Ampliação do patrulhamento ostensivo será promovido de setembro de 2020 até março de 2021.
Áreas com produções agrícolas em doze cidades da região Oeste da Bahia contarão com reforço do patrulhamento ostensivo de setembro de 2020 a março de 2021. A ampliação faz parte da 7a edição da Operação Safra, iniciada na manhã desta quinta-feira (17), pela Secretaria da Segurança Pública.
A solenidade de lançamento foi realizada na Associação Barreirense Aeroesportiva (ABA), no Hangar 8, e contou com as presenças do secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, e do comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão.
A ação, promovida em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), aumenta a presença ostensiva durante os transportes de produtos e defensivos agrícolas, além do controle fitossanitário.
Equipes do Grupamento Aéreo (Graer), Cipe Cerrado, Rondesp Oeste, CIPRv e CIPMs da região serão empregadas nas cidades de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto, São Desidério, Correntina, Santa Maria da Vitória, Baianópolis, Cocos, Jaborandi, Angical, Riachão das Neves e Santa Rita de Cássia.
“A Operação Safra é uma grande parceria do Estado com a iniciativa privada. Buscamos sempre atender aos anseios da nossa população e a região Oeste continua sendo prioridade”, destacou o secretário Maurício Barbosa.
Conforme previsto na Lei Municipal 1.342, de 20 de março de 2019, a Prefeitura de Barreiras efetuou na manhã desta segunda-feira, 14, por meio de licitação de concorrência, a avaliação das propostas para alienação mediante desafetação do imóvel situado na Avenida Clériston Andrade, nº 22, Centro, onde funcionou até 2017 a sede da Prefeitura Municipal de Barreiras.
A área total de 3.376,92 m² foi vendida à Empresa Empreendimentos Diniz Pinheiro – Ltda, pelo valor de R$ 9.001.000,00 (nove milhões e um mil reais).
De acordo com a Lei, o valor obtido será utilizado para o custeio de despesas de capital, nos moldes estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
A um mês do início das chuvas, agricultores de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, correm o risco de não conseguir fazer o plantio da soja, o que pode gerar enorme prejuízo em um dos principais celeiros agrícolas do Brasil. Apesar das sucessivas vitórias jurídicas, a demora na devolução da posse de suas terras vem criando um clima de forte insegurança.
Sem documentos definitivos, eles não conseguem créditos bancários e temem fazer investimentos.
A insegurança jurídica se deve à demora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) em tomar uma decisão definitiva sobre a posse das terras, que estiveram no centro da Operação Faroeste. A operação desvendou um esquema de fraudes por meio das quais uma área de 366 mil hectares dos produtores foi transferida, da noite para o dia, ao borracheiro José Valter Dias. Para se ter uma ideia, se as terras estivessem localizadas no litoral baiano, suas divisas iriam de Salvador a Feira de Santana.
Esta semana, a Associação dos Produtores Rurais da Chapada das Mangabeiras (Aprochama) enviou pedido à desembargadora Silvia Zarif, do TJBA, para solucionar a questão. Os dirigentes da Aprochama ressaltam que o clima de insegurança jurídica vem afetando o direito do agricultor de produzir em paz em suas terras.
O motivo da insegurança é que os efeitos de decisões emitidas em um contexto de irregularidade, pelos juízes Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e Marivalda Moutinho – ambos envolvidos na Operação Faroeste – continuam valendo. Essas decisões transferiram a posse das terras de cerca de 300 agricultores a José Valter Dias. Apesar de todas as fraudes já demonstradas, o TJBA ainda não se posicionou para extinguir os efeitos dessas decisões. Assim, embora o CNJ já tenha devolvido o título das terras para os agricultores, o TJBA não devolveu a posse definitiva.
“O limbo possessório instaurado vem causando dificuldade aos lavradores da Coaceral, principalmente no que tange à obtenção de custeio agrícola para a safra 2020/2021, posto que a pendência de reversão de posse em favor desses gera transtorno junto às instituições financeiras responsáveis pelo financiamento rural daquela região”, afirma a Aprochama no pedido enviado à desembargadora.
O documento também menciona que pessoas ligadas ao grupo de José Valter Dias vêm invadindo fazendas, inclusive com o uso de capangas armados, enquanto o TJBA não soluciona as pendências jurídicas do caso.
Consultas por município e cargo, acesso à informações detalhadas sobre a situação dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador, que pediram registro para concorrer às Eleições Municipais de 2020 já estão disponíveis na plataforma DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ferramenta traz ainda todos os dados declarados à Justiça Eleitoral, inclusive informações relativas às prestações de contas dos concorrentes
Acesso
O sistema é aberto a todos os cidadãos, sem necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário. Na consulta, basta selecionar a unidade da federação no mapa ou a sigla do estado que quiser informações.
Na página principal do sistema, o interessado encontrará o quantitativo total de candidaturas por cargo (prefeito, vice-prefeito e vereador). No mapa do Brasil, é possível filtrar a pesquisa clicando na unidade da Federação e depois no cargo desejado. Em seguida, aparecerá uma lista com todos os políticos que concorrem ao cargo no estado.
Selecionado o nome do candidato, é possível obter informações sobre o seu número, partido, composição da coligação que o apoia (se for o caso), nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais. Também é possível acompanhar a situação do pedido de registro e eleições anteriores das quais o candidato tenha participado.
Prazo
A ferramenta é atualizada toda hora à medida em que chegam solicitações de registros à Justiça Eleitoral. No dia 26 de setembro, às 19h, termina o prazo para os partidos políticos e coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos e chapas à Justiça Eleitoral.
Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite para a formalização individual do registro perante o TSE ou algum Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é o dia 1º de outubro, também até as 19h.
Situação da candidatura
A situação do registro do candidato aparece ao lado da foto, além do tipo de eleição à qual ele está concorrendo e um guia sobre os termos, inclusive os jurídicos, utilizados para definir a situação dele perante a Justiça Eleitoral.
Quando o processo é registrado na Justiça Eleitoral, é informada a palavra “cadastrado” e, em seguida, “aguardando julgamento”. Isso significa que o candidato enviou o pedido de registro de candidatura, mas o pedido ainda não foi julgado, ou seja, o processo está tramitando e aguarda análise.
Após o processo ser apreciado, o registro pode ser considerado “apto” ou “inapto”. Caso o candidato não tenha nenhuma contestação e o pedido tenha sido acatado, a situação que aparecerá no sistema será “apto” e “deferido”. Candidatos que aparecem como aptos, mas houve impugnações e a decisão é no sentido de negar o registro. Nesse caso, a situação será “apto”, e o complemento será “indeferido com recurso”.
Há ainda candidatos que apresentaram o registro e as condições de elegibilidade avaliadas foram deferidas pelo juiz e, no entanto, o Ministério Público Eleitoral (MPE) ou o partido recorreu da decisão. Nessa hipótese, a condição será “apto” e “deferido com recurso”.
Na situação de registro julgado como apto, ainda há possibilidades de situações como “cassado com recurso” ou “cancelado com recurso”. Isso ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo partido ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda uma nova decisão.
Por fim, também consta do sistema a condição de “inapto”, com os complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do pedido”, candidato cujo o pedido de registro não foi apreciado pelo juiz eleitoral; e “renúncia”.
Contas
O sistema também disponibiliza as informações relativas às prestações de contas dos candidatos das eleições. O usuário pode fazer a pesquisa das receitas dos concorrentes por doadores e fornecedores, além de acessar a relação dos maiores doadores e fornecedores de bens e/ou serviços a candidatos e partidos políticos.
Luís Eduardo Magalhães é um município de invejáveis riquezas entre todos os municípios baianos. A arrecadação forte vem principalmente do comércio e dos serviços dedicados ao agronegócio, além daqueles da indústria de transformação e beneficiamento de produtos agrícolas.
Nos dois últimos anos, o Município teve acesso, além da arrecadação, a recursos dos precatórios do Fundeb – quase 38 milhões de reais – à ajuda do Governo Federal ao enfrentamento da pandemia – 8 milhões de reais – e a uma série de empréstimos de órgãos dos governos estadual e federal, cerca de 60 milhões de reais.
No entanto, a ingente capacidade de gestão do prefeito Oziel Oliveira, agora candidato à reeleição, não foi capaz de raciocinar no sentido de promover aulas não presenciais aos cerca de 4.000 alunos mais carentes do Município, mesmo sabendo do potencial de internet que temos em dois links de fibra ótica.
Se fosse pensar apenas no que gastou com o transporte escolar, renovando o contrato mesmo durante a pandemia, mais de R$10,5 milhões, poderia ter revolucionado a educação de LEM.
Ora, se distribuísse para cada aluno carente, um tablet para assistir as aulas e lhes proporcionasse acesso a internet, não gastaria mais de R$2 milhões. Menos que 2% do que investiu em prédios escolares, asfalto e outras ações durante o ano. Isso sem contar com as verbas federais de assistência à educação e a contrapartida exigida ao município.
Agora perdemos o ano, vamos forçar a barra para reunir os alunos em aulas presenciais, com o perigo de uma forte contaminação assintomática, e o aproveitamento certamente será menor.
Volmir Francisco de Souza, o Volmir Massaroca (na época se escrevia assim), foi um ponta muito veloz, surgido no futebol gaúcho na década de 70. Muito forte, atlético, com um folego invejável, corria como um demônio pelo gramado, driblando todo mundo, até o juiz se postasse na sua frente. No Grêmio, participou de 31 jogos e fez 67 golos, um recorde. Foi para o Internacional, fez 11 jogos, e apenas um gol. O seu futebol, pouco objetivo, o levou a ser conhecido como Massaroca.
Jair Messias lembra muito Volmir. Estabelece confusões nos mais diversos setores da economia, dribla todo mundo, mas não marca um gol.
Antes de ontem afirmou que nunca mais queria ouvir falar de Renda Brasil. Que o programa de renda mínima do Governo, natimorto, tinha sido abortado.
Ontem mandou técnicos do Ministério da Economia formatar um novo projeto. E, talvez quando o Congresso aprovar, vete e, pasmem, mande os deputados derrubar o veto.
“Estado que não cumpre suas obrigações legais de defender sua população, além de prejudicar o mundo por conta da destruição das matas”, diz documento
Uma recomendação inédita da relatoria da ONU, baseada em violações ambientais e de direitos humanos, visa um inquérito internacional contra o Brasil presidido por Jair Bolsonaro.
O informe diz que crise ambiental no Brasil pode gerar consequências para todo o planeta, mas negociadores avaliam que a proposta, que depende de apoio de outros países, dificilmente será aprovada.
A proposta ocorre na semana em que o Tribunal Penal Internacional de Haia revela que irá arquivar temporariamente parte das denúncias contra o Brasil. Contudo, as queixas sobre Amazônia são mantidas.
Pela primeira vez em seu período democrático, o Brasil é alvo de uma recomendação oficial para que o governo seja objeto de uma investigação internacional por suas políticas ambientais e de direitos humanos.
A iniciativa partiu do relator especial da ONU (Organização das Nações Unidas), Baskut Tunkat, responsável pelos temas de resíduos tóxicos e direitos humanos.
Sua proposta é de que o Conselho de Direitos Humanos aprove a abertura de uma investigação. Para que isso ocorra, porém, governos teriam de apresentar um projeto de resolução e aprovar a proposta por um voto da maioria.
Amanhã, o que veremos nas mídias sociais, será a reação dos operadores de informação do Governo. “Eles querem é o solo da Amazônia para si, rico em minérios. Vamos promover a ocupação da Amazônia para não perdê-la.”
Como se, para não perder o patrimônio ambiental e biológico da Amazônia, fosse necessário destruí-la.
Se você, ilustre leitor, acredita que o nosso mercado exportador está voltado apenas aos países da Ásia, pergunte aos plantadores de frutas do Vale do Rio São Francisco se conseguem sobreviver sem os preços em dólar da exportação. Só para citar um exemplo. Os negócios de café, minério, carnes e sub-produtos de soja com a Europa são importantes para o País.
Informa o G1 e o Jornal Nacional:
Embaixadores de países europeus enviaram uma carta ao governo brasileiro cobrando medidas para conter o desmatamento na Amazônia e alertaram que a devastação dificulta a importação de produtos brasileiros.
Na carta enviada ao vice-presidente Hamilton Mourão, assinam a Bélgica e a parceria das declarações de Amsterdã, grupo formado por sete países: Alemanha, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Noruega e Reino Unido.
Eles cobram um “compromisso político firme e renovado por parte do governo brasileiro para reduzir o desflorestamento”. Afirmam esperar “que isso se reflita em ações reais imediatas”, e que é legitimo o interesse da Europa em consumir alimentos produzidos de forma justa, ambientalmente adequada e sustentável.
A carta destaca que, “enquanto os esforços europeus buscam cadeias de suprimento não vinculadas ao desflorestamento, a atual tendência crescente de desflorestamento no Brasil está tornando cada vez mais difícil para empresas e investidores atender a seus critérios ambientais, sociais e de governança”.
Diante da pressão dos europeus, o vice-presidente Hamilton Mourão se reuniu com os ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles, da Agricultura, Tereza Cristina e o embaixador Otávio Brandelli, número dois do Itamaraty. Na saída, questionado sobre as queimadas que vêm aumentando em setembro tanto no Pantanal quanto na Amazônia, Mourão sugeriu que quem atua no combate à incêndios falhou na semana passada.
Os 14 primeiros dias de setembro já superam o número de queimadas dos 30 dias de setembro de 2019. Em outra reunião nesta quarta-feira (16) com o diretor do Inpe, Mourão pediu uma análise detalhada sobre as áreas que estão sendo desmatadas e queimadas. Depois de criticar a divulgação dos números do desmatamento pelo Inpe, ele reconheceu, nesta terça, que os dados são públicos e estão disponíveis na internet para qualquer cidadão.
“Não tem mudança nenhuma na equipe. Não estou aqui para esconder nada. Não estamos aqui para esconder dado, seja bom ou seja ruim, tem que ser mostrado. Tenho responsabilidade perante a população brasileira”, disse Mourão.
Sobre a carta dos europeus, disse que pretende viajar com eles para a Amazônia. “O Itamaraty vai conversar com o embaixador alemão e, a partir daí, a gente começa a avançar no diálogo, vamos dizer assim”, destacou.
Especialistas em comércio exterior alertam que os produtos brasileiros já estão perdendo espaço no mercado internacional. E esse cenário pode piorar se o país não frear o desmatamento.
“A Europa é um grande mercado consumidor e ela cria precedentes para outros mercados também. E muitas vezes esse tipo de argumento acaba virando barreiras protecionistas contra a exportação de produtos brasileiros que não têm nada a ver com desmatamento”, avaliou Welber Barral, consultor em comércio internacional.
No estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, o Internacional venceu o América de Cáli (Colômbia) por 4 a 3 nesta quarta (16). Com o resultado, o Colorado chegou a sete pontos em três rodadas e lidera o Grupo E da Libertadores da América. A chave conta ainda com Grêmio e Universidad Católica (Chile).
A equipe do técnico argentino Eduardo Coudet já soma sete jogos de invencibilidade e caminha sem sustos às oitavas de final da competição, depois de eliminar Universidad de Chile e Tolima nas etapas preliminares.
O Inter começou de forma avassaladora. Logo que o juiz apitou o início da partida, o uruguaio Abel Hernández, de cabeça, abriu o marcador aos 44 segundos. Aos 17 minutos, os donos da casa ampliariam com Boschilia, que chutou duas vezes para superar o goleiro Chaux. Os colombianos reagiram e, aos 27, diminuíram com Vergara. Ainda no primeiro tempo os colorados fariam o terceiro, novamente com o uruguaio Hernández, aproveitando rebote após a bola bater no travessão.
Na segunda etapa, o América começou com tudo. Aos 3, Adrián Ramos fez o segundo e recolocou seu time na partida. Aos 32, Moreno aproveita falha defensiva do Inter e manda para o fundo das redes de Marcelo Lomba, empatando o confronto. No último minuto do tempo regulamentar, aos 45, Boschilia novamente marca e sela o triunfo colorado.
A soja já vale R$110,67 (+1,84%), no Oeste baiano, com negócios futuros aproando acima de R$130,00.
Em Passo Fundo (RS), com grande concentração de esmagadoras, a saca de 60 quilos registrou forte valorização, passando de R$ 140 para R$ 145. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 139 para R$ 144. No porto de Rio Grande, o preço ficou em R$ 138.
Isso sinaliza aumento nos alimentos básicos para o consumidor, pois o farelo de soja é componente de 25% a 30% das rações de aves, suínos e até de bovinos. Aumenta o óleo de soja e até o sabão em pó.
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira, 16, com preços em forte alta. Depois da pausa de ontem, fundos e especuladores aproveitaram barganhas e colocaram os contratos nos melhores níveis desde 1 de junho de 2018 no gráfico contínuo.
As cotações fecharam próximas das máximas do dia, impulsionadas pela forte demanda pela soja americana e pela perspectiva de safra abaixo do esperado nos Estados Unidos.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou pela manhã uma nova venda de 327 mil toneladas por parte dos exportadores privados para a China. Amanhã saem os números semanais para os embarques americanos e a expectativa do mercado é de vendas entre 1,5 milhão e 2,8 milhões de toneladas.
As lavouras americanas se encaminham para o início da colheita com clima desfavorável. O potencial produtivo foi comprometido e a safra ficará abaixo do esperado inicialmente, reduzindo os estoques de passagem.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 19,75 centavos ou 1,99% em relação ao fechamento anterior, a US$ 10,11 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,15 por bushel, com ganho de 19,50 centavos ou 1,95%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 6,50 ou 2,03% a US$ 325,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,91 centavos de dólar, alta de 0,76 centavo ou 2,22%.
São Borsalino, o santo entre os santos, meditabundo, pensando em como vender as estatais e gastar o dinheiro em sua próxima campanha.
Durante solenidade de posse do novo ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, que atuava como interino da pasta há três meses, desde a demissão de Nelson Teich, Jair Bolsonaro fez um discurso crítico a todas as medidas tomadas por governadores e prefeitos em combate à pandemia do novo coronavírus e voltou a mirar contra a imprensa.
“Não tínhamos por que fechar as escolas, mas as decisões não estavam mais nas nossas mãos, e sim nas de governadores e prefeitos, por decisão judicial”, afirmou Bolsonaro. “Somos um país com maior número de dias em lockdown nas escolas. Isso é um absurdo”, completou.
“Não precisaria ter fechado o comércio como aconteceu”, declarou ainda, dizendo que foi contra a política do ‘fica em casa’. “Essa questão poderia ter sido tratada com mais racionalidade”, mas “alguns governadores foram tomados pelo pânico, tomados por essa mídia catastrófica. Isso não é uma crítica à imprensa, é uma constatação”, disse.
Bolsonaro não nos deve explicações. Deve às 133 mil famílias, que perderam seus parentes neste pandemônio.
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura — movimento formado por 230 entidades e empresas — enviou nesta terça-feira, 15, enviou ao governo federal um conjunto de seis propostas para “deter, de forma rápida e permanente”, o desmatamento na Amazônia.
Segundo a entidade, o documento foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, ao vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, e aos ministérios da Agricultura, Ciência, Economia e Meio Ambiente.
“Essa redução no curto prazo – em alguns meses – é de fundamental importância para o país. Não somente pelo avanço das perdas socioambientais envolvidas, mas também pela ameaça que a destruição florestal na região impõe às questões econômicas nacionais. Há uma clara e crescente preocupação de diversos setores da sociedade nacional e internacional com o avanço do desmatamento”, pontua o movimento.
Segundo membro da coalizão e diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), André Guimarães, o desmatamento descontrolado da Amazônia é um dos maiores riscos à economia brasileira atualmente. “Nosso país é altamente dependente do regime de chuvas que a floresta proporciona tanto para o agronegócio, como para o fornecimento de energia elétrica e o abastecimento de água nas cidades e para as indústrias”, alerta.
“O agronegócio sério e responsável corre o risco de ser penalizado em suas exportações se o país não combater os crimes ambientais na Amazônia”, adverte Marcello Brito, também membro da Coalizão Brasil e presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). “Não podemos perder mais tempo com antagonismos que impedem que o país avance. Existem caminhos práticos e factíveis de enfrentar o problema e é nas soluções que precisamos nos concentrar agora”, completa.
Resumo das propostas
Retomada e intensificação da fiscalização, com rápida e exemplar responsabilização pelos ilícitos ambientais identificados;
Suspensão dos registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que incidem sobre florestas públicas e responsabilização por eventuais desmatamentos ilegais;
Destinação de 10 milhões de hectares à proteção e uso sustentável;
Concessão de financiamentos sob critérios socioambientais;
Total transparência e eficiência às autorizações de supressão da vegetação;
Suspensão de todos os processos de regularização fundiária de imóveis com desmatamento após julho de 2008
Após o presidente anunciar que ‘está proibido’ falar em Renda Brasil, deputados e senadores debatem projetos de renda básica que ampliem o Bolsa Família.
Segundo Bolsonaro, ele desistiu do Renda Brasil, que vinha sendo discutido como uma substituição ao Bolsa Família, por não querer congelar salário de aposentados.
Faiou? Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / Oh Minina! / Andá com fé eu vou / Que a fénão costuma faiá, já disse Gilberto Gil.
Pai e filho, os mergulhadores e pescadores Geovane Santos da Silva, 56 anos, e Carlos Geovane, 28, tinham acabado de mergulhar e estavam se preparando para pescar no último domingo (13) quando um grupo de orcas, popularmente conhecidas como baleias-assassinas, cercou o barco dos dois.
A situação inusitada aconteceu há cerca de 12 km da costa da Praia da Espera, em Itacimirim, que fica na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador. De acordo com o que os pescadores contaram ao CORREIO, os animais acompanharam a embarcação por algumas horas e chegaram a quebrar e derrubar um isopor que estava dentro d barco, além de molhá-lo, enquanto interagiram uns com os outros.
Se o ilustre companheiro já “metabolizou” os preços do arroz, diminuindo o tamanho da panela e comendo até o último grão do prato, saiba que os analistas estão prevendo que, se o dólar pular a cerca do R$5,50, a arroba do gado sobe para R$260,00, o que significa preço bruto da carne (com osso) a R$17,33.
Se considerar a margem do frigorífico, do distribuidor e do mercado, além dos impostos, isso significa que a carne de dianteiro (segunda) passa fácil dos R$35,00.
Nesta terça, o dólar fechou em R$5,29, com leve alta.
Ou partimos para o churrasco de pescoço (agulha) ou ver, no domingo, os ricos comendo churrasco nos restaurantes, vai virar turismo.
A rede estadual de ensino da Bahia alcançou o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na série histórica para o Ensino Médio, ou seja, desde que este indicador foi lançado, no ano de 2005.
A rede saltou de 2,7 (2017) para 3,2 (2019). O dado foi divulgado, nesta terça-feira (15), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Ideb demonstrou ainda que a rede estadual teve um aumento de 0,5, ou seja, acima da média nacional, que foi de 0,4.
Em termos percentuais, a Bahia cresceu 18,5%, ficando abaixo apenas do Paraná, que foi de 18,9%. O IDEB também aponta crescimento nos ensinos Fundamental I e Fundamental II na rede estadual. A Bahia saiu de 4,9, em 2017, para 5,0 em 2019, no Fundamental I. Já no Fundamental II, a rede estadual da Bahia foi a que teve o maior crescimento (15,6%) entre todas as redes estaduais do país, passando de 3,2, em 2017, para 3,7, em 2019.
O secretário da Educação do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou sobre os resultados. “Este é o nosso maior IDEB da história e isto demonstra que estamos construindo, com solidez, um processo de aprendizado na Bahia, o que nos fortalece para continuarmos trabalhando, sob a liderança do nosso governador Rui Costa, para que possamos melhorar mais e mais. Aqui cabe reconhecer o esforço de toda a rede estadual de ensino, dos gestores, dos técnicos, dos professores, de todas as áreas que trabalham em conjunto e com zelo nesta engrenagem que se apoia mutuamente. O trabalho da gestão é importante, mas sem o envolvimento e o compromisso dos educadores e dos estudantes, o esforço não tem o mesmo impacto. É importante reconhecer, ainda, o trabalho dos municípios e reafirmar o nosso compromisso do diálogo e do regime de colaboração”, afirmou.
O secretário destacou, ainda, um conjunto de fatores que contribuíram para este resultado. Ele citou como exemplo, a formação inicial e continuada dos professores das redes estadual e municipal; o fortalecimento de projetos como o Mais Estudo, de monitoria em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas estaduais; o protocolo de Gestão da Aprendizagem, que viabilizou estratégias de apoio pedagógico e parâmetros para análise do fluxo escolar; e a atuação dos Núcleos Territoriais de Educação junto às escolas.
Outro ponto destacado é o Sistema de Avaliação Baiano de Educação (Sabe) que, desde 2019, vem realizando um conjunto de avaliações em Língua Portuguesa e Matemática, além de subsidiar a atuação da SEC e das escolas nos processos de aprendizagens dos estudantes, tendo como base a matriz do Saeb. Jerônimo citou, também, como fator importante, a presença de coordenadores pedagógicos nas escolas e os inúmeros projetos desenvolvidos nas escolas, com criatividade e inovação pelos educadores, para mobilizar e engajar os estudantes, a exemplo do Ciência na Escola, das feiras de Educação Profissional, dos Jogos Estudantis da Rede Pública e dos projetos de arte e cultura, além da própria requalificação estrutural da rede com reformas, ampliação e construção de novas escolas.
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 1.113 óbitos e 36.653 novos casos relacionados ao novo coronavírus. Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado na noite desta terça-feira (15).
Desde o início da pandemia, 133.119 pessoas morreram em razão da covid-19. Ontem, o sistema de dados do Ministério da Saúde marcava um total de 132.006 óbitos. Outros 2.445 ainda estão em investigação pelas autoridades de saúde.
Ainda de acordo o balanço diário, o número de pessoas diagnosticadas com covid-19 desde o início da pandemia chegou a 4.382.263. No painel do Ministério da Saúde, o número de casos acumulados ontem estava em 4.345.610.
Do total de infectados, 3.671.128 se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia, isso representa 83,8%. Atualmente, 578.016 pacientes estão em tratamento, ou seja, 13,2%.
Os números diários são menores aos domingos e segundas-feiras em razão das dificuldades para alimentação pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, o número em geral é maior em função do acúmulo de registro encaminhado ao painel do Ministério da Saúde.
A letalidade (número de óbitos pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (número de falecimentos por 100 mil habitantes) está em 63,3. Já a incidência (total de casos por 100 mil habitantes) subiu para 2085,3.
Covid-19 nos estados
São Paulo é o estado com o maior número de óbitos (32.963), mas vem apresentando queda nos indicadores. Há cinco semanas, São Paulo registra a diminuição na média móvel de mortes por dia e, há duas semanas, redução na média móvel de casos. A queda é lenta, mas tem sido constante.
Rio de Janeiro registra o segundo maior número de mortes (17.180); seguido por Ceará (8.739), Pernambuco (7.914) e Pará (6.387).
As unidades da Federação com o menor número de mortes até o momento são Roraima (611), Acre (642), Amapá (682), Tocantins (822) e Mato Grosso do Sul (1.106).
A qualidade e o aproveitamento dos alunos da Educação Municipal, em Luís Eduardo Magalhães, está crescendo, como rabo de vaca: para baixo.
Em franco crescimento desde 2005, a avaliação da 4ª série/quinto ano, recuou 2 pontos para os índices de 2015, 5,3, longe da meta de 5,6.
Já na avaliação da 8ª série/ nono ano, a avaliação caiu um ponto, para 4,7, em 2019, mas longe da meta de 5,0.
Governo anunciará novas metas
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, anunciou hoje (15) a criação de um grupo que irá definir as novas metas de qualidade para as escolas de todo o país. Elas deverão começar a valer em 2022, com o fim das metas atuais do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que é o principal indicador de qualidade da educação brasileira.
Nesta terça-feira, o instituto anunciou os resultados do Ideb de 2019. Em 2007 foram pactuadas metas para esse indicador para que a educação brasileira se equiparasse ao patamar educacional da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em 2022. A última avaliação será feita no ano que vem e divulgada no ano seguinte.
“Estamos caminhando para o final de um ciclo de avaliação”, diz Lopes, acrescentando que “até 2022 vamos pactuar novas metas, com os municípios, com os estados, para saber o que queremos da educação do futuro”.
O grupo será formado pelo Ministério da Educação (MEC), pelo Conselho Nacional de Educação, pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), representando os municípios, e pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), representando os estados. Especialistas e entidades educacionais também poderão participar das discussões, de acordo com Lopes.
Os dados divulgados mostram que em todas as etapas de ensino houve melhorias, mas o país alcançou apenas a meta prevista para os primeiros anos do ensino fundamental, etapa que vai do 1º ao 5º ano. As metas para os anos finais, do 6º ao 9º ano, e para o ensino médio não são alcançadas desde 2013.
“A mensagem por trás da fala do presidente hoje é que o governo vai acabar com o auxílio emergencial e não vai colocar nada em seu lugar para apoiar os milhões de pessoas que estão desempregadas e sem renda agora.”, disse Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome que atuou durante o governo da presidente Dilma Rousseff
Tereza Campello defende ampliação do programa Bolsa Família. Ao dizer que “está proibido” falar em Renda Brasil e que o programa Bolsa Família vai continuar em vigor, o presidente Jair Bolsonaro está “fugindo do debate sobre o que fará em resposta à crise de renda ocasionada pela pandemia da covid-19”, afirmou Tereza Campello, economista e ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. “Estamos vivendo uma crise econômica e de emprego sem precedentes.”
Atualmente professora visitante da Universidade de São Paulo (USP), Tereza observou que a verdade é que pouco se sabia sobre o que seria de fato o Renda Brasil. Para a ex-ministra, o Bolsa Família não só deve ser defendido e mantido, como deveria ser ampliado, estabelecendo-se como valor médio do benefício R$ 600, e de forma que o repasse mínimo por criança fosse de R$ 300.
“O Bolsa Família é o programa de transferência de renda mais eficiente do mundo e esse governo já havia anunciado mais de uma vez a intenção de extinguir o programa para colocar algo no lugar, que não se sabe bem o que seria. Então a questão central aqui é que tudo isso não passa de uma cortina de fumaça, o presidente Jair Bolsonaro está fugindo do debate”, afirmou a economista.
A ex-ministra ressaltou ainda que nenhum país do mundo usou programas voltados a combater problemas estruturais para responder à pandemia. “A Inglaterra, por exemplo, criou um programa de renda emergencial e já tinha um voltado à transferência de renda. Isso porque tem que responder à pandemia, e não apenas à pobreza estrutural histórica”, ressaltou.
Segundo ela, é importante separar o debate sobre combate à pobreza do da crise emergencial causada pela pandemia da covid-19. “A mensagem por trás da fala do presidente hoje é que o governo vai acabar com o auxílio emergencial e não vai colocar nada em seu lugar para apoiar os milhões de pessoas que estão desempregadas e sem renda agora.”
“O Bolsa Família, que está congelado há quatro anos, foi desenhado para solucionar um problema estrutural, e não para combater crise. É preciso saber o que vai acontecer com o fim do auxílio emergencial pago a 66 milhões, que já foi cortado para R$ 300. Se voltarmos apenas ao Bolsa família, significa que 50 milhões de pessoas vão perder renda. A pandemia não terminou”, frisou a ex-ministra.
Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, defende ampliação do Bolsa Família
O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Félix Fischer, retirou da pauta adiando um recurso da defesa do senador Flávio Bolsonaro que pedia a interrupção das investigações das ‘rachadinhas’.
A ação seria julgada pela Quinta Turma da Corte. Ainda não há data para o caso ser retomado.
O pedido chegou em abril deste ano e já foi negado em duas decisões individuais do ministro Felix Fischer, o relator – uma em abril e outra em maio.
Flávio Bolsonaro é investigado por suspeita de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Ao STJ, o senador alegou quebra de sigilo fiscal e bancário na comunicação feita pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre suas movimentações atípicas. No mesmo processo, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) contestou as alegações do senador.
Segundo o Ministério Público do Rio, Flávio foi chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado estadual, de 2003 a 2018, quando cumpriu quatro mandatos parlamentares consecutivos.
A estimativa é que cerca de R$ 2,3 milhões tenham sido movimentados em um esquema de “rachadinha”, no qual funcionários do então deputado devolviam parte do salário que recebiam na Alerj.
O dinheiro, segundo a investigação, era lavado com aplicação em uma loja de chocolates no Rio da qual o senador é sócio e em imóveis.
Após intensa campanha de fabricantes de agrotóxicos e de produtores rurais, votação acirrada dentro da agência confirma o banimento do agrotóxico letal. Retirada do produto do mercado deve ocorrer no dia 22 de setembro
Por Hélen Freitas, Agência Pública/Repórter Brasil
Após intensa disputa nos bastidores, a Anvisa decidiu manter a proibição do agrotóxico paraquat a partir de 22 de setembro. A decisão foi tomada hoje em reunião da diretoria colegiada com um placar apertado: 3 votos por manter a proibição, 2 votos por adiar em um ano. O adiamento abria a possibilidade de liberação do produto, já que o prazo seria justamente para a indústria de agrotóxicos apresentar novos argumentos em defesa do paraquat.
Os dois votos a favor do adiamento, portanto favorável aos fabricantes de agrotóxicos, vieram de diretores indicados pelo presidente Jair Bolsonaro: o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres e a diretora Meiruze Sousa Freitas. Entre os três diretores que votaram contra o adiamento, também há dois indicados por Bolsonaro.
O presidente da Anvisa Antonio Barra Torres votou em favor da indústria de agrotóxicos, mas foi vencido pela maioria
Este assunto era objeto de intenso lobby dentro da agência, como revelou a série de matérias daRepórter Brasile Agência Pública. Empresas fabricantes e produtores rurais chegaram a fazer mais de 20 reuniões na Anvisa desde que a proibição foi publicada, em 2017.
A maior dúvida agora é sobre o que vai acontecer com os estoques de paraquat. Com a promessa de que o lobby conseguiria adiar a data, muitos produtores rurais compraram o produto para a próxima safra. Além disso as empresas fabricantes, entre as quais a Syngenta é líder de mercado, continuaram fabricando e importando o produto. Apenas em 2019, foram mais de 8 mil toneladas de paraquat importadas da Inglaterra para o Brasil pela Syngenta.
Novas vendas ficam proibidas a partir de 22 de setembro, mesma data em que pode ser definido um novo prazo para a utilização dos estoques pelos produtores rurais que já compraram o paraquat. A defesa do uso dos estoques na próxima safra apareceu em junho em manifestação da Anvisa por meio da Advocacia Geral da União e foi reforçado na reunião de hoje por alguns diretores da agência e por representantes da indústria que se manifestaram em vídeos gravados. O principal argumento é o risco de perda econômica dos produtores rurais.
Meiruze Sousa Freitas, uma das diretoras da Anvisa, também foi voto vencido. Ela argumentou por adiar a proibição até 2021, conforme pedido pelos fabricantes e produtores rurais
O procurador federal Marco Antônio Delfino de Almeida considera essa uma “emergência pré-fabricada”.
“O paraquat não é um medicamento que eu tenho em casa e posso usar a qualquer tempo, ele tem um prazo específico de utilização e o agronegócio tinha pleno conhecimento do prazo para a proibição”. As empresas tiveram três anos para planejar essa retirada.
“Ainda não acabou”
Mas o problema não são apenas os estoques, alerta o procurador federal. Responsável pelas ações judiciais que chegaram a impedir que a Anvisa votasse pela prorrogação, ele acha que ainda é cedo para respirar aliviado sobre a proibição do paraquat como um todo.
“Infelizmente, ainda não acabou. Em seus votos, dois diretores voltaram a citar a pesquisa que já foi suspensa”.
Paga pela Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), a peça central do lobby em defesa do paraquat era uma pesquisa que analisava amostras de urina de parte dos trabalhadores da soja para verificar a presença do agrotóxico. Feito na Unicamp, o estudo foi suspenso após revelações da reportagem da Repórter Brasil e da Agência Pública.
Além do conflito de interesse, a pesquisa apresenta erros na metodologia para garantir a segurança das amostras, segundo com João Ernesto de Carvalho, professor e ex-diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp. Segundo ele, a coleta de urina foi realizado por terceiros, o que não pode acontecer em um estudo desta importância. “Quando você vê o nível de interesse que existe num produto deste, o poder econômico que está por trás, é muito simples sabotarem as amostras, e os pesquisadores não tiveram o mínimo de cuidado com isso”. Carvalho acredita que essa falha será decisiva para o cancelamento final da pesquisa.
Embora ela já tenha sido suspensa pelo comitê de ética, ainda será preciso passar por um processo oficial de cancelamento que ainda não foi finalizado devido à pandemia. Procurada pela reportagem, a Unicamp enviou nota afirmando que “o projeto está suspenso no âmbito da Unicamp conforme decidido pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade. O trabalho do Comitê é independente e soberano em relação a outras instâncias da universidade. Todas as informações pertinentes sobre as deliberações do CEP/Unicamp foram devidamente encaminhadas aos pesquisadores”.
Enquanto os trâmites de cancelamento não forem completados dentro da universidade, o procurador teme que a indústria possa continuar usando-a como argumento pela liberação do paraquat. Possivelmente por meio de ações na justiça.
Pesquisa com trabalhadores rurais que aplicam paraquat na soja foi suspensa pela Unicamp após revelações de conflito de interesse
O paraquate também foi, de longe, o mais exportado para o Brasil: 9 mil toneladas autorizadas em 2018. De acordo com o Ibama, foram vendidos no Brasil 13 mil toneladas nesse ano, ou seja, a produção da Syngenta correspondeu a 68% das compras deste químico no país.
Lançado em 1962, o paraquate foi proibido em 2007 na União Europeia e começou a ser reavaliado no Brasil em 2008. Pesquisas indicam que a exposição crônica, que atinge normalmente trabalhadores rurais, está associada ao desenvolvimento de mutações genéticas e a doença de Parkinson nos trabalhadores rurais que o aplicam.
A Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida mobilizou diversos pesquisadores e instituições para pedir que a Anvisa mantivesse a proibição ao agrotóxico. No último mês, a organização reuniu mais de 200 assinaturas de entidades, deputados e universidades em uma espécie de resistência à pressão do lobby da indústria. “Comemoramos a decisão, apesar de lamentarmos o esforço despendido em assunto que já deveria estar resolvido há anos”, afirma nota da organização.
Um passageiro foi expulso de um voo da Latam, com origem em São Paulo e com destino a Fortaleza, na manhã da última segunda-feira (14) após xingar um comissário de bordo com palavras homofóbicas.
O comissário havia pedido para que o cliente retornasse o encosto de sua poltrona para a posição vertical para que a aeronave pudesse decolar. O homem então reagiu: “viadinho de bosta”.
O comissário relatou o ocorrido a seu chefe, que também foi xingado ao intervir na situação. “Outro bosta”.
A Polícia Federal foi chamada para retirar o homem do avião.
“Repudiamos veementemente qualquer tipo de ofensa e qualquer opinião que contrarie o respeito não reflete os valores e os princípios da empresa. Estamos à disposição. Reforçamos ainda que seguimos os mais elevados padrões de segurança, atendendo rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais. Esclarecemos que foi solicitado o apoio da Polícia Federal para realizar o desembarque de um passageiro do voo LA3333 (São Paulo/Guarulhos – Fortaleza) da manhã de hoje (14) em função de comportamento indisciplinado”.
A obra mais aguardada da história recente de Formosa do Rio Preto está impedida de ter sua execução iniciada devido à falta de definição da Justiça do Estado da Bahia.
Uma ponte com estrutura mista de concreto e metal foi licitada, teve seu financiamento aprovado pelo Desenbahia, mas está emperrada porque o judiciário concedeu liminar que impede a demolição da velha, desgastada e insustentável ponte de madeira e demora a dar a sentença final, enquanto o povo sofre.
Embora existente há muitos anos, a ponte de madeira de Formosa já teve sua estrutura refeita diversas vezes ao longo do tempo, com reformas anuais que substituem grande parte das tábuas.
Em 1980, inclusive, a ponte foi levada por uma enchente e precisou ser reconstruída completamente. A ponte não possui registro de patrimônio histórico e, em razão do grande fluxo, não se mantém em bom estado de conservação por longos períodos, onerando os cofres públicos e ocasionando diversos acidentes graves.
“Quem é mais prejudicado somos nós que moramos na beira da ponte e vemos e damos socorro aos acidentados. Essa ponte não tem mais segurança, está muito feia, precisamos da outra”, relata a moradora Maria Aparecida Mendes de Souza.
O pedido para o andamento desse empreendimento é unânime entre os cidadãos que utilizam essa via, conforme relata Gislene Alves de Castro: “a construção da nova ponte irá encurtar a distância para o acesso ao Centro da cidade aos moradores da Santana, tendo em vista que atualmente se usa uma rota alternativa onde se gasta o dobro de tempo e combustível para realizar o percurso. Outra questão é a segurança, pois, como é sabido, já houveram vários acidentes, inclusive fatais, em razão da má estrutura e condições da ponte de madeira”, reforça.
A população, principalmente os moradores dos bairros Santana e Morada Nova, clamam pela obra, verdadeira e urgente necessidade pública de mobilidade urbana e segurança.
A festa foi grande e organizada, apesar da atitude sapequinha do Prefeito, que mandou asfaltar a rua da praça Ayrton Senna, onde se realizava a convenção de Junior Marabá e Filipe Fernandes.
Três anos, oito meses e 14 dias depois de assumir a Prefeitura, Oziel Oliveira achou por bem mandar passar uma laminha de asfalto na esburacada rua Ayrton Senna, onde se realizava a festa da Oposição.
Apoiam a candidatura de Juninho e Filipe, DEM, PSDB, PV, PSL, PP, PATRIOTAS, REDE e AVANTE, além da presença de candidatos do Republicanos, representados no evento pelo vereador Kenni Henke.
Além de todos os presidentes partidários e de todos os pré-candidatos ao legislativo, Vanir Kölln, atual vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães e dissidente do candidato situacionista.
Depois dos discursos, onde foram presenças fortes o deputado Antonio Henrique Jr. , Jaime Cappellesso e Odacil Ranzi, seguiu-se uma passeata pela cidade, com significativa adesão de pessoas que se encontravam em trânsito no final da tarde e aderiram ao movimento.
"It'll start getting cooler," Pres. Trump claims as California's Sec. for National Resources Wade Crawfoot calls on him to work with the state to combat the effects of climate change.
“Vai começar a esfriar”, diz o presidente Trump ao secretário de Recursos Naturais da Califórnia, Wade Crawfoot. Wade o convoca para trabalhar com o estado para combater os efeitos das mudanças climáticas.
“Gostaria que a ciência concordasse com você”, responde Wade Crawfoot.
E o Brasil, o país das dimensões continentais, que não tem recursos para enviar ao Pantanal, um avião – apenas um – avião de grande porte para combater incêndios. Neste momento, um avião da FAB desloca brigadistas no Pantanal e três aviões de pulverização agrícola, particulares, combatem o fogo.
Depois acontecem os desastres como esse acontecido em Luís Eduardo Magalhães, que causou prejuízo de US$60 milhões e ninguém sabe o que fazer.
Informe extra-oficial da UCC – Unidade de Controle do Coronavírus, que atende até 50 pessoas por dia, dão conta de que de fato estão diminuindo os casos de contaminação por Covid-19 em Luís Eduardo Magalhães.
No entanto, para surpresa dos médicos que atendem na UCC, os casos de reinfecção estão aumentando sensivelmente. Portanto, o uso de máscaras, álcool gel e outras medidas profiláticas é importante. E os grupos de risco devem permanecer isolados.
Também é fato surpreendente que não exista comunicação oficial sobre o assunto.
O juiz Leandro de Castro Santos, de Formosa do Rio Preto, rejeitou pedido do borracheiro José Valter Dias, ligado suposto cônsul da Guiné Bissau Adailton Maturino, de anular a ordem de reintegração de posse de Domingos Bispo e outros agricultores sobre aproximadamente 360 mil hectares de terra no Oeste da Bahia. Para o juiz, qualquer nova deliberação sobre a ordem de posse de Domingos e outros proprietários depende de eventuais decisões das instâncias superiores do Judiciário e não dele. A reintegração de posse foi determinada por uma desembargadora do Tribunal de Justiça.
“Portando, toda e qualquer modificação com relação à decisão do mandado de segurança supramencionado deve vir da Terceira Câmara Cível/TJBA, sob pena deste juízo incorrer em supressão de instância e descumprimento à ordem superior. Assim, cabe a este Juízo apenas cumprir a determinação judicial, limitando-se ao aspecto formal de regularidade das cartas de ordem, na forma do art. 260 do CPC, não devendo adentrar ao mérito específico de quem possui ou não a posse das áreas”, escreveu Castro Santos em despacho com dada do dia 11 deste mês.
Para o juiz, “os referidos autos de reintegração não devem gerar efeitos para nenhuma das partes envolvidas, até que os referidos pedidos sejam submetidos à apreciação do egrégio Tribunal de Justiça da Bahia”. Neste caso, o recurso deve ser apreciado pela desembargadora Sílvia Carneiro Santos Zarif. A terceira Câmara, instância que teria a primazia de analisar a questão, declinou da competência em favor da desembargadora Santos Zarif. Advogados vinculados à defesa dos agricultores consideraram positiva a decisão do juiz de remeter o caso para a segunda instância.
Para eles, José Valter Dias queria afastar o Domingos e os demais agricultores para, a a partir daí, retomar a posse das terras para o grupo dele.
O juiz rejeitou esse movimento. A disputa pelas 360 mil hectares no Oeste da Bahia teve início em 2013.
Segundo denúncia do Ministério Público Federal, o grupo de Adailton Maturino teria comprado decisões judiciais para tentar se apossar das terras ocupadas, há mais de duas décadas, por mais de 200 agricultores.
O falso cônsul teria tramado a manobra a partir de papéis em nome de Valter Dias. Maturino está preso desde a primeira fase da Operação Faroeste, lançada em novembro do ano passado.
A soja está sendo comercializada no Oeste baiano, desde a semana passada a R$108,33 a saca, quando há um mês era vendida a R$102 e, há um ano, a R$73,00.
No entanto, no mercado futuro já se encontram preços de R$130,00.
Em Chicago a soja está cotada a U$10,03, depois de se arrastar por quase um ano abaixo de US$9,o bushel.
“Que prazer mais um corpo pede após comido um tal feijão? Evidentemente uma rede e um gato para passar a mão”, canta Vinicius de Moraes em sua “Feijoada à minha moda”, escrita em 1962. Àquela altura, o feijão já era o alimento indiscutível do Brasil – não só o feijão, mas, especificamente, o feijão com arroz. A preferência pelo binômio alimentar seria empiricamente confirmada na primeira pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1974 e 1975, sobre as despesas familiares e os hábitos alimentares do País.
Contudo, nem sempre que o arroz ou feijão figuraram no prato do brasileiro. Com efeito, a combinação arroz com feijão não possui uma certidão de nascimento, sua origem é imprecisa e fértil apenas no campo da suposição, mas não é anterior ao século XIX.
Em menos de um século, este arranjo tipicamente brasileiro evoluiu para monopolizar o paladar nacional em suas refeições diárias.
Somos, inclusive, o único país que costuma comer arroz com feijão cotidianamente, e ambos compõem a cesta básica brasileira.
Ainda assim, a frequência de consumo destes grãos está em queda em todo o Brasil.
Acontece hoje, desde as 8h00 da manhã, a Convenção do Partido Democratas de Luís Eduardo Magalhães. O evento, que está sendo realizado no Estação Gê no bairro do Santa Cruz, teve toda a sua dinâmica adaptada para o atual cenário do Covid.
Segundo a organização do evento “até os espaços entre as mesas destinadas aos partidos estão obedecendo aos critérios aplicados nas repartições públicas”. Hoje o DEM, PSDB, PV, PSL, PP, PATRIOTAS, REDE e AVENTE estarão oficializando as candidaturas dos seus pretensos vereadores. A presença do vereador Kenni Henke, ex-democrata e atual Republicano, despertou curiosidade em alguns presentes.
A Convenção também irá aclamar o nome de Junior Marabá e Filipe Fernandes como candidatos a prefeito e vice, respectivamente.
Presença do atual vice
Além da presença de todos os presidentes partidários, e todos os pré-candidatos ao legislativo, também estiveram presentes ao evento o deputado Antônio Henrique Jr (PP) e o atual vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Vanir Kolln.
A presença do vice de Oziel Oliveira na convenção democrata demonstra a fraqueza e a desorganização que a campanha do atual gestor vive.
Oziel apronta: piche na rua
Coincidentemente, por volta das 14h30, apareceu um caminhão aplicando piche de preparação asfáltica, exatamente na frente do espaço escolhido pela oposição para realizar a sua convenção.
Os trabalhadores tentaram que cerca de dez carros, que estavam estacionados na frente do local, fossem retirados.
Devido a reclamação de alguns participantes do evento, e ao fato de que parte dos proprietários dos veículos não foram encontrados, decidiram por dar continuidade ao trabalho em outro local
“É um absurdo até que ponto esse prefeitinho pode chegar. De fato ele desconhece o significado de duas palavras: democracia e respeito. Ele esquece que independente do lado político em que nos encontramos, somos todos cidadãos e merecemos ser respeitado. Ele já deu o tom de como pretende conduzir as eleições desse ano”, disse o feirante Marcos Silva, que passava no local.
Tonhão vai acompanhar seu antigo desafiante em 2012, do qual ganhou por pouco mais de 500 votos.
Conforme já tinha acontecido informalmente em Luís Eduardo Magalhães, o Partido Progressista recebeu autorização para coligar com o Democratas em Barreiras.
Assim, o ex-prefeito Antonio Henrique, o deputado Antonio Henrique Jr. e Danilo Neto, três gerações, estarão ao lado de Zito Barbosa nas eleições de 2020.
O diretório municipal do Partido Social Cristão (PSC) em Barreiras confirmou na tarde deste domingo, 13, em convenção, a candidatura de Marcos Pires e Adailton Barnabé a prefeito e vice-prefeito, respectivamente.
Marcos é dentista de formação e concorreu às eleições de 2018 ao cargo de deputado estadual, obtendo cerca de 6 mil votos.
Já Adailton é militar do Exército e disputou uma cadeira de vereador no certame de 2016, somando aproximadamente 500 votos.
Segundo Pires, sua candidatura será propositiva e buscará debater assuntos de interesse da população.
“Vamos tratar durante a campanha dos temas que mais preocupam nossa população, como os serviços públicos e os investimentos na área social. Nosso objetivo é discutir a Barreiras do futuro, que ela precisa ser: moderna, pujante e justa “, afirmou.
Rodoviária de LEM: se preparando para a reabertura.
O transporte intermunicipal será flexibilizado em 303 cidades baianas a partir de amanhã.
O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (14) pelo governador Rui Costa. E deverá ser publicada em edição extra do Diário Oficial ainda nesta segunda-feira.
A medida, no entanto, não vale para as regiões sul e extremo sul, em razão do número de casos de coronavírus.
A regulamentação do transporte rodoviário deverá ser regida por um decreto do Governador.
Municípios como Irecê, Jacobina, Morro do Chapéu, Xique-Xique, Barra, Paulo Afonso e Bom Jesus da Lapa terão o tráfego de ônibus liberados.
A Bahia soma 279,5 mil casos confirmados. Destes, 265.969 são considerados curados, 7.674 têm o vírus ativo/continuam com a doença e 5.866 morreram.
Avião decola no aeroporto de Congonhas. Foto Rovena Rosa, da Agência Brasil.
Após o governo dos Estados Unidos anunciar a suspensão das restrições de voos oriundos do Brasil e de outros países, a embaixada norte-americana esclareceu, em nota publicada ontem (12), que seguem mantidas as exigências anteriores para quem deseja entrar no país.
Cidadãos brasileiros que não se enquadrem nas exceções continuam tendo entrada vedada em território estadunidense.
“O comunicado do CDC [Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA] e a publicação do DHS [Departamento de Segurança Nacional dos EUA] não alteram quem é permitido entrar nos Estados Unidos sob proclamação presidencial.
As novas medidas serão implementadas neste dia 14 de setembro de 2020 e incluirão, entre elas, a interrupção de triagem de saúde aos que chegam de certos países, incluindo o Brasil.
O CDC continua recomendando que os viajantes internacionais entrem em quarentena por 14 dias quando viajam de áreas de alto risco”, diz nota da Embaixada dos EUA no Brasil.