
Do Canal Rural
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura — movimento formado por 230 entidades e empresas — enviou nesta terça-feira, 15, enviou ao governo federal um conjunto de seis propostas para “deter, de forma rápida e permanente”, o desmatamento na Amazônia.
Segundo a entidade, o documento foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, ao vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, e aos ministérios da Agricultura, Ciência, Economia e Meio Ambiente.
“Essa redução no curto prazo – em alguns meses – é de fundamental importância para o país. Não somente pelo avanço das perdas socioambientais envolvidas, mas também pela ameaça que a destruição florestal na região impõe às questões econômicas nacionais. Há uma clara e crescente preocupação de diversos setores da sociedade nacional e internacional com o avanço do desmatamento”, pontua o movimento.
Segundo membro da coalizão e diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), André Guimarães, o desmatamento descontrolado da Amazônia é um dos maiores riscos à economia brasileira atualmente. “Nosso país é altamente dependente do regime de chuvas que a floresta proporciona tanto para o agronegócio, como para o fornecimento de energia elétrica e o abastecimento de água nas cidades e para as indústrias”, alerta.
“O agronegócio sério e responsável corre o risco de ser penalizado em suas exportações se o país não combater os crimes ambientais na Amazônia”, adverte Marcello Brito, também membro da Coalizão Brasil e presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). “Não podemos perder mais tempo com antagonismos que impedem que o país avance. Existem caminhos práticos e factíveis de enfrentar o problema e é nas soluções que precisamos nos concentrar agora”, completa.
Resumo das propostas
-
Retomada e intensificação da fiscalização, com rápida e exemplar responsabilização pelos ilícitos ambientais identificados;
-
Suspensão dos registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que incidem sobre florestas públicas e responsabilização por eventuais desmatamentos ilegais;
-
Destinação de 10 milhões de hectares à proteção e uso sustentável;
-
Concessão de financiamentos sob critérios socioambientais;
-
Total transparência e eficiência às autorizações de supressão da vegetação;
-
Suspensão de todos os processos de regularização fundiária de imóveis com desmatamento após julho de 2008









A qualidade e o aproveitamento dos alunos da Educação Municipal, em Luís Eduardo Magalhães, está crescendo, como rabo de vaca: para baixo.




O presidente da Anvisa Antonio Barra Torres votou em favor da indústria de agrotóxicos, mas foi vencido pela maioria
Meiruze Sousa Freitas, uma das diretoras da Anvisa, também foi voto vencido. Ela argumentou por adiar a proibição até 2021, conforme pedido pelos fabricantes e produtores rurais
Pesquisa com trabalhadores rurais que aplicam paraquat na soja foi suspensa pela Unicamp após revelações de conflito de interesse





















O secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que o governo Jair Bolsonaro tem plano de congelar por dois anos e desvincular do reajuste do salário mínimo os benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões.




O deputado federal republicano João Roma cumpriu agenda em Barreiras ao lado pré-candidato a prefeito em Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá (DEM) na oportunidade da assinatura do termo de compromisso para construção da FIOL – Ferrovia de Integração Oeste Leste.
Sigi Vilares, Junior Marabá, João Roma, Nei Vilares e Rider Castro.
No CDL de Barreiras, Sigi Vilares, Rider Castro, Fábio Nogueira, João Roma, Junior Marabá e Nei Vilares.


