BRASÍLIA – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (25) manter o afastamento de dois juízes e quatro desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia suspeitos de vender decisões favoráveis à organização do suposto cônsul da Guiné Bissau Adailton Maturino. Dono de 13 diferentes CPFs, Maturino é acusado de se associar a um borracheiro para tentar se apropriar de 366 mil hectares de terras (uma área equivalente a um décimo do território da Guiné Bissau) no oeste da Bahia.
Os magistrados já estão afastados do trabalho desde novembro do ano passado, quando teve início a primeira fase da Operação Faroeste. O afastamento foi determinado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em maio deste ano, a Corte Especial do STJ acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República e abriu processo contra os desembargadores, os juízes, Maturino e mais outros oito suspeitos de envolvimento nas fraudes relacionadas à disputa pelas terras na Bahia.
Entre os afastados estão os ex-presidentes do Tribunal de Justiça Gesivaldo Brito e Maria da Graça Osório Pimentel. Nesta lista estão ainda os desembargadores Maria do Socorro Barreto Santiago, José Olegário Monção e os juízes Marivalda Almeida Moutinho e Sérgio Humberto Sampaio. Maria da Graça Osório e Maria do Socorro Barreto e Humberto Sampaio estão presos.
Numa disputa que se arrasta há sete anos, os desembargadores e juízes são acusados de vender decisões que teriam facilitado o suposto cônsul da Guiné Bissau e o borracheiro José Valter Dias a se tornarem, por um determinado período, dois dos maiores latifundiários do país.
Maturino, Valter Dias e outros familiares tentavam se apossar de 366 mil hectares de terras ocupadas há mais de duas décadas por agricultores.
Na denúncia criminal formulada no início do ano contra os desembargadores, juízes e o suposto cônsul, o Ministério Público classifica o grupo de “organização criminosa”.
Segundo o documento, a organização tem forte “poder intimidatório” e estava em atividade pelo menos desde 2013, data dos primeiros embates entre Maturino e agricultores.
Um dos advogados presos ao longo da investigação já confessou a intermediação da venda de pelo menos 30 decisões judiciais nos últimos anos.
“Com efeito, há evidências de que a atuação dos desembargadores Maria da Graça Osório e Gesivaldo Britto foi uma das vias de disseminação da corrupção por meio de vendas de decisões para legitimação de terras no oeste baiano”, diz a denúncia da subprocuradora-geral, Lindôra Araújo.
Nesta terça-feira, 25, o plenário do Conselho Nacional de Justiça ratificou o afastamento em âmbito administrativo. O corregedor-geral do CNJ, ministro Humberto Martins, argumentou que a decisão é mais uma garantia de que os desembargadores e juízes suspeitos permanecerão afastados de seus cargos.
Essa seria uma forma de se garantir o bom andamento das investigações sobre eles e outras pessoas vinculadas ao Tribunal de Justiça.
Vai ver que a inseparável peruca esquentou o cérebro e fundiu a cuca da maluca. O silêncio dos fundamentalistas religiosos do Governo Bolsonaro está fazendo um ruído insuportável.
Jornalista gaúcha, há mais de 30 anos trabalhando em Brasília, reúne outros conterrâneos e produzem uma publicação recheada de dicas para quem vai disputar as eleições de 2020 considerando também a comunicação virtual como aliado de campanha.
Brasília, agosto 2020 – Antes de chamar a imprensa, você avalia se a expectativa criada sobre o que tem a divulgar é tão relevante para a audiência quanto é para si próprio? Acredita que, por estar diante de um jornalista, tem que ser especialista em tudo e ter opinião para qualquer coisa mesmo fora da sua área? Dá a volta ao mundo para chegar à mensagem que realmente responde ao que foi perguntado? Fala em off com repórter e responde a boatos? E, nas mídias digitais, até onde você vai quando é provocado?
Já está na prateleira virtual da www.livrorama.com a segunda edição do guia de relacionamento com a imprensa Lá vêm aqueles jornalistas! Com respostas para estas questões e muito mais orientações para adotar na sua próxima entrevista. Em duas versões – impressa e digital – a autora, jornalista Teresa Cristina Machado, atualiza pontos de todas as mídias e inclui novos capítulos tratando especificamente das mídias digitais, plataformas de videoconferências e posturas adequadas à fonte quando o contato com a imprensa ou com a audiência forem virtuais.
Em cerca de cem páginas, Lá vêm aqueles jornalistas! é 95% dicas para serem colocadas em prática durante a leitura deste guia e otimizar o relacionamento da fonte de informação com a imprensa. Teresa Cristina sintetiza mais de 30 anos de dedicação à comunicação corporativa com observações constantes sobre o que dá certo e o que não dá entre fonte e imprensa. A jornalista soma sua vivência com a de seis profissionais de diferentes mídias e áreas de atuação, os quais conferiram o conteúdo e incluíram colaborações de suas próprias experiências ao guia.
“Juntamente com Cassiano Sampaio, Edgar Lisboa, Flávio Resende, José da Cruz e Souza, Leandro Souza e Paulo Gilvane, preparamos uma espécie de media training impresso para entregar às fontes, aos formadores de opinião, aos comunicadores, aos assessores de comunicação e a quem mais se interesse por este tema tão estimulante”, esclarece a autora.
“Mesmo com a informação digital avançando em disparada e instantaneamente, deve-se continuar atento às relações com a imprensa em todas as mídias. Neste guia, oportunamente atualizado, estão dicas valiosas para que as relações das fontes com repórteres sejam cada vez melhor aproveitadas, valorizando a informação real, verdadeira, nestes tempos em que as mentiras tentam iludir os leitores, em geral”, comenta o jornalista José da Cruz e Souza.
Treinar sempre – São várias as situações que pegam uma fonte de informação no contrapé e a culpa não é da imprensa, que tem sua dinâmica de atuação. Treinar este relacionamento é importante sempre, especialmente quando o momento é de competição – como em uma eleição ou em um lançamento de serviço, ideia ou produto. Tudo comunica e, até que se prove o contrário, é a fonte de informação que dá vida e credibilidade às mensagens relacionadas ao contexto de uma comunicação ou à condução de uma cobertura em curso, sublinha Teresa Cristina.
Lá vêm aqueles jornalistas! Tem o propósito de diminuir dúvidas e angústias de fontes que devem se pronunciar na mídia por alguma razão. A editora do guia acredita que “quem é procurado pela imprensa, tem algo a dizer sobre aquela pauta em questão a fim de informar e esclarecer o público e deve respeitar esta condição em nome da verdade e do desenvolvimento sobre os quais se deseja viver em sociedade”.
A verdade como norte
Neste tempo em que todas as pessoas são emissoras de conteúdo e é preciso encarar o desafio de identificar a desinformação embutida no nosso dia a dia por diferentes meios, convém que tanto pessoas jurídicas, quanto pessoas físicas compreendam o porquê de o relacionamento da fonte com a imprensa precisar cada vez mais de respeito, seriedade e compromisso. “A verdade tem que continuar norteando as pessoas em suas decisões”, conclui a autora do guia Lá vêm aqueles jornalistas!
Na organização do conteúdo, a coletânea de dicas é apresentada de acordo com diferentes veículos – rádio, televisão, jornal, revista e web – distribuídas para serem incorporadas de imediato ao dia a dia da comunicação. Com este trabalho, Teresa Cristina declara que pretende compartilhar com o leitor, observações feitas ao longo de mais de três décadas de atividades como assessora de comunicação e imprensa de organizações empresariais, entidades, políticos e CEOs.
O acesso ao conteúdo de Lá vêm aqueles jornalistas! é feito via internet, tanto para adquirir a versão impressa, quanto fazer o download da digital. Basta clicar neste link.
Autorizado para uso emergencial no tratamento de pacientes de covid-19 pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos nos Estados Unidos, o plasma sanguíneo de pessoas curadas da enfermidade tem sido aplicado em ao menos quatro hospitais do Rio Grande do Sul.
No Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, está em andamento um ensaio clínico sobre o componente, analisando sua eficácia e segurança na terapia de doentes graves. Já o Moinhos de Vento, também na Capital, a Santa Casa de Rio Grande e o Hospital Virvi Ramos, em Caxias do Sul, incluíram o tratamento experimental em seus protocolos.
Segundo o mais recente relatório da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, ligada ao Ministério da Saúde, há 26 estudos de plasma autorizados no Brasil – a maioria ainda em desenvolvimento e sem resultados conclusivos.
O Clínicas deu início a sua pesquisa, que terá 160 participantes, há pouco mais de um mês. De maneira aleatória, como demandam os modelos científicos, metade receberá a substância, e o restante, apenas o acompanhamento da equipe médica. Até o momento, 40 pessoas foram incluídas no ensaio clínico.
Financiado pelo Instituto de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapergs) e pelo Instituto Floresta, o experimento inclui somente pacientes que necessitam de suporte respiratório. O hematologista Leo Sekine, coordenador do trabalho, pretende colher resultados preliminares dentro de um mês, concluindo o estudo até o final do ano.
— Há sinais favoráveis ao uso de plasma, mas, também, receio quanto à incorporação de forma ampla de uma terapia em um cenário de resultados ainda preliminares. Não se pode dar ao “luxo” de impor potenciais riscos aos pacientes — comenta Sekine, que é chefe do serviço de hemoterapia do Clínicas.
Clínicas deu início a sua pesquisa, que terá 160 participantes, há pouco mais de um mês Marco Favero / Agencia RBS
Tratamentos com plasma para doenças infecciosas não são inéditos na medicina – há uso em pacientes de ebola, sars e mers, entre outros. A terapia consiste em introduzir anticorpos de uma pessoa recuperada em uma contaminada, estimulando o organismo a se recuperar mais rapidamente da contaminação.
Devido ao histórico de bons resultados, o Moinhos de Vento incorporou, em 2 de julho, um protocolo de plasma para seus pacientes internados pelo coronavírus, em caráter experimental. Aqueles que aceitam a transfusão precisam assinar um termo de consentimento e custear seu próprio tratamento, que não está incluído na cobertura de planos de saúde.
Como ainda não existe um remédio antiviral específico, o anticorpo é a única maneira de atacar o vírus
MARCELO GAZZANA -Chefe do serviço de pneumologia do Hospital Moinhos de Vento
De acordo com o chefe do serviço de pneumologia do hospital, Marcelo Gazzana, 109 pacientes já receberam o componente – número que representa quase 25% do total de internados no período. Ainda não há, contudo, uma descrição detalhada dos casos. Entre eles, há pessoas curadas, doentes ainda hospitalizados e, também, mortos.
— Como ainda não existe um remédio antiviral específico, o anticorpo é a única maneira de atacar o vírus. Para a maioria das pessoas, seus próprios anticorpos são suficientes, mas eles levam um tempo para serem produzidos. Por isso, ao receberem anticorpos “prontos”, tendem a reverter a infecção — descreve Gazzana.
Os casos ativos da Covid-19 na Bahia chegaram ao menor patamar registrado há mais de um mês. Nesta terça-feira (25) o estado também atingiu e ultrapassou a marca de cinco mil mortos pela infecção.
A Bahia registra 11.852 casos ativos da doença causada pelo coronavírus. A última vez em que o número foi mais baixo que esse foi em 21 de julho, em que o estado concentrava 11.704 pessoas ainda doentes. Desde então o total de pessoas ainda doentes tem ficado acima da casa dos 12 mil.
O boletim da Secretaria da Saúde (Sesab) traz o registro de novas 70 mortes confirmadas nas últimas 24 horas, e com esse dado o estado chegou aos 5.051 mortos desde o início da pandemia.
Mensagem do ex-presidente Jimmy Carter dirigiu a Donald Trump, em resposta à sua recente entrevista sobre a China:
“…Você tem medo que a China nos supere, e eu concordo com você. Mas você sabe por que a China nos superará? Eu normalizei relações diplomáticas com Pequim em 1979, desde essa data… você sabe quantas vezes a China entrou em guerra com alguém? Nenhuma vez, enquanto nós estamos constantemente em guerra.
Os Estados Unidos é a nação mais guerreira da história do mundo, pois quer impor aos Estados que respondam ao nosso governo e aos valores americanos em todo o Ocidente, e controlar as empresas que dispõem de recursos energéticos em outros países.
A China, por seu lado, está investindo seus recursos em projetos de infraestrutura, ferrovias de alta velocidade intercontinentais e transoceânicos, tecnologia 6G, inteligência robótica, universidades, hospitais, portos e edifícios em vez de usá-los em despesas militares. Quantos quilômetros de ferrovias de alta velocidade temos em nosso país? Nós desperdiçamos U$ 300 bilhões em despesas militares para submeter países que procuravam sair da nossa hegemonia. A China não desperdiçou nem um centavo em guerra, e é por isso que nos ultrapassa em quase todas as áreas.
E se tivéssemos tomado U$ 300 bilhões para instalar infraestruturas, robôs e saúde pública nos EUA teríamos trens bala transoceânicos de alta velocidade. Teríamos pontes que não colapsem, sistema de saúde grátis para os americanos não infectarem mais milhares de americanos do que qualquer país do mundo pelo COVID-19.
Teríamos caminhos que se mantenham adequadamente. Nosso sistema educativo seria tão bom quanto o da Coreia do Sul ou Xangai”.
Após 42 adiamentos, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) reconheceu a prescrição de uma representação feita pelos advogados do ex-presidente Lula contra o procurador Deltan Dallagnol em razão da apresentação em PowerPoint feita em 2016, quando a Lava Jato denunciou o petista no processo do tríplex.
A maioria dos conselheiros reconheceu que o uso do PowerPoint teve objetivos políticos e midiáticos, mas apontou que as possíveis punições disciplinares prescreveram. Apenas a punição de demissão não havia perdido o prazo.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou quase integralmente a proposta que prevê um auxílio financeiro aos agricultores durante a pandemia de covid-19. O recurso seria repassado para os produtores que não receberam o auxílio emergencial. No total, seriam cinco parcelas de R$ 600, ou seja, R$ 3 mil.
O texto, que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, também perdeu os trechos referentes à prorrogação de dívidas e linhas de créditos. Segundo o governo federal, o veto se deu por questões técnicas. De acordo com o presidente, o projeto não explica qual seria a fonte de onde os recursos sairiam, como determina a legislação fiscal. Bolsonaro usou a mesma justificativa para vetar auxílio sanitário às populações indígenas durante a pandemia.
O presidente também afirmou que os agricultores que precisarem de socorro financeiro devem tentar o auxílio emergencial de R$ 600. No entanto, pedir auxílio emergencial pode ter um custo alto aos trabalhadores do campo. Foi o que relatou ao Brasil de Fato o agricultor Maiquel Roberto Junges, de 36 anos, que atua numa pequena propriedade rural da família no município de Não-Me-Toque, região do Alto Jacuí (RS).
“Muito se falou nos R$ 600 [do auxílio], mas as nossas entidades aqui do Rio Grande do Sul orientaram os agricultores a não se inscreverem porque o aplicativo [do governo] não tem a opção ‘agricultor’. Só tem ‘autônomo’, então, se a gente se inscrever como autônomo, pode se desenquadrar de alguma outra política pública, como a previdência social ou mesmo um crédito oficial do Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar]. Então, nem isso chegou pros agricultores”, lamenta Junges, acrescentando que muitos camponeses estão atualmente sem condições de sanar as próprias dívidas.
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) determinou nesta terça-feira (25) a abertura de processo administrativo-disciplinar e o afastamento do desembargador Eduardo Siqueira do cargo, pouco mais de um mês após ele humilhar um guarda municipal na praia de Santos (SP) que o abordou exigindo o uso de máscara.
O corregedor-nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, afirmou em seu voto que “se utilizou do cargo para descumprir a lei” e agiu de forma “abusiva, agressiva autoritária”.
Segundo ele, o desembargador feriu a Lei Orgânica da Magistratura, o Código de Ética da Magistratura, a Lei de Abuso de Autoridade e o Código Penal.
“Permanência no cargo pode influenciar na apuração isenta do caso”, disse.
O caso aconteceu no dia 18 de julho, quando viralizou o vídeo em que o desembargador chama o guarda de analfabeto e rasga a multa aplicada.
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, por maioria, a pena de censura a uma procuradora da República que chamou Jair Bolsonaro de “miserável”, “lixo que ocupa a Presidência” e “cara de bunda”.
As criticas foram feitas nas redes sociais de Paula Cristine Bellotti, que atua no Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.
Nas postagens, a procuradora publicou charges no Facebook contra Bolsonaro e escreveu comentários ao lado das imagens. Em um dos desenhos, o presidente aparece lambendo os pés do presidente americano, Donald Trump.
Carro importado apreendido pela Polícia com a quadrilha.
A Polícia Civil da Bahia prendeu na manhã de hoje oito homens acusados de traficar drogas sintéticas como ecstasy e haxixe em festas raves, boates e eventos particulares em Salvador.
Segundo a investigação, a quadrilha é composta por pessoas de classes média e alta, empresários do ramo de bebidas e estudantes de faculdades particulares da cidade. Os acusados não tiveram seus nomes divulgados.
O grupo foi detido por equipes do Draco (Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado) e da COE (Coordenação de Operações Especiais), durante uma operação para cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão nos bairros do Rio Vermelho, Ondina, Vitória, Bonfim e Mata Escura, na capital baiana, e na cidade de Lauro de Freitas, região metropolitana. De Alexandre Santos, para o UOL Salvador.
Por essas e outras escândalos como os das contas CC5 do Banestado são considerados os maiores rombos financeiros da economia brasileira.
Os ativos de empresas e pessoas físicas brasileiras no exterior chegaram a US$ 529,221 bilhões em 2019, informou hoje (25) o Banco Central (BC). Essa foi a primeira vez que esse volume de bens supera US$ 500 bi.
Esses ativos são investimentos em ações, títulos, imóveis, moedas e depósitos ou em empresas no exterior, por exemplo.
Na comparação com 2018, quando os ativos chegaram a US$ 493,176 bilhões, houve crescimento de 7,3%. Os dados são das declarações de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE).
“É muito comum brasileiros, a partir de um determinado nível de renda, manterem atividades empresariais no exterior ou fazer uma poupança em outras moedas, no caso de pessoas físicas, porque faz parte de sua aposentadoria ou têm planos de se transferir para o exterior”, disse o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha.
Para ele, os dados mostram que “continua o movimento de aumento dos investimentos brasileiros no exterior. Esse movimento não é necessariamente linear, mas é constante. Se o olhar a pesquisa como todo, mostra a tendência de aumento de investimentos, o que parece consistente com a tendência das empresas brasileiras aumentarem sua participação no exterior”, ressaltou Rocha.
Entende agora como é tão difícil passar um projeto sobre taxação de dividendos e sobre a movimentação de grandes fortunas. Até a reedição de um imposto sobre transações financeiras tem rejeição do Congresso, que taxaria, por exemplo, várias vezes os R$89 mil, sem origem, depositado na conta da primeira dama Michelle Bolsonaro?
Existem pelo menos quatro projetos de lei em tramitação no Senado Federal que visam a taxação de grandes fortunas. Dois deles foram apresentados após o início da pandemia do coronavírus. Se os Argentinos podem tributar grandes fortunas de ricos para ajudar nessa crise, por que não nós?
O rombo nas contas públicas, esperado para 2020, supera os R$ 500 bilhões.
O jornalista Aram Roston, relata para a Reuters, o escândalo sexual envolvendo Becki Falwell e Jerry Falwell Jr, chefe da Liberty University e um defensor ferrenho do presidente Trump.
Em uma afirmação que provavelmente intensificará a polêmica em torno de uma das figuras mais influentes do movimento conservador cristão americano, um parceiro de negócios de Jerry Falwell Jr. se apresentou para dizer que teve um relacionamento sexual de anos envolvendo a esposa de Falwell e o líder evangélico.
Giancarlo Granda diz que tinha 20 anos quando conheceu Jerry e Becki Falwell enquanto trabalhava como atendente de piscina no hotel Fontainebleau, em Miami Beach, em março de 2012. A partir daquele mês e continuando até 2018, Granda disse à Reuters que o relacionamento o envolvia ele fazer sexo com Becki Falwell enquanto Jerry Falwell observava.
Jerry Falwell Jr e Donald Trump
Granda mostrou à Reuters e-mails, mensagens de texto e outras evidências que, segundo ele, demonstram a natureza sexual de seu relacionamento com o casal, que está casado desde 1987. “Becki e eu desenvolvemos um relacionamento íntimo e Jerry gostava de assistir do canto da sala,”Granda disse em uma entrevista.
Agora com 29 anos, ele descreveu as ligações como frequentes – “várias vezes por ano” – e disse que os encontros ocorreram em hotéis em Miami e Nova York, e na casa dos Falwells, na Virgínia.
Sua amizade com os Falwells acabou azedando, disse Granda à Reuters, em parte porque ele queria desfazer seus laços com o casal e entrou em uma disputa comercial com eles.
Flordelis na Câmara: provou que não é flor que se cheire. Foto o Globo em conteúdo do jornal Extra.
Uma mulher que frequentava a igreja fundada pela deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) relatou à Polícia Civil que a parlamentar e seu marido, o pastor Anderson do Carmo, frequentavam uma casa de swing, lugar onde há troca de casais. O depoimento, ao qual o EXTRA teve acesso, foi dado em setembro do ano passado a policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí no inquérito que apura a morte de Anderson.
A fiel afirmou que soube da informação em 2007, ao levar sua supervisora a um culto no Ministério Flordelis. Ela relatou à polícia que ao ver a deputada e pastora, sua amiga ficou surpresa e comentou que Flordelis frequentava a mesma casa de swing que ela, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
A supervisora da fiel afirmou que além de Flordelis e Anderson, Simone, filha biológica da deputada, e o marido dela, André, também frequentavam o local. Ainda segundo a mulher, Flordelis possuía um quarto privativo na casa de swing. A mulher chegou a descrever a roupa usada por Flordelis na ocasião em que a viu na casa de swing e afirmou que ela estava extremamente bêbada.
A antiga frequentadora da igreja que prestou depoimento na DH afirmou que em um primeiro momento chegou a desconfiar da versão de sua supervisora, mas que passou a ter certeza da história após algumas perguntas feitas por ela ao pastor Anderson e a Simone.
A mulher contou que fingiu para o pastor Anderson ter visto a família na Barra da Tijuca na ocasião em que a supervisora lhe descreveu, mas o pastor negou que tivesse estado no bairro. No entanto, a fiel afirma ter questionado Simone, que confirmou a ida da família à Barra e também a roupa que Flordelis usava, conforme descrito pela supervisora.
A fiel ainda relatou que em uma ocasião em que esteve na casa de Flordelis viu o momento em que a deputada, Anderson, Simone e André saíram todos do mesmo quarto, de toalha branca. Segundo a mulher, naquele dia o acesso de pessoas da igreja na casa era proibido.
A fiel também relatou que a informação sobre a casa de swing se espalhou pela igreja e ela foi questionada por Anderson e Flordelis. Ela disse ainda que depois desses episódios passou a ser perseguida e deixou de frequentar a igreja de Flordelis, que chamou de psicopata e mentirosa em seu depoimento.
Participação no assassinato e filho induzido à culpa
Lucas Cézar dos Santos, de 19 anos, está preso há um ano, acusado de envolvimento na morte do pastor Anderson do Carmo, que era seu pai adotivo. O rapaz foi chamado na delegacia para prestar esclarecimentos sobre uma carta escrita por ele, no fim do ano passado, na qual assumia participação no crime e livrava seu irmão, Flávio dos Santos Rodrigues, de envolvimento no assassinato. Conforme revelado nessa terça-feira pelo jornal EXTRA, Lucas admitiu, no depoimento, que não foi o autor da carta. Ele afirmou que o texto foi escrito por Flordelis e entregue a ele, no presídio, apenas para que fosse copiado.
Durante o depoimento, Lucas afirmou que o objetivo era ajudar o Flávio e também Flordelis, que foi acusada por pelo menos cinco filhos de participação no crime. “O objetivo deles era ajudar o Flávio. No meu ponto de vista, se tirasse o Flávio da jogada tirava a mãe dele. Aí iam querer me botar. Porque sabiam que eu não tinha ligação nenhuma com eles, que eu não morava mais lá (na casa da família), afirmou Lucas.
Em depoimentos à DH, Lucas já relatou ter recebido propostas de Marzy e Rayane para matar o pastor Anderson, com o conhecimento de Flordelis, mas afirmou que recusou ambas.
Lucas e Flávio estão presos desde junho do ano passado. Flávio é acusado de ter atirado ao menos seis vezes contra o pastor Anderson. Ele próprio confessou o crime em depoimento à Polícia Civil. Já Lucas é acusado de ter ajudado o irmão a comprar a arma do crime, mas o rapaz nega que soubesse do plano para assassinar o pastor.
Esta matéria, relatada pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro, foi publicada no dia 20-06, por O Expresso. Repetimos a publicação agora em vista do clamor público, frente à acusação de que Flordelis (PSD) foi a real mandante do crime.
Dois motociclistas morreram no último domingo (23), em acidente causado pelo vereador Pedro Marconi de Souza Barros (PTC), da cidade pernambucana de Brejo da Madre de Deus. O parlamentar atropelou 30 motociclistas que transitavam em comboio na rodovia PE-96, na cidade pernambucana de Água Preta.
Em flagrante, o vereador foi autuado por homicídio culposo e lesão corporal. Um vídeo que circula nas redes sociais registrou o momento da colisão e o estado em que ficou a via com a batida.
Pedro estava dirigindo sua caminhonete acima da velocidade. De acordo com a delegada Juliana Bernat, a qual é responsável pelo caso, o velocímetro do carro do vereador travou nos 110 km/h, enquanto o limite permitido era de 60 km/h.
Caso Marconi seja condenado pelo ocorrido, ele pode pegar até seis anos de reclusão.
“O caso não cabe dolo, porque dolo é quando há intenção de matar. Mas pode caber dolo eventual [quando o motorista assume o risco, de acordo com o Código Penal] durante as investigações. Tudo vai depender do resultado da perícia”, explicou a delegada.
Mais 76 mortes causadas pela infecção pelo coronavírus foram acrescentadas aos registros da pandemia da Covid-19 na Bahia nesta segunda-feira (24). Este é o quinto dia consecutivo em que os boletins da Secretaria da Saúde do estado trazem informações sobre mais de 70 novas mortes registradas nas últimas 24 horas. Ao todo o estado soma 4.981 óbitos pela doença.
A Sesab reconhece a existência de registros tardios e acúmulo de casos, e atribui isso a sobrecarga das equipes de investigação. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
O número total de casos confirmados é de 237.208. Nas últimas 24 horas foram confirmados 1.158 novos casos.
A Sesab informa que a Bahia já possui 219.941 pessoas consideradas recuperadas e 12.286 pacientes ainda doentes, considerados casos ativos.
Chega uma idade em que a gente não consegue fazer as coisas certas por motivo de Parkison e as esquece de fazer por motivo de Alzheimer. Esse senhor de idade provecta está com os dois problemas, mas faz cagadas desde tenra idade.
Fim do abono salarial e da farmácia popular. E troca de nome do Bolsa Família por “Renda Brasil”. Mesmo estes sendo quesitos certos no pacotão de Paulo Jegues, ainda existem divergências no balaio de gatos que virou este governicho.
O cobertor está curto: segundo a Folha, o Renda Brasil seria o principal ponto do impasse. Informações de Geralda Doca e Marcello Corrêa, do O Globo, apontam que Guedes pretende passar o Bolsa Família de R$ 191 para R$ 247. Para isso, o ministro estuda acabar com o abono salarial, com o programa Farmácia Popular e com benefícios dados a pescadores durante o Defeso. Agora o pescador terá que pescar mesmo durante o período da Piracema, caso contrário morre de fome.
Existem os burros e os mal intencionados. Mas o problema maior são os burros mal intencionados.
Pelo que tudo indica o pré-candidato a prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá (DEM), está levando a sério a montagem do seu Plano de Governo. A fim de buscar informações sobre a viabilidade de dois importantes itens do seu Plano, o democrata esteve em Brasília, onde se reuniu com o Diretor-geral do DNIT, General Antônio Leite dos Santos Filho, e com o Secretário Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano, Tiago Pontes de Queiroz.
“Estamos tratando o nosso Plano de Governo com a seriedade que ele merece. Temos como principal foco a geração de emprego e renda. Só que para isso, precisamos melhorar as condições das nossas estradas e tornar Luís Eduardo apta a receber novas indústrias, o que nos beneficiaria na geração do ICMS. Para isso precisamos de mais energia elétrica disponível para o município. Nosso plano é mudar a realidade da nossa terra”, disse Marabá.
Junior Marabá, acompanhado pelo deputado federal João Roma (Republicanos), esteve com o General Antônio Leite dos Santos Filho, Diretor-geral do DNIT, tratando sobre a duplicação da BR-242 – no trecho que liga Luís Eduardo Magalhães a Barreiras. Durante a reunião esteve presente, via live, Amauri Souza Lima, Superintendente Regional do DNIT na Bahia.
Já no Ministério do Desenvolvimento Regional, Junior se reuniu com Tiago Pontes de Queiroz, Secretário Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano. Lá foi tratado também sobre o seu projeto de iluminação pública em LED, que ele quer implantar, a partir de 2021, em toda a cidade de Luís Eduardo Magalhães.
Aproveitando a sua estada no Planalto, Junior Marabá visitou Onix Lorenzoni, Ministro da Cidadania, quando se informou sobre o auxílio emergencial. “Este dinheiro que o Governo Federal tem colocado na mesa das famílias brasileiras tem sido de fundamental importância. Ainda existe uma grande insegurança sobre o fim dessa pandemia. Temos que pensar na nossa Luís Eduardo Magalhães de 2021”, disse o Junior Marabá.
A informação foi dada pelo Jornal do Brasil em 1993.
Aos 38 anos, Jair Bolsonaro ficou com o olho roxo de porrada que levou de um capitão cuja esposa trabalhava em seu gabinete de Bolsonaro. Ela foi assediada na ocasião. Esse fato consta no Informe JB de 25 de outubro de 93.
Hoje, Bolsonaro, rodeado por seguranças, se sente seguro para ameaçar “dar porrada” em um jornalista do Globo.
Em 1995, Jair Bolsonaro, de arma na cintura, foi assaltado e perdeu a Glock 380 e uma moto.
– Diz que jornalista não sobrevive à COVID porque é tudo bundão – Elogia o Alexandre Garcia, seu puxa saco de estimação – Joga a culpa da irresponsabilidade dele no Drauzio Varella
Após ter sido questionado por jornalista d’O Globo a respeito dos montantes depositados por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, na conta da primeira-dama, o presidente disse ter vontade de socar a boca do repórter.
3. “Não tem crédito para acusar ninguém!” (16/01/2020)
No início do ano, Bolsonaro atacou, também publicamente, uma jornalista da Folha de São Paulo, que participava de uma coletiva de imprensa em Brasília.
O Presidente lembrou caso da ex-assessora, Wal do Açaí, ocorrido em Angra dos Reis revelado pelo Jornal.
4.“Que nenhum canalha publique que fui passear! “
Em março deste ano, Bolsonaro alegou que a imprensa não teria “caráter”, após passeio no Distrito Federal.
Ao deixar o Palácio da Alvorada, o Presidente se esquivou das perguntas feitas pelos jornalistas presentes no local, afirmando que não falaria com a imprensa pois a mesma inventaria tudo que noticiava.
6. PIBinho (05/03/2020)
No início de março, após escalar um humorista para responder as perguntas da imprensa, Bolsonaro reclamou da abordagem jornalística que denunciaram a coletiva de imprensa feita pelo comediante e, também, a piada que ele mesmo fez sobre o Produto Interno Bruto do Brasil.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, sugeriu que fosse “deixada pra lá” a declaração de Jair Bolsonaro sobre agredir um jornalista após ser questionado sobre os depósitos de Fabrício Queiroz para a primeira-dama Michell Bolsonaro. Nesta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto, o general disse que o episódio é algo pessoal do presidente.
“Coisas pessoais do presidente, não compete a mim, como vice-presidente dele, tecer comentários. Eu não comento essas coisas. Eu não estava junto, não sei… Deixa para lá isso aí”, afirmou, de acordo com informações de O Globo.
No domingo (23), Bolsonaro foi questionado por um repórter do jornal sobre os depósitos que totalizam R$ 89 mil. Em resposta, o presidente da República disse estar com vontade de “encher a boca” dele de porrada. Em seguida, Bolsonaro disse que o repórter era “safado”.
Reportagem da revista Crusoé, publicada no início de agosto, mostrou que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro depositou R$ 72 mil em cheques para Michelle, entre 2011 e 2016. Já reportagem da Folha de S.Paulo revelou que Márcia Aguiar, esposa de Queiroz, repassou R$ 17 mil para Michelle em 2011.
Um caminhão pegou fogo na BR-242 e ficou totalmente destruído, no trecho próximo do município Luís Eduardo Magalhães, na região oeste da Bahia, no último domingo (23). As chamas ainda se espalharam na vegetação às margens da rodovia.
O veículo transportava carga de peças de acessórios para motocicletas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ninguém ficou ferido. Ainda não há detalhes da causa do acidente.
O motorista seguia viagem na rodovia, quando percebeu que uma fumaça estava saindo do motor e resolveu descer do veículo para verificar a situação. Ao abrir o motor, a fumaçava já estava se transformando em fogo. Outros motoristas pararam para tentar ajudar o caminhoneiro a controlar o incêndio, mas rapidamente o fogo se alastrou por todo o caminhão.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar no local, o caminhão e a carga já estavam praticamente destruídos. Por causa do incidente, o trânsito ficou livre apenas em meia pista da BR-242 por cerca de 1h30.
A colheita da soja já começou há 15 dias em Roraima. Como o estado se encontra no Hemisfério Norte, o plantio acontece entre abril e maio e a colheita entre agosto e setembro. Segundo a Conab, o estado deve produzir 150 mil toneladas em uma área de 49 mil de hectares.
Um levantamento realizado por uma comissão da Aprosoja no estado, aponta que até o momento 20% da safra já foi colhida e as produtividades obtidas estão dentro do esperado.
O produtor Lemuel Andrade, de Boa Vista (RR), começou a colheita da soja no sábado, 22 de agosto, e está otimista que colherá sua maior safra.
“Estamos muito esperançosos que este ano teremos uma das nossas melhores safras, já que o clima ajudou. Aqui ainda é uma fronteira agrícola, então temos uma área de primeiro e segundo ano de plantio. Essa de primeiro ano esperamos colher pelo menos 50 sacas por hectare, enquanto a de segundo queremos colher pelo menos 55 sacas”, explica ele.
Uma mulher apareceu seminua durante sessão remota da Câmara dos Vereadores do Juazeiro do Norte, no Ceará, pelo Youtube, nessa terça-feira (11/08). Enquanto o político Domingos Borges (PPS) assistia à conferência junto aos demais parlamentares, os colegas da casa se surpreenderam com a imagem de uma mulher sem camisa passando por trás do vereador.
Nas imagens, é possível ver a mulher entrando no meio da sessão e entregando um documento a Domingos. Ela passou minutos em pé, ao lado do vereador, conversando. O político não reagiu à aparição, e a reunião seguiu normalmente.
Ao portal G1 do Ceará, a assessoria jurídica da Câmara de Juazeiro lamentou o ocorrido em nome da casa e disse que irá trabalhar para que o caso não se repita.
Ainda, os assessores alegaram que o vereador “lamentou” a aparição da mulher e que a atitude não condiz com os ideais do político. “Sua conduta é exemplar tanto na família como no plenário”, comentaram. Do Metrópoles.
A deputada federal, Flordelis, foi denunciada como mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. O crime aconteceu em junho de 2019, no entanto, Flordelis tem imunidade parlamentar, o que impede que ela seja presa neste momento.
Artigo de Malu Aires, paulistana radicada em Belo Horizonte, cantora, musicista e articulista.
A história da Justiça brasileira precisa ser reescrita desde 2002, quando Lula da Silva ganhou a primeira eleição presidencial
Joaquim Barbosa foi o primeiro juiz a serviço do golpe, a querer “refundar” a República.
Escolheu a data da prisão, no dia da Proclamação, feriado prolongado pra castigar a família 7 dias. Não permitiu semi-aberto, mesmo a legislação permitindo.
A Globo ficou na porta do presídio, noite e dia.
Insuflava os familiares dos presos da Papuda a agredirem os petistas. Também anunciava no JN que “haveria rumores” de que os presos planejariam uma rebelião, contra os petistas presos.
A Globo quis matar Dirceu, Genoino e Delúbio.
Na primeira visita da família, repórteres da Globo estavam lá. Queriam saber se eles estariam recebendo privilégios que os demais presos não receberiam.
Uma lata de feijoada, comprada na cadeia, foi motivo de matéria nos jornais e TVs por dias. A Globo chamou de “privilégio”, “escândalo” e pediu mais pena.
A mídia quis matar Dirceu, Genoino e Delúbio.
Genoino precisava de cuidados médicos. Pediu semiaberto. Recebeu não.
Passou mal no presídio.
Não permitiram que ele se consultasse com um cardiologista.
Queriam matar Dirceu, Genoino e Delúbio.
Ano de manifestações, ruas cheirando a ódio.
A performance de Barbosa quis surfar no ódio, nas bombas, na indignação da classe média.
Enfim, Dirceu conseguiu um emprego num hotel e pediu semiaberto.
A Globo protestou!
Exigia que ele permanecesse preso.
Fizeram campanha para que ele não pudesse aceitar o emprego. Protestaram o suposto salário que ele receberia. Até um “ator”, com rolos de revistas Veja amarrados na cintura, arrumaram para forjar “homem-bomba invade hotel e faz refém”. Nos helicópteros da Globo, a repórter dizia: “O terrorista está no 13º andar. Este é o hotel que empregou o mensaleiro José Dirceu”.
Sem provas, sem crimes comprovados, com desculpas esfarrapadas de ‘literatura jurídica”, “domínio do fato”, delação de gente da baixeza de um Roberto Jefferson, prenderam 3 homens que a justiça declarou inocentes, 15 anos depois de aberta a investigação.
Eles renunciaram aos seus mandatos e, mesmo assim, Barbosa, o primeiro juiz ladrão deste golpe, puxou o caso pro seu colo, pra que na última instância, o direito à defesa já começasse prejudicado. Sem ter acusação que valesse apenação, inventou a tese de “formação de quadrilha”. Não aceitava embargos que protestassem contra sua criminosa tese.
Sua tese caiu. O “delito” que sobrou do processo garantia semiaberto aos apenados. Barbosa, dono da caneta da sentença, pesou toda a sua mão corrupta e decretou prisão, sem direitos.
A Globo apoiou toda a delinquência de Barbosa porque já haviam combinado o “show” de horrores penais.
Barbosa escolheu, a dedo, o pior juiz de execução penal que ele poderia escolher. Aplicou multas milionárias que nenhum deles teria condições de pagar.
A Globo inventava irregularidades no presídio, como uso de celulares, para que o direito ao semiaberto sempre fosse discutido.
Antes de Moro, os EUA já tinham comprado Barbosa.
Antes da Lava Jato, o “Mensalão” foi o primeiro lawfare no Brasil.
Dirceu, Genoino e Delúbio foram inocentados, porque contra eles nunca houve prova.
Genoino saindo daquele sobradinho do BNH, rodeado pelos filhos, sua família simples, mostrava que a justiça importada do Dep. Estado Norte-Americano era imunda, injusta, delinquente, desonesta e perversa.
Joaquim Barbosa foi o primeiro juiz lixo de um golpe que começou lá no mensalão. Comprou um apartamento numa offshore do Panama Papers, assim que prendeu os nomes mais fortes do PT.
Desde que o PT foi eleito, em 2002, o golpe já enriqueceu muitos juízes e promotores corruptos.
Tirou dos melhores políticos desse país, o direito de fazerem política.
Deu a política nas mãos de pistoleiros, traficantes, fundamentalistas e genocidas.
Lula ainda luta pelo direito de derrubar todos os processos patifes que Dallagnol inventou sobre ele, sua esposa e seus filhos.
Não faltam provas de que Dallagnol é um promotor ladrão. Que a Lava Jato é uma quadrilha. Que a patifaria de Curitiba roubou R$2 bilhões e sumiu com o dinheiro. Não faltam sinais de que o CNJ está acobertando uma organização criminosa.
Lula será inocentado.
Mas pra fazer justiça no Brasil, pra limpar as instituições brasileiras dos juristas corruptos, inocentar Lula, Dirceu, Genoíno e todos os petistas vítimas de lawfare, não basta.
De fato a Covid-19, um dos ramos conduzidos pelo Coronavírus não é uma doença comum. Cerca de 23.5 milhões de pessoas já foram contaminadas com maior ou menor gravidade, ainda não se tem estatísticas sobre as sequelas da doença e 812 mil mortes já foram confirmadas, 14% delas no Brasil.
A Organização Mundial da Saúde calcula que, mesmo com a vacinação avançando, a partir dos próximos 4 meses, a doença ainda causará problemas durante dois anos ao redor do mundo. Já são vários os casos de recrudescimento da contaminação e novos casos em vários países da Europa e do Extremo Oriente. No Brasil a doença está num platô médio de 45 mil novos casos diários e 980 mortes há mais de 30 dias.
Veja abaixo as estatísticas dos 12 países mais afetados pela pandemia. O número de novos casos e mortes não está atualizado, pois isso é feito a partir da 0 hora de cada dia iniciado no GMT+0.
Todos os dados de todos os países estão disponíveis no site Worldometers.
“Presidente Jair Bolsonaro, por que sua esposa Michelle recebeu R$ 89 mil de Fabrício Queiroz?”
Centenas, talvez milhares de jornalistas e internautas replicam a pergunta feita ao Presidente da República, na manhã de hoje.
O Jornalista foi ameaçado pelo Presidente:
“Tenho vontade de encher essa tua boca de porrada”.
O projeto Jair Paz e Amor não durou mais de uma quinzena. Jair Messias não tem estabilidade emocional, muito menos o decoro e a discrição exigida pelo protocolo inerente ao cargo.
Depois de anunciar no sábado que estava chegando à 58ª morte como consequência da Covid-19, 32 das quais apenas nos 22 dias de agosto, Barreiras convive com uma forte contradição na administração da crise sanitária. Enquanto 33 dos 40 leitos de UTI especializados em Covid estão ocupados ( na sexta-feira eram 18, segundo a Secretaria da Saúde), o prefeito editou um novo decreto de liberação das restrições, reabrindo bares, restaurantes e aglomerações de quinta a domingo.
Ontem aconteceu a esbórnia que se comprovou: bares lotados, venda de bebidas alcoólicas, gente circulando sem máscara, um cenário perfeito para o agravamento da crise.
Mais do que isso: a Secretaria da Saúde editou um card afirmando que seguia as orientação do Ministério Público. O que no mínimo divide a responsabilidade com o recrudescimento da crise epidemiológica.
A tomada de decisão com o rumo oposto do que é recomendado pela OMS ainda tem o agravante de manter em baixa a testagem com o RT PCR e uma improvável monitoração de 1.400 pessoas, com sintomas da doença, “isoladas” em domicílio.
O mesmo está acontecendo em Luís Eduardo Magalhães: baixa testagem, isolamento supostamente monitorado e poucos recursos médicos à disposição, justamente no momento em que o Estado passa a ter um crescimento da contaminação e das mortes.
Nas últimas 24 horas, apesar da baixa notificação do final de semana, a Bahia registrou 1.846 novos casos de Covid-19 e 73 mortes provocados pela doença, de acordo com boletim divulgado, neste domingo (23), pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). No Estado, 12.637 casos encontram-se ativos e 3.899 tiveram óbito confirmado para coronavírus.
O card abaixo induz a uma taxa menor de ocupação, mas na realidade confirma que 82% dos leitos de UTI estão ocupados:
A liberalidade permitiu que praias do Rio de Ondas lotassem, com grande movimentação e a bagunça de sempre.
“A vontade que eu tenho é de encher sua boca de porrada”, disse o presidente, segundo registro de Antonio Temóteo, do UOL.
O episódio aconteceu enquanto o presidente fazia uma visita à Catedral de Brasília na tarde deste domingo.
Uma reportagem publicada no começo de agosto pela revista Crusoé mostrou que o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e ex-policial militar Fabrício Queiroz depositou pelo menos 21 cheques na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. As transações, feitas entre 2011 e 2018, somam R$ 72 mil.
Segundo a revista, as transferências foram identificadas na quebra de sigilo bancário de Queiroz.
A revelação contraria a versão dada pelo presidente Jair Bolsonaro de que o depósito no valor de R$ 24 mil, conhecido desde dezembro de 2018, era parte do pagamento de um empréstimo de R$ 40 mil que fizera ao ex-policial, seu amigo desde 1985.
O repasse, na época, foi considerado atípico pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Jair Bolsonaro pediu ao Procurador Geral da República, Augusto Aras, para que o advogado Frederick Wassef, que recebeu milhões da JBS, fosse recebido na PGR para tratar da renegociação do acordo de delação da companhia.
Mais: Bolsonaro telefonou pessoalmente para o procurador que recebeu o advogado.
Michel Temer recebeu Joesley Batista, da JBS, pela garagem do Palácio Jaburu. Prevaricou. E balançou, quase caiu. Bolsonaro agora dá sequência ao jogo.
O Brasil registrou 892 novas mortes pelo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde.
Agora, o país soma 114.250 óbitos pela covid-19 desde o início da pandemia. Já o número de infectados subiu para 3.582.362, com 50.032 novos diagnósticos confirmados pela pasta entre ontem e hoje.
No mundo, apenas os Estados Unidos têm números piores, com quase 176 mil mortos e mais de 5,6 milhões de casos, segundo números da Universidade Johns Hopkins.
Logo atrás do Brasil vêm o México, em número de óbitos (59.610); e a Índia, em número de infectados (2,9 milhões). Ao todo, 2.709.638 pacientes se recuperaram da doença.
Bahia, recorde de casos e mortes de dias anteriores.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.461 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +1,9%) e 3.024 curados (+1,4%). Dos 234.204 casos confirmados desde o início da pandemia, 214.261 já são considerados curados e 15.111 encontram-se ativos.
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 75 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19.
Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito, um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 4.832, representando uma letalidade de 2,06%. Dentre os óbitos, 55,90% ocorreram no sexo masculino e 44,10% no sexo feminino.
Em relação ao quesito raça e cor, 51,55% corresponderam a parda, seguidos por branca com 15,67%, preta com 15,27%, amarela com 0,85%, indígena com 0,12% e não há informação em 16,54% dos óbitos.
O percentual de casos com comorbidade foi de 76,14%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (77,87%).
Em artigo divulgada neste sábado (22), a ex-presidenta Dilma Rousseff classifica o editorial de hoje da Folha – sob o título “Jair Rousseff” – como um ato deliberado de má-fé. “É pior do que um erro. É, mais uma vez, a distorção iníqua que confirma o facciosismo do jornal. A junção grosseira e falsificada é feita para forçar uma simetria que não existe e, por isto, ninguém tem direito de fazer, entre uma presidenta democrática e desenvolvimentista e um governante autoritário, de índole neofascista, sustentado pelos neoliberiais – no caso em questão, a Folha”, afirma.
Dilma afirma ainda que todas as afirmações do editorial do jornal a respeito do seu governo são fake news. “A Folha falsifica a história recente do país, num gesto de desprezo pela memória de seus próprios leitores”.
Leia a integra
A Folha tem enorme dificuldade de avaliar o passado e, assim, frequentemente erra ao analisar o presente.
Foi por avaliar mal o passado que a empresa até hoje não explicou porque permitiu que alguns de seus veículos de distribuição de jornal dessem suporte às forças de repressão durante a ditadura militar, como afirma o relatório da Comissão Nacional da Verdade.
Foi por não saber julgar o passado com isenção que cometeu a pusilanimidade de chamar de “ditabranda” um regime que cassou, censurou, fechou o Congresso, suspendeu eleições, expulsou centenas de brasileiros do país, prendeu ilegalmente, torturou e matou opositores.
Os erros mais graves da Folha, como estes, não são de boa-fé. São deliberados e eticamente indefensáveis. Quero deixar claro que falo, sobretudo, do grupo econômico Folha, e não de jornalistas.
Quero lembrar, ainda, a publicação, na primeira página, de uma ficha falsificada do Dops, identificada pelo jornal como se fosse minha, e que uma perícia independente mostrou ter sido montada grosseiramente para sustentar acusação falsa de um site fascista. Mesmo desmascarada pela prova de que era uma fraude, a Folha, de forma maliciosa, depois de admitir que errou ao atribuir ao Dops uma ficha obtida na internet, reconheceu que todos os exames indicavam que a ficha era uma montagem, mas insistiu: “sua autenticidade não pôde ser descartada.”
Quem acredita que as redes sociais inventaram as fake news desconhece o que foi feito pela grande imprensa no Brasil – a Folha inclusive. Não é sem motivo que nas redes sociais a Folha ganhou o apelido de “Falha de São Paulo”.
O editorial de hoje da Folha – sob o título “Jair Rousseff” – é um destes atos deliberados de má-fé. É pior do que um erro. É, mais uma vez, a distorção iníqua que confirma o facciosismo do jornal. A junção grosseira e falsificada é feita para forçar uma simetria que não existe e, por isto, ninguém tem direito de fazer, entre uma presidenta democrática e desenvolvimentista e um governante autoritário, de índole neofascista, sustentado pelos neoliberiais – no caso em questão, a Folha.
Todas as afirmações do editorial a respeito do meu governo são fake news. A Folha falsifica a história recente do país, num gesto de desprezo pela memória de seus próprios leitores.
Repisa a falsa acusação de que o meu governo promoveu gastos excessivos, alegação manipulada apenas para sustentar a narrativa midiática e política que levou ao golpe de 2016. Esquece deliberadamente que a crise política provocada pelos golpistas do “quanto pior, melhor” exerceu grande influência, seja sobre a situação econômica, seja sobre a situação fiscal.
A Folha, naquela época, chegou a pedir a minha renúncia, em editorial de primeira página, antes mesmo do julgamento do impeachment. Criava deliberadamente um ambiente de insegurança política, paralisando decisões de investimento, e aprofundando o conflito político. Estranhamente, a Folha jamais pediu o impeachment do golpista Michel Temer, apesar das provas apresentadas contra ele. Também não pediu o impeachment de Bolsonaro, ainda que ele já tenha sido flagrado em inúmeros atos de afronta à Constituição, e o próprio jornal o responsabilize pela gravidade da pandemia. A Folha continua seletiva em seus erros: Falha sempre contra a democracia, e finge apoiá-la com uma campanha bizarra com o bordão “vista-se de amarelo”.
Um país que, em 2014, registrou o índice de desemprego de apenas 4,8%, praticamente pleno emprego, com blindagem internacional assegurada por um recorde de US$ 380 bilhões de reservas, não estava quebrado, como ainda alega a oposição. Na verdade, a destituição da presidenta precisou do endosso da grande mídia para garantir a difusão desta fake news. O meu mandato nem começara e o impeachment já era assunto preferencial da mídia, embalado pelas pautas bombas e a sabotagem do Congresso, dominado por Eduardo Cunha.
Os dados mostram que a “irresponsabilidade fiscal” que me foi atribuída é uma sórdida mentira, falso argumento para sustentar o golpe em curso. Entre 2011 e 2014, as despesas primárias cresceram 3,7% ao ano, menos do que no segundo mandato de FHC (4,1% ao ano), por exemplo. Em 2015, já sob efeito das pautas bombas, houve retração de 2,5% nessas despesas. As dívidas líquida e bruta do setor público chegaram, em meu mandato, a seus menores patamares desde 2000. Mesmo com a elevação, em 2015, para 35,6% e 71,7%, devido à crise que precedeu o golpe, elas ainda eram muito menores que no final do governo de Temer (53,6% e 87%) ou no primeiro ano de Bolsonaro (55,7% e 88,7%).
Logo ao tomar o poder ilegalmente, os golpistas aproveitaram-se de sua maioria no Congresso e do apoio da mídia e do mercado para aprovar a emenda do Teto de Gastos, um dos maiores atentados já cometidos contra o povo brasileiro e a democracia em nossa história, pois, por 20 anos, tirou o povo do Orçamento e também do processo de decisão sobre os gastos públicos. Criou uma “camisa de força” para a economia, barrando o investimento em infraestrutura e os gastos sociais, e “constitucionalizando” o austericídio. O Teto de Gastos bloqueia o Brasil, impede o País de sair da crise gerada pela perversão neoliberal que tomou o poder com o golpe de 2016 e a prisão do ex-presidente Lula. E, a partir da pandemia, tornará ainda mais inviável qualquer saída para o crescimento do emprego, da renda e do desenvolvimento.
Se a intenção da Folha é tutelar e pressionar Bolsonaro para que ele entregue a devastação neoliberal, que tenha pelo menos a dignidade de não falsificar a história recente. Aprenda a avaliar o passado e admita seus erros deliberados, se quiser ter alguma autoridade para analisar um presente sombrio de cuja construção participou diretamente.