tarifa para 18% sobre todas as importações de etanol, sem provocação, e os Estados Unidos não conseguiram negociar com o Brasil para impedir o aumento ou caminhar para uma redução”, reclama também.
A associação alega que a produção de etanol brasileira foi impulsionada ainda, em parte, por vantagens protecionistas e “após décadas de pouca atenção ao desmatamento”, em que áreas da Amazônia teriam sido convertidas em terras agrícolas.
Outro ponto de preocupação dos americanos é a competitividade brasileira no mercado de combustível sustentável para a aviação. Eles afirmam que o programa nacional brasileiro valoriza o sistema de múltiplas culturas do país — “sem justificativa científica suficiente” — em prejuízo do etanol de milho dos EUA.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta segunda-feira (18) a mobilização de 4,5 milhões de milicianos em resposta às novas pressões do governo dos Estados Unidos.
A medida ocorre após o presidente norte-americano Donald Trump dobrar a recompensa por informações que levem à prisão do líder chavista, de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões (cerca de R$ 271 milhões), e lançar uma operação antidrogas com militares no Caribe.
Durante pronunciamento transmitido pela TV estatal, Maduro afirmou que colocará em prática um “plano especial” de segurança para cobrir todo o território nacional com a atuação das milícias bolivarianas. “Milícias preparadas, ativadas e armadas”, disse o presidente. “Fuzis e mísseis para a classe camponesa e operária, para que defendam a pátria.”
Criada por Hugo Chávez, a Milícia Nacional Bolivariana reúne cerca de 5 milhões de reservistas, segundo dados oficiais, e hoje integra formalmente as Forças Armadas da Venezuela como uma força auxiliar militar e política do governo Maduro.
O presidente afirmou que as milícias deverão ser expandidas para fábricas, zonas rurais e centros comunitários, em meio ao que classificou como uma “renovação podre” das ameaças externas.
A escalada entre Caracas e Washington ganhou novo impulso após a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, acusar Maduro de ser “um dos maiores narcotraficantes do mundo”.
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Um Boeing 757-300 da companhia alemã Condor precisou alternar sua rota após uma falha em um dos motores durante voo entre Corfu, na Grécia, e Düsseldorf, na Alemanha. A aeronave, de matrícula D-ABOK, transportava 273 passageiros e oito tripulantes e decolou no último sábado.
De acordo com o portal especializado Aeroin, durante a decolagem no Aeroporto de Corfu, o motor direito apresentou explosões e chamas. A tripulação, então, decidiu interromper a subida a 8 mil pés, desligou o motor e decidiu desviar para Brindisi, na Itália, onde pousou em segurança cerca de 30 minutos após a partida.

Problemas com a malha rodoviária e o elevado índice de roubo nas estradas são os maiores desafios enfrentados pelo transporte de cargas no país. Em 2024, dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) indicam que o país registrou, em média, 27 roubos de cargas por dia.

O roubo de cargas no Brasil vem sendo grande fonte de receita para as quadrilhas especializadas. De acordo com o relatório de Análise de Roubo de Cargas, os ataques cresceram 24,8% no primeiro semestre de 2025. Dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística indicam que, em 2024, foram contabilizados 10.478 roubos de carga no país, com prejuízos estimados em R$ 1,2 bilhão.
Investimentos adicionais em segurança e tecnologia, atrasos nas entregas e necessidade de rotas mais longas para evitar áreas de risco comprometem toda a cadeia logística. Essas medidas elevam os custos repassados ao consumidor final e reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado.
Desde 2023, com a promulgação da Lei 14.599/23, a contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), o de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e o de Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V) é obrigatória, o que tem impactado a procura pelos produtos de seguros.
Nos primeiros cinco meses deste ano, de acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a arrecadação do RC-DC cresceu 8,1%, alcançando R$ 570 milhões, enquanto as indenizações subiram 12,4%, totalizando R$ 239 milhões. Já o RCTR-C avançou 1,5%, somando R$ 721 milhões em prêmios, com pagamentos de quase R$ 520 milhões, alta de 5,2%.
O cenário deve ganhar novo impulso com a Portaria Suroc nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em 11 de agosto último. A norma prevê a suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) para empresas que não comprovarem a contratação dos seguros exigidos.
Para o diretor de Relações Institucionais CNseg, Esteves Colnago, a portaria trará maior eficiência e controle para o exercício do transporte de cargas nas estradas brasileiras.
“É de suma importância essa nova normativa da ANTT. Ela traz uma evolução no método de fiscalização, saindo de uma abordagem baseada em documentos físicos para um modelo digital e integrado, o que promete maior eficiência e controle sobre a obrigatoriedade da cobertura de seguros no transporte de cargas, aumentando a segurança para todos os envolvidos na cadeia logística”, afirmou.
A comprovação poderá ser feita de duas formas: pela apresentação do frontispício (folha de rosto) da apólice ou do certificado de seguro à fiscalização da ANTT; ou pela verificação automática, por meio de intercâmbio de dados em tempo real entre a agência e as seguradoras (ou entidade que as represente).
O sistema digital deverá estar plenamente implementado até 10 de março de 2026, prazo definido pelo Artigo 3º da portaria. Até lá, a ANTT disponibilizará às seguradoras um manual técnico para integração via webservice, garantindo o envio automático das informações relativas à contratação dos seguros.
Da Agência Brasil.

Uma decisão judicial recente envolvendo a Prefeitura de Barreiras e o vereador João Felipe de Melo Lacerda movimentou os bastidores políticos do município. O TV Web Barreiras confirmou a existência de medida judicial apresentada pelo governo municipal em meio a tensão institucional relacionada a condutas adotadas pelo parlamentar durante visitas a repartições públicas.
A ação tramita sob segredo de justiça. Por força do sigilo não é possível divulgar o conteúdo da decisão nem os pedidos formulados. A redação confirma apenas a existência do processo e sua relevância institucional com base em apuração própria e acompanhamento das movimentações judiciais.
Fontes com conhecimento da tramitação indicam que a controvérsia está ligada a fiscalizações individuais realizadas pelo vereador em órgãos da administração. Em respeito à determinação judicial nenhum detalhe específico será publicado.
A Prefeitura de Barreiras não emitiu nota oficial até o momento.
O episódio reacende o debate sobre os limites do poder de fiscalização do vereador. Juristas ouvidos ao longo da apuração lembram que a prerrogativa existe, mas deve seguir parâmetros legais e institucionais, sobretudo em ambientes sensíveis e com presença de servidores e usuários de serviços públicos.
Por Tiago Portela, do Tvweb

O Brasil importou, em julho, o maior volume de fertilizantes do ano, totalizando 4,79 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado representa alta de 15,6% em relação a junho e de 7,1% frente ao mesmo mês de 2024, estabelecendo um recorde histórico para o mês de julho.
No acumulado de 2025, as importações brasileiras de fertilizantes somam 24,2 milhões de toneladas, aumento de 8,8% em comparação ao mesmo intervalo de 2024. Trata-se do maior volume já registrado para o período, superando o recorde anterior de 2022 (23,67 milhões de toneladas) em 2,2%.

Entre janeiro e julho de 2025, a Rússia manteve-se como principal fornecedora, com 6,88 milhões de toneladas embarcadas (28,2% do volume total), alta de 18% sobre igual período do ano anterior. Na sequência, a China enviou 5,14 milhões de toneladas (21,2% do volume total), com crescimento de 75,7% na comparação anual, enquanto o Canadá ocupou a terceira posição, com 3,1 milhões de toneladas (12,8% do volume total), recuo de 2,2% frente a 2024.

Após as incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio, entre Israel e Irã, em junho, o mercado registrou, em julho, uma intensificação das tensões com a escalada da guerra tarifária conduzida pelos Estados Unidos. A possibilidade de novas tarifas americanas sobre países que mantêm relações comerciais com a Rússia, como o Brasil, aumentou o risco de interrupções no abastecimento e pressionou as cotações internacionais dos principais fertilizantes. A Índia foi o exemplo mais recente, sofrendo um acréscimo de 25 pontos percentuais nas tarifas de importação, totalizando 50%.
De forma geral, produtores buscaram antecipar compras para garantir o suprimento necessário à produção. Agricultores latino-americanos podem enfrentar dificuldades caso os EUA ampliem sanções a importadores de fertilizantes russos — insumos essenciais para ganhos de produtividade em culturas como por exemplo abacate no México, café e frutas na Colômbia, e soja e milho no Brasil. Os números de julho já indicam um movimento de antecipação, e, com a maior demanda, os preços atingiram novos patamares de equilíbrio.

O viés altista dos preços — já presente devido a restrições de oferta na China e na Rússia — intensificou-se no atual contexto. O preço médio CIF de compostos NP atingiu US$ 570,87/t, alta de 13,2% sobre junho e de 15,9% no comparativo anual. A ureia CIF avançou 7% no mês, para US$ 427,37/t. MAP e KCl subiram entre 5% e 6% frente a junho. Em relação a julho de 2024, a ureia acumula aumento de 23%, o MAP de 23,8%, o KCl de 14,5% e o sulfato de amônio de 6,2%.
Outro ponto de atenção é a preocupação de empresas importadoras de fertilizantes russos com possíveis retaliações dos EUA, levando-as a buscar fornecedores alternativos em um mercado de oferta restrita. A Mosaic, sediada nos Estados Unidos, alertou que novas interrupções comerciais entre os maiores fornecedores globais poderiam aumentar a volatilidade dos preços.

No acumulado do ano, o porto de Paranaguá – PR foi o principal ponto de entrada de fertilizantes no Brasil, com 6,34 milhões de toneladas (26,2% do total), seguido por Santos – SP (3,91 milhões ou 16,2%), Rio Grande – RS (3,86 milhões ou 16,0%), São Luís – MA (2,31 milhões ou 9,5%) e Salvador – BA (1,61 milhão ou 6,7%).
O dispêndio brasileiro com fertilizantes atingiu US$ 8,8 bilhões, alta de 16% na comparação anual, reflexo do maior volume importado e da elevação dos preços. As compras do insumo representaram 5,2% do total das importações brasileiras no período, ante 4,9% no mesmo intervalo de 2024.
O segundo semestre costuma ser um período de aquecimento nas compras de fertilizantes no Brasil, o que, sazonalmente, mantém os preços em níveis mais altos. Com as importações em trajetória ascendente, 2025 caminha para novo recorde, tanto em volume quanto em valor. Nesse contexto, a relação de troca tende a piorar para os produtores, a depender também do preço da commodity, especialmente para aqueles que adiaram aquisições à espera de oportunidades mais favoráveis. Ainda assim, mesmo diante de preços elevados, a compra do insumo tende a ser mantida, já que a perda de produtividade por falta de tratos culturais teria impacto mais severo que o aumento de custos.
Steven Levitsky é um cientista político americano e professor de governo na Universidade de Harvard. Um cientista político comparativo, seus interesses de pesquisa se concentram na América Latina e incluem partidos políticos e sistemas partidários, autoritarismo e democratização, e instituições fracas e informais.



Dois paranaenses e um paraense estão mais perto de ganhar um caminhão Accelo zero km, prêmio reservado ao grande vencedor da temporada 2025 da competição amadora
Reconhecida pelos transportadores rodoviários de carga como uma verdadeira chance de mudar de vida, a Gincana do Caminhoneiro – maior e mais longevo evento itinerante das estradas brasileiras – reuniu, entre os dias 15 e 17 de agosto, centenas de motoristas (CNH categorias C, D ou E) no Posto Imperador (km 211 da BR-020), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, para a segunda classificatória da temporada.
O desafio proposto aos participantes de cada etapa da Gincana do Caminhoneiro, que conta realização da Revista Caminhoneiro, patrocínio da Mercedes-Benz e apoio de Consórcio Mercedes-Benz, Banco Mercedes-Benz, SelecTrucks, Molas Fabrini, Dunlop Pneus e Filtros Tecfil, é percorrer o trajeto demarcados por cones, ziguezagueando entre eles no menor tempo possível, sem derrubar nenhum obstáculo.
No asfalto quente, a performance de cada motorista que fez a prova em LEM foi acompanhada por uma dupla de cronometristas, que utilizou fotocélulas para registrar com total precisão o tempo de cada volta. Os três melhores tempos da etapa foram:
1º lugar – Luiz José Migliorini Neto, de Arapongas/PR – 25 segundos e 740 milésimos;
2º lugar – Jadiel Adson Sousa e Silva, de Ananindeua/PA– 26 segundos e 299 milésimos;
3º lugar – Walmir Vidolin , de Campina Grande do Sul/PR – 27 segundos e 739 milésimos.
Com esse resultado, os classificados de Luís Eduardo Magalhães garantem presença na grande final da 31ª Gincana do Caminhoneiro, marcada para 13 de dezembro. Lá, os 18 finalistas, classificados nas seis etapas realizadas ao longo da temporada, disputarão o sonhado grande prêmio: um Accelo da Mercedes-Benz novinho em folha!
E para quem não participou desta vez, a próxima oportunidade já tem data: a terceira classificatória da GDC será de 19 a 21 de setembro, no Posto São Gonçalo 4, na BR-324, em Feira de Santana/BA.

Centenas de milhares de israelenses entraram em greve e tomaram as ruas em todo o país neste domingo para protestar contra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, a condução da guerra em Gaza e exigir um acordo que traga de volta os reféns ainda em poder do Hamas.
“Tragam todos para casa! Parem a guerra!”, gritava a vasta multidão, que convergiu para a chamada Praça dos Reféns, em Tel Aviv. O Fórum de Reféns e Famílias Desaparecidas, que convocou o protesto, estimou que cerca de 500 mil pessoas aderiram à manifestação em Tel Aviv, número não confirmado pela polícia.
Os protestos aconteceram mais de uma semana depois de o gabinete de segurança de Israel ter aprovado planos para ocupar a Cidade de Gaza, 22 meses após o início de uma guerra que criou uma grave crise humanitária no território palestino. (Guardian)
O dia de protestos começou às 06h29, hora exata em que o Hamas lançou seu ataque contra Israel em 7 de outubro de 2023. Os organizadores disseram que ao longo do dia, mais de um milhão de pessoas participaram de centenas de ações realizadas em todo o país. Em algumas cidades, manifestantes bloquearam vias, incluindo a rodovia que conecta Jerusalém e Tel Aviv, as duas principais cidades de Israel. A polícia prendeu 38 manifestantes e usou canhões de água para dispersar aglomerações. (CNN)
Yossi Verter: “As famílias dos reféns — a grande maioria deles — e as famílias enlutadas do massacre de 7 de Outubro e das suas consequências foram no domingo admitidas no clube não tão exclusivo mas em constante expansão dos ‘apoiadores do Hamas’ e torcedores dos ‘horrores de 7 de Outubro, de novo e de novo’.
Desta vez, eles foram assim definidos pelo próprio governante supremo. No discurso orwelliano liderado por Benjamin Netanyahu e seus comparsas, as vítimas do Hamas são seus simpatizantes, as famílias dos reféns procuram enterrá-los para sempre em Gaza, e a maioria dos israelenses que acreditam que a guerra de 682 dias deve ser encerrada em troca da libertação dos 50 reféns fará com que ‘os nossos filhos e filhas tenham de voltar a lutar uma guerra sem fim’. ‘Nossos filhos e filhas’, mas não os dele, Deus me livre”. (Haaretz)
Moradores de Gaza devem começar a receber tendas e equipamentos de abrigo para serem retirados de áreas de combate e reassentados em zonas consideradas seguras no Sul do enclave, anunciou o Exército de Israel, sem detalhar quando começará a evacuação em massa de palestinos. (g1)
Para ler com calma. “Para anestesiar os traumas da guerra em Gaza, Rahma Abu Abed, 12 anos, joga um jogo com os amigos. Eles perguntam uns aos outros: ‘O que vocês comiam antes da guerra? Como era sua casa antes da guerra? O que você usaria se tivesse roupas novas?’
Para Rahma, que contou estes detalhes numa entrevista ao lado da sua mãe, Heba, as respostas são muitas vezes menos reconfortantes do que trágicas. Ela não come carne há meses, disseram seus pais. (…) Ela geralmente faz uma refeição por dia, geralmente lentilhas ou macarrão. Tentando lembrar como era uma boa comida, Rahma brinca com a areia molhada, moldando-a em refeições imaginárias.” (New York Times)
Meio em vídeo. Com Yasmim Restum, Pedro Doria responde às críticas sobre seu posicionamento sionista; explica o que pensa sobre o governo Netanyahu e a criação de um Estado Palestino. Confira no Ponto de Partida. (YouTube).
Pouca soja na nação asiática começa a preocupar a partir de fevereiro e nova safra do Brasil deve ser principal origem novamente. Produção de rações no país já registra um crescimento de 10% de janeiro a junho deste ano, já passando do recorde de 2023.



Empresa tem 72 horas para cumprir notificação
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A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nesta segunda-feira (18) uma notificação às redes sociais Instagram, Facebook e WhatsApp para solicitar a exclusão de robôs de inteligência artificial que simulam aparência infantil e realizam diálogos com conteúdo sexual.

A empresa tem 72 horas para excluir os robôs e esclarecer quais medidas têm sido adotadas para evitar que crianças e adolescentes tenham acesso a conteúdo sexual e erótico.
No ofício enviado à Meta, empresa que opera as redes citadas, a AGU disse que chatbots criados por meio da ferramenta Meta IA Studio promovem a erotização infantil.
O órgão também acrescentou que as plataformas da Meta estão disponíveis para menores de idade, a partir dos 13 anos, e não existe filtro para verificar a idade dos usuários entre 13 e 18 anos.
“Tais chatbots têm potencialidade de alcançar um público cada vez mais amplo nas plataformas digitais, especialmente nas redes sociais da Meta, ampliando de forma exponencial o risco do contato de menores de idade com material sexualmente sugestivo e potencialmente criminoso”, argumenta a AGU.
O tema sobre a erotização de crianças veio à tona nas últimas semanas após o influenciador Felca denunciar perfis que usam crianças e adolescentes para promover a adultização infantil.
>> Especialistas alertam que crianças não podem ser “produto” das redes
A Agência Brasil procurou a Meta para comentar a notificação, mas ainda não recebeu retorno.

O município de Luís Eduardo Magalhães, representado pelo prefeito Junior Marabá, firmou nesta segunda-feira (18) um acordo de cooperação técnica com a prefeitura de Barreiras, representada pelo prefeito Otoniel Teixeira, para o atendimento das comunidades rurais de Umburana e Vilas III e IV do Assentamento. O documento tem vigência até 31 de dezembro de 2028.
Com o acordo chega ao fim uma situação que se arrastava há anos e que prejudicava diretamente os moradores da região. A partir de agora, será possível realizar melhorias na infraestrutura e nos serviços essenciais, como manutenção de estradas rurais, iluminação pública, transporte coletivo e escolar, além de outras ações de interesse social e econômico, planejadas em conjunto pelas duas gestões.
“Mais do que uma parceria entre prefeituras, este é um gesto de responsabilidade e cuidado conjunto com as pessoas e representa um passo decisivo para transformar realidades, levar dignidade e promover um futuro mais justo para todos”, declarou Otoniel, prefeito de Barreiras.
Segundo o prefeito Junior Marabá, o acordo corrige uma situação histórica. “Apesar de estarem localizadas em Barreiras, essas comunidades têm maior proximidade geográfica e social com Luís Eduardo. Não era justo que essa situação continuasse, porque quem mais sofria era a própria população. Agora conjuntamente, vamos trabalhar para desenvolver a região”, concluiu Marabá.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que utilizou sua conta no X para dizer que tentou ser a pessoa mais paciente possível diante dos chamados “governadores democráticos”, sem citar nomes.
E acrescentou que os fatos provam a ele que não há como levar “nenhum desses sujeitos a sério”. Disse ainda que tais governadores se comportam “como ratos”.
Carlos Bolsonaro disse também que, enquanto Jair Bolsonaro está preso, doente e sendo lentamente assassinado a cada dia que passa, “Clezão está morto, Silveira (ex-deputado Daniel Silveira) à beira do colapso, Filipe Martins (ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República) torturado diariamente, milhares de presos políticos sangrando a alma na cadeia e os tais ‘direitistas’ se calam”.

A região litorânea do Rio Grande do Sul deve ser um dos trechos atingidos. Algumas regiões dos estados do Sul podem sofrer ventos acima dos 100 km/h.
Rajadas de vento podem alcançar ou superar 100 km/h em alguns pontos com maior risco de temporais no Uruguai, Argentina, Paraguai, Noroeste gaúcho e Oeste catarinense. Na quarta, o vento do ciclone deve atingir 50 a 80 km/h em média, com picos mais fortes, trazendo risco de danos e cortes de energia.
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) divulgou, neste domingo (17), um alerta de vendaval que pode atingir cerca de oito estados do Brasil. Um dos estados é São Paulo, que deve ser atingido pelo fenômeno na quarta-feira (20), com ventos que podem variar entre 40 km/h e 60 km/h.
O órgão também informou que o risco de queda de galhos de árvores é baixo. Além de São Paulo, outros sete estados receberam o alerta amarelo. Veja abaixo a lista completa:
É recomendado também que as pessoas não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
No final de julho, em São Paulo, ventos atingem diferentes regiões do estado de São Paulo, segundo os ventos atingiram chegaram a atingir 75 km/h na Baixada Santista. A Defesa Civil não registrou nenhuma pessoa ferida na ocasião.
Bancos privados estão realizando débitos automáticos em contas de aposentados do INSS sem autorização formal, violando normas do Banco Central (BC) em vigor desde 2021. A prática expõe idosos a cobranças indevidas feitas por clubes de benefícios e uma empresa financeira, alvos de ao menos 61 mil processos na Justiça na última década.
Levantamento do Escavador, plataforma que reúne informações sobre processos em todas as esferas do Judiciário, feito a pedido do UOL, identificou que Bradesco, Itaú e Santander registram os principais casos, sendo o Bradesco disparado o mais citado. Não foram encontrados episódios envolvendo bancos públicos como Caixa e Banco do Brasil.
Segundo o BC, o banco só pode dispensar a autorização do cliente quando o débito automático for solicitado por outra instituição financeira devidamente autorizada pelo órgão — o que não é o caso dos clubes Sebraseg, Binclub e da empresa Paulista Serviços de Recebimentos e Pagamentos, apontados no levantamento. Nesses casos, a regra exige que a autorização seja fornecida diretamente pelo cliente aos bancos.
O Bradesco realizou débitos para Sebraseg e Binclub sem autorização dos correntistas, apesar de ambas não serem instituições financeiras. Bradesco, Itaú e Santander também processaram débitos automáticos solicitados pela Paulista, que, embora cadastrada como financeira, não é autorizada pelo Banco Central — o que também exigiria consentimento formal dos clientes.
Em junho, foi revelado que milhares de aposentados foram vítimas desse tipo de débito, indicando acesso irregular aos dados bancários do INSS necessários para cadastrar a cobrança (nome, CPF, banco, agência e conta).
O Itaú informou que, após reclamações de pensionistas sobre débitos automáticos feitos pela Paulista, suspendeu as cobranças, ressarciu os clientes prejudicados dos quais não comprovou autorização e passou a exigir consentimento. O Bradesco e o Santander não responderam aos questionamentos.
O Banco Central, por sua vez, declarou apenas que, nesses casos, os bancos são obrigados a contar com “procedimentos e controles para confirmar a identidade do titular e assegurar a autenticidade da autorização”, sem comentar o descumprimento da norma.

Em 100 processos analisados, nenhum banco apresentou autorização assinada pelos clientes. Na Justiça, as instituições alegam que não podem ser responsabilizadas por cobranças feitas por terceiros, defendendo que apenas “executam o débito”. Em uma ação, o Bradesco comparou-se a “asfalto em acidente”, tentando afastar sua responsabilidade.
Apesar disso, os bancos lucram com tarifas cobradas por transação — até R$ 11 por débito no caso do Bradesco e R$ 8 no Santander. Estima-se que, se uma empresa descontar R$ 50 de 100 mil correntistas, arrecade R$ 60 milhões em um ano, dos quais até R$ 13,2 milhões ficam com a instituição bancária.
Para o professor Alexandre Chaia, do Insper, “o banco deveria ter pedido ok do cliente”. “Teve uma falha. Alguém errou”, disse.
Sebraseg e Binclub admitiram, em nota, irregularidades com manipulação de dados e disseram afastar diretores, devolvendo em dobro o valor cobrado indevidamente.
Criados em 2020, os clubes acumulam 28,8 mil processos, com o Bradesco réu em 7 mil deles. Segundo as empresas, o banco autorizava os débitos “por ser vantajoso economicamente”.
“Sebraseg e Binclub tinham convênio com o banco Bradesco. A instituição autorizava esses descontos, com certeza por ser uma maneira vantajosa de levantar valores”, disseram as empresas.
A Paulista Serviços, financeira sediada na Avenida Faria Lima (SP), acumula 32 mil ações por cobranças indevidas. Só com o Bradesco foram 7 mil processos — mais de 95% das ações. Itaú e Santander aparecem em menor escala.
Na Justiça, o Bradesco argumentou que não poderia questionar o cadastro feito pela empresa. Itaú e Santander usam linha semelhante, afirmando que a responsabilidade é “inteiramente” da Paulista. Esta, por sua vez, diz repassar até 95% da taxa cobrada — que pode chegar a R$ 10 por débito — diretamente aos bancos.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), descartou a possibilidade de revogar qualquer medida restritiva imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto.
“Não há a menor possibilidade de recuar um milímetro sequer”, disse o magistrado, em entrevista exclusiva ao jornal norte-americano The Washington Post, divulgada nesta segunda-feira, 18.
O ministro completou a sua declaração defendendo a sua atuação no Judiciário. Segundo ele, a Corte atuará de forma imparcial durante o julgamento do político, marcado para o dia 2 de setembro, pelo ministro Cristiano Zanin.
“Faremos o que é certo: receberemos a acusação, analisaremos as provas, e quem deve ser condenado será condenado, e quem deve ser absolvido será absolvido”, afirmou Moraes.
Devido a sua atuação no caso do ex-presidente, Moraes foi alvo do governo dos Estados Unidos (EUA), sob a justificativa de fazer uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro.
Como consequência, a gestão Donald Trump o sancionou com a Lei Magnitsky, usada para punir estrangeiros.
Julgamento de Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados enfrentarão seu primeiro dia de julgamento no dia 2 de setembro, em um processo que pode condená-los por uma tentativa de golpe para reverter o resultado das eleições de 2022.
A sessão será conduzida pelo ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), às 9h.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, fará a leitura de um relatório, que é um resumo de todas as etapas do processo. Em seguida, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até uma hora para apresentar a acusação contra os réus.
Após a fala da acusação, os advogados de defesa terão o mesmo tempo para apresentar seus argumentos.
O primeiro a votar será Alexandre de Moraes, que irá analisar as alegações das defesas, como pedidos de anulação da delação premiada de Mauro Cid e a absolvição dos réus. Moraes decidirá se os acusados serão condenados ou absolvidos e, em caso de condenação, qual será a pena.

Uma discussão por causa do celular terminou em tragédia na noite de sábado (16), em Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia. Cleidiane Alves Ferreira, de 20 anos, foi presa em flagrante após esfaquear o namorado, Jonas Ferreira Nunes, de 32 anos, que morreu pouco depois.

Segundo a Polícia Militar, a briga aconteceu na Rua Eliezer Rabelo Santiago, no bairro Novo Horizonte. Durante a discussão, Jonas teria se recusado a mostrar as mensagens do celular para a companheira, que o atingiu com uma facada no tórax.
Ferido gravemente, ele foi levado às pressas para o Hospital Municipal Doutor Altino Lemos Santiago, mas não resistiu. Após o crime, Cleidiane fugiu para a casa de familiares no bairro Santa Helena, onde foi localizada pelos policiais e confessou o ataque.
A arma usada, uma faca, foi apreendida e encaminhada para perícia. A suspeita permanece presa na Central de Flagrantes.
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Instituto Nacional de Meteorologia emite alerta laranja.
O aprofundamento de um sistema de baixa pressão deve trazer instabilidade para a Região Sul nesta semana, em especial ao Rio Grande do Sul. No litoral gaúcho os ventos podem chegar a 100km/h em alguns locais, alerta a Defesa Civil. 

O tempo começa a piorar nesta segunda-feira (18), com previsão de precipitações de 5 a 30 milímetros (mm) nas regiões gaúchas de Oeste, Campanha, Missões e Centro, podendo chegar a 40mm em algumas localidades do Oeste.
Na terça (19), há previsão de temporais isolados, com eventual queda de granizo, chuva pontualmente intensa, descargas elétricas e rajadas de vento nas regiões Oeste, Campanha, Sul, Missões, noroeste, norte, centro e em parte da Costa Doce e do Litoral Sul.
As chuvas podem superar os 60mm em algumas regiões gaúchas. Na quarta-feira (20), as rajadas de vento ficam entre 45 e 80 km/h pelo RS, podendo chegar aos 100 km/h no litoral gaúcho. Há possibilidade também de tempestade de raios.
Com isso, o acumulado de segunda a terça em algumas regiões gaúchas pode chegar a 150mm de chuva, de forma rápida e pontual, aumentando a atenção com alagamentos.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja, de perigo iminente, para os ventos costeiros no litoral gaúcho e na costa sul de Santa Catarina, com possível avanço de dunas sobre as construções. As condições devem durar das 18h de terça às 21h de quarta.
No fim de julho, a passagem de um ciclone extratropical provocou estragos no RS, com ventos que chegaram a 105km/h em Porto Alegre. Nessa velocidade, a ventania é capaz de provocar destelhamentos, colapsos de estrutura e desligamentos de energia. Na ocasião, mais de 400 mil clientes gaúchos ficaram sem energia.
Para o resto do país, são esperados vendavais também no Paraná, em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Na região de fronteira, do MS até o Acre, são esperadas chuvas com pancadas isoladas ao longo da semana.
Na área central do país, incluindo a maior parte do Centro-Oeste e do Sudeste, o tempo deve seguir firme ao longo da semana, e as temperaturas devem se manter elevadas, chegando a 38ºC em Cuiabá, por exemplo.
Com exceção da costa sul da Bahia, a previsão é que a semana seja nublada ou com sol entre nuvens na maior parte do litoral brasileiro. Já no extremo norte, em Roraima e nas partes setentrionais do Amazonas, Pará e Amapá, o calor aliado à alta umidade provoca precipitações diárias.
Da Agência Brasil

Goleada histórica! É assim a melhor forma de definir o que aconteceu no Morumbis neste domingo à tarde. O Vasco, fora de casa, goleou o Santos por 6 a 0, o maior placar do confronto entre os dois times. Os gols do Cruz-Maltino foram marcados por Lucas Piton, Rayan, David, Tchê Tchê e Philippe Coutinho, duas vezes. Cinco deles no segundo tempo. O Peixe demitiu o técnico Cleber Xavier após o jogo.
A partida deste domingo entrou para a história do confronto entre Santos e Vasco. A goleada por 6 a 0 aplicada pelo time de São Januário se tornou o placar mais elástico da história do duelo. O maior placar do confronto até o jogo no Morumbis havia sido 5 a 1, em três oportunidades. Foram duas vitórias santistas por esse placar, e um triunfo vascaíno pelo mesmo resultado.
Em casa, o Santos começou melhor. Tentou partir para cima do Vasco, pressionar o adversário, mas não conseguiu criar chances de perigo. O domínio foi muito pequeno e logo se transformou em desvantagem. O Cruz-Maltino passou a aproveitar os contra-ataques que tinha e abriu o placar com Lucas Piton, depois de um belo cruzamento de Nuno Moreira, pela direita. O Peixe não conseguiu mais jogar e, na verdade, foi mais ameaçado pelos visitantes, que criaram diversos contra-ataques perigosos, mas não ampliaram a vantagem. O Alvinegro teve um pênalti anulado por posição irregular de Guilherme no lance.
O Santos voltou bem do intervalo e desperdiçou duas chances claríssimas nos primeiros minutos. Guilherme, de dentro da área, bateu para fora. Barreal, de fora da área, acertou a trave. Depois disso, o Vasco não deu mais chance alguma para o Peixe. Num intervalo de 10 minutos, o Cruz-Maltino fez três gols e decidiu o confronto, mas ainda deu tempo para marcar mais duas vezes para definir o placar histórico de 6 a 0. Sob protestos da torcida, o Alvinegro não conseguiu fazer mais nada – sequer diminuir a vantagem.

Por Christian Lynch (*)
(*)Doutor em Ciência Política (Ciência Política e Sociologia) pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), Christian Edward Cyril Lynch é Professor Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política do Instituto de Estudos Políticos e Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ).
Presidente diz que espera receber um dia a visita do norte-americano
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um vídeo numa rede social em que aparece plantando sementes de uva no Palácio do Alvorada e se dirige ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. 

“Isso aqui é um exemplo, estou plantando comida e não plantando violência e plantando ódio”, diz o presidente brasileiro. No post, Lula diz que espera um dia receber a visita do presidente dos EUA no Alvorada, para que possam conversar sobre a realidade brasileira.
“Por isso presidente Trump, eu queria aproveitar este sábado plantando uva vitória aqui no Palácio da Alvorada, um lugar que, espero um dia, possa visitar, e a gente conversar para que você conheça o Brasil verdadeiro”, diz Lula no vídeo, que foi filmado pela primeira dama Janja da Silva, conforme crédito no post.
A mensagem foi publicada na noite desse sábado (16), no momento em que o Brasil é alvo de um tarifaço imposto por Trump, de 50% sobre a importação para os EUA de diversos produtos brasileiros, incluíndo o café e frutas. A medida atinge, especialmente, os setores agrícola e de alimentos.
No vídeo, Lula afirma ainda “que não adianta o presidente Trump taxar” a uva brasileira, pois “se for necessário, ela vai pra merenda escolar”.
O presidente convidou Trump ainda a “aprender a qualidade do povo brasileiro”, que gosta de todos os países, incluindo nações com relações conflituosas entre si, como Estados Unidos, Rússia, China e Venezuela.
Desde que as tarifas norte-americanas entraram em vigor, o governo brasileiro tem tentado fazer contato pelas vias diplomáticas e oficiais, mas sem encontrar interlocutores no governo dos EUA com autonomia para negociar.
Alguns setores da economia e da política pedem que Lula ligue diretamente para Trump, mas representantes do governo brasileiro dizem não haver garantia o bastante de que eventual ligação será recebida de forma adequada pelo presidente dos EUA.